Depois do jantar, apareci de novo na porta da minha amiga, que não demorou pra descer. A Maria tava com um vestido diferente do que usou de manhã. Era branco com uma estampa e bem mais curto, o que parecia quase impossível. Era praticamente uma minissaia, que destacava a bunda dela de um jeito muito gostoso.

Nos cumprimentamos e fomos juntos pro lugar onde ela tinha marcado com as amigas.
—Você bateu mais uma bronha em casa? —ela me perguntou sem o menor pudor.
—Eu… bem. Sim, verdade — respondi, envergonhado.
Ela me sorriu com malícia.
— Você gozou pensando em mim, ou tava pensando em outra? Ou tava vendo pornô ou algo assim? — perguntou com toda naturalidade.
—Não, bom… tava pensando em você, com essa história da piscina —respondi, me vendo obrigado a ser sincero com ela.
—Ah, é? —exclamou com falsa surpresa—. Que elogio! Olha… pra ser sincera, eu também me masturbei essa tarde —continuou—. Depois de pegar no teu pau na piscina, fiquei bem excitada. Quando cheguei em casa, minha calcinha tava encharcada, e não só pela porra que você gozou em mim…
Ela caiu na risada enquanto me lembrava o quanto eu tinha deixado ela puta de promíscua e a quantidade de porra que eu tinha gozado nela. Aí ela me segurou pelo braço, fez a gente parar num canto da calçada e me disse:
—Olha! Eu deixei a calcinha! —E ali, no meio da rua, levantou o vestido e pude ver que ela tava usando a mesma calcinha laranja daquela manhã.
Ainda dava pra ver os traços da mancha do meu gozo nelas, mas além disso, quando ela aproximou a buceta pra frente pra me mostrar, pude perceber que a área que cobria o sexo dela ainda tinha uma baita mancha de umidade.

Toca, olha como eu tô molhada — disse enquanto pegou minha mão e levou ela bem em cima da buceta dela.
Consegui sentir aquela umidade rapidinho, mas parei pra não chamar muita atenção das outras pessoas que andavam na rua. Fiquei de cara, ela tava encharcada, e quando levei a mão pra cheirar, aspirei o aroma que tinha me impregnado. Eu já tava muito tarado e a gente mal tinha começado a noite.
Ela continuou andando, se divertindo, curtindo a pequena tortura sexual dela. Quando a gente já tava quase chegando na praça onde as amigas dela esperavam, a Maria falou pra mim:
—Ei, uma coisa; minhas amigas acham que eu tô vindo com meu namorado. Na real, como nunca viram ele, vão pensar que é você. Melhor a gente entrar na onda e você se passar pelo Ramão. Assim a gente não se complica. Você liga?
Pra mim, sinceramente, isso me irritou pra caralho; um baita balde de água fria. Tava começando a me sentir realmente à vontade no meu papel de "namorado" da María, curtindo ela mais do que nunca imaginei. E já tava difícil pra cacete tirar da cabeça que eu não passava de um substituto, pra ainda terem que ficar me lembrando disso a noite inteira.
Claro, como quiser..." — respondi de má vontade, sem conseguir esconder minha decepção.
—Valeu! Você é o melhor! —exclamou com entusiasmo. Depois, levando em consideração meus sentimentos, completou—: Não leva a mal se eu te chamar de Ramón, é só pra fazer de conta sem elas desconfiarem. Beleza?
Então ele me agarrou e me deu um beijo longo e quente que me fez esquecer o ciúme na hora.
—Ei… e talvez eu te agradeça em dobro —ela me disse quase sussurrando depois de terminar de me beijar.
Finalmente chegamos e lá estavam as duas amigas dela com os respectivos namorados. A gente se cumprimentou e todo mundo se apresentou. Me surpreendi um pouco, mas realmente parecia ser a primeira vez que a Maria apresentava o novo "namorado" pra elas. Mas vai saber, como o Ramón era do meu colégio e elas de outro, talvez ela ainda não tivesse tido chance de fazer isso. Afinal, as férias tinham acabado de começar.
—Então você é o Ramón? —disse uma delas, uma tal de Raquel— Finalmente te conhecer, que bom.
—Sim, um prazer. A María falou muito de você pra gente… —completou a outra amiga com um tom de safadeza.
Essa última se chamava Tânia, e logo percebi que era ela quem mandava no grupo. Ela era super extrovertida e sem vergonha nenhuma, e não hesitou em me passar a mão no peito quando veio me dar uns beijinhos. Aí me lembrei do que a María me contou uns dias atrás, quando deixou o Ramón gozar dentro dela. Sacou que era a mesma Tânia, e fez todo sentido com a personalidade dela.
Apesar de ser a mais ousada e atirada das três amigas, Tânia tinha um ar inocente, quase infantil, que seus olhos claros e cabelos curtos e loiros só acentuavam. Além disso, era baixinha, mas muito bem proporcionada e gostosa. Raquel era bem alta, morena e de pele bem branca. Era bonita, mas magra demais pro meu gosto. Elas também usavam vestidos curtos de verão, e estavam acompanhadas pelos respectivos namorados; dois caras fortes e altos, que eram claramente mais velhos que o resto de nós.

A verdade é que entre a gente, os caras, não conversávamos muito; elas levavam a conversa e a gente só ia seguindo, concordando de vez em quando. Depois de dar uma volta, sentamos num banco e um dos caras tirou de uma bolsa uma garrafa de calimocho, que começamos a dividir, passando de um pro outro.
