Fazia tempo que eu tava de olho em outros homens. Passava pela minha cabeça como seria bom ser comida por um daqueles desconhecidos. Comecei a ter vontade de experimentar coisas diferentes. Me excitava só de pensar e, aos poucos, fui percebendo que queria dar um chifre no meu marido.
Naquele dia, eu tava sozinha em casa. Meu marido tava trabalhando em Miramar e só voltava no dia seguinte. Eu não tinha outra responsabilidade além de abrir e fechar a porta pro pedreiro que tava terminando a obra do terraço da minha casa. Já era quase verão, eu tava de saia curta e uma blusa fina cobrindo meu sutiã preto.
Às quatro da tarde, a campainha tocou e eu abri a porta. João cumprimentou e entrou com uma caixa de ferramentas, umjeanse uma camiseta de algodão. Ele tava bem bonito, em boa forma física e, pra ser sincera, na semana que tava trabalhando aqui em casa já tinha me excitado umas duas vezes só de olhar pra ele. Ele foi pra varanda e começou a trabalhar. Eu tava preparando o segundo café do dia na cozinha enquanto olhava pra ele pela janela. Aí comecei a imaginar aquele homem, que tava ajoelhado no chão da minha varanda, vindo pra cozinha e me agarrando por trás sem dizer nada. Pensei que era o último dia de serviço dele aqui. Depois pensei que isso não ia rolar. Logo em seguida, pensei que faria alguma coisa pra acontecer.
Senti que tava molhada e com vontade de me masturbar. Nesse momento, Juan se virou pra janela, de joelhos, levantou a cabeça pra me olhar e perguntou se eu podia desligar a luz por meia hora pra ele instalar a última tomada.
Eram quatro e meia da tarde. Falei pra ele desligar o disjuntor. Ele se levantou do chão, entrou pela porta de vidro da cozinha e, quando passou por mim pra ir desligar a eletricidade, disse: "Também não tem seu marido hoje?" Percebi que fiquei vermelha. Ele notou e baixou o olhar pros meus peitos. Percebi que meus mamilos estavam duros e marcando na lycra do meu sutiã. Então falei pra ele: "Meu marido não me dá muita atenção ultimamente." Ele olhou um pouco mais pra baixo, pras minhas pernas, e eu abri um pouco pra ele entender que podia me pegar se quisesse.
Enquanto eu dizia isso, ele agarrou meu ombro forte com uma mão enquanto com a outra me segurou pela cintura. Me virou enquanto me segurava firme e me deixou oferecendo minha bunda na altura do volume dele. Colocou minhas mãos na pia, pegou meu cabelo e jogou pro lado do pescoço.
Com a outra mão, ele agarrou minha calcinha fio-dental por baixo da saia, enfiou os dedos. Abri as pernas um pouco, o máximo que a calcinha no meio das minhas pernas permitia. Lembro que naquele momento eu tava molhada como se já tivesse gozado. Corrido duas vezes. Sabia o que ia receber daqui a pouco e tava escorrendo. Ouvi ele abaixar o zíper da calça e ele falou: "abre pra mim". Ele baixou meu corpete até deixar meus peitos de fora e meus bicos roçando na pia.
Ele aproximou o pau com a mão da minha pussy, apertou ele contra a minha racha pra eu sentir como tava duro. Naquele momento eu pedi: me come. Ele desceu a cabeça do pau desde meu clitóris pra trás, me abrindo igual uma flor enquanto fazia isso. Aí ele empurrou forte e meteu o cock bem duro e bem fundo. Eu soltei um gritinho (entre satisfação e dor), senti que ia gozar assim que ele tirasse um pouco e metesse de novo tão fundo. Foi o que ele fez. Ele tirou até a metade, e quando meteu de novo até o fundo, senti o cum molhando o cock dele enquanto ele metia e tirava. Juan se surpreendeu de eu gozar tão rápido, e ao perceber que eu já tinha ido e que o pau dele tava molhado com meus sucos, chegou perto do meu ouvido pra falar: "você é uma porca gostosa".
Naquele momento eu soube que não tava mais no controle. Ele ia me comer até ficar satisfeito. Ele encostou minha cara na pedra da pia, jogou o quadril pra trás pra sair da minha pussy, levantou minha bunda com uma mão, molhou os dedos com a língua e abriu minhas nádegas enquanto acariciava meu cu com os dedos molhados. Ele segurou a cabeça do pau pra dar uma pancada bem forte na minha bunda. Eu me agarrei firme na pia e apertei os dentes enquanto sentia ele abrindo o buraco do meu cu com a ponta da cabeça do pau. No começo tentei apertar e fechar o cu, mas ele já tava com o pau bem apontado, então eu abri bem as pernas, abri a nádega com uma mão e deixei o cu bem aberto pra ele meter com facilidade. Senti ele me abrindo enquanto metia. Ele começou a me comer bem forte enquanto apertava minhas cadeiras e abria minha bunda pra chegar mais fundo. A Na quinta ou na sexta enfiada, eu comecei a gozar do jeito mais forte que já gozei. Comecei a escorrer pela frente enquanto ele metia no meu cu. Coloquei a mão no clitóris e me masturbei toda molhada até começar a pingar no chão. Quando ele percebeu que meus sucos já estavam no chão da cozinha, deu duas enfiadas fortes enquanto puxava meu cabelo, e senti ele enchendo meu cu de porra. Empurrou mais uma vez bem fundo, e foi tirando enquanto eu gemia que nem uma putinha.
