Embora tivesse decidido esquecer ele, pelo bem da minha família e da dele, ainda não conseguia me livrar do Lucho. O corpo tem memória e os beijos, carícias e lambidas dele continuavam me atormentando todo dia, toda noite.
Nem ter ficado com o Gurka, nem um encontro às pressas com o Juan Carlos, o motorista de ônibus, conseguiram me fazer esquecer daquele homem que tinha feito refém não só meu coração, mas também minha buceta.
Por isso, e mesmo tendo jurado que não ia cair naquela típica de toda mulher abandonada, voltei a mandar mensagens pra ele, dizendo que sentia falta, que precisava dele do meu lado, que minha cama tava fria sem ele nela. Até mandava fotos pelada, com um pedido desesperado:
Me come uma vez mais...
Sim, eu sei, mas não é humilhação se você tá apaixonada. Era igual uma viciada que arrancam a droga favorita dela e não aguenta mais a abstinência. Eu tava precisando de outra dose do Lucho. Precisava dele mais que qualquer coisa nessa vida.
Sem me dar por vencida, continuei escrevendo e ligando pra ele, até que um dia ele atendeu. Tava no escritório, então me tranquei no banheiro pra poder falar sossegada.
No começo, fiquei com medo dela me recriminar por ter ficado com o parceiro dela, mas ela nem tocou no assunto. Pelo contrário, falou do filho dela, o recém-nascido, dos problemas de saúde que ele tinha. Disse que não queria se afastar assim de repente, mas que precisava estar do lado da esposa naquele momento.
Falei pra ele que eu entendia, mas que ele me entendesse também.
—Não tô pedindo pra você largar ela, só quero ficar contigo um tempinho, só isso — tentei explicar, e pra não deixar dúvida, completei: — Só um programa num motel, é tudo que tô pedindo.
Combinamos de nos ver naquela mesma tarde. Eu insisti, porque depois de ter falado com ele, sabia que não ia conseguir ficar calada.
Vou buscar você no Garrahan, que é onde o bebê tá internado. Vou de carro pra evitar qualquer atraso chato.
Tô quase chegando quando vejo ele me esperando debaixo da ponte da avenida Brasil, onde a gente combinou, as mãos nos bolsos, o olhar atento, mas sem conseguir disfarçar um toque de preocupação.
Quando ela sobe, a gente se cumprimenta com um simples beijo na bochecha, sem ainda mostrar o tesão que a gente sente um pelo outro. Eu dou a partida e sigo pelo Brasil, pra entrar no motel que fica logo depois de atravessar Entre Ríos.
—Com esse negócio do bebê, tô tendo um monte de gastos... — ela começa a me falar, se referindo obviamente que não tinha grana pro hotel.
Cortei antes que ela continuasse.
—Não se preocupa, sou eu que quero ficar com você, então é justo eu pagar.
—Também quero ficar com você, só que acho arriscado demais ficar indo sempre na sua casa, e pra sair, bom, não tô no meu melhor momento.
Suas palavras me enterneceram. Ela tava me evitando não porque não queria ficar comigo, mas porque queria me poupar de qualquer problema, já que vivia indo na minha casa, e por causa do nascimento do bebê dela, não tinha grana pra gente se ver em outro lugar.
Sem sair ainda do carro, me jogo em cima dele e o encho de beijos. Sentir a língua dele de novo entre meus lábios é como saborear a ambrosia do Paraíso. Pura delícia.
—Não gosto de você porque tem grana, é um gostoso ou é um filho da puta, gosto de você pelo que você é, taxista, reprodutor serial de filhos, e pelo jeito que me come, e não tô nem aí se tiver que pagar um motel pra gente ficar junto, cê não sabe que a gente tá na era do matriarcado? — falo como uma declaração e volto a beijá-lo com toda essa paixão que a proximidade dele me provoca.