As minas ficavam zoando com a bebida, e antes de passar pra algum dos caras, começavam a lamber descaradamente a boca da garrafa. Os caras não se intimidavam, e fingindo que tava tudo bem, eles mesmos lambiam a baba que as minas tinham deixado, sem se importar de quem era. As minas morriam de rir, mas pra mim era difícil entrar na brincadeira.
Então a Tânia fez algo que nos surpreendeu; antes de me passar a garrafa, já que era minha vez, ela levou ela até a virilha dela. Abrindo bem as pernas e afastando a calcinha de lado na frente de todo mundo, enfiou o gargalo da garrafa uns centímetros. Entrou tão fácil que imaginei que ela devia estar bem molhada, e pude confirmar quando ela me passou a garrafa um instante depois, completamente encharcada com um líquido meio esbranquiçado.

As minas tavam se acabando de rir e os caras, acho que tavam tão alucinados quanto eu. Fiquei vermelhão, meio excitado e meio envergonhado, mas acabei levando a garrafa na boca, arrancando risadas e aplausos das meninas. Maria não hesitou em imitar e repetiu a cena, dessa vez antes de passar a garrafa pro namorado da Tânia, que, completamente sem reação, se deliciou limpando com a língua os fluidos da minha amiga.

Era uma dinâmica bem peculiar a que essas amigas tinham, e não me surpreendeu quando, depois de um tempo, a Tânia sugeriu ir pra Las Alamedas e deitar um pouco na grama pra olhar as estrelas.
Las Alamedas era um bosquezinho nos limites do bairro, tipo um parque. Tinha vários lugares pra fazer churrasco e piquenique, e muita gente passava os domingos lá em família. Mas de noite era mais conhecido como um point de pegação, onde muitos jovens e adolescentes sem lugar melhor pra se esconder tinham perdido a virgindade.
Tava na cara, as minas queriam aproveitar a chance pra pegar os namorados e o que mais pintasse. A Maria me olhou meio com cara de quem não sabia, sem saber direito como eu ia levar, mas eu entrei na onda pra não levantar suspeita. Ela me sorriu agradecida, porque se eu tivesse recusado, teria ficado feio na frente das amigas dela.
Quando chegamos no lugar, encontramos um terreno baldio vazio e nos deitamos na grama. Ali batemos um papo mais um pouco, ou melhor, a gente, os caras, ficou ouvindo as três gatinhas fofocando sobre sei-lá-o-quê e criticando vai-saber-quem. Mas, no fim, era uma noite agradável de verão, e dava pra ver muito bem as luzes da cidade e as estrelas.
Conforme o tempo passava, as minas começavam a ficar mais agarradinhas com seus respectivos. Maria, pra não ficar pra trás, também me acariciava, me beijava e se gabava do namorado na frente das amigas dela. Mas rapidinho o clima foi esquentando, e em pouco tempo cada casal já tava se pegando de um lado. Eu sucumbi à sensualidade irresistível da Maria e me deixei levar, acariciando as pernas dela por baixo do vestido.
Minutos depois já tinha feito um silêncio completo, só se ouvia uns gemidinhos baixinhos vindo do lado da Tânia, e aquele barulho específico dos beijos e das roupas se roçando. Reparei que a Raquel e o namorado dela tinham sumido, provavelmente procurando privacidade em algum canto.
A poucos metros de nós, eu vi Tania deitada em cima do namorado dela, que já tava com as mãos na bunda redonda dela por baixo do vestido. Naquele momento, enquanto eu observava, Tania também olhou pra mim e pra María. Ela me deu um sorriso meio safado, fixou os olhos em mim e pegou nas mãos do cara, incentivando ele a apertar mais as nádegas dela. Tava na cara que iam se pegar ali mesmo na nossa frente, e ela esperava poder nos ver também.
Naquele momento, Maria, seguindo os passos da amiga, deitou-se sobre mim. Ela apoiou a virilha no meu volume, mostrando por baixo do vestido as famosas calcinhas laranjas. Aí a gente continuou se beijando, mas eu, com o canto do olho, ficava de olho na Tânia, porque me deixava meio nervoso o fato dela estar tão perto nos observando.
Eles, por sua vez, estavam ficando mais animados; o namorado dela tinha baixado as alças do vestido e estava chupando os peitos dela sem moderação. Aquela mina de cara inocente parecia possuída pelo prazer, e se esfregava no cara dela de um jeito muito sensual. A cena também contribuía pra minha excitação, que era máxima, ainda mais porque eu também tinha a Maria montada em mim, roçando a buceta dela na minha por cima da roupa.
Tânia e o namorado dela estavam realmente numa pegada forte e me deixaram hipnotizado. Pouco depois, a garota se levantou e tirou a calcinha, e com uma habilidade de mestre, também se livrou da calça e da cueca do homem. Com o vestido dela virado num amontoado de pano enrolado na cintura, ela desceu sobre o pau do amado e começou a cavalgar feito uma louca. Dava pra ver que a buceta dela era toda depilada, e com a lubrificação, brilhava de um jeito especial sob a luz das estrelas.
María, vendo que a gente tava ficando um pouco pra trás, subiu o nível:
—Tira a calça —ela disse enquanto me ajudava a soltar o cinto. Segundos depois, minha jeans já tinha ido embora.
