Cena entre amigos (7)

E nisso a gente tinha ficado, que íamos perguntar pro grupo o que queriam fazer. A gente achava que era algo que precisava ser conversado. O próximo encontro ia ser na casa da Sofia, e faltava uma semana pros preparativos. De tarde, enquanto tomávamos uns mates no quintal, minha esposa posta no grupo.

Andrea: fala, galera. Como vocês tão? Preciso fazer uma pergunta. Lembram da noite que a gente tava em casa e veio um casal? Então, vocês conhecem eles. Sem querer, acabou escapando o assunto dos nossos encontros e a gente contou. Eles querem entrar, pelo que parece. O que vocês acham?

Sofia: oiiiiii. Mais gente entrando na dança. Kkkkkk.

Guilherme: oiiiiii. Eeeeeee, sei lá. Acho que a gente devia levar pra votação.

Verônica: eu não tenho problema, conheço eles. A Cecília parece ser uma mina mó gente boa.

Sofia: siiiim, o foda é depois não dar merda e eles estragarem a noite.

Tomás: concordo. Acho que o que a gente formou tá bom, mas a gente tem que ver qual é.

Guilherme: acho melhor vocês testarem eles primeiro (se referindo a nós), depois contam como foi. Aí a gente conversa de novo.

Tomás: acho boa ideia. Se não tem mais nada pra falar, vou continuar os preparativos pro glory porque tô montando uma estrutura kkkkkk.

Todo mundo concordou com um joinha. Parece que essa era a condição. A gente tinha que testar o novo casal que ia entrar. Não achei ruim. Fiquei relendo as mensagens.

Andrea: e aí, o que cê acha? Ela fala me olhando.

Eu: e a gente teria que testar. O problema é que não sei o que eles vão achar. Pergunta pra Cecília.

Andrea: beleza, já mando uma mensagem pra ela.

Dito isso, ela pegou o celular e começou a escrever.

Andrea: Ceci. O que vocês tão fazendo? Acabei de falar no grupo o que a gente conversou, e todo mundo achou uma boa ideia vocês fazerem algo leve com a gente primeiro, e depois, vendo como vocês se sentem, a gente inclui vocês no grupo. Por Do nosso lado está tudo bem.

Cecilia não aparecia online. Mas não demorou nem dois minutos pra responder.

Cecilia: tá me falando sério?

Andrea: mmmmm sim. Já falamos na outra noite que não enrolando. Se não quiserem, tudo bem, a gente continua como sempre.

Cecilia: mas como não vamos querer. Mauri tá aqui do meu lado e nós dois tamos doidos.

Andrea: hahahaha. Bom, melhor assim. Depois a gente vê o que faz e que dia.

Cecilia: cê é louca? Já vem pra casa.

Eu olhei a hora, eram umas 18:00. Dei risada e olhei pra minha esposa, que continuava no celular, enquanto eu lia a conversa.

Andrea: hahahaha, mas olha a hora. A gente precisa ver se minha mãe pode ficar com os meninos. Segura aí que vou perguntar.

Minha esposa perguntou pra minha sogra, que tá sempre disposta a ficar com os netos e mimar eles até não poder mais. Enquanto esperávamos ela vir buscar, o celular da minha esposa tocou de novo.

Cecilia: e aí?

Andrea: calmaaaaaa. Agora minha mãe vem buscar os meninos e a gente vai praí.

Cecilia: bom, preciso preparar alguma coisa?

Andrea: hahahaha, nãoooo, para de encher. Agora a gente vai e conversamos direito.

Fui tomar banho e ouvi minha sogra chegando, que levou os meninos, dando chance pra minha esposa entrar no chuveiro comigo. Nos lavamos um ao outro enquanto nos tocávamos. Eu já tava muito excitado. Tava calor e o dia meio nublado.

Chegamos na casa e o Mauri nos atendeu como sempre, com um sorriso. Entramos e fomos pra sala. A Ceci apareceu toda excitada, não conseguia segurar o sorriso. Dava pra ver que tava nervosa e não sabia o que fazer. Cumprimentamos ela com minha esposa e sentamos. Eles sentaram perto da gente.

Cecilia: bom, e agora?

