Oi, sou a Dani, como sou novata, acho que não tem jeito melhor de me apresentar do que com um relato sobre meu primeiro grupal que tive, digamos assim, no Brasil.
Tudo começou numa tarde no hotel do Brasil, eu tava com minha melhor amiga, Sole, e a gente tava falando sobre o que cada uma de nós curte. A Sole ficava com tesão pelos negões que a gente via, eu também, mas eu queria ir além, queria vários negões. — Ah, não, você é louca, imagina esses caras te pegarem, vão te deixar morta, mina — ela me dizia isso, mas eu não tava nem aí, eu só queria saber como era ficar rodeada, cheia de pica preta. — Olha, vamos sair hoje à noite. Vamos ver no que dá. A gente se arrumou, eu fui com uma saia bem curta branca e uma fio dental branca também, em cima fui com uma regata curta sem sutiã e uma jaqueta fininha. Ela foi mais ou menos igual. Era uma festa de um conhecido, o Marco. Chegamos lá e eu falei pro Marco o que eu queria, ele rapidinho apontou pra um grupo de caras, quase homens. Todos negões, eram cinco. — Eles tão sempre atrás de minas, dançam e depois perguntam se vocês topam um grupal, são muito bons. Eu olhei pra eles, agradeci. Fui com a Sol, falei pra ela e ela me olhou — Tem certeza que quer fazer isso? Olha, são cinco, e se eles não forem como o Marco disse? Pensa que são muitos. — Já foi, vacilona.
Dançamos um pouco as duas, ela me olhava com desaprovação, mas eu só olhava pra eles, tava nervosa. Quando já tava no clima, me aproximei, falei com um deles, mal entendia, mas consegui entender que se dançasse com um, tinha que dançar com todos. Falei que sim e acabamos os seis dançando aquele reggaeton brasileiro que tem ritmo pra rebolada fuleira, e eu aproveitei, comecei a rebolando pra cada um, um por um encostava o pacote em mim. Como eu tava de minissaia, aparecia tudo, eles começaram a passar a mão. Depois de tudo, eu tava no meio e me jogava em cada um. Aí um que falava mais ou menos espanhol disse: "Bonequinha, olha, nós somos um grupo que procura pessoas como você, topa fazer um grupal com a gente? Se não quiser, sem problema." Fiquei em choque, não sabia que eram tão educados. Falei que sim na hora, que era isso que eu tava esperando. Não terminei de falar e já tinha os cinco em cima de mim, me levaram contra a parede. Aí senti as mãos gigantes deles, um me segurava de cara na parede, me beijava e segurava minhas mãos, eu encostava minha bunda no volume dele e pude sentir aquela coisa, era enorme, dava pra ver como crescia e não parava.
Note como minha buceta começava a ficar molhada, nisso começaram a tocar minha xereca, senti tirarem minha calcinha fio dental, já pelada me levaram pra um quarto, vi que Marco abriu a porta pra eles, a festa era numa tipo fazenda, algo como um sítio no campo, tinha uma praia um pouco mais pra lá. Ao entrar, me abaixei e puxei as calças deles, me cercaram e mostraram os paus, ERAM ENORMES, batiam os paus no meu rosto, eu tava com a língua pra fora e recebia todos os paus. Comecei a chupar eles e nenhum entrou inteiro, nunca tinha acontecido comigo na Argentina, os brasileiros têm quase o dobro do tamanho, e são mais gostosos. Começaram a comer minha boca, tiravam e colocavam os paus da minha boca e me seguravam, todos comeram minha boca, cada vez que metiam iam até o fundo e me davam ânsia e me engasgavam. Quando tiravam, ficavam fios de baba e colocavam a pica no meu rosto, me enchendo de baba. Tiraram minha regata já cheia de baba, fiquei de peitos de fora e eles tocavam, outros chupavam mas só por um tempo. Começaram a brincar com minha buceta enquanto eu continuava de joelhos me masturbando, me faziam tremer com os toques que me davam, enquanto eu continuava mamando, começaram a me puxar pelo cabelo pra me levar de uma pica pra outra enquanto eu fazia garganta profunda em todos. Toda cheia de baba como tava, me colocaram de quatro e começaram a passar pela minha buceta todas as bocas, todos deixavam meu cu bem limpinho e a buceta toda molhada. Em nenhum momento parei de chupar paus, sempre tinha uma pica na minha boca.
