Bom, tô de volta aqui pra contar meu sábado e espero não entediar vocês. Como eu tinha falado no relato anterior, no sábado a EMA falou de fazer um churrasquinho e ver o que a gente fazia, porque dançar não dava. Lá pelas 20h, meu boy me mandou mensagem — vou botar um nome nele, Fernando — que tava esperando a EMA descer do apê pra vir pra cá. Eu tava acompanhada do meu filho, esperando eles chegarem.
Oito e meia eles chegaram, desceram as coisas e acenderam o fogo. Abriram uma cerveja enquanto esperavam a brasa, a gente falou de tudo e de nada, botaram a carne e abriram a terceira Corona, e pouco depois a quarta. Quando o churrasco ficou pronto, sentamos pra comer, e meu filho recebeu uma ligação do pai que ia passar pra buscá-lo, então ele se apressou pra se trocar e esperar. Ainda era cedo, umas onze da noite, quando terminamos a sobremesa. Levantei tudo, eles me ajudaram a limpar a cozinha e falaram pra eu me trocar, que a gente ia dar uma volta. Falei que tomava um banho em cinco minutos e a gente saía.
Me troquei, me pintei e desci de salto, saia curta e regata leve. Subimos no carro e o Fernando me deu um beijo longo e muito gostoso. Quando entrei no carro, a EMA falou de comprar cigarro, então paramos no posto do shopping, compraram cigarro, chiclete e um chocolate pra mim. Chegando no centro, decidimos ir pro Iris Pab. Quando chegamos, tava cheio de gente, e aí seguimos. Fernando falou de ir no Stroker e de quebra jogar sinuca — amei a ideia — e fomos pro que fica na Belgrano e Necochea. Chegamos e subimos, quase sempre tem lugar. Pegamos uma mesa e pedimos mais uma cerveza. Eu já tava sentando o álcool e comecei a rir de tudo.
Começamos a jogar, EMA contra nós dois. Tinha outra mesa ocupada, mas depois de um tempo o pessoal foi embora e ficamos sozinhos lá em cima — oportunidade que os dois aproveitaram pra me ensinar a tacar. Segundo eles, o Fernando me apoiava enquanto me explicava, e a EMA passava a mão em mim enquanto me falava como tacar. O negócio é que terminei aquela partida toda molhada, filha da puta. Compraram mais cerveja e sentamos pra beber. um beijava um e o outro me beijava, assim ficamos conversando e nos beijando, decidimos ir embora já eram umas duas horas. Na saída do lugar, ligaram pro Fernando perguntando se ele podia dar uma passada no cassino de Mendoza, uns amigos que têm uma banda. Quando chegamos, o baixo e a EMA aproveitaram pra me beijar, chupar meus peitos. O Fernando demorou e eu tava muito tesuda, falei pra EMA me acompanhar até o posto de gasolina que fica na frente pra comprar alguma coisa. Quando entrei, encontrei o Javier, um amigo que não via há um tempão, ele me cumprimentou e a gente começou a conversar. A EMA comprou um refrigerante pra mim e o Javier foi com a gente até o carro. Tava conversando com o Javier quando o Fernando voltou, apresentei os dois e o Javier perguntou pra onde a gente ia, já que tava tudo fechado. O Fernando disse que não sabia e o Javier convidou a gente pra um lugar em Las Heras onde ia rolar um baile clandestino. A gente se olhou e topou na hora, falamos que íamos segui-lo e fomos pra lá. Quando chegamos, parecia uma casa normal na rua San Martín. Abriram pra gente, o Javier mostrou o convite e entramos. Era um lugar escuro, com um corredor. Quando entramos na casa, tinha uma luz verde num dos quartos, um balcão vendendo cerveja e Fernet, só isso, e os outros quartos da casa eram o espaço pra dançar. Tinha bastante gente, grupinhos de amigos. A gente ficou num dos quartos mais vazios e começamos a dançar os quatro. O lugar era escuro, de vez em quando enfiavam a mão na minha bunda, não sei quem. O Fernando me beijava sempre que podia e a EMA me tocava sem deixar aparecer. Ficavam