FALA ASHLEY (Primeira pessoa)
Já tinham passado dois dias desde a com o senhor Temístocles, era segunda-feira feriado de manhã, ninguém na casa trabalhava naquele dia. Karoll tava fazendo a rotina de exercício dela no jardim principal, na frente da casa. Eu tava sentada na varanda, numa mesa, trabalhando no pc pro negócio secreto do senhor Alonso, vestida com roupa de academia porque desde antes do amanhecer eu já tinha feito minha rotina de exercícios.
Meu patrão, ou melhor, meu pai adotivo, tinha saído com a Tânia e a Zahia pra levá-las pra patinar. A confiança e a tranquilidade dele nos negócios estavam nas minhas mãos, por isso eu dava o meu melhor pra fazer tudo certo. Enquanto revisava as paradas do negócio secreto, também ficava de olho na rede de dados da casa toda.
Percebi no meu tablet de segurança que o sistema detectava movimentos na conta do Facebook do jovem Zuzuki, embora eu não conseguisse ver o conteúdo daquelas mensagens. Talvez ele estivesse usando algum tipo de proteção especial, já que era um engenheiro de sistemas bem habilidoso e sabia que eu monitorava todo o sistema cibernético da família. Também não conseguia ver com quem ele conversava. Fiquei na expectativa de algum erro da parte dele, mas nada, o garoto era muito cuidadoso. No entanto, o erro chegou: uma das fotos dele tinha recebido um "curtir" de forma pública naquele momento. Ele imediatamente apagou a foto, mas eu consegui ver quem tinha dado aquele "curtir": era a Clarent. Embora não pudesse garantir que era com ela que ele estava conversando, era o mais lógico. Aquele "curtir" só provava que ela estava online, que tinha conseguido o Facebook do Zuzuki e que estava vendo as fotos dele, nada mais. Fiquei na expectativa em relação à senhora Clarent.
Anig, naquela época, era um mistério completo. Não registrava movimentos na rede, entrava no Google e deixava o navegador ativo sem ela usar, não tinha Facebook, Twitter nem nenhuma rede social, era como se não tivesse vida virtual, ou talvez fosse mais furtiva que a Zuzuki e todo mundo da casa. Cheguei a pensar que, se ela entrava na internet, não usava a rede da família. Olhei os Wi-Fi dos vizinhos, mas era impossível saber se ela usava algum deles; eu sabia das habilidades dela com informática. Na casa chegavam mais de 30 Wi-Fi de vizinhos, hackear todas essas redes era quase uma tarefa titânica, além dos Wi-Fi temporários que apareciam uma ou duas vezes e nunca mais voltavam, sem contar os Wi-Fi ocultos.
CLARENT: A BELA ESPOSA NÃO RESISTE À SACANAGEM
Eram 6h30 da manhã, o sistema de segurança interna detectou novas mensagens na conta do Facebook do Zuzuki, dessa vez do celular dele. Quase que na hora ele desceu e pegou a bicicleta, vestindo um suéter, moletom e tênis. Ele me olhou e saiu. Avisei pelo rádio um dos seguranças que estavam do lado de fora da casa pra vigiar o Zuzuki, pra saber se ele ia encontrar alguém. Pouco depois, me avisaram no que eu tinha no ouvido: "Sim, senhorita Ashley, o jovem Zuzuki encontrou na esquina uma mulher jovem, de cabelo loiro, também de bicicleta. Foram juntos, sigo ele?"... Fiquei pensando um instante, então respondi: "Não, não precisa, é uma amiga". Até podia ser perigoso o Zuzuki sair com a Clarent, mas na hora quis confiar que ele não ia se meter em encrenca, eu sabia que ele ia ser esperto quanto ao relacionamento dele com a esposa do amigo do senhor Alonso.
A CONFISSÃO DA KAROLL
Passada cerca de uma hora, a dona Karoll terminou a rotina de exercícios e foi preparar o café da manhã. Me trouxe um café, dois ovos e uns biscoitos, depois sentou do meu lado. "Ashley, por que você não descansa hoje? É segunda-feira, feriado, queria que você me acompanhasse ao parque."
Olhei pra ela enquanto fechava meu laptop, desliguei meu tablet, mandei os seguranças vigiarem o perímetro da casa, depois desliguei meu rádio pra me desconectar completamente do trabalho.
"Sair pro parque não é muito seguro."
"Você é a minha segurança", ela sorriu pra mim...
Fui com a dona Karoll ao parque. Sentamos num banco, não levamos nenhum segurança com a gente. Aquele parque ficava perto de casa, dentro do condomínio onde moramos, então não vi problema. Tinha muitas árvores grandes que davam uma sombra relaxante, o som dos passarinhos naquela hora criava um clima de paz...
"Este fim de semana tem uma reunião de trabalho no hotel Dann. Meu marido e eu vamos nos encontrar com nossos aliados pra apoiar a campanha do senhor Diógenes pra prefeitura. Esse senhor é amigo íntimo do senhor Temístocles, que tem servido de ponte pra gente se aproximar, mas tem um problema: entre as forças políticas que apoiam o senhor Diógenes está a filha do senhor Buendía: Natalia Buendía. Como você sabe, a família do senhor Buendía é contra a gente, embora não possamos contar isso pra ninguém, mas é uma informação que você conhece bem."
"Entendo. A senhora quer me dar alguma missão especial?"
Ela me olhou e sorriu. "Você é bem esperta. Isso mesmo, preciso que você vigie a esposa do senhor Temístocles: Clarent. Fiquei sabendo pelas minhas colegas de trabalho que a jovem Clarent e a Natalia são próximas. Quero que você se torne amiga da Clarent e use ela pra tirar o máximo de informação possível sobre a Natalia. Quero saber os passos dela, quem são os apoios secretos, se algum dos nossos aliados tem algum acordo com ela e o que estão planejando. Tudo o que você conseguir, pode usar. qualquer meio que você puder imaginar"
Respondi: "Vou investigar a Clarent minuciosamente. Aliás, o filho dela está com ela agora"
Ela me olhou: "Eu sei, fui eu que mandei ele sair com ela, se tornar amigo dela, tirar toda a informação que conseguir"
Por um momento pensei que ela fosse se irritar, mas aparentemente estava tudo sob controle...
"Não esqueça que a fortuna do meu marido foi conquistada graças a mim, e se ele ainda me trai..." nesse momento ela estala os dedos "Eu tiro todos os bens dele e no fim faço ele desaparecer"
Naquela hora quis contar o que tinha rolado entre Zuzuki e Clarent no dia da festa na casa do senhor Temístocles, mas como ela tinha uma relação incestuosa com o filho, poderia ficar cheia de ciúmes. Então, decidi esconder isso.
Depois, a senhora Karoll olhou para longe: "Tem uma coisa que me incomoda, minha filha Anig estuda na mesma universidade que a filha do senhor Buendía: a Natalia. Ela está me fazendo perguntas, tipo se eu conheço ela, tenho a impressão de que desconfia de algo. Você falou alguma coisa pra ela sobre sua missão de 2010?"
Respondi, meio impressionada: "Não, senhora, minhas missões secretas só vocês conhecem. Jamais contaria pra alguém sobre elas"
"Tá bom, mas então o que tem por trás das perguntas da Anig? O mais provável é que seja só curiosidade, mas vou ficar de olho"
Depois ela me pediu pra caminhar pelo parque, falou sobre o estresse que é a vida dela no trabalho, o círculo social que ela administrava, a necessidade de manter as aparências...
Por fim, parou de andar, olhou pro alto das árvores: "Como seria fácil largar tudo que te prende e poder se expressar com liberdade, deixar as aparências de lado"
"Por que diz isso, senhora Karoll?"
"Ashley, para de me chamar de 'senhora', supostamente sou sua mãe adotiva, quero que me chame de 'mãe', como minhas filhas fazem"
Depois, baixou a cabeça, o rosto pensativo: "Eu amo meu marido, mas ele já não me satisfaz na cama, desde uns anos pra cá. Desde então, não consegui olhar pra mais ninguém porque não sou uma mulher infiel, não me considero infiel, mas tenho necessidades de mulher, como toda mulher. Eu sei que você também tem, parece durona, mas eu consigo ver através de você, e vejo uma menina indefesa que mal tá começando a vida.
Ela ainda com a roupa de academia: tênis, short de ciclismo e blusa colada no corpo, ainda suada do treino desta manhã... “Eu sou uma mulher bem fogosa na cama, e um homem mais velho não vai apagar meu fogo.”
“Tá pensando em algum cara mais novo?”
Ela me olhou, sorriu e de novo fitou o alto das árvores: “Tem alguém, mas acho que você já sabe e acho que não pergunta com medo de eu ficar brava com você. Mas a verdade é que fui eu quem te deu abertura pra descobrir. Fiz assim porque não sabia como te contar.”
As palavras dela me deixaram bem pensativa. Respirei fundo e soltei o ar com força: “É verdade, não perguntei na primeira vez que desconfiei porque achei que ela ia ficar chateada comigo, mas o tempo passou e você foi ficando cada vez mais óbvia comigo: É o Zuzuki.”
Ela baixou o olhar enquanto um sorriso enorme aparecia no rosto: “Nossa! Você é mais esperta do que eu pensei. Quis dar ao meu marido uma mulher jovem e de confiança. No começo pensei em uma das minhas filhas: na Anig, mas a personalidade dela não combina com a do Alonso. Além disso, ele a vê como uma filha intocável. Depois pensei na Zahia, a personalidade dela é a que mais se encaixa com o Alonso, mas ela ainda precisa amadurecer um pouco. Aí pensei em você.”
A senhora Karoll andou um pouco até parar na frente do riacho do parque... Ela me contou a história da família dela, como começou e como chegou a ter o poder que tem hoje em dia.Por incrível que pareça, a história remonta aos anos 1850, nas selvas de Antioquia, em terra de ninguém. A primeira mulher de que se tem pertencente à família da senhora Karoll foi uma freira espanhola que veio para a Améyummy perseguida por uma rainha malvada do império espanhol. A rainha malvada quis se vingar da freira, já que ela expôs publicamente o incesto que a rainha tinha com seu irmão de sangue. Por isso, a rainha enlouqueceu e usou todo o seu poder para matar a freira. Contratou uma bruxa habilidosa com a missão de matá-la; a bruxa viajou da Europa para a Améyummy para cumprir seu objetivo, mas foi capturada e condenada à fogueira. Bem antes de morrer, a bruxa lançou uma maldição contra a freira: esse feitiço consistia em que, em toda a sua descendência, existiria o pecado da rainha: o incesto. Com o tempo, a freira se apaixonou e gerou filhos e filhas, e foi então que os pecados de incesto começaram a aparecer um após o outro. O feitiço era bem específico: o incesto seria transmitido pela via matriarcal, ou seja, através das mulheres da família. Não era claro se todas as mulheres da família sofreriam desse mal, mas com o passar do tempo, os casos de incesto continuaram se repetindo, através dos anos. A freira, que no fim largou o hábito para formar uma família com o amor da sua vida, expressou a necessidade de reunir toda a informação sobre os casos de incesto que aparecessem, com o propósito de estabelecer o padrão de comportamento da maldição lançada. Anos depois, houve uma descendente da freira, cujo nome era ILEMECO, que decifrou grande parte do enigma para quebrar a maldição. Essa mulher é considerada a mais sábia que já existiu na família. ILEMECO profetizou o nascimento de uma mulher que terminaria decifrando todo o padrão das aparições incestuosas na família e, como resultado disso, saberia a forma de erradicar ela.
Devo dizer que a história da senhora Karoll me pareceu quase um conto de fadas: com bruxas, rainhas malvadas e feitiços. Tudo aquilo me parecia de outro mundo, eu custava a acreditar. A Anig me pediu para não contar mais detalhes sobre isso, já que ela pretende escrever um texto para tratar desse assunto.
UMA VISITA DO CLARENT NA CASA DA ANIG
Depois disso, a gente já tava indo pra casa, foi quando Zuzuki chegou com a Clarent montando bicicleta, os dois suados e bem ofegantes. Dava pra sentir um cheirinho leve de rola e buceta neles, mas não falei nada...
Zuzuki fala pra mãe dele, que também é a mulher dele, ao mesmo tempo: “Oi, mãe, como cê tá?”
“A gente já ia pra casa, vocês vão com a gente?” ela respondeu...
Clarent responde: “Vai ser um prazer, dona Karoll”. Daí ela me olha e fala: “Amanhã trago sua calça com o suéter, desculpa, é que não tive tempo de passar por aqui”
“Fica tranquila, quando puder me traz” respondi.
Zuzuki e Clarent tinham descido das bicicletas pra caminhar com a gente, quando aparecem dois assaltantes armados com canivetes...
Sem dizer nada e sem dar chance pra eles falarem, corri pro primeiro dos caras, um homem alto, uns 40 anos. Com um chute, tirei o canivete dele e mandei uma sequência de 5 golpes, o último acertou na têmpora com tanta força que quase matei o infeliz. O cara caiu no chão e eu fiquei com o canivete na mão...
