Olá, viciados em contos eróticos. Tô começando uma nova série de contos exatamente de onde parei na série anterior. Sugiro que leiam ela antes, porque, pra ser sincera, me molhei toda escrevendo e espero que vocês gostem também, e que curtam essa nova... Segunda-feira de manhã e tô indo pra escola. Parece um dia qualquer, mas eu sei que vai ser totalmente diferente. Na minha mente, não param de voar as imagens do fim de semana passado. Ainda não consigo acreditar no meu comportamento. Ando como se tivesse viajando e não paro de pensar que realmente amei tudo que rolou na casa do Gustavo, mas me bate um medo do que vai acontecer daqui pra frente. Não sei o que o Ricardo tá pensando e se ele vai contar pra mais alguém. Finalmente chego na sala de aula e, pelo visto, sou o primeiro dos quatro. Então meu dia começa normal, batendo papo com os outros colegas, até que vejo o Ricardo chegar. Não sei o que fazer, desvio o olhar, me sinto meio idiota. Aí chegam o Erick e o Gustavo. Parece que passaram o fim de semana inteiro juntos e, sem mais, chegam fazendo festa sobre o que rolou na casa do Gustavo, contando pra todo mundo o que perderam, sem dar detalhes do que aconteceu. Então me aproximo deles e a primeira coisa que ouço é o Gustavo dizendo: — Quando vai rolar outra festa igual? Erick: — É, Lalo, quando? Porra, você mandou muito, hein? Verdade, capitão? Ricardo: — A verdade é que eu também me diverti pra caralho. Ouvindo eles, não consegui fazer nada além de sorrir e me sentir mais tranquilo. Parece que todo mundo tava na mesma sintonia, então respondi todo animado: — No dia em que alguém tiver a casa livre pra ninguém encher o saco, hehe. Todos nos olhamos com cumplicidade e rimos. Assim passou o dia todo, sem maiores problemas. Então, no fim das aulas, como de costume, Erick, Gustavo e eu fomos direto pra minha casa. Fomos pro meu quarto e colocamos um filme novo. Eu me acomodei no meio deles e, quase como se fosse rotina, assim que eles tiraram os paus pra fora, eu peguei neles e comecei a brincar, masturbando num ritmo lento, e quase como seguindo o filme quando os atores aumentavam o ritmo, eu fazia com a minha mão, eventualmente pegava um pouco da minha saliva pra lubrificar a rola e aproveitava pra provar um pouco daquele líquido pré-seminal gostoso, hummm, que prazer que me dava, até que eles não aguentavam mais e gozavam na minha mão, e eu dava uma boa provada naquele semen gostoso. Depois disso, a gente continuava vendo o filme até ouvir minha mãe chegando, então eu me despedia e passava o dia como qualquer outro. No dia seguinte, a mesma coisa: depois da aula, íamos pra minha casa e assistíamos um filme enquanto eu masturbava os dois até eles gozarem. Assim se passaram quase duas semanas, virou uma rotina muito prazerosa. Pra falar a verdade, já era tão normal pra mim pegar na rola daqueles dois. Chegou um fim de semana prolongado porque tinha suspensão na segunda, e eu tava com uma tentação, me sentia meio inquieto. Fui pro meu quarto pra me masturbar, já que tava muito excitado, e percebi que já não me masturbava tanto assim, só ficava masturbando aqueles dois, e às vezes nem me tocava. Mas naquele dia tava muito tarado, então comecei a ver um filme e a me masturbar, quando ouvi alguém me chamando. Era minha mãe. Parece que um tio meu tava doente, grave, então fomos visitá-lo e passar a noite com ele, e pelo visto eu ia faltar na escola no dia seguinte. Assim se passaram mais dois dias. Já era quarta-feira de madrugada quando chegamos em casa, só queria dormir. Quinta-feira voltei pra escola. O dia parecia normal, mas eu ainda tava com uma ansiedade. A gente tava na aula de educação física, que eu gostava porque, além de poder jogar alguma coisa nas quadras, dava pra escapar pra cantina ou vagar por aí. Sem mais, organizamos um racha de basquete três contra três. Eu joguei no time contrário