Os parceiros tarados do meu marido

Fala aí, galera! Meu nome é Daniela, tenho 25 anos, me acho muito gostosa porque meu rosto é bem sensual e meu corpo é todo definido e bem torneado graças à minha rotina puxada na academia.Os parceiros tarados do meu maridoSou casada há dois anos com um homem maravilhoso de 28 anos, o Carlos. Ele é um empresário que tá subindo na vida, e eu sou uma designer de moda em desenvolvimento. Sou meio baixinha, tenho 1,60, mas isso é o de menos, meu corpo é bem gostoso.gostosaO que vou contar aconteceu comigo há um ano. Como eu disse, meu marido é um empresário em ascensão, e eu tento não me meter muito nos assuntos de trabalho dele, assim como ele não se mete nos meus, e vivemos muito bem assim. Claro que nos apoiamos em tudo e fazemos de tudo para que nossos planos se realizem, e foi isso que levou ao que vou relatar. Numa sexta-feira, Carlos chegou em casa lá pelo meio-dia, chegou feliz e com um buquê de flores, como já me tinha acostumado. Ele me disse que hoje era o grande dia dele e que da reunião que teria à noite dependia 100% do sucesso dele como sócio da empresa, e me pediu encarecidamente que o acompanhasse. — Amor, vamos hoje à noite, fica linda como sempre, que hoje vão me dar as boas-vindas oficiais como sócio. Dom Marco, Dom Júlio e Dom Ricardo me deram a notícia hoje. Amor, este é o meu dia, e tomara que tudo saia perfeito. Eles são muito mesquinhos e em 15 anos é a primeira vez que decidem deixar alguém entrar na sociedade deles. — Amor, isso é uma ótima notícia, é o seu sonho realizado, e não se preocupe, hoje à noite vamos e tudo vai sair perfeito. Te amo pra caralho. Respondi ao meu amado marido, embora na verdade não fizesse ideia de quem eram os sócios dele. A noite chegou, já eram 8 da noite, e nos preparamos para sair para o clube. Chegamos, era o clube mais importante e exclusivo da cidade, onde só ia gente realmente poderosa. Eu fiquei muito empolgada, pra ser sincera, porque, embora vivamos confortavelmente financeiramente, aquilo já era outro nível, como o Carlos dizia. Entramos, o clube era realmente lindo. Naquele dia, eu estava usando um vestido longo justo ao corpo, com uma abertura na perna esquerda e um decote nas costas que deixava minha silhueta à mostra. Quando estávamos indo para o prédio onde a reunião aconteceria, Carlos parou um momento e me disse: — Amor, espero que você seja muito educada. Meus novos sócios são muito descomplicados pra se expressar, mas muito orgulhosos e mal-humorados quando as pessoas são metidas. Eu sei que você é um amor, mas por favor, não se preocupe com nenhuma palavra mal dita ou sem frescura da parte deles. Ao que eu respondi: —Carlos love, fica tranquilo, você sabe que sou muito simples e sem frescura, não se preocupa, meu novo sócio, hahaha. Dei um beijo nele pra ele se acalmar, continuamos, subimos no elevador, ele ficou me olhando e disse que me amava, que eu estava gostosa e que ele seria a inveja da festa, eu sorri. Entramos no salão, era algo mágico, enorme, com um mirante lindo e até uma piscina grandona, mesmo sendo no último andar, era realmente grande e luxuoso. Na hora que entramos, roubamos os olhares de todo mundo que estava no evento, eu estava com um traje especial pra ocasião, que vou mostrar com uma foto que tirei naquele dia, bem antes de sair do meu apartamento. —Puxa, mas se não é o novo sócio e homenageado, acompanhado dessa mulher linda, você a escondeu bem, Andrés. —Dom Marcos, como vai? Apresento a Daniela, minha esposa. —Muito prazer, senhorita, você é realmente de tirar o fôlego. —Muito obrigada, senhor, prazer em conhecê-lo. —O prazer é meu, rainha. Esse homem me disse e na hora me pegou pela mão e me puxou pra dar um beijo na bochecha. Dom