Já fazia três anos que eu não via minha família. Três anos desde que saí de casa, a casa dos meus pais, para morar com minha namorada na cidade.
Viver no campo não é lá a coisa mais divertida do mundo, basicamente é bem chato, mas muito saudável. Além disso, as oportunidades de trabalho não são muitas e, pra um jovem de 23 anos como eu, é essencial ter uma renda e uma certa vida social. O tempo na cidade voa, a rotina consome sua vida e a monotonia diária faz estragos na sua psique... Mas, como um amigo diz: "tem que saber levar". Nem preciso dizer que pra um cara da minha idade a oferta sexual tá em alta, onde nesses tempos modernos ter uma noite íntima com alguém tá mais do que ao alcance das mãos, é difícil ter a mente forte pra ser fiel à sua parceira. Nunca foi problema pra mim ser fiel e leal, mas tentações, ah, elas existem.
Além disso, sou um cara fisicamente magro, de pele muito branca e delicada. Se eu tivesse peitos, teria um corpo de garota e, pra completar, tenho uma bunda carnuda, bem bonita. Por último, também tenho uma espécie de vício em videogames, o que faz com que passe muito tempo em casa, trancado no meu quarto. Sempre fui um garoto meio inseguro e com baixa autoestima. Isso, junto com meu pouco apelo físico pro gênero feminino, me torna um cara menos mulherengo e meio introvertido. Enfim, quando finalmente tive um tempinho livre entre trabalho, faculdade e meus outros estudos, decidi voltar pra visitar minha família. As seis horas de viagem passei ouvindo música e jogando hentai no meu celular. Sim, sou daqueles que curte hentai, e aliás, sempre fui meio nerd: muitos jogos de PC, anime, figuras... Sempre fui fascinado por esse tipo de coisa. Minha categoria favorita em sites pornô é obviamente o hentai, mas também, inexplicavelmente, o futanari (pra quem não sabe, é basicamente desenhos chineses de garotas com pinto, o que seriam garotas trans, mas em animação). Sim, desde que... Era um adolescente quando descobri os primeiros vídeos pornô de garotas trans, fiquei fascinado pelo terceiro gênero. Consumo muito pornô trans, femboys, shemales, ladyboys e qualquer garota com pau. Sempre achei curioso o fato de me atrair por mulheres: aqueles peitos, aquelas curvas, cabelo longo e aquela feminilidade tão sensual, mas ao mesmo tempo sentir repulsa estética pela buceta. Digo, eu fico excitado com uma mulher, mas se essa mulher tem pau, eu derreto... é minha criptonita. É meu sonho mais profundo casar com uma garota trans.
Quando cheguei em casa, fiquei muito feliz em ver toda aquela gente querida de novo, tanta comida, tanta alegria por me rever, não há nada como o calor de uma família.
Estar de novo em casa trazia uma sensação de paz inexplicável, a comida caseira, o mato, meu quarto antigo... era como ser criança de novo. O campo e seu aroma de pureza e simplicidade entravam pelos meus poros e inundavam meus sentidos. Não sei explicar por que, mas estar no campo tem um efeito afrodisíaco em mim, meu corpo sente a necessidade de transar, fico excitado com muito pouco.
Deixando isso de lado, passamos um bom tempo colocando a conversa em dia sobre as novidades e acontecimentos das nossas vidas enquanto curtíamos o café da sobremesa.
Descobri na hora que eles tinham adotado um novo bicho, um cachorro igual ao dos filmes de Harry Potter, um mastim napolitano. Na hora percebi o tamanho daquele animal, impressionava pra caralho, mas era super dócil, ainda era um filhote grandão, brincava de vez em quando e, como é típico em cães da idade dele, às vezes ficava excitado e queria montar em qualquer coisa. Ao ver o pau daquele cachorro ereto, não consegui evitar olhar com admiração, disfarcei meu olhar para aquele pau enorme e aqueles testículos gigantes. Sentia vergonha e nojo de mim mesmo, era um animal, um animal! Mas aquele pau me atraía demais, e aqueles testículos combinavam em tamanho e virilidade. Naquele exato momento, estava descobrindo uma faceta nova em mim, e fiquei com medo.
Foi assim que passou. o dia e a tarde, e como de costume meus pais iam pra cidade comprar mantimentos pra preparar o jantar, me ofereceram pra ir junto, mas decidi ficar pra arrumar direitinho minhas roupas, que ainda estavam dentro da bolsa, e como ia ficar uns dias, precisava organizar meu quarto e minhas coisas nele.
Todos foram embora, fiquei sozinho em casa.
Era uma sensação de tranquilidade inexplicável, misturada com um toque de nostalgia, voltar pro meu antigo quarto. Minhas figuras de anime, meus mangás, meu PC velho e lerdo, minha cama de solteiro… minhas coisas favoritas no mundo…
Fuçando entre minhas próprias coisas, encontrei uma espécie de consolo caseiro que guardava em segredo e que tinha feito quando era adolescente. Como já repeti várias vezes, sou hétero, mas aprendi a experimentar com meu corpo pra me descobrir. Aquele brinquedo artesanal colocou a luxúria na minha mente.
Enquanto arrumava a roupa no armário, não consegui evitar a vontade de me masturbar…
Tava excitado e completamente sozinho, sentei na minha cama e baixei a calça até os tornozelos pra minhas bolas pularem livremente quando eu me satisfizesse, coisa que eu adoro. Tava só começando, me tocava de leve e acariciava minhas bolas enquanto imaginava transar ao ar livre com a garota trans dos meus sonhos, ver o pau dela balançar enquanto eu metia nela de quatro. Esfregava devagar meu pau ereto enquanto brincava com minhas bolas, lentamente começava a curtir meu momento íntimo quando o cachorro apareceu… Fiquei sem reação, não sabia se continuava com o que tava fazendo ou se expulsava ele de casa… Mas de novo fiquei em transe quando vi aquelas bolas enormes. Com uma insegurança enorme, mas uma excitação imensa, não consegui evitar que uma ideia muito tentadora passasse pela minha cabeça. Na hora, tinha na mão esquerda meu pau duro como pedra, e na mão direita as bolas daquele animal enorme. Ele parecia gostar que eu tocasse ali, eu tinha Um pouco de medo, se ele se irritasse, não ia custar nada arrancar minha cabeça, ou pior ainda, meu pau com uma mordida.
