Crossdresser dona de casa (fantasia copa améyummy) + fotos

Minha fantasia não era que a Argentina ganhasse, nem os gols do Messi. Não. Minha fantasia era que um macho me dissesse "hoje vem pra casa que a gente vai ver o jogo" (Argentina - Brasil). Além de me dar instruções pra eu me preparar bem putinha. Eu fiquei surpresa por ele me convidar, porque não tenho interesse em ver futebol, mas pensei, bom, ele quer que eu chupe o pau dele enquanto a Argentina joga e depois quem sabe eu até tenho sorte e ele me come. Chega a hora, um bom tempo antes do jogo começar, chego na casa dele, me troco e me maquio, tô pronta, um vestidinho curto, justo, um conjuntinho preto, meia com liga, salto alto e quando falo que já tô pronta pra gente ver o jogo, ele vira minha cara com um tapa "cala a boca putinha!, a gente vai ver o jogo eu e meus amigos, você vai ser a putinha que vai servir a gente", me mandou pra cozinha, me fez ficar de joelhos, mãos pra trás, me colocou umas algemas com a cara virada pro chão, "espera em silêncio, quando eu chamar você vem sua putinha de merda, entendeu sua burra?". Sim senhor, foi a única coisa que saiu da minha boca. Passou o tempo, começou a tocar a campainha, os amigos dele foram chegando um por um, dava pra ouvir os cumprimentos, conversas, a televisão bem alta com a "prévia" depois que contei quatro campainhas, ouvi murmúrios e de repente gargalhadas, sinto que tão se aproximando, e de repente as risadinhas, "vamos ver, vamos ver, uh que filho da puta, olha a putinha que você trouxe pra gente, hahaha" e comentários do tipo. Nem olhei pra eles, eu sabia que tinha que ficar ali quieta e em silêncio, ouvindo as risadinhas e os comentários deles "ela chupa bem?", "já arrombou o cu dela?" e de novo as gargalhadas. Passou um tempo, eles continuavam falando na televisão sobre o jogo e de repente ouço meu macho me chamar: Romina! Vou o mais rápido que posso, tava meu macho num sofá sozinho, três no sofá grande na frente da TV e outro num dos sofás individuais, "se apresenta sua burra, cumprimenta meus amigos sua mal-educada", ele me diz. "Oi, sou a Romina", falei, em coro responderam: "olá Romina, promíscua e coisas assim, dá uma voltinha, mostra a bunda, levanta o vestido, puta" e os gritos. A situação era bem intimidadora, eles estavam soltos, até me deu medo. "Vai, cumprimenta, não me deixa mal", ele me diz e eu me aproximo do sofá grande para cumprimentar cada um dos que estavam sentados lá. Ninguém se levantou, eu de salto alto, mãos algemadas atrás, quando me abaixo um pouco para cumprimentar o primeiro com um beijo, perdi o equilíbrio e acabei em cima deles. O que ficou mais perto do meu rosto me agarrou pelo cabelo e disse: "ah, essa promíscua tá desesperada por pica" e na hora me beijou na boca, enfiando a língua bruscamente, sugando e mexendo a língua, e os outros comemoravam aos gritos "eeeh". De repente, sentia mãos me beliscando, dando tapas, se metendo em todo lugar, super invasivas, sem que eu pudesse resistir. Sem me levantar, o que me segurava pelos cabelos me aproximou do rosto do segundo, que só me beijou na bochecha enquanto beliscava meus mamilos. No meio de toda a apalpação, fiquei de joelhos entre as pernas do terceiro, que me segurou pela nuca e esfregou meu rosto contra a braguilha dele. "Olá, Romina", ele chegou a dizer, enquanto por trás o quarto, de pé, me ajudou a levantar. "Olá, olá", ele levantou meu vestido, me deu um tapa fortíssimo na bunda, todos caíram na risada, e meu macho me disse: "vai pra cozinha e serve a gente". Ele tirou as algemas e eu fui servir bebidas alcoólicas e coisas para comer. Eu tinha que tratá-los de senhor, servi-los, fazer o que me mandassem e deixar fazer o que quisessem. Em um momento, me arrependi de estar ali; em cinco minutos, já tinham dito e feito de tudo comigo, e o jogo ainda não tinha começado. Eles estavam soltos e eu não sabia do que seriam capazes, me dava muito medo, mas ao mesmo tempo me dava tesão: o que mais poderia me acontecer? Terminei de servi-los no meio de uma avalanche de mãos que se metiam por todo lado. Em um momento, o que tinha esfregado meu rosto A braguilha dele me disse: "Fica aqui ajoelhada", "passa a mão na minha pica". Enquanto eles conversavam e riam, eu acariciava a pica dele por cima da calça. O cara do lado se animou e pegou minha outra mão, colocou em cima do volume dele, e eu soube que tinha que fazer o mesmo que com o amigo. Os outros, de vez em quando, faziam comentários debochados sobre "a promíscua" (eu), como eu gostava de pica, a carinha que eu fazia, olha como você faz ela querer, e as risadas. O primeiro, num momento em que eu relaxei e me distraí, tirou a pica pra fora, me agarrou de novo pela nuca e eu automaticamente abri a boca e comecei a engolir a pica dele. Ele metia até o fundo, me deixando sem ar, e de repente os times entraram em campo. Todos se levantaram, aos gritos: "Argentina! Argentina!" Eu, jogada no chão. Começam os hinos. "Canta, promíscua, canta! Ou você é uma promíscua brasileira?" Nisso, não sei de onde surgiu uma bandeira do Brasil e colocaram sobre meus ombros, cobrindo minhas costas. O cara que me fez chupar a pica dele começou: "Olha a promíscua brasileira! Olha a promíscua brasileira! Fica de quatro, mostra a bunda! Hoje vamos arrebentar seu cu! Brasil, diz-me como se sente...!" Jogaram coisas que estavam comendo em mim, cuspiram em mim, atiraram os restos do que tinham nos copos. O mais ousado (o que eu chupei) me pegou pelos cabelos e cuspiu na minha cara. Finalmente o jogo começou e todos ficaram concentrados nisso. Meu macho mandou eu tomar um banho e trocar de roupa, voltar sem vestido e ficar de joelhos esperando o que pedissem (as fotos são minhas em ocasiões diferentes).Crossdresser housewife (fantasía copa américa) + fotos
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