Infidelidade nas férias

A primeira coisa que quero deixar claro é que a história que trouxe hoje pra contar não foi uma experiência pessoal, mas algo que aconteceu recentemente com um amigo, que vamos chamar de Gustavo.

Meu amigo Gustavo tem 34 anos, é divorciado, tem filhos, já faz uns dois anos (não sei ao certo quantos, por isso não escrevo exatamente). Desde 2013 ele conheceu a nova parceira dele, primeiro saíram como namorados, e não faz muito tempo que dividem o mesmo teto. Ela é uma mulher linda, morena, sem filhos, e mais nova que meu amigo, tem atualmente 28 anos, e vamos chamar ela de Ornella.

Nesse verão, Ornella propôs saírem de férias com a amiga dela, Natalia, que está em um relacionamento, mas ainda não mora junto, há uns 3 ou 4 anos com um cara chamado Carlos.

Naty e Ornella se conhecem desde o ensino fundamental, fizeram o fundamental e o médio juntas, são muito amigas.

Gustavo me mostrou fotos de Natalia e te digo, ela é de comer com os olhos, vou descrever ela: começando pela idade, a mesma que Ornella, 28 anos, loira pintada, cabelo comprido, olhos claros, carinha de quem manda muito bem, porque tem uns lábios bem carnudos que ela sabe pintar de um jeito que só de olhar pra boca dela já dá pra imaginar o quanto ela deve chupar bem. Magra, altura média, peitos pequenos, mas uma bunda de competir e ganhar um concurso de biquíni.

Gustavo me contou que com o Carlos, ele até tentou puxar papo, mas não rolou muita química, porque ele é mais novo que ele (e mais novo que elas também, já que tem 26 anos), não tinham muitos assuntos em comum, além de que esse cara não liga pra futebol nem pra nenhum esporte. É um cara bonito, mas parece bem limitado na hora de socializar.

Já meu amigo Gustavo era o completo oposto, zoando e botando pilha nas férias, porque se dependesse do Carlos, ia ser um tédio total. Parece que foi essa convivência de algumas semanas que fez Natalia conhecer Gustavo, já que durante o ano eles não costumam se ver ou se frequentar muito. os casais, já Ornella e Natalia não.
A questão é que Gustavo, depois de alguns dias dividindo a casa, percebeu que Natalia o procurava, ou provocava com olhares sedutores, mas ele no começo achou que era só impressão dele, porque já que a amiga dela estava por perto, pensou que ela não seria tão idiota de fazer algo assim.
Acontece que Gustavo se convenceu de que a Naty fazia de propósito, olhava pra ele e soltava umas indiretas de duplo sentido, quando tinha oportunidade, e o pior é que ela é muito gostosa, difícil de resistir. Então, quando iam pra praia, ele começou a entrar na brincadeira pra ver até onde ela ia.
Ela pegou ele mais de uma vez olhando pra bunda dela, sem vergonha nenhuma, quando a Ornella tava distraída, e o namorado dela também. E a Natalia aumentava a aposta, sorria pra ele e rebolava mais ainda.
Nessa altura, Gustavo tava doido, e pra piorar, a Ornella não queria transar muito, porque dizia que não tavam sozinhos, e no máximo um boquete ou uma rapidinha, geralmente de manhã e em silêncio, ela não topava. Imaginem a tesão que o Gus tava acumulando.
Agora, o pior é que tudo ficava só nos olhares, sorrisinhos e umas palavras soltas, tipo: na praia, num momento em que ficaram sozinhos, Gustavo falou: “sua bunda me enlouquece, Naty”, e ela não só sorriu como respondeu: “ué, se você gosta tanto, toca nela, Gus”… Quando Gustavo me contava essas coisas, eu falava: “como você aguentou não passar a mão e foda-se tudo de uma vez?”
Aí, depois de uns dias, alguma coisa tinha que rolar entre eles, e foi o que aconteceu. Uma noite, as meninas insistiram pra sair pra dançar, o Carlos topou na hora a proposta das mulheres, e meu amigo Gus não teve escolha a não ser aceitar (já que, como eu falava, essa fase de ir pra balada já tinha ficado pra trás pra ele, a não ser umas poucas vezes com a Ornella, e raramente saía pra dançar). No fim, os 4 saíram, no carro do Gus, que por isso não bebeu muito, já que era o motorista. obrigatoriamente designado. Já o Carlos e as mulheres beberam bastante. No começo, as minas começaram a dançar perto do Carlos e do Gus, e como eu tava falando antes, o Gus dava uma moral na convivência, principalmente com o Carlos; no rolê não foi diferente e ele começou a dançar com as minas, assim como o Carlos já tinha feito.