Suavemente continuei tocando aquelas bolas enormes e firmes, me sentia vergonhosamente tão puto! Mas era lindo. Comecei a me masturbar bem devagar, brincando com as bolas dele, passaram alguns segundos e aos poucos o animal teve uma ereção... Realmente não conseguia parar de olhar praquele pau, era muito venoso e estava bem úmido. Mil coisas passavam pela minha cabeça naquele instante, minha condição sexual, meu parceiro, minha família, a ética dos meus atos... Mas tudo isso ficava pra trás, naquele momento só me dava água na boca.
No fim, decidi me deixar guiar pelos meus instintos mais baixos e continuei a aproveitar o prazer daquele momento, já que, por ser um animal, não haveria testemunhas. Sempre quis saber como era sentir um pau na boca, então aos poucos fui aproximando minha boca daquela monstruosidade de carne, primeiro cheirei, não cheirava a nada... Muito devagar, rocei meus lábios na ponta daquela coisa, era macia e bem escorregadia. Já era tarde demais para arrependimentos, estava de quatro, semidespido, muito excitado e com o pau de um animal perto dos meus lábios, só faltava provar de vez. Comecei beijando suavemente a ponta enquanto meu corpo era consumido pela fraqueza, eu tomava meu tempo para aproveitar a experiência com todos os sentidos, para sentir cada textura e sensação. Lambi com delicadeza aquela pontinha quente e pulsante, no começo o sabor me surpreendeu, mas aos poucos comecei a gostar, chupei só a pontinha, depois um pouco mais, depois mais 10 centímetros e quando me dei conta, tinha o pau inteiro do animal dentro da minha boca, as bolas dele balançavam a centímetros do meu queixo e eu estimulava levemente meu próprio pau com a mão esquerda. Com a mão direita, acariciava aquelas bolas lindas enquanto literalmente chupava aquele pau que já estava super duro e inchado. Aproveitava a textura na minha língua, a ponta ia dos meus lábios até minha garganta e vice-versa, amava aquele pau, e estava tão excitado que meu pinto escorria um líquido transparente e morno.
Fazendo um barulho excitante de sucção, percorria aquele pau com minha boca, o cachorro estava imóvel, curtindo aquele favor que eu fazia, até abriu um pouco as pernas pra facilitar meu trabalho de chupar aquela beleza carnal. De repente, nem sei como, meu pinto ficou mole, ao contrário do cachorro, que estava cada vez maior e mais duro. Minha mão esquerda, só Deus sabe como, foi parar no meu cu.
Coloquei um pouco de saliva nos dedos e ela começou sozinha, como por mágica, a estimular meu cu virgem. Só a pontinha do dedo indicador deslizava pelo canal apertado. Minha mão esquerda, entre minhas pernas, estimulava suavemente meu cu enquanto eu sentia o roçar do meu pinto mole no antebraço. Eu estava em completo êxtase de excitação, curtindo ao mesmo tempo a textura macia e cheia de veias na minha boca, o vai e vem daquelas bolas no meu rosto, aquele som de sucção exagerado que minha chupada de ponta a ponta naquele pau lindo fazia, e minha própria imaginação voando e criando situações extremamente excitantes que, em algum momento, nem ouvi o som da porta dos fundos se abrindo. A próxima coisa que ouvi, depois de todo aquele concerto de estímulos, foram passos vindo pelo corredor principal, indo em direção ao meu quarto. Com o coração a mil e um nervosismo danado, me levantei tentando me vestir, me limpar e mandar o cachorro e seu mega pau duro e babado embora, tudo ao mesmo tempo. Milhões de coisas passavam pela minha cabeça ao mesmo tempo, tentava inventar um plano de fuga pra aquela situação, uma desculpa válida, uma reza pra alguma divindade que interrompesse a chegada daquela pessoa ao meu quarto... No fim, algum milagre que evitasse ser descoberto naquela situação tão desagradável quanto humilhante.
Tudo foi em vão, na porta do meu quarto pude ver uma silhueta parada e atônita, que observava como eu disfarçava pessimamente. Olhando em direção à escrivaninha, como se procurasse alguma coisa, enquanto terminava de subir a calça. Escorria um fio de baba pelo meu queixo e meu cachorro tava com uma ereção gigantesca, enquanto minha roupa tava cheia de pelo de cachorro pra todo lado. Era mais que óbvio.
Tentei, num último e desesperado esforço, disfarçar a parada olhando pra figura com cara de pouco caso, como se tivesse cagando pra situação. Meus olhos focaram na entidade enigmática só pra descobrir que aquela pessoa era meu avô.
Um homem de uns 70 anos, porte médio, barriga de chope, careca no topo mas cabelo branco nas laterais. Cara de velho bonachão, mas a agilidade de um homem que a vida inteira trabalhou na roça e, apesar da idade, tem a vitalidade de um moleque de 20.
Olhei nos olhos dele e, com a cara vermelha que nem tomate, perguntei: — Como é que cê tá, vô? — e ele me respondeu, com cara de espanto e olhos arregalados que nem pires: — O que cê tava fazendo, meu filho? — Não consegui responder nada mesmo, meu cérebro tentava formular uma resposta crível enquanto meu coração dizia que já era tarde, que nem adiantava tentar. A sensação de culpa e desonra tomou conta do meu corpo... Eu só balbuciava umas coisas sem sentido, meu avô me olhava nos olhos e eu quase tava a ponto de chorar quando ele se aproximou e me abraçou, me disse pra não me preocupar... Que ficasse tranquilo. De repente, supliquei quase gritando, num ato inconsciente, pra ele não contar nada pros meus pais.
Mas ele respondeu na hora pra eu ficar calmo, que aquilo não ia sair daquele quarto. Continuou me abraçando.
Meus mamilos ainda estavam duros, com certeza ele conseguia sentir através da camiseta dele, porque ele se afastou um pouco e, com o olhar fixo nos meus mamilos, começou a esfregá-los suave e disfarçadamente com os polegares. Sem parar de estimular, me olhou nos olhos e disse:
— Com honestidade: o que cê tava fazendo com o cachorro? Prometo que fica entre nós... Só se você me contar tudo.
Não sei que cara eu fiz. Claro, mas com certeza ele se transfigurou. Decidi contar tudo, colocar meu futuro nas mãos dele, até porque ele já devia ter imaginado. Além disso, prometeu guardar segredo se eu contasse.
Enquanto contava em detalhes o que tinha feito com o pau do animal, consegui visualizar uma atividade mal disfarçada na região do zíper da calça dele.
Baixei o olhar e, definitivamente, algo se mexeu ali embaixo.
Sem dizer uma palavra, olhei fixo nos olhos dele, não precisava perguntar nada.