me colocando no meio dos dois e me apertavam, me encostavam e, se dava, enfiavam a mão na minha bunda. De vez em quando as mãos deles se encontravam. O Javier foi pegar uma cerveja e eles aproveitaram pra enfiar um dedo cada um na minha buceta, eu tava muito tesuda. O Fernando me perguntou sobre o Javier, falei que conhecia ele de um trampo, que sempre deu em cima de mim mas eu nunca dei mole, e ele ficou pensando... e perguntou: "mas tá tudo certo com o cara?" Falei que sim, que ele era bem de boa. O Javi voltou e serviu um copo. Pra mim e eles pegaram no pico. O Javier tinha tomado Fernet e a mistura deixou ele tonto, tava alegre. Como tava tão escuro, não sabia direito quem era que tava passando a mão na minha bunda, se era a EMA ou o Fernando. Foi quando a EMA foi no banheiro que eu senti uma mão na bunda e não podia ser o Fernando porque ele tava na minha frente. Era o Javier que tava me apalpando. Fiquei parada e deixei ele tocar tudo quanto quis. A EMA voltou e o Fernando foi no banheiro. Quando ele voltou, fui eu e o Javier me acompanhou. Quando saí, os três tavam dançando. Fui e me meti no meio, e eles me apertaram os três. Eu passei a mão na pica deles pra me soltarem, mas ninguém afrouxou. O Fernando me beijava, um dos outros me passava a mão na bunda. Tavam me deixando com muito tesão, tava muito molhada. Falei no ouvido do Fernando que queria ir embora pra transar logo, e ele riu e me perguntou: "E o Javier, o que a gente faz?" Falei que ele devia ter planos pra continuar a balada. O Fernando falou pra gente ir embora e o Javier pediu pra gente dar uma força mais um pouco. A gente ficou mais um tempinho. Eu já tava com muito tesão, ainda mais com o álcool, já não ligava mais pra nada... Numa das voltas, fiquei de frente pra EMA, agarrei ele e dei um beijo de língua e tudo. O Javier olhava e não entendeu nada. Depois beijei o Fernando e olhei pro Javier e beijei ele também... O Javi não entendia o que tava rolando, mas não recusou o beijo. A gente continuou dançando um pouco e eu falei que queria ir embora. O Fernando falou "beleza", a EMA e o Javi só concordaram. O Fernando perguntou pra onde a gente ia. A EMA ofereceu o apartamento, já que o Guille não tava. Então todo mundo foi pro apê. A EMA acompanhou o Javi, que ficava me mandando mensagem tipo... "Pao, quero te comer toda já, quero te foder toda" e coisas assim. Chegamos no prédio na rua España, antes do espelho, e desci. A EMA abriu e a gente passou. Quando subimos no elevador, ficamos apertados porque é pequeno, e o Fernando apagou a luz. Os três meteram a mão em mim. Quando desci, minha saia tava subida até a metade da bunda. Assim que entrei no apê, a EMA e o Javi se jogaram em cima de mim e começaram a me beijar e tirar minha roupa. Em poucos segundos, fiquei só de calcinha. thong entre nós dois, chuparam meus peitos e enfiaram os dedos, Fernando me beijava e eu pegava na cock deles. Javi sussurrou no meu ouvido: "hoje vou fazer o que sempre quis", e desceu pra me comer a pussy. EMA veio por trás e me comeu o cu, enfiando a língua, enquanto Javi me partia a pussy. Me levaram pro quarto aos beijos, e Javier subiu em cima de mim pra enfiar a cock... os outros colocaram as picas pra eu chupar. Entre os três, tava me deixando louca; foram revezando quem me comia e quem eu chupava. Depois, sentei em cima do Javier e me deixei cair na cock dele, ele chupava meus peitos e dizia quanto queria me comer. Fernando veio por trás e encostou a cock no meu cu, eu vi ela vindo, e quando tentei falar, já tinha metade da cock dele dentro do meu cu, e minha boca foi ocupada pelo EMA. Me comeram assim por um bom tempo até que os três me encheram de cum, que escorria por todos os buracos: