Familia unida 3

Os dias se transformaram numa espécie de jogo silencioso e perigoso que só eu controlava… ou pelo menos era o que eu pensava. Sofia continuava sendo a mesma mulher distraída e carinhosa de sempre: chegava do trabalho cansada mas sorrindo, andava pela casa naquelas roupas leves que marcavam cada curva sem que ela pensasse duas vezes. Shorts que subiam quando ela sentava, camisetas finas onde os bicos dos peitos apareciam quando fazia frio, e aquele costume inocente de deixar as portas entreabertas “porque nessa casa não tem segredos”.
Mas agora os segredos eram cada vez maiores.

No sábado à tarde foi o momento em que tudo subiu de nível. Sofia resolveu pegar sol no quintal. Vestiu um biquíni preto que não usava desde o verão passado: a parte de cima mal segurava os peitos generosos dela e a de baixo afundava entre as nádegas quando ela deitava de bruços. Eu estava na cozinha, fingindo preparar algo gelado. Nosso filho apareceu “por acaso” com um livro na mão, mas sentou no sofá da sala que dava direto pra janela do quintal.

Da minha posição, eu via os dois.
Sofia passava protetor lentamente nos ombros, nas coxas, levantando uma perna e fazendo o biquíni esticar. O garoto não lia nem uma linha. A mão direita dele descansava no colo, apertando disfarçadamente a ereção que já marcava o short. Cada vez que Sofia se ajeitava e os peitos dela se mexiam dentro das alças, ele engolia seco. Quando ela virou de barriga pra cima e abriu um pouco as pernas pra bronzear a parte interna das coxas, ele meteu a mão dentro do short sem disfarce, se movendo devagar, com o olhar fixo no volume do biquíni da mãe.

Eu fiquei parado, com o pau duro como pedra, observando meu filho se masturbar em plena luz do dia a poucos metros da mãe dele. O risco excitava ele tanto quanto a mim. Sofia suspirou de prazer com o calor do sol, alheia a tudo, e passou a mão pela barriga, descendo… quase até a borda da calcinha. Isso foi demais pra ele. Vi o corpo dele se tensar, os dentes se apertarem, e ele gozar dentro da própria mão sem fazer barulho, com os olhos fixos no corpo semidespido da Sofia.

Depois ele se levantou rápido, foi pro banheiro e eu ouvi a água correr. Quando saiu, tinha o rosto corado mas o mesmo sorriso de filho bonzinho de sempre. Chegou perto da mãe no quintal, deu um beijo na bochecha dela e disse: — Você tá linda, mãe. Sofia riu, feliz, e passou a mão no cabelo dele. — Obrigada, meu amor. Vem, passa creme nas minhas costas que eu não alcanço direito.

Vi ele hesitar só um segundo. Depois se ajoelhou do lado dela, pegou o creme e começou a espalhar pelas costas da mãe com as mãos tremendo. Os dedos dele desceram mais do que precisava, roçando a borda do biquíni. Sofia só suspirou relaxada, sem desconfiar de nada. Eu olhava eles da janela, com o coração a mil.

Meu filho tava tocando a pele quente e oleada da mãe enquanto a pica dele, que tinha acabado de gozar, começava a endurecer de novo dentro da calça.

Naquela noite a tensão na casa era palpável, pelo menos pra mim.

Sofia tomou banho cedo e, como já era costume, deixou a porta do banheiro mais aberta do que nunca. O vapor saía e com ele aquele cheiro de sabonete e dela. Dessa vez nosso filho não se contentou em olhar pela fresta. Ele entrou descalço até o corredor escuro e ficou parado, a quase um metro da porta entreaberta. O suficiente pra ver tudo: Sofia ensaboando os peitos com movimentos circulares, a água escorrendo pela barriga e entre as pernas, como ela passava a mão entre as coxas pra se lavar direito.

Ele tava com a pica pra fora, dura e brilhante, se masturbando com uma raiva contida. Eu tava na sala, luzes apagadas, e dava pra ouvir o som molhado da mão dele. Num momento Sofia se inclinou pra lavar os pés e a bunda perfeita dela ficou apontando direto pra fresta. Meu filho mordeu o lábio tão forte que pensei que ia sangrar. fazer sangue. Ela gozou violentamente, esporrando na parede do corredor enquanto a mãe dela cantarolava uma música debaixo d'água.
Tive que me tocar também, em silêncio, observando a cena.
Quando Sofia saiu enrolada na toalha, passou pelo corredor. Nosso filho já tinha sumido como um fantasma. Ela se aproximou de mim no sofá, deixou a toalha cair até a cintura e me beijou com gosto.
— Hoje me sinto… sei lá, muito sensível — sussurrou contra minha boca enquanto enfiava a mão dentro da minha calça.
Será que é o sol? Eu sorri, peguei ela pela cintura e sentei no meu colo.
— Com certeza é o sol…
Enquanto a penetrava devagar, vendo os peitos dela balançarem, eu sabia a verdade.
Era o sol, sim… mas também o olhar faminto do próprio filho dela, que a devorou o dia inteiro. Sofia gozou gemendo meu nome, me apertando forte, completamente alheia ao incêndio que crescia dentro da nossa casa. E eu… eu já não sabia se queria apagá-lo… ou atiçá-lo ainda mais.

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