Nos olhamos por alguns segundos sem saber o que fazer ou dizer... Enquanto o cachorro, ainda ereto, começava a cheirar minhas partes. De repente, o silêncio desconfortável foi interrompido por uma pergunta dele — "Você já chupou um pau humano?" — neguei com a cabeça — "É a primeira vez que faço algo assim..." — falei, ao que ele respondeu rindo — "Uuu! E eu venho te interromper!" — caímos na gargalhada os dois. O clima estava mais leve agora... mas era inegável a má intenção dele, o estado exaltado do cachorro e minha excitação. Então me animei a fazer uma das loucuras mais irracionais que já tinha feito na vida, provavelmente num ato kamikaze em busca de uma redenção inconsciente, ao ver que minha reputação e minha vida até então estavam prestes a desmoronar.
Colocando suavemente a palma da minha mão sobre o volume da calça dele, olhei fixo e desafiante e cuspi estas palavras — "Mas eu adoraria provar um pau humano...". O clima ficou tenso de novo, ele não sabia o que dizer, nem como reagir, mas eu sabia que ele adorava a ideia, pelo jeito que o pau pulsava debaixo da calça jeans.
Sem trocar palavras, abaixei minha calça e me ajoelhei, descendo bem devagar o zíper dele, olhando nos olhos dele e, com movimentos lentos e doces como os de uma namoradinha de adolescência, soltei meu cabelo, um cabelo comprido e liso até a cintura, que eu gosto de dizer que é de metaleiro, mas nessa ocasião era de uma adolescente de quinze anos com muita vontade de foder.
Desabotoei a calça dele e Eu desci devagar, pra criar expectativa, não sabia como ele ia reagir, e também não sabia o que ia sair daquela calça.
Chegando na base do pau dele, já dava pra ver o calibre daquela rola conforme eu ia abaixando a cueca. Continuei descendo e descendo, mas aquela coisa não acabava nunca, o velhinho tinha uns 25 centímetros de pau largo e experiente. Esbelto e bem depilado, a estética daquela ferramenta me pegou de surpresa, me excitava pra caralho a textura macia das bolas depiladas dele, que pendiam robustas embaixo do bonito e pouco peludo púbis. Ao ver aquele pau, fiquei realmente chocada, não esperava tanto dele, tampei a boca de espanto e olhei ele de cima a baixo e de baixo a cima. Tava meio duro, mais mole na verdade, provavelmente por causa do nervosismo e da incerteza da situação. O monte de luz dourada e quente que entrava pela janela do meu quarto batia em cheio naquela zona mágica, e deixava ver cada detalhe, cada veia, cada textura e cor. Juro que deu água na boca ao ver uma cena tão gostosa. Tava morrendo de vontade de sentir a textura do saco dele no meu queixo e do pau mole dele na minha boca. Devagarzinho, aproximei meu rosto daquele membro, era perfeito, muito branco, grosso, as bolas dele pendiam grandes e firmes.
Sem pensar duas vezes, enfiei o pau inteiro de uma vez na boca, bem devagar mas sem parar, engoli ele todo até a garganta, meus lábios ficaram na base do pau dele, o pelo curto do púbis dele fazia cócegas no meu nariz. É realmente linda a sensação de um pau endurecendo bem na sua garganta. Passei minha língua por aquela cabeçona gorda e percorri aquele tronco igual tinha feito com o animal. Não consegui evitar pegar a rola dele com a mão e levar as bolas dele até a boca... chupei aquelas bolas de veludo igual uma louca, enquanto batia uma punheta suave naquela peça dominante. Aproveitava cada segundo do meu corpo nu, a sensação do meu pau mole no ar e minha bunda totalmente exposta. Tava de joelhos. Sentindo cada veia, cada ruga e cada dobra daquela pica enorme com meus lábios. Naturalmente, o cachorro continuava por ali, ainda ereto. Não teve ideia melhor do que começar a lamber minha bunda.
Quase gozei de satisfação... a língua enorme do cachorro percorria minha bunda quase inteira, abrangendo meu pau, bolas e meu cu. Imediatamente sentei o homem na minha cama, sempre chupando a pica dele ruidosamente e batendo uma punheta com a mão direita, enquanto a cara de prazer dele aprovava minha performance.
Agora a situação estava perfeita, estava de quatro, mamando uma pica perfeita, enquanto o cachorro lambia meu cu.
Realmente curtia passar minha língua pelo dorso do pau, brincar com meus lábios nas bolas dele, sentir a glande inchada no meu céu da boca... O pau dele bem duro na minha garganta.
Tudo ia excelente, até que o cachorro montou em mim.
Ao sentir as patas dele nas minhas costas, olhei desesperado para trás, sabia o que vinha, ainda não estava pronto para ser penetrado, e muito menos por uma fera daquelas com um pênis descomunal. Não consegui tirar ele, meu avô me segurou firme pela cabeça, empurrando-a contra a base da pica dele, ao mesmo tempo que sussurrava no meu ouvido — calma, aproveita! — queria muito me soltar, estava com medo, nem estava bem lubrificado, aquele cachorro ia rasgar meu cu virgem!!!
Sem parar de empurrar minha cabeça pro fundo da pica dele, o homem cuspiu nos próprios dedos e, se levantando um pouco, alcançou meu cu pra massagear e lubrificar com a saliva dele. Quase sem ar e sem conseguir respirar, sentia com desânimo como aquele homem preparava meu corpo pra uma carnificina, fazia isso gentilmente, com prazer, mas diligentemente, como se fosse uma oferenda aos deuses. Não posso negar que aquele ato me fez sentir a mulher mais submissa do mundo, um sentimento muito impróprio pra um homem hétero, mas... que prazeroso foi!. Nunca antes tinha prestado tanta atenção na quantidade de sensações diferentes que se pode sentir com a bunda. e como pode ser tão gostoso estar totalmente à mercê de um homem forte e bem dotado.
Ele enfiou e tirou dois dedos algumas vezes, estava desconfortável, faltava lubrificante pra ser sincero, mas não era que estivesse muito apertado, as lambidas do animal já tinham estimulado o suficiente pra dilatar um pouco.
