Relato de ficção: Sexo anal em segredo com minha irmã mais velha
Uma visita inesperada da minha irmã mais velha, Anna, nos surpreendeu. Ela veio para as férias de verão e para passar um tempo conosco. Fazia uns 7 anos que ela se casou e se mudou para outro estado, trabalha como psicóloga.
Me surpreendeu que ela não veio com o marido, já que nunca vem sozinha.
Minha irmã ainda não tem filhos, então tem muito tempo para ir à academia. Ela gosta de praticar fitness e é por isso que, depois de tanto tempo, Anna ainda continua igualmente linda e com um corpo bonito. Ela é alta, com quadris largos e tem uma bunda grande. Tem um peito bem proporcionado com tetas firmes e pernas musculosas e lindas.
Aos 35 anos, agora ela parecia mais madura, mas mais atraente do que nunca. Anna se estabeleceu rapidamente na casa, usou seu antigo quarto. Parece que vai ficar bastante tempo, já que trouxe muita bagagem.
Mamãe e minha irmã mais nova estavam felizes que ela estava em casa, e claro, eu também, já que ela gosta de cozinhar e prepara umas coisas deliciosas.
uma noite, quando mamãe e minha irmãzinha já dormiam, eu estava assistindo TV com ela até altas horas, Anna mudou acidentalmente o canal e apareceu um filme pornô no qual uma garota estava fazendo sexo anal.
- Uau!!! Pequeno, olha isso.
- Ah! Hahaha! Você apertou o botão e mudou o programa, não se preocupa, agora eu troco.
- Não! Deixa aí, pequeno, vamos assistir um pouco pra ver do que se trata, o que você acha? Só um pouquinho.
- Tá bom, Anna, se você quer.
Ficamos assistindo o filme pornô por um tempo e Anna não parava de olhar com naturalidade, comentei:
- Caramba!!! Como ele está metendo forte! Vai acabar com ela.
- Sim, mas de prazer extremo, com aquele pedaço de carne enorme.
- Sério que as mulheres gostam de levar por aí? Acho que o único que aproveita é o cara.
- Você está enganado, pequeno, as mulheres também curtem sexo anal.
- Sério mesmo?
- Claro, e mais ainda se o homem tiver grande e grosso, uuuuuu!!! Mmmmm!! (ela soltou um pequeno gemido enquanto mordia os lábios)
Conversamos um pouco sobre as práticas do sexo anal, e ela me disse:
- Mmmm! É uma delícia, pequeno, tanto para o homem quanto para a mulher.
Por acaso... você nunca experimentou?
- Na verdade não, mas adoraria provar.
- Você não sabe o que está perdendo, a essa altura eu pensei que você já tinha feito de tudo com a garota com quem sai.
- Eu já pedi, mas ela tem muito medo de doer e definitivamente disse que não.
- Tá vendo, pequeno, isso acontece porque você arruma namoradinhas sem experiência. Eu já fiz algumas vezes e, sinceramente, me fascina fazer. Um dia você vai conhecer, irmãozinho, só precisa encontrar uma mulher com experiência. Ela vai ser uma sortuda quando fizer com você, já que... você tem uma ferramenta muito boa!
Ao ouvir isso, eu fiquei corado. Anna se levantou do sofá e disse:
- Bom, irmãozinho, vou dormir. Tenha uma linda noite.
Ela me deu um beijo na bochecha e foi para o seu antigo quarto, onde agora estava hospedada durante as férias. Eu me sentia feliz. tê-la de volta em casa.
Já faziam 8 anos desde a última vez que transei com minha irmã, agora ela tem 35 anos e eu 25. Ela nunca parou de malhar, então tem um corpo lindo, sempre foi muito atraente e sexy, nunca teve dificuldade para conseguir o namorado que queria, mas agora que está casada, acalmou um pouco nas festas e loucuras. Eu comecei a sair com uma garota da faculdade.
Não parava de lembrar daquela noite de verão, oito anos atrás. Eu tinha acabado de fazer 18 anos, minha mãe e também Ellie, minha irmã mais nova, tinham ido para a casa da vovó. Foi a noite em que minha irmã Anna, com seus 28 anos já uma mulher experiente, acabou tirando minha virgindade. Minha irmã e eu descobrimos o prazer do incesto. Anna pegou meu pau e guiou até a entrada da sua buceta, estava montada em mim com meu pau dentro dela sem se mover, chegando perto do meu ouvido dizendo como era bom e o quanto ia me fazer gozar. Mas a chegada da nossa mãe e Ellie de volta em casa interrompeu nosso encontro justo quando Anna ia começar a cavalgar, fazendo com que ela desmontasse de mim e saísse correndo para o seu quarto. No dia seguinte, decidimos concretizar nosso incesto quente em um hotel. Foi a primeira vez que transei com ela, depois começamos a transar todas as noites em casa, mesmo quando mamãe e Ellie estavam lá, dormindo, claro. Alternávamos os quartos, às vezes fazíamos no dela e às vezes no meu. Tínhamos um colchão velho pequeno em um cômodo que tínhamos no telhado, que usávamos de vez em quando nas tardes quando mamãe estava ocupada preparando a comida. Minha irmã me fez prometer que nunca diria nada do que fazíamos, e eu disse que prometia. No último encontro quase fomos descobertos por Ellie, e em outra ocasião pela nossa mãe, então só fazíamos de vez em quando quando não estavam ou em um hotel, antes de ela se casar com o namorado, tivemos nosso último encontro e Anna me pediu que nunca mais faríamos sexo de novo, e que devíamos esquecer o que aconteceu, eu insisti várias vezes para que a gente repetisse, mas ela foi firme na decisão dela e desde então não tive nada com ela, agora que ela voltou, toda vez que a vejo lembro de tudo que a gente fazia e como eu comia ela, me perguntava se ela também lembrava desses momentos?
(O diário da minha irmã)
A conversa que tive com meu irmão na noite passada sobre sexo anal me deixou pensativa
me excitou falar de sexo com ele, lembrei imediatamente dos encontros tão quentes que tivemos aquele verão inteiro
meu irmão tinha virado um homem muito atraente e não sabia por que motivo nunca pratiquei sexo anal com ele, talvez não estivesse pronta ou talvez tivesse medo de doer, o tamanho do pau dele é muito grande, mas agora era justamente isso que mais me deixava excitada, devia ser delicioso ter aquele pauzão dentro do meu bum apertado, mmmmm!!!
