Minha primeira experiência lésbica

Uma amiga me indicou pra substituir ela por umas duas semanas no spa onde trabalhava e, com umas dicas do ambiente pesado, comecei super animada. Tudo foi maravilhoso e até me deixavam boas gorjetas. Já na metade da segunda semana, atendi uma senhora que eu via sempre, mas nunca tinha pegado ela. Ela tinha uma força meiga no olhar e sorria com prazer.

Começou a se despir e fazia disso uma verdadeira arte. Quando ficou só de fio dental e se deitou de bruços, fiquei entre surpresa e perturbada. Ela tinha uns 45 anos e um corpo igual ao meu, com uma bunda sem nenhuma imperfeição, e deitada daquele jeito era ainda mais esplêndida.

Derramei o óleo nas pernas e nádegas dela e comecei a massagear; meus olhos não paravam de olhar, e ela soltou uns sons gostosos. Segui o trabalho e ela começou a me contar sobre a separação, o filho que já tava saindo da adolescência, os tempos de hoje e tal. Pedi pra ela virar, o que ela fez com um sorrisinho e os olhos fechados. Suspirou fundo quando massageei as pernas dela e continuou falando sobre o erro que é se proibir coisas por pensamentos tão limitados aos nossos planos. Ela fez dois movimentos de cobra que levaram minha mão pra perto da buceta dela, e noutro momento toquei nos peitos dela.

Eu tava desconfortável e nervosa, com medo de que ela fosse uma provocadora escandalosa e também de rejeitá-la; afinal, ela era mais assídua que eu naquele spa. Queria que acabasse logo e não me vinha nenhum assunto pra relaxar, porque na real ela era linda de rosto também e eu não conseguia parar de admirá-la.

Ela suspirou, jogou os braços pra trás e abriu os olhos, parando minhas mãos que estavam de novo nas pernas dela.

— Chega! — falou.
— Fiz algo errado?
— Pelo contrário, bom demais. Faz tempo que ninguém me toca assim.

Ela sentou, tirou o fio dental e foi pro chuveiro. Como ela mexia a bunda, pelo amor de Deus, e os braços caídos sem tampar os peitos a deixavam ainda mais sensual. Eu fervia, confusa, e peguei o fio dental dela. tentada a sentir o cheiro dela. —O que tá acontecendo comigo, pelo amor de Deus? — Pensei e coloquei meu marido na cabeça, mas não, aquela mulher continuava me perturbando enquanto eu a via se acariciando através do vidro. Pendurei a calcinha dela ao alcance dela e arrumei a outra na maca. Ela saiu sorrindo e começou a se vestir, dizendo que tomara que na próxima vez desse sorte de cair comigo, ou se eu preferisse, podia chamar ela, disse me dando o cartão dela e que me atenderia na casa dela. — Depende de você. Completou. Ela tirou umas notas e me deu como gorjeta. — Você vale mais que isso — Sussurrou e me acariciou, roçando os lábios dela nos meus. A gorjeta era maior que o valor de uma hora de massagem, e eu me senti entre um objeto e alguém que não conseguiam explicar o que despertava nela. Eu precisava saber até onde eu iria, e disquei o número dela decidida a recusar ela na cara dela. Ela disse que sonhava com a minha ligação e sugeriu que, no dia combinado, eu pegasse um táxi que estaria dentro do meu orçamento, mesmo o condomínio fechado onde ela morava não sendo longe. Não sei quantas vezes estive prestes a falar pro taxista voltar pra casa, mas aquele aperto no meu estômago dizia que eu precisava chegar lá e decidir na hora. Na portaria já sabiam que eu chegaria e entramos sem burocracia. Cheguei no casarão moderníssimo dela, paguei a corrida e, antes de tocar a campainha, ela abriu a porta sorrindo, mostrando só o rosto. Entrei um caco de nervos e, quando ela fechou a porta, entendi porque só mostrava o rosto: ela estava de pijama curto, transparente, dava pra ver os peitos dela e a calcinha fio dental vermelha que destacava a pele morena dela. — Como você tá? — Disse pegando nas minhas mãos. — Não sei — Respondi perturbada — Não sei o que tô fazendo aqui. Ela acariciou minha bochecha e o perfume dela me invadiu. — Eu sei o que quero, por isso te esperava. Agora você me fala o que sente, sem barreira nenhuma. Levantei o olhar e olhei pra boca dela, na linguagem dela ela me ofereceu e eu avancei, ela me recebeu com uma paixão suave e sem limites. Ela inundou minha boca com língua e saliva e eu, desesperada, tentei acompanhar o ritmo. — Calma, pequenininha, mamãe vai te dar. a ensinar —disse ela, colocando minha mão no peito dela.
Ela colocou minha mão na bunda e me guiou até o quarto dela.