Depois de alguns segundos, ele tirou os dedos da minha buceta e disse: — bom, agora sim — e me dando um tapa na bunda direita, se deitou de novo pra curtir minha felação furiosa. O animal montando em mim de novo, começou devagar a fazer movimentos pélvicos, eu podia sentir o pau grosso e cheio de veias batendo nas minhas nádegas, mas cada vez mais perto do cu... As unhas dele arranhavam minhas costas, eu realmente rezava pra ele não acertar, pra não encontrar meu cu, enquanto abraçava meu avô pela cintura com os dois braços e o chupava rápido e com muita sucção. Tava muito nervoso, e desejava que tudo que viesse depois não acontecesse, mas finalmente pude sentir num impulso do cachorro o pau dele na porta do meu rabo, algo quente e meio seco entrou sem piedade e de uma vez só. Não consegui evitar soltar um gemido agudo de rasgar, quase caiu uma lágrima de dor, naquele momento me senti num estupro.
Quase não conseguia me concentrar no pau do meu avô, só abraçava forte a cintura dele e enquanto tinha o caralho na boca só focava em aguentar a dor.
Meu avô pegava minha cabeça pelo cabelo, como se eu fosse uma puta pornô, enquanto o cachorro bombava meu cu com vontade. Vivi um inferno de poucos minutos, era quase insuportável o calibre daquele animal dilatando ao máximo a pele macia da minha bunda doce. Só restava deixar minha sorte ao acaso e focar em não oferecer resistência, deixar meu cu molinho e fazer da minha buceta um lugar prazerosamente folgado à vontade pra enfiar esse troço indomável.
Curiosamente, depois de um tempo já não sentia dor no meu cu, aliás, a sensação de estar sendo penetrado era gostosa. Agora Eu me concentrava nas sensações da minha parte traseira enquanto tocava no meu pau, sempre sem parar de chupar o pau do meu avô.
A sensação das bolas do cachorro batendo nas minhas bolas não tem preço. Eu sentia meu cu pulsar enquanto aquele pau enorme o penetrava sem piedade uma e outra vez, podia sentir o calor de tanta carne no meu rabo chegando até o fundo, podia sentir o roçar de cada veia na portinha do meu cu apertado. O toque do pelo do animal contra minhas nádegas delicadas, e a respiração quente dele nas minhas costas. Eu curtia tanto que num momento comecei a arquear as costas como uma verdadeira puta pra oferecer mais do meu rabo praquele garanhão que me comia cada vez mais rápido e sem piedade. Meu avô via tudo aquilo como se fosse um verdadeiro espetáculo, e ao mesmo tempo eu sentia com minha boquinha o pau dele ficando mais e mais duro por causa daquele festim anal que ele observava.
Só conseguia bater uma pro meu pau flácido e aproveitar pra deixar meu cu relaxado pra aquele pau como se fosse uma puta. Era estimulado por todos os lados, o cachorro metendo no meu rabo, as bolas dele batendo nas minhas, eu masturbando meu pau pequeno e o do meu avô, ele enchendo minha garganta de carne e de vez em quando estimulando meus mamilos. Como toque final, não consegui evitar gemer como uma mulherzinha, cada estocada do cachorro era um gemido agudo de prazer que eu soltava. Eu tinha virado em questão de minutos a sissy crossdresser que tanto gostava de ver em vídeos pornô, era uma adolescente submissa completa. Em questão de minutos o cachorro começou a se mexer estranho, mais rápido e mais fundo; uma sensação de calor envolveu o fundo do meu cu. Algo inchava muito rápido, lá no fundo do meu rabo a cabeça do animal se expandia rapidamente enquanto batia de cheio contra o fundo do meu intestino. Que prazer danado eu senti ao experimentar aquela penetração! Ser penetrado até o fundo por um pau que ameaçava destruir meu cu por dentro era delicioso, eu curtia tanto que desejava que Essa experiência nunca vai acabar. Pra piorar, comecei a sentir a estimulação que aquele glande robusto fazia na minha próstata, era puro prazer, me sentia toda uma mulher sendo fodida furiosamente. Foram os minutos mais lindos da minha vida. Enquanto me penetrava, agora mais devagar, dava pra sentir meu cu bem quentinho por dentro, e, extasiado com o som molhado da penetração, sentia o pau descomunal pulsando forte dentro do meu reto, gozando pra caralho. Tinha um monte de porra dentro de mim. Quase gozei só de imaginar. O cachorro tirou o pauzão da minha bunda com dificuldade, com um som oco, abandonou meu cu dilatado. Na sequência, levei meus dedos ao meu cu pra ver a situação: tava com uma dilatação de uns dez centímetros, meu cu pulsava enquanto fechava devagar e escorria aquele líquido branco quente pelas minhas coxas. Ao sentir o calor da porra, comecei a me masturbar mais rápido, recuperando a ereção e fechando minha bunda mais rápido, tava prestes a explodir. O pau do meu avô também começou a bombar mais forte, ele me puxou ainda mais forte pelo cabelo e começou a foder minha boca enquanto eu revirava os olhos de tão perto do clímax. Gemendo como um macho alfa, gozou na minha boca. Era a primeira vez que provava o gosto de porra... Não é nada gostoso, salgado e meio ácido, começou a escorrer pela minha garganta. Com a excitação do caralho que eu tava, engoli tudo. Tinha um gosto horrível, mas eu queria mais, mais pau, e limpei o pau do meu avô com a língua. Tava uma puta insaciável, e transmitia isso com a expressão do meu rosto enquanto ele dava tapinhas na minha bochecha com o pau dele. Meu avô, com força masculina, me levantou e me jogou em cima da minha cama e, enquanto acariciava a pele branca do meu abdômen, começou a chupar meu pau e me masturbar. Tava mais extasiado do que nunca. Tudo culminou num orgasmo enorme que fez meu corpo inteiro tremer, enquanto eu estimulava meus mamilos. e eu me contorcia de prazer, meu pintinho pequeno e rosado jorrava muito esperma que foi parar quase todo na minha barriga.
Meu corpo feminino ficou ali descansando uns 15 minutos, eu mal conseguia recuperar o fôlego. As pernas tremiam, minha boca tinha gosto de pinto, a bunda ardia e expelia esperma, e os joelhos doíam como nunca. Tudo valeu a pena ao ver o pau mole do meu avô e a cara de satisfação dele deitado ao meu lado. Essa loucura temporária que começou tudo isso foi, sem dúvida, um presente dos deuses, a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. Eu não sabia como ia resolver o resto da minha vida daqui pra frente, mas uma coisa era certa: esse era o começo de um redescobrimento pessoal, e eu amava.
Depois de alguns minutos, nos levantamos e fomos tomar banho, me sentindo toda uma mulher, andei na frente dele rebolando o quadril com um andar bem sensual. Ele me deu um tapa na bunda e disse com uma piscada: — isso fica entre nós.