Guardou o pau na calça, fechou o zíper e voltou ao trabalho sem dizer nada.
Naquele dia, eu tava sozinha em casa. Meu marido tava trabalhando em Miramar e só voltava no dia seguinte. Eu não tinha outra responsabilidade além de abrir e fechar a porta pro pedreiro que tava terminando a obra do terraço da minha casa. Já era quase verão, eu tava de saia curta e uma blusa fina cobrindo meu sutiã preto.
Às quatro da tarde, a campainha tocou e eu abri a porta. João cumprimentou e entrou com uma caixa de ferramentas, umjeanse uma camiseta de algodão. Ele tava bem bonito, em boa forma física e, pra ser sincera, na semana que tava trabalhando aqui em casa já tinha me excitado umas duas vezes só de olhar pra ele. Ele foi pra varanda e começou a trabalhar. Eu tava preparando o segundo café do dia na cozinha enquanto olhava pra ele pela janela. Aí comecei a imaginar aquele homem, que tava ajoelhado no chão da minha varanda, vindo pra cozinha e me agarrando por trás sem dizer nada. Pensei que era o último dia de serviço dele aqui. Depois pensei que isso não ia rolar. Logo em seguida, pensei que faria alguma coisa pra acontecer.
Senti que tava molhada e com vontade de me masturbar. Nesse momento, Juan se virou pra janela, de joelhos, levantou a cabeça pra me olhar e perguntou se eu podia desligar a luz por meia hora pra ele instalar a última tomada.
Eram quatro e meia da tarde. Falei pra ele desligar o disjuntor. Ele se levantou do chão, entrou pela porta de vidro da cozinha e, quando passou por mim pra ir desligar a eletricidade, disse: "Também não tem seu marido hoje?" Percebi que fiquei vermelha. Ele notou e baixou o olhar pros meus peitos. Percebi que meus mamilos estavam duros e marcando na lycra do meu sutiã. Então falei pra ele: "Meu marido não me dá muita atenção ultimamente." Ele olhou um pouco mais pra baixo, pras minhas pernas, e eu abri um pouco pra ele entender que podia me pegar se quisesse.
Enquanto eu dizia isso, ele agarrou meu ombro forte com uma mão enquanto com a outra me segurou pela cintura. Me virou enquanto me segurava firme e me deixou oferecendo minha bunda na altura do volume dele. Colocou minhas mãos na pia, pegou meu cabelo e jogou pro lado do pescoço.
Com a outra mão, ele agarrou minha calcinha fio-dental por baixo da saia, enfiou os dedos. Abri as pernas um pouco, o máximo que a calcinha no meio das minhas pernas permitia. Lembro que naquele momento eu tava molhada como se já tivesse gozado. Corrido duas vezes. Sabia o que ia receber daqui a pouco e tava escorrendo. Ouvi ele abaixar o zíper da calça e ele falou: "abre pra mim". Ele baixou meu corpete até deixar meus peitos de fora e meus bicos roçando na pia.
Ele aproximou o pau com a mão da minha pussy, apertou ele contra a minha racha pra eu sentir como tava duro. Naquele momento eu pedi: me come. Ele desceu a cabeça do pau desde meu clitóris pra trás, me abrindo igual uma flor enquanto fazia isso. Aí ele empurrou forte e meteu o cock bem duro e bem fundo. Eu soltei um gritinho (entre satisfação e dor), senti que ia gozar assim que ele tirasse um pouco e metesse de novo tão fundo. Foi o que ele fez. Ele tirou até a metade, e quando meteu de novo até o fundo, senti o cum molhando o cock dele enquanto ele metia e tirava. Juan se surpreendeu de eu gozar tão rápido, e ao perceber que eu já tinha ido e que o pau dele tava molhado com meus sucos, chegou perto do meu ouvido pra falar: "você é uma porca gostosa".
Naquele momento eu soube que não tava mais no controle. Ele ia me comer até ficar satisfeito. Ele encostou minha cara na pedra da pia, jogou o quadril pra trás pra sair da minha pussy, levantou minha bunda com uma mão, molhou os dedos com a língua e abriu minhas nádegas enquanto acariciava meu cu com os dedos molhados. Ele segurou a cabeça do pau pra dar uma pancada bem forte na minha bunda. Eu me agarrei firme na pia e apertei os dentes enquanto sentia ele abrindo o buraco do meu cu com a ponta da cabeça do pau. No começo tentei apertar e fechar o cu, mas ele já tava com o pau bem apontado, então eu abri bem as pernas, abri a nádega com uma mão e deixei o cu bem aberto pra ele meter com facilidade. Senti ele me abrindo enquanto metia. Ele começou a me comer bem forte enquanto apertava minhas cadeiras e abria minha bunda pra chegar mais fundo. A Na quinta ou na sexta enfiada, eu comecei a gozar do jeito mais forte que já gozei. Comecei a escorrer pela frente enquanto ele metia no meu cu. Coloquei a mão no clitóris e me masturbei toda molhada até começar a pingar no chão. Quando ele percebeu que meus sucos já estavam no chão da cozinha, deu duas enfiadas fortes enquanto puxava meu cabelo, e senti ele enchendo meu cu de porra. Empurrou mais uma vez bem fundo, e foi tirando enquanto eu gemia que nem uma putinha.
Guardou o pau na calça, fechou o zíper e voltou ao trabalho sem dizer nada.
3 comentários - Puta gostosa quando fico sozinha