Eu: agora a gente vai com o Mauri comprar algo pra beber. Olha o calor que tá. Impressionante. Tamo com sede hahahaha

Ceci: nãoooo, já comprei tudo pra beber e comer.

Andrea: pra comer?

Ceci: ué, vocês não vão ficar pra comer?

Eu e a Andrea Nos olhamos. Não tínhamos combinado nada. Enquanto íamos para a casa deles, estávamos falando de outra coisa.

Andrea: yyyyyyy.

Ceci: pra você comprei uns vinhos espumantes que sei que você gosta, pra você comprei cerveja que sei que não bebe outra coisa e pra nós vinho. Além disso, comprei uma tábua de frios super caprichada pra um batalhão.

Mauri: não sei o que vocês fizeram, galera, mas ela tá doida. Kkkkk. Faz um tempinho que chegou do mercado e não para.

Eu: beleza, então.

Cecília: maravilhosoooo. Falou e foi pra cozinha.

De lá, dava pra ouvir ela abrindo garrafas e preparando as coisas. E ela gritou pra gente ir pro quintal.

O fim de tarde tava show, fazia calor e dava pra ficar ao ar livre.

Ceci: bom, trouxe tudo aqui pra vocês ficarem fresquinhos.

Falou e deu pra cada um a nossa bebida. Todo mundo sentado naquelas espreguiçadeiras gigantes de tomar sol. Ninguém falava nada, só bebendo. Tinha que quebrar o gelo de algum jeito.

Andrea: então, galera. Conta aí o que vocês tão planejando.

Ceci: sei lá. Eu e o Mauri conversamos, pensamos em tudo. A gente queria ver no que dá.

Andrea: então, galera, a parada é bem simples. Aqui é realizar as vontades, botar as fantasias pra fora, tentar realizá-las. Aqui não tem sentimento envolvido nem nada estranho. Se eu fizer algo com o Mauri, você não tem que ficar com ciúme, nem se você fizer algo com meu marido.

Ela falava tudo isso com um sorrisão na cara e balançando a cabeça. O Mauri também concordava.

Eles ficaram em silêncio de novo, olhando pra todo lado.

Eu: vocês tão de acordo? Perguntei pros dois, e eles responderam que sim na hora.

Olhei pra minha esposa e parecia que a gente tinha se comunicado por telepatia. Levantei e tirei a camiseta, e a Andrea fez o mesmo, tirando a camiseta e o sutiã, deixando as tetas lindas dela de fora. O Mauri e a Cecília nos olhavam com uma cara quase de espanto, então aumentei a aposta e tirei o shorts e a cueca, e minha esposa fez o mesmo. com a roupa dela. Deixamos ela de lado e sentamos de novo. Como se nada tivesse acontecido, pegamos as bebidas de novo e demos um gole.

Eu: agora sim tô me sentindo bem. Falei olhando pra frente, meio que realizado.

Olhei pra minha esposa e a gente sorriu um pro outro. Depois, olhamos pros dois, pro Mauri e pra Ceci. Os dois estavam nos encarando sem falar nada, mas entenderam que tinham que fazer alguma coisa. Eles se separaram e sorriram, devagarzinho foram tirando a roupa. Acendi um cigarro e fiquei olhando. Os dois ficaram pelados sentados, quase se cobrindo com as mãos. A parada tava ficando pesada. Aí a Andrea levantou, foi lá pra dentro de casa e colocou uma música pra dançar. Voltou pro quintal e começou a rebolar na frente dos três. Estendeu a mão pra Cecilia, que pegou, levantou e ficou parada na frente da minha esposa, que continuava dançando. A Ceci não se mexia, só olhava nos olhos dela. Minha esposa continuava com os movimentos, segurando a mão dela e com a outra foi pegar na bunda dela. Isso fez a Ceci se mexer, mas não de um jeito desconfortável, parecia que era algo que podia rolar, mas mesmo assim ela se surpreendeu. A Andrea chegou ainda mais perto dela até ficarem quase coladas. Minha esposa continuava se mexendo e o corpo dela quase esfregava no da Ceci, que tinha fechado os olhos. As bocas ficaram de frente uma pra outra e a Andrea passou a língua nos lábios dela. Cecilia abriu a boca e se entregaram num beijo super sexy. Se aproximaram ainda mais e se abraçaram enquanto continuavam se beijando. Eu agarrei minha pica e comecei a brincar com ela, que já tava dura que nem pedra. Olhei pro Mauricio, que tava olhando pra elas. Ele me olhou e fiz um sinal. Ele entendeu, agarrou a pica dele, que também tava dura, e começou a bater uma bem devagar. Voltamos a olhar pras mulheres, que continuavam dançando. Elas se acariciavam pelo corpo todo. Andrea começou a chupar um peito da Ceci, que tava adorando, e com uma mão tocou na buceta dela.