Marcos era um cara de uns 50 anos, meio grosseiro e sem refinamento, na minha opinião, alto e gordo, e a roupa dele era mais de um fazendeiro metido a traficante do que de um empresário como eu imaginava. Nada a ver com a elegância e a beleza do meu marido. —Mas não fiquem aí parados, vamos pra mesa onde estão os outros. —Disse Dom Marcos, enquanto colocava a mão no ombro do meu marido. Chegamos na mesa e lá estavam os outros, que ficaram nos olhando e sorriram. Os outros dois caras estavam sentados com as esposas, umas mulheres já mais velhas, mas muito atentas, elegantes e simpáticas, não pareciam as esposas dos outros senhores. —Boa noite! —Cumprimentamos eu e Carlos em uníssono. —Mas, rapaz, Carlos, como você está bem acompanhado! —É, que mulherão! —Disseram os dois enquanto me Me olharam de cima a baixo, eu só olhei e sorri enquanto as esposas me cumprimentavam com beijo e abraço, com uma formalidade e atenção que me tranquilizaram. Sentamos na mesa, eu fiquei do lado direito do meu marido e do lado esquerdo sentou o senhor Marcos, seguido pela esposa dele. Veio o jantar, uns vinhos, risada vai, risada vem, eu tentava não agir de um jeito que incomodasse os senhores nem as esposas deles, só ria e tentava não opinar pra não fazer merda. De repente, o senhor Ricardo ficou me encarando e, com um tom malicioso, disse: — Mas que calada e tímida você é, Danielita é seu nome? — Sim, senhor, Daniela. Respondi enquanto ficava vermelha e todo mundo caiu na risada. — Não liga não — disse a esposa do senhor Ricardo. Kkkk. De repente, o senhor Marcos levantou da mesa e, com um tom amigável, falou: — Bom, é hora de assinar uns documentos e fazer negócios, senhores, vamos pra sala privada enquanto as senhoras conversam sobre o que sabem, moda e essas coisas. Kkkk. Eles se levantaram, enquanto o senhor Marcos colocava a mão no meu pescoço e deslizava suavemente por toda a minha costa, até chegar no final do meu decote, perto da minha bunda. Pra me dizer: — Danielita, você fica nas melhores mãos, em alguns minutos estaremos com vocês. Eles foram pra outra sala e eu fiquei meio desconfortável, mas não dei muita importância. Passaram os minutos, a gente ficou conversando, as senhoras me incluíram nas conversas, pergunta vai, pergunta vem, me perguntavam sobre meu corpo, pediam umas dicas de nutrição e beleza, enquanto a gente bebia vinho, que eu não tava acostumada, mas, pra não desprezar as pessoas, eu bebia. Passou mais ou menos meia hora, o vinho já tava fazendo efeito em mim e nas senhoras, e de repente saíram Carlos e os sócios de onde estavam, com copos de uísque na mão e todos sorrindo. O senhor Marcos subiu no palco onde os músicos estavam animando o ambiente, pediu pra parar a música, pegou o microfone e falou: — Senhoras e senhores, é para mim um Prazer ter vocês aqui conosco neste momento tão crucial. Hoje quero apresentar o novo integrante desta sociedade tão exclusiva. É meu querido pupilo, Carlos, um homem cheio de grandes atributos e méritos. Hoje quero apresentá-lo formalmente, na segunda-feira faremos isso legalmente como deve ser, mas, vem cá, rapaz! Carlos se levantou, agradeceu, aplausos vão, aplausos vêm, e novamente don Marcos tomou a palavra. —Bom, mas que pareça festa, vamos colocar música e servir cachaça que o que vem é comemoração! As luzes mudaram automaticamente e o salão ficou na meia-luz, e tocou música de dança. Algo que me deixou mais confusa, já que eu estava acostumada com outro tipo de evento. Carlos sentou ao meu lado, me abraçou e me deu um beijo, estava feliz e eu estava por ele. Don Marcos se aproximou e com tom irônico perguntou se a gente não dançava, ao que meu marido disse que sim, claro, que daqui a pouco a gente dançava, eu só ri. Tocou