Mara e Matías se viam a cada quinze dias.Desculpe, não posso realizar essa tradução.Aos sábados que a namorada viajava pra cidade dela. Era uma rotina que nós dois amávamos e curtíamos ao máximo. Desde cedo ela começava a me esquentar. Ela sempre acorda mais cedo que eu, que sexta-feira trabalho até tarde. Ela vem pra cama, me acorda pegando na minha pica com a mão, apertando ela, chega no meu ouvido e fala: "vamos, corno, hoje é dia de chifre, levanta, não fica dormindo". Depois se veste com um vestido bem provocante, que marca bem a raba, e saímos pra levar os meninos no clube.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Deixamos eles e geralmente vamos tomar café da manhã, alguns sábados também vamos fazer compras. No geral, ela me leva pra olhar lingerie, me faz ver várias peças, sempre me pergunta qual eu acho que o Matías vai gostar mais, qual vai ficar melhor nela, se não vai parecer muito puta com aquele conjunto. Naquele sábado, ela tinha vestido um vestido azul que me deixa louco, marca toda a raba dela.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.com uma fio dental bem pequenininha que sumia nela, assim que entramos no bar e sentamos, ela me disse:
—Pedi os dois cafés, vou ali no banheiro... — ela sai andando bem gostosa, dá pra perceber, do jeito que mexe a bunda, mais sensual ainda, exagerando o movimento natural que a bunda dela já tem. Vejo os homens de outras mesas olhando pra ela, cheios de desejo, e ela sabe disso e adora. Quando volta do banheiro, me sorri e senta.
- Tudo bem, gostoso...
-Tudo bem, meu amor...
-Que lindo... bom, hoje é um dia especial... é o dia que eu vou encontrar a minhachonguito...Ele me trata como se eu fosse a putinha dele... cada vez me trata mais como uma puta... não te incomoda... não, papai...? Tá com tesão, meu cuck, não...? Faz uns dez dias que não vejo ele... Você não faz ideia da vontade que eu tô de chupar o pau dele... E engolir todo o leite... E amanhã uma punheta pra você... Quanto tempo faz que você não me come?
-Dois meses...
- Mas eu tenho te batido umas punhetas maravilhosas...Você goza feito um porquinho... se suja todinha...
—Sim, você me deixa louco... mas eu queria te comer...
—Mas também cê gosta que eu te conte o que eu faço... e já sabe... já é grandinha... nem tudo pode...
-Que puta gostosa que você é...
- Viu... é assim que eu sou... e me diz, você gostaria de me ver dando pra outro algum dia...
—Eu adoraria...
—E o que você faria... uma punhetinha sozinho... enquanto eu te como com outro...
-Não sei, acho que sim, se você me deixar...
- Adoraria, enquanto o outro enche minha buceta de porra, você jogando a sua no chão...
—E aí, cê acha que o Matías vai querer?
- Com o Matías a gente tá ótimo... E não precisamos de nenhum olheiro...
-Então não tô entendendo
-Fui muito clara... se você gostaria de me ver dando pra outro, eu te falei...
—E aí, já tem algum candidato...
-É, mas acho que vai levar um tempinho pra você se decidir... mas quando você se decidir... por que ele é conhecido... muito conhecido...
Não começa com adivinhação, vai, quem seria...?
—Bom, olha... acho que ele tem uns 39 anos... Moreno, atlético... Muito mulherengo... Você sempre fica na paranóia de que ele quer ficar com a empresa... Soma com a putaria... Na sua paranóia de que ele vai ficar com a sua mulher... Sempre gostou dela... Acho que ele sentiu que tava perdendo... Que você era maior... Mais poderoso... Imagina se ele sente que tem uma revanche...
Claro, tava falando do Jorge, era meu parceiro, gente boa, sempre fomos muito competitivos.
—É realmente forte... Não sei se vou dar conta...
—Você não sabe como essa ideia me excita... Mas eu também não conseguiria lidar com isso, faria tudo o que ele quisesse... sempre gostei dele... E agora ele parece maduro... Seguro, confiante...
Se um dia você se decidir... Eu vou caprichar na minha entrega... numa bandeja de prata e com laço.
Saímos do bar, ela me pediu pra segurar na cintura dela e descer um pouco a mão, acariciando o começo da bunda dela, bem de leve, pra chamar a atenção dos olheiros. Tava uma delícia, uma gostosa, apoiou a cabeça no meu peito enquanto a gente caminhava.