Descemos do carro e, depois de pagar em dinheiro, subimos pro quarto, onde continuamos nos beijando como se quiséssemos recuperar em um só instante todo aquele tempo que passamos separados.
Os beijos, as carícias, as chupadas, tudo volta, potencializado pela separação. Agora, em vez de um, somos dois viciados prontos pra dar uma overdose um no outro.
Juntos caímos na cama, sem desgrudar os lábios, nos esfregando, sentindo o fogo da paixão crescer dentro da gente.
Minha mão desliza pelo corpo dela até se encaixar no vértice da sua entreperna. Ali, onde as forças da natureza parecem confluir em toda a sua intensidade.
Aperto o volume dele, sentindo aquela pulsação excitante que anuncia a felicidade absoluta. "A razão da minha loucura", penso quando sinto ele inchando sob o cerco do meu toque.
Me afasto dos lábios dela e desço até minha zona de conforto, sentindo que poderia me perder fácil naquele corpo que estimula todos os meus sentidos.
Desabotoo a calça dele e enfio a mão lá dentro, me queimando com aquele calor vital, único e precioso.
Quando eu tiro, já tá dura, escorrendo de vontade, exibindo tudo aquilo que me faz perder a cabeça. Vou batendo uma devagar, curtindo com os dedos a maciez da pele dela e a sinuosidade dessa rede de veias que se espalha e se ramifica por todo o contorno.
Beijo ela de frente e de lado, molhando meus lábios no néctar perfumado da virilidade dela. Com a língua, vou pra cima e pra baixo, pros lados, reencontrando o gosto dela que tantas vezes desejei.
Ao chegar na ponta, encho a glande de beijos, sentindo ela pulsar com uma pressa agressiva. Eu mordo e chupo, me segurando pra não dar uma mordida de verdade.
— Adoro chupar sua pica... passaria o dia inteiro chupando seu pau... — falo pra ela, pra agora sim, comer ela dobrada, sentindo as pulsações dela ecoarem no meu céu da boca inteiro.
Eu vou baixando a calça e a cueca dele quase até os joelhos, sempre beijando aquela buceta, mergulho entre os ovos dele pra chupar também, enchendo a boca com os caralhos que se agitam ao redor. Mas não paro por aí, vou até aquela área entre os ovos e o cu, lambendo até a borda toda do ânus.
O prazer dela é o meu, já que sentir ela curtindo minhas carícias alegra minha alma.
Me levanto e tiro a roupa, enquanto ele tira o que ainda tem vestido. Ali parada, olhando pra ele com ansiedade e depravação, enfio os dedos dentro da minha pussy, sentindo o calor e a umidade aumentarem cada vez mais.
Sento em cima de você, de cócoras, e abrindo os lábios com dois dedinhos em V, vou enfiando toda essa porra bem até as bolas.
Enfio tudo pra dentro, bem acomodadinha, deixando essa sensação de prazer e bem-estar, de me sentir muito bem comida, se espalhar pelo corpo todo.
O Lucho não precisa de mais nada além de meter em mim pra todas as minhas emoções começarem a desabar.
Apoiando as mãos nas pernas dela, começo a subir e descer, enfiando sem parar, aproveitando cada centímetro do caminho, desde que sai até que entra, afundando inteira nos confins da minha buceta.
Da posição privilegiada dele, deitado de costas debaixo de mim, o Lucho começa me acariciando as pernas, depois a raba, o quadril, me apalpa bem os peitos, e me envolvendo nos braços dele, me puxa pro corpo dele pra me beijar com aquele sentimento que, entre nós dois, parece crescer cada vez mais a cada encontro.
Respondo com um beijo ainda mais intenso, desejando me perder para sempre na boca dela.
Sem parar de beijá-lo, começo a me mexer de novo, sentindo ele pulsar com muito mais intensidade ainda.
As mãos dele, os lábios dele, o pau dele, o corpo dele se esfregando no meu, tudo faz parte dessa paixão que nos prende e nos mantém cativos.