Andrea: ai, meu deus, você tá toda molhadinha, sua puta.

Ela pegou a mão da Ceci e levou Ela coloca na buceta dela.
Andrea: olha como eu estou.

As duas se tocavam e se masturbavam.
Andrea para e se afasta, olha pra gente e se aproxima de mim. Ela se agacha e deixa cair saliva no meu pau. Vai até onde o Mauri estava e faz a mesma coisa. Ceci tinha ficado parada e olhava pra ela. Andrea se vira, olha pra ela e diz:

Andrea: se vocês não vão usar, não deixem seca. Dá uma ajudinha pra eles.

Ceci se aproximou do marido dela e passou a língua no pau dele, deixando cair saliva também. Parou e veio até mim. Com timidez, aproximou o rosto até a cabeça do meu pau e passou a língua.

Eu: tá muito seca. — falei.

Ela sorriu pra mim e também deixou cair saliva.

Ela se levantou e foi até onde a Andrea estava. Ficaram de novo em pé, uma de frente pra outra. Continuavam se beijando e se acariciando. Nós, eu e o Mauri, continuávamos nos punhetando enquanto olhávamos pra elas.

Andrea: me dá sua mão. — disse.

Ceci, com total submissão, estendeu a mão com a palma pra cima. Minha esposa colocou a mão dela na buceta e esfregou.

Andrea: então você gosta de mijo? Eu vou te ajudar.

Ceci arregalou os olhos e ficou olhando pra ela.
Dava pra ver que lentamente ela estava mijando na mão dela.

Ceci: você tá mijando na minha mão. — disse quase emocionada, entre risadas.

Andrea: sim, mas bem pouquinho. Brinca com o dedinho enquanto isso.

Ceci brincava com o dedo, enfiava, tirava, e Andrea de vez em quando deixava escapar um pouquinho de mijo. Dava pra ver a cara de excitação das duas. Minha esposa pegou a mão dela de novo e colocou na boca dela.

Andrea: sente o gostinho. — disse enquanto guiava a mão dela.

Ceci, fechando os olhos, passava a língua nos dedos, saboreando. Tava adorando pra caralho.

Andrea: agora é sua vez. — disse. Ceci não tinha aberto os olhos e continuava se mexendo enquanto Andrea a tocava. Minha esposa fez sinal pra mim e pro Mauri irmos até onde ela estava. Nós dois levantamos e ficamos ao lado dela. Minha esposa parou de tocar a Ceci e pegou o Mauri, colocando ele... frente à Ceci. Peguei na pica dela e aproximei até a buceta dela, só estava quase encostando, não enfiava. Depois ela me agarrou e me guiou pra trás da Ceci. Eu me ajeitei e coloquei a pica entre a raba e a buceta dela. Cecilia gemia, não abria os olhos.

Andrea: agora quero que você mije em cima das duas picas que estão encostadas em você. Quero que você urine todas elas. Enquanto falava isso, acariciava os peitos dela e passava a língua no pescoço. Eu comecei a sentir o calor do mijo dela. Ela tremia e se mexia. Adorava o que estava fazendo. Fez isso até não sobrar mais nada pra dar.

Andrea: já acabou? Perguntou.

Ceci só balançou a cabeça. Dava pra ver que ela tinha tipo uns espasmos. Era tanta excitação que ela tinha que não se aguentava.

Minha esposa pegou eu e o Mauri e nos levou até as espreguiçadeiras. Sentamos e ficamos olhando qual era o próximo passo, era evidente que o controle tinha sido tomado pela Andrea, e ela estava arrasando. Foi buscar a Ceci, que estava a alguns passos, e trouxe ela até onde estávamos nós, que estávamos com a pica dura pra caralho.