Os problemas com meu marido me tinham muito estressada, ele não tinha muito a oferecer em questão de sexo, me sentia sexualmente insatisfeita, o processo de divórcio já estava em andamento, queria me separar dele o mais rápido, pensei no meu irmão, ele era um candidato em potencial para me satisfazer, e assim me livrar desse estresse, então decidi provocá-lo, para transar com ele, sabia que ele me desejava então não iria resistir a mim, sei que ele adora me ver quando uso meus leggings para a academia, então amanhã vou colocar os mais apertados e sexys que tiver
sei que cedo ou tarde ele vai pedir e estou disposta a fazer com ele. 📖
depois de ter tido aquela conversa na noite anterior com minha irmã, comecei a notar algo estranho com ela,
parecia que ela tentava flertar comigo, me parecia que ela ficava se insinuando o tempo todo.
ela usava leggings bem justos e quando estava na minha frente, enquanto ela fazia a limpeza da casa, fingia que algo caía e ela se empinava e me mostrava aquele rabão enorme,
Caralho, a bunda dela me parecia super sexy
e ela, sabendo que eu tava olhando, balançava com uma sensualidade enquanto cantarolava a letra de uma música 🎶
Na real, eu tentei pensar que era coisa da minha cabeça — como ela podia estar me seduzindo se foi ela mesma que decidiu não cometer mais incesto comigo? Mas ela ficava cada vez mais gostosa e insinuante. As leggings de couro que ela usou uma noite eram um convite pra eu ficar olhando aquele bumbum lindo, redondo e empinado que parecia um coração invertido.
De noite, passando pelo quarto dela, achei a porta entreaberta e dei uma espiada.
Ela tava se olhando no espinho e me deu a impressão de que sabia que eu tava espiando.
Ela tava passando a mão naquela bunda com tanta sensualidade que me deu vontade de bater uma pensando nela.
E me lembrava das noites de sexo, quando ela tava de quatro e eu metia naquela boceta molhada.
Os olhares e as investidas dela me deixavam com muito tesão. Ela tava super atenta comigo, me preparava o café da manhã, fazia biscoitos com a desculpa de que tava muito calor, e ficava andando pela casa com roupas minúsculas que não deixavam nada pra imaginação. Pra minha mãe não era nada estranho, porque a Anna sempre foi assim quando morava aqui, então eu tentei pensar do mesmo jeito.
— O café tá na mesa, neném. Fiz o que você mais gosta.
Ela tinha um olhar muito penetrante e agia com uma sensualidade absurda.
Enquanto a gente tomava café, dava pra ver que toda vez que ela levava algo à boca, fazia com uma sensualidade de referência. Ela sabia ser discreta e fazia isso quando minha mãe não tava olhando.
Na cozinha, ela pegou um morango da fruteira e, levando à boca, me olhou com aquele olhar sedutor.
Ela chupava de um jeito que me trazia velhas lembranças.
Me fazia lembrar de quando ela lambia e chupava meu pau até me fazer explodir.
Uma noite em especial, ela acabou dormindo no sofá com umas leggings super justas que marcavam mostrar seu delicioso bundão, Pude olhar bem de perto a bunda dela, era perfeita. Tive tanta vontade de tocar, mas me segurei e a cobri com um cobertor. De madrugada, desci para beber água e logo em seguida ela também desceu e serviu um copo de porra. —Oi, pequeno, estava com sede? Respondi que sim, eu também. Só que eu tô com vontade de saborear essa porra cremosa na minha boca, mmmm! Fiquei confuso, ela realmente estava me seduzindo? Por que faria isso? No outro dia à tarde, não vi a Anna em lugar nenhum. Na noite seguinte, conversei com ela e surgiu o assunto do marido. Ela me disse: —Ultimamente não tenho estado muito bem com ele. O trabalho o absorve muito e quase não temos tempo pra nós dois. Quando transamos, ele já não me satisfaz, só se preocupa com o próprio prazer. E a faísca que me atraía nele meio que se apagou. Me sinto muito sozinha. Por isso decidi dar um tempo pra pensar e organizar minhas ideias. É por isso que vim pra casa da minha mãe sem ele, já que ele teve que viajar porque não tem férias até fevereiro. Até que é bom a gente não se ver por um tempo, pra ele aprender a me valorizar um pouco. —Uau, Anna! Seu marido é muito burro, ele realmente não sabe valorizar uma mulher tão linda e atenciosa. Qualquer homem daria tudo por uma mulher como você. —Você acha? A verdade é que me sinto tão sozinha, pequeno, que acho que deixei de ser atraente. —O quê?! De jeito nenhum, Anna! Você é uma mulher lindíssima, olha só pra você, tá um gostosa. Qualquer um desejaria ter algo com uma mulher tão atraente e que ainda cozinha maravilhosamente bem. (Ela riu e me abraçou.) —Obrigada, pequeno, você me faz sentir tão bem. Adoro conversar com você. E sim, a verdade é que meu marido é um idiota, não sabe o que tá perdendo. Ficamos abraçados por um momento. Adorava sentir o corpo quente dela colado no meu, o calor dela era reconfortante naquele inverno tão frio. Ela se aproximou do meu ouvido e disse: —Você precisa saber que você também é muito gato, tá todo homem, irmãozinho. Sua namorada deve... ser a inveja de todas as garotas da faculdade.
Meu rosto ficou corado ao ouvir isso, ela se afastou de mim e disse: "tenha uma boa noite, querido", me deu um beijo na bochecha que quase tocou meus lábios💋 e foi pelas escadas até seu quarto, me dando uma visão inesquecível da sua bunda.
Pensei comigo mesmo: que cara deve ser o marido dela pra não aproveitar uma mulher tão sexy e gostosa como a Anna. E mesmo que no começo eu tivesse em mente outra garota para praticar sexo anal, decidi que a primeira mulher que eu tinha que arrombar o cu tinha que ser a Anna, minha irmã mais velha, já que ela é uma mulher com muita experiência.
Agora só tinha isso na mente... Convencê-la a deixar eu ter sexo anal pela primeira vez com ela.
Eu me atrevi a pedir porque com ela é a única pessoa com quem me sinto à vontade para fazer isso e também porque ela é uma delícia, adora transar e porque nós já tivemos encontros sexuais antes.
Ela estava no sofá assistindo TV, me aproximei muito nervoso, não sabia como dizer.
- Ei Anna, tem um momento?
- Claro que sim, fala.
- Amm! Queria te pedir... que... ammm. Se você topa?... Como eu falo, mm, sabe, não, esquece, não é nada.
- Não, fala, o que você queria me pedir? Sabe que pode confiar em mim, vem sentar aqui.
- Queria saber se você topa amm... Que você e eu... Como eu falo? Fazer?
- Fazer o quê, pequeno?
Ela me olhava seriamente nos olhos, me deixando mais nervoso.