Então, levantando ainda mais o vestido, ela se posicionou de novo por cima de mim, com a buceta dela roçando no meu pau duro, só separados pelo tecido fino da nossa roupa íntima. Como já estávamos os dois molhados e suados, a sensação foi muito real, quase como se não tivéssemos nada.
Ela começou a se mexer em cima de mim com mais vontade, e eu senti os lábios da buceta dela se abrindo e acolhendo meu pau através da calcinha molhada.
—Me toca! —disse Maria, já quase gemendo.
Sem pensar duas vezes, coloquei uma mão num dos peitos dela. Ela não tava de sutiã, e aproveitei pra enfiar a mão no decote e curtir de novo os biquinhos dela. A outra mão fui direto pra bunda dela, passando por baixo do vestido e da calcinha. Fiquei um tempão alternando entre os peitos e a bunda dela, aproveitando cada rebolada da Maria no meu pau.
Me deliciei nas nádegas firmes dela e, aos poucos, me aventurei um pouco mais longe, esticando meu braço o máximo que podia. Acariciava a bunda branca e macia dela, passando das nádegas até me introduzir de leve na racha dela. Esticando um pouco mais o braço, levei meus dedos mais fundo até tocar o cu dela. O esfíncter era bem apertadinho e muito macio ao toque. Com meu dedo indicador, toquei repetidamente e fui apertando até ceder um pouco, deixando minha unha entrar lá dentro. Ela não oferecia resistência nenhuma, e eu tava no limite. Meu dedo entrava um pouquinho e voltava a sair, repetindo a ação algumas vezes.
María gemia de prazer, no ritmo da minha intrusão anal, e isso foi o estopim pra eu gozar. Devia ter saído pelo menos meio litro. Sentia minha cueca completamente cheia, e a umidade era tanta que passava pra além da roupa íntima. Nesse estado, María descansou um minuto em cima de mim.
Virei a cabeça mais uma vez pra olhar a Tânia; de quatro, ela tava recebendo a pica do namorado enfiando a todo vapor. Da minha visão, dava pra ver a cara da mina e os peitos dela balançando a cada estocada. Ela levantou a cabeça e segurou meu olhar. A expressão dela era de puro tesão e safadeza, e tava toda corada e suada.

—Ei, não me abandona agora, hein. Você tem que aguentar mais um pouco! —disse Maria me distraindo.
Em seguida, ela baixou as alças do vestido e deixou os peitos jovens dela expostos. Isso ajudou, e meu pau começou a ficar duro de novo. Ela pegou minhas mãos e colocou sobre os seios dela, se acariciando com elas.
—Caramba! Como você nos deixou! — disse ela, se referindo à minha gozada que continuava se espalhando para além da minha cueca sobre a nossa pele.
Então, se levantando de leve, ela pegou minha sunga de um lado e me tirou dela, jogando pro lado. Sentou de novo em cima de mim, dessa vez direto no meu pau, que já reagiu na hora ao sentir o contato direto com a calcinha molhada dela. Pude sentir de novo o quanto a buceta dela era carnuda, que, como se fosse uma luva, envolveu meu pau com uma facilidade fantástica.
Pouco a pouco, Maria foi retomando um ritmo de vai e vem em cima de mim. Nessa altura, eu já tava no talo de novo. Ela, conforme sentia meu pau crescer debaixo da buceta dela, acentuava os movimentos e eles ficavam mais fortes, mais intensos, favorecendo ao máximo o contato entre nossos sexos.
Minha amiga tava completamente entregue ao prazer, e começou a gemer um pouco mais alto, chamando a atenção da Tânia e do namorado dela, que pararam pra observar. Provavelmente da perspectiva deles só parecia que a Maria tava me comendo com gosto.
—Porraaaa, que delícia! —gemeu com raiva.

Eu também curtia ao máximo. Os lábios da buceta dela se abriam pra receber meu pau através da calcinha e, com a umidade extrema, quase dava pra imaginar que a gente tava transando de verdade. Depois de uns minutos, a Maria soltou um gemido diferente, meio mudo, e tensionando o corpo em cima de mim, gozou intensamente.
Meu pau tava explodindo, mas também senti ele meio dolorido depois de tanta roçada no tecido da calcinha dela. Eu queria continuar, mas o orgasmo deixou minha amiga meio em transe, e mesmo que ela tenha retomado o movimento com uma certa preguiça, quase incomodava mais do que outra coisa.
De repente, como se tivesse adivinhado meus pensamentos, Maria se levantou e se colocou por cima de mim na posição de sessenta e nove. Ela agarrou meu pau com uma mão e começou a lamber ele suavemente com a língua e apertar com os lábios. A maciez da boca dela foi como um bálsamo pra mim. Ela me acariciava e lambia com delicadeza, da cabeça até a base, sem esquecer das minhas bolas. Tudo isso ela acompanhava com uma punheta deliciosa, no ritmo do movimento da boca dela.
A poucos centímetros do meu rosto ficou a virilha da minha amiga. Os cheiros que emanavam da calcinha dela eram de tirar o fôlego. Comecei a apalpar com tesão, a passar a mão na bunda dela e no volume da buceta por cima do pano. Depois, puxei a calcinha pro lado e me dediquei a explorar a xereca dela com meus dedos e minha língua. Tinha gosto de néctar sagrado.
Gozei cada minuto, era o paraíso, e inevitavelmente o próprio prazer me traiu e eu gozei de novo, só que dessa vez dentro da boca dela. Pelo visto, minha amiga não gostava de desperdiçar nada.