Mudando de assunto, como a Natália tava vestida: ela tinha colocado um vestido preto bem curtinho, com uma tanguinha preta também bem pequena (sem sutiã), e um salto alto. Esse look só era completado por uma bolsinha. Ela tava mais puta do que nunca (eu vi fotos daquele dia, e garanto que a Naty ganhava qualquer concurso de beleza).

A questão é que no rolê eles começaram a dançar os quatro juntos no começo, depois cada um com seu par, e em outro momento, no meio da bagunça, eles se cruzaram: a Naty com o Gustavo, e a Ornella com o Carlos. Esse é o começo do que vai acabar sendo uma trepada violenta entre o Gustavo e a Natália. Quando os pares trocaram, a Natália, meio que na disfarçada, encostou toda aquela bunda monstra no volume do Gustavo. Ele não ficou atrás, porque com o pau dele, que já começava a endurecer, também encostou nela, como se estivessem transando, e foi além: beliscou e apalpou aquele monumento de rabo. Ela, como se nada fosse, continuava dançando, cantando e morrendo de rir. O mesmo faziam o Carlos e a Ornella, que não perceberam a situação rolando do lado deles. Mas o que é bom dura pouco, e depois de um tempo eles se separaram e os quatro saíram pra pegar algo pra beber. Aí o Gustavo aproveitou pra falar pra Ornella que ia no banheiro um instante, e sumiu por uns bons minutos. Foi no banheiro e, quando saiu, viu a Naty sozinha, se livrando de uns caras chatos que tavam falando besteira pra ela. Ele pegou ela pela mão, encostou ela numa parede e se beijaram de boca aberta, e não só isso: meu amigo meteu a mão dentro da tanguinha dela e apalpou toda a buceta dela, que tava encharcada. Eles se separaram na hora por medo de que suas parceiras vejam, e Gus disse pra Naty que hoje, quando forem deitar, ele espera mais ou menos meia hora, que ela tente não dormir, que eles iam se encontrar no banheiro de baixo da casa. Ela concordou com a cabeça. E prometeu que estaria lá.
Depois voltaram separados pro encontro com Carlos e Ornella, que tinham conseguido sentar. Chegando lá, Gustavo fala pra Ornella que tá se sentindo mal, que vai pra casa, que eles fiquem e peguem um táxi depois. Ornella fala que não, que vai com ele, e que se quiser, Naty e Carlos podem ficar. Quando Naty volta com mais uns drinks (essa foi a desculpa que ela usou pra se separar deles), Ornella avisa que eles vão embora porque Gustavo tá passando mal. Aí Naty fala pra Carlos: "Bom, vamos nós também, sem eles isso aqui é chato", e terminaram os drinks que Naty tinha trazido e foram pra casa.

No carro, Gus me contava que tinha sentado a Nati atrás, e que olhava pra ela pelo espelho e ela fazia biquinho quando ninguém tava olhando. Já no carro, Carlos, que tava na frente, tava visivelmente sob efeito do álcool, meio dormindo, e Gus zoava ele dizendo "que companheiro bom que eu tenho", e todo mundo morria de rir. Ornella e Nati, que iam atrás, riam de tudo, com a pequena bebedeira delas.

Quando chegam em casa, Gus finge que ainda tá mal e vai direto pro banheiro de cima, antes dando boa noite pra Naty e Carlos. Minutos depois, sai do banheiro e Ornella já tava deitada, meio dormindo, mas com vontade de transar, porque o álcool tinha deixado ela bem solta (esquecendo dos amigos do andar de baixo). Assim que Gustavo deitou, ela passou a mão no pau dele, que já ficou duro na hora. Ele reagiu rápido e, depois de beijar ela apaixonadamente, desceu direto pra buceta dela e comeu ela com lambidas limpas, também com a ajuda dos dedos. Logo Ornella gozou, tentando segurar os gemidos. Eles estavam bem baixinhos. Aí o Gustavo aproveitou pra ir ao banheiro, com a desculpa de que ainda tava passando mal, e quando voltou, a Ornella já tava dormindo tranquilamente, roncando e tudo.
Então o Gus aproveitou pra descer bem devagar a escada do duplex em direção ao banheiro principal da casa, que fica no térreo. Quando ele vai abrir a porta, vê a Naty sentada no vaso, já se tocando a buceta. Segundo ele me contou, mal trocaram palavras, ela disse que tava esperando ele fazia uns 5 minutos, que assim que se deitaram o Carlos apagou de vez, e ela ficou lá esperando ele descer, e quando tava quase dormindo, levantou em silêncio e foi pro banheiro. E pra não pegar no sono, começou a se acariciar a buceta.