- Bom, o que a gente estava falando na outra noite, você sabe, sobre o filme pornô.
- O quê?!!! Espera, você quer fazer sexo anal comigo??! Haha, você não acha que está indo longe demais, pequeno?!
Não é suficiente você ter me comido como quis, aquele verão todo, agora você quer me penetrar até pelo cu?! Eu sou sua irmã, seu bobo!!!
A gente combinou que nunca mais teríamos sexo, de jeito nenhum, além do mais você já tem namorada.
- Ah, vamos, gostosa, você sabe que você é a pessoa com quem eu mais tenho... Confiança pra fazer algo assim, vamos Anna, você gosta de fazer, que mal tem ser comigo? Não lembro de ter te decepcionado nunca. Vai, irmãzinha, pra mim vai ser a primeira vez que faço algo assim e quero que seja com uma pessoa de muita confiança. Só quero estar mais uma vez com você, Anna, sinto muita falta do que a gente fazia.
- Ah, pequeno, eu sei que foi muito gostoso o que a gente fez, você e eu. Com você, tive os melhores orgasmos da minha vida, os momentos com você foram muito safados e inesquecíveis. Me excitava muito saber que era proibido transar com meu próprio irmão, mas agora eu sou casada, nenê, e é melhor que seja assim, já que você e eu não podemos ficar juntos.
- Droga, ele é um idiota! Não te merece.
- Isso não muda as coisas.
Ela fez uma cara séria.
- Desculpa, Anna, só pensei que, pela forma como a gente curtia fazendo sexo, talvez você... Bom, tudo bem, me desculpe, vou insistir com minha namorada.
- Pequeno, espera... Eu também sinto muita falta desses momentos com você, querido, mas a gente tem que esquecer tudo o que aconteceu entre a gente, pelo nosso bem. Lembra que mais de uma vez a mamãe e a Ellie quase nos descobriram?
- Sim, eu sei, fui muito descuidado e quase nos descobriram, não devíamos ter transado em casa, foi muito arriscado.
- Sim, nenê, mas parece que era isso que mais nos excitava, o perigo de a qualquer momento nos descobrirem me deixou tão quente que me deixei levar pela intensidade. Naquela noite, eu estava me segurando pra não gritar, mas aquele orgasmo me tirou do controle.
Nós rimos juntos, depois houve um pequeno silêncio... Ela olhou pro lado.
E depois sorriu, me olhou direto nos olhos e disse:
- Olha, tudo bem, só por essa vez a gente vai fazer, ok? E vai ser a última vez, entendeu? (eu balancei a cabeça rapidamente)
Eu sou a primeira pessoa que te iniciou nisso do sexo, acho que devo te ensinar tudo sobre ele.
Além disso, com ninguém você vai sentir mais prazer fazendo do que comigo, já que sou sua irmã e isso dá um tesão especial na coisa.
Só quero que você seja discreto, certo?
Ela se virou. Na volta, andando pelo corredor, ela me disse:
— Te vejo amanhã à tarde, quando você sair da universidade. Te encontro no lugar de sempre e de lá a gente procura um hotel.
Ela me olhou e sorriu maliciosamente.
Eu fiquei animado ao ouvir que iríamos transar de novo e que, além disso, eu iria fazer sexo anal com ela. Era isso que mais me deixava louco, já que a Anna tem uma bunda suculenta e eu sempre tive curiosidade de saber como seria penetrar seu cuzinho gostoso.
Ela foi andando pelo corredor e eu não pude evitar de olhar suas nádegas.
Ela me deu boa noite e se retirou para o quarto, cantarolando uma música e balançando o quadril sensual.
Eu mal podia esperar pelo amanhecer. O tempo passava muito devagar. Eu estava com tanta vontade de me masturbar, mas acabei dormindo pensando nela. Precisava guardar energia para nosso encontro no dia seguinte.
(Crônicas da minha irmã)
O plano foi um sucesso. Minhas insinuações deram resultado — consegui seduzir meu irmão a ponto de ele me pedir para transar comigo. E mesmo que eu tenha tido que fingir para ele não perceber que tudo estava planejado, não conseguia dormir só de pensar no quanto eu iria aproveitar amanhã. Finalmente teria uma rola de um tamanho decente dentro de mim. Adorava o tesão que dava saber que seria meu próprio irmãozinho quem me enfiaria no cu amanhã.
Eu estava tão impaciente que, se não fosse arriscado fazer isso em casa, iria agora mesmo para o quarto dele e o comeria. Decidi tomar um banho para me relaxar — precisava baixar essa tesão e estar pronta para meu encontro com o pequeno amanhã. Estou disposta a dar a ele o melhor sexo que ele jamais teve ❤
No outro dia, saindo da universidade, me despedi da minha namorada e dos meus amigos. Disse que tinha assuntos pendentes em casa e precisava chegar cedo. Fui direto para o lugar combinado.
Eu estava esperando por ela ansiosamente do lado de fora de um parque que ficava a algumas quadras da universidade — era o lugar onde nos encontrávamos antes para procurar algum hotel e transar.
A vi se aproximando e senti um arrepio. e uma sensação muito gostosa, ela estava usando um legging cinza bem justo, uma calcinha fio-dental que deixava a bunda linda dela espetacular e uma camiseta de manga longa, ela estava linda e muito sexy, então se aproximou de mim e me abraçou.
- Você está me esperando há muito tempo, pequeno?
- Não, cheguei há poucos minutos.
- Bom, não temos tempo a perder, vamos.
Ela me pediu para guardar uma bolsinha preta que trazia e eu coloquei na mochila, saímos caminhando pelo parque
não conseguia parar de olhar para o rabão da minha querida irmã mais velha, era uma delícia, com a calcinha fio-dental que ela usava, ao andar as nádegas dela balançavam levemente, eu estava ansioso para chegar e curtir com ela a tarde toda e parecia que ela também estava bem impaciente para chegar, não me dirigiu a palavra no caminho todo.
Nos dirigimos a um hotel próximo,
Nos certificamos de que ninguém nos visse e entramos
Pedimos um quarto, eu estava muito nervoso e ansioso para comer a bunda grande da minha irmã, no entanto Anna estava bem natural como se transar com o irmão fosse a coisa mais comum,
enquanto caminhávamos pelo corredor Anna encontrou o quarto que seria testemunha do nosso luxurioso e quente incesto me olhando com um olhar de cumplicidade aumentando ainda mais a tensão sexual.