Quando voltei à realidade, vi que do nosso lado a Tânia já tinha terminado e o namorado dela estava se vestindo. Mas ela tinha ficado observando sentada na grama, ainda pelada e com uma mão na buceta. Resolvi começar a me vestir também, pegando a cueca e a calça que tinham ficado jogadas aos meus pés. A Maria se levantou e rapidamente conseguiu arrumar o vestido e a calcinha.
Parece que a nossa amiga Tânia não tava com pressa pra se vestir. Me pareceu que ela fazia de tudo pra prolongar aquilo, garantindo que eu tivesse tempo de ver ela inteirinha, cada cantinho. Ela vestiu o vestido curto por cima, espreguiçando bem o corpo, e quando foi colocar a calcinha, se inclinou pra frente sem dobrar os joelhos, me dando uma visão perfeita da bunda dela aberta e da buceta lisinha, tudo isso sem pressa nenhuma. ‘Olha só a menina’, pensei, agora entendia onde a Maria aprendeu a ser tão sem vergonha.
Quando terminamos de nos vestir, a Raquel e o namorado dela apareceram de novo. Ela tava com o cabelo todo embaraçado e o vestido meio desarrumado também. Sem dúvida, eles também devem ter se divertido pra caralho escondidos atrás de alguma árvore.
Foi ali mesmo que a gente se separou dos amigos da Maria; já tava bem tarde.
—Foi um prazer, Ramón, espero poder te ver de novo em breve —disse Tânia com uma certa malícia enquanto nos despedíamos com dois beijos.
—Igualmente —falei mordendo a língua, tentando esconder meu incômodo por ser chamado de "Ramón" de novo.
No final, a gente se despediu e cada casal foi pro seu lado. No caminho de volta, a Maria ficou bem quieta. Isso me deixou meio preocupado, e comecei a me encher de dúvidas e remorso. Talvez ela não esperasse que a coisa fosse tão longe e tava se arrependendo.
O que será que o Ramón ia achar disso tudo? O que a gente tinha feito ia muito além dos simples beijos e roçadas do primeiro dia. Até uma punheta seria justificável dadas certas circunstâncias, mas o que rolou naquela noite já era uma galhada da grossa. Talvez ele estivesse pensando em dar um fim no nosso acordo.
Quando cheguei na porta dela, quase comecei a falar sobre o que tinha rolado e soltar uma desculpa que fui preparando pelo caminho. Achei certo dar o primeiro passo pra lidar com tudo isso. Mas ela se adiantou:
—Porra… que gozada. Tô nas nuvens! Fazia tempo que não gozava tão gostoso assim. Muito obrigada, me diverti pra caralho —finalizou, e me deu um beijo ardente, enfiando a língua até o céu da minha boca.
Eu fiquei parado, sem reação. Não era a reação que eu esperava naquele momento, depois de ela ter ficado calada por tanto tempo. Já tinha criado um filme inteiro na minha cabeça, achando que minha amiga tava afetada, mas fiquei confuso. Não fazia ideia do que tudo isso significava.
—Ah! Quase me esqueci! —continuou Maria—. Toma, hoje você ganhou uma lembrancinha —e levantando o vestido, tirou a calcinha laranja na minha frente, e me ofereceu de presente.
Peguei elas com minhas mãos; ainda estavam encharcadas. Eu estava confuso, excitado, pasmo… Só consegui balbuciar um tímido “valeu”.
—Você está sendo um namorado reserva maravilhoso —disse ela piscando um olho—. Vou ter que te dar um aumento! Mas acho que hoje você não precisa mais aliviar as bolas —completou, rindo com malícia e roçando meu pacote por cima da calça.
A verdade é que as duas gozadas que a Maria tinha me dado em Las Alamedas me deixaram completamente vazio, até sentia minha buceta meio dolorida de tanto vai e vem.
—Ah! Mais uma coisa — acrescentou minha amiga —; vem amanhã na minha casa. Valeu? Meus pais tão trabalhando e meu irmão foi acampar com os amigos. Me dá um saco ficar entediada sozinha. Podemos ver um filme ou o que for. O que você acha?
—Claro… vou estar lá —respondi, ainda meio perturbado, pesando a importância do que tinha rolado naquela noite.
—Até amanhã! —ela me disse já da porta—. E obrigada de novo por fingir que é meu namorado. Ninguém desconfiou de nada, e ainda por cima me diverti pra caralho. Boa noite! —e sumiu rindo atrás da porta de vidro.
No caminho pra casa fiquei pensando. Parecia que pra Maria tudo era super normal, talvez ela não desse tanta importância pro sexo, como se fosse algo tão natural quanto comer ou beber. Além disso, ela sempre tinha um namorado atrás do outro; fazia parte do jeito dela. Naquela semana, ela tava me usando pra satisfazer as necessidades dela, e na semana anterior era o Ramon, e na outra, outro sortudo idiota, e por aí vai.
Mas pra mim, aqueles dias tinham virado minha vida de cabeça pra baixo. Eu tava apaixonado por ela desde antes de ter pelo na cara, e aquilo era um sonho realizado. Minha paixão platônica, minha fantasia desde a infância. Era ela, e tava me proporcionando as experiências mais eróticas e safadas da minha curta vida.
Cheguei em casa. Meus pais já estavam dormindo e, no escuro e sem fazer barulho, fui pro meu quarto. Guardei as preciosas calcinhas num saquinho que coloquei discretamente na gaveta do meu criado-mudo. Naquela noite dormi que nem uma pedra, sem saber o que o dia seguinte me reservava na casa da minha amiga.
