Ver outro cara comendo a bunda da minha mina me excita

Faz quase dez anos que vivo com minha parceira, Karina, uma mulher pra quem tenho alguns anos a mais e que, pro meu ego, posso dizer que tenho uma puta na cama.
Não sei por que faço isso, mas me excita contar que ela tem uma bunda perfeita, invejável, que me fazia pensar em dizer a quem quisesse ouvir: ‘gostou? pois é só minha’
E sempre me excitei com essa ‘ostentação’ desse tesouro perfeito, essa bunda dos sonhos…
E Karina me deixou tirar várias fotos entre provocantes e pornô da bunda dela em particular, fotos que, em teoria, eram só pra mim, pra nossa intimidade e nossa sedução, mas de novo não consegui me controlar, é mais forte que eu… e sem ela sequer desconfiar, postei nesses sites, como agora posto de novo pra todo mundo dizer: ‘cara! que sortudo você é! te invejo!

Recebi um e-mailQuer ver e bater uma enquanto eu arrebento bem a buceta da sua mulher?Só isso que ele disse, um estranho tão estranho quanto eu. No começo, achei graça e não levei a sério, mas, honestamente, ficou uma coceira inquietante entre as pernas, então respondi só pra ver no que dava.
Oi! A gente não se conhece… por que você me faz essa pergunta? Nunca trocamos mensagens…
E isso deu início a uma troca de mensagens de ida e volta, que mais ou menos foi assim:
– Porque vi a bunda gostosa que a sua mulher tem, quero provar
– E não é estranha uma proposta tão direta? A gente não se conhece… já fez isso antes?
– Várias vezes, vários casamentos, te prometo que você vai adorar, vou deixar a buceta dela cheia de porra e bem aberta, o que me diz?
– Bom, teria que falar com ela, também não é qualquer um que ela dá.
– Pergunta pra ela, te garanto que você vai gostar…
Isso me levou a uma excitação que não era normal pra mim. Enquanto escrevia, sentia um pau duro do caralho debaixo da calça, e quanto mais escrevia, mais viciante ficava. Perguntei de onde ele era, estávamos a quatrocentos quilômetros de distância, um pequeno problema, mas o cara estava decidido: alugar um fim de semana numa cabana no meio do caminho. Vão dizer que tudo era muito doentio? Certo… que parecia loucura? Também era verdade, mas o que eu podia fazer? Continuei perguntando:
– E o que você tem a oferecer? Quer dizer… quanto mede seu pau?
– Não sei qual é o gosto da sua mulher, mas tenho uma piroca gostosa de vinte por seis, bem grossa, por sinal
– E o que você propõe fazer?
– Me diz o que você gostaria que eu fizesse
O tamanho do pau dele me deu inveja, duvidei que fosse verdade, mas não era hora de perguntar mais. Pensei por uns segundos, o que eu gostaria que ele fizesse, e respondi:
– Se você me pergunta, gostaria de ver ela te chupando, e depois você meter bem gostoso na buceta dela, como você disse, e queria que você gozasse na boca dela e ver ela engolir toda a porra, o que me diz?
– Não tem mais o que falar, não vou te decepcionar, fala com ela, ela vai adorar…
– E você não tem vergonha ou Pudor? Quer dizer, eu estando presente, no seu lugar eu não ia ficar duro…
— Já te falei, não vai ser o primeiro casamento que eu vejo, conheço putas como sua mulher e maridos tarados como você, e você, o que faria?
— Eu só quero olhar, olhar e bater uma…

