O vilão 5: o fim de semana

Para meus cinco queridos leitores:

A parte 1 dessa história foi censurada por motivos compreensíveis pelo moderador.
A parte 2 (final) junto com as partes 3 e 4 foram publicadas recentemente e recomendo que leiam para entender o que vem a seguir.
Mesmo assim, vou dar um resumo.
Cláudio e seu irmão Roly moravam com a mãe numa favela. Cláudio se apaixona pelo amigo Elias e eles viram namorados.
Aos 18, conseguem um trampo que permite sair da favela e ir morar numa pensão de merda em Constituição. Elias cai nas drogas, perde o emprego, volta pra favela. Cláudio acaba morando na rua.
A ideia de se prostituir fica martelando na cabeça dele. Ele chupa o pau do encarregado de um estacionamento pra poder usar o chuveiro à noite.
Um garçom velho e viado, Manuel, descobre ele se masturbando o cu no banheiro do bar onde faz bico. Chantageia ele, tem que dar pra ele. Manuel apresenta ele a um cliente do bar, com uma situação financeira muito boa, que oferece cama e comida em troca da bunda dele. Cláudio considera isso o primeiro cliente dele, mas...

A seguir, a parte 5-Não me chama de senhor, me trata como tu.
—Você gostou do Gonzalo?
—Que rabo impressionante, gatinho, que rabo incrível que você tem, pelo amor de Deus! Mas além do rabo, você me cai bem, cara! — Eu corei e baixei os olhos.
—Eu também gozei muito, Gonzalo. — Fiquei em silêncio, será que eu contava? Sempre fui sincero e, depois de tudo que o Gonzalo me fez descobrir e gozar, me sentia especialmente sensível.
—Gonzalo, sinceramente, nunca gozei tanto, é a primeira vez que me fazem gozar enquanto me comem e a primeira vez que sinto o calor do gozo dentro de mim. — Fiquei em silêncio por alguns segundos e abaixei a cabeça. — Valeu por me comer, Gonzalo. — O senhor acariciou minha cabeça como quem acaricia um menino.
—Vem —disse ele, abriu as pernas e me fez sentar de lado entre elas, me abraçou, me senti como se fosse um pintinho num ninho, minhas pernas dobradas, quase em posição fetal, com o calor do Gonzalo me envolvendo e seus braços como um muro de contenção que me protegia do mal. Ele acariciava minha cabeça, roçava minhas bochechas com os dedos, me apertava contra o corpo e, de vez em quando, me dava um beijo suave nos lábios. Fazia tanto tempo que não me abraçavam com carinho!, fazia tanto tempo que não me faziam um afago sem malícia! Queria me sentir feliz, mas alguma coisa me impedia, acho que queria me sentir importante pra alguém, de qualquer jeito, mas que me valorizassem por algo diferente da minha bunda. Na vila, com o Elias, na rua, sempre fui um bom buraco pra foder, e nada mais. Comecei a sentir o peito se fechando, igual quando encontrei o Elias transando drogado com os três caras na nossa cama. Não consegui evitar, apoiei a cabeça no peito dele e comecei a chorar desesperadamente. Gonzalo acariciava meu rosto e me abraçava mais forte. Quando comecei a me acalmar, ele me alcançou uma caixa de lenços.
—Já tá?
Sim, Gonzalo, desculpa-, eu falei fungando, -você paga pra me comer e olha só com o que eu te apareço!
—Eu nunca disse que ia te dar grana — ela disse com voz doce.
—Mas você me dá comida e lugar em troca da minha buceta, é a mesma coisa, tô me vendendo! — Minha buceta, pensei, sempre minha buceta, ter uma raba boa era mais um castigo do que sorte.
—Vamos, me conta, neném, o que que tem? — ela disse enquanto secava suavemente minhas bochechas com um lenço.
—Não quero ser traveco, não quero me prostituir, se meu irmão descobre ele me mata, se minha mãe descobre ela se mata. — Comecei a chorar de novo.
—E então por que você vai virar traveco?