CONTINUA...

Nos cumprimentamos e fomos juntos pro lugar onde ela tinha marcado com as amigas.
—Você bateu mais uma bronha em casa? —ela me perguntou sem o menor pudor.
—Eu… bem. Sim, verdade — respondi, envergonhado.
Ela me sorriu com malícia.
— Você gozou pensando em mim, ou tava pensando em outra? Ou tava vendo pornô ou algo assim? — perguntou com toda naturalidade.
—Não, bom… tava pensando em você, com essa história da piscina —respondi, me vendo obrigado a ser sincero com ela.
—Ah, é? —exclamou com falsa surpresa—. Que elogio! Olha… pra ser sincera, eu também me masturbei essa tarde —continuou—. Depois de pegar no teu pau na piscina, fiquei bem excitada. Quando cheguei em casa, minha calcinha tava encharcada, e não só pela porra que você gozou em mim…
Ela caiu na risada enquanto me lembrava o quanto eu tinha deixado ela puta de promíscua e a quantidade de porra que eu tinha gozado nela. Aí ela me segurou pelo braço, fez a gente parar num canto da calçada e me disse:
—Olha! Eu deixei a calcinha! —E ali, no meio da rua, levantou o vestido e pude ver que ela tava usando a mesma calcinha laranja daquela manhã.
Ainda dava pra ver os traços da mancha do meu gozo nelas, mas além disso, quando ela aproximou a buceta pra frente pra me mostrar, pude perceber que a área que cobria o sexo dela ainda tinha uma baita mancha de umidade.

Toca, olha como eu tô molhada — disse enquanto pegou minha mão e levou ela bem em cima da buceta dela.
Consegui sentir aquela umidade rapidinho, mas parei pra não chamar muita atenção das outras pessoas que andavam na rua. Fiquei de cara, ela tava encharcada, e quando levei a mão pra cheirar, aspirei o aroma que tinha me impregnado. Eu já tava muito tarado e a gente mal tinha começado a noite.
Ela continuou andando, se divertindo, curtindo a pequena tortura sexual dela. Quando a gente já tava quase chegando na praça onde as amigas dela esperavam, a Maria falou pra mim:
—Ei, uma coisa; minhas amigas acham que eu tô vindo com meu namorado. Na real, como nunca viram ele, vão pensar que é você. Melhor a gente entrar na onda e você se passar pelo Ramão. Assim a gente não se complica. Você liga?
Pra mim, sinceramente, isso me irritou pra caralho; um baita balde de água fria. Tava começando a me sentir realmente à vontade no meu papel de "namorado" da María, curtindo ela mais do que nunca imaginei. E já tava difícil pra cacete tirar da cabeça que eu não passava de um substituto, pra ainda terem que ficar me lembrando disso a noite inteira.
Claro, como quiser..." — respondi de má vontade, sem conseguir esconder minha decepção.
—Valeu! Você é o melhor! —exclamou com entusiasmo. Depois, levando em consideração meus sentimentos, completou—: Não leva a mal se eu te chamar de Ramón, é só pra fazer de conta sem elas desconfiarem. Beleza?
Então ele me agarrou e me deu um beijo longo e quente que me fez esquecer o ciúme na hora.
—Ei… e talvez eu te agradeça em dobro —ela me disse quase sussurrando depois de terminar de me beijar.
Finalmente chegamos e lá estavam as duas amigas dela com os respectivos namorados. A gente se cumprimentou e todo mundo se apresentou. Me surpreendi um pouco, mas realmente parecia ser a primeira vez que a Maria apresentava o novo "namorado" pra elas. Mas vai saber, como o Ramón era do meu colégio e elas de outro, talvez ela ainda não tivesse tido chance de fazer isso. Afinal, as férias tinham acabado de começar.
—Então você é o Ramón? —disse uma delas, uma tal de Raquel— Finalmente te conhecer, que bom.
—Sim, um prazer. A María falou muito de você pra gente… —completou a outra amiga com um tom de safadeza.
Essa última se chamava Tânia, e logo percebi que era ela quem mandava no grupo. Ela era super extrovertida e sem vergonha nenhuma, e não hesitou em me passar a mão no peito quando veio me dar uns beijinhos. Aí me lembrei do que a María me contou uns dias atrás, quando deixou o Ramón gozar dentro dela. Sacou que era a mesma Tânia, e fez todo sentido com a personalidade dela.
Apesar de ser a mais ousada e atirada das três amigas, Tânia tinha um ar inocente, quase infantil, que seus olhos claros e cabelos curtos e loiros só acentuavam. Além disso, era baixinha, mas muito bem proporcionada e gostosa. Raquel era bem alta, morena e de pele bem branca. Era bonita, mas magra demais pro meu gosto. Elas também usavam vestidos curtos de verão, e estavam acompanhadas pelos respectivos namorados; dois caras fortes e altos, que eram claramente mais velhos que o resto de nós.

A verdade é que entre a gente, os caras, não conversávamos muito; elas levavam a conversa e a gente só ia seguindo, concordando de vez em quando. Depois de dar uma volta, sentamos num banco e um dos caras tirou de uma bolsa uma garrafa de calimocho, que começamos a dividir, passando de um pro outro.