Enquanto jantávamos, eu olhava fixamente pra minha mulher.
Terminamos tarde, quase meia-noite, ela foi pra cama enquanto eu fiquei arrumando as coisas, com esses pensamentos pulsando nas têmporas.
Fui pro quarto, Karina estava quase dormindo, por acaso com aquele rabão enorme virado pro meu lado, quase nua, só uma calcinha fio dental azul celeste, rendada e sensual, era demais, como se milhões de agulhas espetassem a ponta do meu pau, não dava pra dormir daquele jeito.
Acordei ela sacudindo um pouco, ela ficou irritada, mas falei que queria contar uma coisa. Quando consegui a atenção dela, contei em detalhes o que tinha acontecido, lendo palavra por palavra a conversa que tive com aquele estranho.
Ela se surpreendeu no começo, e até riu de algumas coisas, especialmente do "tamanho dele", ela disse: "Acredito que seja tão comprido assim, mas não tão grosso!"
E começamos a transar, eu tava como possuído, duro igual uma barra de aço, ela percebeu e…depois de uns beijos profundos, desceu pra chupar minha buceta, pedi pra ele fazer o mais fundo que conseguisse, e foi delicioso, cada estocada, ritmada, lenta, contínua…
Gozou em cima de mim, chupou meu pau com a buceta, escorria fluidos, uma posição, outra, e mais outra, alternando o domínio, alternando a loucura.
Comi ela o mais fundo que pude, ela se acariciava com cuidado no clitóris, começaram os gemidos e as contrações, chegou ao orgasmo, e continuou, num segundo, e num terceiro, adoro quando ela tem esses orgasmos múltiplos.
Tava exausta, acariciando minha nuca, eu continuava me mexendo dentro dela, quando quase sussurrou no meu ouvido.
– Quero que você me coma o cu…
Porra, a gente nunca sabe o que realmente passa na cabeça de uma mulher, são perigosamente espertas, donas dos seus segredos, por algum motivo ela tinha pedido especificamente aquilo naquele momento.
Ela ficou de quatro, me mostrando aquele rabo esplêndido, mal cuspi um pouco no esfíncter dela, apoiei e fui tudo pra dentro, até o fundo, segurei ela pela cintura e meti com força, com ritmo, enfiando e tirando de ponta a ponta, ela gemia e até gritava, comer o cu dela era a parte mais excitante da nossa relação, o que me encantava nela, o jeito que ela entregava, o jeito que ela curtia.
Não aguentei mais, tirei meu pau e comecei a banhar ela, eu só gozava e gozava, branqueando as nádegas dela, as costas, o corpo…
Voltava a meter mesmo gozando, deixando um pouco de porra dentro, continuei até perder a ereção.
A gente se limpou e não teve mais palavras, os últimos beijos, carinhos e dormir…
Nos dias seguintes a situação pareceu esfriar um pouco. Karina não tocou no assunto, mas Santiago (esse era o nome dele) e eu continuamos nos falando em conversas escritas que me deixavam por demais excitada.
O assunto veio à tona de novo numa manhã de domingo, a gente tinha ido tomar café num bar, como quem não quer nada, eu trouxe o papo pra mesa, falei na cara, que continuava escrevendo com ele e que tava com vontade de seguir em frente com o projeto.
Ela parecia hesitar entre a sanidade e a loucura, e pelo que eu a conhecia, sabia que tinha aquela coceira da curiosidade — eu via isso no rosto dela, nos gestos, nas atitudes, no olhar. Por fim, ela se rendeu e me pediu pelo menos para conhecê-lo, dando um passo à frente. Eu ri, me senti abençoado.

Combinamos o local, vimos pelo Google Maps, preparamos as coisas, subimos no carro, ajustei o GPS e fomos embora.

Finalmente chegamos. Foi o encontro cara a cara com Santiago, que já estava nos esperando. Ele apertou minha mão e deu um beijo na bochecha da Karina, se mostrou muito respeitoso e cavalheiro naquele momento. Deixou claro que não era a primeira vez dele e nos passou aquela confiança que fez a gente relaxar um pouco, mesmo eu estando nervoso por dentro.