boca, cu e pussy. Ficamos largados na cama, acenderam cigarros e fumavam; eu tinha ficado de bruços, exausta, sentia mãos nas minhas costas, no meu cu, e alguém beijava minhas costas. Quase cochilei um pouco, acordei quando Fernando, por trás, enfiou a cock na minha pussy e começou a me comer de novo. Nem me mexi, deixei ele fazer. Depois foi o EMA, e o Javier também fez. Descansaram um pouco e, quando tava clareando, me comeram de novo entre os três. Adormeci abraçada no Fernando, com o EMA me comendo de conchinha, não aguentava mais. Acordei domingo umas doze do meio-dia, os três estavam dormindo. Levantei, fui no banheiro, aproveitei e tomei banho, acordei o Fernando que também se lavou, e descemos pra comer algo. Tava pondo a água quando o EMA desceu completamente pelado e perguntou se a gente topava ir pro rio fazer um churrasco e passar o dia. Nos olhamos e falamos que sim. O EMA subiu pra se vestir, emprestei um short do meu filho e fui acordar o Javier, que ainda tava dormindo. Dei um beijo nele e... Chupei um pouquinho a pica dele, ele acordou e eu falei que ia esperar ele lá embaixo. Ele disse que já descia. Fernando não demora nada pra tirar o carro e já tinha tudo pronto. Carregamos umas toalhas e estávamos saindo quando o Javi desceu. Falamos que a gente ia embora e perguntamos se ele queria ir junto, e ele topou. Passamos, demos a volta e seguimos pra Cacheuta. No caminho, compraram churrasco e bebida. O Javi deixou o carro em casa e viemos todos no de Fernando. No caminho, coloquei o biquíni como dava, porque tavam passando a mão em mim de todo lado. Quando chegamos no rio, procuramos um lugar tranquilo, com pouca gente, e acenderam o fogo. Abriram cerveja e refrigerante e começaram a beber. De vez em quando, um dos três se aproximava e me beijava ou me apalpava os peitos e a bunda. Eles entraram na água e eu sentei na beira, numa pedra. O Javier se aproximou e começou a beijar minhas pernas, foi subindo devagar, me beijando, e chegou na minha pussy. Ele puxou a calcinha do biquíni e começou a me chupar. Fazia devagar, sem pressa, metia a língua, e os outros olhavam. Me chupou um tempão até eu gozar. O churrasco já tava quase pronto, prepararam e comemos. Depois de comer, falaram em caminhar rio abaixo pra conhecer. Caminhamos um pouco e passamos por um lugar muito lindo, com grama e um fio d'água do rio. Seguimos mais um pouco e não dava mais pra passar, então decidiram voltar. Enquanto voltávamos, eles me tocavam, me beijavam, tiravam meus peitos do sutiã do biquíni, até que comecei a me defender e a tocar eles também. Quando passamos de novo por aquele lugar tão bonito, o Fernando me agarrou por trás e me beijou no pescoço. Os outros dois olharam e se viraram. O Fernando tirou meus peitos do sutiã e cada um colocou um na boca. Tiraram minha calcinha, e ele desceu até minha pussy. O Fernando me beijava e o Javier chupava meus peitos. O Fernando sentou numa pedra e me deu a pica pra chupar. Os outros dois foram se revezando e me comendo. Juro que foi difícil gozar, já tava cansada, mas aguentei firme. Os três gozaram e seguimos até o carro. Subiram as coisas e voltamos pra casa. Quando o Javi chegou, ele se despediu e se ofereceu pra levar a EMA. O Fernando pediu pra ficar e eu deixei. A gente tomou banho, deitou e acordou na segunda-feira depois do meio-dia. O Fernando acordou com o pau durasso, eu me ajeitei e chupei ele. Depois ele me comeu, me colocou de quatro e meteu forte por um tempo até a gente gozar. A gente se beijou e ele disse que precisava ir. Ele tomou banho, eu acompanhei ele até a porta pra me despedir e voltei pra cama. Foi um fim de semana bem pesado, mas curti. Mando muitos beijos pra todo mundo. Até a próxima.