Andrea: agora você vai limpar a pica dos dois, já que deixou elas bem sujas.

Cecilia se ajoelhou no meio de nós e, fechando os olhos, começou a chupar a pica do Mauri. Enquanto isso, Andrea foi até onde estavam as roupas que eles tinham jogado e, procurando, achou a calcinha que a Ceci estava usando, pegou e trouxe. Mauri não tinha visto o que a Andrea trouxe. Ela colocou no rosto dele, mais precisamente no nariz.

Andrea: sente o cheirinho da sua mulher quando ela fica com tesão. Disse enquanto mexia a calcinha no nariz dele. Mauri pegou e cheirava sem parar, parecia que não queria deixar nenhuma partícula escapar. Fechando os olhos, sentia o cheiro de boceta da mulher dele enquanto ela o chupava.

Andrea: deixa bem limpinha, mas não deixa ele gozar, passa a língua nos ovos e não deixa nenhuma área livre. Cecilia fazendo o que ela dizia. Eu observava a cena e curtia. Cecília olhou pra minha senhora como quem diz que tinha limpado tudo, então ela se aproximou de mim e começou a passar a língua na pontinha pra depois enfiar toda. Tirou a boca e passava a língua nas minhas bolas. Mauri olhava o que a mulher dele fazia enquanto segurava a calcinha no rosto. Eu sentia ela passando a língua com cuidado por todos os lados.

Andrea se aproximou da Ceci e com a mão tocou a buceta dela, enfiou um dedo e depois dois, ela gemia e apoiava o rosto no meu pau. Andrea tirou os dedos, se levantou e foi até onde Mauri estava e enfiou os dedos na boca dele. Acho que naquele momento ele quase teve um orgasmo. Mauri passava a língua nos dedos e saboreava cada gota. Minha esposa com a outra mão pegou no meu pau, ajeitou e sentou em cima. Ceci continuava me chupando de um jeito lindo, delicado, mas dava pra ver que tava toda excitada. Andrea olhou pro Maurício que ainda tinha os dedos dela na boca e disse:

Andrea: não quero que você goze ainda. Segura. Falou enquanto se movia bem devagar.

Ceci não aguentou mais, se levantou e sentou em cima de mim. Primeiro apoiou meu pau na entrada da buceta dela e foi deixando entrar bem devagarinho. Me olhava e sorria. Enfiou tudo e ficou parada. Eu comecei a chupar os peitos dela enquanto ela começava a se mexer.

Mauri: não vou aguentar muito mais.

Andrea: goza tudo que você tem. Falou enquanto se movia mais rápido.

Os gemidos do Mauri ficaram mais fortes e vimos ele ter um orgasmo do caralho. Ceci enquanto se mexia olhava atenta. Minha esposa queria tirar até a última gota. Quando finalmente terminou, ele ficou parado, exausto. Andrea se levantou e num movimento rápido se deitou na espreguiçadeira.

Andrea: vem. Falou pra Ceci, que obedeceu sem dizer nada. Limpa minha buceta que tá cheia de porra do teu marido.

Ceci enfiou a cara na buceta dela. da minha esposa e começou a chupar ela. Eu me levantei e olhava de perto como o cum escorria pela pussy dela e a Ceci juntava com a boca, engolia e continuava chupando. Muito mais disso e minha esposa não aguentaria, ia ter um orgasmo. Então me coloquei atrás da Ceci e, sem dizer uma palavra, meti o mais fundo que pude. Ela gemeu forte e se debruçou pra chupar toda a pussy. Minha esposa gemia e falava putarias pra ela. Eu agarrei ela pela cintura e comecei a foder com muita força. Pude ver a cara da minha esposa se transformando enquanto gozava.

Andrea: limpa ela toda, vai, limpa ela toda que vou gozar na sua boca. Vai, slut, chupa o cum do seu marido, vai que eu tô gozando. Que lindo que você chupa essa pussy suja.

Ceci: eu também tô gozando. Disse entre gemidos.