Ela abriu a porta do quarto
Entramos e assim que fechei a porta eu a peguei por trás encostando ela no meu pau com minhas mãos nos seios dela e acariciando por cima da roupa beijando seu pescoço
- Olha só! Parece que alguém está ansioso para estar dentro da sua irmãzinha,
Não aguentava mais, beijei Anna com luxúria sentindo seus lábios quentes 💋 e língua se enrolando na minha, colado no corpo dela podia sentir meu pau entre suas nádegas enormes por cima da roupa.
- Sabia que você estava com saudades, gostoso, olha como você já está duro!!
- Claro que estava com saudades, fico muito excitado só de saber o que vamos fazer, irmãzinha, só de pensar que vou deixar você estrear no sexo anal comigo me deixa louco de tesão.
- devo confessar que eu também estou muito excitada, estou com muita vontade de fazer isso com você, pequeno, me interessa muito sentir você dentro de mim, você me deixou muito sozinha todo esse tempo e hoje vou me vazar fazendo de tudo com você na cama, entendeu!
mas primeiro quero tomar um banho para ficar fresca e limpa para transar, então me espera aqui, OK?
Anna começou a tirar a roupa, me permitindo contemplar seu corpo perfeito.
Ela tirou quase toda a roupa na minha frente e ficou só de calcinha minúscula, eu estava louco para começar a comer ela.
Dei uma pequena palmada na sua bunda antes dela entrar no banheiro, fazendo sua nádega se mexer deliciosamente.
- Aaaaaai! Você gosta?
- Sim, Anna, você está gostosa demais.
- Pois assim que eu sair, elas serão só suas, querido irmãozinho.
- Ei, posso tomar banho com você?
- Não seja impaciente, pequeno, espera eu terminar, OK?
além disso, você já me tem aqui, hoje tem que ser uma tarde especial, vou realizar sua fantasia e tenho que estar bem limpinha para você.
Ela se aproximou de mim e me beijou com muito carinho.
- Me espera aí, não demoro.
Eu me sentei na cama esperando por ela, ouvi a água correndo,
haviam passado uns 10 minutos, não aguentei a vontade e tirei minha roupa, me dirigindo ao banheiro entrei com cuidado sem fazer barulho. Ela estava de costas se ensaboando, seu corpo e suas nádegas imensas que com o sabão e a água brilhavam como duas bolhas prontas para serem estouradas.
Ela estava se enxaguando quando...
A agarrei pela cintura e encostei meu pau no meio de suas nádegas, ela deu um pulo de surpresa.
- Aaai! Você me assustou, meu bem, vejo que não conseguiu me esperar. Está bem, vamos tomar banho.
Ela começou a me ensaboar todo o corpo e parou no meu pau para ensaboá-lo com delicadeza.
Depois colocou meu pau ensaboado no meio de suas duas nádegas e começou a esfregá-las com ele.
Pedi se eu podia ensaboar ela também, ela disse que sim, me passando o sabão, começando por seus seios enormes e seguindo... Ela suspirava pelo meu abdômen, adorava quando eu a acariciava.
Acariciei suas nádegas enormes, que me deixavam louco, apertando e apertando, movendo-as de um lado para o outro.
Coloquei meu pau entre suas pernas sem penetrá-la, esfregando meu membro em sua vagina, enxaguando suas nádegas com a água.
Enquanto nos beijávamos, nossas línguas brincavam e se entrelaçavam.
Anna se virou e pegou meu pau, pressionou-o contra uma de suas nádegas e continuou me masturbando, dizendo o quanto ele era grande e como ela adorava meu membro.
Era incrível o que minha irmã estava fazendo comigo.
Mas agora era minha vez de tocá-la. Fui direto para sua vagina e, pegando o sabão, comecei a ensaboar seu monte. Com bastante espuma, comecei a enfiar minha mão até tocar seus lábios vaginais, arrancando suspiros dela.
Fiquei assim por uns cinco minutos, masturbando-a.
Ela estava extasiada, me beijando apaixonadamente.
Enquanto meus dedos entravam e saíam de sua vagina, Anna se contorcia de prazer e me beijava com a respiração acelerada, deixando claro que estava tendo seu primeiro orgasmo.
— Uau! Garoto, tive um orgasmo delicioso.
Abri o chuveiro e, juntos, nos enxaguamos. Ela me disse:
— Nenê, esse banho foi muuuito gostoso, você ganhou um prêmio.
Ela continuou me masturbando suavemente.
Depois, se inclinou bem devagar, começando a passar a língua desde meus testículos até a cabeça do meu pau.
Beijando e lambendo com a ponta da língua meu pênis, senti que estava quase gozando ao sentir seus lábios e sua língua brincalhona na minha glande.
Sem querer, peguei sua cabeça e não deixei que se afastasse do meu pau.
Ela entendeu o que eu queria, colocando a cabeça do meu pau em sua boca e começando a chupá-lo.
Eu estava feliz, observando como minha irmã estava me chupando.
Anna me chupava com muita força e luxúria.
Antes, bastavam algumas chupadas dela e eu já estava acabado. Aproveitei que podia gozar várias vezes para gozar dentro de sua boca e depois terminar em outro lugar, em seus peitos, em... seu rosto ou dentro de sua buceta quando ela permitia, mas dessa vez me concentrei para não gozar, pois tinha em mente guardar toda minha porra para jorrar dentro do cu da minha irmã.
Então parei a Anna antes que ela me fizesse vir, ela tirou meu pau da boca lentamente e dava pra ver uns fios de lubrificante indo da minha cabeça até a boca dela.
- Mmmm! Pequeno, não quer gozar? Pensei que você adorava vir na minha boca?
- Claro que ainda adoro, Anna, mas dessa vez quero mesmo guardar para o final, já que você disse que vai ser a última vez, e quero te dar... você sabe... dentro de você.
Ela sorriu e disse:
- Ah, pequeno!!! Que pervertido!
- Hmm, então é isso que você quer?
- Tá bom, irmãozinho, vamos nos secar pra ir pra cama, vou te dar o que você deseja.
Enquanto nos secávamos,
Anna ficou brincando com a toalha em volta da bunda, balançando e fazendo aquelas nádegas imensas pularem.
Era um espetáculo incrível.
Terminamos de nos secar e ela se aproximou, colocando uma mão no meu peito:
- Tá pronto, irmãozinho?
- Sim, Anna.
- Então vamos.
Ela pegou no meu pau
e me puxou em direção à cama, que nos esperava para cometer o incesto.
Chegamos ao pé da cama e eu agarrei a bunda dela de novo, porque sério, era um sonho.
Começamos a nos beijar com muita paixão enquanto eu acariciava suas costas e peitos, deitamos na cama.
Beijei seu pescoço.
- Você não imagina como eu queria te fazer minha de novo, irmãzinha.
- Siiim? Mostra, irmãozinho, me faz sua.