Oito e meia eles chegaram, desceram as coisas e acenderam o fogo. Abriram uma cerveja enquanto esperavam a brasa, a gente falou de tudo e de nada, botaram a carne e abriram a terceira Corona, e pouco depois a quarta. Quando o churrasco ficou pronto, sentamos pra comer, e meu filho recebeu uma ligação do pai que ia passar pra buscá-lo, então ele se apressou pra se trocar e esperar. Ainda era cedo, umas onze da noite, quando terminamos a sobremesa. Levantei tudo, eles me ajudaram a limpar a cozinha e falaram pra eu me trocar, que a gente ia dar uma volta. Falei que tomava um banho em cinco minutos e a gente saía.
Me troquei, me pintei e desci de salto, saia curta e regata leve. Subimos no carro e o Fernando me deu um beijo longo e muito gostoso. Quando entrei no carro, a EMA falou de comprar cigarro, então paramos no posto do shopping, compraram cigarro, chiclete e um chocolate pra mim. Chegando no centro, decidimos ir pro Iris Pab. Quando chegamos, tava cheio de gente, e aí seguimos. Fernando falou de ir no Stroker e de quebra jogar sinuca — amei a ideia — e fomos pro que fica na Belgrano e Necochea. Chegamos e subimos, quase sempre tem lugar. Pegamos uma mesa e pedimos mais uma cerveza. Eu já tava sentando o álcool e comecei a rir de tudo.
Começamos a jogar, EMA contra nós dois. Tinha outra mesa ocupada, mas depois de um tempo o pessoal foi embora e ficamos sozinhos lá em cima — oportunidade que os dois aproveitaram pra me ensinar a tacar. Segundo eles, o Fernando me apoiava enquanto me explicava, e a EMA passava a mão em mim enquanto me falava como tacar. O negócio é que terminei aquela partida toda molhada, filha da puta. Compraram mais cerveja e sentamos pra beber. um beijava um e o outro me beijava, assim ficamos conversando e nos beijando, decidimos ir embora já eram umas duas horas. Na saída do lugar, ligaram pro Fernando perguntando se ele podia dar uma passada no cassino de Mendoza, uns amigos que têm uma banda. Quando chegamos, o baixo e a EMA aproveitaram pra me beijar, chupar meus peitos. O Fernando demorou e eu tava muito tesuda, falei pra EMA me acompanhar até o posto de gasolina que fica na frente pra comprar alguma coisa. Quando entrei, encontrei o Javier, um amigo que não via há um tempão, ele me cumprimentou e a gente começou a conversar. A EMA comprou um refrigerante pra mim e o Javier foi com a gente até o carro. Tava conversando com o Javier quando o Fernando voltou, apresentei os dois e o Javier perguntou pra onde a gente ia, já que tava tudo fechado. O Fernando disse que não sabia e o Javier convidou a gente pra um lugar em Las Heras onde ia rolar um baile clandestino. A gente se olhou e topou na hora, falamos que íamos segui-lo e fomos pra lá. Quando chegamos, parecia uma casa normal na rua San Martín. Abriram pra gente, o Javier mostrou o convite e entramos. Era um lugar escuro, com um corredor. Quando entramos na casa, tinha uma luz verde num dos quartos, um balcão vendendo cerveja e Fernet, só isso, e os outros quartos da casa eram o espaço pra dançar. Tinha bastante gente, grupinhos de amigos. A gente ficou num dos quartos mais vazios e começamos a dançar os quatro. O lugar era escuro, de vez em quando enfiavam a mão na minha bunda, não sei quem. O Fernando me beijava sempre que podia e a EMA me tocava sem deixar aparecer. Ficavam me colocando no meio dos dois e me apertavam, me encostavam e, se dava, enfiavam a mão na minha bunda. De vez em quando as mãos deles se encontravam. O Javier foi pegar uma cerveja e eles aproveitaram pra enfiar um dedo cada um na minha buceta, eu tava muito tesuda. O Fernando