Mi Amigo De La Infancia Me Coge Duro Parte 2

Meu Amigo de Infância Me Comeu Grosso Parte 2
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Depois de ter gozado dentro de mim e me feito gozar de novo, eu estava mais que exausta e satisfeita, mas ao mesmo tempo com raiva porque no final ele me comeu grosso pela bunda. Terminamos os dois juntos largados na mesa, eu de bruços e ele em cima de mim com a pica dele no meu cuzinho ainda enfiada, derramando mais da porra quente dele. Tenho que admitir que a sensação do esperma quente dentro de mim aliviou a dor e eu gostei pra caralho, o pau dele servindo de tampão não deixava nada escapar do meu cu, pra não vazar a gozo dele, como notei um tempinho depois. Ainda com o pau dele na minha bunda.
— E aí, Maru, cê gostou? — Perguntou Lucas.
— Gostei, e muito, do sexo normal, mas essa porra de bunda doeu pra caralho, tá doendo pra burro. Sai de cima, animal! — Gritei.
Talvez não fosse pra tanto, mas meus pais nunca tinham me batido, nunca, e a forma como ele falou tão simples, tipo perguntando, me lembrou a dor e eu comecei a gritar e bater nele. Comecei a chorar que nem uma criança pequena. Assim que ele tirou a coisa dele do meu cuzinho, eu soltei o ar, minha bunda voltou ao normal, mas ainda ardia. Senti a porra começando a escorrer pelas pernas, fui pro banheiro tomar um banho e meu amigo me seguiu.
— Seu maldito monstro, olha o que você fez comigo, tá doendo até pra andar! — Falei chorando. Ele me levantou no colo e me levou pro banheiro dele. Enquanto fazia isso, eu xingava ele e dava tapas na cara dele, coisa que agora me arrependo, porque se por acaso ele me soltasse por causa disso, meu corpo doía ainda mais, mas ele não fez isso nem me xingou de volta pelos meus xingamentos. Acho que ele sabia que tinha passado dos limites.
Quando cheguei no banheiro, ele ligou o chuveiro, mas também começou a encher a banheira dele com água quente. Ouvir a água enchendo me acalmou um pouco, mas só um pouco. Os dois estavam lá pelados, depois do que tinha rolado, não tínhamos por que ter vergonha um do outro. Ele começou a colocar sabão líquido na banheira pra fazer espuma. fizesse espuma.
—Assim que você gosta, né? — ele disse.
—É o mínimo que você pode fazer, depois de me machucar tanto. — falei entre repreensões.
Ele pegou minha mão e me puxou pro chuveiro, a água era fria, mas nem tanto. Ele ergueu meu olhar com as mãos no meu queixo, me colou no corpo dele e começou a me beijar. No começo eu não conseguia evitar, empurrava e batia nele, mas no final era eu quem começava a devorar aquela boca gostosa dele, acabei chupando até a língua dele. Ele apertava minhas nádegas com as mãos enquanto meus braços enroscados no pescoço dele mal alcançavam, ele acabou me levantando pra conseguir chegar direito. No fim, ele me carregou de novo e me tirou do chuveiro, me levou pra banheira, onde me colocou. A água quente com cheiro de fragrância de limonada e espuma acalmava a dor do meu cuzinho.
— Você tá bem?
— Cala a boca! — falei, mas já me jogando em cima dele pra beijá-lo de novo.
Quando estávamos nos banhando, ele teve todo cuidado em me lavar e me beijar. Quando me lavava, junto com os restos de sêmen, saíam restos de sangue. Ele começou a acariciar minha pussy, depois se ajoelhou, e eu só conseguia gemer.
— Haaa… Mmnnnn… haaaa… Mmmmnnn… haaaaaa. — As carícias dele me matavam literalmente, era uma loucura o jeito que ele me tocava e o jeito que usava a língua me fazia tremer. Minhas pernas fraquejaram e ali no banheiro acabei gozando com força. — Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, não aguento haaaaaaaaa, maldito haaaaaaaaaaaaaa. — Ele me pegou pela cintura, me levantou incrivelmente fácil e me colocou em cima do pau dele, já duro.
— Haaaaaaaaaa. — soltei um gemido, e então fui eu quem começou a mexer a cintura, ele só aproveitava, embora claro, eu também tava. — Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, sim… ha, ha, ha, haa, haaaa, sim ha, ha, ha, ha, ha, sim….haaaaaaaaaaaaaa, gostoso.
— Viu que você gostou?! — ele disse sorrindo. Isso me irritava ainda mais.
— Cala a boca, filho da puta, você arrebentou meu cu e doeu por causa da pussy, isso sim. Mmmmnnn haaaaaaaaaa. —Eu continuei gemendo e me mexendo, ele chupava e mordiscava meus peitos, devorava minha boca de beijos enquanto eu mexia minha bunda, doía a pussy também, mas a água quente me relaxava ainda mais e, pra ser sincera, eu tava muito excitada. —Ha, haaaa, ha, haaaaa, ha, haaaaaa, ha, haaaa, haaaaaa.
—Nada a ver, linda Maru, quando te desvirginaram também saiu sangue e doeu.
—Siiim, siiiim, siiiim… ha, ha, ha, ha, ha, ha, mas aquilo era normal, igual a cock que enfiaram em mim, não igual essa coisa que não é normal, que fofa ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… Você é um maldito ha, ha, haaaaaaaaaaa.
—Mas olha como vocês curtem, hein.
—Cala a boca ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Sei que você adora! E pela Booty mais ainda!
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
—Quer que eu meta na sua Booty?!
—Nem louca haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, minha tiny ass não se toca… haaaaa, haaa, haaa, haaa, haaa, haaaa, haaaa, você quer me matar, maldito ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Mas eu já provei ela. —Disse Lucas entre risadas.
—Cala a boca, maldito! haaaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa…. Mmnmnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Nesse caso, por que não aproveita o momento, hein. —Ele disse apertando meus peitos, fazendo eu me mexer mais rápido.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Você gosta, né?
—Sim, sim, ai Deusss, sim, sim, Deusss sim, sim, sim, eu gosto muito ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa… tasty ha, ha, ha, haaaaaa tasty ha, ha, ha, ha, ha, ha.
O calor e a sensação de sentir ele dentro de mim com o calor da água e a espuma era incrível, a sensação, eu sentia ele gozando dentro de mim.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. Siiim. —Ele exclamou quando gozou dentro de mim.
Senti ele me carregar, ficamos um minuto abraçados, sem dizer nada, sem fazer nada, depois ele se separou de mim e saiu de A tina me deixando sozinha e bem comida, eu agitada, satisfeita, cansada, puta, feliz e triste por tudo que tinha rolado. No fim, nem sabia como tava, só sabia que tinha que vazar logo. Terminei de tomar banho, me vesti, e ele me levou no carro dele até minha casa. Meu corpo inteiro doía, até pra me vestir foi um sacrifício, e quando fui catar minha calcinha:

— Cadê minha calcinha?
— Ah, vou ficar com ela.
— Pra quê, pra você vestir?! — A ideia até me deu uma graça.
— Não, pra lembrar que te comi do jeito que sempre quis. — As palavras dele perfuraram meu coração e minha cabeça.
— Olha aqui, filho da puta, me dá minha roupa!
— Não. — Ele falou super tranquilo, eu tava furiosa, minha cara queimava.
— Você é o pior, tanto faz, me leva pra casa. — Falei com os olhos cheios de lágrimas.

No caminho, que não foi longo, xinguei ele de tudo quanto é jeito que me veio na cabeça, porque tava doendo pra caralho. Quando desci do carro, ele ainda falou:
— Tchau, Maru linda.
— Morre, maldito! — Falei, e ele riu. Isso me dava mais raiva, quase chorei. E com a dor que eu sentia, só piorava.

Andar da frente da minha casa até a porta foi horrível, ele gritava:
— Fica bem! — E eu mostrei o dedo do meio pra ele.

Não tinha nem energia pra xingar mais. Entrei em casa sem falar nada com meus pais, fui pro meu quarto, falei que tava com dor de cabeça, me sentindo mal e queria dormir. Eles me deixaram em paz. Me joguei na cama pra dormir e, mais ainda, pra chorar. Meu celular começou a tocar com um monte de mensagem: da minha amiga perguntando como foi minha aventura, do meu namorado perguntando como foi meu dia, e do meu amiguinho, aquele bastardo, que tinha me escrito:

— “Depois a gente joga de novo, quando você se recuperar.” — Peguei meu celular e xinguei ele pelo telefone.
— “Maldito filho da puta, cala a boca, não enche mais o saco, te odeio, te odeio, te odeio, te odeio!”

Me enfiei na cama, tirei a roupa como deu e, como pude, acabei dormindo. Pelo cansaço do meu corpo, a dor foi sumindo e, no fim, mas não muito, eu... Consegui dormir, acabei pegando no sono pensando no que tinha acontecido, no que o Lucas tinha feito comigo. Era loucura, mas era verdade.
Continua...

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