A Doce Vingança

A Doce Vingança
Com o Selo de Prazer e Perversidade...
Me chamo Emmanuel, e essa é uma história que começou um tempo atrás. Para que você entenda minha situação e meus sentimentos, preciso fazer uma breve introdução sobre minha vida e minha família. Meu pai era um homem bom, daqueles que só sabiam trabalhar duro, um bom homem, um bom pai e, no tempo em que teve esposa, um bom marido. Mas a vida o atingiu. Renato Fancuchi, um velho italiano desgraciado e filho da puta, usou o trabalho do meu pai e depois o chutou sem nada. Isso nos levou a fazer várias mudanças em nossa vida. Tanto eu quanto minha irmã mais nova tivemos que trabalhar. Eu larguei os estudos; minha irmã conseguiu fazer as duas coisas, com a ajuda do meu pai e minha. As coisas estavam difíceis, mas sempre há um caminho para se vingar — não para fazer justiça, mas para me vingar. E esse caminho eu teria uma noite.

Sou mecânico, estudo mecânica e, bom, consigo consertar qualquer coisa que seja mecânica ou que se ligue na tomada. Meu pai teve a brilhante ideia de abrir uma oficina. Com isso, a gente se virou, mas tínhamos que nos esforçar. Trabalhar na oficina do meu pai me afastava das diversões que um cara como eu queria curtir, e eu tinha tempo — muito tempo, na verdade — sem estar com uma mulher. É um trabalho meio complicado e malvisto, mas ainda não me formei, e isso me ajuda muito a ganhar o dinheiro que precisávamos para as dívidas que contraímos, graças ao desgraçado do italiano. Meu pai trabalha durante toda a manhã, enquanto eu labuto à noite. Nossa oficina fica aberta 24 horas, o que faz a gente ganhar mais dinheiro, mas, por outro lado, me faz virar a noite atrás da noite. Tenho 21 anos, meço 1,88m e não tenho do que reclamar do meu físico — me mantenho muito bem, pois com o que ganho posso pagar uma boa academia e me manter em forma. Quanto à minha vida sexual, há muito o que falar. Não tenho namorada, mas tenho uma vida sexual bem ativa — ou melhor, tinha, triste realidade. Não sou de me gabar ou... ficar falando do tamanho do meu pau, mas essa é uma ocasião especial. Tô muito orgulhoso do meu tamanho, vem de família, tenho primos que também têm grandes, e pelo que sei meu pai e os irmãos dele também. Ele mede uns 27 cm de comprimento e 7 de grossura, dependendo do quanto tô excitado, e não vou mentir, as mulheres adoram esse tamanho, e sempre reconhecem depois do sexo, o que obviamente alimenta meu ego. Por outro lado, sou muito punheteiro, adoro pornô. Sou muito mulherengo, então as namoradas não duram muito, mas hoje em dia tento ser sincero com elas, muitas aceitam, outras não.

Nos meus momentos livres no trabalho, não hesito em bater uma boa punheta, é a única coisa que faço, não tenho televisão e o rádio não pega as melhores estações. Pra me acalmar, sempre vejo vídeos pornô de todo tipo no celular.

Sexta à noite, eu tava bolado principalmente porque o fim de semana tava começando e eu tinha que ficar trabalhando na oficina, já que meu pai queria sair com os amigos. Bom, um dia de relaxamento pro meu velho não faria mal. O dia foi muito cansativo, cheio de trabalho duro sem parar um minuto, fiquei a tarde toda lá perdendo minhas preciosas horas de sexta. A única coisa que me acompanhava era uma televisão velhíssima que consegui barato, onde só dava pra ver programas transmitidos pelas TVs estatais. Quando já tava quase dormindo, apareceu um cliente. Imediatamente me levantei e me recompus. Quando saí, não conseguia acreditar, era impossível esquecer aquele rosto. Era ela, a gatinha com quem tanto tinha sonhado, com quem tanto tinha fantasiado e, principalmente, por quem mais tinha gozado. A mulher do homem que mais odiava, minha Doce Vingança, mulher do Renato Fancuchi, a Senhora Jéssica de Fancuchi. Era loira de olhos azuis e pele bronzeada, aquela maldita mulher, aquela sexy girl.

— Sim, o que deseja? — falei sem acreditar.

— Minha caminhonete parece... ter um defeito e fiquei sem bateria no celular.
— Não tem problema, senhorita, já vou ver isso imediatamente. — eu disse. — Se tiver o carregador, há tomadas em todas as paredes, pode conectar em uma delas.
— Muito obrigada, te espero aqui, posso me sentar?
— Sim, sim, sente-se, sem problema nenhum.

Mais rápido do que dizer, pus-me a trabalhar, dirigi-me ao carro e comecei a ver qual era o problema, e depois a resolvê-lo. Era uma bobagem, mas ter aquela mulher perto de mim me dava vontade de me vingar.
— Mas como? — perguntava a mim mesmo.

Isso me distraía. Ela parecia muito melhor agora, ou talvez fossem os anos que tinha sem vê-la. Estava muito mais linda de rosto e suas curvas eram muito maiores. Tinha uma bunda que, sem dúvidas, era a melhor que já vi em carne e osso, uma coisa monumental, algo que não conseguia parar de olhar. E já podem imaginar como eu estava. Ela media 1,75m, e suas medidas eram 99-61-112. Super operada. Minha pica era um monstro engaiolado, uma besta faminta pela bunda linda da senhora Jesica de Fancuchi. E com uma vontade terrível de inundar de porra toda aquela carinha de puta. Minha pica já é bem grande por si só, mas era uma situação tão quente, que a sentia como se fosse o dobro do tamanho, e também o dobro de grossa. Sem dúvidas, uma pica enorme com vontade de ser chupada, e de arrombar a boquinha da senhora do desgraçado do Senhor Fancuchi. O fato de que há alguns minutos atrás eu estava desejando o pior para aquela família, e agora ter um membro dela tão perto, bem na minha frente, era algo que me consumia e me excitava de uma forma descomunal, das duas formas. Enquanto fazia meu trabalho, não conseguia evitar, de vez em quando, o fato de me virar para olhá-la. Era a gostosinha mais linda que já tinha visto. Além disso, estava com uma roupa tão curta, que fazia todas as suas curvas brilharem mais e permitia apreciar muito melhor seu corpo perfeito de prostituta com vontade de esquentar. porra. Ela estava vestida com uma camiseta branca lisa, daquelas soltinhas, e com um shortinho preto que marcava suas pernas esbeltas e malhadas e como o seu bumbum espetacular devorador de qualquer tipo de calcinha. Por ser a camisa branca, dava pra notar fácil a cor do sutiã, era um sutiã preto, ou azul escuro, não sei ao certo, seja como for, isso me matava, um que destacava com clareza aquelas maravilhosas tetas de puta que acompanhavam aquele corpo. Talvez ela tenha percebido o que eu estava fazendo, talvez soubesse perfeitamente que eu estava olhando, pois meu olhar pervertido e notavelmente sexual era constante, quase babava, observava aquela mulher linda, como um lobo com vontade de comer, um lobo com muita fome. Além disso, tinha porra nos meus ovos acumulada há muito tempo, e tinha vontade de deixar ela sair toda, de explodir com toda minha porra a carinha de puta da Jesica, a senhora do Senhor Fancuchi. Nunca pensei em chegar a tal ponto, no entanto, meu apetite sexual era enorme, nunca tinha tido tanta vontade de foder na minha vida, era uma coisa que realmente não dava pra controlar, um instinto assassino, uma vontade terrível de matar de porrada a puta que eu tinha ao lado. Era algo muito mais forte que a minha vontade, e uma ideia passou pela minha cabeça, eu não ia sair da oficina sem ter tido sexo selvagem com a Jesica Fancuchi naquela noite. Essa foi a decisão que tomei, pois meu tesão, e a porra acumulada, mais o tamanho da minha pica ereta não me deixavam pensar de outra forma, tentei evitar esse pensamento, mas não consegui, eu ia comer ela custe o que custasse e sim, não me importava com nada. Sem deixar de olhar pra ela, do mesmo jeito que eu estava olhando. Com a maior força que pude me concentrei no meu trabalho e com bastante rapidez consegui terminá-lo, isso me custou muito pois, o tesão não me deixava pensar e de fato cometi vários erros em um trabalho tão simples como era o que eu tinha. Terminei, e me aproximei da Senhora Fancuchi, eu disse que já tinha terminado, e ela respondeu:
— Aaay, que ótimo! Quanto seria no total? — Enquanto me olhava nos olhos com aquela carinha que me deixava louco, eu, por minha vez, segurava os nervos que tinha e respondi.
— Seriam 200.
— Ótimo, agora vou buscar. — Disse a putinha sem mais delongas. Aquele trabalho valia no máximo 50, mas pra eles o dinheiro sobrava, e ela era uma mulher burra.