E contemplando o corpo dela, me inclinei e beijei seu abdômen. Ela
suspirou e pediu para eu continuar. Subi na cama e, montado em seu abdômen,
me dediquei a beijar e chupar seus peitos, descendo pelo meio deles
até a parte de baixo, chegando no seu monte de Vênus e seguindo até sua boceta,
encontrando seu clitóris e passando minha língua por cima, arrancando mais suspiros.
- Siiim, pequeno, assim!!!!
Me dá mais. mais!!!!
Apertando seu clitóris, ela teve seu segundo orgasmo da tarde. Sentindo Anna estremecer e tremer, ela se virou e sentou na minha cara, mexendo suas nádegas.
Depois, ela se inclinou em direção ao meu pau e, colocando-o no rosto dela, eu me virei e posicionei meu pênis no rosto dela. Ela permaneceu de olhos fechados e, ao sentir meus lábios no cock quente, apenas abriu a boca para recebê-lo e começou a chupar.
E eu comecei a penetrá-la com minha língua, recebendo com mais ímpeto a chupada.
- Oh, irmãozinho, você tem o pau maior que já chupei, como pude deixar de chupar essa delícia todo esse tempo?! Mmmm!!
Ficamos fazendo um magnífico 69 por uns 5 minutos, nos dando prazer um ao outro, até que ela me disse:
- Você vai ter que penetrar minha buceta antes de gozar, pequeno.
- Sim, Anna, adoraria.
Ela se virou e eu senti um arrepio percorrer meu corpo, mas com uma sensação agradável. Depois de tanto tempo, Anna e eu iríamos transar de novo.
Ela subiu em cima de mim, me beijou e, pegando meu pau, me disse:
- Vou fazer algo que vai te fazer lembrar dos velhos tempos, irmãozinho.
Ela me masturbou um momento e depois...
Anna começou a esfregar meu membro na sua buceta molhada. Era um jogo que tínhamos antes de transar pela primeira vez, quando Anna e eu começamos a fazer coisas safadas quando tínhamos a casa só para nós.
Sentia os lábios vaginais da minha irmã queimando meu pau, era maravilhoso.
- Você gosta, pequeno?
- Sim, Anna.
- Pois agora é hora de você entrar.
Minha irmã colocou minha glande na entrada da sua vagina e começou a descer lentamente...
Até estar completamente enfiada.
- Mmmmmm!!!! Que cock quente e grossa, cabrão!
Anna começou a cavalgar em mim lentamente, aumentando a intensidade cada vez mais.
- Assim!!! Assim!!! Irmãozinho, come sua irmã mais velha assim gostosooo!!!
- Oooh, Anna, você está uma gostosa!!
- Siiiii, assim, dê tapas na minha bunda, irmãozinho, eu fui uma menina muito má!! Haa! Ha!
Se você quer o cu da sua irmã, tem que me satisfazer, me come gostoso, seu pequeno pervertido, vamos! mete com força, porra, me fode gostoso!!! De cima de mim, eu conseguia ver os peitos suculentos da minha irmã Que a cada vai e vem do quadril dela balançavam levemente Pelo que eu sabia, a Anna gostava de tomar o controle, mas dessa vez eu ia dar a ela o que merecia Num movimento, eu avancei sobre os seios dela para beijá-los e chupá-los, ela se surpreendeu com meu ímpeto repentino -Uau! Pequeno, vejo que você não é mais o garoto tímido de antes É por isso que agora você tem sua nova namoradinha e outras garotas da sua universidade te seguindo -Como você sabe disso? -A Ellie me contou, que elas não param de ligar perguntando por você, e que tem garotinhas da escola dela que morrem de vontade de dar uma trepada com você. E num movimento ela me derrubou na cama de novo, retomando o controle Que pena que nenhuma delas possa te dar o prazer que eu vou te dar Anna não era uma mulher fácil de manipular na cama, tinha muita experiência, já que no tempo de solteira ela me confessou que era muito liberal e muito fogosa, chegando a participar de trios e todo tipo de práticas sexuais, mas também me disse que sempre desejou que a controlem, que a dominem no sexo. Eu tinha que ver a forma de satisfazê-la vaginalmente, senão, pensando em como recuperar o controle, minha irmã ia acabar me esgotando antes de eu penetrá-la pelo cu e eu realmente queria gozar naquele rabo. Continuei chupando os peitos dela enquanto pensava em algo Enquanto eu mamava os seios, Anna continuava montada em mim Aproveitei que minha irmã estava começando a cansar e a coloquei na cama, fodendo com ela sem parar de penetrá-la, desci da cama e a segurei no ar, ela parecia surpresa, parecia que nunca pensou que eu poderia fazer algo tão bom assim para ela Fiquei um tempo assim, segurando ela no ar enquanto a fodia joguei ela na cama e chupei a buceta dela de novo, agarrando uma das tetas para que ela relaxasse para depois foder com ela na posição do missionário Não deixei que Anna se Me movi e comecei a enfiá-la com força Meti nela o mais forte que pude, ouvindo seus gritos de prazer -Aaaaaaah! Ah! Aaaah!!!! Assim, gostoso!!! Assim, me come, me come com força!!! -Você gosta, Anna? Gosta do meu pau duro, irmã? -Siiim, eu gosto, irmãozinho, me come, não para!!! Não para agoraaaa!!! Aaaaaah!!!!! Satisfazendo-a, consegui que Anna tivesse outro orgasmo que a deixou dando espasmos na cama Sem ainda tirar da sua buceta, deitei ao lado da Anna para descansar um momento e minha irmã, ainda recuperando o fôlego, virou-se para mim e me deu um beijo profundo. Ela tirou meu pau da sua vagina e o segurou na mão enquanto eu acariciava seu peito - Você fez um bom trabalho, gostoso, me deu uma foda de campeonato, você tem um fôlego incrível Me surpreendi com a rapidez que Anna se recuperou do orgasmo, me beijou e começou a me masturbar de novo Depois desceu para chupar minhas bolas enquanto continuava me masturbando, Enfiou meu pau na boca e começou a me chupar Para depois montar em cima de mim de novo, dando as costas, começou a se esfregar Depois introduziu meu pau na vagina e começou a cavalgar de novo, minha irmã era uma mulher insaciável, o marido dela a tinha muito negligenciada, mas eu cuidaria dela agora - Você está prestes a ganhar seu prêmio, irmão, só aguenta mais um pouco, por favor, eu esperei tanto para ter um pau que não fosse do meu marido dentro de mim, quem diria que seria o do meu próprio irmão que me daria tanto prazer. - Anna, estou disposto a satisfazer você no que precisar. - Eu também farei o possível para te dar uma experiência inesquecível, meu amor. Enquanto Anna se dava prazer enfiando-se no meu pau me dava uma vista maravilhosa da sua bunda enrugada e apertadinha. Ficamos assim um tempo, eu maravilhado com a Anna, vendo como ela gozava com meu pau e, embora me urgisse fazer sexo anal com ela, esperei até que ela estivesse completamente satisfeita, percebi minha potência sexual, Anna estava... Estreita e já tinha aguentado duas rodadas, me senti orgulhoso.
