Clau, minha empregada gostosa

Eu era muito jovem ainda quando conheci a Clau, ela era irmã da empregada que a gente tinha na época, a Susan, uma garota nova de uns 21 anos. Era bem baixinha, uns 1,55-1,56, pálida, tinha uns peitos bem formadinhos e pequenos, mas que se destacavam muito pelo jeito que ela se vestia.
Além disso, tinha uma cintura muito bem definida, pernas finas, cabelo comprido e escuro que ela sempre prendia, olhos castanho-escuros e uma bunda firme e empinada. Praquele adolescente punheteiro de 14 anos da época, ela era minha fantasia absoluta. Eu espiava ela tomando banho por uma janela do banheiro dela que era fácil de acessar sem ser notado. Admirava os bicos dos peitos dela, castanhos, grandinhos e redondinhos, e quando tinha sorte, conseguia ver a bucetinha peluda dela. Às vezes ela depilava e eu podia aproveitar ainda mais a vista daquela delícia que ela tinha no meio daquelas pernas finas. Mas não imaginei que tudo isso ia mudar quando conheci a Clau, a irmã mais nova dela. A Clau tinha 18, era um pouco mais alta que a Susan, media mais ou menos 1,59-1,60. Tinha uns peitões enormes que nem meu velho resistia a olhar, sério, eram impossíveis de ignorar. A carinha dela era meio redonda, de bonequinha, o que dava uma ternura ao tom de pele cor de mel, a pele clara mas bronzeada e o cabelo lindo castanho-claro, que igual à irmã ela usava preso. Era de corpo magro, mas cheio de curvas, tinha uma bunda grossa e bem torneada, imagino que por causa das horas de trabalho limpando a casa dos pais, já que as irmãs vinham do interior, de lugares humildes. As pernas dela eram minha fantasia total, ao contrário da Susan, essa tinha panturrilhas e coxas muito grossas e largas, que me deixavam louco de tanto bater punheta só de pensar nelas. Como as duas dividiam o mesmo banheiro, tive a sorte divina de ver aqueles peitões enormes de bico castanho-claro e auréolas grandes, e não consegui me segurar ao ver o sabão e a água escorrendo por aquela bunda grossa no chuveiro. A buceta dela era linda, com pouco pelo e carnuda. podia esperar o momento em que eles saíssem de casa pra visitar a família, ou alguma emergência de compras, pra poder entrar no quarto dela e roubar umas calcinhas sujas, impregnadas com aquele doce perfume vaginal dela.

Isso virou um hábito quase religioso pra mim. Fiquei muito amigo da Clau, apesar de tudo, já que, como a irmã dela era responsável por cuidar do meu irmão mais novo, a Clau passava muito tempo sozinha lavando roupa ou cozinhando. Mas eu era um adolescente gordinho, baixinho e muito mal-educado. Apesar de ser loiro, de olhos verdes claros, não conseguia me aproximar da Clau do jeito que queria porque minha aparência física me deixava encanado. No entanto, a Clau sempre foi legal comigo e disse que eu não precisava me sentir mal pelo meu corpo, que devia fazer exercício e ser mais consciente dele. A verdade é que, sendo um moleque com a hormona mais bagunçada que um clássico Boca-River com placar apertado, eu tinha me apaixonado perdidamente pela Clau. Mas num triste dia de verão, a Clau ficou de cuidar do meu irmão mais novo, que é um chato do caralho. A Clau podia ser muito gostosa, mas uma coisa que ela não tinha era paciência ou tolerância, e meu irmãozinho tava mais enchendo o saco que o normal naquele dia. A Clau xingou ele e disse que se fosse a mãe dele, dava uma surra de chinelo nele. Isso meu irmãozinho contou pra minha mãe, e isso levou à demissão dela. Naquele dia, eu queria ser eu mesmo a encher de porrada meu próprio irmão, mas ele era só um moleque e é normal um pai reagir assim, e eu entendi bem. Passaram-se os meses, e a irmã dela largou o emprego na nossa casa porque engravidou (Não, não foi meu, mas quem dera). Nós nos mudamos pra outra cidade com novas oportunidades pro trabalho dos meus pais, onde comecei a jogar tênis, treinar boxe e malhar até deixar de ser a bola de gnocchi que eu era. Consegui ter minha primeira namorada e, finalmente, perder a virgindade. Tive várias namoradas durante meus dias no colégio até me formar e, graças aos meus bons estudos e ao apoio dos meus velhos, consegui ir estudar na Alemanha.