Caminhando, com seu corpo lindo, ela se dirigiu ao carro e abriu a porta. Eu a observava, ciente de que aquela era a última vez que poderia vê-la bem na minha frente. No entanto, quando ela abriu a porta, teve que se abaixar para pegar a carteira. Ao fazer isso, pude notar a magnitude da sua bunda — o tamanho e a perfeição dela. Além disso, ela arqueou as costas, parecendo uma gatinha no cio, querendo provocar. O shortinho preto que ela usava fez com que eu não resistisse mais — era algo que me atingiu em cheio, instinto assassino, sério, não aguentei.

Me aproximei com certa velocidade até onde estava aquele rabo perfeito. Tinha medo, receoso do que faria, mas ao mesmo tempo decidido a me vingar da maldita da esposa dela com ela mesma. Respirei fundo, peguei coragem e, com uma força incrível, dei uma palmada na bunda que ela nunca vai esquecer na vida.

— Aaaay, o que você está fazendo?!
— O que você acha, putinha! — Disse, tentando me firmar insultando-a.
— Me solta, seu maldito! — ela falou.
— Aaaaah, vem aqui, putinha, não vem fazer de difícil agora. — Imediatamente depois que a bati com toda minha força, repeti as palmadas uma atrás da outra. Ela começou a gemer, se mexendo tentando se libertar das minhas mãos, tentando entrar no carro, mas nada disso adiantava.

— Seu degenerado, me solta!
— Aaaay, vem aqui, putinha! Eu vou te dar o que você quer. — "E o que eu quero", pensei.

Antes que ela conseguisse entrar no carro, agarrei seu braço e com força a puxei para fora, colocando-a na minha frente. cara, a cara, e a empurrei de um jeito que nossos corpos ficaram colados, assim mesmo, com uma mão agarrei seus dois braços enquanto com a outra aproveitei para apalpar com certa violência todo seu corpo, não só sua bunda, que cabe esclarecer era a mais linda que já conheci, dura como uma pedra, mas também seus lindíssimos peitinhos, que me fizeram apaixonar assim que os toquei pela primeira vez, ela se limitava a gritar com todas as forças e por sua vez me empurrar com as mãos, mas nenhuma das duas coisas deu resultado
—Me soltaaaa! —Ela me gritava, dava pra notar seu nervosismo crescer, e à medida que seus nervos cresciam os meus desapareciam. —Me solta, filho da puta!
—Cala a boca, puta arrombada! Você sabe perfeitamente que é isso que você quer!
—Chega, chega, por favor chega. —Ela caiu chorando, isso me parou por uns segundos, só uns segundos, afinal ela não tinha culpa de que seu marido fosse um bastardo.
—Vem, me dá um beijo. —Dessa vez a abracei com força.
Fiz ela girar para tê-la na minha frente, tremia nas minhas mãos, isso era bom, pra mim, só pra mim, olhei aqueles olhos doces, ela estava com medo, isso me dava mais segurança no que fazia, mas eu só conseguia pensar no que ia fazer com ela.
Soltei suas mãos, ela tentou se soltar mas não conseguiu, já que eu era bem mais forte que ela, e a tinha bem colada em mim, com minhas duas mãos a apalpei, e abracei sua bunda linda, que aproveitei apertando, beliscando, dando palmadas, mas não com tanta força, agarrei bem forte, dei palmadas e apertei.
—Plaszzzzz, Plaszzzzz, Plaszzzzzz…
Puxei com força com a intenção de chocar mais nossos corpos, enquanto fazia tudo isso, beijava sua boca, ela não deixava, mas eu beijava mesmo assim, à força, apesar de que com meus beijos conseguia abafar em grande parte os gritos dela, era praticamente impossível aparecer um estraga-prazeres, era tarde e o lugar era tranquilo, quase solitário, não eram suficientes seus movimentos para se soltar de mim, e esses continuavam a ser ouvidos mais ou menos alto, me afastei de seus lábios, olhei para ela e tirei uma das minhas mãos da sua bunda, com essa agarrei suas bochechas, com o objetivo de tapar sua boca, agarrei com muita força, e consegui abafar bastante seus gritos.
—Cala a boca senão vão nos perturbar! —falei quase rindo. Ela abria os olhos como pratos.
Sem tirar minha mão do rosto dela nem a outra da sua bunda, comecei a beijar com tesão e sem parar seu pescoço, fazia isso com desespero, como se o mundo estivesse acabando. Aí me comportei como todo iniciante, e bom, era a primeira vez que fazia aquilo, nunca tinha estado numa situação assim, e me digam quem já tinha estado antes… muito poucos, imagino. Beijei cada centímetro do seu pescoço, não havia lugar nele que ficasse sem minha saliva, ouviam-se alguns gritos de socorro, que cada vez iam ficando menos sonoros, e um choro que começou a ficar intenso nela, mas não parei, continuei, seguia apertando suas bochechas com força e massageando sua bunda, durinha e perfeita, era a definição do seu cu, e ainda por cima com um short preto bem colado, facilitava meu instinto sexual assassino contra ela. Seguia beijando seu pescoço, ela por sua vez seguia se mexendo como uma doninha, mas sem eficácia, comecei sem parar nenhum dos meus movimentos manuais a descer, até que meus lábios chegaram até seus peitos, eram algo maravilhoso, eram do tipo que eu gostava, perfeitos, durinhos, ainda tinha que resolver o problema da roupa mas tudo no seu tempo, embora meu pau estivesse pedindo para ser liberado, sem tirar nem a camiseta nem o sutiã comecei a beijá-los, pelo menos a parte que estava descoberta, beijei com tudo, com muita devoção e sem piedade, enquanto me deixava excitar pelo toque que estava tendo com a bunda de Jesica, a Senhora Jesica de Fancuchi, da maldita Fancuchi; Jesica Fancuchi, e ao mesmo tempo pelo som das preces dela, que pareciam afetadas pela posição das minhas mãos em seu rosto --Por favor! Pare eu... eu não vou contar nada... só me deixe... me deixe ir, leve todo o dinheiro que quiser. -Ela implorava. --Não me faça nada. -Era exatamente o que eu queria que ela me suplicasse. --Cala a boca, você vai ver que depois disso todo o seu mundo vai mudar, assim como o meu, Senhora Jesica Fancuchi. -Disse apertando os dentes. --Prometo que você vai gostar, porque isso é certo, você vai gostar, mas vamos deixar uma coisa clara. -Falei com firmeza. Eu vou gostar mais... você vai voltar toda semana pedindo mais... você vai ver. --Não, não, não, por favor para, não faça isso! --Cala a boca, puta, você vai se apaixonar por pica... todas fazem isso e acabam pedindo mais. Meti minha mão por dentro do short e foi aí que liberei meu instinto, a única coisa que ia acontecer era que eu ia comer ela, só isso, foder ela como ninguém nunca tinha feito na vida dela. Era a glória, era tudo que um homem quer, uma bunda tão dura quanto macia, uma coisa única, como tocar o paraíso, as melhores nádegas que já tinha tocado na minha vida, sem celulite nem defeito nenhum, totalmente perfeita, só com muito exercício, boa dieta e cirurgia, e tudo aquilo era pra mim naquele momento. Acompanhei com um beijo apaixonado que dei como se ela fosse uma namorada, algo que saiu da alma e com toda a tesão que eu tinha. Depois disso, agarrei ela com força pelo cabelo, afastei dos meus lábios, e falei com força. --Agora você vai ver o que é um homem de verdade!!! Não como aquele filho da puta do seu marido! Agora você vai experimentar uma rola de verdade! Nada de besteira! -Ela ficou quieta, dei um tapinha no rosto dela e depois disso com violência falei. --Ajoelha!, agora mesmo. Coloquei ela no chão num instante e ela se ajoelhou, a carinha de puta dela ficou bem na frente do meu volume, que pra essa hora já estava quase estourando, continuei segurando ela pelo cabelo. --Haaaaaa. -Ela reclamou... Mas pra minha surpresa ela não estava mais chorando, só tentando se soltar às vezes, tentativas que infelizmente para aquilo tudo terminava em nada, mas ela não chorava. Segurando-a com força e balançando sua cabeça um pouco, eu disse:
— Agora, putinha, você vai conhecer o que é uma rola de verdade!

