Casi un cuento chino (2da y última parte)

Pra quem perdeu a primeira parte, deixo o link:http://www.poringa.net/posts/relatos/3435683/Casi-un-cuento-chino-1era-parte.htmlNo começo, nossos encontros rolavam às terças e sextas, desculpas que eu inventava de jogar com os amigos pra fugir da minha esposa.
Ling era uma delícia na cama, mas, conforme passávamos mais tempo juntos, nossa relação foi ficando cada vez mais perversa.
Já tinham se passado uns 6 ou 7 meses desde a primeira vez, e a vontade de transar aumentou de um jeito inesperado... de dois dias no começo pra todos os dias nessa época: das noites de terça e sexta de "futebol" pra todos os outros dias da semana na hora da soneca... já tava pouco me fodendo se algum vizinho me via entrando no supermercado, e isso incluía um jogo de chaves que Ling mandou fazer pra eu entrar sem perder tempo.

Ling tinha arrumado o sótão, colocando uma cama — pequena — pra deixar nossas fodas mais confortáveis e gostosas, e completava com velas, dezenas de velas que ela acendia antes do sexo... a gente fazia uma prévia no escritório e subia pra trepar selvagemente na cama improvisada.
Aquela mulherzinha pequena e de pele pálida era quem me fazia gozar todo santo dia, deixando pouco pra minha esposa, que eu tinha que atender nos fins de semana... tava me consumindo de verdade.

Como eu contei antes, ela adorava morder a cabeça da minha pica, me provocar dor, mas compensava na hora com aquele boquete maravilhoso, sugando até a última gota e, depois de saborear, me dava pra provar.
Ela começou a pedir tapas fortes na bunda... minhas mãos marcavam aquele cuzinho branco... ela gozava com cada tapa... depois de um tempo, pediu que, enquanto eu metia no cu dela, batesse com um cinto de couro que ela mesma tinha arrumado, marcando ela sem reclamar.

Uma certa tarde, ela me propôs um jogo: ela ia me amarrar na cama e eu tinha que deixar ela fazer o que quisesse... minha perversidade falou mais alto e eu topei.
Amarrado de pés e mãos em cada pé da cama, Ling se dedicou a lamber. todo meu corpo, dos pés à cabeça, parando pra morder minha cabeça e apertar minhas bolas, ignorando minhas reclamações... eu estava amarrado, praticamente imóvel... ela beijava meus olhos e mordia meus lábios até sangrar... desceu pelo meu torso até chegar no meu pau e, depois de dar umas mordidas, começou a chupar ele de forma violenta... enfiou um dedo no meu cu e acelerou as investidas, fazendo eu gozar jorros incríveis... ela recolheu toda a porra na boca e, apertando meu rosto pra me fazer abrir a boca, depositou todo o sêmen, fazendo eu engolir meu próprio gozo... me senti completamente dominado.

Descansamos uns minutos e ela desceu de novo pra continuar chupando, e depois de deixar ele duro, me desamarrou... me beijou e mandou a gente trocar de posição, pedindo pra eu amarrar os pés e as mãos dela... lambi o corpo dela igual ela tinha feito... e comecei a meter nela... depois de um tempo, ela pediu pra gente fazer pelo cu.

Afrouxei um pouco as tiras que amarravam os pés dela pra ter mais mobilidade e conseguir levantar um pouco o quadril dela, assim acessando o cu dela... encaixei meu pau naquele buraquinho apertado que, por causa da posição, tava ainda mais estreito, e comecei as investidas... ela realmente tava adorando... implorou pra eu beliscar os mamilos dela e morder eles... e o que me fez me afastar dela foi o que aconteceu depois disso...

Falei que ia gozar a qualquer momento e a Ling pediu pra eu gozar na boca dela, mas antes pegar uma vela e derreter ela no peito dela.

Como eu disse, tava dominado e não pensei em outra coisa além de satisfazer ela... peguei um par de velas e, inclinando elas, espalhei o líquido como ela pediu, fazendo ela arquear as costas ao sentir o fio quente caindo no corpo dela... e depois ela mandou eu sentar em cima da vela derretida e me masturbar até gozar dentro da boca dela... a dor ficou em segundo plano e a gente gozou aproveitando o momento...

Quando cheguei em casa e entrei na No chuveiro, minha mente foi repetindo passo a passo o que aconteceu... vomitei e caí sentado debaixo d'água... A Ling estava conseguindo me transformar no escravo dela sem me deixar tomar nem a menor iniciativa, mas, acima de tudo, estava me afastando da minha família, e fazia isso de um jeito doentio — só Deus sabia o que poderia rolar nos próximos encontros...

Na sexta, fui como sempre, tentei falar com ela, e a Ling me puxou pro escritório, tapou minha boca com a mão dela e se abaixou pra chupar do jeito que ela sabia... gozei na boca dela e, depois de beijá-la, vazei...

Nunca mais voltei naquele supermercado...

1 comentários - Casi un cuento chino (2da y última parte)

Muy buen relato y mira la china bastante chancha