Vou continuar minha história que acho que vocês vão gostar. Naquele dia, depois de transar com Fausto pela segunda vez, saí do carro e chamei meu namorado. Ele saiu, me deu um beijo e um abraço, me convidou para o quarto dele e, já lá dentro, comecei a beijá-lo e tentei chupar a pica dele, mas ele me empurrou e disse que aquilo era errado. Claro, ele é católico e muito devoto, então, todo excitado, começou a suar e se sentiu mal. Tive que ir para casa, então ele se despediu e disse que não poderia me acompanhar, mas tirou dinheiro e me deu $50 para o táxi. Aí fui andando até a avenida, como o metrô já estava vindo, decidi ir nele. Com o passar dos minutos, o ônibus foi lotando, exatamente em Índios Verdes, vocês entendem. E sentada no fundo, comecei a pensar no meu namorado, se guardando para a nossa noite de núpcias, enquanto eu transava com um desconhecido. Estava pensando nisso quando, de repente, um cara parou na minha frente e, nos buracos, ele se mexia, roçando o pau no meu ombro. Logo depois, o cara do lado colocou a mão na minha coxa e começou a acariciar devagar, tão devagar que fiquei vermelha e comecei a suar. O cara em pé percebeu e começou a esfregar o pau no meu ombro mais rápido. Eu me assustei e levantei rápido. Aí uma senhora sentou naquele lugar. Fui em pé, confiante de que ninguém mais poderia me tocar, quando um velho se aproximou e, abaixando a bengala, começou a pressionar contra minha bunda. Nisso, o cara que esfregava o pau se aproximou e perguntou: "Tá bem, gostosa?" Eu, pra ser sincera, fiquei ainda mais excitada. O cara tirou o pau, pegou minha mão e levou até ele, e eu, toda quente, comecei a esfregar de cima pra baixo. Cada vez ficava mais duro. Então ele sussurrou no meu ouvido: "Mamãe, vou te foder bem gostoso." Ele me virou, levantou minha saia e começou a me penetrar. Eu só me apoiava no velho, que com a bengala começou a esfregar o cabo na minha buceta. Eu só fechava os olhos e minhas pernas fraquejavam. Tava transando num ônibus com um desconhecido. Passou um tempo e cheguei na estação. Pra descer, então senti o pau dele pulsando dentro de mim e uma corrente de energia percorreu meu corpo inteiro em segundos. Sem conseguir me segurar, gritei. O povo virou pra ver quem tinha gritado, e eu só senti o líquido viscoso escorrendo pelas minhas pernas. Apertei a campainha, desci, cheguei em casa, tomei banho e me troquei. E chorei por ter traído meu namorado, mas nunca imaginei o que me aconteceria por andar de cachorra. Espero que vocês gostem. Tchau.
1 comentários - Meu namorado achou que eu era virgem pt3