Anna começou a se mover mais rápido e sua respiração ficou mais pesada, ela rodava o quadril em círculos me deixando louco de tesão.
Ela começou a gemer, e mesmo sem ver seu rosto eu sabia que outro orgasmo estava chegando, ela deu os últimos movimentos de cima para baixo.
Minha irmã gemeu alto:
Auuuuuuuuuuu!!!
E de repente Anna parou de se mover, deitada em cima de mim respirando muito forte, recuperando o fôlego. Deixei ela se recuperar um pouco.
Ainda deitada de costas sobre mim, começou a acariciar meu cabelo com a mão e, tentando virar o rosto por cima do ombro, me disse:
— Bom, pequeno... Hora de você conhecer o prazer de dar sexo anal na sua irmã mais velha.
Depois desceu de mim e meu pau saiu lentamente dela.
Pegou minha mochila, tirou a bolsinha que eu tinha guardado pra ela, abriu e lá tinha camisinhas, anticoncepcionais, pílula do dia seguinte e um frasco de lubrificante. Fiquei surpreso com o quão preparada ela estava.
Pegou o lubrificante e me entregou, deitou na cama e se virou, abrindo as nádegas e me oferecendo aquele traseiro enorme. Ela disse:
— Bom, irmãozinho, primeiro você vai ter que lubrificar minha bunda. Pode usar o lubrificante, mas... pode usar a língua se preferir.
— Claro que vou usar minha língua, irmãzinha.
Me aproximei da minha irmã e dava pra ver que ela estava um pouco nervosa. Mesmo não sendo a primeira vez que lambiam sua bunda, seria a primeira vez que seu próprio irmão faria isso.
O cu da Anna se abria e fechava, me convidando a lamber.
Toquei seu lindo traseiro, dando um tapa e apertando sua nádega.
Comecei tocando seu ânus, sentindo a textura com as pontas dos dedos.
E depois beijei suas nádegas carnudas, descendo até chegar no seu ânus. Lá estava, rosado e apertado. Coloquei minha língua em seu ânus.
E dei lambidas intensas, fazendo ela suspirar.
— Isso, seu pervertidinho, devora o cu da sua irmã mais velha!
Ela falava. Suja, você me excitava muito.
Passe um pouco de lubrificante nos seus dedos e acaricie meu ânus, espalhando o lubrificante por toda a volta.
Fiz o que ela mandou, espalhei o lubrificante por toda a sua bunda.
Da sua buceta escorriam seus fluidos, a Anna estava muito molhada, isso deixava claro que ela estava super excitada. Comecei a enfiar outro dos meus dedos, ela curtia cada coisa que eu fazia.
Ela me disse: "Agora sim, tenta introduzir um dos seus dedos, mas com cuidado."
Passei meus dedos pelo seu ânus e ela suspirava.
Enfiei a ponta de um dos meus dedos no seu ânus, era super apertado. Continuei introduzindo meu dedo, ela me dizia:
"Devagar, devagar, pequeno."
Quando já tinha meu dedo todo dentro,
ela me disse:
"Espera um pouco, deixa eu me acostumar com seu dedo."
Sentia um prazer enorme ao sentir como ela apertava meu dedo com o ânus, que afrouxava e apertava, afrouxava e apertava. Pensei: se é assim com meu dedo, como será com meu pau?
"Agora sim, começa a fazer círculos lá dentro para alargar meu ânus."
Comecei a fazer o que ela pedia, era hipnótico olhar sua bunda enquanto fazia círculos com meu dedo e lambia sua buceta suculenta.
"Você está indo muito bem, irmãozinho. Agora tenta enfiar outro dedo seu."
Comecei a enfiar, foi mais fácil. Já tinha dois dedos dentro, tirava e colocava lentamente para não machucá-la, enquanto seu ânus ia dilatando cada vez mais.
"Irmãozinho, já está pronto para receber seu pau."
Ao tirar meus dedos, seu ânus parecia mais largo e ainda sugava com força.
"Passe um pouco de lubrificante no pau e agora sim, enfia no meu cu, meu amor."
Passei bastante lubrificante no meu pau.
Era uma cena muito gostosa ver a Anna se acariciando o ânus, olhando com luxúria como ela espalhava o lubrificante por todo meu pau e preparava minha cabeça para direcioná-la à entrada do seu ânus.
A Ana afastou uma de suas nádegas e eu tentei introduzir a cabeça do meu pau.
Sentia como ela apertava.
"Espera, espera!... Enfia devagarinho. pequeno, você vai me partir ao meio,
Anna se acomodou para me receber, de conchinha, primeiro eu esfregando deliciosamente a ponta do meu pau no seu cu para que ela relaxasse.
Ok, estou pronta pequeno, enfia.
Comecei a enfiar devagar, a precisão da circunferência apertava a cabeça do meu membro, invadindo o espaço dela, sentia como eu ia abrindo caminho no interior dela até entrar tudo.
Anna soltou um gemido suave, aaaah!
Assim, devagarinho meu amor, aaah! Seja gentil com o cu da sua irmã.
Enfiei o mais fundo que pude, deitei ao lado dela e a abracei, finalmente estava dentro do cu pulsante da minha irmã mais velha.
Agora a circunferência do seu ânus rodeava meu eixo, dava para sentir as paredes internas sedosas e as texturas da carne quente colada em volta de toda a pele do meu pau.
Sentia como as entranhas quentes dela quase queimavam, que sensação tão prazerosa, estar dentro do cu da minha própria irmã.
Pequeno, deixa meu cu se acostumar com você, e depois você começa a meter, primeiro ele tem que te conhecer, irmãozinho.
Fiquei parado sentindo como ela me apertava.
Sentia um prazer enorme, que quase me fez gozar, mas me segurei, transar anal com minha irmã Anna era um sonho que virou realidade, e eu tinha que aproveitar ao máximo.
Começa a fazer círculos como fez antes com o dedo, para alargar, mas agora com seu pau.
Estava movendo meu pau em círculos dentro dela, era maravilhoso.
Depois Anna segurou a base do meu pau.
E me deu a indicação para começar a tirar e meter enquanto ela controlava a penetração com a mão.