—Porque não sei como sair da rua, entende? Não sei como tirar a favela de cima de mim, a rua me empurra, o frio me empurra, estar sozinho me empurra, só sei limpar banheiro e dar a bunda, e limpando banheiro nunca vou sair da rua, o que me resta? Entregar o cu me resta! — meus olhos eram uma cachoeira. — Ai, Roly! Ai, irmão! Me perdoa, me perdoa!
Gonzalo, acariciando minha cabeça, de vez em quando suspirava e resmungava algum xingamento baixinho. Fiquei com medo de que naquele exato momento ele me jogasse na rua, pensei na noite fria. Tentei me acalmar.
—Cláudio. —ele disse sério—, preciso entender por que você chegou a esse ponto. Me conta, sem firula, tá? —Ele enxugou meu rosto de novo e, com aquela voz firme e autoritária, falou—. Vai, começa.
Comecei, falei do pai bissexual que nunca conheci, da mãe ausente não por maldade, mas por estar derrotada, do meu irmão Roly que cuidava de mim como podia, de como fui desvirginada por um filho da puta com a promessa de uma bola de futebol que nem me deu (meu primeiro cliente?), da fama da minha bunda na favela, do Elías e do meu amor e da minha fidelidade absoluta, da droga e do crack que me arrancaram ele, da rua, da pica do velho do estacionamento, do Manuel. Gonzalo ouvia em silêncio.
-Você foi pra escola?
-Até o terceiro ano do ensino médio, depois eu preferia ficar na cama com o Elías do que ir pra escola, e larguei. Viu? Fui a putinha dele!, só sirvo pra isso!
Gonzalo franziu a testa. Ficou pensando por um bom tempo. Eu, sem saber o que fazer, e sendo o puto que sou, comecei a brincar com o pau dele, deu vontade de chupar.
—Que tal a gente brincar de Pigmalion e Galateia? Topa?
Do que ela tava falando?, Galatea?, lembrei das tangas que ela tinha deixado em cima da cama. Será que ela queria que eu vestisse roupa de putinha? Lembrei de quando eu brincava de marido e mulher com o Elías na casinha dele, eu, pelada, vestia um avental da mãe dele e fingia que tava limpando a casa, o Elías me pegava por trás, eu falava "ai, hoje não, querido, tô menstruada" e ele, enfiando no meu cu, respondia, "fica tranquila, gatinha, vou tirar sangue é da sua bunda".
O pau dele já tava reagindo às minhas brincadeiras.
- Quer que eu vista a calcinha então?
Gonzalo ficou quieto um tempo pensando e depois soltou uma gargalhada sonora.
—Nããão, do jeito que você tá, peladona, tá ótimo —, disse sem parar de rir.
Ahhh, pensei, então ela deve querer que eu meta.
—Se você se passar por essa tal de Gala, eu posso te comer, sem problema nenhum.
Desta vez, Gonzalo ficou sério.
—Pô, dá pra ver que a rua e a favela te pegaram de verdade, mano! Para de pensar com a bunda! Escuta o que vou te falar, eu vou te tirar da rua, mas não vai sair de graça, e você vai ter que me dar muito mais que sua buceta. Aceita?, sim ou não?
No que eu estava me metendo?, não sabia, mas o que podia ser pior do que estar na rua e me prostituir? Além disso, com certeza era algo que os travecas faziam, então eu tinha que aprender a fazer.
-Sim, aceito.
—Ah, e não vou te dar um puto, ok?
-Tá bem, Gonzalo, aceito.
-Agora vamos foder, que você já fez ela ficar dura!
—Mas, o que vou ter que fazer?
-Agora chupa ela. Do resto você já vai ficar sabendo.