Não vou entediar vocês com qual carreira escolhi, mas graças ao apoio dos meus pais, pude estudar algo que me daria um bom retorno financeiro na hora de me formar. E foi o que fiz. Na Alemanha, me apaixonei por várias garotas e transei com algumas. Todas eram umas gatas, anjos lindos, mas eu ainda sentia falta da minha camponesa. Um dia, um amigo que frequentava muito minha casa me ligou. A gente tava conversando pelo Skype quando ele me contou que a Clau tinha engravidado e tinha um filho. Lembro que senti tudo o que já tinha sentido por ela, inventei uma desculpa pro meu amigo de que tinha muita lição de casa no dia seguinte e desliguei na cara dele. Desabei a chorar no meu quarto, naquele país distante, sabendo que alguém tinha comido do jeito que eu tanto queria aquela garota, que nem depois de ter ficado com tantas outras eu consegui superar. E o que mais doía era que, de algum jeito, eu sabia que o imbecil que engravidou ela não ia assumir aquele moleque. Fui me embebedar num bar e xinguei a Clau, cheguei até a odiar ela por um tempo.

Os anos passaram, me formei. Tinha uma namorada muito gostosa de Würzburg, com quem tive que terminar porque voltei pra trabalhar na empresa dos meus pais. Pode parecer idiota ter se formado com um diploma e honras numa universidade alemã e não ter ficado por lá, mas teria sido começar do zero, sem grana e sem apoio de ninguém. E não quis arriscar um trampo bom com um salário maneiro por fantasias de vencer na Alemanha como imigrante.

Meus velhos, de presente de formatura, me deram um apartamento numa área legal da cidade, bem equipado, até com uma piscina bonitinha, não muito grande. Mais ou menos um ano e uns meses depois que voltei, aconteceu algo inesperado. Eu tava voltando do trabalho porque tinha terminado cedo naquele dia, e quando tava dirigindo por uma praça que eu frequentava muito na adolescência, vi ela. Aquela camponesa que agora morava na cidade grande, muito bem vestida, muito bem conservada, como se nunca tivesse envelhecido nem mudado com o tempo. Agora eu tinha 26 anos e ela, 31. Quis parar, mas não consegui. Abri o vidro do carro e cumprimentei ela. Ela demorou pra me reconhecer, mas reconheceu. Desci do carro, ela pulou e me deu um abraço, perguntou como eu ainda lembrava dela, que já fazia mó tempão. Falei que a gente tinha sido grandes amigos e que eu sempre lembraria de tudo que ela fez por mim. A Clau disse, muito feliz com aquele sorriso tão característico dela, que eu estava mais alto, e que agora ela mal batia na minha barriga. Quando me soltou, disse que eu continuava forte, e isso me excitou um pouco. Convidei ela pra um café, mas ela disse que precisava ir ver o filho dela. Aquilo caiu como um balde de água fria, lembrei daquela noite nas ruas frias de Berlim. Mesmo assim, falei pra mim mesmo, quase irritado: se outro cara conseguiu comer ela, eu também consigo, e vou comer ela muito mais até saciar todos esses anos de luxúria que senti por ela. Insisti em levar ela até a casa dela, que ficava bem longe pra ser sincero, mas eu estava decidido que aqueles peitos iam ter minha piroca grossa no meio finalmente, depois de tanto tempo. Fiz o sacrifício. A casa dela ficava numa área bem afastada da cidade, meio perigosa. Meu carro não era de luxo, mas era de uma marca que podia dar vontade de me assaltar. Mas no caminho todo, contei onde estudei, o que fiz, e ouvi sobre o que tinha sido da vida dela, do cara que largou ela sozinha com o filho, e de como agora ela trabalhava como caixa de supermercado, mas tava indo bem e tinham promovido ela. Fiquei feliz por ela, porque ninguém merece ser abandonada por um babaca com um filho. Mas minha luxúria era maior, e fiz perguntas mais picantes, tipo se ela tinha tido namorados depois dele ou amantes. Muito envergonhada, quase corada, ela disse que não, porque não tinha tempo pra isso depois de ter o filho, que vive praticamente grudada nele. Isso me deixou ainda mais animado, porque sabia que aquela buceta ia estar bem apertada pra mim. Chegamos no destino dela e eu me aproximei. ela para dar um beijo na bochecha um pouco demorado pra me despedir, pedi o número dela e na hora ela me deu, e desceu me dando um sorriso e um obrigada, depois se virando e me deixando ver uma vista linda daquele rabo ainda maior que antes. Mandei uma mensagem chamando ela pra um café quando tivesse tempo, pra minha sorte deu pra perceber que ela se interessou um pouco, talvez porque planejava me usar de motorista ou porque com certeza notou como eu devorava ela com os olhos e sabia que um jovem com boa renda era o candidato perfeito pra ser o pai da bênção dela. Mas eu tinha certeza que não ia cair nesse truque e ia ficar com ela até saciar todas as minhas fantasias que eu vinha acumulando desde os 15.