As minas ficavam zoando com a bebida, e antes de passar pra algum dos caras, começavam a lamber descaradamente a boca da garrafa. Os caras não se intimidavam, e fingindo que tava tudo bem, eles mesmos lambiam a baba que as minas tinham deixado, sem se importar de quem era. As minas morriam de rir, mas pra mim era difícil entrar na brincadeira.
Então a Tânia fez algo que nos surpreendeu; antes de me passar a garrafa, já que era minha vez, ela levou ela até a virilha dela. Abrindo bem as pernas e afastando a calcinha de lado na frente de todo mundo, enfiou o gargalo da garrafa uns centímetros. Entrou tão fácil que imaginei que ela devia estar bem molhada, e pude confirmar quando ela me passou a garrafa um instante depois, completamente encharcada com um líquido meio esbranquiçado.

As minas tavam se acabando de rir e os caras, acho que tavam tão alucinados quanto eu. Fiquei vermelhão, meio excitado e meio envergonhado, mas acabei levando a garrafa na boca, arrancando risadas e aplausos das meninas. Maria não hesitou em imitar e repetiu a cena, dessa vez antes de passar a garrafa pro namorado da Tânia, que, completamente sem reação, se deliciou limpando com a língua os fluidos da minha amiga.

Era uma dinâmica bem peculiar a que essas amigas tinham, e não me surpreendeu quando, depois de um tempo, a Tânia sugeriu ir pra Las Alamedas e deitar um pouco na grama pra olhar as estrelas.
Las Alamedas era um bosquezinho nos limites do bairro, tipo um parque. Tinha vários lugares pra fazer churrasco e piquenique, e muita gente passava os domingos lá em família. Mas de noite era mais conhecido como um point de pegação, onde muitos jovens e adolescentes sem lugar melhor pra se esconder tinham perdido a virgindade.
Tava na cara, as minas queriam aproveitar a chance pra pegar os namorados e o que mais pintasse. A Maria me olhou meio com cara de quem não sabia, sem saber direito como eu ia levar, mas eu entrei na onda pra não levantar suspeita. Ela me sorriu agradecida, porque se eu tivesse recusado, teria ficado feio na frente das amigas dela.
Quando chegamos no lugar, encontramos um terreno baldio vazio e nos deitamos na grama. Ali batemos um papo mais um pouco, ou melhor, a gente, os caras, ficou ouvindo as três gatinhas fofocando sobre sei-lá-o-quê e criticando vai-saber-quem. Mas, no fim, era uma noite agradável de verão, e dava pra ver muito bem as luzes da cidade e as estrelas.
Conforme o tempo passava, as minas começavam a ficar mais agarradinhas com seus respectivos. Maria, pra não ficar pra trás, também me acariciava, me beijava e se gabava do namorado na frente das amigas dela. Mas rapidinho o clima foi esquentando, e em pouco tempo cada casal já tava se pegando de um lado. Eu sucumbi à sensualidade irresistível da Maria e me deixei levar, acariciando as pernas dela por baixo do vestido.
Minutos depois já tinha feito um silêncio completo, só se ouvia uns gemidinhos baixinhos vindo do lado da Tânia, e aquele barulho específico dos beijos e das roupas se roçando. Reparei que a Raquel e o namorado dela tinham sumido, provavelmente procurando privacidade em algum canto.
A poucos metros de nós, eu vi Tania deitada em cima do namorado dela, que já tava com as mãos na bunda redonda dela por baixo do vestido. Naquele momento, enquanto eu observava, Tania também olhou pra mim e pra María. Ela me deu um sorriso meio safado, fixou os olhos em mim e pegou nas mãos do cara, incentivando ele a apertar mais as nádegas dela. Tava na cara que iam se pegar ali mesmo na nossa frente, e ela esperava poder nos ver também.
Naquele momento, Maria, seguindo os passos da amiga, deitou-se sobre mim. Ela apoiou a virilha no meu volume, mostrando por baixo do vestido as famosas calcinhas laranjas. Aí a gente continuou se beijando, mas eu, com o canto do olho, ficava de olho na Tânia, porque me deixava meio nervoso o fato dela estar tão perto nos observando.
Eles, por sua vez, estavam ficando mais animados; o namorado dela tinha baixado as alças do vestido e estava chupando os peitos dela sem moderação. Aquela mina de cara inocente parecia possuída pelo prazer, e se esfregava no cara dela de um jeito muito sensual. A cena também contribuía pra minha excitação, que era máxima, ainda mais porque eu também tinha a Maria montada em mim, roçando a buceta dela na minha por cima da roupa.
Tânia e o namorado dela estavam realmente numa pegada forte e me deixaram hipnotizado. Pouco depois, a garota se levantou e tirou a calcinha, e com uma habilidade de mestre, também se livrou da calça e da cueca do homem. Com o vestido dela virado num amontoado de pano enrolado na cintura, ela desceu sobre o pau do amado e começou a cavalgar feito uma louca. Dava pra ver que a buceta dela era toda depilada, e com a lubrificação, brilhava de um jeito especial sob a luz das estrelas.
María, vendo que a gente tava ficando um pouco pra trás, subiu o nível:
—Tira a calça —ela disse enquanto me ajudava a soltar o cinto. Segundos depois, minha jeans já tinha ido embora.
Então, levantando ainda mais o vestido, ela se posicionou de novo por cima de mim, com a buceta dela roçando no meu pau duro, só separados pelo tecido fino da nossa roupa íntima. Como já estávamos os dois molhados e suados, a sensação foi muito real, quase como se não tivéssemos nada.