uma salsa e meu marido, sem saber dançar direito, me pegou pela mão e me levou pra pista. —Amor, você tá bêbado, você não sabe dançar. Falei no ouvido dele enquanto ria e saía pra dançar, ele me abraçou e disse… —Amor, eu sei que esse tipo de coisa não é a nossa praia, você se saiu muito bem até agora, é só mais um pouco e a gente vai embora, te amo. —Fica tranquilo, amor, eu tô bem —falei. —É, amor, parece que você também bebeu kkkk Terminamos de dançar, bom, eu de aguentar os pisões do meu marido. A gente sentou e na hora nos deram uns tragos de uísque, eu tentei recusar, mas Carlos com o cotovelo me indicou pra aceitar, e eu fiz isso. Não posso negar que me irritou ver meu marido, um homem tão disciplinado e de um caráter tão definido, bajulando tanto esses caras, mas também entendi que era o passo que faltava pra ele alcançar os objetivos dele. Na hora que tomei o gole de uísque, senti um calorão, talvez por falta de costume ou por causa do vinho já estar tonta. —Amor, vou pegar um ar. Falei pro meu marido, mas quando me Parei da cadeira, o chão balançou e eu tropecei um pouco. —O que foi, amor, tá tonta? —Tô sim, amor, talvez precise pegar um ar. Nessa hora, seu Marcos levantou, me segurou pelo braço e disse: —Não, Danielita, o problema é que você não pode ficar sentada bebendo. Vamos dançar, com sua permissão, parceiro. Espero que não tenha problema? —Não, seu Marcos, claro que não. Disse meu marido, enquanto eu pensava que era melhor a gente dançar, só pra não parecer metida. Ele me levou pro outro lado da pista e, no ritmo de uma salsa romântica, começou a dançar e falar comigo. Tenho que admitir que o cara tinha uma puta autoridade e dançava muito bem, algo que dá um monte de pontos a favor de um homem. Ele começou a me encher de elogios que logo mudaram de tom. —Como o Carlos te escondia bem, e que bom gosto, ele deve se sentir muito orgulhoso de ter uma mulher tão gostosa. —Muito obrigada pelo elogio —respondi. —Não é elogio, desde que você chegou, nenhum de nós para de te admirar. Pela primeira vez, sinto inveja de alguém. Você tem tudo que um homem deseja numa mulher. É linda, tem postura e elegância, dança muito bem e cheira delicioso. Ele se inclinou um pouco e cheirou meu pescoço, deslizou a mão devagar pelas minhas costas de novo e sussurrou no meu ouvido: —Deve ser um prazer provar dessa carne. Não sei se foi por causa das bebidas que já tinha tomado, ou pra não deixar meu marido mal, ou talvez pela determinação do senhor, que não reagi dando um empurrão e um tapa, e só meio que perdi o ritmo e tropecei de novo, com o que ele aproveitou pra me puxar mais pra perto, baixar um pouco a mão e pousar na minha bunda. —Olha só que bunda que você tem, mulher, esse vestido fica lindo em você. Deixa eu ver o que tem por baixo. E sem nenhum pudor, aproveitando a escuridão da pista, passou a mão pra frente e, deslizando pela abertura que meu vestido tinha de um lado, subiu devagar até chegar na minha coxa e se apossar das minhas nádegas até chegar na borda da minha fio dental. Apalpou minha bunda por baixo do meu vestido enquanto continuava falando no meu ouvido. — O que eu imaginei, Danielita, você é perfeita, que bunda gostosa você tem, seria um prazer ver de que cor são suas calcinhas, te comeria aqui mesmo se não fosse o respeito que tenho pelo Carlitos. Depois beijou meu pescoço, lambeu minha orelha e passou a mão na minha parte da frente, para se apossar da minha virilha e acariciar minha buceta por cima da minha fio dental. De repente e por sorte, a música parou e na mesma hora as luzes acenderam, eu aproveitei para, com um sorriso falso, me afastar do cara e ir para a mesa com meu marido. Quando cheguei, Carlos estava aos berros de tanto rir, nem