Era o tipo de macho que minha esposa não teria conseguido dizer não — eu li nos olhos dela quando o encarava em silêncio enquanto nós, os homens, trocávamos umas ideias como se fôssemos velhos amigos. Fomos para uma das cabanas, a que ele tinha reservado. Mal tomamos uns drinks,
eu já estava com uma ereção fudida entre as pernas.

Ele começou a se despir de um jeito natural. Confesso, o filho da puta tinha uma pica monstra, grossa e comprida. Eu também me despi e fui pra minha posição de espectador. Karina saiu do banheiro, a luz invadia o lugar atravessando as cortinas de uma janelona, deixando a atmosfera meio esbranquiçada. Ela estava com umas meias pretas até o alto das coxas, presas por ligas, e um conjuntinho minúsculo na mesma cor, num rosa forte. Tava linda, servida numa bandeja de prata.

Ele estava de pé, ela olhando pra pica semi-ereta dele. Se aproximaram, se beijaram, profundamente, e eu de lado com a pica dura, em silêncio. Beijos e mais beijos.

Ele me olhou enquanto se ajeitava na posição pra eu não perder nenhum detalhe, sugestivamente fez ela descer até ajoelhar aos pés dele. Karina pegou aquela pica enorme com as mãos, não conseguia nem fechar os dedos em volta. dedos, e eu me masturbava esperando o momento, sim! sim! sim!!! ele beijou ela! encostou os lábios naquela cabeçona! Inacreditável, perfeito! suspirei e semicerrei os olhos, finalmente tava rolando!
Ela começou devagar, mas quando pegou confiança virou uma putinha, fazendo penetrações profundas, no estilo dela, mas, amigos, comigo era uma coisa, com Santiago era outra, com esforço chegava na metade, mas não perdia o ritmo, de vez em quando soltava ele e envolvia a cabeça com a língua, eu não aguentei mais, comecei a gozar vendo a cena, não queria, mas não consegui evitar…

Colocou a Karina de quatro na cama, ajeitando a bunda impecável dela na minha direção, tava muito gostosa com os saltos altos, as meias pretas e a cinta-liga rosa, a calcinha fio-dental eu tinha ficado quando tirei as fotos, com um pouco de esforço Santiago cobriu o pau dele com camisinha e falou
– Agora vem o melhor, agora vou arrombar o cu da sua mulher, vou fazer ela gozar e gemer, vou te ensinar como um homem faz, vou deixar tudo aberto, como você pediu…
Só as palavras dele já me deram uma nova ereção, enquanto ele falava minha mulher lubrificava o cu com gel, enfiando os dedos indicador e anelar, tipo preparando o terreno.
Santiago se deitou na cama com o picaço dele apontando pro teto, duro igual um arranha-céu, minha esposa montou nele com uma perna de cada lado, e eu fiquei com uma visão privilegiada da bunda perfeita e generosa dela, enquanto com uma mão pra trás ela masturbava devagar aquela carne enorme que ia engolir
As mãos de Santiago foram pros glúteos da Karina, enquanto eu começava a me masturbar, ele falou
– Vai, mostra pra ele como a mulherzinha dele come um bom pau…
Ela apontou pro cu dela A cabeça perfurou começou a penetrar e desceu até a metade, e começou a subir e descer, uma e outra vez
Karina começou a gemer, ele falou então
– Desce e engole tudo, e depois tira e mete de novo, deixa ele ver tudo que você come…
E ela obedeceu, com Paciência desceu milímetro por milímetro até chegar nas bolas dele, até perder ela toda no cu dele, por completo, depois subiu e tirou, ele abriu as nádegas pra eu ver o cu dele escancarado igual uma puta pornográfica, e meteu de novo e tirou de novo.
A imagem, as palavras dele, os gemidos da minha esposa, juro pra vocês amigos que era a melhor coisa que tinha me acontecido na vida, melhor que o próprio sexo que eu já tinha vivido, isso era incomparável, era perfeito…