Ela começou a se mexer em cima de mim com mais vontade, e eu senti os lábios da buceta dela se abrindo e acolhendo meu pau através da calcinha molhada.
—Me toca! —disse Maria, já quase gemendo.
Sem pensar duas vezes, coloquei uma mão num dos peitos dela. Ela não tava de sutiã, e aproveitei pra enfiar a mão no decote e curtir de novo os biquinhos dela. A outra mão fui direto pra bunda dela, passando por baixo do vestido e da calcinha. Fiquei um tempão alternando entre os peitos e a bunda dela, aproveitando cada rebolada da Maria no meu pau.
Me deliciei nas nádegas firmes dela e, aos poucos, me aventurei um pouco mais longe, esticando meu braço o máximo que podia. Acariciava a bunda branca e macia dela, passando das nádegas até me introduzir de leve na racha dela. Esticando um pouco mais o braço, levei meus dedos mais fundo até tocar o cu dela. O esfíncter era bem apertadinho e muito macio ao toque. Com meu dedo indicador, toquei repetidamente e fui apertando até ceder um pouco, deixando minha unha entrar lá dentro. Ela não oferecia resistência nenhuma, e eu tava no limite. Meu dedo entrava um pouquinho e voltava a sair, repetindo a ação algumas vezes.
María gemia de prazer, no ritmo da minha intrusão anal, e isso foi o estopim pra eu gozar. Devia ter saído pelo menos meio litro. Sentia minha cueca completamente cheia, e a umidade era tanta que passava pra além da roupa íntima. Nesse estado, María descansou um minuto em cima de mim.
Virei a cabeça mais uma vez pra olhar a Tânia; de quatro, ela tava recebendo a pica do namorado enfiando a todo vapor. Da minha visão, dava pra ver a cara da mina e os peitos dela balançando a cada estocada. Ela levantou a cabeça e segurou meu olhar. A expressão dela era de puro tesão e safadeza, e tava toda corada e suada.

—Ei, não me abandona agora, hein. Você tem que aguentar mais um pouco! —disse Maria me distraindo.
Em seguida, ela baixou as alças do vestido e deixou os peitos jovens dela expostos. Isso ajudou, e meu pau começou a ficar duro de novo. Ela pegou minhas mãos e colocou sobre os seios dela, se acariciando com elas.
—Caramba! Como você nos deixou! — disse ela, se referindo à minha gozada que continuava se espalhando para além da minha cueca sobre a nossa pele.
Então, se levantando de leve, ela pegou minha sunga de um lado e me tirou dela, jogando pro lado. Sentou de novo em cima de mim, dessa vez direto no meu pau, que já reagiu na hora ao sentir o contato direto com a calcinha molhada dela. Pude sentir de novo o quanto a buceta dela era carnuda, que, como se fosse uma luva, envolveu meu pau com uma facilidade fantástica.
Pouco a pouco, Maria foi retomando um ritmo de vai e vem em cima de mim. Nessa altura, eu já tava no talo de novo. Ela, conforme sentia meu pau crescer debaixo da buceta dela, acentuava os movimentos e eles ficavam mais fortes, mais intensos, favorecendo ao máximo o contato entre nossos sexos.
Minha amiga tava completamente entregue ao prazer, e começou a gemer um pouco mais alto, chamando a atenção da Tânia e do namorado dela, que pararam pra observar. Provavelmente da perspectiva deles só parecia que a Maria tava me comendo com gosto.
—Porraaaa, que delícia! —gemeu com raiva.

Eu também curtia ao máximo. Os lábios da buceta dela se abriam pra receber meu pau através da calcinha e, com a umidade extrema, quase dava pra imaginar que a gente tava transando de verdade. Depois de uns minutos, a Maria soltou um gemido diferente, meio mudo, e tensionando o corpo em cima de mim, gozou intensamente.
Meu pau tava explodindo, mas também senti ele meio dolorido depois de tanta roçada no tecido da calcinha dela. Eu queria continuar, mas o orgasmo deixou minha amiga meio em transe, e mesmo que ela tenha retomado o movimento com uma certa preguiça, quase incomodava mais do que outra coisa.
De repente, como se tivesse adivinhado meus pensamentos, Maria se levantou e se colocou por cima de mim na posição de sessenta e nove. Ela agarrou meu pau com uma mão e começou a lamber ele suavemente com a língua e apertar com os lábios. A maciez da boca dela foi como um bálsamo pra mim. Ela me acariciava e lambia com delicadeza, da cabeça até a base, sem esquecer das minhas bolas. Tudo isso ela acompanhava com uma punheta deliciosa, no ritmo do movimento da boca dela.
A poucos centímetros do meu rosto ficou a virilha da minha amiga. Os cheiros que emanavam da calcinha dela eram de tirar o fôlego. Comecei a apalpar com tesão, a passar a mão na bunda dela e no volume da buceta por cima do pano. Depois, puxei a calcinha pro lado e me dediquei a explorar a xereca dela com meus dedos e minha língua. Tinha gosto de néctar sagrado.
Gozei cada minuto, era o paraíso, e inevitavelmente o próprio prazer me traiu e eu gozei de novo, só que dessa vez dentro da boca dela. Pelo visto, minha amiga não gostava de desperdiçar nada.