O segundo assaltante, também de canivete e com a mesma cara do primeiro, ficou me encarando impressionado. Joguei o canivete com força contra uma das árvores, ele cravou fundo na madeira: mostrei que não precisava daquilo pra vencer ele. O cara correu na minha direção pra tentar me machucar, corri pra uma árvore que tava entre ele e eu, me apoiei nela e pulei pra dar um chute forte no peito dele. O som do impacto foi igual ao de um bumbo de tambor. O cara ficou sem ar, quase sem conseguir respirar, largou o canivete e caiu. A gente foi embora.
Clarent ficou admirada comigo, ela não sabia que eu era fera nas artes marciais.
Zuzuki explicou que todo domingo a gente ia junto pra academia praticar defesa pessoal, e brincou dizendo que eu era a dele.
Quando chegamos em casa, descobrimos que Anig tinha saído. Indo para a casa da Natalia, a dona Karoll ficou furiosa e mandou um dos seguranças levá-la no carro dela pra perseguir a Anig, já que o celular da Anig tava desligado.
CLARENT É A RAINHA MAIS GOSTOSA, MAS TAMBÉM UMA PORCA.
![Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada](https://img-hw.xnxx-cdn.com/videos/thumbs169lll/5d/5f/43/5d5f437d820341f48938d75674461f1f/5d5f437d820341f48938d75674461f1f.9.jpg)
Fiquei em casa com Zuzuki e Clarent, fui até a cozinha pegar algo pra elas comerem, quando voltei, Zuzuki e Clarent já não estavam mais na sala. Percebi que tinham subido pro quarto da Anig, peguei meu tablet e subi pra ver o que estavam fazendo. Quando entrei no quarto, não podia acreditar: Zuzuki e a senhora Clarent estavam se beijando desesperadamente enquanto tiravam as roupas um do outro, os dois estavam suados de tanto pedalar, eles riam, aí Clarent me olha: "Ashley, não se assusta e também não fica aí parada, vem, vamos fazer um trio gostoso... Você já nos viu no outro dia, que diferença faz!!" Enquanto falava isso, ia tirando o suéter e a bermuda de ciclismo... Eu fiquei tipo em choque, depois disso nada mais me surpreenderia, eles continuaram até ficarem completamente pelados. Não era como da outra vez, não estavam bêbados nem tinham tomado potencilizador, estavam no pleno juízo!! Via em Zuzuki um olhar de prazer, como se adorasse ser visto, era o mesmo olhar que ele tinha quando peguei ele fazendo sexo oral com a namorada, entendi então que ele era um pervertido e isso me excitou, Zuzuki era um exibicionista... Zuzuki e Clarent estavam nus, completamente, ele estava de pé e ela se ajoelhou pra dar um boquete nele... ela chupava ele de um jeito esplêndido, aquela cena me chamava muito a atenção, foi me conquistando aos poucos, foi como da outra vez com a namorada dele: Desejei estar ali ajoelhada junto com a Clarent pra chupar ele também. Clarent me olhava enquanto chupava, com a mão me convidava pra participar daquilo. Aconteceu a coisa mais vergonhosa que já me aconteceu na vida: sucumbi ao chamado da senhora Clarent. Fui e me ajoelhei diante do Zuzuki pra chupar a pica dele junto com a Clarent. Nós duas chupávamos a pica dele, Clarent ao mesmo tempo me olhava e sorria, como se tivesse vencido a travessura, a jovem Clarent era linda, o rosto angelical e as bochechas macias e rosadas, a pele branca.

Zuzuki tava com o pau completamente duro e do glande dele começou a escorrer um líquido gostoso, minha saliva se misturava com a saliva da senhora Clarent e com o líquido seminal do Zuzuki, eu perdi a noção do que tava fazendo e quando voltei a mim, me vi beijando a Clarent num beijo apaixonado enquanto a pica do Zuzuki tava colada nos nossos lábios.

Devagar, Clarent foi tirando minha roupa, enquanto chupava aquela pica enorme do filho do meu pai adotivo e, ao mesmo tempo, acariciava meus peitos com os dedos delicados. Ela ria, aquela risada de aparência infantil e angelical me hipnotizava. Eu não me considerava lésbica nem bissexual, mas aos poucos fui descobrindo que gostava dela. Ela era linda, a cor do cabelo dourado dela me deixava besta... Ela tirou a pica da boca por um momento para me dar, eu engoli inteira enquanto ela dizia entre risadas: "Você é linda, e eu gosto de você."
Zuzuki me pegou pelo pescoço suavemente e me colocou de pé, disse com voz baixa e sensual: "Irmãzinha, tira a roupa, toda."
Como hipnotizada pelas palavras dele, tirei o shortinho ciclista e entreguei na mão dele. Clarent me olhava e sorria enquanto continuava chupando a pica de quem é meu irmão por adoção. Zuzuki, ao pegar minha roupa na mão, rasgou como se fosse papel, só deixou minha calcinha fio dental e sutiã intactos. Eu continuava como hipnotizada, porque não reagi ao que ele fez... Continuei parada na frente dele, esperando o que ele ia dizer. Ele sussurrou de novo no meu ouvido: "Deita na cama da minha irmã Anig e fica de quatro." Obedeci à voz dele, como se estivesse possuída pela excitação e luxúria, subi na cama e fiquei de quatro, empinei minha bunda esperando uma penetração incrível, fechei os olhos...
Mas o que senti foi uma língua fria e delicada percorrendo minha buceta e meu cu, isso me excitou pra caralho. Deixei escapar um gemido, e quando virei, percebi que era a Clarent que estava me lambendo a buceta. Ela fazia de um jeito extraordinário, extremamente excitante. Meus fluidos vaginais começaram a escorrer de forma exagerada, como uma fonte de rio caudaloso, saindo do meu interior os meus preciosos fluidos que encharcavam toda a boca da senhora Clarent. Ela parecia adorar. Zuzuki se colocou na frente da cama, deixando o pau bem na frente da minha boca. Sem ele precisar falar nada, fui engolindo devagar. Seu pau, eu fui chupando devagar enquanto ele dizia: "Chupa assim, isso, suavemente, mexe a língua... assim, você faz muito bem", enquanto acariciava minhas bochechas e falava de um jeito muito sensual, aquela voz me excitava ainda mais. "Sê minha putinha, assim... você chupa muito bem, se comporta como uma irmãzinha doce." Clarent continuava chupando minha buceta enquanto esfregava meu cu com um dos dedos, ela perguntou: "Você gosta?" Eu acenei com a cabeça que sim... Não demorou muito para eu ter um orgasmo, me senti a mulher mais fácil do mundo, mal tínhamos começado e eu já estava gemendo feito uma puta no cio. "Ahhh... não aguento mais!.... gostoso, Zuzukiii, Zuzukiii...
Depois Zuzuki faz sinal pra Clarent se abrir de pernas na minha frente enquanto ele fica atrás pra apontar o cilindro de carne potente dele pra minha buceta. A Senhora Clarent se deitou na cama de barriga pra cima, colocando a buceta linda dela na frente da minha boca, ela pôs a mão na minha cabeça e foi me guiando devagar pro sexo dela. Uma buceta rosadinha, de clitóris duro, lábios delicados e completamente depilada, ao mesmo tempo eu vi o cuzinho dela uffa, que momentos!!
Na hora que comecei a chupar a buceta dela, vi o cuzinho vibrando: parecia que fechava e abria rapidinho.
Zuzuki esfregou a entrada da minha buceta com o pau potente dele sem me penetrar, como se estivesse molhando a cabeça dele com minha porra toda, aproveitou meu orgasmo pra lambuzar o membro inteiro. Eu queria tanto que ele fizesse, mas ele disse: "Se você não falar que é minha putinha, não vou meter". Era como se ele brincasse com meus desejos, como se lesse minhas emoções. Eu tava com tanta vontade que aceitei falar, mesmo gaguejando: "Sou sua... pu-ti-nha..." e depois gritei baixinho: "Mete logo!"
Foi aí que senti o pauzão dele entrando em mim, era duro, gostoso, parecia preencher todo o meu canal... Na hora da penetração, minha buceta, mesmo completamente molhada e escorregadia, oferecia uma certa resistência, porque o pau dele era muito grosso pra minha xereca...

Naquela posição de quatro em que o Zuzuki me segurava, eu ia continuar chupando a buceta da Clarent, mas fiquei curiosa pra ver a enfiada que o Zuzuki tava me dando. Pra minha surpresa, ele só tinha enterrado menos da metade do pau dele. Naquele momento, senti ele grosso e comprido. Aí ele continuou com mais pressão pra ir enfiando o pau dentro de mim, até que chegou num ponto onde bateu no fundo. Ele tinha conseguido chegar no meu útero. Olhei de novo pra ver se ele tinha enterrado tudo, e ainda faltava 1/4 do pau lindo e poderoso dele. Ele continuou fazendo pressão, mas eu falei: "Você já chegou no fundo, não continua porque tá doendo". Nisso, a Clarent sorri: "Tasty, né? Deixa ele enterrar tudo, você já quase engoliu ele inteiro". Aquele sorriso dela me enlouquecia. Naquele momento, pensei na puta que eu era e não sabia. Pensei em como tinha cedido fácil, mas também me perguntei por que não tinha experimentado isso antes. Se soubesse que era tão gostoso, teria pedido aos berros. O Zuzuki fazia pressão suave com o pau dele, como um tronco grosso batendo forte numa porta. Eu tava excitada, enfiada até o fundo, minhas pernas tremiam, minha buceta se contraía como se quisesse puxar o pau do meu irmão adotivo pra dentro de mim: Era grosso e duro. Sentia que aquele pau não ia caber todo dentro de mim. O pau dele era muito maior que o do pai dele. Na minha frente, tinha a Clarent, que não parava de sorrir enquanto olhava pro meu rosto. Ela disse: "Você perdeu a virgindade faz pouco tempo, né? Dá pra ver que sua buceta ainda é fechada". Percebi que aquela mulher linda de cara angelical tinha muita experiência. Aí ela olhou pro pau do Zuzuki entrando na minha buceta enquanto falava: "Isso eu não quero perder. Você é quase uma virgem, adoraria ter você como namorada"... Não consegui evitar abrir a boca e gemer como uma puta novata: "Aiii... aiii... aiii... É tasty, mas sinto que você tá me abrindo toda, Zuzuki. Você já meteu tudo?" A Clarent sorria e respondeu. Já tá quase, essa cock fica linda entrando na sua pussy" — aí senti os dedos da Zuzuki massageando meu clitóris enquanto a pressão da cock dela aumentava dentro de mim. Dava pra sentir no meu útero, era uma cock firme, muito firme. Naquela hora, senti que ia ter outro orgasmo, não consegui evitar de gritar igual uma putinha novata, fiquei com tanta vergonha. "Ahhhh..." Minha pussy inundou completamente de fluxo vaginal. Meus líquidos escorriam por toda a cock da Zuzuki, parte do meu precioso mel começou a escorrer pelos lençóis e pelas minhas pernas. Zuzuki limpava o líquido com a mão e levava até a boca, como se estivesse provando, como se estivesse saboreando...
A risa melodiosa da Clarent era notória. Zuzuki, com os dedos, acariciou toda a minha buceta, como se estivesse colhendo mais fluido, e depois deu para Clarent provar. Ela chupou os dedos dele enquanto dizia: "Fluidos de uma quase virgem". Depois, fez uma carinha de safada e falou: "Zuzuki, já deixou ela pronta, agora vai, enfia tudo nela". Quando ela disse isso, fiquei nervosa, porque sentia o pau até o fundo, não achei que conseguiria engolir todo aquele pau enorme dentro de mim, mas...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Zuzuki, aproveitando a quantidade enorme de lubrificante que tinha na minha buceta e a posição de puta em que eu estava, me segurou pelos ombros e fez pressão forte com o pau dele, cravando até bem fundo na minha buceta. A pressão foi imensa e senti aquela rola chegar a uma profundidade que nem eu sabia que minha buceta tinha... Quando olhei pro pau do Zuzuki, vi que ele tinha enterrado tudo. Senti uma dor intensa, gritei igual uma menina, um berro forte: “Ahhhhhhhhhhh, tô doendooooooooo”. Aquela rola me arrebentou toda. Quando virei pra olhar de novo, vi gotas de sangue saindo da minha buceta escorrendo pelas minhas pernas. Clarent me olhou com um sorrisão no rosto: “Você acabou de perder a virgindade 100%. Na primeira vez que te comeram, não te penetraram até o fundo.”


Eu ainda tava de quatro, completamente ultrajada, minha buceta começou a escorrer um líquido branco, enquanto a Zuzuki enfiava tudo: pra frente e pra trás, várias vezes, e aos poucos foi aumentando a velocidade. Meus peitos balançavam no ritmo dela, a Clarent me olhava e não parava de falar: "Você ainda era virgem, me deu uma grande surpresa. Tô apaixonada por você!!" Ela mordia os lábios, ajeitou o cabelo, se acomodou na cama...