Sou uma mulher casada, tenho um filho, família, uma vida feita, mas se naquele momento ele me pedisse, teria ido com ele até o fim do mundo.
Até me animo a fantasiar com a ideia de ficar grávida. Um filho nosso nos uniria pra sempre, igual tô ligada ao Bruno, o pai do Ro.
Mas ela já tem um filho, na verdade tem cinco, um a mais não mudaria muito a equação. Além disso, não queria ser como as outras mulheres dele, que com certeza deixaram encher a barriga pra segurar ele.
Não digo que o quero com palavras, mas expresso isso com beijos, com carícias, com a linguagem do meu corpo que se funde com o dele numa plenitude gostosa e absoluta.
Mais umas cavalgadas e a gente termina junto, entre suspiros, gemidos e também lágrimas da minha parte.
Me sinto mais viva do que nunca quando ele me enche de leite de novo, derramando dentro de mim aquele fogo líquido que me arrasa e purifica toda por dentro.
É aí que eu quero estar, onde quero morrer, nos braços dela, me sentindo parte dela, de corpo e alma.
—Vou morar em Rosário — ela me diz depois daquele primeiro orgasmo que me deixou em completo estado de graça.
Tenho o sêmen dele, a essência dele, se dissolvendo dentro de mim e ainda assim estou perdendo.
Os pais dele estão lá e podem dar uma força até ele se reerguer financeiramente.
—Têm uma ferragem e uns parafusos e porcas, pelo que eu entendi — brinca, numa alusão óbvia à penetração de um no outro.
Não falo nada, só penso em aproveitar o momento e guardar na memória a lembrança do corpo dele dentro do meu.
Mesmo depois de ter gozado, ele ainda continua com o pau bem duro, então eu chupo ele de novo pra manter essa ereção pela qual eu hipotecaria até minha vida.
Me deito de costas e abro as pernas, oferecendo minha buceta molhada e quente, do jeito que ele mesmo deixou depois daquela primeira foda.
Antes de mais nada, ela me chupa, desenhando com a língua os traços mais sensíveis e excitantes. Vou sentir falta do jeito dela de me chupar, como ela sabe onde tem que apertar e onde não, pra me provocar aquelas sensações únicas e incomparáveis. Porque não é só chupar e lamber, tem que saber comer uma buceta, e nisso o Lucho é um verdadeiro mestre.
Já tô quase no ponto, caramelo, ele se coloca por cima de mim, e com a pica dura feito pedra, esfrega ela nos meus lábios, me fazendo sentir todo o peso e grossura. Umas esfregadinhas, ele mete e começa a me foder com a intensidade que merece nossa última vez juntos.
Apoio minhas pernas em volta do quadril dele e me movo junto, ávida, safada, insaciável, me apertando contra o corpo dele, me deixando penetrar até o fundo.
Esse é o meu mundo ideal, Lucho, eu e uma cama pra gente se amar à vontade, sem restrições.
Quero ser toda sua, então empurro ele de leve e viro de costas. Enterro o rosto no travesseiro e levanto a raba, oferecendo pra ele me arrebentar mais uma vez.
—Me fode, me arrebenta bem a buceta! — falo, louca de vontade de dar pra ele, pro pau DELE.
Toda melada de lubrificante e líquido pré-gozo, ele coloca entre minhas nádegas e, com um empurrão delicado, viola sem problemas a estreiteza do meu buraco. Solto um gemido cheio de satisfação ao sentir ele entrando por trás, duro, vibrante, invasivo.
- Ahhhhh..., que gostoso..., sinto você todinho...! - me arrepio, a voz entrecortada pela excitação.
O Lucho praticamente se deita sobre minhas costas e com movimentos firmes e certeiros começa a se mexer, primeiro de um jeito quase carinhoso, como se não quisesse me machucar, mas aos poucos, à medida que a putaria supera a razão, a única coisa que importa pra ele é enfiar a pica o mais fundo possível.
