De Golpe Com Minha Irmãzinha 1
Com o Selo de Prazer e Morbo…
Eu Fodi Minha Irmãzinha Pervertida
Tudo começou um dia que voltei pra casa um par de horas antes do previsto. Só minha irmã mais nova estava em casa naquele momento; pensei em ligar pra ela e avisar que tava indo pra casa, mas decidi não fazer isso, porque não queria incomodar ela. Além disso, não queria gastar o saldo do meu celular. Como eu tinha a chave, não toquei a campainha e entrei na minha casa sem fazer muito barulho. Ao entrar, a casa parecia vazia, então supus que minha irmã estava no quarto dela. Minha irmã Ângela, de 18 anos, cabelo preto escuro, olhos castanhos claros, pele branca, 1,73m, medidas 92-60-96, pernas carnudas e uma bunda empinada bem carnuda e redondinha, era uma gostosa. Quase gritei o nome dela pra avisar que tava em casa, mas decidi ir até o quarto dela pra falar cara a cara. Ao entrar no quarto dela, me surpreendi por não encontrá-la e fiquei preocupado que pudesse ter acontecido algo com minha irmãzinha. Tentei me acalmar inutilmente e por um momento pensei que ela tinha sido sequestrada. Minha irmã era uma jovem muito gostosa. De repente, ouvi um gemido leve vindo do meu quarto. Sem dúvida era a voz da minha irmã. Naquele momento, só imaginei duas possibilidades: que um ladrão tinha entrado na casa e se trancado no meu quarto pra estuprar minha irmã; ou que minha irmã tava se masturbando no meu quarto. Queria que fosse a segunda opção, mas não imaginava minha irmãzinha inocente fazendo esse tipo de coisa; além disso, por que ela se masturbaria no meu quarto? Fui até meu quarto, mas ao chegar na porta, parei um momento pra tentar me preparar pro que poderia encontrar. Abri um pouco a porta e não pude acreditar no que vi. Minha irmã mais nova tava totalmente pelada na minha cama, se masturbando, enquanto da boca dela saíam gemidos leves de prazer. O rosto dela refletia perfeitamente o quanto ela tava excitada.
-- Ahhhh, ohhh…. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, hussssffff, Uffff. —Mas os gemidos dela e o jeito que ela esfregava a buceta virgem dela era a prova irrefutável de que ela tava se acabando de prazer.
Por um momento fiquei aliviado que não era o que eu tinha imaginado primeiro, mas ver minha irmã pelada enquanto se masturbava tava começando a me excitar demais. Nunca tinha sentido tesão pela minha irmã antes, reconhecia que ela era muito gostosa, mas sempre tentei não sentir esse tipo de sentimento por ela, mas naquele momento era inevitável. Sem pensar, peguei meu celular e comecei a gravar tudo. Minha irmã tava tão distraída que nem percebeu que eu tinha começado a filmar ela.
—Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa…
Gravei ela por vários minutos e tava planejando continuar filmando por mais um tempão, mas de repente minha irmã começou a falar meu nome.
No começo pensei que ela tinha percebido que eu tava espiando, mas depois entendi que não era por isso.
—Mmm Mmmmnn…. Haaaa… Luuuu, Lucas, siiiim haa que gostoso! Siiim! Me dá mais! Mais! Mais! ha, ha, ha, Sim, mete em mim! Lucas!!! Sim! Mais! Quero tudo!… ha, ha, ha, que gostoso haaaaaaaaaa, ahhhhhhhhh Continua Ahhhhhh ahhhhhhhhh. —Ela gritava meu nome entre gemidos enquanto enfiava os dedos na buceta dela.
Aí eu entendi por que ela tinha escolhido meu quarto, e mais especificamente minha cama. Pra se masturbar. Então decidi entrar de vez no quarto sem parar de filmar minha irmãzinha. Ela se assustou ao me ver e gritou meu nome de novo, mas dessa vez de um jeito diferente.
—Lucas!!!
Minha irmã tava morrendo de vergonha, mas quando viu que eu tava gravando ela, ficou furiosa e exigiu que eu parasse de filmar. Eu falei que vi tudo e que tinha descoberto o que ela sentia por mim, ela negou, mas eu sabia muito bem o tipo de sentimentos que ela sentia por mim. Ela se levantou da cama, tentou pegar a roupa e sair do quarto, mas eu a segurei, agarrei pelo braço pra ela não ir embora e beijei ela à força, ela tentou resistir, tava completamente nua e ainda assim tentou fazer força. Eu tenho 1,85, jogo basquete e beisebol, então tenho um corpo legal, sou de ombros largos, músculos definidos, nada exagerado, branco, olhos castanhos claros, tenho 23 anos. Quando nossos lábios se separaram, ela começou a falar que isso tava errado, que eu esquecesse o que tinha visto e que a gente seguisse com nossas vidas.