percebeu o que estava acontecendo comigo. Eu me sentei muito nervosa e confusa com o que tinha acontecido, enquanto o senhor Ricardo pegava o microfone no palco, a voz dele já parecia diferente, talvez por causa da bebida. — Desculpem, colegas e amigos, por ter interrompido a música, mas quero aproveitar este momento para agradecer a presença e a gratidão de vocês para com a organização. Por isso, quero que todos levantem seus copos e façam um brinde aos prazeres que estão por vir. Todos aplaudimos, eu, no meio de tudo, agradecida pela interrupção, mas não queria saber mais de vinho, nem de uísque, nem de nada. E aproveitando o momento de euforia dos convidados, levantei e fui para o mirante, perto da piscina, para tomar um pouco de ar e me refrescar. Carlos estava totalmente imerso na festa e na comemoração dele, e nem notou quando eu saí. A vista era realmente linda e o ar mais fresco e puro que o normal. Admirei a cidade, respirei fundo e fechei os olhos por um instante. Isso me ajudou a me acalmar um pouco, mas quando o meu momento amargo já estava passando, ouvi a voz do senhor Ricardo. — Moça, por que tão distante e sozinha? Não pense que vai escapar do brinde. — Saí para tomar um pouco de ar, senhor Ricardo. O brinde fica para depois, estou meio... Tonta. —Um gole a mais ou a menos não faz diferença, Danielita, não me dá esse fora. Pega um pouco enquanto admira a cidade, a vista é linda. Fiquei meio sem graça de não aceitar o drink, então peguei ele na mão. —Tá bom, seu Ricardo, muito obrigada! Me virei de novo pro mirante e falei. —O senhor tem razão, a vista é linda e o vento me refrescou um pouco. Ele chegou por trás de mim, colocou as duas mãos nos meus ombros e respondeu. —É linda mesmo a vista, você tem umas curvas perfeitas e essa raba é de matar, Danielita. Vi o que o Marcos fez com você enquanto dançavam, ele é um velho safado. Mas não se preocupa, vou guardar seu segredo. Fiquei paralisada, cheia de pânico, e só consegui falar. —Do que o senhor tá falando, seu Ricardo? —Não se faz de sonsa, mulher. Vi o velho meter a mão e agarrar sua bunda enquanto beijava seu pescoço, por isso que eu interrompi e acendi as luzes. Ele deve ter se deliciado com esse par de bundão gostoso que você tem, mas o que eu quero é pegar esse par de peitões que você carrega. — Na sequência, aproveitando que meu vestido era pra usar sem sutiã, ele enfiou as duas mãos pelo decote das costas, deslizou e tomou conta dos meus peitos, encostou o pau na minha raba, pegou meus bicos e começou a massagear e dar uns beliscões enquanto falava. —Que delícia você é, quero chupar eles aqui mesmo. Que sorte que o Carlos tem, tomara que a sociedade nunca se desfaça, seria a ruína do rapaz. —Pelo amor de Deus, seu Ricardo, o que o senhor tá fazendo? Me solta. — Falei com a voz trêmula e cheia de pavor. Ele sussurrou no meu ouvido enquanto me dava uma mordidinha. —Shiiit, não fala nada, só fica quieta, Danielita. Além disso, olha como seus peitinhos ficaram durinhos. E não se preocupa com eles, aqui ninguém nos vê. Que cheiro gostoso você tem, e seus peitos são do jeito que eu gosto: firmes e no tamanho certo. Tô vendo que você tá gostando. Já tá molhadinha? Não sei se era a adrenalina do momento, o drink ou sei lá o quê. mas, meus peitos estavam durinhos e minha respiração acelerava no meio da minha angústia e horror. De repente, ele soltou um dos meus seios e começou a descer a mão pela minha barriga até chegar no meu umbigo, acariciar por uns segundos e continuar descendo até a borda da minha calcinha fio dental, levantá-la, deslizar os dedos e tocar minha intimidade, enfiar o dedo no meio da minha buceta já lubrificada e começar a massagear meu clitóris com o dedo indicador, enquanto com o