me perguntou sobre o Javier, falei que conhecia ele de um trampo, que sempre deu em cima de mim mas eu nunca dei mole, e ele ficou pensando... e perguntou: "mas tá tudo certo com o cara?" Falei que sim, que ele era bem de boa. O Javi voltou e serviu um copo. Pra mim e eles pegaram no pico. O Javier tinha tomado Fernet e a mistura deixou ele tonto, tava alegre. Como tava tão escuro, não sabia direito quem era que tava passando a mão na minha bunda, se era a EMA ou o Fernando. Foi quando a EMA foi no banheiro que eu senti uma mão na bunda e não podia ser o Fernando porque ele tava na minha frente. Era o Javier que tava me apalpando. Fiquei parada e deixei ele tocar tudo quanto quis. A EMA voltou e o Fernando foi no banheiro. Quando ele voltou, fui eu e o Javier me acompanhou. Quando saí, os três tavam dançando. Fui e me meti no meio, e eles me apertaram os três. Eu passei a mão na pica deles pra me soltarem, mas ninguém afrouxou. O Fernando me beijava, um dos outros me passava a mão na bunda. Tavam me deixando com muito tesão, tava muito molhada. Falei no ouvido do Fernando que queria ir embora pra transar logo, e ele riu e me perguntou: "E o Javier, o que a gente faz?" Falei que ele devia ter planos pra continuar a balada. O Fernando falou pra gente ir embora e o Javier pediu pra gente dar uma força mais um pouco. A gente ficou mais um tempinho. Eu já tava com muito tesão, ainda mais com o álcool, já não ligava mais pra nada... Numa das voltas, fiquei de frente pra EMA, agarrei ele e dei um beijo de língua e tudo. O Javier olhava e não entendeu nada. Depois beijei o Fernando e olhei pro Javier e beijei ele também... O Javi não entendia o que tava rolando, mas não recusou o beijo. A gente continuou dançando um pouco e eu falei que queria ir embora. O Fernando falou "beleza", a EMA e o Javi só concordaram. O Fernando perguntou pra onde a gente ia. A EMA ofereceu o apartamento, já que o Guille não tava. Então todo mundo foi pro apê. A EMA acompanhou o Javi, que ficava me mandando mensagem tipo... "Pao, quero te comer toda já, quero te foder toda" e coisas assim. Chegamos no prédio na rua España, antes do espelho, e desci. A EMA abriu e a gente passou. Quando subimos no elevador, ficamos apertados porque é pequeno, e o Fernando apagou a luz. Os três meteram a mão em mim. Quando desci, minha saia tava subida até a metade da bunda. Assim que entrei no apê, a EMA e o Javi se jogaram em cima de mim e começaram a me beijar e tirar minha roupa. Em poucos segundos, fiquei só de calcinha. thong entre nós dois, chuparam meus peitos e enfiaram os dedos, Fernando me beijava e eu pegava na cock deles. Javi sussurrou no meu ouvido: "hoje vou fazer o que sempre quis", e desceu pra me comer a pussy. EMA veio por trás e me comeu o cu, enfiando a língua, enquanto Javi me partia a pussy. Me levaram pro quarto aos beijos, e Javier subiu em cima de mim pra enfiar a cock... os outros colocaram as picas pra eu chupar. Entre os três, tava me deixando louca; foram revezando quem me comia e quem eu chupava. Depois, sentei em cima do Javier e me deixei cair na cock dele, ele chupava meus peitos e dizia quanto queria me comer. Fernando veio por trás e encostou a cock no meu cu, eu vi ela vindo, e quando tentei falar, já tinha metade da cock dele dentro do meu cu, e minha boca foi ocupada pelo EMA. Me comeram assim por um bom tempo até que os três me encheram de cum, que escorria por todos os buracos: boca, cu e pussy. Ficamos largados na cama, acenderam cigarros e fumavam; eu tinha ficado de bruços, exausta, sentia mãos nas minhas costas, no meu cu, e alguém