Cuckold Aventuras 15

A noite tinha sido longa e estávamos exaustos. Ceci foi dormir com Paul na nossa cama e eu, como um bom cuckold, fui sozinho para o quarto de hóspedes me masturbar enquanto ouvia eles continuarem transando e, de vez em quando, Paul arrancava dela uns gritos de prazer selvagem que eu nunca tinha ouvido da minha esposa. Em algum momento, acabei dormindo. De manhã, levantei, preparei o café da manhã e levei a bandeja para o quarto, mas quando me aproximei, ouvi que já tinham acordado: ele estava sentado encostado na cabeceira da cama, coberto até a metade, com as pernonas esticadas, enquanto a cabeça da minha esposa subia e descia chupando a pica dele. "Vem, vem ver como eu tô dando o café da manhã pra ele", ela disse, e eu larguei a bandeja e me aproximei quase hipnotizado.

Ceci chupava a pica imponente dele sem nem perceber minha presença: lambia aquele tronco firme, preto, cheio de veias, passando a língua devagar de baixo pra cima, ensalivando, aproveitando cada centímetro, batendo uma com uma mão e com a outra acariciando os ovos enormes dele pra depois engolir a cabeça brilhante. Aos poucos, foi acelerando, sem conseguir se segurar: "Cê tá com fome? Então ganha". Mas era óbvio que ela tava gostando tanto quanto ele: ela gemia, ofegava, lambia e saboreava cada centímetro daquela coluna de carne que mal conseguia envolver com a mão, e aos poucos ele começou a tensionar os músculos das pernas e eu soube que ia gozar na boca dela: "Come bem que eu vou te alimentar, bebê". Ceci acelerou, voraz, totalmente concentrada de boca cheia de pica, enquanto ele murmurava: "Quero que você engula até a última gota". Ela gemeu e ele agarrou o cabelo dela com as duas mãos, soltou um grunhido surdo e meteu na boca dela até o fundo, segurando a cabeça dela firme contra a virilha enquanto enchia a garganta dela de porra. Incapaz de segurar tudo, Ceci engolia o que dava e o resto escorria pelos lábios; mas, como uma puta obediente, e também faminta, se esforçava enquanto ele bufava pra não deixar escapar nem uma gota. Gota. Era uma visão irresistível: minha esposa de quatro na nossa cama, passando a língua desesperada por cada canto do corpo do amante, em busca da última gota de porra. Confesso que morria de vontade de ajudar, mas não ousei interromper a magia do momento.

Quando Paul ficou satisfeito, ele se levantou, disse que tinha coisas pra fazer e que voltaria à noite. E antes de ir, virou-se pra mim e disse, sorrindo, com voz calma, que a Ceci estivesse pronta à tarde porque ele com certeza ia querer sair à noite. Deu um tapinha na bunda dela, como se fosse uma adolescente, e foi se vestir. Só então minha mulher me olhou. Piscou um olho pra mim e disse pra eu cuidar de preparar tudo: ela estava exausta porque quase não tinham dormido e foi descansar um pouco, pra estar pronta pra sair.

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