Viver no campo não é lá a coisa mais divertida do mundo, basicamente é bem chato, mas muito saudável. Além disso, as oportunidades de trabalho não são muitas e, pra um jovem de 23 anos como eu, é essencial ter uma renda e uma certa vida social. O tempo na cidade voa, a rotina consome sua vida e a monotonia diária faz estragos na sua psique... Mas, como um amigo diz: "tem que saber levar". Nem preciso dizer que pra um cara da minha idade a oferta sexual tá em alta, onde nesses tempos modernos ter uma noite íntima com alguém tá mais do que ao alcance das mãos, é difícil ter a mente forte pra ser fiel à sua parceira. Nunca foi problema pra mim ser fiel e leal, mas tentações, ah, elas existem.
Além disso, sou um cara fisicamente magro, de pele muito branca e delicada. Se eu tivesse peitos, teria um corpo de garota e, pra completar, tenho uma bunda carnuda, bem bonita. Por último, também tenho uma espécie de vício em videogames, o que faz com que passe muito tempo em casa, trancado no meu quarto. Sempre fui um garoto meio inseguro e com baixa autoestima. Isso, junto com meu pouco apelo físico pro gênero feminino, me torna um cara menos mulherengo e meio introvertido. Enfim, quando finalmente tive um tempinho livre entre trabalho, faculdade e meus outros estudos, decidi voltar pra visitar minha família. As seis horas de viagem passei ouvindo música e jogando hentai no meu celular. Sim, sou daqueles que curte hentai, e aliás, sempre fui meio nerd: muitos jogos de PC, anime, figuras... Sempre fui fascinado por esse tipo de coisa. Minha categoria favorita em sites pornô é obviamente o hentai, mas também, inexplicavelmente, o futanari (pra quem não sabe, é basicamente desenhos chineses de garotas com pinto, o que seriam garotas trans, mas em animação). Sim, desde que... Era um adolescente quando descobri os primeiros vídeos pornô de garotas trans, fiquei fascinado pelo terceiro gênero. Consumo muito pornô trans, femboys, shemales, ladyboys e qualquer garota com pau. Sempre achei curioso o fato de me atrair por mulheres: aqueles peitos, aquelas curvas, cabelo longo e aquela feminilidade tão sensual, mas ao mesmo tempo sentir repulsa estética pela buceta. Digo, eu fico excitado com uma mulher, mas se essa mulher tem pau, eu derreto... é minha criptonita. É meu sonho mais profundo casar com uma garota trans.
Quando cheguei em casa, fiquei muito feliz em ver toda aquela gente querida de novo, tanta comida, tanta alegria por me rever, não há nada como o calor de uma família.
Estar de novo em casa trazia uma sensação de paz inexplicável, a comida caseira, o mato, meu quarto antigo... era como ser criança de novo. O campo e seu aroma de pureza e simplicidade entravam pelos meus poros e inundavam meus sentidos. Não sei explicar por que, mas estar no campo tem um efeito afrodisíaco em mim, meu corpo sente a necessidade de transar, fico excitado com muito pouco.
Deixando isso de lado, passamos um bom tempo colocando a conversa em dia sobre as novidades e acontecimentos das nossas vidas enquanto curtíamos o café da sobremesa.
Descobri na hora que eles tinham adotado um novo bicho, um cachorro igual ao dos filmes de Harry Potter, um mastim napolitano. Na hora percebi o tamanho daquele animal, impressionava pra caralho, mas era super dócil, ainda era um filhote grandão, brincava de vez em quando e, como é típico em cães da idade dele, às vezes ficava excitado e queria montar em qualquer coisa. Ao ver o pau daquele cachorro ereto, não consegui evitar olhar com admiração, disfarcei meu olhar para aquele pau enorme e aqueles testículos gigantes. Sentia vergonha e nojo de mim mesmo, era um animal, um animal! Mas aquele pau me atraía demais, e aqueles testículos combinavam em tamanho e virilidade. Naquele exato momento, estava descobrindo uma faceta nova em mim, e fiquei com medo.
Foi assim que passou. o dia e a tarde, e como de costume meus pais iam pra cidade comprar mantimentos pra preparar o jantar, me ofereceram pra ir junto, mas decidi ficar pra arrumar direitinho minhas roupas, que ainda estavam dentro da bolsa, e como ia ficar uns dias, precisava organizar meu quarto e minhas coisas nele.
Todos foram embora, fiquei sozinho em casa.
Era uma sensação de tranquilidade inexplicável, misturada com um toque de nostalgia, voltar pro meu antigo quarto. Minhas figuras de anime, meus mangás, meu PC velho e lerdo, minha cama de solteiro… minhas coisas favoritas no mundo…
Fuçando entre minhas próprias coisas, encontrei uma espécie de consolo caseiro que guardava em segredo e que tinha feito quando era adolescente. Como já repeti várias vezes, sou hétero, mas aprendi a experimentar com meu corpo pra me descobrir. Aquele brinquedo artesanal colocou a luxúria na minha mente.
Enquanto arrumava a roupa no armário, não consegui evitar a vontade de me masturbar…
Tava excitado e completamente sozinho, sentei na minha cama e baixei a calça até os tornozelos pra minhas bolas pularem livremente quando eu me satisfizesse, coisa que eu adoro. Tava só começando, me tocava de leve e acariciava minhas bolas enquanto imaginava transar ao ar livre com a garota trans dos meus sonhos, ver o pau dela balançar enquanto eu metia nela de quatro. Esfregava devagar meu pau ereto enquanto brincava com minhas bolas, lentamente começava a curtir meu momento íntimo quando o cachorro apareceu… Fiquei sem reação, não sabia se continuava com o que tava fazendo ou se expulsava ele de casa… Mas de novo fiquei em transe quando vi aquelas bolas enormes. Com uma insegurança enorme, mas uma excitação imensa, não consegui evitar que uma ideia muito tentadora passasse pela minha cabeça. Na hora, tinha na mão esquerda meu pau duro como pedra, e na mão direita as bolas daquele animal enorme. Ele parecia gostar que eu tocasse ali, eu tinha Um pouco de medo, se ele se irritasse, não ia custar nada arrancar minha cabeça, ou pior ainda, meu pau com uma mordida.
Suavemente continuei tocando aquelas bolas enormes e firmes, me sentia vergonhosamente tão puto! Mas era lindo. Comecei a me masturbar bem devagar, brincando com as bolas dele, passaram alguns segundos e aos poucos o animal teve uma ereção... Realmente não conseguia parar de olhar praquele pau, era muito venoso e estava bem úmido. Mil coisas passavam pela minha cabeça naquele instante, minha condição sexual, meu parceiro, minha família, a ética dos meus atos... Mas tudo isso ficava pra trás, naquele momento só me dava água na boca.