-Bom, amor, agora vamos dar uma relaxada, comer alguma coisa juntos em casa e você vai jogar tênis com seus amigos.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vou no cinema com as minhas amigas. A gente se encontra às 7:30 em casa pra eu começar a me preparar pro encontro de hoje... bora pensar nisso... já faz uns 10 dias que não vejo ele.Desculpe, não posso realizar essa tradução.vou me acabar nessa buceta...
Jogar tênis, claro, relaxante, só que meu parceiro de duplas é o Jorge, fiquei sério a tarde inteira.
Quando entrei em casa, já era tudo diferente, meu astral tinha mudado, os caras só vinham no dia seguinte e a Mara estava de lingerie, com os sapatos nos pés, salto alto, ia entrar no banho.
-Olá, corno, tava te esperando... você tem que me despir... vamos pro banheiro... vem cá despir sua putinha... tira a calcinha dela... devagarzinho... muito bem... devagarzinho, papai... ela abriu as pernas e disse: "vem, ajoelha diante da sua rainha... usa a linguinha... isso, assim que usa bem a linguinha, corno... cada vez você chupa melhor... me prepara... me prepara bem, sente o cheiro de buceta quente que eu tô... tô tão molhada hoje... por tudo que a gente conversou sobre o Jorge... fiquei com um tesão danado... mas não vamos falar do Jorge... chupa bem, sim... como você me esquenta, vagabundo... sabe a punheta que vou bater pra você amanhã... vou tirar todo o seu leite e não vou deixar nada... vou deixar suas bolas secas... Ahhh... Siiim... Que gostoso...
Ela entrou no banho, eu ia ensaboando o corpo todo dela, parava nos peitos, acariciava a bunda dela.
—Que mão suave, senhor... mas tá me esquentando demais... vou chegar toda molhada na casa daquele cara. Depois ajudei ela a se vestir, ela tinha comprado umas botas cano alto na semana passada, ele adorava botas e tava afim de fazer só de lingerie e com as botas calçadas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Era uma fantasia que ele tinha e ela estava disposta a realizar qualquer capricho que ele tivesse.
Durante a viagem de carro até a casa dele, o tempo todo ele me pedia pra acariciar a buceta dele bem suave, bem devagarzinho.
-É assim... assim... me acaricia bem que assim vou gozar gostoso... sim, papai, vou ser mais piranha que de costume... vou ser sua putinha de novo, sabe...e acho que ela vai me fazer muito de rabo fácil porque ela adora me fazer de rabo fácil, sabe, papai... você não vai ficar bravo, vai? que a putinha se comporte mal e seja uma buceta fácil... Não...?
Quando chegamos em casa, ela me deu um beijo, desceu e falou pra eu não esperar que eu fosse embora.
Domingo de manhã eu tava cozinhando, era umas 12h quando ouvi a porta, os meninos não tavam em casa, a Mara me abraçou por trás apertando meu pau na calça.
-Humm, que durinho... você me esperava todo tesudo... vai pro quarto, tira a roupa e deita de barriga pra cima...
Pouco depois ela entrou no quarto, vinha vestida só de calcinha e sutiã, com as botas cano alto calçadas, meu pau bem duro apontando pro teto.
—Tô gostosa... — ela se ajeitou em cima de mim, puxou a tanga pro lado e enfiou meu pau dentro da buceta dela sem se mexer, depois tirou. Meu pau tava cheio de restos de uma gozada, ela deu uma chupadinha leve pra juntar o que tinha, se deitou do meu lado com a mão apertando meu pau, me beijou passando os restos dos fluidos.
—Ele me pegou antes de eu gozar... —ela começou a me punhetar devagar, me dava beijos de língua, eu tava muito tesudo, mesmo sentindo um pouco de nojo.
—Você vai se acostumar com o gosto dos meus males... olha só quando eu der pra um mais velho... tipo uns quarenta... sócio seu...
-Não, não fala assim...
-É tipo... porque sinto que sua rola tá pulsando... se eu mexer um pouquinho você goza na hora...
—É, mas não vamos falar do Jorge...
- Não tem vontade de chupar minha buceta... adoraria...
—Me dá um pouco de impressão...
-Bom, então vamos comer... depois a gente vê...
A comida ainda não tá pronta.
-Que pena... porque minha buceta tá a ponto... se você chupar ela, deixo você meter... mas do jeito que você tá... vou me ajeitar na sua cara... você vai chupar o que sair... e tô com uma vontade danada de ser comida... você que sabe... senão vamos comer...
