Como eu falei pra vocês outro dia e na segunda dessas cinco partes, as coisas tão mudando, a gente supõe que vai melhorar com o tempo, quando o ciúme deixar a gente pensar melhor no que a gente é... Eu sempre digo que fomos feitos um pro outro, a gente se encaixa perfeitamente, só que nessa fase das nossas vidas a gente não para de olhar pras diferenças que temos, em vez de prestar atenção nas coisas que dão certo...
Será que isso não é amadurecer? O que é transar? Não? A gente toca um plano de vida, com filhos e tudo mais, e agora nessa fase eu entendo que a gente tá amadurecendo. Entendendo que transar com outras pessoas não devia ser motivo de separação, mas de união, ver que a gente tá além do que pensa, além do amor imaturo e do ciúme adolescente de posse...
Eu acho que a gente vai continuar junto, que nossos beijos vão ser mais fortes que nossas diferenças, pelo menos comigo é assim. Eu não acredito que consiga sentir essas coisas por outra mulher de novo. Não é que eu não tenha ficado com outra ou com outros, talvez quem é separado saiba bem disso, ela deixou uma marca, um senso de posse, ela é MINHA mulher e vai continuar sendo. Vão ter outras que ocupem o tempo, que ocupem os espaços, outras com quem a gente completa planos ou faz viagens, mas a MINHA é uma só. Talvez, como a vida passa por fases diferentes, essa relação também sinta isso desse jeito. Não é fácil amadurecer nesse sentido, o ciúme, as raivas, os fracassos à flor da pele, fazem com que muitas vezes a gente não tenha as melhores reações, nem as melhores formas de se comunicar... Alguém já ensinou alguém a lidar com os nãos?
Tinham passado quatro dias desde que a gente começou a se ver de novo, eu sabia que ela saía com outro cara pra tomar uma cerveja, pra se fazer de desejada, pra se fazer de gostosa... Continuo pensando a mesma coisa, continuo achando que tenho que cuidar dela e tê-la do meu lado. Deixar ela fazer o que quiser, mas que saiba que, se qualquer coisa... Se acontecer, pode me ligar, posso ir buscar ela na casa do amante ou do puteiro dela se precisar, só por precisar… talvez esteja bem… talvez não…. Mas naquela NOITE aconteceu isso….
Foram várias as histórias do Instagram que mostravam que ela tava gostosa, que se vestiu pra arrasar, cês imaginam, né?? … A gente segue a vida, mas não consegue largar as redes… ver ela, rindo e se divertindo como se fosse uma adolescente, sabendo que obviamente ela ganha de qualquer uma delas. Não encontro explicação pra nenhum homem escolher uma menina em vez de uma mulher, os beijos dela valem o dobro, posso garantir que se cruzarem com ela em Palermo e virem ela andando na direção de vocês com vontade de amar e aquela cara de cúmplice, não tem como não escolher ela… A paixão com que essa mulher, mãe de dois, faz o amor, não deixa dúvidas…
Todos os meus elogios são muitos, mas as respostas dela são poucas… ela é incrível… se atreve a sair com decote profundo, desafiando o destino e a noite, tentando provocar de preferência algum cara que esteja por ali….
Desisto e vou comer, tento esquecer de tudo… tomo um banho, abro um vinho, que mais dá pra fazer, né?... Vejo ela de novo… tem várias histórias…. Ela dança… se diverte… será que ela pode ficar com qualquer um… e eu ser o HOMEM dela?... talvez não tenha a ver com transar melhor ou pior ou ter mais ou menos paixão, mas com o fato de sermos um pro outro… de “pertencermos” um ao outro ou termos nos escolhido pra vida toda… como nos filmes em que um pede o outro em casamento embaixo da Torre Eiffel…
Insisto de novo com um “foguinho” na história dela, mas ela só responde com um joinha pra cima… desisto com uma frase descontraída… “se teu boy não te der bola, vem dormir comigo…”…
Deviam ser umas 5 da manhã, quando recebo uma mensagem…
- Se eu for pra sua casa, você me abre?...
Nunca desejei tanto outra coisa na vida…. Claro que abriria… claro que receberia ela, tava uma mistura de Carinho e paixão que eu não conseguia controlar… vê-la chegar passando pela porta… andando, meio bêbada… sapatos de bico fino que fazem ela parecer mais alta do que é… um vestido brilhante colado no corpo, curto… o cabelo bagunçado… um baita cheiro de cigarro, ela não fuma, mas no lugar claramente fumavam… não tava de sutiã, nem com muito respeito….
