Nasci em 8 de outubro de 1970, no Hospital de la Raza. Naquela época, a revolução sexual ainda não tinha começado, embora a Playboy e outras revistas estivessem no auge. Nasci numa família liberal, sendo filha única. Quando cheguei ao ensino médio, meu corpo começou a se desenvolver e virei uma garota deslumbrante, com uns peitos tamanho DDF. Então, já dá pra imaginar que o assédio sexual contra mim era sem limites. Tive namorados pra caramba e adorava traí-los, porque também gostava de mulheres. Adorava que me chupassem, mas também adorava chupar. Nunca engravidei, felizmente, porque no ensino médio e no colegial transei pra caramba. Isso me excitava muito, adorava sentir o pau entrando e saindo enquanto me chupavam. Pouco tempo depois, fui pra faculdade, onde tive meu primeiro namorado sério. Adorava surubas, então dividia meu namorado com outra peituda que também era minha namorada, e eu deixava ele comer ela, porque ela era muito gostosa também. E como meu namorado não foi amamentado quando pequeno, ele era louco pelas minhas tetas. Adorava que ele lambesse meus mamilos e me chupasse e me comesse, até que engravidei. Aí meus peitos incharam e, enquanto amamentava meu bebê, também amamentava meu namorado. Deixei minha namorada de lado por um tempo, porque, apesar de ser lésbica, não queria que meu filho tivesse duas mães e um pai.
0 comentários - A mulher que eu não sou