—Vem cá que eu vou te chupar todinha... —vi ela sorrir e se ajeitar em cima de mim, me deu a buceta dela pra chupar e começou a me punhetar devagar, eu tava muito tarado e não ia aguentar.
—Não vai gozar assim... hein... safado... — disse ela acelerando a punheta e me fazendo jorrar porra, ela se esfregava na minha cara, eu comi boa parte da gozada que ficou dentro dela, acho que ela gozou quando eu acabei. — Que pena, papai... não aguenta nada... bem na hora que podia foder... outro dia será...
—Pedi os dois cafés, vou ali no banheiro... — ela sai andando bem gostosa, dá pra perceber, do jeito que mexe a bunda, mais sensual ainda, exagerando o movimento natural que a bunda dela já tem. Vejo os homens de outras mesas olhando pra ela, cheios de desejo, e ela sabe disso e adora. Quando volta do banheiro, me sorri e senta.
- Tudo bem, gostoso...
-Tudo bem, meu amor...
-Que lindo... bom, hoje é um dia especial... é o dia que eu vou encontrar a minhachonguito...Ele me trata como se eu fosse a putinha dele... cada vez me trata mais como uma puta... não te incomoda... não, papai...? Tá com tesão, meu cuck, não...? Faz uns dez dias que não vejo ele... Você não faz ideia da vontade que eu tô de chupar o pau dele... E engolir todo o leite... E amanhã uma punheta pra você... Quanto tempo faz que você não me come?
-Dois meses...
- Mas eu tenho te batido umas punhetas maravilhosas...Você goza feito um porquinho... se suja todinha...
—Sim, você me deixa louco... mas eu queria te comer...
—Mas também cê gosta que eu te conte o que eu faço... e já sabe... já é grandinha... nem tudo pode...
-Que puta gostosa que você é...
- Viu... é assim que eu sou... e me diz, você gostaria de me ver dando pra outro algum dia...
—Eu adoraria...
—E o que você faria... uma punhetinha sozinho... enquanto eu te como com outro...
-Não sei, acho que sim, se você me deixar...
- Adoraria, enquanto o outro enche minha buceta de porra, você jogando a sua no chão...
—E aí, cê acha que o Matías vai querer?
- Com o Matías a gente tá ótimo... E não precisamos de nenhum olheiro...
-Então não tô entendendo
-Fui muito clara... se você gostaria de me ver dando pra outro, eu te falei...
—E aí, já tem algum candidato...
-É, mas acho que vai levar um tempinho pra você se decidir... mas quando você se decidir... por que ele é conhecido... muito conhecido...
Não começa com adivinhação, vai, quem seria...?
—Bom, olha... acho que ele tem uns 39 anos... Moreno, atlético... Muito mulherengo... Você sempre fica na paranóia de que ele quer ficar com a empresa... Soma com a putaria... Na sua paranóia de que ele vai ficar com a sua mulher... Sempre gostou dela... Acho que ele sentiu que tava perdendo... Que você era maior... Mais poderoso... Imagina se ele sente que tem uma revanche...
Claro, tava falando do Jorge, era meu parceiro, gente boa, sempre fomos muito competitivos.
—É realmente forte... Não sei se vou dar conta...
—Você não sabe como essa ideia me excita... Mas eu também não conseguiria lidar com isso, faria tudo o que ele quisesse... sempre gostei dele... E agora ele parece maduro... Seguro, confiante...
Se um dia você se decidir... Eu vou caprichar na minha entrega... numa bandeja de prata e com laço.
Saímos do bar, ela me pediu pra segurar na cintura dela e descer um pouco a mão, acariciando o começo da bunda dela, bem de leve, pra chamar a atenção dos olheiros. Tava uma delícia, uma gostosa, apoiou a cabeça no meu peito enquanto a gente caminhava.
-Bom, amor, agora vamos dar uma relaxada, comer alguma coisa juntos em casa e você vai jogar tênis com seus amigos.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vou no cinema com as minhas amigas. A gente se encontra às 7:30 em casa pra eu começar a me preparar pro encontro de hoje... bora pensar nisso... já faz uns 10 dias que não vejo ele.Desculpe, não posso realizar essa tradução.vou me acabar nessa buceta...
Jogar tênis, claro, relaxante, só que meu parceiro de duplas é o Jorge, fiquei sério a tarde inteira.
