Conhecendo o Prazer 2

Conhecendo o Prazer 2
Com o Selo de Prazer e Morbidez…

Desci do carro, subi pro apartamento pensando na loucura que tinha sido aquela noite. Era a primeira vez que realmente me senti bem comida, nunca antes tinha gozado do jeito que gozei hoje. O Lucas sabia, pelo menos comigo, como me levar a sentir prazer na foda. Tava pensando em tomar um banho quando o celular tocou. Corri pra atender.

— Oi, putinha
— Oi, aconteceu alguma coisa?
— Não, por quê?
— Como assim, acabou de me deixar e já tá ligando.
— Você tem que se acostumar com isso, pode ser que um dia eu nem vá te buscar na balada e já te ligue de novo.
— Entendo, cê precisa de mim agora?
— Sim, vem pra esquina, tô no carro. Vem do jeito que tá e sem sutiã.
— Já vou, papai! — falei. Saí correndo, peguei o elevador e corri até o carro. Que loucura, eram quase 6 da manhã e tava frio. Ele abriu a porta do carro. — Oi, o que foi? Cê precisa de mim?
— Se te liguei é por algum motivo.
— Fala então. — Ele tirou a pica pra fora.
— Dá um boquete bem dado.
— Vamos pra algum lugar, já tá quase de dia, pode passar gente e nos ver.
— E daí? Faz logo! — Me joguei no vão do banco da frente tentando não ser vista por ninguém e peguei a pica dele nas minhas mãos.
— As bolas também.

Nunca tinha feito isso, mas ele tava pedindo. Desci com a boca até as bolas dele e comecei a chupá-las, enquanto ele deixava meus peitos de fora e beliscava meus bicos. Coloquei um testículo na boca e depois o outro. Lambi o tronco dele de cima a baixo várias vezes até chegar na cabeçona. Ele continuava brincando com meus peitos e bicos. Eu tava passando a língua na cabeça do pau. Senti que ele ia gozar e abri a boca. Ele descarregou tudo na minha boca, no meu rosto e no meu peito. Depois de limpar, ele falou:

— Boa, putinha, gostei. Hoje à noite vem na balada, mas sozinha, sem amigas. Se elas quiserem ir, fala que você não vai sair.
— Sim, mas e se elas forem por conta própria e me verem lá?
— Não é meu problema, é seu, e você vai saber o que falar. Além disso, quando você for me encontrar, nunca mais traga sutiã, calcinha ou fio dental. E sim. Você saiu e te pegaram na rua com isso, tira elas antes de vir me ver.
—Tá bom, precisa de mais alguma coisa?
—Por enquanto não. O celular, cadê?
—Aqui no meu bolso.
—De agora em diante, é como um apêndice do seu corpo, sempre com você.
—Tá bom.
—Agora amadurece e descansa.
—É, tô precisando. — Saí do carro andando aquela quadra até em casa e ele arrancou com o carro. Tava chegando na porta do prédio quando o celular tocou de novo.
—Alô, o que cê precisa?
—Tô a duas quadras e meia, vem correndo.
—OK.
Enquanto corria, desliguei o celular. Cheguei na outra esquina e olhei pros dois lados pra ver onde ele tava. Vi ele. À direita e corri até ele. Quando cheguei e quis abrir a porta da frente, tava trancada. Faço sinal pra ele e ele, também por sinais, me manda dar a volta e ir pela janela dele. Fiz isso.
—Fala.
—Cê esqueceu uma coisa.
—O quê?
—Me dar um beijo. — Beijei ele na boca.
—Agora amadurece e corre pra sua casa.
Saí voando pra casa. Cheguei e tava tão quente e molhada que sentei no bidê com água fria. Me despi e tomei um banho. Saí e vesti um pijama. Peguei o celular e saí do banheiro. Abri a cama pra me deitar quando o celular tocou.
—Alô, fala o que cê precisa.
—Tem como anotar?
—Sim, fala.
—O endereço que vou passar é de uma amiga, acabei de falar com ela. Ela te espera amanhã às 10 da manhã na clínica dela pra colocar um DIU. Eu não gosto de usar camisinha, gosto de montar em você no pelo e gozar bem dentro.
—Tá bom, às dez. Mais alguma coisa?
—Eu nada, quem precisa de algo é você. O que cê tá vestindo?
—Um pijama.
—Tira ele.
—Já tirei.
—Cê tá toda pelada?
—Sim.
—Deita assim.
—Já deitei.
—Até eu mandar, você não pode falar. Minha voz vai te guiar, entendeu?
—Sim.
—Com a mão direita, apalpa seus peitos, beliscando os bicos lindos que você tem. E com a esquerda, chupa os dedos com a boca. Agora, com a mão esquerda, leva até a sua buceta, belisca seus lábios. vaginais, passa teus dedos bem por toda a buceta. Tua direita continua nos peitos. Da esquerda, enfia dois dedos na buceta e faz eles comerem tua buceta devagar. Agora mais rápido. Continua agora com 3 dedos, mais forte.
—Ayyyyyyyyy, não aguento mais. Siiiiiiiiii, ahhhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
—Você gozou, sua putinha linda. Leva tua mão esquerda na boca e chupa todos os dedos. Você ainda tá agitada.
—SIIII!
—Sem tomar banho, vai dormir, até amanhã.
—Até amanhã.
Fiquei dormindo até as 4 da tarde. Acordei pensando no que tava acontecendo na minha vida. Me questionava sobre os boquetes pra entrar na balada. O êxtase. Eu não era assim. Conhecer o Lucas e agora parecer ser uma submisso dele. Só parecer? Ou já era uma submisso. Nem questionei nenhuma ordem dele, só cumpri. Por quê? Porque era quem tinha me comido melhor, o que fez eu gozar ou por quê? O celular tocou de novo, corri pra atender, era o Lucas.
—Bom dia, o que cê tá fazendo?
—Nada, não conseguia mais dormir.
—Como cê tá vestida?
—Tô de pijama ainda.
—Aham, veste um casaco comprido por cima e vem rápido pra balada, já sabe, sem calcinha.
—Vou, espero conseguir um táxi.
—Não me interessa se consegue ou não. Se conseguir, anda.
—Já tô saindo.
Vesti um pulôver e por cima o casaco e saí na rua pra pegar um táxi. Não vinha nenhum pela avenida e comecei a andar. Tava muito frio e eu sem calcinha. Nisso veio um, mas não parou. Segui meu caminho rezando pra aparecer um. Aí encontrei outro e entrei, dizendo pra onde ia. Chegamos em 10 minutos, não tinha trânsito, paguei o táxi e toquei a campainha da porta de serviço. Ele abriu pra mim.
—Já era hora de você chegar, demorou demais.
—Não conseguia táxi e comecei a andar até que veio um.
—Vai direto pro VIP e me espera na porta.
Cheguei na porta e fiquei esperando ele. Ele veio e abriu a porta. Era incrível, ele tinha ampliado o VIP e tinha uma cama de casal, além de um Placard. O resto igual. Entramos e ele trancou a porta por dentro. Ao lado, uma porta que dava pra um banheiro que ainda não tinha acabado e era pequeno, mas tinha, além do vaso, um bidê, uma pia pequena e um chuveiro de pé...
— E aí, o que você acha?
— Lindo com as mudanças, mas então você é o dono da balada, por acaso?
— Sim, sou, e não queria que você soubesse.
— Por que não?
— Não é da sua conta. Senta e vamos conversar sobre o que vai rolar daqui pra frente. — Sentei toda intrigada, pronta pra ouvir o que ele ia dizer.
— Vejo que você é uma submissa e, a partir de agora, vou controlar sua vida do meu jeito, certo? — Já derrotada.
— Sim, certo. — Desde o primeiro dia que o conheci, como ele agiu comigo, fazendo de mim o que quis e me comendo como ninguém, soube que seria assim. Era como uma libertação do meu pai e da minha madrasta.
— Tem certas regras que você precisa cumprir. Vai morar aqui. Quando entrar, tem que se despir completamente e sem calçado. Amanhã vão instalar um fogão naquele canto pra cozinhar. A porta tem que ficar sempre trancada, e só eu vou abrir com um cartão ou se eu pedir pra você abrir. Você vai se mudar pra cá hoje, deixando pros seus pais um bilhete dizendo que foi morar com um namorado, sem dar mais detalhes. Amanhã de manhã, melhor dizendo, hoje já, vamos sair pra comprar roupas novas e mais algumas coisas. Você vai cuidar da limpeza da balada quando fechar, e pra isso vai ter duas ajudantes que você precisa orientar nas tarefas. Quando sair desse quarto, vai vestir um dos vestidos que vamos comprar hoje. — Abriu uma gaveta que estava trancada e tirou um estojo que mandou eu abrir. Era uma coleira rosa de puta com uma plaquinha gravada que dizia “Sofia, propriedade do Amo Lucas” enquanto ele a colocava em mim. — Essa coleira você nunca pode tirar, nem pra tomar banho, e a única pessoa que pode tirar sou eu, porque tenho essa chave. A cópia vou guardar no meu cofre.
— Tá bem.
— Outra coisa, aqui no quarto você vai me chamar de AMO, e lá fora... Sr.
—Sim, Amo.
—Agora vista a roupa que trouxe e vamos à ginecologista para o DIU, depois comprar tudo.
—Sim, Amo.
Continua…

Ele me mandou subir no carro e partimos rumo à ginecologista. Entramos, era uma mulher de uns 50 anos. Assim que cheguei, me mandaram tirar a roupa e deitar numa maca com estribos. Ela me fez abrir bem as pernas com os pés nos estribos e começou a introduzir o DIU. Me senti incomodada, mais pelo manuseio a que já estava acostumada. Me deixaram lá, nua, e saíram. Uns cinco minutos depois, Lucas entrou sozinho e começou a falar comigo.