--Vamos parar por aqui, isso, isso, isso tá errado, tá errado, sim, tá errado…
Mesmo estando completamente nua, as palavras dela faziam ela parecer muito conservadora e ela parecia muito decidida a não ter uma relação incestuosa comigo, apesar dos sentimentos que ela sentia por mim, mas quando eu falei que amava ela e ela ficou em silêncio. Eu roubei outro beijo e dessa vez ela não resistiu, até deixou eu tocar nos peitos dela e na buceta enquanto a gente se beijava com paixão. Sem falar nada, ela se deitou de novo na minha cama enquanto eu tirava a roupa. Ela tinha um sorriso lindo no rosto e parecia muito ansiosa pra perder a virgindade com o irmão mais velho. Eu também tava muito ansioso, mas de repente meu celular tocou, era uma ligação da minha namorada. Atendi a ligação mesmo estando pelado e com minha irmã também pelada do meu lado.
--Oi. -Falei.
--Oi, papi, sabe... tô sozinha.
--Sim. -Falei.
--Se quiser vir pra... bom, papi... bom, você sabe. -Isso realmente não podia estar acontecendo comigo hoje.
Minha namorada queria que eu fosse na casa dela pra gente transar, mas eu falei que ia ficar em casa cuidando da minha irmãzinha.
--Ah, não posso, love, tenho que vigiar minha irmãzinha, é que ela precisa de mim.
Ela tentou me convencer a ir pra casa dela enquanto falava as coisas que faria comigo se eu fosse pra lá, mas ela não sabia que enquanto a gente conversava minha irmã mais nova tava me chupando a pica, de 22 centímetros de comprimento e 16 de circunferência, e eu só conseguia imaginar minha irmã fazendo todas aquelas coisas que ela dizia que ia me fazer. Quando terminei de falar com minha namorada, minha irmã se deitou de barriga pra cima na minha cama com as pernas abertas; eu me ajeitei pra poder ver a buceta dela bem de pertinho. Minha irmã cobria o rosto de vergonha enquanto eu tocava a buceta dela e, quando comecei a chupar a buceta virgem dela, ela gemeu de prazer de novo.
— Haaa, haaaa, haaaaaa, Mmmmmmnnn. — Aproveitei a buceta dela com minhas mãos e minha boca até que minha pica não aguentou mais. — Ahhhh, ohhh. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa…
Me preparei pra foder ela, então me posicionei e comecei a esfregar minha pica na buceta molhada e virgem dela. Antes de eu meter, ela disse que tava nervosa porque era a primeira vez dela, eu já sabia que era a primeira vez e era de se esperar que ela estivesse nervosa.
— Não se preocupa, Ângela, você vai gostar, já já vê, eu cuido disso. — Falei pra acalmar ela. — E do nada, sem aviso, minha pica entrou dentro dela.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, você tá dentro de mim!…
— Isso mesmo, irmãzinha, você me tem dentro. — Falei rindo.
Já tinha fodido minha namorada antes e outras minas também, mas porra, foder minha irmã era diferente, era muito mais excitante e gostoso.
— Haaaa, haaaa, Nãoooo, para, haaaaaaaaa.
— Por que, angelita?! — Perguntei sem parar de me mexer.
Minha irmã gritou e, enquanto eu fodava ela, ela repetia que tava doendo e pediu pra eu parar.
— Haaaaaaa… Não, por favor, Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, para, irmãozinho, haaaaaaa… me solta, haaaaaaa… te imploro, haaaaaa, haaa… você tá me machucando. — Eu não conseguia parar, foder ela era bom demais. — Ahhhh, ohhh. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaay…
Ela tentou se soltar, mas eu segurei os braços dela e meti com muito mais força e intensidade. Com o passar dos minutos, os gritos dela viraram gemidos e minha irmã começou a implorar pra eu não parar.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaay, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
— Huuuy, putinha, você gozou pra caralho, precisava mesmo de um macho. — Falei sem acreditar que minha irmãzinha tinha gozado tão rápido.
Depois de uma tarde de sexo incrível, minha irmã e eu terminamos deitados de barriga pra cima na minha cama, um do lado do outro. Eu estava inclinado na direção dela, tocando a buceta e os peitos dela, enquanto ela me olhava com um olhar angelical e um sorriso radiante.