Me encheu de tesão o batom borrado, os olhos me encarando desafiadores, minha cara, minha boca… Poucas vezes ela tinha vindo na minha casa nova… onde eu “tava com outras”… outras que nunca chegariam nem nos tornozelos dela, o decote tava cheio de purpurina… ela tinha saído pra festejar e eu tava felizão que ela tinha feito isso…
Caminho até um arco que tem na parede e ela tira os sapatos, como eu amo os pezinhos dela… as unhas vermelhas… as pernas estavam bronzeadas, com um brilho especial de algum creme… as coxas marcadas agora que ela tá mais sarada do que nunca… me olhava… se apoiou de leve… e tentou dizer alguma coisa, não foi fácil e melhor que tenha sido assim, porque ultimamente nossas palavras nunca são as melhores….
Lembro que ela apoiou um dos pés na minha parede branca, dobrando o joelho enquanto me olhava de baixo… Eu me aproximei o suficiente pra chegar nela e pegar nos meus braços, toda a paixão e o desejo tinham virado romantismo, levei ela pra cama e tirei o vestido devagar, ela apoiou as mãos na minha cama e, andando pra trás sem tirar os olhos de mim, foi se deitando… Tava de calcinha fio-dental branca minúscula da Victoria… quando a cabeça dela chegou no meu travesseiro, ela se deixou cair e levou os braços pra trás da cabeça…
Claramente tava alterada, lembro de me aproximar e sentir o cheiro das pernas dela… o cheiro da barriga… o suor no peito… o cheiro no pescoço… rapaz… você sabe… a pior parte das nossas fantasias nunca tá na realidade, mas sim em tudo que a nossa própria cabeça guarda… eu não conseguia parar de sentir o cheiro do pescoço dela, sentia como a respiração dela mudava e como ela deixava devagar, com os mamilos duros dela se cravando no meu peito…
A gente se olhou por não mais que 5 segundos e trocamos um dos beijos mais memoráveis dos últimos tempos… por favor, que prazer sentir ela… O corpo dela, produto da paixão, do álcool, da noite… se contraía a cada mimo, a cada carícia…
Ela queria avançar, dava pra ver que tava “tesuda”… de um jeito ou de todos juntos… Mas eu segurei os pulsos dela e fiz ela me desejar… digamos que por uns 6 ou 7 segundos ela me desejou pra caralho, mas não mais que isso, porque eu não passo de um escravo dos desejos dela…
Enquanto com uma mão eu segurava os pulsos dela e beijava… a outra mão brincava na lateral da calcinha fio dental dela… dava pra sentir as pernas dela se abrindo devagar e meu dedo passando pela beirada… eu afastava, tenta sentir isso, afastava a calcinha com um dedo, passando só a ponta do meu dedo indicador na borda molhada do clitóris dela… ela se contorcia… como se quisesse tudo… e eu consegui me segurar por mais uns 3 ou 4 segundos… O contato era tão imperceptível quanto real… o fato de estar assim e quase não nos tocar, era mais real do que ter feito tudo freneticamente…
Continuei brincando com ela enquanto meu cérebro não parava de mandar imagens das coisas que ela com certeza tinha feito, mas nada disso importava, a noite terminava comigo na minha cama… jogando os jogos que a gente ama jogar sem nem precisar falar… aquela união forte, continuava firme…
Foi breve o momento em que me coloquei entre as pernas dela e, puxando a calcinha dela de lado, consegui me molhar com os sucos dela… os lábios dela se abriam devagar, eu tava me encharcando com a vontade dela… Os cabelos longos dela se enroscavam como sempre nas minhas mãos…
Ela começou a respirar mais forte no momento em que comecei a me cravar nela… sentir a gente assim, pele com pele, milímetro por milímetro, as veias marcadas em mim… meu corpo sobre o dela, claramente menor… Eu beijava ela e segurava o pescoço dela a cada estocada… adoro penetrar ela com força, rígido, e olhar nos olhos dela… beijar ela suave como Se estivéssemos acoplados, que prazer perfeito sentir assim…
Ela apertou forte com os pés nas minhas pernas… as mãos dela agarraram minha bunda e me forçou a meter com força… golpe após golpe, eu sentia a mandíbula dela escorrendo pro lado, como se estivesse possuída pelo prazer… foi fascinante, toda aquela paixão que corria… várias vezes eu penetrei ela até sentir ela gozar… segundos antes de eu também gozar… dava pra sentir como ela pulsava ao meu redor, segundos antes do meu próprio pulsar se enterrar dentro dela… gozamos os dois… com muita força…
Particularmente, eu gosto de sair e ver todo meu DNA jorrando de dentro dela… apreciar o momento onde todas as coisas boas acontecem… ou são expostas… Eram quase 7 da manhã, quando ela se enroscou no meu corpo e a gente dormiu…
Os árabes dizem que aquelas coisas que acontecem uma vez, talvez nunca mais aconteçam,
mas aquelas que acontecem duas vezes,
com certeza vão acontecer três…
Será que isso não é amadurecer? O que é transar? Não? A gente toca um plano de vida, com filhos e tudo mais, e agora nessa fase eu entendo que a gente tá amadurecendo. Entendendo que transar com outras pessoas não devia ser motivo de separação, mas de união, ver que a gente tá além do que pensa, além do amor imaturo e do ciúme adolescente de posse...