— Por favor, me solta, eu não vou contar nada. — Ela me disse, me olhando. Nos olhos dela eu via o medo, mas ela já estava submissa, e eu não ia perder essa chance.

— Shhh, não, não. Você vai ficar aqui, e eu vou te dar a foda da sua vida.

Ela ficou em silêncio, parecia estar em choque, mas na verdade quem estava surpreso era eu. Ela não disse mais nada nem reclamou de nada depois que eu falei aquilo.

— Agora você vai conhecer seu verdadeiro dono, o dono que todas as vadias como você querem.

Abaixei minha calça, ficando só de cueca — uma cueca preta, igual ao short dela, bem justa, que marcava bastante minha rola. Já estava doendo, e senti um alívio enorme, porque assim meu pau ficava mais confortável e não estava mais apertado. Um volume mais do que considerável aparecia na minha cueca de trabalho. Era algo que até pra mim, que vivo com ele, foi surpreendente — estava o dobro do tamanho e da grossura do normal. A Senhora Jesica de Fancuchi, ao ver aquele volume, não conseguiu evitar a expressão que fez: uma cara horrorizada com o que tinha visto, assustada, com os olhos arregalados. Dava pra ver claramente que ela estava impressionada com o tamanho enorme do meu cacete. Eu não parava de segurá-la, e quando vi a cara de putinha assustada dela, fiquei ainda mais excitado.

— O que foi, putinha? Assustou?! — Ela não respondeu nada. — Não se preocupa, você já vai ver.

Ela soltou um som como um gemido, como se estivesse com medo do que estava por vir.

— Calma, putinha, você já vai ver que vai acabar me pedindo mais. — Eu ri na cara dela. Ela tentou se soltar, mas eu puxei seu cabelo para acalmá-la, e ela reclamou.

— Haaaa… haaa.

— Calma. — Eu disse. — Você vai acabar vindo atrás de mim pra eu te comer.

— Não, por favor. — Ela falou baixinho. Estava perdida e sabia. Só estava se esforçando pra me fazer acreditar que não queria. Mas eu já tinha sentido a bunda dela com meu toque e sua buceta… tudo isso estava molhado, ela… tinha excitado tudo, e era isso que eu mais gostava.
—Agora você vai ver, gosta de putinha barata? Mas essa aqui você vai adorar! —Não me respondeu, logo em seguida dei um tapa de leve nela e disse.
—Fiz uma pergunta, vadia, gosta de pica ou não?
—Sim. —Disse baixinho.
—Sim o quê?
—Sim, eu gosto de pica. —Disse chorando.
—Muito bem, não chora ainda não. —Falei. —Viu, você é tão puta quanto eu pensava, como você gosta das picas, grandes ou pequenas? —outro tapa
—Gosto das grandes. —O rosto dela ficou vermelho, eu ri.
—Muito bem, puta, assim que eu gosto, aqui tem uma enorme, parece que você já percebeu, agora abaixa minha cueca e começa a chupar. —Com os olhos tristes fixos em mim, ela levou as mãos até meu boxer, e eu a parei. —O que você tá fazendo, vadia?… abaixa com a boca. —Jéssica concordou com a cabeça, estava totalmente submissa nas minhas mãos, afastou as mãos do meu boxer e aproximou a boca, com o olhar baixo mordeu o elástico e bem devagar foi puxando até que meu pau todo ficou exposto, estava duro e bateu de repente no rosto dela quando saiu.
—Aaaai siim, muito bem, puta, se comporta direitinho que eu te dou um presente. —Disse. Ela não me respondeu.
Pelo amor de Deus, que conforto, e ao mesmo tempo, Jéssica ficou impactada com o tamanho daquilo, prendeu o olhar no meu pau que estava duro como pedra, a cara que ela fez não tinha preço, estava totalmente surpresa. Até eu tava admirado, sem dúvidas era uma rola capaz de fazer qualquer mulher do mundo ficar com vontade. Era impressionante, era muito grande, sem exagero uns 21 centímetros de comprimento e 6 ou 7 de largura, com uma cabeça gigantesca e duríssima, um pau moreno, com as veias bem marcadas como de um macho de verdade e pelos pubianos de sobra, uma pica destrutiva e moreninha. A cara da Jéssica era o que mais me deixava excitado, vê-la assim na frente dessa rola monstruosa me encheu de vontade de destruir ela. Levei minha mão direita até meu pau, e comecei a me masturbar bem lentamente, enquanto observava o rosto de Jesica, não parava de segurar seu cabelo.
—E aí, putinha, gostou da minha rola? —Ela ficou calada novamente, com o olhar perdido. —Não adianta disfarçar, dá pra ver que você adora meu pauzão. —Disse isso sem parar de me masturbar. —Dá um beijo. —Encostei meu pau no rosto dela e ela me olhou incrédula. —Falei pra dar um beijo. —Repeti.

Repeti com firmeza e lentamente, puxei seu cabelo um pouco mais, só uma puxada suave. O suficiente para ela entender. Ela se aproximou mais ou menos da ponta do meu pau e, quando estava prestes a fazer, afastei a boca, sacudi um pouco a cabeça dela e disse:
—Eu falei pra dar um beijo!

Jesica se aproximou do meu pau e, de olhos fechados, deu uma beijadinha na ponta da cabeça, o que estimulou a sensibilidade e me deixou ainda mais excitado do que já estava.
—Aaaah, puta, que beijo gostoso, parece coisa dos deuses. Você é boa, mas preciso de mais… gosta de pau, né? —Ela nem me olhou, baixou os olhos para o chão. —Agora quero que dê um beijo mais caprichado. Beija ele todinho, toda a cabeça do senhor, como eu gosto, sua puta barata.

Assim, automaticamente e com o olhar fixo no meu ventre, ela enfiou meu glande duríssimo e enorme inteiro na boca, uma boca quente que acendeu em mim um fogo sexual incrível. Ela tinha uma boca mágica, única, meu pau não aguentava mais. Tinha meu glande enfiado na boca da puta da Senhora Jesica de Fancuchi, Jesica, minha puta, e era a coisa mais gostosa que tinha acontecido na minha vida, além de que, de cima, eu podia me deleitar vendo como aquela supermulher tinha a cabeça do meu pau enfiada na boca e saboreando ela.
—Aaaaaah, siiim, assim, puta arrombada, assim que eu gosto, chupa toda a cabeça do meu pau, isso, ela é cabeçuda, né? Haaaaaaaaaaa, assim como você sabe, chupa mais, enfia ela toda na boca, puta… Haaaaaaaa… continua chupando, puta, usa a linguinha.