Continua…
Com o Selo de Prazer e Morbo…
Eu Fodi Minha Irmãzinha Pervertida
Tudo começou um dia que voltei pra casa um par de horas antes do previsto. Só minha irmã mais nova estava em casa naquele momento; pensei em ligar pra ela e avisar que tava indo pra casa, mas decidi não fazer isso, porque não queria incomodar ela. Além disso, não queria gastar o saldo do meu celular. Como eu tinha a chave, não toquei a campainha e entrei na minha casa sem fazer muito barulho. Ao entrar, a casa parecia vazia, então supus que minha irmã estava no quarto dela. Minha irmã Ângela, de 18 anos, cabelo preto escuro, olhos castanhos claros, pele branca, 1,73m, medidas 92-60-96, pernas carnudas e uma bunda empinada bem carnuda e redondinha, era uma gostosa. Quase gritei o nome dela pra avisar que tava em casa, mas decidi ir até o quarto dela pra falar cara a cara. Ao entrar no quarto dela, me surpreendi por não encontrá-la e fiquei preocupado que pudesse ter acontecido algo com minha irmãzinha. Tentei me acalmar inutilmente e por um momento pensei que ela tinha sido sequestrada. Minha irmã era uma jovem muito gostosa. De repente, ouvi um gemido leve vindo do meu quarto. Sem dúvida era a voz da minha irmã. Naquele momento, só imaginei duas possibilidades: que um ladrão tinha entrado na casa e se trancado no meu quarto pra estuprar minha irmã; ou que minha irmã tava se masturbando no meu quarto. Queria que fosse a segunda opção, mas não imaginava minha irmãzinha inocente fazendo esse tipo de coisa; além disso, por que ela se masturbaria no meu quarto? Fui até meu quarto, mas ao chegar na porta, parei um momento pra tentar me preparar pro que poderia encontrar. Abri um pouco a porta e não pude acreditar no que vi. Minha irmã mais nova tava totalmente pelada na minha cama, se masturbando, enquanto da boca dela saíam gemidos leves de prazer. O rosto dela refletia perfeitamente o quanto ela tava excitada.
-- Ahhhh, ohhh…. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, hussssffff, Uffff. —Mas os gemidos dela e o jeito que ela esfregava a buceta virgem dela era a prova irrefutável de que ela tava se acabando de prazer.
Por um momento fiquei aliviado que não era o que eu tinha imaginado primeiro, mas ver minha irmã pelada enquanto se masturbava tava começando a me excitar demais. Nunca tinha sentido tesão pela minha irmã antes, reconhecia que ela era muito gostosa, mas sempre tentei não sentir esse tipo de sentimento por ela, mas naquele momento era inevitável. Sem pensar, peguei meu celular e comecei a gravar tudo. Minha irmã tava tão distraída que nem percebeu que eu tinha começado a filmar ela.
—Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa…
Gravei ela por vários minutos e tava planejando continuar filmando por mais um tempão, mas de repente minha irmã começou a falar meu nome.
No começo pensei que ela tinha percebido que eu tava espiando, mas depois entendi que não era por isso.
—Mmm Mmmmnn…. Haaaa… Luuuu, Lucas, siiiim haa que gostoso! Siiim! Me dá mais! Mais! Mais! ha, ha, ha, Sim, mete em mim! Lucas!!! Sim! Mais! Quero tudo!… ha, ha, ha, que gostoso haaaaaaaaaa, ahhhhhhhhh Continua Ahhhhhh ahhhhhhhhh. —Ela gritava meu nome entre gemidos enquanto enfiava os dedos na buceta dela.
Aí eu entendi por que ela tinha escolhido meu quarto, e mais especificamente minha cama. Pra se masturbar. Então decidi entrar de vez no quarto sem parar de filmar minha irmãzinha. Ela se assustou ao me ver e gritou meu nome de novo, mas dessa vez de um jeito diferente.
—Lucas!!!
Minha irmã tava morrendo de vergonha, mas quando viu que eu tava gravando ela, ficou furiosa e exigiu que eu parasse de filmar. Eu falei que vi tudo e que tinha descoberto o que ela sentia por mim, ela negou, mas eu sabia muito bem o tipo de sentimentos que ela sentia por mim. Ela se levantou da cama, tentou pegar a roupa e sair do quarto, mas eu a segurei, agarrei pelo braço pra ela não ir embora e beijei ela à força, ela tentou resistir, tava completamente nua e ainda assim tentou fazer força. Eu tenho 1,85, jogo basquete e beisebol, então tenho um corpo legal, sou de ombros largos, músculos definidos, nada exagerado, branco, olhos castanhos claros, tenho 23 anos. Quando nossos lábios se separaram, ela começou a falar que isso tava errado, que eu esquecesse o que tinha visto e que a gente seguisse com nossas vidas.