Mesmo presa debaixo do corpo dele, tento me esfregar nele, sentir ele, me encharcar no suor dele.
Me agarra pelos cabelos como se fosse a crina de uma gostosa e, entre gemidos exaltados, vai se movendo cada vez mais rápido.
PLAP - PLAP - PLAP - PLAP - PLAP - PLAP
Começo a gritar, de prazer não de dor, sacudida por essas pirocadas que me levam a um delírio absoluto.
—Então o Gurka te come assim...? — ela me pergunta de repente, pegando minha infidelidade com o parceiro dela. — Gostou de dar pra ele, putinha?
Claro que eu gostei, adorei, e vou continuar dando pra ele todas as vezes que eu quiser. É isso que eu penso, mas óbvio que não falo pra ele.
—Você me come muito melhor... — garanto a ele — Adoro como você me faz a bunda!
Não paro de pedir desculpa enquanto encho minha buceta de porra.
Cai em cima de mim, ofegante, convulsivo, me arrastando na ponta da pica pra um prazer que, se tiver que ser o último, vai ficar marcado a fogo na memória da minha buceta.
Acabo com ele, misturando nós dois dentro de mim, formando uma corrente quente, turbulenta e efusiva, que me arrasa e me aniquila por dentro.
Fico agarradinha nele mesmo depois do orgasmo, curtindo a proximidade do corpo dele, o calor, a respiração na minha nuca. Não quero que ele se afaste, não quero que tire de dentro de mim, mas além da idealização que eu tinha feito dele, ele acaba sendo um homem como qualquer outro, e depois da foda, os carinhos ficam fora de contexto.
Enquanto se veste, me pede desculpas por ter me chamado de puta.
—Você não precisa se desculpar — falo pra ela — Onde quer que esteja, sempre vou ser sua putinha.
Saímos do hotel, deixo ele na porta do Garrahan e sigo meu caminho pensando que, no fim das contas, e parafraseando o Fito, "Rosario sempre esteve perto"...
Nem ter ficado com o Gurka, nem um encontro às pressas com o Juan Carlos, o motorista de ônibus, conseguiram me fazer esquecer daquele homem que tinha feito refém não só meu coração, mas também minha buceta.
Por isso, e mesmo tendo jurado que não ia cair naquela típica de toda mulher abandonada, voltei a mandar mensagens pra ele, dizendo que sentia falta, que precisava dele do meu lado, que minha cama tava fria sem ele nela. Até mandava fotos pelada, com um pedido desesperado:
Me come uma vez mais...
Sim, eu sei, mas não é humilhação se você tá apaixonada. Era igual uma viciada que arrancam a droga favorita dela e não aguenta mais a abstinência. Eu tava precisando de outra dose do Lucho. Precisava dele mais que qualquer coisa nessa vida.
Sem me dar por vencida, continuei escrevendo e ligando pra ele, até que um dia ele atendeu. Tava no escritório, então me tranquei no banheiro pra poder falar sossegada.
No começo, fiquei com medo dela me recriminar por ter ficado com o parceiro dela, mas ela nem tocou no assunto. Pelo contrário, falou do filho dela, o recém-nascido, dos problemas de saúde que ele tinha. Disse que não queria se afastar assim de repente, mas que precisava estar do lado da esposa naquele momento.
Falei pra ele que eu entendia, mas que ele me entendesse também.
—Não tô pedindo pra você largar ela, só quero ficar contigo um tempinho, só isso — tentei explicar, e pra não deixar dúvida, completei: — Só um programa num motel, é tudo que tô pedindo.
Combinamos de nos ver naquela mesma tarde. Eu insisti, porque depois de ter falado com ele, sabia que não ia conseguir ficar calada.
Vou buscar você no Garrahan, que é onde o bebê tá internado. Vou de carro pra evitar qualquer atraso chato.