Da mesma forma, com meu enorme glande enfiado em sua boca quente e experiente, ela começou a mover sua linguinha em Volto à cabeça do meu pau, passo toda aquela língua deliciosa da Foxy por cada centímetro da minha cabeça, deixando-a totalmente coberta de saliva, limpa e brilhante. Dava pra ver que ela tinha fascinação por pau, como já tinha dito, e dava pra ver que ela gostava muito e que não era o primeiro pau que chupava, tinha experiência e desejo, o que era bom. Ela chupava de um jeito espetacular, e isso que ela só estava começando. A sensibilidade da minha glande foi totalmente saciada pela língua gulosa da Jessica, e meu apetite sexual, assim como meus gemidos, não parava de crescer.

--Aaaaaah, aay, isso, sua putinha do caralho, como você gosta de pau, né? Haaaa, ha, haaa, haaa, haaa, haaa, haaa, haaa. Assim que eu gosto... você é uma putinha profissional mesmo, que bem que você chupa pau, dá pra ver que adorou o meu pau. Continua chupando, quero ele todo cheio da sua saliva, filha da puta.

A partir daí, sem dizer mais nada, só soltando alguns sons de prazer de vez em quando, ela focou o olhar no meu rosto, que estava claramente deleitado com o boquete incrível que estava recebendo. Uma mestra do boquete, sem dúvidas.

--Usa suas mãozinhas enquanto me chupa o pau, lambe ele, sei que você consegue fazer melhor. Vou te dar uma recompensa se fizer direito, me faz uma punheta, vai, tenho certeza que você é experiente nisso também.

E assim foi. Ela colocou a mãozinha quentinha na base da minha rola e, sem parar de devorar toda a minha glande, começou a mover a mão pra cima e pra baixo sem nenhum tipo de vergonha.

--Aaaaay, assim, putinha, muito bem. Mais devagar, trata ele com carinho.

Ela fez o que eu pedi, reduziu a velocidade da punheta e continuou batendo uma pra mim. Eu, por minha vez, me dediquei a aproveitar o melhor boquete que já tinham feito na minha vida, enquanto observava a cara de satisfação que aquela putinha fazia. Eu acariciava a cabeça dela, a tratava com carinho, mas ao mesmo tempo notava a preocupação que a Jessica tinha enquanto chupava meu pau. Ela estava ajoelhada, com as costas levemente arqueadas, o que, da minha perspectiva, me permitia ver Esse cuzão lindo, enquanto meu pau estava sendo devorado pela Jessica.
—Agora quero que chupe ele todinho, me deixa com a rola toda molhada da sua baba, ouviu?!

Paro de me masturbar e levo a mão dela até a base do meu pau de novo, e sem parar de me olhar nos olhos ela começou a enfiar meu pau inteiro na boca, primeiro devagar, depois foi acelerando, mas mantendo um ritmo constante que me derretia. Meu pau era grande demais, a boca dela ficava abarrotada, a ponto de, quando ela enfiava, um pouco de saliva escorrer no chão. Ela não conseguia engolir tudo, chegava logo antes da base, mas fazia de um jeito espetacular, sem nenhum remorso — sem dúvidas uma *head master* de carteirinha, e dava pra ver a fascinação que ela tinha por chupar meu pau. Ela enfiava até aquele ponto já mencionado e voltava sem tirar da boca, meu pau ficou quase todo coberto pela saliva dela. A cara de esforço que ela fazia pra conseguir chegar naquela parte do meu pau era algo que me comovia e excitava muito. O tamanho do meu pau era inimaginável, uma besta grossa, morena e peluda, com fome de mais e mais Jessica, uma besta venosa e comprida, querendo jorrar porra quente. Por causa disso, a Jessica não conseguia evitar, em alguns momentos, engasgar ou tossir.

—Agora você vai chupar direito.

Agarrei o cabelo dela com as duas mãos, segurei firme e com certa violência comecei a guiar o trabalho de *head master* dela. Enfiava a boca dela com força no meu pau e puxava de volta várias vezes, eu gemía sem parar enquanto os engasgos dela ficavam cada vez mais altos.

—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaaa… isso, ah, ah, ah, ah assim. —Falei excitado. —Aaih siim, que bom que você chupa, puta, gosta de pau, né, vadia? Você adora, e ainda mais o meu, vai, enfia ele todinho.

Apertei o cabelo dela com ainda mais força e, com violência, empurrei até a base do meu pau. Os engasgos ficaram constantes nela, que não… ela mal conseguia aguentar aquela pica tão grande na garganta, eu por minha parte gemendo como nunca e me deliciando vendo como a mulher do meu inimigo, dava engasgos constantes e cada vez mais fortes e tentava se soltar usando as mãos, o que foi novamente inútil, ela batia em mim com as mãos, na tentativa de se livrar da minha pica mas foi uma tentativa falha, a ponta do nariz dela batia nos meus abundantes pelos púbicos, pude ver também como escapavam um par de lágrimas dos olhos dela.

—Aaaa isso puta, muito bem até o fundo, chupa ela inteira, vou encher toda sua boca, você enche de baba, toda cheia com toda minha piroca na boca. —Dei um par de tapas nela e depois soltei.

Ela começou a respirar ofegante, limpou a boca com o braço e me olhou pedindo piedade, mas isso só estava começando, peguei ela pelo cabelo de novo e fiz ela chupar minha pica de novo.

—Bota os dedinhos na buceta, assim você vai ficando molhada puta no meio do boquete. —E com o olhar fixo em mim, com um gesto de desconformidade ela decidiu não fazer, não tinha jeito.

—Não por favor! —Disse ela apavorada, isso eu não entendi.

—Já falei pra você fazer!... É pro seu bem, assim vai doer menos.

Ela me olhou meio irritada com a pica na boca, demorou mas no final fez como eu falei, levou a mão por dentro daquele shortinho preto.

—Muito bem puta, assim que eu gosto.

Continuei fazendo ela chupar minha pica e fiz ela engolir ela toda, decidi tirar depois de algumas chupadas, tirei minha pica da boca dela, ela exalou com dificuldade, estava ofegante, eu curtia o que via, era lindo ter ela à minha mercê.

—Sabe você é boa nisso…! Talvez devesse se dedicar a isso, Senhora Jessica!? —Ela não respondeu nada, como era normal eu sorri quando ela me olhou. —Tira os dedinhos da buceta e chupa eles, quero que prove, aposto que vai gostar. —Ela fez e eu olhei fixamente. —Que tal? —Olhei fixo esperando a resposta.