--Vamos parar por aqui, isso, isso, isso tá errado, tá errado, sim, tá errado…
Mesmo estando completamente nua, as palavras dela faziam ela parecer muito conservadora e ela parecia muito decidida a não ter uma relação incestuosa comigo, apesar dos sentimentos que ela sentia por mim, mas quando eu falei que amava ela e ela ficou em silêncio. Eu roubei outro beijo e dessa vez ela não resistiu, até deixou eu tocar nos peitos dela e na buceta enquanto a gente se beijava com paixão. Sem falar nada, ela se deitou de novo na minha cama enquanto eu tirava a roupa. Ela tinha um sorriso lindo no rosto e parecia muito ansiosa pra perder a virgindade com o irmão mais velho. Eu também tava muito ansioso, mas de repente meu celular tocou, era uma ligação da minha namorada. Atendi a ligação mesmo estando pelado e com minha irmã também pelada do meu lado.
--Oi. -Falei.
--Oi, papi, sabe... tô sozinha.
--Sim. -Falei.
--Se quiser vir pra... bom, papi... bom, você sabe. -Isso realmente não podia estar acontecendo comigo hoje.
Minha namorada queria que eu fosse na casa dela pra gente transar, mas eu falei que ia ficar em casa cuidando da minha irmãzinha.
--Ah, não posso, love, tenho que vigiar minha irmãzinha, é que ela precisa de mim.
Ela tentou me convencer a ir pra casa dela enquanto falava as coisas que faria comigo se eu fosse pra lá, mas ela não sabia que enquanto a gente conversava minha irmã mais nova tava me chupando a pica, de 22 centímetros de comprimento e 16 de circunferência, e eu só conseguia imaginar minha irmã fazendo todas aquelas coisas que ela dizia que ia me fazer. Quando terminei de falar com minha namorada, minha irmã se deitou de barriga pra cima na minha cama com as pernas abertas; eu me ajeitei pra poder ver a buceta dela bem de pertinho. Minha irmã cobria o rosto de vergonha enquanto eu tocava a buceta dela e, quando comecei a chupar a buceta virgem dela, ela gemeu de prazer de novo.
— Haaa, haaaa, haaaaaa, Mmmmmmnnn. — Aproveitei a buceta dela com minhas mãos e minha boca até que minha pica não aguentou mais. — Ahhhh, ohhh. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa…
Me preparei pra foder ela, então me posicionei e comecei a esfregar minha pica na buceta molhada e virgem dela. Antes de eu meter, ela disse que tava nervosa porque era a primeira vez dela, eu já sabia que era a primeira vez e era de se esperar que ela estivesse nervosa.
— Não se preocupa, Ângela, você vai gostar, já já vê, eu cuido disso. — Falei pra acalmar ela. — E do nada, sem aviso, minha pica entrou dentro dela.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, você tá dentro de mim!…
— Isso mesmo, irmãzinha, você me tem dentro. — Falei rindo.
Já tinha fodido minha namorada antes e outras minas também, mas porra, foder minha irmã era diferente, era muito mais excitante e gostoso.
— Haaaa, haaaa, Nãoooo, para, haaaaaaaaa.
— Por que, angelita?! — Perguntei sem parar de me mexer.
Minha irmã gritou e, enquanto eu fodava ela, ela repetia que tava doendo e pediu pra eu parar.
— Haaaaaaa… Não, por favor, Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, para, irmãozinho, haaaaaaa… me solta, haaaaaaa… te imploro, haaaaaa, haaa… você tá me machucando. — Eu não conseguia parar, foder ela era bom demais. — Ahhhh, ohhh. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaay…
Ela tentou se soltar, mas eu segurei os braços dela e meti com muito mais força e intensidade. Com o passar dos minutos, os gritos dela viraram gemidos e minha irmã começou a implorar pra eu não parar.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaay, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
— Huuuy, putinha, você gozou pra caralho, precisava mesmo de um macho. — Falei sem acreditar que minha irmãzinha tinha gozado tão rápido.
Depois de uma tarde de sexo incrível, minha irmã e eu terminamos deitados de barriga pra cima na minha cama, um do lado do outro. Eu estava inclinado na direção dela, tocando a buceta e os peitos dela, enquanto ela me olhava com um olhar angelical e um sorriso radiante.
Continua…
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