Eu acho que a gente vai continuar junto, que nossos beijos vão ser mais fortes que nossas diferenças, pelo menos comigo é assim. Eu não acredito que consiga sentir essas coisas por outra mulher de novo. Não é que eu não tenha ficado com outra ou com outros, talvez quem é separado saiba bem disso, ela deixou uma marca, um senso de posse, ela é MINHA mulher e vai continuar sendo. Vão ter outras que ocupem o tempo, que ocupem os espaços, outras com quem a gente completa planos ou faz viagens, mas a MINHA é uma só. Talvez, como a vida passa por fases diferentes, essa relação também sinta isso desse jeito. Não é fácil amadurecer nesse sentido, o ciúme, as raivas, os fracassos à flor da pele, fazem com que muitas vezes a gente não tenha as melhores reações, nem as melhores formas de se comunicar... Alguém já ensinou alguém a lidar com os nãos?
Tinham passado quatro dias desde que a gente começou a se ver de novo, eu sabia que ela saía com outro cara pra tomar uma cerveja, pra se fazer de desejada, pra se fazer de gostosa... Continuo pensando a mesma coisa, continuo achando que tenho que cuidar dela e tê-la do meu lado. Deixar ela fazer o que quiser, mas que saiba que, se qualquer coisa... Se acontecer, pode me ligar, posso ir buscar ela na casa do amante ou do puteiro dela se precisar, só por precisar… talvez esteja bem… talvez não…. Mas naquela NOITE aconteceu isso….
Foram várias as histórias do Instagram que mostravam que ela tava gostosa, que se vestiu pra arrasar, cês imaginam, né?? … A gente segue a vida, mas não consegue largar as redes… ver ela, rindo e se divertindo como se fosse uma adolescente, sabendo que obviamente ela ganha de qualquer uma delas. Não encontro explicação pra nenhum homem escolher uma menina em vez de uma mulher, os beijos dela valem o dobro, posso garantir que se cruzarem com ela em Palermo e virem ela andando na direção de vocês com vontade de amar e aquela cara de cúmplice, não tem como não escolher ela… A paixão com que essa mulher, mãe de dois, faz o amor, não deixa dúvidas…
Todos os meus elogios são muitos, mas as respostas dela são poucas… ela é incrível… se atreve a sair com decote profundo, desafiando o destino e a noite, tentando provocar de preferência algum cara que esteja por ali….
Desisto e vou comer, tento esquecer de tudo… tomo um banho, abro um vinho, que mais dá pra fazer, né?... Vejo ela de novo… tem várias histórias…. Ela dança… se diverte… será que ela pode ficar com qualquer um… e eu ser o HOMEM dela?... talvez não tenha a ver com transar melhor ou pior ou ter mais ou menos paixão, mas com o fato de sermos um pro outro… de “pertencermos” um ao outro ou termos nos escolhido pra vida toda… como nos filmes em que um pede o outro em casamento embaixo da Torre Eiffel…
Insisto de novo com um “foguinho” na história dela, mas ela só responde com um joinha pra cima… desisto com uma frase descontraída… “se teu boy não te der bola, vem dormir comigo…”…
Deviam ser umas 5 da manhã, quando recebo uma mensagem…
- Se eu for pra sua casa, você me abre?...
Nunca desejei tanto outra coisa na vida…. Claro que abriria… claro que receberia ela, tava uma mistura de Carinho e paixão que eu não conseguia controlar… vê-la chegar passando pela porta… andando, meio bêbada… sapatos de bico fino que fazem ela parecer mais alta do que é… um vestido brilhante colado no corpo, curto… o cabelo bagunçado… um baita cheiro de cigarro, ela não fuma, mas no lugar claramente fumavam… não tava de sutiã, nem com muito respeito….