Quando voltei à realidade, vi que do nosso lado a Tânia já tinha terminado e o namorado dela estava se vestindo. Mas ela tinha ficado observando sentada na grama, ainda pelada e com uma mão na buceta. Resolvi começar a me vestir também, pegando a cueca e a calça que tinham ficado jogadas aos meus pés. A Maria se levantou e rapidamente conseguiu arrumar o vestido e a calcinha.
Parece que a nossa amiga Tânia não tava com pressa pra se vestir. Me pareceu que ela fazia de tudo pra prolongar aquilo, garantindo que eu tivesse tempo de ver ela inteirinha, cada cantinho. Ela vestiu o vestido curto por cima, espreguiçando bem o corpo, e quando foi colocar a calcinha, se inclinou pra frente sem dobrar os joelhos, me dando uma visão perfeita da bunda dela aberta e da buceta lisinha, tudo isso sem pressa nenhuma. ‘Olha só a menina’, pensei, agora entendia onde a Maria aprendeu a ser tão sem vergonha.
Quando terminamos de nos vestir, a Raquel e o namorado dela apareceram de novo. Ela tava com o cabelo todo embaraçado e o vestido meio desarrumado também. Sem dúvida, eles também devem ter se divertido pra caralho escondidos atrás de alguma árvore.
Foi ali mesmo que a gente se separou dos amigos da Maria; já tava bem tarde.
—Foi um prazer, Ramón, espero poder te ver de novo em breve —disse Tânia com uma certa malícia enquanto nos despedíamos com dois beijos.
—Igualmente —falei mordendo a língua, tentando esconder meu incômodo por ser chamado de "Ramón" de novo.
No final, a gente se despediu e cada casal foi pro seu lado. No caminho de volta, a Maria ficou bem quieta. Isso me deixou meio preocupado, e comecei a me encher de dúvidas e remorso. Talvez ela não esperasse que a coisa fosse tão longe e tava se arrependendo.
O que será que o Ramón ia achar disso tudo? O que a gente tinha feito ia muito além dos simples beijos e roçadas do primeiro dia. Até uma punheta seria justificável dadas certas circunstâncias, mas o que rolou naquela noite já era uma galhada da grossa. Talvez ele estivesse pensando em dar um fim no nosso acordo.
Quando cheguei na porta dela, quase comecei a falar sobre o que tinha rolado e soltar uma desculpa que fui preparando pelo caminho. Achei certo dar o primeiro passo pra lidar com tudo isso. Mas ela se adiantou:
—Porra… que gozada. Tô nas nuvens! Fazia tempo que não gozava tão gostoso assim. Muito obrigada, me diverti pra caralho —finalizou, e me deu um beijo ardente, enfiando a língua até o céu da minha boca.
Eu fiquei parado, sem reação. Não era a reação que eu esperava naquele momento, depois de ela ter ficado calada por tanto tempo. Já tinha criado um filme inteiro na minha cabeça, achando que minha amiga tava afetada, mas fiquei confuso. Não fazia ideia do que tudo isso significava.
—Ah! Quase me esqueci! —continuou Maria—. Toma, hoje você ganhou uma lembrancinha —e levantando o vestido, tirou a calcinha laranja na minha frente, e me ofereceu de presente.
Peguei elas com minhas mãos; ainda estavam encharcadas. Eu estava confuso, excitado, pasmo… Só consegui balbuciar um tímido “valeu”.
—Você está sendo um namorado reserva maravilhoso —disse ela piscando um olho—. Vou ter que te dar um aumento! Mas acho que hoje você não precisa mais aliviar as bolas —completou, rindo com malícia e roçando meu pacote por cima da calça.
A verdade é que as duas gozadas que a Maria tinha me dado em Las Alamedas me deixaram completamente vazio, até sentia minha buceta meio dolorida de tanto vai e vem.
—Ah! Mais uma coisa — acrescentou minha amiga —; vem amanhã na minha casa. Valeu? Meus pais tão trabalhando e meu irmão foi acampar com os amigos. Me dá um saco ficar entediada sozinha. Podemos ver um filme ou o que for. O que você acha?
—Claro… vou estar lá —respondi, ainda meio perturbado, pesando a importância do que tinha rolado naquela noite.
—Até amanhã! —ela me disse já da porta—. E obrigada de novo por fingir que é meu namorado. Ninguém desconfiou de nada, e ainda por cima me diverti pra caralho. Boa noite! —e sumiu rindo atrás da porta de vidro.
No caminho pra casa fiquei pensando. Parecia que pra Maria tudo era super normal, talvez ela não desse tanta importância pro sexo, como se fosse algo tão natural quanto comer ou beber. Além disso, ela sempre tinha um namorado atrás do outro; fazia parte do jeito dela. Naquela semana, ela tava me usando pra satisfazer as necessidades dela, e na semana anterior era o Ramon, e na outra, outro sortudo idiota, e por aí vai.
Mas pra mim, aqueles dias tinham virado minha vida de cabeça pra baixo. Eu tava apaixonado por ela desde antes de ter pelo na cara, e aquilo era um sonho realizado. Minha paixão platônica, minha fantasia desde a infância. Era ela, e tava me proporcionando as experiências mais eróticas e safadas da minha curta vida.
Cheguei em casa. Meus pais já estavam dormindo e, no escuro e sem fazer barulho, fui pro meu quarto. Guardei as preciosas calcinhas num saquinho que coloquei discretamente na gaveta do meu criado-mudo. Naquela noite dormi que nem uma pedra, sem saber o que o dia seguinte me reservava na casa da minha amiga.
CONTINUA...
5 comentários - O substituto do namorado: O encontro