Clarent me pegou pela cabeça de novo pra me levar de volta ao clitóris dela, eu continuei chupando toda a buceta dela, já completamente entregue às investidas de Zuzuki, aquela pica eu sentia até o fundo... Zuzuki me metia na buceta por trás, de quatro... Lembrei da posição da senhora Clarent no banheiro quando ela arqueou as costas, então fiz o mesmo, naquele instante a pica de Zuzuki entrou com mais facilidade, doeu mas ao mesmo tempo gostei pra caralho, me senti muito excitada, foi aí que comecei a sentir um novo orgasmo e a entender por que tem que arquear as costas...
Clarent começou a rir dizendo "Já vi que você adora pica!!, se olha como você tá, geme sem vergonha, se gemer vai sentir como se liberta desse êxtase", as palavras dela furaram em mim, então fechei meus olhos e não liguei pra mais nada: comecei a gemer alto feito uma puta, gemi tão forte que sentia que todo o ar dos meus pulmões saía junto com meus gritos, meus gemidos bem altos deviam ter sido ouvidos pela casa toda... Quando abri meus olhos e vi a Clarent, percebi que ela tava me gravando com o celular enquanto ria, falei "Não, por favor, não, não faz isso!" implorei sem sair da posição que eu tava, minha bunda empinada e minhas costas arqueadas, meu pescoço colado no lençol, minhas pernas tremendo não respondiam, ela só ria "Tem que imortalizar esse momento!!. Ashley, você é única!!" Zuzuki tinha a pica bem dentro de mim: aquela pica com as veias quase estourando dentro do meu corpo magrinho, entrando e saindo de um jeito bestial. As mãos dele me puxavam pra ele com força, o som de bunda-pélvis era forte.
![Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada](https://pbs.twimg.com/media/Bdl6iy6CIAA2xG-.jpg)
ME EMPUTECENDO COM A GOSTOSA LOIRA CLARA
Zuzuki cada vez se movia mais rápido e o som de bunda-pélvis aumentava, naquele momento o celular da dona Clarent tocou, eu me assustei, ela parou de nos gravar pra atender a ligação: era o marido dela, o senhor Temístocles. Zuzuki disse "atende, inventa alguma coisa", Clarent com seu sorriso safado atende colocando o celular no viva-voz "Oi meu amor!!" enquanto Zuzuki aumentava a velocidade e a força com que me metia, obviamente os sons de bunda-pélvis ficavam mais evidentes...
"Onde você tá? Já faz um tempo que você saiu" perguntou o marido de Clarent...
Enquanto eu continuava chupando a buceta da esposa infiel, ela ao mesmo tempo falava ao telefone com o marido, colocando uma voz de menina inocente e melosa (voz de patricinha), ela continuou a conversa com o marido "Meu amor, tô andando de bicicleta", naquele momento Zuzuki se movia mais rápido e batia mais forte na minha bunda com a pélvis, me dando uma metida mais profunda, era como se o pau dele ficasse mais excitado com a voz do marido de Clarent...
O movimento de Zuzuki tava me excitando mais, não aguentei e gozei num outro orgasmo, gemi que nem uma puta mas baixinho pra que o marido de Clarent não ouvisse, mas no instante em que Zuzuki percebeu meu orgasmo me deu um tapa na bunda com a mão aberta bem forte, foi aí que gritei que nem uma puta excitada...
O senhor Temístocles comentou "O que é isso que eu tô ouvindo? Você tá com alguém?"
"Não meu amor, não tô com ninguém, esse som? Meu amor, parei pra falar com você e tô aqui na rua, tem crianças na minha frente, brincando... Uma menina malcriada que caiu da bicicleta" Depois ela me olhou e sorriu safadamente...
"Ahh tá bom, não demora, te amo"
"Eu também te amo meu amor"... A ligação terminou... durante a conversa a voz de Clarent foi de menina melosa e rica.
Nós três continuamos no nosso glorioso ato sexual, um trio mágico.
Aí a Clarent me pede pra trocar de posição com ela, eu já tava exausta. Quando o Zuzuki tirou a rola de dentro da minha buceta, saiu um monte de líquido que caiu nos lençóis, nas minhas pernas e na cabeça daquele cilindro carnudo lindo. O pau dele ainda tava duro e forte, com um líquido babento saindo do buraco da glande, que se conectava com os fluidos da minha buceta. Eu me assustei, perguntei: “Que porra é essa? Você gozou dentro de mim?” Ele respondeu com um sorriso: “É só líquido seminal, ainda falta muito pra eu gozar.”
Depois que troquei de posição com a Clarent: agora eu tô de pernas abertas, de barriga pra cima na frente dela, e ela de quatro, dando a raba pro pau do Zuzuki...

Antes de começar a penetrar a senhora Clarent, Zuzuki abre a porta do quarto e pega o fio dental da senhora Clarent pra limpar a pica dele dos meus fluidos. Depois de se limpar com o fio dental, ele joga longe pra sala, atravessando a porta do quarto e caindo no primeiro andar, na sala da casa. Quando vi isso, falei: "Cê é louco!! Se alguém vier, vai perceber. Fecha a porta!!". Ele me olha sorrindo: "Isso é parte da emoção, deixa a porta aberta!". De algum jeito, isso me excitava ainda mais. Depois, Zuzuki fica atrás da senhora Clarent pra penetrar ela até o fundo, ela gemeu de um jeito desproporcional enquanto dizia: "Ooooh, ooohhh, yummy, que yummy que é!!... nunca provei uma pica igual a sua, tô apaixonada pela sua pica, Zuzuki!! ... Oohh". Aí Clarent enfiou a língua dentro da minha buceta pra me transmitir o prazer dela...
Zuzuki começou a meter na senhora Clarent, ela gemia que nem uma puta, ele dava tapas na bunda dela, isso parecia excitá-la: batia forte, o impacto soava como um tapa bem dado, ela dizia: "Assim, siiiim... me come assim, Zuzuki, me comeeee!
Enquanto continuava sem parar, ele se movia com muita habilidade, metia e tirava da senhora Clarent rapidamente e num ritmo constante, com uma mão dava tapas na bunda e com a outra tocava o cu dela. Depois, Zuzuki pegou o celular da Clarent que estava do lado da cama, Clarent virou pra olhar, Zuzuki tirou uma selfie mostrando na foto que estava comendo aquele rabo gostoso, mostrou a foto pra gente, e em seguida ligou pro marido da Clarent e disse: "Liga pra ele e fala que encontrou a Ashley, diz que vai demorar mais, o resto inventa você". O telefone estava no viva-voz e chamando o senhor Temístocles, Clarent sorriu enquanto se preparava pra falar com o marido, ele atendeu: "Oi, meu amor". Ela, com a voz melosa de menina mimada: "Meu amor, lembra da Ashley? A filha do senhor Alonso. Encontrei ela no parque, ela me convidou pra ir na casa dela bater um papo e fazer uma rotina de exercícios". "Sim, lembro dela, é a irmã mais velha da Zahia. Tá bom, manda um abraço pra ela", respondeu o marido... Zuzuki aumentou ainda mais a velocidade, o som da bunda batendo na pelve era evidente, eu achava incrível que aquele senhor não percebesse o que realmente era aquele barulho... Clarent respondeu: "Ela tá do meu lado, vou passar ela, ela quer te cumprimentar". Eu levantei a voz: "Oi, senhor Temístocles, como vai?". Fiquei muito nervosa, Clarent continuou chupando minha buceta enquanto eu respondia ao marido dela, e Zuzuki não parava de meter na senhora Clarent, o celular no viva-voz...

Zuzuki parecia reunir forças, pegou com suas mãos fortes nos ombros da senhora Clarent, ela de quatro arqueou mais as costas e levantou a bunda um pouco mais.
Os músculos dos braços de Zuzuki ficaram mais evidentes, seu rosto mostrava mais esforço, apoiou uma das pernas na cama, dobrando-a e colocando o pé firmemente sobre os lençóis da cama da senhorita Anig, enquanto a outra perna continuava apoiada com o joelho na cama... Naquele instante, pude perceber que a senhora Clarent teve o primeiro orgasmo enquanto o marido estava ao telefone, ela soltou um gemido leve “aaaaaahhhh... ahmmmmm!! ...”
“Oi, minha filha, que prazer em falar com você. Cuide bem da Clarent! Estou ouvindo barulhos, vocês estão bem?”
Naquele instante, Clarent enfia um dedo no meu cu suavemente, por pouco não soltei um gemido, tive que me esforçar para manter a voz no mesmo tom...
“Claro que sim, senhor Temístocles, ela está em boas mãos. Agora mesmo estamos fazendo exercícios, por isso estamos ofegantes.”
Depois, Clarent enfia o dedo inteiro no meu cu enquanto me olhava enquanto eu falava com o marido dela...
O senhor Temístocles diz “Minha filha, sinto vocês muito ofegantes, não se esforcem tanto, cuidado com alguma lesão”
Clarent responde entre gemidos próprios do êxtase a que estava sendo submetida: “Os exercícios com esforço são os que valem a pena!!, Ahhh… Ahhh… É que estamos fazendo exercícios de alto rendimento… Ahh!!... Ahhh..., ela está me ensinando uma nova rotina”
Clarent me olha, em seu rosto pude perceber um êxtase intenso, Zuzuki tinha enfiado o dedo inteiro no cu dela enquanto a penetrava com força e muita velocidade, ela se aproximou de mim e disse em voz baixa, cuidando para que o marido não a ouvisse no celular “Não aguento mais, vou gozar de novoooo!!!” abriu a boca e seus olhos pareciam perdidos, ela gemia suavemente...
Naquele instante, Zuzuki dá um tapa forte na bunda de Clarent: Paaaaaaaaaaaaack!!!...
O som foi espetacularmente barulhento, igual quando você dá um tapa de mão aberta na barriga de um gordo bem forte...
Ela soltou um gemido de puta que não conseguiu segurar, aquela palmada pegou ela de surpresa: “ahhhhhhh... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhh...”
Do outro lado do telefone, o marido dela pergunta “O que foi isso?, tão bem?, não é perigoso isso que vocês tão fazendo?, Meu amor, por que você gritou?” Zuzuki sorri enquanto segura a cintura da senhora Clarent com uma mão e com a outra coloca a mão nas costas dela, fazendo ela arquear mais pra uma penetração total, a senhora Clarent ficou então com as costas bem arqueadas e a raba empinada ao extremo.
Ela responde “Não meu amor, calma, tá tudo bem, a Ashley é toda uma profissional nisso” Clarent em nenhum momento durante a conversa tirou o dedo do meu cu, me deixou muito excitada, comecei a sentir o tesão do perigo de sermos pegos, nessa hora, ela massageava meu clitóris e meu cu desse jeito, minha excitação foi total...
Percebendo que Clarent já queria desligar pro marido, Zuzuki faz sinal pra ela estender a conversa, continuar falando com ele... Ela concordou com a cabeça:
Clarent continua a conversa “Meu amor, e você já fez café da manhã?”
Zuzuki enquanto metia nela com sua pica bestial e descomunal, enfiou ainda mais o dedo no cu de Clarent: enfiava e tirava rapidinho. Tudo isso ao mesmo tempo que ela falava...
Eu deitada com as pernas abertas e encolhidas, de cada lado da esposa infiel, e minha buceta exposta pra Clarent como uma presa de carne servida e pronta pra comer, desse jeito eu tava observando tudo...
Do outro lado, o marido corno dela diz “Sim meu amor, fiz dois sanduíches e um café, e você tomou café?”...
Ela responde entre gemidos enquanto Zuzuki enfia dois dedos no cu já dilatado dela: “Sim meu amor, aqui me deram dois ovos bem enormes e uma arepa gostosa lambuzada com um mel delicioso que ainda tenho na...” o paladar e um copo de porra fresca e deliciosa" enquanto ela diz isso, me olha tipo safada, entendi a referência: obviamente minha buceta era a arepa com mel...
Zuzuki tira a cock dela buceta dela senhora Clarent e se prepara pra meter no cu dela: encosta a cabeça da pica na entrada do cu já bem aberto da senhora Clarent, ela fala do marido: "Meu amor, vou levantar uns pesos que a Ashley tem, não me liga..."
Do outro lado o marido responde "Meu amor, toma cuidado, não se esforça demais!"
Zuzuki enfia a cabeça da pica enorme no cu da esposa safada, ela solta um gemido forte de puta sedenta de macho "ahhh... ahhhhhhhhhhhhhh..." nessa hora a Clarent enfia o dedo inteiro no meu cu com força, me fazendo gemir junto com ela: "ahhhhhhh..........."
Aos poucos Zuzuki foi metendo até o fundo, a pica enorme dela tava bem lubrificada, depois foi aumentando a velocidade de entra e sai...
Do outro lado do telefone o marido ouvindo os gemidos "Tão bem? Meu amor? Tô ouvindo vocês duas gritando! Tão bem? Alô?"...
A senhora Clarent continuava gemendo forte igual uma putona sem se importar que o marido tava ouvindo do outro lado: "ahhh... aaaaaaaaaaaaaaahhh..."
Zuzuki tava com a pica enfiada bem fundo, a cara dela mostrava raiva, mostrava prazer bestial... Rapidamente acelerou o ritmo da cintura, parecia que a cintura ia desencaixar de tanto vai e vem, era um ritmo só pros mais fodões no sexo...