Me levantei feliz, deitei entre as pernas abertas dele, peguei o mastro dele com uma mão e, abrindo a boca o máximo que pude, enfiei aquela cabecinha enorme pra dentro. O gostinho de macho inundou minha boca, subi e desci, lambi, engoli tudo que dava, mas era tão grossa que doía o canto dos meus lábios. Ele me virou e mergulhou a cabeça entre minhas nádegas, a língua dele no meu cuzinho era uma delícia, é difícil gemer de boca cheia de pica, mas eu gemia, meu cu se abria, a pica dele me dava uma pré-gozada, estávamos prontos. Ele sentou na beira da cama e me colocou sentado no colo dele, de frente, nossas picas entrelaçadas, "vai", ele disse. Subi, peguei a pica dele com a esquerda, levei até o buraquinho e fui sentando, doía e custava apesar da fodida que ele já tinha me dado antes, mas fui enfiando tudo sem desviar o olhar, meus olhos diziam, viu?, viu?, meto tudo, Gonzalo!, orgulhoso de poder montar uma pica tão grossa. Finalmente senti as coxas dele nas minhas nádegas. Gonzalo me envolveu com os braços e me puxou pra perto, nos beijamos, com paixão, com fúria, Gonzalo me devorava desesperado e eu me deixava devorar, deixava ele devorar minha boca, deixava ele devorar meu cu, me entregava inteiro, que Gonzalo fizesse o que quisesse comigo, eu era dele, por dinheiro, sem dinheiro, não importava, ele era meu dono e enquanto me comia e me envolvia nos braços dele, eu morria nele, me fundia com ele. Quis começar a chorar de novo, mas Gonzalo me segurou, disse "chega, neném, chega, você vai ser Galatea e o mármore não chora". Não entendi nada, mas a voz dele foi o suficiente pra me acalmar, fechei os olhos e comecei a aproveitar meu cu, subi e desci naqueles 20 cm de fogo, gemi desesperado, me apertei contra Gonzalo, minha pica banhou a cara dele de porra, Gonzalo riu, provou um pouco do meu leite, me pegou pela cintura e começou a bombar, senti, meu cu se abriu mais e o calor da porra dele invadiu de novo minhas entranhas, me enchendo de uma paz inacreditável, caí relaxado na pica do meu macho, beijei ele feliz, ele me levantou. Ele tirou de dentro de mim, me carregou no colo e me deitou na cama, da minha buceta escorria porra, líquido pré-ejaculatório, meleca retal.
—Vou molhar outro edredom pra você, Gonzalo, sou um porquinho, falei feliz.
—Acolchoados eu tenho vários, putinhos lindos igual você, só um. — Eu ri.
Acordamos às 10 da manhã. Vestimos os roupões e fomos pra cozinha. De novo, a cozinha dela era maior que meu barraco e o do Elias juntos, parecia coisa de programa de TV.
-Prepara as torradas, aqui tá o pão, tira da geladeira o que quiser comer. O que vai tomar, café?, chá, chocolate?
-Que tal uma mateada?
-Mata então. Vai abrir o pacote de salgados?
Em cima da bancada tinha um pacotinho com papel e laço de padaria, ainda tava quentinho. Então não tava só a gente?
—Tem alguém em casa, pai?
-Ahh, pelas contas quentes, sim, numa das casas dos fundos mora a Maria Teresa, a governanta, fica tranquilo, ela é bem discreta, foi ela quem preparou o que comemos ontem à noite. E não me chama de Pai, que eu não gosto.
-Então cê sabe que me comeu a noite inteira? – Gonzalo riu, seco e duro como sempre.
—Não, acha que a gente tava rezando o terço, porra!
-Então aquela senhora sabe que você curte...?
Sim, eu curto caras, sou viado e ela sabe disso melhor que ninguém", ele respondeu meio encabulado.
Tomamos café da manhã como deuses, levantamos a mesa. Eu pensava no meu chimarrão com pão de quase todos os dias.
Voltamos pra cama, perdi a conta de quantas vezes ele arrombou minha buceta naquele domingo. O Gonzalo era um leiteiro danado e doentiamente insaciável. Num dos intervalos, perguntei discretamente sobre ele. Ele ficou sério, só fiquei sabendo que os pais dele moravam em San Isidro e que ele não tinha irmãos.
O último gozo pedi na boca dela, ela me comeu por meia hora e depois comecei a chupar e bater uma pra ela, o gozo dela achei doce, cremoso, delicioso, suave, não tinha aquele gosto azedo e amargo do gozo do Elias. Dormimos abraçados.
Na segunda-feira, depois das 11, fui acordado pela Maria Teresa. Era uma coroa cinquentona, séria, de uniforme escuro. Eu, peladão, a cama com cheiro de porra, morria de vergonha, me cobri até o pescoço.