No fim, decidi me deixar guiar pelos meus instintos mais baixos e continuei a aproveitar o prazer daquele momento, já que, por ser um animal, não haveria testemunhas. Sempre quis saber como era sentir um pau na boca, então aos poucos fui aproximando minha boca daquela monstruosidade de carne, primeiro cheirei, não cheirava a nada... Muito devagar, rocei meus lábios na ponta daquela coisa, era macia e bem escorregadia. Já era tarde demais para arrependimentos, estava de quatro, semidespido, muito excitado e com o pau de um animal perto dos meus lábios, só faltava provar de vez. Comecei beijando suavemente a ponta enquanto meu corpo era consumido pela fraqueza, eu tomava meu tempo para aproveitar a experiência com todos os sentidos, para sentir cada textura e sensação. Lambi com delicadeza aquela pontinha quente e pulsante, no começo o sabor me surpreendeu, mas aos poucos comecei a gostar, chupei só a pontinha, depois um pouco mais, depois mais 10 centímetros e quando me dei conta, tinha o pau inteiro do animal dentro da minha boca, as bolas dele balançavam a centímetros do meu queixo e eu estimulava levemente meu próprio pau com a mão esquerda. Com a mão direita, acariciava aquelas bolas lindas enquanto literalmente chupava aquele pau que já estava super duro e inchado. Aproveitava a textura na minha língua, a ponta ia dos meus lábios até minha garganta e vice-versa, amava aquele pau, e estava tão excitado que meu pinto escorria um líquido transparente e morno.
Fazendo um barulho excitante de sucção, percorria aquele pau com minha boca, o cachorro estava imóvel, curtindo aquele favor que eu fazia, até abriu um pouco as pernas pra facilitar meu trabalho de chupar aquela beleza carnal. De repente, nem sei como, meu pinto ficou mole, ao contrário do cachorro, que estava cada vez maior e mais duro. Minha mão esquerda, só Deus sabe como, foi parar no meu cu.
Coloquei um pouco de saliva nos dedos e ela começou sozinha, como por mágica, a estimular meu cu virgem. Só a pontinha do dedo indicador deslizava pelo canal apertado. Minha mão esquerda, entre minhas pernas, estimulava suavemente meu cu enquanto eu sentia o roçar do meu pinto mole no antebraço. Eu estava em completo êxtase de excitação, curtindo ao mesmo tempo a textura macia e cheia de veias na minha boca, o vai e vem daquelas bolas no meu rosto, aquele som de sucção exagerado que minha chupada de ponta a ponta naquele pau lindo fazia, e minha própria imaginação voando e criando situações extremamente excitantes que, em algum momento, nem ouvi o som da porta dos fundos se abrindo. A próxima coisa que ouvi, depois de todo aquele concerto de estímulos, foram passos vindo pelo corredor principal, indo em direção ao meu quarto. Com o coração a mil e um nervosismo danado, me levantei tentando me vestir, me limpar e mandar o cachorro e seu mega pau duro e babado embora, tudo ao mesmo tempo. Milhões de coisas passavam pela minha cabeça ao mesmo tempo, tentava inventar um plano de fuga pra aquela situação, uma desculpa válida, uma reza pra alguma divindade que interrompesse a chegada daquela pessoa ao meu quarto... No fim, algum milagre que evitasse ser descoberto naquela situação tão desagradável quanto humilhante.
Tudo foi em vão, na porta do meu quarto pude ver uma silhueta parada e atônita, que observava como eu disfarçava pessimamente. Olhando em direção à escrivaninha, como se procurasse alguma coisa, enquanto terminava de subir a calça. Escorria um fio de baba pelo meu queixo e meu cachorro tava com uma ereção gigantesca, enquanto minha roupa tava cheia de pelo de cachorro pra todo lado. Era mais que óbvio.
Tentei, num último e desesperado esforço, disfarçar a parada olhando pra figura com cara de pouco caso, como se tivesse cagando pra situação. Meus olhos focaram na entidade enigmática só pra descobrir que aquela pessoa era meu avô.
Um homem de uns 70 anos, porte médio, barriga de chope, careca no topo mas cabelo branco nas laterais. Cara de velho bonachão, mas a agilidade de um homem que a vida inteira trabalhou na roça e, apesar da idade, tem a vitalidade de um moleque de 20.
Olhei nos olhos dele e, com a cara vermelha que nem tomate, perguntei: — Como é que cê tá, vô? — e ele me respondeu, com cara de espanto e olhos arregalados que nem pires: — O que cê tava fazendo, meu filho? — Não consegui responder nada mesmo, meu cérebro tentava formular uma resposta crível enquanto meu coração dizia que já era tarde, que nem adiantava tentar. A sensação de culpa e desonra tomou conta do meu corpo... Eu só balbuciava umas coisas sem sentido, meu avô me olhava nos olhos e eu quase tava a ponto de chorar quando ele se aproximou e me abraçou, me disse pra não me preocupar... Que ficasse tranquilo. De repente, supliquei quase gritando, num ato inconsciente, pra ele não contar nada pros meus pais.
Mas ele respondeu na hora pra eu ficar calmo, que aquilo não ia sair daquele quarto. Continuou me abraçando.
Meus mamilos ainda estavam duros, com certeza ele conseguia sentir através da camiseta dele, porque ele se afastou um pouco e, com o olhar fixo nos meus mamilos, começou a esfregá-los suave e disfarçadamente com os polegares. Sem parar de estimular, me olhou nos olhos e disse:
— Com honestidade: o que cê tava fazendo com o cachorro? Prometo que fica entre nós... Só se você me contar tudo.
Não sei que cara eu fiz. Claro, mas com certeza ele se transfigurou. Decidi contar tudo, colocar meu futuro nas mãos dele, até porque ele já devia ter imaginado. Além disso, prometeu guardar segredo se eu contasse.
Enquanto contava em detalhes o que tinha feito com o pau do animal, consegui visualizar uma atividade mal disfarçada na região do zíper da calça dele.
Baixei o olhar e, definitivamente, algo se mexeu ali embaixo.
Sem dizer uma palavra, olhei fixo nos olhos dele, não precisava perguntar nada.
