Quero contar uma parada que rolou comigo ontem em Mercedes, interior de Buenos Aires. Teve uma doma de cavalos, cerveja artesanal, um monte de mina bonita e umas coroas divinas. Amo mulher mais velha. Tenho 47 anos, sou moreno e tenho 1,89m de altura. Comecei a beber, fui com a família, tava calor e era uma cerveja atrás da outra: loira, preta e ruiva. Num momento fiquei sozinho vendo a habilidade dos gaúchos e me aproximei pra tirar umas fotos. Tinha gente e eu tentando fazer o melhor clique, me apoiei numa coroa que tava abraçada num cara. Senti que ela apertou meu pau com as unhas, curti e ele subiu. Fiquei ali, pensei que foi sem querer, mas fiz de novo e ela apertou de novo. Tava tesuda e eu duro, fiquei parado. Fiquei de olho no facão do cara e ela começou a me bater uma punheta. Fiquei de boa e ela fazia na maior tranquilidade. Não passou disso, mas adorei. Depois fui pegar mais cerveja e quando voltei, ela não tava mais. Procurei, mas tinha muita gente e eu tava de pau duro. No fim, fui pro carro e parei no posto pra abastecer. Vi ela lá. Como tava sozinha, cheguei na boa, perguntei de onde era e ela disse de Avellaneda. Falou que vai pra capital duas vezes por semana. Combinamos um lugar e um horário. Tô ansioso esperando e depois conto como foi.
1 comentários - Um dia no campo