Tô quase chegando quando vejo ele me esperando debaixo da ponte da avenida Brasil, onde a gente combinou, as mãos nos bolsos, o olhar atento, mas sem conseguir disfarçar um toque de preocupação.
Quando ela sobe, a gente se cumprimenta com um simples beijo na bochecha, sem ainda mostrar o tesão que a gente sente um pelo outro. Eu dou a partida e sigo pelo Brasil, pra entrar no motel que fica logo depois de atravessar Entre Ríos.
—Com esse negócio do bebê, tô tendo um monte de gastos... — ela começa a me falar, se referindo obviamente que não tinha grana pro hotel.
Cortei antes que ela continuasse.
—Não se preocupa, sou eu que quero ficar com você, então é justo eu pagar.
—Também quero ficar com você, só que acho arriscado demais ficar indo sempre na sua casa, e pra sair, bom, não tô no meu melhor momento.
Suas palavras me enterneceram. Ela tava me evitando não porque não queria ficar comigo, mas porque queria me poupar de qualquer problema, já que vivia indo na minha casa, e por causa do nascimento do bebê dela, não tinha grana pra gente se ver em outro lugar.
Sem sair ainda do carro, me jogo em cima dele e o encho de beijos. Sentir a língua dele de novo entre meus lábios é como saborear a ambrosia do Paraíso. Pura delícia.
—Não gosto de você porque tem grana, é um gostoso ou é um filho da puta, gosto de você pelo que você é, taxista, reprodutor serial de filhos, e pelo jeito que me come, e não tô nem aí se tiver que pagar um motel pra gente ficar junto, cê não sabe que a gente tá na era do matriarcado? — falo como uma declaração e volto a beijá-lo com toda essa paixão que a proximidade dele me provoca.
Descemos do carro e, depois de pagar em dinheiro, subimos pro quarto, onde continuamos nos beijando como se quiséssemos recuperar em um só instante todo aquele tempo que passamos separados.
Os beijos, as carícias, as chupadas, tudo volta, potencializado pela separação. Agora, em vez de um, somos dois viciados prontos pra dar uma overdose um no outro.
Juntos caímos na cama, sem desgrudar os lábios, nos esfregando, sentindo o fogo da paixão crescer dentro da gente.
Minha mão desliza pelo corpo dela até se encaixar no vértice da sua entreperna. Ali, onde as forças da natureza parecem confluir em toda a sua intensidade.
Aperto o volume dele, sentindo aquela pulsação excitante que anuncia a felicidade absoluta. "A razão da minha loucura", penso quando sinto ele inchando sob o cerco do meu toque.
Me afasto dos lábios dela e desço até minha zona de conforto, sentindo que poderia me perder fácil naquele corpo que estimula todos os meus sentidos.
Desabotoo a calça dele e enfio a mão lá dentro, me queimando com aquele calor vital, único e precioso.
Quando eu tiro, já tá dura, escorrendo de vontade, exibindo tudo aquilo que me faz perder a cabeça. Vou batendo uma devagar, curtindo com os dedos a maciez da pele dela e a sinuosidade dessa rede de veias que se espalha e se ramifica por todo o contorno.
Beijo ela de frente e de lado, molhando meus lábios no néctar perfumado da virilidade dela. Com a língua, vou pra cima e pra baixo, pros lados, reencontrando o gosto dela que tantas vezes desejei.
Ao chegar na ponta, encho a glande de beijos, sentindo ela pulsar com uma pressa agressiva. Eu mordo e chupo, me segurando pra não dar uma mordida de verdade.
— Adoro chupar sua pica... passaria o dia inteiro chupando seu pau... — falo pra ela, pra agora sim, comer ela dobrada, sentindo as pulsações dela ecoarem no meu céu da boca inteiro.
Eu vou baixando a calça e a cueca dele quase até os joelhos, sempre beijando aquela buceta, mergulho entre os ovos dele pra chupar também, enchendo a boca com os caralhos que se agitam ao redor. Mas não paro por aí, vou até aquela área entre os ovos e o cu, lambendo até a borda toda do ânus.