Clarent volta à conversa com o marido enquanto ela se mexe no ritmo dos movimentos que seu jovem amante imprimia. Ela responde com a voz claramente trêmula e ofegante: "Sim... meu amor... estamos as duas aqui... tentando terminar... nossa rotina... é bem puxadaaaa... aaahhhhh..." enquanto se vira para encarar Zuzuki de frente e grita bem alto: "Isso... mais forte!!!"
Suas palavras foram generosamente captadas pelo amante, que se apoiou na cama com os dois pés sobre os lençóis enquanto continuava montando sua bela vítima. Zuzuki, quase de cócoras com os joelhos dobrados e os dois pés firmemente apoiados na cama, movia a cintura rapidamente enquanto cravava nas entranhas de sua bela amante seu poderoso obelisco de carne...


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Depois Zuzuki agarrou ela pelo cabelo pra segurar com mais força e meter mais forte, ele cravava todo o pau musculoso dentro dela: Um cilindro grosso e encorpado de carne, fortalecido por ouvir a esposa infiel conversando com o marido enquanto ele comia ela...
O marido parece preocupado do outro lado do telefone: "Meu amor, não levanta peso tão pesado, você me preocupa!"
Ela responde entre gemidos: "Não... se... preocupa!... Eu dou... conta disso..."
Zuzuki enfia a mão na buceta dela pra esfregar o clitóris e masturbar ela enquanto continua comendo o cu dela, ela se deita na cama e morde o travesseiro pra abafar o gemido de puta vagabunda, depois enfia a língua dentro da minha buceta ao mesmo tempo que continuava enfiando o dedo no meu cu já aberto, eu ofegava no ritmo dela...
Clarent faz sinal pro Zuzuki que vai gozar de novo, um novo orgasmo da esposa infiel já putona, ela grita escandalosamente e sem vergonha, sem se importar que o marido tava no viva-voz do telefone: "Ahhhhhhhhhhhhhhh..."
Zuzuki fechou os olhos enquanto as metidas ficavam mais fortes, os gemidos leves dele começaram a ficar mais claros... ao mesmo tempo, uma explosão de porra começou a jorrar do cu da senhora Clarent enquanto Zuzuki continuava no ritmo da penetração bestial e descomunal: A porra caía nos lençóis, escorria entre as pernas da jovem esposa... Tudo isso acontecia sem Zuzuki parar a masturbação que tava fazendo no clitóris da linda Clarent.
O marido do outro lado responde: “De quantos quilos é o peso que você tá carregando?”
Ela responde com a voz entrecortada: “Não sei, mas é pesado... e me deixou exausta”
O marido, meio preocupado: “Pergunta pra Ashley de quantos quilos é o peso”
Eu respondo: “É de 50 quilos, senhor. Mas sua esposa tem uma resistência incrível”
Aí a Zuzuki interrompe a conversa, pega o celular e desliga a chamada, na hora ativa a câmera frontal e começa a gravar no estilo selfie, se grava ele comendo a Clarent e depois foca em mim pra imortalizar o momento.
Fez um vídeo de mais ou menos 1 minuto de duração.
PERDENDO O VIRGEM ANAL DA FORMA MAIS FOXY E PUTA QUE PODE EXISTIR
Depois Zuzuki tira a pica enorme do Clarent, percebo que quando a pica sai do cu da esposa infiel fica com manchinhas amarelas de merda e lubrificada com um tom amarelado misturado com fluidos vaginais, no ambiente tinha um cheiro forte de cu. Ainda tava com a pica dura pra caralho: eu e o Clarent estávamos exaustas em cima da cama. A senhora Clarent tirou meu dedo do cu, ela se afastou pra se jogar da cama e descansar no chão completamente nua e suada, fedendo a pica e a cu, derramando jatos de porra pelo cu que escorriam até a buceta dela...
Quando pensei que ia gozar, Zuzuki se coloca em cima de mim, eu falei "O que você vai fazer? Não, não, espera... se limpa primeiro", ele sem ouvir meus pedidos, colocou a pica bem lubrificada e suja cheia de líquido amarelo da senhora Clarent na entrada do meu cu aberto que tinha sido dilatado pra caralho pelo dedo da esposa infiel: Ele abriu minhas pernas com as mãos fortes dele e de uma só vez enfiou até o fundo das minhas entranhas a pica grossa e dura dele, meu cu não ofereceu resistência nenhuma. Senti que chegou até o fundo do meu ser, foi assim que naquele momento perdi minha virgindade anal nas mãos do meu irmão Zuzuki. Uma enfiada que foi até a base do pau, ficando só os colhões balançando entre minhas nádegas e as pernas dele...
Ele começou a se mover de um jeito bestial e eu gritei "Zuzuki, é minha primeira vez no cu, por favor, devagar!!", mas longe disso minhas palavras pareceram animar ele mais, como se tivesse despertado uma fera sexual: Zuzuki tirou forças sei lá de onde, e se moveu tão rápido que a pica dele entrava e saía de um jeito que era impossível acompanhar o ritmo, sentia uma dor no meu cu mas ao mesmo tempo uma excitação que naquele momento era nova pra mim: Meu primeiro anal. Descobri que a dor diminuía se eu abrisse bem as pernas, e foi o que fiz: Abri bem as pernas e exibi meu cu em todo seu esplendor, olhei pra ver aquele ato tão... Vergonhoso.

Eu na cama, de pernas abertas, dando o cu pro Zuzuki, enquanto o Clarent tava no chão do lado da cama, todo cheio de porra...
No momento em que o pau dele entrou no meu cu virgem, todo o anel do meu cu afundou junto com a vara enorme dele; na hora de sair, meu anel parecia grudar no pau grosso dele, fazendo parecer que meu cu tava com saudade daquela pica e não queria que saísse dali, as dobras internas do meu cu pareciam se virar pra fora, saindo junto quando ele tirava o pau. Me excitou, aquela imagem me levou ao êxtase, por um momento fui tomada por um tesão inexplicável e falei entre gemidos: “Zuzuki, me grava, pega o celular e me grava dando o cu pra você”
Ele pega o celular e começa a gravar, filmando de perto como o pau dele entrava e saía do meu cu; eu com as pernas bem abertas e olhando bem de perto como a gente transava gostoso. Adorei.
![Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada](https://www.chicams.es/chicas/h/a/c/haciendo-sexo-anal-encima-tumbada-en-la-cama.jpg)
Zuzuki na hora começou a esfregar meu clitóris e a me masturbar muito gostoso... não demorou muito até eu sentir que ia gozar de novo, falei “Zuzuki, Zuzuki... tô gozando, vou gozar” ele aumentou a velocidade ainda mais, me fazendo ter o melhor orgasmo de sexo anal que já tive na vida toda... Foi a coisa mais deliciosa que já experimentei e foi o ponto culminante onde me senti virando uma puta, então falei “Sou sua rabuda, Zuzuki, quero que você sempre me meta assim, quero que você seja meu, assim... ahhhhhhh” gritei igual uma cadela no cio...
“Não tira, enfia mais fundo”...
Minhas palavras encheram ele de energia, senti o pau dele inchar dentro do meu cu, senti a temperatura do pauzão dele subir de repente, o rosto dele mostrava uma excitação sem igual, e ofegando, senti o pau dele explodir dentro das minhas entranhas, pude sentir o leite dele percorrer das bolas até a cabeça do pau, como um líquido violento viajando por um cano: O esperma dele escorria pelas bordas entre meu cu e o pau dele, mas ele ainda continuava duro e forte, se movendo. Ele continuava gravando.
Eu deitada de barriga pra cima na cama do Anig e ele por cima de mim metendo no meu cu, o cheiro de m.e.r.d.a e pica no quarto era inconfundível. Quando ele gozou dentro de mim, senti uma vontade enorme de cagar... Aí falei: "Zuzuki, tira sua pica, bateu uma vontade de cagar". Zuzuki tirou e na mesma hora me levantei, saí correndo pro banheiro interno do quarto do Anig, escorrendo porra do meu cu e das minhas pernas, um monte de porra caiu na cama do Anig e no chão... Foi assim que terminou aquela tarde de putaria e safadeza.
Quando entrei no banheiro, logo saiu a m.e.r.d.a junto com um monte de esperma, que vergonha que senti na hora. Lá de fora do banheiro, o Clarent me pergunta: "Ashley, você tá bem?" Respondi: "Tô sim, me espera um pouco." Caguei, me limpei, e na hora lavei bem a buceta com bastante água e sabonete cremoso da Anig. Percebi que minha buceta tinha ficado bem aberta, pensei que ia ficar assim e me assustei. Tomei banho rápido.
A BUNDA DA RAINHA CLARENT É ARREBENTADA DA FORMA MAIS BESTIAL POSSÍVEL DE SE IMAGINAR
Quando saí do banheiro, Zuzuki continuava comendo mais uma vez a senhora Clarent, que estava deitada no chão: Zuzuki tinha colocado ela de quatro no chão (onde ela estava caída)... e com a pica suja de merda, enfiou a pica de novo até o fundo no cu da senhora Clarent.
Eu fiquei parada na frente deles, olhando, toda molhada, sem acreditar no que estava vendo: Zuzuki segurava a senhora Clarent com força pela cintura com uma mão, enquanto com a outra esfregava a buceta dela, as estocadas eram poderosas, ela ofegava sem poder fazer nada, os movimentos da cintura dela eram impostos pelo braço forte que a segurava e balançava à vontade. Ela me olhava com os olhos perdidos, boca aberta babando, com uma cara de quem queria que o amante gozasse mais uma vez dentro dela, o cabelo todo solto e jogado no chão, enquanto o amante a masturbava e comia aquele cu delicioso. Claramente a senhora Clarent estava com tesão, gemia como uma puta enquanto Zuzuki empurrava o cilindro dele como se fosse o encaixe de uma espada. A frequência dos gemidos dela era a mesma frequência das estocadas do amante, estavam sincronizados, conectados...
Eu me distraí olhando para eles, meus mamilos endureceram de novo e minha buceta começou a ficar molhada mais uma vez...
Finalmente, Zuzuki gemeu com um grito profundo enquanto parava os movimentos da cintura, ao mesmo tempo que Clarent gritou: "Sente, Zuzuki, sente mais uma vez meu orgasmo de puta que eu te entrego, sente como todo o meu corpo deseja sua pica... ahhhhhhhhhhhhhh!!..." Ela gritava enquanto se contorcia com a pica encaixada...

Depois ele se levantou ainda com o pau duro, sujo de porra e merda; a Clarent continuava no chão, ainda de quatro, com a buceta e o cu visivelmente cheios de porra, ela parecia exausta, sem forças pra se levantar, dizia "Não sinto minhas pernas, fiquei sem forças"...
Ele sorria, olhou pra mim e disse com a voz muito ofegante "Foi uma delícia, que gostosas vocês duas são!!
FINALMENTE NOSSO AMANTE NOS HUMILHOU ATÉ O EXTREMO
Enquanto eu ainda estava nua ajudando a senhora Clarent a se levantar do chão, Zuzuki pegou o bicicletero da Clarent e limpou o próprio pau com ele, deixando o bicicletero todo sujo de m..e..r..d..a.
Depois ele juntou todas as roupas, até as minhas que estavam rasgadas, junto com toda a roupa íntima (a da Clarent e a minha), e jogou tudo no chão formando uma bola só de peças. Aí aconteceu o impensável: ele pegou o pau com as mãos, apontou pras roupas e mijou em cima com um monte de líquido...
Clarent e eu gritamos juntas: “Nããããããããããããããããooooo...”, “Nããããããããããããããããooooo...” Eu coloquei as mãos na cabeça sem poder fazer nada, mas não parou por aí. Depois ele pegou as roupas sujas de mijo, andou pelado pra fora do quarto da Anig e jogou as roupas sujas do segundo andar pro primeiro: Todas as roupas minhas e da Clarent ficaram espalhadas pela sala do primeiro andar!!!, fedendo e imundas de porra, merda e mijo.
Eu gritei: “Qual é o seu problema?, você é maluco!!”
Ele falou com toda a calma: “Vistam-se lá embaixo na sala”
Ainda pelado, ele pegou a toalha da irmã dele, a Anig, colocou no ombro e ficou olhando as roupas jogadas no primeiro andar da sacada do segundo andar, com um sorrisão de satisfação no rosto.
Clarent e eu descemos completamente peladas as escadas até o primeiro andar, tentando ver pela janela se não vinha ninguém, pra pegar nossas roupas sujas, enquanto Zuzuki nos observava da sacada.
Quando levantei a vista pra olhar pra ele, ele tava gravando a gente com o celular, eu e Clarent catando as roupas. De algum jeito, esse tratamento dele pra com a gente era excitante e me fazia sentir aquela adrenalina de ter feito algo proibido: foder do jeito mais sujo o filho dos meus pais adotivos.
Enquanto eu e a Clarent juntávamos as roupas, falei pra ela: "Vamos pegar isso e levar pro meu quarto!", mas a Zuzuki me interrompeu, dizendo: "Vistam-se aí ou não vão provar mais da minha pica!"