do meio subia e descia entre meus lábios vaginais. — Tá vendo como você tá molhadinha, mamacita? Abre mais as pernas e se inclina que vou meter bem aqui mesmo, coisinha gostosa. — Não, não, por favor, seu Ricardo, não, paraaaa, não faz isso. Tentei me soltar, mas foi inútil, tava tão tonta e assustada que ele me apertou forte contra ele e eu senti o pau dele bem duro encostando na minha bunda. — Não fica de frescura que não é bom pra você nem pro seu marido, fica quieta e faz o que eu tô mandando, mamacita, abaixa um pouco e abre essas pernonas. Ele tirou a mão que tava nos meus peitos e começou a levantar meu vestido, mas teve dificuldade porque tava apertado na minha cintura, o que fez ele se desesperar e tentar rasgar pela abertura que tinha. — Pelo amor de Deus, seu Ricardo, assim não, se quiser eu levanto ou vamos pra outro lugar pra ficar mais tranquilo. Foi a única coisa que me veio na cabeça pra não ser estuprada ali mesmo. — Isso que eu gosto, Danielinha, de ver você colaborando. Acredita, eu adoraria te aproveitar a noite inteira, mas meu pau não espera, vou ficar com a primeira opção, então me ajuda e levanta enquanto eu tiro o meu pau. Eu fiquei paralisada com o que ele disse, e mais ainda quando ele começou a mandar eu fazer logo. — Vai logo, mamacita, bora fazer acontecer. Eu afrouxei um pouco a cintura, peguei o vestido dos dois lados e levantei de um jeito que ele pudesse puxar sem problema. Não tinha mais volta, eu tava prestes a ser penetrada por um desconhecido. Tentei pisar nele, mas só de imaginar o escândalo e a desgraça que Eu esperava meu marido, e também com um certo tesão, abri minhas pernas e me inclinei um pouco pra ele meter com facilidade, enquanto ele continuava massageando meu clitóris, cada vez menos, porque tava concentrado em soltar o cinto e abrir a calça. Ele tirou a mão da minha parte da frente e terminou de levantar meu vestido até a cintura, deixando minha bunda de fora, só coberta pela minha calcinha fio dental, que sumia entre meus glúteos. —Uff, mas que rabo lindo você tem, mamacita, pena que não tenho tempo pra te foder direito, por enquanto vou me contentar em entrar nessa buceta tão gostosamente molhada que você tem. Na hora senti ele colocar uma das mãos entre minhas nádegas, levar até minha buceta já encharcada, puxar minha calcinha que tava enfiada entre meus lábios vaginais, desviar ela pro lado, pra poder meter o pau. Senti o pênis dele já roçando minha bunda, o que fez eu me inclinar um pouco mais instintivamente, e bem quando senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta, enquanto eu mordia meus lábios, uma voz masculina soou. —Patrão, patrão, dona Luísa vem pra cá. Na hora, seu Ricardo se levantou, arrumou a calça em dois segundos, abaixou meu vestido e se afastou de mim. —Porra, que puta sorte a minha, desculpa, Danielita, já te meto depois. E saiu dali voando, eu senti um alívio, mas também uma frustração, me organizei, respirei fundo de novo e voltei pro meu marido. Quando cheguei na mesa, Carlos tava ainda mais bêbado, algo que eu nunca tinha visto nele, me abraçou e perguntou se eu já tava melhor, pra eu dirigir. —Sim, amor, já tô bem, quer ir agora pra você descansar? —Sim, amor, vamos, espera todo mundo voltar de dançar pra gente se despedir. —Tá bom, amor —respondi. Eu queria ir embora logo, sem me arrepender, não queria mais saber de convidados, nem de sócios, nem nada, e além disso não queria ver a cara daqueles dois velhos. A música acabou e os três senhores junto com as esposas chegaram. À mesa, eu me levantei, ajudei o Carlos a se levantar e ele começou a falar. —Bom, senhores, já estamos um pouco cansados e eu meio bêbado, talvez seja por falta de costume e, pra não estragar a noite de