—Olha, Sofia, estive conversando com a doutora e está tudo bem, sem risco de gravidez. Agora ela me pediu para transar com você, não é todo dia que tem uma gostosa como você. Vou te levar para o quarto dela e daqui a duas horas passo para te buscar.
—Mas, Amo, por favor, não. Não sou lésbica. Nunca fiquei com uma mulher.
—Não se preocupe, ela vai fazer tudo. Se comporte como uma boa submissa.
—Eu pensei que só o senhor seria meu Amo e Senhor, e que só o senhor disporia de mim.
—Olha, para acabar com isso: sim, sou seu Amo e Senhor e disponho de você. E por isso estou dispondo que você transe com ela. Você nem deveria ter questionado isso. Se eu mando uma coisa, você cumpre. Mas se se rebelar, vou te castigar. Entendeu?
—Sim, Amo.

Com lágrimas nos olhos, vi ele sair do quarto e, poucos minutos depois, a ginecologista entrou. Ela se despiu na minha frente. Tinha o corpo de uma mulher da idade que era, com bastante barriga e os peitos caídos pendurados sobre o ventre. Dava para ver no rosto a idade que tinha. A ginecologista disse:

—Então, gatinha, deita comigo, quero gozar desse corpo cheio de juventude. Não é todo dia que tenho essa oportunidade. —Ela se jogou por cima de mim, encostando a buceta dela na minha, e começou a beijar e morder meus peitos. Puxava meus mamilos com a boca e soltava. —Sente o calorzinho das conchinhas?
—Sim, senhora.
—Que bem educadinha você é. Chupa minhas tetas.
Fiz com as tetas dela o mesmo que ela fez com as minhas, chupei os bicos, mordi com meus lábios e puxei. Depois ela desceu pra minha buceta raspada e senti os lábios dela nos meus lábios vaginais, que ela abria e enfiava a língua dentro de mim, tentando chegar sei lá onde, mas me fazendo soltar suspiros e gemidos. Ela percebeu e redobrou os esforços. Eu tava completamente molhada e adorei.
—Ayyyyyyyyyyyysiiiiiiiiiiiiiiiisraaaaaaaaaaaaaaaaa siiiiiiiiiiiiii por favoooooooooooooooo.
Gozei igual uma puta. Ela colocou a buceta dela na minha cara pedindo pra eu chupar. Não tava depilada e tive que lidar com os pelos longos, mas também gozei. Meu Amo voltou.
—A verdade é que essa putinha é foda. Ei, não tá afim de cruzar ela com um escravo meu especial pra engravidar?
—Ainda não, temos que aproveitar ela.
—Quando decidir, me avisa.
—Beleza. —Saímos de lá rumo ao carro. Ele tava contente, dava pra perceber.
—Você se comportou como uma puta. Viu a bagunça que fez, mas no fim gozou. Desde o primeiro dia que te vi, no balcão com esses olhinhos tristes de putinha maltratada e sofrida, soube que tinha uma submisso nas minhas mãos.
—Sim, Amo.
Fomos a um bar pra tomar algo. Ele pediu um café e um sanduíche tostado, e pra mim só um café simples. Nem um dos quatro pedaços do sanduíche ele me deu. Com meu café veio uma miséria de biscoitinho que engoli rápido. Saímos e caminhamos olhando as vitrines, até que ele parou numa loja e entramos. Era uma loja de roupas femininas. Ele ficou revendo algumas roupas com a vendedora e, depois de falar algo baixinho com ela, ficamos sozinhos esperando. Em poucos minutos, ela voltou com um monte de roupas mais rústicas. Ele me comprou várias saias de comprimentos diferentes, camisas e blusas. Depois comprou uma dúzia de camisetas de várias cores. Me fez provar a saia mais curta, que quando eu me abaixava, mostrava tudo. Eu olhava pra lingerie fina com saudade.
—Não olha pra isso, já te falei que não é pra você.
—Não tô falando de tão fina, Amo. mesmo sendo muito mais barata.
— Já te disse que pra uma puta não existe roupa íntima.
— Sim, meu Amo.