O prazer dela é o meu, já que sentir ela curtindo minhas carícias alegra minha alma.
Me levanto e tiro a roupa, enquanto ele tira o que ainda tem vestido. Ali parada, olhando pra ele com ansiedade e depravação, enfio os dedos dentro da minha pussy, sentindo o calor e a umidade aumentarem cada vez mais.
Sento em cima de você, de cócoras, e abrindo os lábios com dois dedinhos em V, vou enfiando toda essa porra bem até as bolas.
Enfio tudo pra dentro, bem acomodadinha, deixando essa sensação de prazer e bem-estar, de me sentir muito bem comida, se espalhar pelo corpo todo.
O Lucho não precisa de mais nada além de meter em mim pra todas as minhas emoções começarem a desabar.
Apoiando as mãos nas pernas dela, começo a subir e descer, enfiando sem parar, aproveitando cada centímetro do caminho, desde que sai até que entra, afundando inteira nos confins da minha buceta.
Da posição privilegiada dele, deitado de costas debaixo de mim, o Lucho começa me acariciando as pernas, depois a raba, o quadril, me apalpa bem os peitos, e me envolvendo nos braços dele, me puxa pro corpo dele pra me beijar com aquele sentimento que, entre nós dois, parece crescer cada vez mais a cada encontro.
Respondo com um beijo ainda mais intenso, desejando me perder para sempre na boca dela.
Sem parar de beijá-lo, começo a me mexer de novo, sentindo ele pulsar com muito mais intensidade ainda.
As mãos dele, os lábios dele, o pau dele, o corpo dele se esfregando no meu, tudo faz parte dessa paixão que nos prende e nos mantém cativos.
Sou uma mulher casada, tenho um filho, família, uma vida feita, mas se naquele momento ele me pedisse, teria ido com ele até o fim do mundo.
Até me animo a fantasiar com a ideia de ficar grávida. Um filho nosso nos uniria pra sempre, igual tô ligada ao Bruno, o pai do Ro.
Mas ela já tem um filho, na verdade tem cinco, um a mais não mudaria muito a equação. Além disso, não queria ser como as outras mulheres dele, que com certeza deixaram encher a barriga pra segurar ele.
Não digo que o quero com palavras, mas expresso isso com beijos, com carícias, com a linguagem do meu corpo que se funde com o dele numa plenitude gostosa e absoluta.
Mais umas cavalgadas e a gente termina junto, entre suspiros, gemidos e também lágrimas da minha parte.
Me sinto mais viva do que nunca quando ele me enche de leite de novo, derramando dentro de mim aquele fogo líquido que me arrasa e purifica toda por dentro.
É aí que eu quero estar, onde quero morrer, nos braços dela, me sentindo parte dela, de corpo e alma.
—Vou morar em Rosário — ela me diz depois daquele primeiro orgasmo que me deixou em completo estado de graça.
Tenho o sêmen dele, a essência dele, se dissolvendo dentro de mim e ainda assim estou perdendo.
Os pais dele estão lá e podem dar uma força até ele se reerguer financeiramente.
—Têm uma ferragem e uns parafusos e porcas, pelo que eu entendi — brinca, numa alusão óbvia à penetração de um no outro.
Não falo nada, só penso em aproveitar o momento e guardar na memória a lembrança do corpo dele dentro do meu.
Mesmo depois de ter gozado, ele ainda continua com o pau bem duro, então eu chupo ele de novo pra manter essa ereção pela qual eu hipotecaria até minha vida.
Me deito de costas e abro as pernas, oferecendo minha buceta molhada e quente, do jeito que ele mesmo deixou depois daquela primeira foda.