Me fizeram gozar, porra, chupei de usar a palavra: buceta, eu tava toda molhada e feliz. Continuei chupando paus e eles não acabavam mais, me deitaram na cama, abriram minhas pernas e dois deles vieram com camisinhas, começaram a me comer tão mas tão forte que me quebraram, me deixaram feita merda. O primeiro pegou minhas pernas e enfiou a pica enorme que tinha, já começou a me dar forte e mais forte, eu sentia como me abria mais e mais a cada vez, tava deitada chupando paus na cama enquanto ele continuava me comendo, ele tirou a camisinha e gozou inteiro nos meus peitos, pensei que ia embora, mas pegou minha boca de novo pra chupar ele de novo, enquanto os outros tinham seus paus na fila ou eu tava batendo punheta pra eles, a todo vapor na cama. O outro que tava de camisinha me virou pra ficar de quatro. -Aaai ai faz a minha tiny ass, quero que você faça a minha tiny ass- NÃO SEI POR QUE MERDA FALEI ISSO. Ele pegou meu cu e abriu, todos se aproximaram do meu tiny ass e começaram a cuspir nele enquanto eu chupava o deles, é horrível mamar pica com camisinha. Galera, nunca façam isso. Deixei bem lubrificada e eles deixaram meu cu igual escorregador. Ele me pegou pelo cabelo e me puxou pra trás, os outros se colocaram na frente pra eu chupar eles, um por um enquanto o amigo começava a meter a vara que tinha, enquanto me comia o cu e os outros me comiam a boca, senti uma queimação na usar a palavra: buceta, uma dor que me fez cair e gritar, explodi num grito só de prazer ofegante e numa cascata de fluidos enquanto aplaudiam a conquista deles, ter me feito gozar pela terceira vez. -Aaaaah aaah já é, gozei, cansei, gozem e eu fui- falo -não, putinha, ainda não.- responde um.
Peguei outro, de novo, aquele que tinha a maior, e enfiei a pica no meu cu, me fazendo gemer na primeira. Começou a me foder enquanto eu ofegava e chupava as picas dos amigos dele. Quanto mais rápido ele ia, mais eu sentia e mais forte eu gemia. As bolas dele batiam na minha bunda, o prazer era insuportável. As estocadas começaram a soar como palmas, e meus gemidos de prazer viraram gritos desesperados de dor. Os outros começaram a gritar: "só slut, goza!" enquanto enfiavam as picas na minha cara. Eu, com a língua pra fora, aí aconteceu: explodi de novo. Ele me soltou e começou a enfiar os dedos. Eu, jogada no chão, agarrada pelos cabelos, gritava e tremia enquanto me seguravam. Gozei com gritos desesperados, mas de prazer. — Já chega, não aguento mais, gozem e pronto. — Então deita no chão, garota. Fui pro chão, me deitei, e eles se masturbavam em pé do meu lado.
Senti as gozadas, uma atrás da outra, me enchendo de porra de preto, com a buceta cheia, me toquei, mais e mais rápido até chegar num novo orgasmo, me revirando no sêmen que tinha ficado no chão. Alguns ativaram de novo, fizeram eu chupar eles e gozaram de novo na minha cara. Cheia de porra e com o cu arrombado, foi assim que fiquei naquela noite. Marco entrou pelado, me viu e bateu uma. — Ouvi tudo, é a minha vez. Fico de quatro, toca minha buceta, o pau dele e me puxa pelo cabelo, me enfia no cu, os dois ofegando e eu pedindo mais, era uma puta completa. Me virou e me abriu, ficou por cima de mim, mas quando viu que eu tava cheia de porra, levantou hahaha, me colocou de novo de quatro pra me comer mais um tempo pelo cu, eu tava gritando o nome dele sem aguentar mais, ele batia na minha bunda até ficar vermelha. Me virou e, colocando o pau na minha cara, gozou numa explosão de porra. — Lá no corredor tem um banheiro, pode tomar banho, não tenho roupa, então usa a sua, se der. Olhei minha roupa e minha calcinha tava rasgada, minha saia cheia de porra e minha regata molhada de cuspe. Fui embora como dava, descalça, despenteada, só com a jaqueta que tinha levado, porque a regata não dava mais. A calcinha deixei hahaha e a saia, bom, não dava mais pelo cheiro.