Nos olhamos por alguns segundos sem saber o que fazer ou dizer... Enquanto o cachorro, ainda ereto, começava a cheirar minhas partes. De repente, o silêncio desconfortável foi interrompido por uma pergunta dele — "Você já chupou um pau humano?" — neguei com a cabeça — "É a primeira vez que faço algo assim..." — falei, ao que ele respondeu rindo — "Uuu! E eu venho te interromper!" — caímos na gargalhada os dois. O clima estava mais leve agora... mas era inegável a má intenção dele, o estado exaltado do cachorro e minha excitação. Então me animei a fazer uma das loucuras mais irracionais que já tinha feito na vida, provavelmente num ato kamikaze em busca de uma redenção inconsciente, ao ver que minha reputação e minha vida até então estavam prestes a desmoronar.
Colocando suavemente a palma da minha mão sobre o volume da calça dele, olhei fixo e desafiante e cuspi estas palavras — "Mas eu adoraria provar um pau humano...". O clima ficou tenso de novo, ele não sabia o que dizer, nem como reagir, mas eu sabia que ele adorava a ideia, pelo jeito que o pau pulsava debaixo da calça jeans.
Sem trocar palavras, abaixei minha calça e me ajoelhei, descendo bem devagar o zíper dele, olhando nos olhos dele e, com movimentos lentos e doces como os de uma namoradinha de adolescência, soltei meu cabelo, um cabelo comprido e liso até a cintura, que eu gosto de dizer que é de metaleiro, mas nessa ocasião era de uma adolescente de quinze anos com muita vontade de foder.
Desabotoei a calça dele e Eu desci devagar, pra criar expectativa, não sabia como ele ia reagir, e também não sabia o que ia sair daquela calça.
Chegando na base do pau dele, já dava pra ver o calibre daquela rola conforme eu ia abaixando a cueca. Continuei descendo e descendo, mas aquela coisa não acabava nunca, o velhinho tinha uns 25 centímetros de pau largo e experiente. Esbelto e bem depilado, a estética daquela ferramenta me pegou de surpresa, me excitava pra caralho a textura macia das bolas depiladas dele, que pendiam robustas embaixo do bonito e pouco peludo púbis. Ao ver aquele pau, fiquei realmente chocada, não esperava tanto dele, tampei a boca de espanto e olhei ele de cima a baixo e de baixo a cima. Tava meio duro, mais mole na verdade, provavelmente por causa do nervosismo e da incerteza da situação. O monte de luz dourada e quente que entrava pela janela do meu quarto batia em cheio naquela zona mágica, e deixava ver cada detalhe, cada veia, cada textura e cor. Juro que deu água na boca ao ver uma cena tão gostosa. Tava morrendo de vontade de sentir a textura do saco dele no meu queixo e do pau mole dele na minha boca. Devagarzinho, aproximei meu rosto daquele membro, era perfeito, muito branco, grosso, as bolas dele pendiam grandes e firmes.
Sem pensar duas vezes, enfiei o pau inteiro de uma vez na boca, bem devagar mas sem parar, engoli ele todo até a garganta, meus lábios ficaram na base do pau dele, o pelo curto do púbis dele fazia cócegas no meu nariz. É realmente linda a sensação de um pau endurecendo bem na sua garganta. Passei minha língua por aquela cabeçona gorda e percorri aquele tronco igual tinha feito com o animal. Não consegui evitar pegar a rola dele com a mão e levar as bolas dele até a boca... chupei aquelas bolas de veludo igual uma louca, enquanto batia uma punheta suave naquela peça dominante. Aproveitava cada segundo do meu corpo nu, a sensação do meu pau mole no ar e minha bunda totalmente exposta. Tava de joelhos. Sentindo cada veia, cada ruga e cada dobra daquela pica enorme com meus lábios. Naturalmente, o cachorro continuava por ali, ainda ereto. Não teve ideia melhor do que começar a lamber minha bunda.
Quase gozei de satisfação... a língua enorme do cachorro percorria minha bunda quase inteira, abrangendo meu pau, bolas e meu cu. Imediatamente sentei o homem na minha cama, sempre chupando a pica dele ruidosamente e batendo uma punheta com a mão direita, enquanto a cara de prazer dele aprovava minha performance.
Agora a situação estava perfeita, estava de quatro, mamando uma pica perfeita, enquanto o cachorro lambia meu cu.
Realmente curtia passar minha língua pelo dorso do pau, brincar com meus lábios nas bolas dele, sentir a glande inchada no meu céu da boca... O pau dele bem duro na minha garganta.
Tudo ia excelente, até que o cachorro montou em mim.
Ao sentir as patas dele nas minhas costas, olhei desesperado para trás, sabia o que vinha, ainda não estava pronto para ser penetrado, e muito menos por uma fera daquelas com um pênis descomunal. Não consegui tirar ele, meu avô me segurou firme pela cabeça, empurrando-a contra a base da pica dele, ao mesmo tempo que sussurrava no meu ouvido — calma, aproveita! — queria muito me soltar, estava com medo, nem estava bem lubrificado, aquele cachorro ia rasgar meu cu virgem!!!
Sem parar de empurrar minha cabeça pro fundo da pica dele, o homem cuspiu nos próprios dedos e, se levantando um pouco, alcançou meu cu pra massagear e lubrificar com a saliva dele. Quase sem ar e sem conseguir respirar, sentia com desânimo como aquele homem preparava meu corpo pra uma carnificina, fazia isso gentilmente, com prazer, mas diligentemente, como se fosse uma oferenda aos deuses. Não posso negar que aquele ato me fez sentir a mulher mais submissa do mundo, um sentimento muito impróprio pra um homem hétero, mas... que prazeroso foi!. Nunca antes tinha prestado tanta atenção na quantidade de sensações diferentes que se pode sentir com a bunda. e como pode ser tão gostoso estar totalmente à mercê de um homem forte e bem dotado.
Ele enfiou e tirou dois dedos algumas vezes, estava desconfortável, faltava lubrificante pra ser sincero, mas não era que estivesse muito apertado, as lambidas do animal já tinham estimulado o suficiente pra dilatar um pouco.
Depois de alguns segundos, ele tirou os dedos da minha buceta e disse: — bom, agora sim — e me dando um tapa na bunda direita, se deitou de novo pra curtir minha felação furiosa. O animal montando em mim de novo, começou devagar a fazer movimentos pélvicos, eu podia sentir o pau grosso e cheio de veias batendo nas minhas nádegas, mas cada vez mais perto do cu... As unhas dele arranhavam minhas costas, eu realmente rezava pra ele não acertar, pra não encontrar meu cu, enquanto abraçava meu avô pela cintura com os dois braços e o chupava rápido e com muita sucção. Tava muito nervoso, e desejava que tudo que viesse depois não acontecesse, mas finalmente pude sentir num impulso do cachorro o pau dele na porta do meu rabo, algo quente e meio seco entrou sem piedade e de uma vez só. Não consegui evitar soltar um gemido agudo de rasgar, quase caiu uma lágrima de dor, naquele momento me senti num estupro.