Karina parecia perder a sanidade aos poucos e não aguentou mais aqueles movimentos lentos que o Santiago pedia e começou a se mexer como uma louca, começou a mostrar aquela puta escondida.
Ele nunca perdia o controle, de repente separou ela e deixou ela de quatro, apontando da melhor forma possível a buceta pro meu rosto, mandou ela se abrir pra mim, e minha mulher levando as mãos nos glúteos separou eles pra eu ver o crânio dela todo aberto, ele sorriu e olhando fixo pra mim falou
– E aí? Cê tá gostando de como eu deixei ela?
– Adoro – só falei enquanto sentia um segundo orgasmo chegando – vai, não para…
Ele colocou três dedos e brincou no cu dela, depois foi por trás se levantando na cama e descendo de um jeito que não atrapalhasse minha visão, de novo encostou a ponta no esfíncter e já sem nenhuma resistência desceu até as bolas, tudo pra dentro e agora sim, com fúria…
Karina gritava igual uma puta porca, nunca tinha ouvido ela gritar assim e se masturbava com força no clitóris, e mais, e mais…
Foi tudo ao mesmo tempo… segundos que pareceram séculos, Santiago saiu, tirou a camisinha que cobria o pau dele e começou a cuspir porra no rosto da minha mulher, ela era banhada como por um tsunami, o rosto dela, as bochechas, o queixo, os lábios, a língua, ela abria a boca igual uma puta procurando a última gota d’água de um cantil no meio do deserto, não sabia pra onde olhar, se pra boca dela se regozijando e bebendo porra, ou pro cu dela todo aberto, que pulsava incontrolável, onde caberia uma bola de sinuca. Comecei a gozar, e a primeira cuspida de porra foi parar no colchão, e acabei como nunca…
Talvez tivesse sido tudo rápido demais, mas sentia o corpo todo fervendo… Karina se retirou em silêncio e foi tomar um banho, nos acalmamos um pouco e Santiago me disse:
– Linda slut, você arrumou um amigo… tá satisfeito?
– Eu tô… e te agradeço…
– Eu que agradeço… é a melhor buceta que já tive…
– Vou te perguntar uma coisa… cê acha que eu tô doente? Tenho uma mulher que é um monumento, e mesmo assim meu maior prazer foi ver um estranho arrombando o cu dela…
– Preciso ir, mas vou estar aqui no fim de semana, na cabana ao lado, então aproveitem…
Santiago me respondeu com uma evasiva e só foi embora, daí a pouco minha esposa veio me encontrar e a gente transou como nunca, mesmo ela tendo tomado banho, ao beijá-la parecia sentir o gosto da pica que ela tinha chupado e isso me excitava, lembrando cada segundo que passou…
Eu tinha realizado meu sonho, mas sem saber tinha aberto outra porta na sexualidade da minha esposa.
Naquele sábado à noite, depois do jantar, ela pediu pra repetir o jogo com Santiago, só dez horas depois, então a gente fez de novo!
E então, amigos, esse foi o começo de toda essa história. Santiago foi o primeiro de muitos, perdemos a conta mas calculamos que mais de cinquenta caras já passaram pelo cu da Karina, a gente curte junto essa situação, porque temos as melhores fodas. Procuramos pausudos, caras bem dotados pra arrebentar o cu dela, e eu? Eu só quero curtir vendo eles fazerem isso…

12 comentários - Ver outro cara comendo a bunda da minha mina me excita

Exelente relato,asi vi tambien en orimera fila como ke hacian el culo a mi mujer a pedido mio,van pts.
muy bueno ...deberias acompañarlo con unas fotitos...van 10+
Que buen relato , como me gustaría que mi pija sea bien grande para poder hacer esa colita
Excelente relato! Me puso la pija a mil! Ojalá pudiera hacer que mi mujer se entrege asi
no hay nada mejor que pajearse mientras se la cojen a la mujer de uno , es lo mas ¡¡¡¡¡¡¡¡¡ , para cojer esta el macho
es muy calienta la situacion