—Sim, gostei. —Disse envergonhada. masturbei, não precisei de muito, só algumas puxadas na minha rola para gozar. Haaaaaa isso, bem assim. Peguei ela com a outra mão pelo cabelo, terminei jorrando na cara dela.
—Não! —Ela reclamou.
—Ah sim, quero que você lamba os lábios e limpe a cara chupando tudo isso.
—Não, por favor.
—Sei que não é a primeira vez que engole porra, eu sei, então engole! —Deixei claro puxando o cabelo dela.
Ela começou com as mãos delicadas, limpando o sêmen do rosto e levando à boca, depois teve que chupar os lábios, o rosto dela estava pegajoso, mas dava pra ver que ela gostava da coisa, e como eu suspeitava, não era a primeira vez, mesmo que me desse nojo pensar que essa boca tão doce, esses lábios tão carnudos chuparam aquele velho bosta do Renato Fancuchi. Mas essa noite a mulher dele seria toda minha em todos os sentidos, isso só estava começando. Depois disso, só precisei encostar a cabeça do meu pau, para que ela mesma começasse a chupar minha rola, ela estava quase dormindo, mas quando começou a limpar e a sugar literalmente todo o sêmen, meu pau ficou duro, eu via ela engolindo a porra.
—Isso, você gosta, sua puta! —Ela não disse nada, tinha a boca ocupada, os olhos fechados, o cabelo colado no rosto, suado e grudento por causa do meu sêmen, as mãos na minha rola e nas minhas bolas acariciando, gozei mais dois jatos na boca dela e disse: —Não pense em desperdiçar uma gota dessa porra, ou eu te castigo! —Ela não falou, não me olhou, continuou no que estava fazendo e não perdeu nada, quando terminou de mamar, tirou minha rola da boca sozinha, eu acariciei a cabeça dela, como sinal de que fez bem.
Peguei minha rola ensaboada de saliva, e comecei a bater com ela no rosto dela, que continuava ajoelhada, ficou toda melada com a própria saliva. Ela fez uma cara de desgosto, mas fiz mesmo assim. Peguei o cabelo dela de novo e levantei, ela ficou em pé bem na minha frente, virei ela e a bunda maravilhosa dela ficou bem na minha frente, dei umas palmadas na bunda com o short ainda, já não aguentava mais. por ter comido essa bunda, e então eu a apertei e belisquei repetidamente, desabotoei o botão da calça e a abaixei. E foi nesse momento que vi a coisa mais linda do mundo, que bunda, definitivamente a melhor que já vi ao vivo na minha vida, a melhor bunda do mundo, ela tinha uma calcinha fio-dental preta de renda muito sexy, combinava com a putinha, e ela gostava de lingerie, dava pra sentir o cheiro.
—Você não tem ideia do que vou fazer com você, mas acredite, você vai gostar de verdade. —Agarrei seus dois braços por trás das costas e comecei a dar palmadas nela com muita força, além de apertá-las como havia feito antes.
—Por favor não, não faça isso. —Ela suplicou.
—Não faça o quê?! —Perguntei fingindo ser bobo.
—Já chega, não me pegue! —Ela disse com autoridade, isso me surpreendeu, mas me irritou ainda mais.
—Até fala direito, mas com mentiras… eu sei que você quer que eu meta.
—Não! —Ela disse novamente com seu tom de voz assustado.
—Claro que sim. —Disse calmamente.
—NÃO, CLARO QUE NÃO! —Ela disse novamente com força e firmeza.
—Se não fosse assim, você não estaria tão submissa, não é mesmo, putinha? Você já me chupou. —Ela parecia duvidar.
—Hoje você vai sair daqui com o cu arrombado, me ouviu? Mas feliz! Vou arrombar seu cu e fazer você gritar como ninguém na sua vida vai fazer de novo, você não vai conseguir sentar de tanto que vou te foder! —Ela se assustou e se virou automaticamente quando eu disse isso.
—Não, por favor, a bunda não.
—Shhh, cala a boca, puta, diga o que quiser, mas hoje você vai sair daqui com a bunda arrombada, garota.
—Eu te imploro, não…
—Eu disse cala a boca! —Disse dando um tapa nela. —Você vai voltar pedindo pra eu arrombar de novo, com um por favor incluso.
Agarrei seu rosto e a beijei, beijei com paixão, enfiei minha língua até não aguentar mais, quase me afoguei afogando ela, foi divertido e estranho, ela tinha acabado de me chupar, sua boca sabia ao meu sêmen, por assim dizer, mas isso não importou, coloquei ela de volta no lugar, continuei, agarrei sua calcinha fio-dental e a puxei pra cima até... Ela reclamou e eu ri, ela olhou por cima do ombro e seus olhos suplicavam... depois disso, tirei de leve e finalmente pude ver aquela bunda linda em sua forma mais pura, algo extraordinário que só aumentou minha vontade de comer ela, mas segurei meu desejo, queria aproveitar todos os sentidos. Tirei o thong dela e enfiei no bolso da minha calcinha como pude, com a outra mão agarrei uma de suas nádegas grandes com força e, sacudindo, disse:

— Mmmm, olha só o que temos aqui. — Abri suas duas nádegas e me deparei com a preciosidade, seu cu e sua buceta totalmente perfeitos. — Isso é lindo, mas não vai ser aqui, vamos lá pra dentro. — Peguei a bolsa dela.

Ela não disse nada, peguei sua mão e a guiei para dentro da loja, enquanto com a outra mão segurava minha calcinha para não cair. Levei para dentro e a coloquei apoiada na mesa, tranquei a loja para não sermos incomodados, embora duvidasse que alguém aparecesse por ali, já era muito tarde, e era um dia tedioso, exceto, claro, por essa putinha que tinha caído do céu. Abri suas nádegas, ela reclamou, vi aquele rabo, aquele buraco, tão lindo. Joguei a bolsa dela no móvel da sala onde a enfiei.

— Olha só isso. — Ao mesmo tempo, levei minha mão até sua buceta, que estava bem molhadinha, enfiei um dedo e comecei a massagear.

— Aaaay para, por favor para. — Dei uma palmada forte em sua bunda. — Haaaaaaaaaaaaa. — Foi quando me virei e vi a câmera de vídeo velha do meu pai, ainda tinha bateria, liguei, ela ainda estava de costas, grudada na mesa, sem ver o que fazia atrás dela, peguei a câmera, liguei, apontei bem para sua bunda e ajustei, para que pudesse ver o que fazia em sua buceta e em seu cu.

— Mmmmm, você está bem molhadinha, né, putinha? Parece que está gostando! — Continuei meu trabalho manual, massageei bastante aquela buceta, era uma vagina perfeita, moldada de um jeito incrível. De vez em quando, conseguia ouvir certos gemidos ou sons baixos de Jessica.

— Ah, ah, ah, haaaaa, haaaaa, ai haaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, ha, ha, ha ai, ai aiiiiii haa, ai, haaaaa… Mmnnn, Mmnnn…. Haaaaaaaaaaaa. -Ela gemeu, sua buceta rapidamente ficou muito molhada, sua buceta soltava jatos de vez em quando, me surpreendeu que só de tocá-la ela já estivesse se contorcendo e tão quente.
—O que foi, putinha, gosta que acariciem sua buceta? -Comecei a aumentar a velocidade do que fazia e os gemidos começaram a soar mais intensamente.
—Agora vamos ver se você gosta disso. -Tirei minha mão, ela estava encharcada, mas não fiz nada com ela, automaticamente a direcionei para seu ânus e bem devagar comecei a introduzir.
—Aaaaai, Aaaai para, por aí não, por aí não. -Ela tentou se soltar mas eu impedi, continuei metendo e sacando meu dedo constantemente —Para! Para por favor, está doendo!
—Cala a boca! Sei que não estou te machucando, então aproveita.
—Haaa, haaa, haaa ai não ha, ha, haaaaa, ai! Ai!! Ai!!! Não, não nããããããoooooo haaaa, haaa, haaaa, haaa, ha, haaaa, ha, ai, ai…!! -Ela se mexia muito, então decidi pegar uma gravata, que estava perto, e amarrar suas mãos nas costas e continuei com o meu trabalho, suas pernas tremiam, na verdade todo seu corpo tremia, mas eu não pararia, isso estava bom demais para parar, eu a tinha na minha mão como sempre quis. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. -Ela soltou um gemido forte e gozou de novo, o jorro caiu no meu peito, esse foi mais forte, sua buceta se abria e fechava no ritmo de sua respiração pesada, eu com minhas pontas dos dedos continuei em seu pau, peguei uma caneta e enfiei no seu cu, enfiei bem fundo e ela não reclamou, não disse nem fez nada, eu sorri, virei ela, e me sentei na cadeira perto do móvel.
—Por favor, Nãããão… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha… Ahhhhhh, ai haaa, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaai, ha, ha, ha, ha, não aguento, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, h, haaaaaaaa… ha, ha, ha, ha, gostoso haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaa, ohhhhhhhhh, haaaaaaaaa… uffffffffffff ahhhhhhhhhhhhh… Para! Você tá me arrebentando, Dói para por favor… Tá doendo horrores! Dói! ha, ha, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaa, ha, haaaaaaaaaaaaah…

Eu conseguia sentir o cheiro dela facilmente… Senti seu aroma, o cheiro de uma mulher pedindo por pau, pedindo por carne, e isso eu ia dar, ela estava à minha mercê, o cheiro teve um efeito em mim igual ao cheiro de sangue em tubarões e meu nível de tesão subiu a níveis inimagináveis. Peguei a câmera e coloquei numa prateleira e, sem que ela visse, virei e disse:

— Agora você vai me amar de novo, mas não vai usar as mãos, então se prepara, pra fazer direito, entendeu, putinha? — Ela não disse nada, eu dei um tapa nela. — Entendeu!