Assim, pequeno, devagarinho, você está indo muito bem!
Agora pode começar a me comer um pouco mais forte, pequeno, mas me trata bem, ok! Ela tirou a mão do meu pau.
Me sentia nas nuvens, Anna estava me permitindo me mover com mais liberdade dentro dela.
Pequeno! Começa devagar e aos poucos vai aumentando a intensidade.
Estava comendo a Anna. na posição de conchinha e ela estava gemendo, sinal de que também estava curtindo -Mmmmmmmmm! Isso! Issooo!! Assim!!! Mmmmmmm!! Assim! Pequeno!!! Minha irmã estava me provocando sensações incríveis com sua bunda enorme, enquanto nos beijávamos ela disse: -Meu amor, passa o lubrificante, vou colocar um pouco no seu pau pra escorregar mais gostoso, sim! -Claro, irmã. Girei meu torso sem parar de penetrá-la, peguei o lubrificante da cômoda e coloquei um pouco nos dedos dela, que ela levou até meu pau que ainda estava com a ponta dentro do seu cu e espalhou o gel massageando o tronco do meu membro Continuei comendo o cu quente da minha irmã -Assim, assim, pequeno! Mete, mete!! -Tá melhor, Anna? -Sim, meu bem, tá escorregando uma delícia! Seu cu já me recebia com mais hospitalidade, meu pau entrava cada vez mais fundo, mas ainda estava bem apertado Ela pediu que eu metesse o mais fundo que pudesse e depois tirasse até quase sair pra enfiar de uma vez só. Quando terminei de ouvir isso, não pude acreditar, ela realmente queria que eu arrombasse o cu dela com força, -Tem certeza, Anna? -Você quer gozar dentro de mim, não é? Então faz, mete com força. Tirei a cabeça do pau do cu dela, que ao sair provocou um som (pop!) bem audível, que me excitou demais, -Ok, tá pronta? -Sim, irmãozinho, completamente, agora arromba meu cu! -Beleza, lá vou eu, Anna!!! Não hesitei mais, e direcionei meu pau com força pro cu dela, dei a enfiada sem piedade, entrando até o mais profundo do seu ser, ouvi o cu dela estalar como se estivesse soltando um peido forte E Anna arqueou as costas dando um grito tremendo Aaaaaaaaaaugh!!!!! Oh, foi incrível senti-la estremecendo Eu continuava me enterrando nela e Anna ainda gritava, aaaaaaah!! aaaah!!Me preocupei, pensei que tinha machucado ela, mas levei uma grande surpresa quando ouvi que ela estava gostando, Oooohoh! Pequeno! Continuei comendo ela com uma excitação tremenda, me levantei da sua lado, segurei ela pelos quadris e a puxei até a beirada da cama
e me posicionei aos pés da cama, tirando meu pau da sua bunda que estava na beirada
depois enfiei de novo, devagar
embora Anna quisesse me agradar, decidi ir com calma, aumentando a intensidade no ritmo dela
pois queria que ela aproveitasse e não queria machucá-la
ela estava me olhando com luxúria enquanto eu a comia
começou a se mexer aos poucos
movendo os quadris na minha direção
apertando mais meu membro com seu ânus quente e apertado, começamos a gemer juntos
- Ooooh! Anna! Assim, assim, gostosa!!
- Aah! Aaaah! Assim? Você gosta assim, pequeno?!
- Sim, irmãzinha, eu adoro!! Ooohoh!!
comecei a comê-la com força e ela já estava gozando pela sexta vez
eu estava quase gozando, conseguia sentir a sensação do sêmen subindo da minha glande, mas parei antes de vir
- Pequeno! Por que parou? Quase conseguiu o que tanto quer
- Oh, Anna, sim, estou quase gozando, só quero aproveitar um pouco mais
- Bom, vamos continuar, amor, da próxima vez quero que você goze
retomamos a posição de conchinha lado a lado e direcionei meu membro para a entrada do seu ânus
dessa vez não vou deixar você se segurar, pequeno! Você não gozou nenhuma vez, e eu te conheço, sei que você não é de uma só
peguei meu pau e enfiei de uma vez na sua bunda
- Vai, pequeno, me come, quero que você encha a bunda da sua irmãzinha tarada com sua porra quente
cada vez aumentava mais a intensidade das minhas enfiadas na bunda da minha irmã, nesse ritmo, o creampie seria iminente
- assim! assim!!! Me dá! me dá com força!!! Cabrão!
- Você gosta assim, irmã?! Gosta que eu arrombe sua bunda?!
- Siiim! Arromba minha bunda! Come a bunda da sua irmãzinha tarada!
Quer gozar dentro da minha bunda?! Quer acabar me enchendo por dentro com seu sêmen, seu pervertidinho?!
- Sim, Anna! Quero jorrar minha porra quente dentro desse buraquinho apertado, quero que minha Irmã gostosa, me deixa gozar dentro de você, e espreme meu pau com seu cuzinho quente.
-Vai, irmãozinho, eu te dou permissão. Deixo você me encher de porra, meu amor!
Anna levantou uma perna no ar, o que permitiu uma penetração mais rápida e profunda, e eu acelerei as estocadas.
Senti a respiração da Anna ficar mais pesada, sinal de que seu orgasmo se aproximava.
Nossos corpos brilhantes de suor continuavam colidindo um contra o outro.
Ela massageava meus testículos com a mão.
Os dois estávamos gemendo e ofegando juntos, o quarto se encheu de uivos de prazer. A hora precisa de liberar minha semente dentro dela se aproximava rapidamente.
-Aaaah!! Aaaaaah! Aah!!! Aaaaaah!! Assim, meu bem! Me dá! Me dá sua porra!
-Oooogh!! Oooohohooh! Anna!!!
Eu estava prestes a explodir, não aguentei mais. Comecei a sentir meu esperma fervendo, acumulando-se da base até a cabeça do meu pau. Finalmente, ia gozar no cu da Anna. Ela sentiu minhas convulsões e apertou mais seu interior, segurando meu pau e ordenhando, me ajudando a terminar dentro dela.
Com aquele movimento, meu pau estava prestes a explodir. Tentei segurar a ejaculação, mas as sensações de ser ordenhado por sua mão e sugado por seu ânus quente e apertado não me deixariam escapar dessa vez.
-Oooooh!Ooooohoo!!Annaaaa!!!
Minha irmã soltou um uivo de prazer.
-Uuuuuuuuuuuuuugh!!!!
Naquele momento, ela soltou meu pau e baixou a perna.
Seu ânus relaxou um pouco e, imediatamente, eu explodi, expulsando múltiplos jatos de esperma dentro dela.