Tudo começou numa tarde no hotel do Brasil, eu tava com minha melhor amiga, Sole, e a gente tava falando sobre o que cada uma de nós curte. A Sole ficava com tesão pelos negões que a gente via, eu também, mas eu queria ir além, queria vários negões. — Ah, não, você é louca, imagina esses caras te pegarem, vão te deixar morta, mina — ela me dizia isso, mas eu não tava nem aí, eu só queria saber como era ficar rodeada, cheia de pica preta. — Olha, vamos sair hoje à noite. Vamos ver no que dá. A gente se arrumou, eu fui com uma saia bem curta branca e uma fio dental branca também, em cima fui com uma regata curta sem sutiã e uma jaqueta fininha. Ela foi mais ou menos igual. Era uma festa de um conhecido, o Marco. Chegamos lá e eu falei pro Marco o que eu queria, ele rapidinho apontou pra um grupo de caras, quase homens. Todos negões, eram cinco. — Eles tão sempre atrás de minas, dançam e depois perguntam se vocês topam um grupal, são muito bons. Eu olhei pra eles, agradeci. Fui com a Sol, falei pra ela e ela me olhou — Tem certeza que quer fazer isso? Olha, são cinco, e se eles não forem como o Marco disse? Pensa que são muitos. — Já foi, vacilona.
Dançamos um pouco as duas, ela me olhava com desaprovação, mas eu só olhava pra eles, tava nervosa. Quando já tava no clima, me aproximei, falei com um deles, mal entendia, mas consegui entender que se dançasse com um, tinha que dançar com todos. Falei que sim e acabamos os seis dançando aquele reggaeton brasileiro que tem ritmo pra rebolada fuleira, e eu aproveitei, comecei a rebolando pra cada um, um por um encostava o pacote em mim. Como eu tava de minissaia, aparecia tudo, eles começaram a passar a mão. Depois de tudo, eu tava no meio e me jogava em cada um. Aí um que falava mais ou menos espanhol disse: "Bonequinha, olha, nós somos um grupo que procura pessoas como você, topa fazer um grupal com a gente? Se não quiser, sem problema." Fiquei em choque, não sabia que eram tão educados. Falei que sim na hora, que era isso que eu tava esperando. Não terminei de falar e já tinha os cinco em cima de mim, me levaram contra a parede. Aí senti as mãos gigantes deles, um me segurava de cara na parede, me beijava e segurava minhas mãos, eu encostava minha bunda no volume dele e pude sentir aquela coisa, era enorme, dava pra ver como crescia e não parava.
Note como minha buceta começava a ficar molhada, nisso começaram a tocar minha xereca, senti tirarem minha calcinha fio dental, já pelada me levaram pra um quarto, vi que Marco abriu a porta pra eles, a festa era numa tipo fazenda, algo como um sítio no campo, tinha uma praia um pouco mais pra lá. Ao entrar, me abaixei e puxei as calças deles, me cercaram e mostraram os paus, ERAM ENORMES, batiam os paus no meu rosto, eu tava com a língua pra fora e recebia todos os paus. Comecei a chupar eles e nenhum entrou inteiro, nunca tinha acontecido comigo na Argentina, os brasileiros têm quase o dobro do tamanho, e são mais gostosos. Começaram a comer minha boca, tiravam e colocavam os paus da minha boca e me seguravam, todos comeram minha boca, cada vez que metiam iam até o fundo e me davam ânsia e me engasgavam. Quando tiravam, ficavam fios de baba e colocavam a pica no meu rosto, me enchendo de baba. Tiraram minha regata já cheia de baba, fiquei de peitos de fora e eles tocavam, outros chupavam mas só por um tempo. Começaram a brincar com minha buceta enquanto eu continuava de joelhos me masturbando, me faziam tremer com os toques que me davam, enquanto eu continuava mamando, começaram a me puxar pelo cabelo pra me levar de uma pica pra outra enquanto eu fazia garganta profunda em todos. Toda cheia de baba como tava, me colocaram de quatro e começaram a passar pela minha buceta todas as bocas, todos deixavam meu cu bem limpinho e a buceta toda molhada. Em nenhum momento parei de chupar paus, sempre tinha uma pica na minha boca.