ao do Gustavo, e a verdade é que a gente era muito competitivo. O jogo tava acirrado, empatado, então o Gustavo, sem pensar, disse: — Parece que você não pensa em perder, hein Lalo? Então, se eu te ganhar, você já sabe o que tem que fazer. fazer hehe — Erick e Ricardo riram cúmplices com ele, isso me deixou com tesão na hora. Eu tava com a bola e mal conseguia me concentrar, tentava me aproximar da cesta quando o Gustavo tentou roubar a bola de mim, então num movimento natural de defesa virei de costas e protegi a bola. Ele tentou tirar de mim e, como é mais alto, me cobriu com o corpo todo, então, ao proteger a bola, inclinei meu corpo e bati com minha bunda nele. Foi quando senti um volume bem no meio das minhas nádegas. Por um segundo fiquei paralisado e senti uma pontada no meu pau. Sem perceber, o Gustavo roubou a bola, arremessou e fez a cesta. Eu continuei paralisado, com a cara vermelha, sem saber o que tinha acontecido. Assim terminou o jogo, e o Gustavo foi comemorar o arremesso dizendo: — Não esquece o que eu ganhei, hein? Hoje lá em casa, vai? Eu, sem pensar, respondi: — E pra que esperar? Não sei o que tava pensando, mas tinha uma necessidade estranha de fazer naquele momento, então pedi pra ele me acompanhar até o banheiro. Assim que entramos, empurrei ele pra dentro de um dos cubículos, quase desesperado, tirei o pau dele do short e me sentei na tampa do vaso, deixando o pinto dele bem na altura da minha boca. Comecei a chupar e beijar de um jeito ansioso, sugando como se quisesse tirar tudo que ele tinha dentro. Às vezes esquecia o quanto ele era grande e tentava enfiar tudo na boca, então não conseguia evitar alguns engasgos quando a ponta tocava minha garganta. Só tirava pra dizer o quanto ele era grande, pegava um pouco de ar e voltava a mamar aquela buceta gostosa. Ele não aguentava mais, e eu queria todo aquele leite que ele tinha, então segurei pela base e masturbei rapidamente enquanto sugava a ponta até receber uma descarga enorme, que custei a engolir completamente, mas fiz com prazer. Não parei de lamber o pau dele até deixar tudo limpinho antes de sair. Quando saímos do cubículo, o Erick tava lá nos olhando com um sorriso: — Erick: Não podiam esperar pra sair? Por sorte tava pra cobrir eles, dava pra ouvir os ânsias que o Lalo tava fazendo, falei que ele não tava bem e tava vomitando, os caras tão de sacanagem — Gustavo, e eu com isso? Fala pra ele que foi ele quem disse pra gente fazer agora — Eu: não fica bravo, Erick, ou será que você também quer? — Erick: então, a real é que sim, mas tô com medo de sermos pegos — Eu: se o Gustavo der toque, acho que não tem problema — Gustavo: pra mim de boa, mano, vai lá. Aí entrei no cubículo de novo e do mesmo jeito comecei a chupar aquela rola grossa, minha meta era conseguir meter aquele tronco inteiro na boca, era difícil mas aos poucos consegui, embora não por muito tempo, manter ela toda dentro, isso me deixava completamente alucinado. Tirei meu pau e comecei a me masturbar sem parar de chupar aquela rola gostosa, eu lambia ela como se fosse um pirulito e mais uma vez enfiei tudo na boca e acelerei meus movimentos tanto da mão quanto da cabeça até conseguir que ele gozasse, bem na hora que comecei a beber aquele leitinho gostoso eu comecei a gozar também, era uma sensação tão prazerosa, finalmente tinha me aliviado com a boca cheia de porra. Terminei de limpar o pau dele com a língua e saímos do cubículo, na porta do banheiro o Gustavo ainda tava lá e do lado dele o Ricardo, eles estavam conversando e rindo quando chegamos, perguntei pro Ricardo se ele tava na fila? Só riram, aí falei que era a vez dele....... Espero que tenham gostado desse novo relato, se sim, me avisem com seus pontos e comentários, e se alguém bateu uma pro meu relato, adoraria uma foto do seu pau todo cheio de porra.
3 comentários - Agora todo dia na aula