Quando eu ouvi isso, comecei a meter bem forte, descarregando todo o meu cum dentro da pussy dela. Minha esposa pegou ela pela cabeça e acariciava. A Ceci estava suada e não se mexia. Eu me afastei, tirei meu cock e fui sentar. O Mauri me olha e sorri. As duas mulheres se olharam e também sorriram, depois disso se beijaram. Ficamos em silêncio curtindo o momento.

Ceci: muito louco, muito bom, impressionante. Disse e se levantou. Alguém quer algo pra beber?

Todos concordamos e ficamos sentados. Ela foi pra dentro de casa e voltou com bebida. Foi de novo pra dentro e chamou a Andrea. Depois de um tempo, nos chamaram pra ir comer. Sentamos e comemos uma porção foda que elas tinham preparado.

Andrea: e aí, o que acharam? Disse pra saber as opiniões.

Mauri: foda, adorei.

Ceci: já falei, muito louco mas é bom pra caralho, não sei como dizer mas ainda tô excitada.

Andrea: hahaha, sim, a gente sente o mesmo. Como você se excita com a parada dos fluidos.

Ceci: siiiiiim, demais, já falei.

Andrea: e você, Mauri, também tem uma boa cota.

Mauri: sim também, curto os cheiros.

Andrea: mas que cheiro você Gostou?

Mauri: sei lá, tudo. O cheiro de... usa a palavra: buceta, tudo, sei lá.

Andrea: já volto. Disse Andrea e foi pro lavandero. Todos ficamos olhando pra direção onde ela tinha ido. Ela voltou com uma calcinha da Cecilia.

Andrea: tirei do cesto de roupa suja. Kkkkk, mas acho que não tá suja.

Foi com a calcinha e deu pro Mauri. Ele pegou e colocou no nariz. Cheirou e ficou sorrindo pra gente.
Andrea: vem, cheira minha buceta. Falou e se acomodou na cadeira.

Mauri me olhou e eu sorri, tipo dizendo que tava de boa o que ele ia fazer. Ele levantou, se ajoelhou e enfiou o nariz na buceta da Andrea, aspirando.

Andrea: e aí? gostou?

Mauri: siiiim, como não vou gostar.

Andrea: tem cheiro de buceta, cheiro de pau, cheiro de orgasmo, tudo misturado.

Mauri: tá bom, já chega, que já tô ficando duro de novo.

Todo mundo riu.

Mauri: vou no banheiro, já volto.

Ceci: vai fazer o quê?

Mauri: mijar. Falou enquanto sorria.

Eu: vamos lá fora que eu vou com você, acho que alguém quer uma cota de mijo. Mauri me olhou e juntos saímos pro quintal. Apontando nossos paus pro mato, vimos a Ceci aparecer na nossa frente. Ela se ajoelhou e colocou a língua entre nós. Mauri começou a soltar o líquido e eu também. Ceci colocava na boca e deixava escorrer, enquanto se masturbava com a mão. Começou a chupar o pau dos dois, e eu vi minha esposa sentada numa espreguiçadeira se tocando.

Ceci: que gostoso, podia fazer isso pra sempre que nunca cansava. Falou e engoliu meu pau na boca.

Ela se tocava com uma mão e com a outra tocava o Mauri. Quando parou de chupar o meu pra passar pro marido dela, fui até a Andrea e coloquei perto da boca dela. Ela, de pernas abertas, continuava se punhetando enquanto me chupava. Quando eu tava quase gozando, tirei da boca dela e comecei a me punhetar com força. Rápido, os jatos de porra foram parar na cara dela, na boca e apontaram pros peitos dela. Senti que o Mauri também tava gozando, mas a Ceci não deixou ele tirar a rola da boca dela e engoliu toda a porra. As duas continuaram se tocando até gozarem também. A gente voltou pra dentro, minha esposa foi pro banheiro. Ela tava toda bagunçada. A gente ficou mais um tempo e se despediu. Com a Andrea, fomos pra casa e dormimos que nem bebês.

No dia seguinte, a Cecília tinha mandado uma mensagem agradecendo pela ida e falando que tinha se divertido pra caralho, esperando que a gente tivesse curtido também e torcendo pra que ela tivesse condições de entrar no grupo.

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