Quase não conseguia me concentrar no pau do meu avô, só abraçava forte a cintura dele e enquanto tinha o caralho na boca só focava em aguentar a dor.
Meu avô pegava minha cabeça pelo cabelo, como se eu fosse uma puta pornô, enquanto o cachorro bombava meu cu com vontade. Vivi um inferno de poucos minutos, era quase insuportável o calibre daquele animal dilatando ao máximo a pele macia da minha bunda doce. Só restava deixar minha sorte ao acaso e focar em não oferecer resistência, deixar meu cu molinho e fazer da minha buceta um lugar prazerosamente folgado à vontade pra enfiar esse troço indomável.
Curiosamente, depois de um tempo já não sentia dor no meu cu, aliás, a sensação de estar sendo penetrado era gostosa. Agora Eu me concentrava nas sensações da minha parte traseira enquanto tocava no meu pau, sempre sem parar de chupar o pau do meu avô.
A sensação das bolas do cachorro batendo nas minhas bolas não tem preço. Eu sentia meu cu pulsar enquanto aquele pau enorme o penetrava sem piedade uma e outra vez, podia sentir o calor de tanta carne no meu rabo chegando até o fundo, podia sentir o roçar de cada veia na portinha do meu cu apertado. O toque do pelo do animal contra minhas nádegas delicadas, e a respiração quente dele nas minhas costas. Eu curtia tanto que num momento comecei a arquear as costas como uma verdadeira puta pra oferecer mais do meu rabo praquele garanhão que me comia cada vez mais rápido e sem piedade. Meu avô via tudo aquilo como se fosse um verdadeiro espetáculo, e ao mesmo tempo eu sentia com minha boquinha o pau dele ficando mais e mais duro por causa daquele festim anal que ele observava.
Só conseguia bater uma pro meu pau flácido e aproveitar pra deixar meu cu relaxado pra aquele pau como se fosse uma puta. Era estimulado por todos os lados, o cachorro metendo no meu rabo, as bolas dele batendo nas minhas, eu masturbando meu pau pequeno e o do meu avô, ele enchendo minha garganta de carne e de vez em quando estimulando meus mamilos. Como toque final, não consegui evitar gemer como uma mulherzinha, cada estocada do cachorro era um gemido agudo de prazer que eu soltava. Eu tinha virado em questão de minutos a sissy crossdresser que tanto gostava de ver em vídeos pornô, era uma adolescente submissa completa. Em questão de minutos o cachorro começou a se mexer estranho, mais rápido e mais fundo; uma sensação de calor envolveu o fundo do meu cu. Algo inchava muito rápido, lá no fundo do meu rabo a cabeça do animal se expandia rapidamente enquanto batia de cheio contra o fundo do meu intestino. Que prazer danado eu senti ao experimentar aquela penetração! Ser penetrado até o fundo por um pau que ameaçava destruir meu cu por dentro era delicioso, eu curtia tanto que desejava que Essa experiência nunca vai acabar. Pra piorar, comecei a sentir a estimulação que aquele glande robusto fazia na minha próstata, era puro prazer, me sentia toda uma mulher sendo fodida furiosamente. Foram os minutos mais lindos da minha vida. Enquanto me penetrava, agora mais devagar, dava pra sentir meu cu bem quentinho por dentro, e, extasiado com o som molhado da penetração, sentia o pau descomunal pulsando forte dentro do meu reto, gozando pra caralho. Tinha um monte de porra dentro de mim. Quase gozei só de imaginar. O cachorro tirou o pauzão da minha bunda com dificuldade, com um som oco, abandonou meu cu dilatado. Na sequência, levei meus dedos ao meu cu pra ver a situação: tava com uma dilatação de uns dez centímetros, meu cu pulsava enquanto fechava devagar e escorria aquele líquido branco quente pelas minhas coxas. Ao sentir o calor da porra, comecei a me masturbar mais rápido, recuperando a ereção e fechando minha bunda mais rápido, tava prestes a explodir. O pau do meu avô também começou a bombar mais forte, ele me puxou ainda mais forte pelo cabelo e começou a foder minha boca enquanto eu revirava os olhos de tão perto do clímax. Gemendo como um macho alfa, gozou na minha boca. Era a primeira vez que provava o gosto de porra... Não é nada gostoso, salgado e meio ácido, começou a escorrer pela minha garganta. Com a excitação do caralho que eu tava, engoli tudo. Tinha um gosto horrível, mas eu queria mais, mais pau, e limpei o pau do meu avô com a língua. Tava uma puta insaciável, e transmitia isso com a expressão do meu rosto enquanto ele dava tapinhas na minha bochecha com o pau dele. Meu avô, com força masculina, me levantou e me jogou em cima da minha cama e, enquanto acariciava a pele branca do meu abdômen, começou a chupar meu pau e me masturbar. Tava mais extasiado do que nunca. Tudo culminou num orgasmo enorme que fez meu corpo inteiro tremer, enquanto eu estimulava meus mamilos. e eu me contorcia de prazer, meu pintinho pequeno e rosado jorrava muito esperma que foi parar quase todo na minha barriga.
Meu corpo feminino ficou ali descansando uns 15 minutos, eu mal conseguia recuperar o fôlego. As pernas tremiam, minha boca tinha gosto de pinto, a bunda ardia e expelia esperma, e os joelhos doíam como nunca. Tudo valeu a pena ao ver o pau mole do meu avô e a cara de satisfação dele deitado ao meu lado. Essa loucura temporária que começou tudo isso foi, sem dúvida, um presente dos deuses, a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. Eu não sabia como ia resolver o resto da minha vida daqui pra frente, mas uma coisa era certa: esse era o começo de um redescobrimento pessoal, e eu amava.
Depois de alguns minutos, nos levantamos e fomos tomar banho, me sentindo toda uma mulher, andei na frente dele rebolando o quadril com um andar bem sensual. Ele me deu um tapa na bunda e disse com uma piscada: — isso fica entre nós.
2 comentários - Relato I: Entre nós
queda demas decir que me encanta, te felicito, y muchas gracias por compartirnos tan espectacular historia