Mais do que palavras, foram direto pros fatos: o Gustavo levantou ela do vaso e começaram a se beijar de boca aberta, desesperados e sem freio. Enquanto não paravam de se apalpar, o Gus foi direto tocar a buceta dela, que já tava toda molhada. Ela se solta dele e desce direto pra chupar a pica dele, quase com desespero. Ele já tava durasso, com tudo que rolou no rolê, mais a Ornella na cama, não precisava de muita motivação pra ter a pica mais dura que pedra. O Gustavo teve que parar a Naty, porque se ela continuasse chupando daquele jeito, ele não ia durar muito mais.

Ele levanta ela, encosta na parede do bidê e começa a meter na buceta dela. A Naty segurava os gemidos, mas um ou outro escapava mais forte, então o Gus tapou a boca dela com a mão, enquanto continuava metendo bem forte. Na hora ele sentiu que ela tava gozando, e ele continuou por mais uns minutos, com os gemidos da Naty morrendo na mão dele, até que encheu a buceta dela de leite.

A irresponsabilidade dos dois era total: não só transar na mesma casa onde os parceiros de cada um tavam dormindo, mas também nem usar camisinha, mesmo que a Naty se cuidava tomando pílula. Naty sentou no bidê tentando se higienizar, Gus lavou a pica na piazinha, os dois juntos ali, mas quando ela vira sentada no bidê começa a chupar ele de novo, Naty parecia uma desenfreada, me contou meu amigo. Daí a pouco, de novo, tava pronta pra continuar a foda. Então ele levanta a Naty do bidê, apoia as mãos dela na mesma parede, e se abaixa pra lamber a bunda dela toda, enquanto os dedinhos brincavam com a buceta dela. Daí a pouco ela tava gozando de novo, e tapava a boca com o braço pra não gritar. Depois que ela gozou, ela virou e foi chupar a pica do Gus de novo, antes de se beijarem de língua. Então ela chupou a pica dele por um bom tempo, mas a ideia do Gus não era encher a boca ou a cara dela de porra, ele queria o tesouro da Naty, aquela bunda espetacular que deixou ele louco nos últimos dias, e foi isso que aconteceu, ele levantou ela, apoiou as mãos dela na parede de novo, passou um creme que tinha no banheiro na pica, e começou a meter, devagar como a Naty tinha pedido, pra não doer, porque ela não dava o cu com frequência. E foi assim, primeiro com muito cuidado ele enfiou a cabeça, com os gemidos da Naty abafados no braço que tampava aquela boca sensual que ela tem. Depois que passou a cabeça e parte do tronco, ele começou a meter mais forte, enquanto com uma mão tocava a buceta e o clitóris dela. Na hora a Naty gozou, e o Gus aguentou mais uns minutos e mandou outra porrada de leite lá no fundo do cu dela.

Depois ele me contou que fazia muito tempo que não comia uma gostosa do jeito que comeu a Naty, que começou suave, mas depois o bruto dentro dele apareceu e destruiu a bunda dela, e a gozada que ele deu foi incrível. Bom, aí acabou tudo, eles se recuperaram, se beijaram apaixonadamente de novo, e o Gus disse que ia se limpar no banheiro de cima, que ela ficasse um pouco naquele banheiro, se higienizasse, arrumasse um pouco o banheiro pra não deixar rastros e depois saísse.

O resto dos dias que estavam de férias, as coisas continuaram normalmente. Nunca mais conseguiram transar, só uns amassos e duas mamadas bem rápidas que a Naty deu no Gustavo nos poucos momentos em que ficaram sozinhos. O negócio é que foram acumulando tesão, e já aqui em Buenos Aires se encontraram de novo e foram pra um motel onde, segundo o Gus, se acabaram de trepar a tarde inteira. Ele meteu três vezes: uma na buceta, outra no cuzinho, e a última na boca e na carinha dela.

O negócio é que o Gustavo me conta isso porque não sabe o que fazer. Ele e a Ornella tinham decidido — e de fato ele fez isso — se juntar de novo e apostar em formar uma família. Ele me disse que percebe que o lance com a Naty é só um tesão passageiro. Eu me ofereci pra passar o número da Naty pra mim, pra eu comer ela no lugar dele, assim talvez ela pare de encher o saco do Gus, mas o filho da puta me mandou pastar, kkkkkkkkk.

3 comentários - Infidelidade nas férias

Y... te tiraste el lance!! Jaja...
nunca quiso darme su celular, un guacho, aunque dice que no se la cogio mas, que Naty se engancho con otro tipo......