beijava minhas costas. Quase cochilei um pouco, acordei quando Fernando, por trás, enfiou a cock na minha pussy e começou a me comer de novo. Nem me mexi, deixei ele fazer. Depois foi o EMA, e o Javier também fez. Descansaram um pouco e, quando tava clareando, me comeram de novo entre os três. Adormeci abraçada no Fernando, com o EMA me comendo de conchinha, não aguentava mais. Acordei domingo umas doze do meio-dia, os três estavam dormindo. Levantei, fui no banheiro, aproveitei e tomei banho, acordei o Fernando que também se lavou, e descemos pra comer algo. Tava pondo a água quando o EMA desceu completamente pelado e perguntou se a gente topava ir pro rio fazer um churrasco e passar o dia. Nos olhamos e falamos que sim. O EMA subiu pra se vestir, emprestei um short do meu filho e fui acordar o Javier, que ainda tava dormindo. Dei um beijo nele e... Chupei um pouquinho a pica dele, ele acordou e eu falei que ia esperar ele lá embaixo. Ele disse que já descia. Fernando não demora nada pra tirar o carro e já tinha tudo pronto. Carregamos umas toalhas e estávamos saindo quando o Javi desceu. Falamos que a gente ia embora e perguntamos se ele queria ir junto, e ele topou. Passamos, demos a volta e seguimos pra Cacheuta. No caminho, compraram churrasco e bebida. O Javi deixou o carro em casa e viemos todos no de Fernando. No caminho, coloquei o biquíni como dava, porque tavam passando a mão em mim de todo lado. Quando chegamos no rio, procuramos um lugar tranquilo, com pouca gente, e acenderam o fogo. Abriram cerveja e refrigerante e começaram a beber. De vez em quando, um dos três se aproximava e me beijava ou me apalpava os peitos e a bunda. Eles entraram na água e eu sentei na beira, numa pedra. O Javier se aproximou e começou a beijar minhas pernas, foi subindo devagar, me beijando, e chegou na minha pussy. Ele puxou a calcinha do biquíni e começou a me chupar. Fazia devagar, sem pressa, metia a língua, e os outros olhavam. Me chupou um tempão até eu gozar. O churrasco já tava quase pronto, prepararam e comemos. Depois de comer, falaram em caminhar rio abaixo pra conhecer. Caminhamos um pouco e passamos por um lugar muito lindo, com grama e um fio d'água do rio. Seguimos mais um pouco e não dava mais pra passar, então decidiram voltar. Enquanto voltávamos, eles me tocavam, me beijavam, tiravam meus peitos do sutiã do biquíni, até que comecei a me defender e a tocar eles também. Quando passamos de novo por aquele lugar tão bonito, o Fernando me agarrou por trás e me beijou no pescoço. Os outros dois olharam e se viraram. O Fernando tirou meus peitos do sutiã e cada um colocou um na boca. Tiraram minha calcinha, e ele desceu até minha pussy. O Fernando me beijava e o Javier chupava meus peitos. O Fernando sentou numa pedra e me deu a pica pra chupar. Os outros dois foram se revezando e me comendo. Juro que foi difícil gozar, já tava cansada, mas aguentei firme. Os três gozaram e seguimos até o carro. Subiram as coisas e voltamos pra casa. Quando o Javi chegou, ele se despediu e se ofereceu pra levar a EMA. O Fernando pediu pra ficar e eu deixei. A gente tomou banho, deitou e acordou na segunda-feira depois do meio-dia. O Fernando acordou com o pau durasso, eu me ajeitei e chupei ele. Depois ele me comeu, me colocou de quatro e meteu forte por um tempo até a gente gozar. A gente se beijou e ele disse que precisava ir. Ele tomou banho, eu acompanhei ele até a porta pra me despedir e voltei pra cama. Foi um fim de semana bem pesado, mas curti. Mando muitos beijos pra todo mundo. Até a próxima.
2 comentários - Viernes movidito final