Vista-se, novinha, o senhor Gonzalo saiu pra trabalhar, volta à 1 da tarde e quer te ver. Já tem o café da manhã servido.
Tomei banho, tomei café e fiquei na cama, vendo TV, que mais eu podia fazer? Me sentia estranho, meu corpo escuro de quebradinha, pequenininho naquela cama imensa, magro pela miséria da rua, com as mãos judiadas pelo detergente e o frio, pelado entre os lençóis branquíssimos da cama de uma mansão grandona, esperando um Senhor que tinha me comido melhor que ninguém e que me propôs um negócio que eu não entendia o que era, mas aceitei. Se esse era meu começo como traveco, tava vindo bem.
Gonzalo chegou na uma em ponto. Entrou e começou a me abraçar e me encher de beijos, eu também tava morrendo de vontade, então quase arranquei a roupa dele. Ele me colocou de bruços na beirada da cama e meteu sem cerimônia, doeu até as lágrimas, mas entrou quase de uma vez. Com a força da bombada, a cama bateu no guarda-roupa e minha bunda ficou vermelha como se ele tivesse batido, mas meu cuzinho tava feliz pra caralho e ele gozou dentro de mim como nunca. Fiquei sem mudar de posição, meu peito na cama, minha bunda na beirada, minhas pernas no chão. Sentia o calorzinho gostoso da goza na minha barriga e queria que nunca acabasse. Gonzalo sentou do meu lado e começou a acariciar minha bunda. Às vezes os dedos dele desciam e procuravam meu cu, molhado, bem aberto, e se enfiavam no meu canalzinho vermelho. Apoiei os cotovelos pra olhar pra ele.
Viu como você deixou ele pra mim?" — Gonzalo me deu o melhor sorriso de macho orgulhoso da própria piroca.
—Você tem uma bunda boa demais — devolvi com meu melhor sorriso de viado orgulhoso da própria raba.
O pau dele ainda tava bem duro e meu cu já tava todo aberto de novo. Levantei, fiquei entre as pernas dele, peguei a rola e levei pro meu rabo, fui sentando e enfiando devagar. Quando sentei no púbis dele, encostei minhas costas no peito dele e fui atrás da boca dele.
—Você me atrai tanto! — saiu de dentro de mim, nunca tinha sido ativo com minha bunda, sempre tinha deixado, tinha sido o brinquedo do Elías, o submisso, mas Gonzalo estava me fazendo descobrir sensações novas, que me enlouqueciam, que despertavam minha ousadia pra pedir mais pica.
Gonzalo me virou, me carregou e me comeu andando pelo quarto inteiro, depois apoiou minhas costas na cama e levantou minhas pernas. Ele tava enfiando até as bolas, eu louco e eufórico, via aquele pau de 20 cm de carne grossa e quente entrando e saindo do meu cu e urrava de prazer. Gozei duas, três vezes, porra na minha cara, porra no meu peito, meu umbigo um lago de esperma, mas meu cu continuava excitado e querendo mais pica. Quase uma hora ele ficou dentro de mim, a paz só veio quando o semen dele esquentou minha barriga, aí eu desabei.
Às 4 da tarde, o Gonzalo me acordou, ele tava parado pelado na beira da cama, cara de cu.
— Você vai se atrasar pro trampo. — Pensei que tudo tinha acabado, que eu ia acordar do sonho mais gostoso da minha vida.
Me sentei e procurei a pica dele, chupei de olhos fechados por um bom tempo enquanto ele acariciava minha cabeça. Se tudo acabasse ali, era meu jeito de agradecer.
-Posso tomar banho?
-Nem pergunta.
Quando saí do banheiro, ele já estava vestido, dessa vez com camisa branca e gravata. De novo com aquela voz seca e dura com que eu o conheci.
—Vai trampar, volta pro teu lugar, amanhã às 9 da manhã, em ponto, tem que estar aqui. — Me deu um beijinho suave na boca, vestiu o paletó e foi embora. Fiquei pelado com a toalha ainda na mão, olhando ele ir embora.

4 comentários - O vilão 5: o fim de semana

ffll22
como me calento el relato quiero que me den verga ya