Minha aluna Magui II

Valeu pelo apoio, aqui vai a segunda parte, aproveitem.

Mais tarde naquele dia, tô na aula quando chega uma mensagem da Magui. Era uma imagem, abro e o que vejo me deixou duro em mais de um sentido. Ela usando um sutiã bem fininho e uma tanga que sumia naquela bunda linda. Embaixo dizia "tô te esperando..."

Não dava pra acreditar, era mesmo pra mim aquela foto?

Tive um segundo pra ver a foto e gravar na memória, o sutiã que não escondia praticamente nada e aquela tanga combinando na cor preta que mais do que cobrir, só decorava aquela raba esculpida que convidava a se perder nela. Quando consegui reagir, ela apagou a imagem.

Isso queria dizer que eu não era o destinatário original da foto.

- Ai que tonta!!! Me desculpa!!

Depois de um minuto consegui responder:

- Que foi?- Me fazendo de sonso monumentalmente

- Não vai me dizer que não viu a foto que mandei sem querer!!

- Antes que eu conseguisse ver direito o que cê mandou, você já tinha apagado.

- Então viu alguma coisa, né? Kkkk

- Vi sim, não vou negar

- Uuuuuuuh, mandei sem querer, espero que não tenha te incomodado - ela disse num áudio. A voz dela me transportava na hora pra situação daquela manhã, quando ela tava com a mão na minha perna. Não deu pra evitar, fiquei duro só de pensar.

- Nada, nem a pau. Além disso, tô na aula e é um tédio. Pelo pouco que vi, cê tava gostosa hehe - Tinha que falar alguma coisa, não dava pra deixar passar.

- Me faz corar, seu bobo! Valeu mesmo, cê não viu muito, né? - ela respondia sempre com áudios e a voz parecia ficar mais sensual a cada palavra. Na minha cabeça, os pensamentos tavam a mil.

- Você teria que mandar de novo pra eu confirmar o que consegui ver - falei pra ver se ela embarcava. Demorou uns minutos e chegou uma foto nova. Senti o sangue bombear lá embaixo. Recebi a mesma foto de novo. Dava vontade de sair correndo pra casa dela, atravessar a cidade de qualquer jeito. - Repito que cê tá linda
—Você é muito gato!! — em seguida apagou a imagem
—Eita, por que você apagou?? — feito um otário, não salvei a foto
—Porque sim, como vou mandar fotos pro meu professor particular? rsrsrs além disso, amanhã a gente se vê de novo ou não, teacher?
— Sim, claro, no mesmo horário!
— Bom, então vou ficar te esperando...
Essa última mensagem me incendiou, essa gostosa brincava com fogo desde o primeiro momento e sabia exatamente como jogar.
O resto do dia passou sem nenhuma mensagem de nenhum dos dois.

Na manhã seguinte, acordei bem mais cedo do que o normal, sabia que ia vê-la, então a ansiedade me tirou da cama. Quando chegou a hora, cheguei na casa dela
— Oi, Teacher!! — ela me recebeu com um sorriso lindo e um beijo sonoro na bochecha. Tava divina, usava um short jeans desgastado, na verdade rasgado no pouco tecido das pernas e bem justinho, e uma camisa apertada. — Entra, vou pegar minhas coisas — Quando ela virou, a primeira coisa que fiz foi olhar pra rabeta dela e me deparar com a surpresa de que o short também era rasgado nos glúteos, além de ser minúsculo e parecer que ia sumir naquela bunda deliciosa. Fiquei besta olhando aquela rabeta magnífica aparecendo por todos os lados — Já volto — disse virando a cabeça e me pegando justo no flagra, só riu e parecia rebolar mais ao andar.
Tinha muita vontade de pular nela na hora e fazer minha ali no sofá, mas essa mina controlava absolutamente tudo.
Quando me toquei, me acomodei onde tinha estado no dia anterior, ela não demorou a aparecer, sentou do meu lado, o cheiro do perfume dela era uma mistura de mel com madeira e algumas flores, tinha o cabelo castanho claro, umas sardas quase imperceptíveis que a deixavam ainda mais linda.
Me segurando como pude, expliquei o assunto que ela tinha dificuldade, de novo fez uso do papel de menina mimada, coisa que eu adorava
— Isso é dificílimo, não entendo nada!! — disse fazendo birra
— hahaha já vai ver que não, olha, vou explicar de novo disse, puxando minha cadeira pra perto dela, que já tava bem colada.
— Vamo ver, me explica, mas devagarzinho, hein? — Ela brincava com a voz como ninguém e sabia me acender num segundo, enquanto falava isso, girou na cadeira e passou as pernas por cima da minha coxa.
Não dava mais, ela quase sentada em cima de mim, as pernas dela bem perto do meu volume que já tava no limite. Na hora, passei a mão nas pernas dela, meio sem jeito.
— Claaaaro, que boba!! Agora entendiiii, cê é um fofo!!! — falou isso dando pulinhos e se aproximando mais do meu pau preso na calça, eu, besta, só conseguia ver como, entre botão e botão da camisa, aqueles peitos brancos pulavam, e coloquei a mão na perna dela dizendo:
— Viu que não era difícil?
— Ai, cê é demais — respondeu mordendo o lábio de baixo, e antes que eu reagisse, me deu um beijo no canto da boca.
Eu passei as mãos nas pernas dela e me aproximei pra beijá-la. Nisso, ouvi a porta da frente fechar. A mãe tinha chegado e fodeu toda a situação.
Ela saiu de cima de mim rapidinho, e eu tentei me ajeitar como dava, óbvio que não conseguia abaixar a barraca que tava armada, e nisso percebi que a Maga tava me olhando de canto. Me tapei como pude e ela riu.
— Ai, gente, desculpa interromper, mas esqueci uns papéis do escritório.
— Sem problema nenhum — falei, puto pra caralho por dentro.
— Moleque, fica pra comer hoje, se quiser — Ela era muito amiga da minha mãe, então tinha uma certa intimidade comigo.
— Fico sim, assim tiro umas dúvidas que ficaram — disse a Maga fazendo biquinho como se mandasse um beijo, ou pelo menos foi o que me pareceu.

O almoço passou sem graça.
Depois de uma rápida sobremesa, a mãe voltou pro escritório. Íamos ficar sozinhos o resto do dia.
— Que calor do caralho!! Vamos cair na piscina — falou me puxando pela mão e indo pro quintal.
Na minha frente, ela tirou a camisa e o short, apontando aquela bunda linda na minha direção. Tava de Um bikini minúsculo que mal cobria os bicos dos peitos e uma fio dental pequenininha que sumia, contornando a cintura dela e desaparecendo, e ainda por cima ela puxou pra cima, enterrando ainda mais. Aquela raba pedia guerra!! E eu tava pronto pra dar!!
— Não vai entrar? — ela falou, me olhando da água, mordendo o lábio...

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