Logo essas idas pro café à tarde ficaram mais frequentes, até que consegui chegar no ponto dela deixar o filho com a irmã pra sairmos à noite pra jantar, e aí ficavam óbvias minhas intenções de querer me aproximar mais dela, e foi assim. Nesse jantar contei como morava sozinho num apê e que às vezes ficava muito entediado sozinho e que um dia ela devia vir pra eu cozinhar algo e a gente ver um filme, pra minha surpresa ela topou na hora, e foi assim que na sexta da semana seguinte chamei ela pra minha casa à tarde, mas dessa vez ela não pediu pra eu ser motorista, ela mesma ia chegar. Tinha planos de comer ela naquela noite, deixei tudo pronto pra foder como um coelho com ela até o amanhecer. Arrumei a mesa, organizei os móveis e deixei uma vista maneira pra piscina, que eu comentei que tinha e pedi pra ela trazer um biquíni. E foi assim que a Clau chegou com um vestido vermelho curto e umas plataformas, vestida como uma modelo, não vou mentir, tive uma ereção ao ver o decote do vestido dela, cumprimentei ela com um beijo quente na boca, que a gente nunca tinha dado até aquele dia, mas sem problemas ela aceitou submisso, entrou e sentamos pra beber uns drinks juntos enquanto eu acariciava as pernas longas e grossas dela. Dei outro beijo nela de novo. atrevido dessa vez com a língua enquanto acariciava a cintura dela, a gente se pegou por mais ou menos uma hora até que eu ofereci pra gente entrar na piscina. A putinha me disse "vou no banheiro então, me espera dentro". Eu tava com a pica dura igual um míssil nesse ponto. A Clau veio quase desfilando numa biquíni de duas peças rosa, tinha as unhas pintadas de azul claro e aquele corpo continuava igual ou mais gostoso do que antes, me viu e disse "Nossa, como meu nenenzinho ficou duro, agora vou cuidar de você como devia ter cuidado". Ela entrou e virou de costas, encostando a bunda no meu volume e esfregando, a putinha. Ela falava "Uii, tá maior do que quando você me olhava no banho". Eu pensei comigo mesmo "ah, ela sempre soube que eu era um punheteiro", e ela respondeu quase na hora "shhh, é nosso segredinho, sua mãe já não tá aqui pra nos castigar". Comecei a apalpar os peitos dela naquele canto da piscina enquanto apertava os bicos e beijava o pescoço molhado pela água da piscina e pelo suor dela, enquanto descia minhas mãos até aquela buceta de mãe esquecida que agora ia ser acesa de novo pela minha pica enorme. Encontrei o clitóris dela fácil e massageei com meus dedos por um bom tempo enquanto ela gemia com a voz e dizia "hoje você vai me comer gostoso, vai me fazer sua, não vai precisar bater punheta como quando era pequeno". Tirei as mãos dela de cima de mim e pedi pra ela se secar enquanto eu carregava ela pra fora da piscina. Sequei ela com minha língua e a toalha, peguei ela de novo no colo e falei "Hoje sim você vai saber o que é uma pica de verdade". Levei ela pro meu quarto e tirei a roupa dela, e finalmente pude ter aquela imagem de frente, aqueles peitões enormes e aquela buceta grossa. Mandei ela me chupar e a putinha, sem dizer uma palavra, se abaixou e puxou meu zíper com a boquinha e tirou minha pica, deu um pequeno pulo e se assustou e disse "Isso é um monstro, vai me partir no meio". Segurei ela com força pela cabeça e enfiei na boca dela enquanto gritei "Olha aqui, putinha, que o maricas que Você tinha namorado? Ela ter tido, garota, não é problema meu. Agora, se você vai aproveitar essa pica que você perdeu desde que trabalhava com a gente", ela me olhou com uns olhos de putinha, tirou a pica pra fora e disse: "Calma, bebezão, é bem maior que a daquele cara. Você mete isso aqui dentro e goza, me faz mais 3 filhos". Ela enfiou de novo e começou a lamber, lambia a cabeça nas beiradas, em círculos e de cima pra baixo. Levantei ela com força do chão e coloquei as pernas dela nos meus ombros, comecei a chupar aquela buceta de mãe por um tempão, enquanto ela pedia aos gritos e gemidos pra eu abaixar, até que gozou na minha cara, sujando toda a minha barba com os sucos vaginais dela. Deitei ela na minha cama e não acreditava que finalmente ia comer aquela buceta tão desejada. Meti de uma vez enquanto ela gemia, a putinha, e as paredes vaginais dela se contraíam e apertavam minha pica enquanto eu empurrava e tirava. Sentia o calor do corpo dela e do interior enquanto ela gritava de dor e prazer, olhava o rosto dela cheio de lágrimas e caras de prazer e êxtase enquanto me dizia: "Mais devagar, você vai me quebrar toda, meu amor". Ela me abraçou com as pernas cruzadas, fazendo meu pau entrar por completo, e eu não aguentei, soltei um grito forte, senti que bati de uma vez no útero dela enquanto continuava me movendo bruscamente e deixava cair o peso do meu corpo naquele ser frágil cheio de êxtase, até que gozei fora dela. Ficamos exaustos na minha cama, cheia dos sucos vaginais dela e do meu sêmen. Continua...

3 comentários - Clau, minha empregada gostosa

Muy buen relato. Buena historia tmb m no tardes en subir la segunda parte m te sigo!