Nós duas ficamos olhando pra ele, a Clarent obedeceu e eu segui o exemplo dela: vestimos nossos sutiãs e calcinhas sujos, depois a Clarent pegou a roupa de esporte dela e colocou. Eu tive que jogar minha roupa fora porque a Zuzuki tinha rasgado tudo em pedaços.
Depois, pra minimizar o cheiro de mijo e bosta, eu e a Clarent entramos no banheiro de roupa e nos molhamos: ela de roupa de academia, enquanto eu tava de fio dental e sutiã. Enquanto a gente se lavava, a Clarent confessou que o cu dela ainda tava doendo. Quando saímos do banheiro, ficamos encharcadas. Era a melhor opção que a gente tinha na hora pra disfarçar o fedor e agradar nosso novo dono, o Zuzuki.
Zuzuki tomou banho, e ele mesmo terminou de arrumar toda a bagunça que fez no quarto da irmã dele, Anig. Enquanto a gente se lavava, ele apagou todos os vídeos e fotos que tinham sido gravados no celular da Clarent, mas depois eu descobri que ele guardou cópias no celular dele.
Mais tarde o pessoal chega e tudo volta ao normal. Clarent esperou a roupa secar um pouco e foi pra casa dele.
Pra vocês terem uma ideia de como é a Clarent:
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Fala Anig:
Assim termina essa sexta parte, espero que tenham gostado. Não percam a próxima parte dessa história gostosa.
Já tinham passado dois dias desde a
Meu patrão, ou melhor, meu pai adotivo, tinha saído com a Tânia e a Zahia pra levá-las pra patinar. A confiança e a tranquilidade dele nos negócios estavam nas minhas mãos, por isso eu dava o meu melhor pra fazer tudo certo. Enquanto revisava as paradas do negócio secreto, também ficava de olho na rede de dados da casa toda.
Percebi no meu tablet de segurança que o sistema detectava movimentos na conta do Facebook do jovem Zuzuki, embora eu não conseguisse ver o conteúdo daquelas mensagens. Talvez ele estivesse usando algum tipo de proteção especial, já que era um engenheiro de sistemas bem habilidoso e sabia que eu monitorava todo o sistema cibernético da família. Também não conseguia ver com quem ele conversava. Fiquei na expectativa de algum erro da parte dele, mas nada, o garoto era muito cuidadoso. No entanto, o erro chegou: uma das fotos dele tinha recebido um "curtir" de forma pública naquele momento. Ele imediatamente apagou a foto, mas eu consegui ver quem tinha dado aquele "curtir": era a Clarent. Embora não pudesse garantir que era com ela que ele estava conversando, era o mais lógico. Aquele "curtir" só provava que ela estava online, que tinha conseguido o Facebook do Zuzuki e que estava vendo as fotos dele, nada mais. Fiquei na expectativa em relação à senhora Clarent.
Anig, naquela época, era um mistério completo. Não registrava movimentos na rede, entrava no Google e deixava o navegador ativo sem ela usar, não tinha Facebook, Twitter nem nenhuma rede social, era como se não tivesse vida virtual, ou talvez fosse mais furtiva que a Zuzuki e todo mundo da casa. Cheguei a pensar que, se ela entrava na internet, não usava a rede da família. Olhei os Wi-Fi dos vizinhos, mas era impossível saber se ela usava algum deles; eu sabia das habilidades dela com informática. Na casa chegavam mais de 30 Wi-Fi de vizinhos, hackear todas essas redes era quase uma tarefa titânica, além dos Wi-Fi temporários que apareciam uma ou duas vezes e nunca mais voltavam, sem contar os Wi-Fi ocultos.
CLARENT: A BELA ESPOSA NÃO RESISTE À SACANAGEM
Eram 6h30 da manhã, o sistema de segurança interna detectou novas mensagens na conta do Facebook do Zuzuki, dessa vez do celular dele. Quase que na hora ele desceu e pegou a bicicleta, vestindo um suéter, moletom e tênis. Ele me olhou e saiu. Avisei pelo rádio um dos seguranças que estavam do lado de fora da casa pra vigiar o Zuzuki, pra saber se ele ia encontrar alguém. Pouco depois, me avisaram no
A CONFISSÃO DA KAROLL
Passada cerca de uma hora, a dona Karoll terminou a rotina de exercícios e foi preparar o café da manhã. Me trouxe um café, dois ovos e uns biscoitos, depois sentou do meu lado. "Ashley, por que você não descansa hoje? É segunda-feira, feriado, queria que você me acompanhasse ao parque."
Olhei pra ela enquanto fechava meu laptop, desliguei meu tablet, mandei os seguranças vigiarem o perímetro da casa, depois desliguei meu rádio pra me desconectar completamente do trabalho.
"Sair pro parque não é muito seguro."
"Você é a minha segurança", ela sorriu pra mim...
Fui com a dona Karoll ao parque. Sentamos num banco, não levamos nenhum segurança com a gente. Aquele parque ficava perto de casa, dentro do condomínio onde moramos, então não vi problema. Tinha muitas árvores grandes que davam uma sombra relaxante, o som dos passarinhos naquela hora criava um clima de paz...
"Este fim de semana tem uma reunião de trabalho no hotel Dann. Meu marido e eu vamos nos encontrar com nossos aliados pra apoiar a campanha do senhor Diógenes pra prefeitura. Esse senhor é amigo íntimo do senhor Temístocles, que tem servido de ponte pra gente se aproximar, mas tem um problema: entre as forças políticas que apoiam o senhor Diógenes está a filha do senhor Buendía: Natalia Buendía. Como você sabe, a família do senhor Buendía é contra a gente, embora não possamos contar isso pra ninguém, mas é uma informação que você conhece bem."
"Entendo. A senhora quer me dar alguma missão especial?"
Ela me olhou e sorriu. "Você é bem esperta. Isso mesmo, preciso que você vigie a esposa do senhor Temístocles: Clarent. Fiquei sabendo pelas minhas colegas de trabalho que a jovem Clarent e a Natalia são próximas. Quero que você se torne amiga da Clarent e use ela pra tirar o máximo de informação possível sobre a Natalia. Quero saber os passos dela, quem são os apoios secretos, se algum dos nossos aliados tem algum acordo com ela e o que estão planejando. Tudo o que você conseguir, pode usar. qualquer meio que você puder imaginar"
Respondi: "Vou investigar a Clarent minuciosamente. Aliás, o filho dela está com ela agora"
Ela me olhou: "Eu sei, fui eu que mandei ele sair com ela, se tornar amigo dela, tirar toda a informação que conseguir"
Por um momento pensei que ela fosse se irritar, mas aparentemente estava tudo sob controle...
"Não esqueça que a fortuna do meu marido foi conquistada graças a mim, e se ele ainda me trai..." nesse momento ela estala os dedos "Eu tiro todos os bens dele e no fim faço ele desaparecer"
Naquela hora quis contar o que tinha rolado entre Zuzuki e Clarent no dia da festa na casa do senhor Temístocles, mas como ela tinha uma relação incestuosa com o filho, poderia ficar cheia de ciúmes. Então, decidi esconder isso.
Depois, a senhora Karoll olhou para longe: "Tem uma coisa que me incomoda, minha filha Anig estuda na mesma universidade que a filha do senhor Buendía: a Natalia. Ela está me fazendo perguntas, tipo se eu conheço ela, tenho a impressão de que desconfia de algo. Você falou alguma coisa pra ela sobre sua missão de 2010?"
Respondi, meio impressionada: "Não, senhora, minhas missões secretas só vocês conhecem. Jamais contaria pra alguém sobre elas"
"Tá bom, mas então o que tem por trás das perguntas da Anig? O mais provável é que seja só curiosidade, mas vou ficar de olho"
Depois ela me pediu pra caminhar pelo parque, falou sobre o estresse que é a vida dela no trabalho, o círculo social que ela administrava, a necessidade de manter as aparências...
Por fim, parou de andar, olhou pro alto das árvores: "Como seria fácil largar tudo que te prende e poder se expressar com liberdade, deixar as aparências de lado"
"Por que diz isso, senhora Karoll?"
"Ashley, para de me chamar de 'senhora', supostamente sou sua mãe adotiva, quero que me chame de 'mãe', como minhas filhas fazem"
Depois, baixou a cabeça, o rosto pensativo: "Eu amo meu marido, mas ele já não me satisfaz na cama, desde uns anos pra cá. Desde então, não consegui olhar pra mais ninguém porque não sou uma mulher infiel, não me considero infiel, mas tenho necessidades de mulher, como toda mulher. Eu sei que você também tem, parece durona, mas eu consigo ver através de você, e vejo uma menina indefesa que mal tá começando a vida.
Ela ainda com a roupa de academia: tênis, short de ciclismo e blusa colada no corpo, ainda suada do treino desta manhã... “Eu sou uma mulher bem fogosa na cama, e um homem mais velho não vai apagar meu fogo.”
“Tá pensando em algum cara mais novo?”
Ela me olhou, sorriu e de novo fitou o alto das árvores: “Tem alguém, mas acho que você já sabe e acho que não pergunta com medo de eu ficar brava com você. Mas a verdade é que fui eu quem te deu abertura pra descobrir. Fiz assim porque não sabia como te contar.”
As palavras dela me deixaram bem pensativa. Respirei fundo e soltei o ar com força: “É verdade, não perguntei na primeira vez que desconfiei porque achei que ela ia ficar chateada comigo, mas o tempo passou e você foi ficando cada vez mais óbvia comigo: É o Zuzuki.”
Ela baixou o olhar enquanto um sorriso enorme aparecia no rosto: “Nossa! Você é mais esperta do que eu pensei. Quis dar ao meu marido uma mulher jovem e de confiança. No começo pensei em uma das minhas filhas: na Anig, mas a personalidade dela não combina com a do Alonso. Além disso, ele a vê como uma filha intocável. Depois pensei na Zahia, a personalidade dela é a que mais se encaixa com o Alonso, mas ela ainda precisa amadurecer um pouco. Aí pensei em você.”
A senhora Karoll andou um pouco até parar na frente do riacho do parque... Ela me contou a história da família dela, como começou e como chegou a ter o poder que tem hoje em dia.Por incrível que pareça, a história remonta aos anos 1850, nas selvas de Antioquia, em terra de ninguém. A primeira mulher de que se tem
Devo dizer que a história da senhora Karoll me pareceu quase um conto de fadas: com bruxas, rainhas malvadas e feitiços. Tudo aquilo me parecia de outro mundo, eu custava a acreditar. A Anig me pediu para não contar mais detalhes sobre isso, já que ela pretende escrever um texto para tratar desse assunto.
UMA VISITA DO CLARENT NA CASA DA ANIG
Depois disso, a gente já tava indo pra casa, foi quando Zuzuki chegou com a Clarent montando bicicleta, os dois suados e bem ofegantes. Dava pra sentir um cheirinho leve de rola e buceta neles, mas não falei nada...
Zuzuki fala pra mãe dele, que também é a mulher dele, ao mesmo tempo: “Oi, mãe, como cê tá?”
“A gente já ia pra casa, vocês vão com a gente?” ela respondeu...
Clarent responde: “Vai ser um prazer, dona Karoll”. Daí ela me olha e fala: “Amanhã trago sua calça com o suéter, desculpa, é que não tive tempo de passar por aqui”
“Fica tranquila, quando puder me traz” respondi.
Zuzuki e Clarent tinham descido das bicicletas pra caminhar com a gente, quando aparecem dois assaltantes armados com canivetes...
Sem dizer nada e sem dar chance pra eles falarem, corri pro primeiro dos caras, um homem alto, uns 40 anos. Com um chute, tirei o canivete dele e mandei uma sequência de 5 golpes, o último acertou na têmpora com tanta força que quase matei o infeliz. O cara caiu no chão e eu fiquei com o canivete na mão...
O segundo assaltante, também de canivete e com a mesma cara do primeiro, ficou me encarando impressionado. Joguei o canivete com força contra uma das árvores, ele cravou fundo na madeira: mostrei que não precisava daquilo pra vencer ele. O cara correu na minha direção pra tentar me machucar, corri pra uma árvore que tava entre ele e eu, me apoiei nela e pulei pra dar um chute forte no peito dele. O som do impacto foi igual ao de um bumbo de tambor. O cara ficou sem ar, quase sem conseguir respirar, largou o canivete e caiu. A gente foi embora.
Clarent ficou admirada comigo, ela não sabia que eu era fera nas artes marciais.
Zuzuki explicou que todo domingo a gente ia junto pra academia praticar defesa pessoal, e brincou dizendo que eu era a
Quando chegamos em casa, descobrimos que Anig tinha saído. Indo para a casa da Natalia, a dona Karoll ficou furiosa e mandou um dos seguranças levá-la no carro dela pra perseguir a Anig, já que o celular da Anig tava desligado.
CLARENT É A RAINHA MAIS GOSTOSA, MAS TAMBÉM UMA PORCA.