— Sim. — Ela disse baixinho.

— Sim, o quê? — Insisti de novo.

— Sim, senhor! — Dessa vez falou melhor.

— Muito bem, vai lá. — Disse me sentando na cadeira que ficou de lado pra câmera nos gravar, ela não percebeu, estava tão absorta no que fazia que não viu, eu coloquei uma almofada no chão e ela ajoelhou nela, e começou o serviço.

— Quero que você se destaque. — Falei, e ela começou a chupar. — Aaaaah sii, que bocão que você tem, putinha, você é a melhor, pelo amor de Deus, continua nesse ritmo, não para.

A boca dela era de qualidade, via como ela saboreava meu pau, cada vez ela gostava mais, e se soltava com isso, passava a língua no meu pau, por todo o corpo dele, como se estivesse lambendo um picolé, chupava minha cabeça, brincava com a glande, ela curtia muito, mas era eu quem realmente tava curtindo, meus fluidos pré-seminais começaram a escorrer pelo rosto dela, mas isso não a fez parar. Ela continuou assim por mais alguns minutos e decidi começar com o que realmente valia a pena, comer ela. Ela parou de chupar.

— Agora sim, se prepara porque vou te deixar em cadeira de rodas, nunca na sua vida esteve com um homem como eu, você vai adorar isso, vadia, você vai ver, vou te fazer gritar como nunca.

Levantei ela do chão, agarrei seus ombros, ela já assumiu que estava entregue e que eu ia fazer o que quisesse com ela, qualquer coisa que eu desejasse. Me aproximei massageando meu pau, coloquei-a de costas, ajustei a câmera para focar nela, me abaixei e novamente abri suas nádegas, e assim comecei a chupar com vontade sua linda buceta, era uma coisa deliciosa, a mais gostosa do mundo, deixei bem ensalivada para facilitar a entrada e saída do meu pau.

--Haaaa, ha, haaa, ha, haaaa, Mnnns, Mnnns, Mmmmn, ha, haaaa, haaa ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaa. -Ela gemía, não me dizia nada, não me pedia para parar, apenas gemía.

--Vou te foder assim, de pé, e quero te comer bem gostoso, então se prepare. -ela não respondeu.

Diante dos meus olhos estava a melhor bunda do mundo, olhei para meu pau, estava enorme, rapidamente coloquei uma camisinha que tinha guardado, cuspi cuidadosamente e com minha mão espalhei toda a saliva ao longo dele, agarrei a base com uma mão e abri suas nádegas com a outra e assim inseri muito cuidadosamente a cabeça do meu pau em sua deliciosa vagina.

--Aaaay cuidado por favor. -Conseguiu dizer.

--¡Uuuuuuf que perfeita, que buceta gostosa que você tem! -Lentamente inseri o resto do meu pau em sua vagina com minha mão posicionada em seus quadris, soltando junto um longo.

--Aaaaaaaaaaaaaay siiiii. -Disse ela. Já estava se comportando como a vadia que era.

Ela respondeu com gemidos baixos e curtos, tinha as costas novamente arqueadas, o que fazia com que sua bunda pudesse ser aberta de uma forma mais bonita, e com a calcinha molhada por meus fluidos pré-seminais posta e puxada para o lado para me deixar meter. Comecei a me mover de fora para dentro repetidamente, primeiro devagar e depois cada vez um pouco mais rápido, seus gemidos e os meus começaram a crescer, estava fodendo de pé a Jesica, Agarrei com Com uma das mãos, agarrei bem forte o cabelo dela e puxei pra perto, enquanto com a outra apertava com força sua bunda.

— Aaaaah Aaaah assim, você gosta que eu te coma? Gosta dessa pica?

— Aaaaah aaaah aaaaay…. Ah, ahhhh, ah, haaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.

— Me responde! Você gosta que um desconhecido te coma?

— Aaaaah, aaaah, haaaaaaa, haaaa, ha, haaaaa, ha, ha siiii, eu gosto que um desconhecido me coma.

— Você gosta da minha pica, sua puta, aaaah?!

— Aaaaah, aaay sii, eu adoro sua pica.

— Melhor que a do corno do seu marido?

— Sim, melhor! Muito melhor haa ha, ha, ha, ha, ha haaaaaaaaaaaaa…. Aaah, aaaah eu adoro sua pica.

— Que puta que você é, meu Deus, como você gosta de picaaaaa!

A força e a velocidade com que minha pica entrava e saía da sua buceta já eram inimagináveis, uma coisa de louco, isso acompanhado pelos gemidos constantes e crescentes, meus e da Jessica, além de palmadas fortes que eu dava de vez em quando. E ainda tinha uns cuspes que eu dava na minha pica pra ela ficar lubrificada.

— Tomara que o corno do seu marido pudesse ver como estão fodendo a puta da esposa dele.

— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaa ohhhhhhhhh, haaaaaaaaa… uffffffffffff ahhhhhhhhhhhhh… ha, ha, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay…

Ela não fez nada, só continuou gemendo como a puta que é. Soltei seu cabelo e, ao mesmo tempo, levei minhas duas mãos ao pescoço dela, que agarrei com pouca força, e nessa posição continuei metendo com muita rapidez e força.

— Ahhhh, ohhh. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha… Haaa, haaaa, ha, ha, ha… Haaaaaaaay…

— Me pede pau! - eu disse.
--Aaaaah aaah me dá pau por favor, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha sim ha, ha, haaa.
--Me pede pra meter mais forte! - repeti, apertando os dentes.
--Aaaah mete mais forte, mete mais forte… Eu sou… Eu sou… sou, sou toda sua, me dá mais, mais, maaaiiiis haaaaaa sim que gostoso. - Ela estava tão louca que me surpreendeu. --Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn… Hooo… não ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha já, ha, ha, haaaaa… Mmmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha Continuaaaaa! Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaaa!… Hooo… não ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha já, ha, ha, haaaaa…ha, ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso! Siiiiii! Eu gostoooo! Continuaaaaa! Que delíciaaaaa! haaaaa eu adoro, papi! Mete forte na sua mulher! Mete forte na sua mina! Na sua puta! Haaaaaay sim delíciaaaaa! haaaaaaa… Continua! Não para, papi! Sou toda sua! Aqui tá sua puta! Continua, não para, papi! gostoso, Deus! Continua, não para, papi! Ahhhhh continua, não para, papi! Ohhhh, continua, não para, papi! Continua, não para, por favoooor! Ohhhhhhhhh...

Automaticamente, pelo nível de excitação, ela abriu as pernas sozinha, me afastei do pescoço dela e juntei suas pernas de novo pra deixar meu pau mais apertado e ela sentir mais prazer, ver a bunda dela de cima fez eu acelerar mais. Seguimos assim por um tempo, nem sei quanto, eu apertava os dentes e segurava ela bem forte, enquanto ela gemia que nem louca, mais e mais, e decidi mudar de posição, tirei meu pau e os dois soltamos um gemido de satisfação.

--Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa, Me fode, ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, Que gostoso! Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaay…Me dá mais, sim me dá mais Siii assim haaa Siiii! Me dá mais! Mais! Mais! Mais! Mais haaa! gostoso haa! Continua, não Para! Pai haaaa Gostosoooo! Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡AHHHHHHHHHH!...

Me sentei na cadeira já mencionada e ela me seguiu, e da mesma forma sentou-se sobre mim, estávamos cara a cara, ela se levantou um pouquinho e sozinha encaixou meu pau na sua buceta de um jeito incrível, sem usar as mãos, já que continuavam amarradas nas suas costas, e logo depois começou a pular, devorava meu pau sentando, enquanto obviamente gemía e mantinha os olhos fechados para conseguir aguentar o prazer, pulava no meu pau bem rápido mas fazia muito bem, só o PLAC, PALC, PALC, PLAC, PALC, PLAC. Se misturava com os seus gemidos.