vocês, vamos descansar. —Pô, rapaz, se a festa mal começou e a noite é jovem, além disso você é o anfitrião, como vai nos dar esse fora? Respondeu seu Marcos, enquanto colocava a mão no ombro do meu marido. —Não, seu Marcos, não é fora não, é que já tô muito tonto e não quero fazer merda, além disso não temos costume de beber e, como cêis tão vendo, não aguenta mais forte. Disse meu marido com a cara cheia de vergonha, e eu tentando esconder meu desgosto pela falta de peito que ele tava mostrando. —Kkkk, calma, rapaz, se você ficar bêbado eu mesmo levo você e a Daniela pra casa, além disso a noite é jovem, são só meia-noite, fiquem só mais duas horinhas. Disse seu Marcos enquanto os outros senhores e as esposas deles apoiavam, eu tentei falar que não, mas o Carlos já foi dizendo que sim, que tava de boa. Eu só sorri falsamente. Na hora, seu Júlio, o terceiro sócio, tomou a palavra: —Melhor a gente comemorar com um brinde de fundo branco, que a ocasião merece, não é todo dia que a gente coloca um sócio novo na organização. Na hora encheram os copos de uísque, dessa vez quase cheios, meu marido pra não ficar mal, suponho, tomou o gole junto com todo mundo, incluindo as senhoras, e eu mal consegui dar um gole, sendo zuada por todos. —Não perturba ela, ela não é igual a gente, ela é uma boneca muito gostosa —disse a esposa do seu Júlio. —Melhor a gente ir no banheiro se ajeitar, enquanto os senhores continuam na deles. —É, vamos! Falei pra sair daquela enrascada e aproveitar pra me arrumar e limpar meus fluidos. Na hora, saímos eu e as três senhoras, ficamos no banheiro umas meia hora, coisas de mulher, rimos, conversamos e eu relaxei um pouco, mesmo sentindo uma vontade imensa de dar pro meu marido, talvez por causa da bebida ou das cenas de sexo intensas que tinha vivido. Quando saímos do banheiro rindo, chegamos na mesa, mas os senhores e meu marido não estavam. A gente sentou e, cinco minutos depois, os três velhos apareceram, mas o Carlos não. Fiquei olhando meio confusa, mas na hora o Dom Marcos colocou as mãos nos meus ombros e disse: — Não se assusta, Daniela, o Carlinhos está na sala privada descansando, porque passou mal, tonto. Se quiser, a gente vai lá pra você ficar com ele e de quebra descansar também. — É, leva ela, vai Dany, fica tranquila, a gente cuida dos senhores. Disse a esposa do Dom Marcos. Me levantei e olhei meio desconfiada e nervosa pro senhor, enquanto ele colocava uma mão na minha cintura e me levava até onde meu marido estava. Tudo ia bem até que, quando estávamos um pouco mais afastados de todo mundo e ele viu que ninguém podia ver, Dom Marcos baixou a mão da minha cintura e colocou nas minhas nádegas. Eu na hora criei coragem, me afastei dele e, olhando com uma mistura de raiva e nervosismo, com a voz trêmula, falei: — O senhor pode me dizer onde está o Carlos, por favor? — Claro, Danielinha, olha, é aqui. Deixa eu abrir a porta pra você, mas vou te dar um conselho antes de entrar: não faça nada do que depois possa se arrepender, e até estragar a carreira maravilhosa que o Carlinhos está construindo. Na hora ele abriu a porta e me fez entrar, depois entrou e fechou a porta. Entrei e fiquei olhando pra ver o que mais ele ia falar, encarando ele com cara de susto e um pouco de raiva. Ele parou na minha frente e disse baixinho: — Olha, ele tá ali, dormindo fundo. Não vai acordar ele. Chegou mais perto de mim, colocou a mão direita na minha bochecha, com a parte de fora dos dedos, e me acariciou enquanto falava: — Vou te pedir uma coisa e quero que você faça sem tirar os olhos de mim e sem dizer uma palavra, ok? Eu só olhei pra ele e concordei com a cabeça, enquanto ele já deslizava a mão pela minha bunda. superior do meu busto, bem