Fiquei em casa com Zuzuki e Clarent, fui até a cozinha pegar algo pra elas comerem, quando voltei, Zuzuki e Clarent já não estavam mais na sala. Percebi que tinham subido pro quarto da Anig, peguei meu tablet e subi pra ver o que estavam fazendo. Quando entrei no quarto, não podia acreditar: Zuzuki e a senhora Clarent estavam se beijando desesperadamente enquanto tiravam as roupas um do outro, os dois estavam suados de tanto pedalar, eles riam, aí Clarent me olha: "Ashley, não se assusta e também não fica aí parada, vem, vamos fazer um trio gostoso... Você já nos viu no outro dia, que diferença faz!!" Enquanto falava isso, ia tirando o suéter e a bermuda de ciclismo... Eu fiquei tipo em choque, depois disso nada mais me surpreenderia, eles continuaram até ficarem completamente pelados. Não era como da outra vez, não estavam bêbados nem tinham tomado potencilizador, estavam no pleno juízo!! Via em Zuzuki um olhar de prazer, como se adorasse ser visto, era o mesmo olhar que ele tinha quando peguei ele fazendo sexo oral com a namorada, entendi então que ele era um pervertido e isso me excitou, Zuzuki era um exibicionista... Zuzuki e Clarent estavam nus, completamente, ele estava de pé e ela se ajoelhou pra dar um boquete nele... ela chupava ele de um jeito esplêndido, aquela cena me chamava muito a atenção, foi me conquistando aos poucos, foi como da outra vez com a namorada dele: Desejei estar ali ajoelhada junto com a Clarent pra chupar ele também. Clarent me olhava enquanto chupava, com a mão me convidava pra participar daquilo. Aconteceu a coisa mais vergonhosa que já me aconteceu na vida: sucumbi ao chamado da senhora Clarent. Fui e me ajoelhei diante do Zuzuki pra chupar a pica dele junto com a Clarent. Nós duas chupávamos a pica dele, Clarent ao mesmo tempo me olhava e sorria, como se tivesse vencido a travessura, a jovem Clarent era linda, o rosto angelical e as bochechas macias e rosadas, a pele branca.
Zuzuki tava com o pau completamente duro e do glande dele começou a escorrer um líquido gostoso, minha saliva se misturava com a saliva da senhora Clarent e com o líquido seminal do Zuzuki, eu perdi a noção do que tava fazendo e quando voltei a mim, me vi beijando a Clarent num beijo apaixonado enquanto a pica do Zuzuki tava colada nos nossos lábios.
Devagar, Clarent foi tirando minha roupa, enquanto chupava aquela pica enorme do filho do meu pai adotivo e, ao mesmo tempo, acariciava meus peitos com os dedos delicados. Ela ria, aquela risada de aparência infantil e angelical me hipnotizava. Eu não me considerava lésbica nem bissexual, mas aos poucos fui descobrindo que gostava dela. Ela era linda, a cor do cabelo dourado dela me deixava besta... Ela tirou a pica da boca por um momento para me dar, eu engoli inteira enquanto ela dizia entre risadas: "Você é linda, e eu gosto de você."
Zuzuki me pegou pelo pescoço suavemente e me colocou de pé, disse com voz baixa e sensual: "Irmãzinha, tira a roupa, toda."
Como hipnotizada pelas palavras dele, tirei o shortinho ciclista e entreguei na mão dele. Clarent me olhava e sorria enquanto continuava chupando a pica de quem é meu irmão por adoção. Zuzuki, ao pegar minha roupa na mão, rasgou como se fosse papel, só deixou minha calcinha fio dental e sutiã intactos. Eu continuava como hipnotizada, porque não reagi ao que ele fez... Continuei parada na frente dele, esperando o que ele ia dizer. Ele sussurrou de novo no meu ouvido: "Deita na cama da minha irmã Anig e fica de quatro." Obedeci à voz dele, como se estivesse possuída pela excitação e luxúria, subi na cama e fiquei de quatro, empinei minha bunda esperando uma penetração incrível, fechei os olhos...
Mas o que senti foi uma língua fria e delicada percorrendo minha buceta e meu cu, isso me excitou pra caralho. Deixei escapar um gemido, e quando virei, percebi que era a Clarent que estava me lambendo a buceta. Ela fazia de um jeito extraordinário, extremamente excitante. Meus fluidos vaginais começaram a escorrer de forma exagerada, como uma fonte de rio caudaloso, saindo do meu interior os meus preciosos fluidos que encharcavam toda a boca da senhora Clarent. Ela parecia adorar. Zuzuki se colocou na frente da cama, deixando o pau bem na frente da minha boca. Sem ele precisar falar nada, fui engolindo devagar. Seu pau, eu fui chupando devagar enquanto ele dizia: "Chupa assim, isso, suavemente, mexe a língua... assim, você faz muito bem", enquanto acariciava minhas bochechas e falava de um jeito muito sensual, aquela voz me excitava ainda mais. "Sê minha putinha, assim... você chupa muito bem, se comporta como uma irmãzinha doce." Clarent continuava chupando minha buceta enquanto esfregava meu cu com um dos dedos, ela perguntou: "Você gosta?" Eu acenei com a cabeça que sim... Não demorou muito para eu ter um orgasmo, me senti a mulher mais fácil do mundo, mal tínhamos começado e eu já estava gemendo feito uma puta no cio. "Ahhh... não aguento mais!.... gostoso, Zuzukiii, Zuzukiii...
Depois Zuzuki faz sinal pra Clarent se abrir de pernas na minha frente enquanto ele fica atrás pra apontar o cilindro de carne potente dele pra minha buceta. A Senhora Clarent se deitou na cama de barriga pra cima, colocando a buceta linda dela na frente da minha boca, ela pôs a mão na minha cabeça e foi me guiando devagar pro sexo dela. Uma buceta rosadinha, de clitóris duro, lábios delicados e completamente depilada, ao mesmo tempo eu vi o cuzinho dela uffa, que momentos!!
Na hora que comecei a chupar a buceta dela, vi o cuzinho vibrando: parecia que fechava e abria rapidinho.
Zuzuki esfregou a entrada da minha buceta com o pau potente dele sem me penetrar, como se estivesse molhando a cabeça dele com minha porra toda, aproveitou meu orgasmo pra lambuzar o membro inteiro. Eu queria tanto que ele fizesse, mas ele disse: "Se você não falar que é minha putinha, não vou meter". Era como se ele brincasse com meus desejos, como se lesse minhas emoções. Eu tava com tanta vontade que aceitei falar, mesmo gaguejando: "Sou sua... pu-ti-nha..." e depois gritei baixinho: "Mete logo!"
Foi aí que senti o pauzão dele entrando em mim, era duro, gostoso, parecia preencher todo o meu canal... Na hora da penetração, minha buceta, mesmo completamente molhada e escorregadia, oferecia uma certa resistência, porque o pau dele era muito grosso pra minha xereca...

Naquela posição de quatro em que o Zuzuki me segurava, eu ia continuar chupando a buceta da Clarent, mas fiquei curiosa pra ver a enfiada que o Zuzuki tava me dando. Pra minha surpresa, ele só tinha enterrado menos da metade do pau dele. Naquele momento, senti ele grosso e comprido. Aí ele continuou com mais pressão pra ir enfiando o pau dentro de mim, até que chegou num ponto onde bateu no fundo. Ele tinha conseguido chegar no meu útero. Olhei de novo pra ver se ele tinha enterrado tudo, e ainda faltava 1/4 do pau lindo e poderoso dele. Ele continuou fazendo pressão, mas eu falei: "Você já chegou no fundo, não continua porque tá doendo". Nisso, a Clarent sorri: "Tasty, né? Deixa ele enterrar tudo, você já quase engoliu ele inteiro". Aquele sorriso dela me enlouquecia. Naquele momento, pensei na puta que eu era e não sabia. Pensei em como tinha cedido fácil, mas também me perguntei por que não tinha experimentado isso antes. Se soubesse que era tão gostoso, teria pedido aos berros. O Zuzuki fazia pressão suave com o pau dele, como um tronco grosso batendo forte numa porta. Eu tava excitada, enfiada até o fundo, minhas pernas tremiam, minha buceta se contraía como se quisesse puxar o pau do meu irmão adotivo pra dentro de mim: Era grosso e duro. Sentia que aquele pau não ia caber todo dentro de mim. O pau dele era muito maior que o do pai dele. Na minha frente, tinha a Clarent, que não parava de sorrir enquanto olhava pro meu rosto. Ela disse: "Você perdeu a virgindade faz pouco tempo, né? Dá pra ver que sua buceta ainda é fechada". Percebi que aquela mulher linda de cara angelical tinha muita experiência. Aí ela olhou pro pau do Zuzuki entrando na minha buceta enquanto falava: "Isso eu não quero perder. Você é quase uma virgem, adoraria ter você como namorada"... Não consegui evitar abrir a boca e gemer como uma puta novata: "Aiii... aiii... aiii... É tasty, mas sinto que você tá me abrindo toda, Zuzuki. Você já meteu tudo?" A Clarent sorria e respondeu. Já tá quase, essa cock fica linda entrando na sua pussy" — aí senti os dedos da Zuzuki massageando meu clitóris enquanto a pressão da cock dela aumentava dentro de mim. Dava pra sentir no meu útero, era uma cock firme, muito firme. Naquela hora, senti que ia ter outro orgasmo, não consegui evitar de gritar igual uma putinha novata, fiquei com tanta vergonha. "Ahhhh..." Minha pussy inundou completamente de fluxo vaginal. Meus líquidos escorriam por toda a cock da Zuzuki, parte do meu precioso mel começou a escorrer pelos lençóis e pelas minhas pernas. Zuzuki limpava o líquido com a mão e levava até a boca, como se estivesse provando, como se estivesse saboreando...
A risa melodiosa da Clarent era notória. Zuzuki, com os dedos, acariciou toda a minha buceta, como se estivesse colhendo mais fluido, e depois deu para Clarent provar. Ela chupou os dedos dele enquanto dizia: "Fluidos de uma quase virgem". Depois, fez uma carinha de safada e falou: "Zuzuki, já deixou ela pronta, agora vai, enfia tudo nela". Quando ela disse isso, fiquei nervosa, porque sentia o pau até o fundo, não achei que conseguiria engolir todo aquele pau enorme dentro de mim, mas...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Zuzuki, aproveitando a quantidade enorme de lubrificante que tinha na minha buceta e a posição de puta em que eu estava, me segurou pelos ombros e fez pressão forte com o pau dele, cravando até bem fundo na minha buceta. A pressão foi imensa e senti aquela rola chegar a uma profundidade que nem eu sabia que minha buceta tinha... Quando olhei pro pau do Zuzuki, vi que ele tinha enterrado tudo. Senti uma dor intensa, gritei igual uma menina, um berro forte: “Ahhhhhhhhhhh, tô doendooooooooo”. Aquela rola me arrebentou toda. Quando virei pra olhar de novo, vi gotas de sangue saindo da minha buceta escorrendo pelas minhas pernas. Clarent me olhou com um sorrisão no rosto: “Você acabou de perder a virgindade 100%. Na primeira vez que te comeram, não te penetraram até o fundo.”
Eu ainda tava de quatro, completamente ultrajada, minha buceta começou a escorrer um líquido branco, enquanto a Zuzuki enfiava tudo: pra frente e pra trás, várias vezes, e aos poucos foi aumentando a velocidade. Meus peitos balançavam no ritmo dela, a Clarent me olhava e não parava de falar: "Você ainda era virgem, me deu uma grande surpresa. Tô apaixonada por você!!" Ela mordia os lábios, ajeitou o cabelo, se acomodou na cama...
Clarent me pegou pela cabeça de novo pra me levar de volta ao clitóris dela, eu continuei chupando toda a buceta dela, já completamente entregue às investidas de Zuzuki, aquela pica eu sentia até o fundo... Zuzuki me metia na buceta por trás, de quatro... Lembrei da posição da senhora Clarent no banheiro quando ela arqueou as costas, então fiz o mesmo, naquele instante a pica de Zuzuki entrou com mais facilidade, doeu mas ao mesmo tempo gostei pra caralho, me senti muito excitada, foi aí que comecei a sentir um novo orgasmo e a entender por que tem que arquear as costas...
Clarent começou a rir dizendo "Já vi que você adora pica!!, se olha como você tá, geme sem vergonha, se gemer vai sentir como se liberta desse êxtase", as palavras dela furaram em mim, então fechei meus olhos e não liguei pra mais nada: comecei a gemer alto feito uma puta, gemi tão forte que sentia que todo o ar dos meus pulmões saía junto com meus gritos, meus gemidos bem altos deviam ter sido ouvidos pela casa toda... Quando abri meus olhos e vi a Clarent, percebi que ela tava me gravando com o celular enquanto ria, falei "Não, por favor, não, não faz isso!" implorei sem sair da posição que eu tava, minha bunda empinada e minhas costas arqueadas, meu pescoço colado no lençol, minhas pernas tremendo não respondiam, ela só ria "Tem que imortalizar esse momento!!. Ashley, você é única!!" Zuzuki tinha a pica bem dentro de mim: aquela pica com as veias quase estourando dentro do meu corpo magrinho, entrando e saindo de um jeito bestial. As mãos dele me puxavam pra ele com força, o som de bunda-pélvis era forte.
![Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada](https://pbs.twimg.com/media/Bdl6iy6CIAA2xG-.jpg)
ME EMPUTECENDO COM A GOSTOSA LOIRA CLARA
Zuzuki cada vez se movia mais rápido e o som de bunda-pélvis aumentava, naquele momento o celular da dona Clarent tocou, eu me assustei, ela parou de nos gravar pra atender a ligação: era o marido dela, o senhor Temístocles. Zuzuki disse "atende, inventa alguma coisa", Clarent com seu sorriso safado atende colocando o celular no viva-voz "Oi meu amor!!" enquanto Zuzuki aumentava a velocidade e a força com que me metia, obviamente os sons de bunda-pélvis ficavam mais evidentes...
"Onde você tá? Já faz um tempo que você saiu" perguntou o marido de Clarent...
Enquanto eu continuava chupando a buceta da esposa infiel, ela ao mesmo tempo falava ao telefone com o marido, colocando uma voz de menina inocente e melosa (voz de patricinha), ela continuou a conversa com o marido "Meu amor, tô andando de bicicleta", naquele momento Zuzuki se movia mais rápido e batia mais forte na minha bunda com a pélvis, me dando uma metida mais profunda, era como se o pau dele ficasse mais excitado com a voz do marido de Clarent...
O movimento de Zuzuki tava me excitando mais, não aguentei e gozei num outro orgasmo, gemi que nem uma puta mas baixinho pra que o marido de Clarent não ouvisse, mas no instante em que Zuzuki percebeu meu orgasmo me deu um tapa na bunda com a mão aberta bem forte, foi aí que gritei que nem uma puta excitada...
O senhor Temístocles comentou "O que é isso que eu tô ouvindo? Você tá com alguém?"
"Não meu amor, não tô com ninguém, esse som? Meu amor, parei pra falar com você e tô aqui na rua, tem crianças na minha frente, brincando... Uma menina malcriada que caiu da bicicleta" Depois ela me olhou e sorriu safadamente...
"Ahh tá bom, não demora, te amo"
"Eu também te amo meu amor"... A ligação terminou... durante a conversa a voz de Clarent foi de menina melosa e rica.
Nós três continuamos no nosso glorioso ato sexual, um trio mágico.
Aí a Clarent me pede pra trocar de posição com ela, eu já tava exausta. Quando o Zuzuki tirou a rola de dentro da minha buceta, saiu um monte de líquido que caiu nos lençóis, nas minhas pernas e na cabeça daquele cilindro carnudo lindo. O pau dele ainda tava duro e forte, com um líquido babento saindo do buraco da glande, que se conectava com os fluidos da minha buceta. Eu me assustei, perguntei: “Que porra é essa? Você gozou dentro de mim?” Ele respondeu com um sorriso: “É só líquido seminal, ainda falta muito pra eu gozar.”
Depois que troquei de posição com a Clarent: agora eu tô de pernas abertas, de barriga pra cima na frente dela, e ela de quatro, dando a raba pro pau do Zuzuki...

Antes de começar a penetrar a senhora Clarent, Zuzuki abre a porta do quarto e pega o fio dental da senhora Clarent pra limpar a pica dele dos meus fluidos. Depois de se limpar com o fio dental, ele joga longe pra sala, atravessando a porta do quarto e caindo no primeiro andar, na sala da casa. Quando vi isso, falei: "Cê é louco!! Se alguém vier, vai perceber. Fecha a porta!!". Ele me olha sorrindo: "Isso é parte da emoção, deixa a porta aberta!". De algum jeito, isso me excitava ainda mais. Depois, Zuzuki fica atrás da senhora Clarent pra penetrar ela até o fundo, ela gemeu de um jeito desproporcional enquanto dizia: "Ooooh, ooohhh, yummy, que yummy que é!!... nunca provei uma pica igual a sua, tô apaixonada pela sua pica, Zuzuki!! ... Oohh". Aí Clarent enfiou a língua dentro da minha buceta pra me transmitir o prazer dela...
Zuzuki começou a meter na senhora Clarent, ela gemia que nem uma puta, ele dava tapas na bunda dela, isso parecia excitá-la: batia forte, o impacto soava como um tapa bem dado, ela dizia: "Assim, siiiim... me come assim, Zuzuki, me comeeee!
Enquanto continuava sem parar, ele se movia com muita habilidade, metia e tirava da senhora Clarent rapidamente e num ritmo constante, com uma mão dava tapas na bunda e com a outra tocava o cu dela. Depois, Zuzuki pegou o celular da Clarent que estava do lado da cama, Clarent virou pra olhar, Zuzuki tirou uma selfie mostrando na foto que estava comendo aquele rabo gostoso, mostrou a foto pra gente, e em seguida ligou pro marido da Clarent e disse: "Liga pra ele e fala que encontrou a Ashley, diz que vai demorar mais, o resto inventa você". O telefone estava no viva-voz e chamando o senhor Temístocles, Clarent sorriu enquanto se preparava pra falar com o marido, ele atendeu: "Oi, meu amor". Ela, com a voz melosa de menina mimada: "Meu amor, lembra da Ashley? A filha do senhor Alonso. Encontrei ela no parque, ela me convidou pra ir na casa dela bater um papo e fazer uma rotina de exercícios". "Sim, lembro dela, é a irmã mais velha da Zahia. Tá bom, manda um abraço pra ela", respondeu o marido... Zuzuki aumentou ainda mais a velocidade, o som da bunda batendo na pelve era evidente, eu achava incrível que aquele senhor não percebesse o que realmente era aquele barulho... Clarent respondeu: "Ela tá do meu lado, vou passar ela, ela quer te cumprimentar". Eu levantei a voz: "Oi, senhor Temístocles, como vai?". Fiquei muito nervosa, Clarent continuou chupando minha buceta enquanto eu respondia ao marido dela, e Zuzuki não parava de meter na senhora Clarent, o celular no viva-voz...
Zuzuki parecia reunir forças, pegou com suas mãos fortes nos ombros da senhora Clarent, ela de quatro arqueou mais as costas e levantou a bunda um pouco mais.
Os músculos dos braços de Zuzuki ficaram mais evidentes, seu rosto mostrava mais esforço, apoiou uma das pernas na cama, dobrando-a e colocando o pé firmemente sobre os lençóis da cama da senhorita Anig, enquanto a outra perna continuava apoiada com o joelho na cama... Naquele instante, pude perceber que a senhora Clarent teve o primeiro orgasmo enquanto o marido estava ao telefone, ela soltou um gemido leve “aaaaaahhhh... ahmmmmm!! ...”
“Oi, minha filha, que prazer em falar com você. Cuide bem da Clarent! Estou ouvindo barulhos, vocês estão bem?”
Naquele instante, Clarent enfia um dedo no meu cu suavemente, por pouco não soltei um gemido, tive que me esforçar para manter a voz no mesmo tom...
“Claro que sim, senhor Temístocles, ela está em boas mãos. Agora mesmo estamos fazendo exercícios, por isso estamos ofegantes.”
Depois, Clarent enfia o dedo inteiro no meu cu enquanto me olhava enquanto eu falava com o marido dela...
O senhor Temístocles diz “Minha filha, sinto vocês muito ofegantes, não se esforcem tanto, cuidado com alguma lesão”
Clarent responde entre gemidos próprios do êxtase a que estava sendo submetida: “Os exercícios com esforço são os que valem a pena!!, Ahhh… Ahhh… É que estamos fazendo exercícios de alto rendimento… Ahh!!... Ahhh..., ela está me ensinando uma nova rotina”
Clarent me olha, em seu rosto pude perceber um êxtase intenso, Zuzuki tinha enfiado o dedo inteiro no cu dela enquanto a penetrava com força e muita velocidade, ela se aproximou de mim e disse em voz baixa, cuidando para que o marido não a ouvisse no celular “Não aguento mais, vou gozar de novoooo!!!” abriu a boca e seus olhos pareciam perdidos, ela gemia suavemente...
Naquele instante, Zuzuki dá um tapa forte na bunda de Clarent: Paaaaaaaaaaaaack!!!...
O som foi espetacularmente barulhento, igual quando você dá um tapa de mão aberta na barriga de um gordo bem forte...
Ela soltou um gemido de puta que não conseguiu segurar, aquela palmada pegou ela de surpresa: “ahhhhhhh... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhh...”
Do outro lado do telefone, o marido dela pergunta “O que foi isso?, tão bem?, não é perigoso isso que vocês tão fazendo?, Meu amor, por que você gritou?” Zuzuki sorri enquanto segura a cintura da senhora Clarent com uma mão e com a outra coloca a mão nas costas dela, fazendo ela arquear mais pra uma penetração total, a senhora Clarent ficou então com as costas bem arqueadas e a raba empinada ao extremo.
Ela responde “Não meu amor, calma, tá tudo bem, a Ashley é toda uma profissional nisso” Clarent em nenhum momento durante a conversa tirou o dedo do meu cu, me deixou muito excitada, comecei a sentir o tesão do perigo de sermos pegos, nessa hora, ela massageava meu clitóris e meu cu desse jeito, minha excitação foi total...
Percebendo que Clarent já queria desligar pro marido, Zuzuki faz sinal pra ela estender a conversa, continuar falando com ele... Ela concordou com a cabeça:
Clarent continua a conversa “Meu amor, e você já fez café da manhã?”
Zuzuki enquanto metia nela com sua pica bestial e descomunal, enfiou ainda mais o dedo no cu de Clarent: enfiava e tirava rapidinho. Tudo isso ao mesmo tempo que ela falava...
Eu deitada com as pernas abertas e encolhidas, de cada lado da esposa infiel, e minha buceta exposta pra Clarent como uma presa de carne servida e pronta pra comer, desse jeito eu tava observando tudo...
Do outro lado, o marido corno dela diz “Sim meu amor, fiz dois sanduíches e um café, e você tomou café?”...
Ela responde entre gemidos enquanto Zuzuki enfia dois dedos no cu já dilatado dela: “Sim meu amor, aqui me deram dois ovos bem enormes e uma arepa gostosa lambuzada com um mel delicioso que ainda tenho na...” o paladar e um copo de porra fresca e deliciosa" enquanto ela diz isso, me olha tipo safada, entendi a referência: obviamente minha buceta era a arepa com mel...
Zuzuki tira a cock dela buceta dela senhora Clarent e se prepara pra meter no cu dela: encosta a cabeça da pica na entrada do cu já bem aberto da senhora Clarent, ela fala do marido: "Meu amor, vou levantar uns pesos que a Ashley tem, não me liga..."
Do outro lado o marido responde "Meu amor, toma cuidado, não se esforça demais!"
Zuzuki enfia a cabeça da pica enorme no cu da esposa safada, ela solta um gemido forte de puta sedenta de macho "ahhh... ahhhhhhhhhhhhhh..." nessa hora a Clarent enfia o dedo inteiro no meu cu com força, me fazendo gemir junto com ela: "ahhhhhhh..........."
Aos poucos Zuzuki foi metendo até o fundo, a pica enorme dela tava bem lubrificada, depois foi aumentando a velocidade de entra e sai...
Do outro lado do telefone o marido ouvindo os gemidos "Tão bem? Meu amor? Tô ouvindo vocês duas gritando! Tão bem? Alô?"...
A senhora Clarent continuava gemendo forte igual uma putona sem se importar que o marido tava ouvindo do outro lado: "ahhh... aaaaaaaaaaaaaaahhh..."
Zuzuki tava com a pica enfiada bem fundo, a cara dela mostrava raiva, mostrava prazer bestial... Rapidamente acelerou o ritmo da cintura, parecia que a cintura ia desencaixar de tanto vai e vem, era um ritmo só pros mais fodões no sexo...
Clarent volta à conversa com o marido enquanto ela se mexe no ritmo dos movimentos que seu jovem amante imprimia. Ela responde com a voz claramente trêmula e ofegante: "Sim... meu amor... estamos as duas aqui... tentando terminar... nossa rotina... é bem puxadaaaa... aaahhhhh..." enquanto se vira para encarar Zuzuki de frente e grita bem alto: "Isso... mais forte!!!"
Suas palavras foram generosamente captadas pelo amante, que se apoiou na cama com os dois pés sobre os lençóis enquanto continuava montando sua bela vítima. Zuzuki, quase de cócoras com os joelhos dobrados e os dois pés firmemente apoiados na cama, movia a cintura rapidamente enquanto cravava nas entranhas de sua bela amante seu poderoso obelisco de carne...

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Depois Zuzuki agarrou ela pelo cabelo pra segurar com mais força e meter mais forte, ele cravava todo o pau musculoso dentro dela: Um cilindro grosso e encorpado de carne, fortalecido por ouvir a esposa infiel conversando com o marido enquanto ele comia ela...
O marido parece preocupado do outro lado do telefone: "Meu amor, não levanta peso tão pesado, você me preocupa!"
Ela responde entre gemidos: "Não... se... preocupa!... Eu dou... conta disso..."
Zuzuki enfia a mão na buceta dela pra esfregar o clitóris e masturbar ela enquanto continua comendo o cu dela, ela se deita na cama e morde o travesseiro pra abafar o gemido de puta vagabunda, depois enfia a língua dentro da minha buceta ao mesmo tempo que continuava enfiando o dedo no meu cu já aberto, eu ofegava no ritmo dela...