--HA, AH, AH, AH, AH, AH, AH AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, Haaaaaaaaaaaaaa, HA, HA, HA, HAAAAAAAAAAAA.

Eu a peguei pela cintura com minha mão para que não caísse, ela tinha as mãos amarradas, então era impossível que se segurasse em mim, ela continuou com o que estava fazendo, movendo essa bunda no meu pau. Entre ofegos e pulos, sentou-se totalmente em mim deixando meu pau metido 100% na sua boceta, abriu os olhos e me olhou bem sensual, mordendo o lábio inferior e começou a rebolando seu bumbum pequeno com meu pau dentro dela acompanhado de um longo e sensual.

--mmmmmmhmmm. -Ela me encarou e eu a ela, naquele momento eu soube que ela estava entregue e que na verdade estava gostando de ser comida por mim, depois de um tempo rebolando, ela me disse.

Enquanto ela pulava no meu pau, eu devorava seus peitos, seus deliciosos mamilos eram minha propriedade agora, eu os apertava, saboreava e puxava tudo que eu quisesse, era divino o que eu fazia, eram duros e macios ao mesmo tempo, ela só gemía, não reclamava quando eu beliscava seus mamilos.

--Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaaaaaaaa, ha, haaa, haaa, haaa, haaa, haaa, haaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha ai deus ha, ha, ha, haaa deusssssssssssssssss ha, ha, ha, ha, ai, ai, ai, haaaa, haaaa, haaaaai, haaaai, haaaaa haaa, Munnnnn. -Gemía como uma louca, eu faria o mesmo se não... Enfiei meu pau na sua boca ocupada com os peitos dela,
—Mmm, você adorou, não é? Já assumiu? —Ele não disse nada e continuou metendo, me olhou com um sorriso no rosto, o que despertou novamente minha violência. Levantei com ela ainda no meu pau, ergui e a esmaguei contra a parede, ali, segurando-a em meus braços, comecei a meter cada vez mais forte. Agora era eu quem controlava a situação.

—Aaaah, aaaah, para, por favor —ela implorou. —Vai me matar, vou desmaiar. —Eu soltei uma risada.

—Toma, puta, toma! Isso é o que você merece, não diga que não… Dá pra ver que não te trataram bem ultimamente, não te deram o que você merece. Você não vai desmaiar, isso é só prazer, o prazer que satisfaz uma vadia como você.

—Nããão! —Ela gritou, não sei com que intenção, se era para negar o que eu disse ou por outra coisa.

Ela fechou os olhos novamente e gemeu enquanto eu soltava gritos de esforço, beijava seu pescoço enquanto a fodia e, depois de alguns minutos, a separei da parede e a deitei na mesa. Não saía daquele lugar, pois era ali que a câmera estava gravando. Beijei-a novamente e ela colocou as pernas nos meus ombros, continuei metendo na sua buceta, era algo inimaginável, muito quente, sentia que ela engolia meu pau.

—Aaaay, para, você vai me machucar.

—Shhh, cala a boca —e continuei metendo.

—Aaaaaah, aaaah.

—Meu pau é maior que o do seu marido, não é?

—Aaaaah, aaah.

—Responde, puta barata, é maior?

—Siiim, aaah, é muito maior.

—Qual você gosta mais?

—O seu, eu gosto mais do seu, aaaah, o seu.

—Você é muito puta, mas toma, foda-se, meu pau é mais grosso, não é?

—Sim, é muito grosso.

Voltei a beijar seu pescoço e depois seus peitos enquanto ela se contorcia de prazer no chão. Tirei meu pau da sua vagina, estava toda encharcada com os fluidos da Jessica, me ajoelhei diante dela e, me masturbando suavemente, disse:

—Agora vira de costas e fica de quatro. —Ela obedeceu, virou-se e colocou a bunda contra meu pau, ficou na posição de cachorrinha e virou a cabeça para me olhar.

—Você sabe que... Toca agora, puta?
— O que toca, senhor?
— Vou arrombar bem, bem essa sua bunda linda que você tem... a cara de susto que você fez naquela hora não teve preço. Abriu os olhos arregalados e me disse:
— Não, não, por favor, vai doer... pela bunda, não!
— Diga o que quiser, mas você vai sair daqui numa cadeira de rodas, nem vai conseguir sentar.
— Tenha piedade, por favor.

Fiz o mesmo processo: olhei, vi o pau e cuspi, espalhei a saliva com a mão por todo ele, depois aproximei minha boca do seu ânus e comecei a chupar, enchi de saliva. Dava pra ouvir uns gemidos e dava pra notar que a Jesica levantava um pouco os pés quando fazia isso. Me afastei de novo e inseri meu dedo indicador no ânus dela de novo.
— Aaaaaaaai! — Soltou um grito forte.

Ela gritava, meu dedo massageava constantemente o interior do ânus dela, que era bem apertado e quente. Levantei a perna dela, quis fazer uma última pose que tinha visto num filme pornô, antes de arrombar a bunda; coloquei a perna dela no meu ombro e comecei a me mover rápido sem parar. Ela não dizia nada, mordia os lábios, só saíam gemidos dela.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah aiiiiii, ah, ah, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Deus… ha, ha, ha, ha, ha, ha… haaaaaaaaaaaaaa, Deusssssssss, haaaaaaaaaaaaaa. — O último foi um gemido forte que ela soltou quando terminou de gozar.

Eu soltei a perna dela com força, ela caiu no chão duro, deve ter batido feio. Eu tinha gozado também, minhas pernas tremiam, estava agitado, cansado, exausto, mas não podia desistir agora de comer aquele cu, tinha que ser meu, tinha que arrombar agora, senão nunca teria uma oportunidade como essa, e nunca viveria em paz. Depois de um tempo em que os dois estávamos respirando ofegantes, eu juntei forças e falei:
— Arqueia mais as costas, que vou aproveitar essa bunda.

Cuspi na bunda da Jesica, e agarrei a base da minha rola, ela estava vendo o que eu ia fazer.
— Para, por favor.
— Shhh. Quis experimentar algo, abri uma das gavetas da mesa procurando uma faca ou canivete. Só via chaves de fenda e porcas – bem, era uma oficina mecânica, normal ter essas coisas por todo lado. No final, encontrei um canivete. Quando ela viu, ficou assustada, mas o que fiz foi soltar as mãos dela. Sabia que talvez isso fosse contraproducente para mim, para o que eu queria, mas tinha que arriscar. Dava palmadas na bunda dela com uma mão, para que entendesse que, mesmo solta das amarras, ainda estava sob meu poder.

Com a outra mão, agarrei seu quadril e aproximei a enorme cabeça do meu pau do seu cu, e então comecei a pressionar. Jessica desviou o olhar para frente e fechou os olhos com força, fazendo uma cara de dor enquanto se debatia um pouco. Depois de alguns segundos pressionando, minha cabecona entrou no seu lindo booty.

— AAAAAAAAAAI TIRA, TIRA AGORA.

— Aaaaaaah uf, no início vai doer, mas depois você vai voltar sozinha à oficina pedindo para eu fazer de novo. — Ela mantinha os olhos fechados e a carinha franzida de dor, virando de vez em quando para olhar. Entrei até a metade do pau no seu lindo booty.

— TIRA, TÁ ARDENDO! — Ela me olhava suplicando, mas já era tarde demais. — Haaaaaa, ha, ha, ha, ha Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha… Plac, Plac, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…

— Aaaaaaah eu adoro. — Segurei com força seu quadril com as duas mãos e empurrei até o fundo, meu pau ficando com os pelos púbicos em contato com seu booty.