Antes de mais nada, ela me chupa, desenhando com a língua os traços mais sensíveis e excitantes. Vou sentir falta do jeito dela de me chupar, como ela sabe onde tem que apertar e onde não, pra me provocar aquelas sensações únicas e incomparáveis. Porque não é só chupar e lamber, tem que saber comer uma buceta, e nisso o Lucho é um verdadeiro mestre.
Já tô quase no ponto, caramelo, ele se coloca por cima de mim, e com a pica dura feito pedra, esfrega ela nos meus lábios, me fazendo sentir todo o peso e grossura. Umas esfregadinhas, ele mete e começa a me foder com a intensidade que merece nossa última vez juntos.
Apoio minhas pernas em volta do quadril dele e me movo junto, ávida, safada, insaciável, me apertando contra o corpo dele, me deixando penetrar até o fundo.
Esse é o meu mundo ideal, Lucho, eu e uma cama pra gente se amar à vontade, sem restrições.
Quero ser toda sua, então empurro ele de leve e viro de costas. Enterro o rosto no travesseiro e levanto a raba, oferecendo pra ele me arrebentar mais uma vez.
—Me fode, me arrebenta bem a buceta! — falo, louca de vontade de dar pra ele, pro pau DELE.
Toda melada de lubrificante e líquido pré-gozo, ele coloca entre minhas nádegas e, com um empurrão delicado, viola sem problemas a estreiteza do meu buraco. Solto um gemido cheio de satisfação ao sentir ele entrando por trás, duro, vibrante, invasivo.
- Ahhhhh..., que gostoso..., sinto você todinho...! - me arrepio, a voz entrecortada pela excitação.
O Lucho praticamente se deita sobre minhas costas e com movimentos firmes e certeiros começa a se mexer, primeiro de um jeito quase carinhoso, como se não quisesse me machucar, mas aos poucos, à medida que a putaria supera a razão, a única coisa que importa pra ele é enfiar a pica o mais fundo possível.
Mesmo presa debaixo do corpo dele, tento me esfregar nele, sentir ele, me encharcar no suor dele.
Me agarra pelos cabelos como se fosse a crina de uma gostosa e, entre gemidos exaltados, vai se movendo cada vez mais rápido.
PLAP - PLAP - PLAP - PLAP - PLAP - PLAP
Começo a gritar, de prazer não de dor, sacudida por essas pirocadas que me levam a um delírio absoluto.
—Então o Gurka te come assim...? — ela me pergunta de repente, pegando minha infidelidade com o parceiro dela. — Gostou de dar pra ele, putinha?
Claro que eu gostei, adorei, e vou continuar dando pra ele todas as vezes que eu quiser. É isso que eu penso, mas óbvio que não falo pra ele.
—Você me come muito melhor... — garanto a ele — Adoro como você me faz a bunda!
Não paro de pedir desculpa enquanto encho minha buceta de porra.
Cai em cima de mim, ofegante, convulsivo, me arrastando na ponta da pica pra um prazer que, se tiver que ser o último, vai ficar marcado a fogo na memória da minha buceta.
Acabo com ele, misturando nós dois dentro de mim, formando uma corrente quente, turbulenta e efusiva, que me arrasa e me aniquila por dentro.
Fico agarradinha nele mesmo depois do orgasmo, curtindo a proximidade do corpo dele, o calor, a respiração na minha nuca. Não quero que ele se afaste, não quero que tire de dentro de mim, mas além da idealização que eu tinha feito dele, ele acaba sendo um homem como qualquer outro, e depois da foda, os carinhos ficam fora de contexto.
Enquanto se veste, me pede desculpas por ter me chamado de puta.
—Você não precisa se desculpar — falo pra ela — Onde quer que esteja, sempre vou ser sua putinha.
Saímos do hotel, deixo ele na porta do Garrahan e sigo meu caminho pensando que, no fim das contas, e parafraseando o Fito, "Rosario sempre esteve perto"...
20 comentários - O último gozo...
Como siempre van puntos... Besos Reina del sexo.
Van diez puntos.
Van diez puntos.