Clarent faz sinal pro Zuzuki que vai gozar de novo, um novo orgasmo da esposa infiel já putona, ela grita escandalosamente e sem vergonha, sem se importar que o marido tava no viva-voz do telefone: "Ahhhhhhhhhhhhhhh..."
Zuzuki fechou os olhos enquanto as metidas ficavam mais fortes, os gemidos leves dele começaram a ficar mais claros... ao mesmo tempo, uma explosão de porra começou a jorrar do cu da senhora Clarent enquanto Zuzuki continuava no ritmo da penetração bestial e descomunal: A porra caía nos lençóis, escorria entre as pernas da jovem esposa... Tudo isso acontecia sem Zuzuki parar a masturbação que tava fazendo no clitóris da linda Clarent.
O marido do outro lado responde: “De quantos quilos é o peso que você tá carregando?”
Ela responde com a voz entrecortada: “Não sei, mas é pesado... e me deixou exausta”
O marido, meio preocupado: “Pergunta pra Ashley de quantos quilos é o peso”
Eu respondo: “É de 50 quilos, senhor. Mas sua esposa tem uma resistência incrível”
Aí a Zuzuki interrompe a conversa, pega o celular e desliga a chamada, na hora ativa a câmera frontal e começa a gravar no estilo selfie, se grava ele comendo a Clarent e depois foca em mim pra imortalizar o momento.
Fez um vídeo de mais ou menos 1 minuto de duração.
PERDENDO O VIRGEM ANAL DA FORMA MAIS FOXY E PUTA QUE PODE EXISTIR
Depois Zuzuki tira a pica enorme do Clarent, percebo que quando a pica sai do cu da esposa infiel fica com manchinhas amarelas de merda e lubrificada com um tom amarelado misturado com fluidos vaginais, no ambiente tinha um cheiro forte de cu. Ainda tava com a pica dura pra caralho: eu e o Clarent estávamos exaustas em cima da cama. A senhora Clarent tirou meu dedo do cu, ela se afastou pra se jogar da cama e descansar no chão completamente nua e suada, fedendo a pica e a cu, derramando jatos de porra pelo cu que escorriam até a buceta dela...
Quando pensei que ia gozar, Zuzuki se coloca em cima de mim, eu falei "O que você vai fazer? Não, não, espera... se limpa primeiro", ele sem ouvir meus pedidos, colocou a pica bem lubrificada e suja cheia de líquido amarelo da senhora Clarent na entrada do meu cu aberto que tinha sido dilatado pra caralho pelo dedo da esposa infiel: Ele abriu minhas pernas com as mãos fortes dele e de uma só vez enfiou até o fundo das minhas entranhas a pica grossa e dura dele, meu cu não ofereceu resistência nenhuma. Senti que chegou até o fundo do meu ser, foi assim que naquele momento perdi minha virgindade anal nas mãos do meu irmão Zuzuki. Uma enfiada que foi até a base do pau, ficando só os colhões balançando entre minhas nádegas e as pernas dele...
Ele começou a se mover de um jeito bestial e eu gritei "Zuzuki, é minha primeira vez no cu, por favor, devagar!!", mas longe disso minhas palavras pareceram animar ele mais, como se tivesse despertado uma fera sexual: Zuzuki tirou forças sei lá de onde, e se moveu tão rápido que a pica dele entrava e saía de um jeito que era impossível acompanhar o ritmo, sentia uma dor no meu cu mas ao mesmo tempo uma excitação que naquele momento era nova pra mim: Meu primeiro anal. Descobri que a dor diminuía se eu abrisse bem as pernas, e foi o que fiz: Abri bem as pernas e exibi meu cu em todo seu esplendor, olhei pra ver aquele ato tão... Vergonhoso.

Eu na cama, de pernas abertas, dando o cu pro Zuzuki, enquanto o Clarent tava no chão do lado da cama, todo cheio de porra...
No momento em que o pau dele entrou no meu cu virgem, todo o anel do meu cu afundou junto com a vara enorme dele; na hora de sair, meu anel parecia grudar no pau grosso dele, fazendo parecer que meu cu tava com saudade daquela pica e não queria que saísse dali, as dobras internas do meu cu pareciam se virar pra fora, saindo junto quando ele tirava o pau. Me excitou, aquela imagem me levou ao êxtase, por um momento fui tomada por um tesão inexplicável e falei entre gemidos: “Zuzuki, me grava, pega o celular e me grava dando o cu pra você”
Ele pega o celular e começa a gravar, filmando de perto como o pau dele entrava e saía do meu cu; eu com as pernas bem abertas e olhando bem de perto como a gente transava gostoso. Adorei.
![Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada](https://www.chicams.es/chicas/h/a/c/haciendo-sexo-anal-encima-tumbada-en-la-cama.jpg)
Zuzuki na hora começou a esfregar meu clitóris e a me masturbar muito gostoso... não demorou muito até eu sentir que ia gozar de novo, falei “Zuzuki, Zuzuki... tô gozando, vou gozar” ele aumentou a velocidade ainda mais, me fazendo ter o melhor orgasmo de sexo anal que já tive na vida toda... Foi a coisa mais deliciosa que já experimentei e foi o ponto culminante onde me senti virando uma puta, então falei “Sou sua rabuda, Zuzuki, quero que você sempre me meta assim, quero que você seja meu, assim... ahhhhhhh” gritei igual uma cadela no cio...
“Não tira, enfia mais fundo”...
Minhas palavras encheram ele de energia, senti o pau dele inchar dentro do meu cu, senti a temperatura do pauzão dele subir de repente, o rosto dele mostrava uma excitação sem igual, e ofegando, senti o pau dele explodir dentro das minhas entranhas, pude sentir o leite dele percorrer das bolas até a cabeça do pau, como um líquido violento viajando por um cano: O esperma dele escorria pelas bordas entre meu cu e o pau dele, mas ele ainda continuava duro e forte, se movendo. Ele continuava gravando.
Eu deitada de barriga pra cima na cama do Anig e ele por cima de mim metendo no meu cu, o cheiro de m.e.r.d.a e pica no quarto era inconfundível. Quando ele gozou dentro de mim, senti uma vontade enorme de cagar... Aí falei: "Zuzuki, tira sua pica, bateu uma vontade de cagar". Zuzuki tirou e na mesma hora me levantei, saí correndo pro banheiro interno do quarto do Anig, escorrendo porra do meu cu e das minhas pernas, um monte de porra caiu na cama do Anig e no chão... Foi assim que terminou aquela tarde de putaria e safadeza.
Quando entrei no banheiro, logo saiu a m.e.r.d.a junto com um monte de esperma, que vergonha que senti na hora. Lá de fora do banheiro, o Clarent me pergunta: "Ashley, você tá bem?" Respondi: "Tô sim, me espera um pouco." Caguei, me limpei, e na hora lavei bem a buceta com bastante água e sabonete cremoso da Anig. Percebi que minha buceta tinha ficado bem aberta, pensei que ia ficar assim e me assustei. Tomei banho rápido.
A BUNDA DA RAINHA CLARENT É ARREBENTADA DA FORMA MAIS BESTIAL POSSÍVEL DE SE IMAGINAR
Quando saí do banheiro, Zuzuki continuava comendo mais uma vez a senhora Clarent, que estava deitada no chão: Zuzuki tinha colocado ela de quatro no chão (onde ela estava caída)... e com a pica suja de merda, enfiou a pica de novo até o fundo no cu da senhora Clarent.
Eu fiquei parada na frente deles, olhando, toda molhada, sem acreditar no que estava vendo: Zuzuki segurava a senhora Clarent com força pela cintura com uma mão, enquanto com a outra esfregava a buceta dela, as estocadas eram poderosas, ela ofegava sem poder fazer nada, os movimentos da cintura dela eram impostos pelo braço forte que a segurava e balançava à vontade. Ela me olhava com os olhos perdidos, boca aberta babando, com uma cara de quem queria que o amante gozasse mais uma vez dentro dela, o cabelo todo solto e jogado no chão, enquanto o amante a masturbava e comia aquele cu delicioso. Claramente a senhora Clarent estava com tesão, gemia como uma puta enquanto Zuzuki empurrava o cilindro dele como se fosse o encaixe de uma espada. A frequência dos gemidos dela era a mesma frequência das estocadas do amante, estavam sincronizados, conectados...
Eu me distraí olhando para eles, meus mamilos endureceram de novo e minha buceta começou a ficar molhada mais uma vez...
Finalmente, Zuzuki gemeu com um grito profundo enquanto parava os movimentos da cintura, ao mesmo tempo que Clarent gritou: "Sente, Zuzuki, sente mais uma vez meu orgasmo de puta que eu te entrego, sente como todo o meu corpo deseja sua pica... ahhhhhhhhhhhhhh!!..." Ela gritava enquanto se contorcia com a pica encaixada...

Depois ele se levantou ainda com o pau duro, sujo de porra e merda; a Clarent continuava no chão, ainda de quatro, com a buceta e o cu visivelmente cheios de porra, ela parecia exausta, sem forças pra se levantar, dizia "Não sinto minhas pernas, fiquei sem forças"...
Ele sorria, olhou pra mim e disse com a voz muito ofegante "Foi uma delícia, que gostosas vocês duas são!!
FINALMENTE NOSSO AMANTE NOS HUMILHOU ATÉ O EXTREMO
Enquanto eu ainda estava nua ajudando a senhora Clarent a se levantar do chão, Zuzuki pegou o bicicletero da Clarent e limpou o próprio pau com ele, deixando o bicicletero todo sujo de m..e..r..d..a.
Depois ele juntou todas as roupas, até as minhas que estavam rasgadas, junto com toda a roupa íntima (a da Clarent e a minha), e jogou tudo no chão formando uma bola só de peças. Aí aconteceu o impensável: ele pegou o pau com as mãos, apontou pras roupas e mijou em cima com um monte de líquido...
Clarent e eu gritamos juntas: “Nããããããããããããããããooooo...”, “Nããããããããããããããããooooo...” Eu coloquei as mãos na cabeça sem poder fazer nada, mas não parou por aí. Depois ele pegou as roupas sujas de mijo, andou pelado pra fora do quarto da Anig e jogou as roupas sujas do segundo andar pro primeiro: Todas as roupas minhas e da Clarent ficaram espalhadas pela sala do primeiro andar!!!, fedendo e imundas de porra, merda e mijo.
Eu gritei: “Qual é o seu problema?, você é maluco!!”
Ele falou com toda a calma: “Vistam-se lá embaixo na sala”
Ainda pelado, ele pegou a toalha da irmã dele, a Anig, colocou no ombro e ficou olhando as roupas jogadas no primeiro andar da sacada do segundo andar, com um sorrisão de satisfação no rosto.
Clarent e eu descemos completamente peladas as escadas até o primeiro andar, tentando ver pela janela se não vinha ninguém, pra pegar nossas roupas sujas, enquanto Zuzuki nos observava da sacada.
Quando levantei a vista pra olhar pra ele, ele tava gravando a gente com o celular, eu e Clarent catando as roupas. De algum jeito, esse tratamento dele pra com a gente era excitante e me fazia sentir aquela adrenalina de ter feito algo proibido: foder do jeito mais sujo o filho dos meus pais adotivos.
Enquanto eu e a Clarent juntávamos as roupas, falei pra ela: "Vamos pegar isso e levar pro meu quarto!", mas a Zuzuki me interrompeu, dizendo: "Vistam-se aí ou não vão provar mais da minha pica!"
Nós duas ficamos olhando pra ele, a Clarent obedeceu e eu segui o exemplo dela: vestimos nossos sutiãs e calcinhas sujos, depois a Clarent pegou a roupa de esporte dela e colocou. Eu tive que jogar minha roupa fora porque a Zuzuki tinha rasgado tudo em pedaços.
Depois, pra minimizar o cheiro de mijo e bosta, eu e a Clarent entramos no banheiro de roupa e nos molhamos: ela de roupa de academia, enquanto eu tava de fio dental e sutiã. Enquanto a gente se lavava, a Clarent confessou que o cu dela ainda tava doendo. Quando saímos do banheiro, ficamos encharcadas. Era a melhor opção que a gente tinha na hora pra disfarçar o fedor e agradar nosso novo dono, o Zuzuki.
Zuzuki tomou banho, e ele mesmo terminou de arrumar toda a bagunça que fez no quarto da irmã dele, Anig. Enquanto a gente se lavava, ele apagou todos os vídeos e fotos que tinham sido gravados no celular da Clarent, mas depois eu descobri que ele guardou cópias no celular dele.
Mais tarde o pessoal chega e tudo volta ao normal. Clarent esperou a roupa secar um pouco e foi pra casa dele.
Pra vocês terem uma ideia de como é a Clarent:
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Fala Anig:
Assim termina essa sexta parte, espero que tenham gostado. Não percam a próxima parte dessa história gostosa.
2 comentários - Ashley [Parte 6]: Buceta anal arrombada
Mañana sale la parte 8...