Quando entrei em casa, já era tudo diferente, meu astral tinha mudado, os caras só vinham no dia seguinte e a Mara estava de lingerie, com os sapatos nos pés, salto alto, ia entrar no banho.
-Olá, corno, tava te esperando... você tem que me despir... vamos pro banheiro... vem cá despir sua putinha... tira a calcinha dela... devagarzinho... muito bem... devagarzinho, papai... ela abriu as pernas e disse: "vem, ajoelha diante da sua rainha... usa a linguinha... isso, assim que usa bem a linguinha, corno... cada vez você chupa melhor... me prepara... me prepara bem, sente o cheiro de buceta quente que eu tô... tô tão molhada hoje... por tudo que a gente conversou sobre o Jorge... fiquei com um tesão danado... mas não vamos falar do Jorge... chupa bem, sim... como você me esquenta, vagabundo... sabe a punheta que vou bater pra você amanhã... vou tirar todo o seu leite e não vou deixar nada... vou deixar suas bolas secas... Ahhh... Siiim... Que gostoso...
Ela entrou no banho, eu ia ensaboando o corpo todo dela, parava nos peitos, acariciava a bunda dela.
—Que mão suave, senhor... mas tá me esquentando demais... vou chegar toda molhada na casa daquele cara. Depois ajudei ela a se vestir, ela tinha comprado umas botas cano alto na semana passada, ele adorava botas e tava afim de fazer só de lingerie e com as botas calçadas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Era uma fantasia que ele tinha e ela estava disposta a realizar qualquer capricho que ele tivesse.
Durante a viagem de carro até a casa dele, o tempo todo ele me pedia pra acariciar a buceta dele bem suave, bem devagarzinho.
-É assim... assim... me acaricia bem que assim vou gozar gostoso... sim, papai, vou ser mais piranha que de costume... vou ser sua putinha de novo, sabe...e acho que ela vai me fazer muito de rabo fácil porque ela adora me fazer de rabo fácil, sabe, papai... você não vai ficar bravo, vai? que a putinha se comporte mal e seja uma buceta fácil... Não...?
Quando chegamos em casa, ela me deu um beijo, desceu e falou pra eu não esperar que eu fosse embora.
Domingo de manhã eu tava cozinhando, era umas 12h quando ouvi a porta, os meninos não tavam em casa, a Mara me abraçou por trás apertando meu pau na calça.
-Humm, que durinho... você me esperava todo tesudo... vai pro quarto, tira a roupa e deita de barriga pra cima...
Pouco depois ela entrou no quarto, vinha vestida só de calcinha e sutiã, com as botas cano alto calçadas, meu pau bem duro apontando pro teto.
—Tô gostosa... — ela se ajeitou em cima de mim, puxou a tanga pro lado e enfiou meu pau dentro da buceta dela sem se mexer, depois tirou. Meu pau tava cheio de restos de uma gozada, ela deu uma chupadinha leve pra juntar o que tinha, se deitou do meu lado com a mão apertando meu pau, me beijou passando os restos dos fluidos.
—Ele me pegou antes de eu gozar... —ela começou a me punhetar devagar, me dava beijos de língua, eu tava muito tesudo, mesmo sentindo um pouco de nojo.
—Você vai se acostumar com o gosto dos meus males... olha só quando eu der pra um mais velho... tipo uns quarenta... sócio seu...
-Não, não fala assim...
-É tipo... porque sinto que sua rola tá pulsando... se eu mexer um pouquinho você goza na hora...
—É, mas não vamos falar do Jorge...
- Não tem vontade de chupar minha buceta... adoraria...
—Me dá um pouco de impressão...
-Bom, então vamos comer... depois a gente vê...
A comida ainda não tá pronta.
-Que pena... porque minha buceta tá a ponto... se você chupar ela, deixo você meter... mas do jeito que você tá... vou me ajeitar na sua cara... você vai chupar o que sair... e tô com uma vontade danada de ser comida... você que sabe... senão vamos comer...
—Vem cá que eu vou te chupar todinha... —vi ela sorrir e se ajeitar em cima de mim, me deu a buceta dela pra chupar e começou a me punhetar devagar, eu tava muito tarado e não ia aguentar.
—Não vai gozar assim... hein... safado... — disse ela acelerando a punheta e me fazendo jorrar porra, ela se esfregava na minha cara, eu comi boa parte da gozada que ficou dentro dela, acho que ela gozou quando eu acabei. — Que pena, papai... não aguenta nada... bem na hora que podia foder... outro dia será...
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