Me encheu de tesão o batom borrado, os olhos me encarando desafiadores, minha cara, minha boca… Poucas vezes ela tinha vindo na minha casa nova… onde eu “tava com outras”… outras que nunca chegariam nem nos tornozelos dela, o decote tava cheio de purpurina… ela tinha saído pra festejar e eu tava felizão que ela tinha feito isso…
Caminho até um arco que tem na parede e ela tira os sapatos, como eu amo os pezinhos dela… as unhas vermelhas… as pernas estavam bronzeadas, com um brilho especial de algum creme… as coxas marcadas agora que ela tá mais sarada do que nunca… me olhava… se apoiou de leve… e tentou dizer alguma coisa, não foi fácil e melhor que tenha sido assim, porque ultimamente nossas palavras nunca são as melhores….
Lembro que ela apoiou um dos pés na minha parede branca, dobrando o joelho enquanto me olhava de baixo… Eu me aproximei o suficiente pra chegar nela e pegar nos meus braços, toda a paixão e o desejo tinham virado romantismo, levei ela pra cama e tirei o vestido devagar, ela apoiou as mãos na minha cama e, andando pra trás sem tirar os olhos de mim, foi se deitando… Tava de calcinha fio-dental branca minúscula da Victoria… quando a cabeça dela chegou no meu travesseiro, ela se deixou cair e levou os braços pra trás da cabeça…
Claramente tava alterada, lembro de me aproximar e sentir o cheiro das pernas dela… o cheiro da barriga… o suor no peito… o cheiro no pescoço… rapaz… você sabe… a pior parte das nossas fantasias nunca tá na realidade, mas sim em tudo que a nossa própria cabeça guarda… eu não conseguia parar de sentir o cheiro do pescoço dela, sentia como a respiração dela mudava e como ela deixava devagar, com os mamilos duros dela se cravando no meu peito…
A gente se olhou por não mais que 5 segundos e trocamos um dos beijos mais memoráveis dos últimos tempos… por favor, que prazer sentir ela… O corpo dela, produto da paixão, do álcool, da noite… se contraía a cada mimo, a cada carícia…
Ela queria avançar, dava pra ver que tava “tesuda”… de um jeito ou de todos juntos… Mas eu segurei os pulsos dela e fiz ela me desejar… digamos que por uns 6 ou 7 segundos ela me desejou pra caralho, mas não mais que isso, porque eu não passo de um escravo dos desejos dela…
Enquanto com uma mão eu segurava os pulsos dela e beijava… a outra mão brincava na lateral da calcinha fio dental dela… dava pra sentir as pernas dela se abrindo devagar e meu dedo passando pela beirada… eu afastava, tenta sentir isso, afastava a calcinha com um dedo, passando só a ponta do meu dedo indicador na borda molhada do clitóris dela… ela se contorcia… como se quisesse tudo… e eu consegui me segurar por mais uns 3 ou 4 segundos… O contato era tão imperceptível quanto real… o fato de estar assim e quase não nos tocar, era mais real do que ter feito tudo freneticamente…
Continuei brincando com ela enquanto meu cérebro não parava de mandar imagens das coisas que ela com certeza tinha feito, mas nada disso importava, a noite terminava comigo na minha cama… jogando os jogos que a gente ama jogar sem nem precisar falar… aquela união forte, continuava firme…
Foi breve o momento em que me coloquei entre as pernas dela e, puxando a calcinha dela de lado, consegui me molhar com os sucos dela… os lábios dela se abriam devagar, eu tava me encharcando com a vontade dela… Os cabelos longos dela se enroscavam como sempre nas minhas mãos…
Ela começou a respirar mais forte no momento em que comecei a me cravar nela… sentir a gente assim, pele com pele, milímetro por milímetro, as veias marcadas em mim… meu corpo sobre o dela, claramente menor… Eu beijava ela e segurava o pescoço dela a cada estocada… adoro penetrar ela com força, rígido, e olhar nos olhos dela… beijar ela suave como Se estivéssemos acoplados, que prazer perfeito sentir assim…
Ela apertou forte com os pés nas minhas pernas… as mãos dela agarraram minha bunda e me forçou a meter com força… golpe após golpe, eu sentia a mandíbula dela escorrendo pro lado, como se estivesse possuída pelo prazer… foi fascinante, toda aquela paixão que corria… várias vezes eu penetrei ela até sentir ela gozar… segundos antes de eu também gozar… dava pra sentir como ela pulsava ao meu redor, segundos antes do meu próprio pulsar se enterrar dentro dela… gozamos os dois… com muita força…
Particularmente, eu gosto de sair e ver todo meu DNA jorrando de dentro dela… apreciar o momento onde todas as coisas boas acontecem… ou são expostas… Eram quase 7 da manhã, quando ela se enroscou no meu corpo e a gente dormiu…
Os árabes dizem que aquelas coisas que acontecem uma vez, talvez nunca mais aconteçam,
mas aquelas que acontecem duas vezes,
com certeza vão acontecer três…
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