A funcionária da loja ouvia o diálogo com uma imensa surpresa. Paguei tudo e deixei as camisetas pra retirar mais tarde. Aquilo me surpreendeu, depois eu ia descobrir que era pra gravar figuras ou palavras. Saímos de lá e fomos a uma loja de calçados, onde ele me comprou sapatos bem comuns e tênis, os mais ordinários que tinham. Também comprou dois pares de sapatos baratos de salto agulha. Depois de tudo pronto, voltamos pra buscar as camisetas. Vi o papel que meu Amo tinha deixado pra estampar e era humilhante ter que usar aquilo. A funcionária me acompanhou até eu me trocar e colocar uma das camisetas. A filha da puta tinha escolhido a mais absurda de todas. Ela me viu com a coleira e leu a plaquinha.
— Então você é escrava dele. — Disse a funcionária. — Pra ser sincera, é a primeira vez que vejo uma pessoalmente. Sempre vi fotos de dominação e masoquismo, mas nunca ao vivo. Uma escrava de verdade. Você é linda e muito jovem.
Como eu não respondia, ela preferiu se retirar e esperar com meu Amo. Era humilhante a camiseta que ele me colocou: “pega nos meus peitos se quiser” e atrás “meu Amo é Lucas”. Outras que cheguei a ver eram “quer um boquete? fala com o Lucas pra me comer” e assim por diante. Quis tirar a camiseta pra irmos embora, mas meu Amo não deixou.
— Tá linda, usa ela.
— Mas Amo…
— Não aceito “mas” nenhum.
Tive que sair andando atrás dele até o carro, que ficava a um quarteirão, andando com aquela camiseta. Alguns, os mais ousados, tocavam. A maioria ria de mim. Eu tava vermelha que nem um tomate. Chegamos no carro e, em silêncio, chorei. Ele me viu.
— Não chora, se acostuma. Se não, te mando de ônibus pra casa.
Engoli seco e partimos pra casa. Não engoli só seco, mas também o orgulho e, com isso, me considerei totalmente sua puta. Chegamos na balada, como sempre entramos pelos fundos e fui pro meu quarto. Como sempre, me despi. Tava pensando não sei quantas coisas. Quando o Amo entrou.
— Meu Amo vem visitar sua putinha.
— Isso mesmo, putinha.
— O que o Amo quer que eu faça?
— Primeiro queria te dizer que sábado à noite a balada vai estar aberta só para convidados especiais, não vai ter ninguém que não seja do círculo.
— Que círculo, Amo?
— O de amas e amos, cada um com um escravo, o preferido. Então a gente tem que se preparar pra isso, somos os anfitriões da festa.
— O que o Amo precisa que eu faça?
— Esses quatro dias que faltam a gente tem que arrumar tudo. As mesas, a entrada, receber eles, a decoração, etc.
— Sim, Amo, acho que a gente dá conta.
— Sabe que nessa festa você pode ser usada por qualquer um que eu quiser.
— Já imaginava, Amo, preferia que não.
— Suas preferências aqui não contam, só as minhas. Olha, isso é um plug anal. Levanta essa saia que você tá usando, vou colocar em você pra dilatar seu cu. Primeiro passa vaselina no seu cu, assim, e no plug também.
— Não, Amo, não, por favor. O cu não, vai doer.
— Tenho que desvirginar ele várias vezes antes de sábado, pra eu ser o primeiro.
— Amo, não, por favor. — Foi uma porrada que ele me deu, uma coisa inesperada.
— Vamos, não tenho tempo a perder. — Ele me pegou pela nuca e me fez dobrar. De uma vez só, enfiou o plug no meu cu. — Agora senta naquela cadeira. — Ele me sentou, me segurando pelo braço. Tava incomodando, doendo, sei lá.
— Daqui a umas horas eu volto e vejo como tá. Nem pense em tirar ou expulsar, vou te vigiar pela câmera.
Ele foi embora e eu fiquei sentada na cadeira, incomodada. Levantei e andei pelo quarto apertando meus glúteos pra não cair. Andava, parava, sentava. Três horas depois ele voltou e tirou pra colocar outro mais grosso. Eu tava desesperada de ter aquilo o tempo todo. Doía. Ele voltou de novo três horas depois.
— Tira, vai no bidê e lava bem, seca e volta. — Minha bunda tava irritada, como se tivesse ardendo. Sentei no bidê deixando a água correr. Tava me secando quando ouvi o grito do Amo me chamando. —Acha que eu tenho o dia inteiro pra você. Vai, abaixa e me mostra o buraco. Tá bom. Passa vaselina bem fundo no cu. Continua…

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