E aí a gente se ajoelhou no meio do colchão com um beijo apaixonado e um abraço de polvo.
Eu disse — Eu nunca
—Já sei, por isso gostei tanto de você e te escolhi, esse país tá cheio de mulher mal comida por causa de macho que só pensa no próprio prazer.
Não sei como ela me despiu e começou a percorrer meu corpo com a língua de cachorro, ofegante, descendo até meu umbigo, e eu me arquei, oferecendo minha buceta pra língua dela.
—Já vou, princesa gostosa, já vou.
—Chega! Chupa eu —supliquei
—O quê? —ela perguntou.
—Você sabe, vai logo!!!
—Não, não sei, me fala—
—A pussy, por favor, chupa minha pussy!!! —supliquei, ficando vermelha.
E ela desceu, e com ela desceram mil sonhos de fantasias, meus fluidos, minha vergonha, e minhas mãos afundando a cara dela na minha pussy pra gozar e regozar uma e mil vezes sem culpa de nada, porque o prazer era digno do limbo.
Fiquei encharcada de suor, exausta e possuída. Ela subiu com beijinhos até chegar na minha boca e me dar a saliva dela pra eu reconhecer o gosto dos meus fluidos. Ela saiu da cama, ficou de pé com as pernas bem abertas e um travesseiro no chão pra eu me ajoelhar, subiu uma perna na cama e com a mão dela guiou meu rosto até a buceta dela; e esfregou, se tocando nos peitos e gemendo, pedindo mais língua, e eu me desesperei naquele frenesi de dar prazer pra ela, e ela gozou na minha boca virgem. Ela me beijou docemente, profetizando que tem uma puta dentro de mim que vai me fazer explodir, me ajoelhou na beira da cama e chupou meu cu enquanto eu pedia —Chega, chega, por favor!!!
Depois de uns minutos, ela me virou pra me beijar e falar pra eu tomar banho, e lambeu de leve meus peitos.
—Você não vai arrombar meu cu?
Falei, entregue de vez.
Ela acariciou minhas nádegas e a gente entrelaçou as línguas.e tira um brinquedo enorme, me passa gel e eu com minha raba empinada, ele começa a me comer com o brinquedo no meu cu, que prazer, meus peitos balançavam enquanto ele metia na minha bunda com aquele brinquedo enorme, eu gritava e gemia que puta, me sentia ali de quatro sendo comida no cu, ele me vira e a gente se chocapeitos e esfregando nossas bucetas, gozamos juntasamostrasNós nos beijamos, o jeito que você amassava meus peitos me deixava com muito tesão, essa foi uma das minhas primeiras experiências com mulheres.

Minha primeira experiência lésbica

8 comentários - Minha primeira experiência lésbica

Relato recontra excitante. Sos tremendamente diosa! Ojalá pueda conocerte algún dia 😘😘😘😘
exelente relato .una experiencia divina .nos dejo quenchi
TENES QUE ENSEÑAR ESAS TETAS DIVINAS Y ESE CULO MAGNANIMO... NO SEAS MALITA.
El mejor relato lésbico que he leído en mi vida. Digo la verdad. Eso fue delicioso y hermoso. Te van 10 puntos.
Tengo la pija a punto de explotar! Bello relato