Me fizeram gozar, porra, chupei de usar a palavra: buceta, eu tava toda molhada e feliz. Continuei chupando paus e eles não acabavam mais, me deitaram na cama, abriram minhas pernas e dois deles vieram com camisinhas, começaram a me comer tão mas tão forte que me quebraram, me deixaram feita merda. O primeiro pegou minhas pernas e enfiou a pica enorme que tinha, já começou a me dar forte e mais forte, eu sentia como me abria mais e mais a cada vez, tava deitada chupando paus na cama enquanto ele continuava me comendo, ele tirou a camisinha e gozou inteiro nos meus peitos, pensei que ia embora, mas pegou minha boca de novo pra chupar ele de novo, enquanto os outros tinham seus paus na fila ou eu tava batendo punheta pra eles, a todo vapor na cama. O outro que tava de camisinha me virou pra ficar de quatro. -Aaai ai faz a minha tiny ass, quero que você faça a minha tiny ass- NÃO SEI POR QUE MERDA FALEI ISSO. Ele pegou meu cu e abriu, todos se aproximaram do meu tiny ass e começaram a cuspir nele enquanto eu chupava o deles, é horrível mamar pica com camisinha. Galera, nunca façam isso. Deixei bem lubrificada e eles deixaram meu cu igual escorregador. Ele me pegou pelo cabelo e me puxou pra trás, os outros se colocaram na frente pra eu chupar eles, um por um enquanto o amigo começava a meter a vara que tinha, enquanto me comia o cu e os outros me comiam a boca, senti uma queimação na usar a palavra: buceta, uma dor que me fez cair e gritar, explodi num grito só de prazer ofegante e numa cascata de fluidos enquanto aplaudiam a conquista deles, ter me feito gozar pela terceira vez. -Aaaaah aaah já é, gozei, cansei, gozem e eu fui- falo -não, putinha, ainda não.- responde um.
Peguei outro, de novo, aquele que tinha a maior, e enfiei a pica no meu cu, me fazendo gemer na primeira. Começou a me foder enquanto eu ofegava e chupava as picas dos amigos dele. Quanto mais rápido ele ia, mais eu sentia e mais forte eu gemia. As bolas dele batiam na minha bunda, o prazer era insuportável. As estocadas começaram a soar como palmas, e meus gemidos de prazer viraram gritos desesperados de dor. Os outros começaram a gritar: "só slut, goza!" enquanto enfiavam as picas na minha cara. Eu, com a língua pra fora, aí aconteceu: explodi de novo. Ele me soltou e começou a enfiar os dedos. Eu, jogada no chão, agarrada pelos cabelos, gritava e tremia enquanto me seguravam. Gozei com gritos desesperados, mas de prazer. — Já chega, não aguento mais, gozem e pronto. — Então deita no chão, garota. Fui pro chão, me deitei, e eles se masturbavam em pé do meu lado.
Senti as gozadas, uma atrás da outra, me enchendo de porra de preto, com a buceta cheia, me toquei, mais e mais rápido até chegar num novo orgasmo, me revirando no sêmen que tinha ficado no chão. Alguns ativaram de novo, fizeram eu chupar eles e gozaram de novo na minha cara. Cheia de porra e com o cu arrombado, foi assim que fiquei naquela noite. Marco entrou pelado, me viu e bateu uma. — Ouvi tudo, é a minha vez. Fico de quatro, toca minha buceta, o pau dele e me puxa pelo cabelo, me enfia no cu, os dois ofegando e eu pedindo mais, era uma puta completa. Me virou e me abriu, ficou por cima de mim, mas quando viu que eu tava cheia de porra, levantou hahaha, me colocou de novo de quatro pra me comer mais um tempo pelo cu, eu tava gritando o nome dele sem aguentar mais, ele batia na minha bunda até ficar vermelha. Me virou e, colocando o pau na minha cara, gozou numa explosão de porra. — Lá no corredor tem um banheiro, pode tomar banho, não tenho roupa, então usa a sua, se der. Olhei minha roupa e minha calcinha tava rasgada, minha saia cheia de porra e minha regata molhada de cuspe. Fui embora como dava, descalça, despenteada, só com a jaqueta que tinha levado, porque a regata não dava mais. A calcinha deixei hahaha e a saia, bom, não dava mais pelo cheiro.
8 comentários - Bukkake brasileiro