— AAAAAAI TIRA, NÃO AGUENTO MAIS! — Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡AHHHHHHHHHH!... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha…. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
—Aaaaaaaah assim, shh, isso só está começando, agora você vai começar a gostar.
—Deve ter sido horrível para ela, porque deve ser doloroso ter um pau tão grande enfiado até o fundo no cu.
Mas para mim era a melhor coisa do mundo e eu não ia tirá-lo, assim mesmo e devagar, acompanhado com cuspidas suaves para lubrificar, eu ia metendo e tirando meu pau grosso do cu da Jessica, que aos poucos ia cedendo. Ela, por sua vez, se contorcia de dor, e até soltou algumas lágrimas, mas seus gemidos de dor e prazer combinados me excitavam de uma maneira desproporcional.
—Ah, ah, ah, haaaa, haaaa, ha, ha, ha, haaa, haaa, ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa….
—Aos poucos, o prazer venceu a dor e Jessica começou a curtir, os gemidos que ela soltava antes voltaram a ser ouvidos.
—Uuuhh aaah siiim, viu que eu tinha razão.
—Aaaaaah aaaaay… ah, ah, ah, ah, haaa, ha, ha, ha, haaa, haaa, haaa, ha, ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha.
—Ela gemida, não me respondia, mas se movia ritmicamente e começou a mexer a bunda sozinha.
—Você gosta que eu te arrombe o cu?
—Siiiim aaah, aaah eu gosto.
—Gosta que?! — perguntei de novo.
—Eu gosto que você me arrombe o cu! — Ouvir isso sair da boca dela era como o canto dos anjos.
Agarrei seu cabelo com força e puxei, com a outra mão dava palmadas intensas na sua bunda, que ficou toda vermelha de tantas que dei. Ela gemida descontroladamente, e eu estava ainda mais excitado com a arrombada anal que estava dando nela.
—Me pede para arrombar seu cu.
—Aaaaah, me arromba o cu, por favor! Haaaa, haaaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haa, ha, ha, aaaaay.
—Toma! Toma! Toma!
—Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmmmm ahhhhhhhhhhhhh Haaa, haaaa, Mmmmnnnnn para já haaaaaay… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaay… ohhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay…

Tirei meu pau depois de um tempo, apoiei entre as duas nádegas dela e comecei a esfregar, enquanto cuspia nela, depois me aproximei e desatei as mãos dela, voltei à minha posição e continuei metendo com tudo, rápido e forte, os gemidos dela não demoraram a voltar.

—Toca sua buceta enquanto eu arrebento seu cu. —dirigi a mão dela até a vagina e ela começou a se tocar, eu não parava, continuava segurando seu cabelo e dando palmadas na bunda, pouco tempo depois, se ouviu.

—Plazzzz, Plazzzzz, Plazzzzz! —Soaram fortes por causa do suor que escorria no corpo dela. Eu disse: —Plazzzz! Plazzzzz! Plazzzzz! Plazzzz! Plazzzzz! Plazzzzz! Plazzzz! Plazzzzz! Plazzzzz! Plazzzz, Plazzzzz! Plazzzzz!

—Vai levantar essa bunda, sua vagabunda!

—Siii, papi! —Ela conseguiu dizer. —Aaaaaay Aaaaaahh não aguento maaais! —No instante, uma enxurrada de líquido jorrou da vagina dela, Jesica tinha gozado, e muito.

—Aaaaah, olha como você me sujou, gostou né? Gosta que eu arrebente seu cu, gosta de ser tratada como a vagabunda que você é, né?

—Siii aaah eu adoro. —Disse ofegante.

—Você é uma vagabunda das boas. —Isso me deixou com muito tesão e fiz com que eu metesse com toda minha força. As pernas dela começaram a tremer e logo ela cedeu e ficou no chão deitada de bruços.

—Aaaah, agora você que decide as posições? Bom, vou te dar duro contra o chão.

Deitei em cima dela, abri suas nádegas e enfiei meu pau de novo no cu dela, tanto eu quanto ela gememos de satisfação e prazer, voltei ao ritmo com que estava fodendo ela antes, voltaram seus gemidos de loba no cio.
—Você entrega essa raba pro seu marido?
—Não, nuncaaa aaah, ah, haaaa, haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa.
—Que putinha de merda, escuta, de agora em diante você só vai dar pra mim, e pra mais ninguém.
—Sim, senhor aaaah, aaaah só pro senhor.
—Essa bunda é minha, tá ouvindo?
—Só sua aaaaah sua e de mais ninguém.
—Muito bem… Senhora Jesica de Fancuchi… Agora vem aqui que eu quero te comer de pé.
Me levantei e ela também, automaticamente apoiou os braços no balcão e deixou a bunda à minha disposição. Sem pensar duas vezes, enfiei meu pau de novo no cu dela e comecei a meter forte, arrebentando aquele rabo sem piedade e de pé. Puxei seus braços pra trás e me segurei neles para foder com mais força, e de repente os gemidos da Jesica começaram a ficar cada vez mais constantes.
—Aaaaaah, Aaaaaaah, aaaaah, aaaah, aaah, aaah, aaaaah, aaaah, aaaaah, aaaah, aaah, aaaah, aaaah, aaaah, aaaah, aaah, aaah, aaaah, aaaah, aaah, aaah, aaaah, aaah, aaaah, aaaah, aaah, aaaah, aaah, aaah, aaaah, aaah, aaaah, aaaah, aaaah… haaaaaaaaaaaaa.
—Gozei no cu dela, a sensação nunca é nova pra mim, mas sempre parece a primeira vez, quando é um cu diferente. Esse era, e esse era o céu. Ela arqueou as costas, gemeu com vontade, e eu não parei, mesmo quando minhas pernas tremiam, não queria parar. Queria ver até onde podia chegar.
—Haaaaaaaaaaaaaa, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, haaaa.
—O que foi? — perguntei, apertando os dentes.
—É que você tem o pau muito grosso.
—E daí?
—Você tá destruindo minha bunda.
—Vamos continuar então.
—Haaaaay, haaaah. — Ela virou o rosto, nos beijamos mais uma vez e, em um momento, senti que não aguentava mais.
—Haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho. Ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa…
—Ajoelha, puta, que vou te dar o leite. —Ela seguiu minhas ordens e se ajoelhou bem na frente do meu pau, fazendo uma cara de vadia terrível que me matava. Comecei a me masturbar para poder encharcar toda a minha porra na carinha dela.
—Siiim, me dá o leite, por favor. —Nossa, ela era mesmo uma puta.
—Me pede o leite.
—Me dá todo o leite, por favor, me dá tudo.
—Faz uma punheta então. —Eu me sentei no móvel, ela se ajoelhou na minha frente.
Começou a me masturbar suavemente enquanto crava o olhar nos meus olhos e fazia uma cara de vadia que me enlouquecia, acompanhada por frases como:
—Me dá todo o leite, miauuu.
Sem parar de me masturbar, ela acariciava minha perna com a cabeça e, em seguida, meteu minha glande na boca por um tempo e começou a chupar sem que eu pedisse. O olhar dela permanecia fixo em mim. Sem dúvidas, era uma mulher desenhada por Deus para o sexo, única e insubstituível. Ela brincava com a linguinha em toda a minha glande. Depois de alguns segundos de contato entre a língua da Jessica e minha glande, ela se afastou do meu pau e me disse enquanto eu me masturbava:
—Vai, senhor! Me dá o leite, que tô com muita fome. —Ela tinha ficado muito respeitosa depois que eu tinha arrombado o cu dela. Era como se fosse outra personalidade.
—Você quer o leite, puta?
—Sim, quero tudo. —Ela me disse com desespero nos olhos.
—Onde você quer? —com a voz embargada e ofegante de excitação.
—Na carinha. —Agarrei meu pau e, com a calcinha de lado nela, balancei por mais alguns segundos, tirei a camisinha e joguei na cara dela. Depois de um tempo, não aguentei mais.
—TOMA!
Uma quantidade inimaginável de

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