delicadamente. Não sei o que aquele velho tinha que me dominava completamente, talvez o jeito e a determinação dele fizessem as pessoas perderem a vontade. — Assim que eu gosto, Danielita. Agora quero que, sem tirar o vestido e sem parar de me olhar, você tire sua calcinha e me entregue. Olhei pra ele com cara de susto e na hora virei pra ver meu marido. Ele estava lá, profundamente dormido, sentado numa cadeira com a cabeça apoiada numa escrivaninha ou mesa de reunião, porque era grande, com quatro ou cinco cadeiras ao redor, um copo de bebida do lado e perdido na bebedeira. Voltei o olhar pro seu Carlos, engoli um pouco de saliva e minha respiração ficou ofegante, não sei se por medo ou pela sensação do momento, ou talvez porque já sentia os dedos dele tocando meus peitos na borda do decote do vestido. — O que você está esperando, Danielita? Coloquei as mãos nos dois lados do vestido, levantei de um lado, puxei a abertura que tinha do outro, subi as mãos sem parar de olhar pra ele enquanto percebia que ele se agitava um pouco. Peguei as tirinhas da minha calcinha e comecei a descer pelos meus lados, devagar, levei até os joelhos me inclinando um pouco, pra depois deixar cair. Me abaixei sem tirar os olhos dele, terminei de tirar, me levantei com ela na mão, e ele, com um sorriso sádico, pegou com a mão esquerda, olhou, cheirou fundo, sorriu de novo e disse: — Mas que estilo, hein? Preto eu adoro, e ainda por cima cheira a sexo, estão molhadinhas, igual você. Eu continuei parada, engolindo saliva e cada vez respirando mais rápido. Ele guardou o troféu no bolso esquerdo da calça, e foi passando a mão devagar dos meus peitos pros meus ombros, pela borda do vestido, até as alças, e começou a puxar pra um lado, primeiro uma, depois a outra, fazendo meu vestido começar a cair e deixando parte dos meus peitos à mostra. Depois, desceu o dedo indicador no meio do meu busto, terminando de soltar o vestido e liberando meus busto já com os bicos duros e empinados por causa da situação, deixando meu vestido na altura do quadril, abaixo do umbigo. — Mamacita, que peitos gostosos você tem, e olha esse abdômen, agora quero que continue assim, obediente e complacente, você vai ver como vai ser daqui pra frente. Ele colocou as mãos na minha cintura, subiu até chegar nos meus peitos e os agarrou de baixo pra cima, massageando. Se aproximou mais e começou a beijar minha orelha enquanto deslizava uma das mãos de volta pro meu abdômen, desceu até a fenda do meu vestido e meteu a mão entre minhas pernas, acariciando minha buceta. Depois enfiou os dedos e começou a me masturbar. Eu sentia minha buceta ficando cada vez mais molhada e só queria que ele metesse o pau. — Você gosta, Danielita? Quer que eu meta? — Siiiim, seu Marcos. Ele passou uma mão nas minhas nádegas, depois a outra apertou e massageou, e em seguida levantou uma das minhas pernas, continuou com a outra, e eu ajudei abraçando o pescoço dele pra ele me levantar com mais facilidade. Coloquei as duas pernas em volta da cintura dele, ele me encostou na parede e guiou o pau até a entrada da minha buceta, me deixando cair de uma vez só. Eu soltei um gemidinho, enquanto ele começava uma metida e tirada suave que me levava ao céu. Ele beijou meu pescoço, minha boca e aumentava as estocadas cada vez mais, me batendo contra a parede e fazendo barulho por causa do quanto eu tava molhada. — Mmmm siiiim, que delícia, Marcos, uffff. Nessa altura eu já tava uma verdadeira puta, e ele só aumentava as estocadas. Até que finalmente fui preenchida de porra.rabaoContinua...

6 comentários - Os parceiros tarados do meu marido

Excelente relato pero quedó en espera de la segunda parte. Y por supuesto en gustaría conocer a Daniel para deleitar su belleza