O rosto da minha irmã estava vermelho, e o rímel de seus olhos escorria pelas lágrimas de dor que se transformaram em prazer.
Continuei gozando sem parar, até que finalmente parei de sentir as pulsações do meu pau. Deixei o cu da Anna cheio de esperma quente, e ela ainda não havia relaxado seu ânus em nenhum momento, que continuava a apertar meu pau.
E meu pau permanecia duro dentro dela, como se eu não tivesse gozado. teria vindo mesmo assim, virou para me olhar por cima do ombro, sorriu e disse:
- E aí, irmãozinho, como tá se sentindo?
- Foi muito gostoso, Anna.
- Então continua, porque ainda não terminamos. Ainda sinto seu pau duro dentro de mim, bombonsinho.
Ela estava cavalgando no meu pau e eu podia sentir seu cu inundado com minha porra quente.
Continuei metendo e tirando por 15 minutos. Meu pau estava vermelho de tanto atrito e por causa do aperto do cu dela. Ela também sentia que estava ardendo, mas o prazer era maior que a dor. Ela me pediu para gozar logo, e eu acelerei minhas estocadas. Sentindo minha porra já na ponta do pau, descarreguei tudo dentro da minha irmã. Era incrível, estava jorrando dentro dela. Já era minha segunda gozada sem ter tirado do cu dela.
Fiquei exausto, deitado em cima dela. Aos poucos, meu pau foi saindo de dentro dela. Ao sair completamente, pude ver parte do meu sêmen escorrendo do cu dela, descendo pelos seus músculos. Ela também estava exausta e disse: "Gozei como nunca, você me fez chegar ao clímax seis vezes". Ela começou a limpar meu pau com a língua e depois começou a me chupar. Meu pau reagiu e começou a ficar duro de novo. Minha irmã comentou que era impossível, já que eu tinha expulsado uma grande quantidade de esperma. Eu disse que ela me excitava muito. Ela respondeu: "Tá bom, irmãozinho, e agora como vamos fazer para você baixar essa ereção?" Eu disse: "Não sei". Ela falou: "Já sei, você adora meus peitos, né?" Eu respondi: "Sim". Ela disse: "Então vamos fazer com meus peitos. Sobe em cima de mim e coloca seu pau entre meus seios". Procedi a fazer o que ela disse. Ela pegou seus seios e apertou meu pau. Era uma sensação estranha, mas gostosa. Ela disse: "Tá bom, irmãozinho, começa a meter e sacar". Segui suas instruções. Estava fodendo minha irmã pela terceira vez. Pedi que ela abrisse a boca para receber meu pau. Ela obedeceu e me dava pequenas mordidas, o que fez com que eu gozasse na boca dela. ele reagiu muito tarde, porque
todo o meu gozo foi direto pro fundo da garganta dela, e não teve outro jeito a não ser
engolir pra não se afogar. Ela me disse: "Como você é, irmãozinho, eu que nunca deixei
ninguém gozar na minha boca, e você ainda me fez engolir. Mas até que tem um gosto bom."
Ela limpou com o dorso da mão umas gotas de porra que escorriam e me disse:
"Bom, irmãozinho, espero que esteja satisfeito, porque eu fiquei mais do que
satisfeita. E espero repetir isso, porque percebo que nem eu nem você
vamos conseguir parar de fazer amor, já que o laço que nos une
é muito forte há 20 anos, desde a nossa primeira vez.
Uma visita inesperada da minha irmã mais velha, Anna, nos surpreendeu. Ela veio para as férias de verão e para passar um tempo conosco. Fazia uns 7 anos que ela se casou e se mudou para outro estado, trabalha como psicóloga.Me surpreendeu que ela não veio com o marido, já que nunca vem sozinha.
Minha irmã ainda não tem filhos, então tem muito tempo para ir à academia. Ela gosta de praticar fitness e é por isso que, depois de tanto tempo, Anna ainda continua igualmente linda e com um corpo bonito. Ela é alta, com quadris largos e tem uma bunda grande. Tem um peito bem proporcionado com tetas firmes e pernas musculosas e lindas.
Aos 35 anos, agora ela parecia mais madura, mas mais atraente do que nunca. Anna se estabeleceu rapidamente na casa, usou seu antigo quarto. Parece que vai ficar bastante tempo, já que trouxe muita bagagem.
Mamãe e minha irmã mais nova estavam felizes que ela estava em casa, e claro, eu também, já que ela gosta de cozinhar e prepara umas coisas deliciosas.
uma noite, quando mamãe e minha irmãzinha já dormiam, eu estava assistindo TV com ela até altas horas, Anna mudou acidentalmente o canal e apareceu um filme pornô no qual uma garota estava fazendo sexo anal.- Uau!!! Pequeno, olha isso.
- Ah! Hahaha! Você apertou o botão e mudou o programa, não se preocupa, agora eu troco.
- Não! Deixa aí, pequeno, vamos assistir um pouco pra ver do que se trata, o que você acha? Só um pouquinho.
- Tá bom, Anna, se você quer.
Ficamos assistindo o filme pornô por um tempo e Anna não parava de olhar com naturalidade, comentei:
- Caramba!!! Como ele está metendo forte! Vai acabar com ela.
- Sim, mas de prazer extremo, com aquele pedaço de carne enorme.
- Sério que as mulheres gostam de levar por aí? Acho que o único que aproveita é o cara.
- Você está enganado, pequeno, as mulheres também curtem sexo anal.
- Sério mesmo?
- Claro, e mais ainda se o homem tiver grande e grosso, uuuuuu!!! Mmmmm!! (ela soltou um pequeno gemido enquanto mordia os lábios)
Conversamos um pouco sobre as práticas do sexo anal, e ela me disse:
- Mmmm! É uma delícia, pequeno, tanto para o homem quanto para a mulher.
Por acaso... você nunca experimentou?
- Na verdade não, mas adoraria provar.
- Você não sabe o que está perdendo, a essa altura eu pensei que você já tinha feito de tudo com a garota com quem sai.
- Eu já pedi, mas ela tem muito medo de doer e definitivamente disse que não.
- Tá vendo, pequeno, isso acontece porque você arruma namoradinhas sem experiência. Eu já fiz algumas vezes e, sinceramente, me fascina fazer. Um dia você vai conhecer, irmãozinho, só precisa encontrar uma mulher com experiência. Ela vai ser uma sortuda quando fizer com você, já que... você tem uma ferramenta muito boa!
Ao ouvir isso, eu fiquei corado. Anna se levantou do sofá e disse:
- Bom, irmãozinho, vou dormir. Tenha uma linda noite.
Ela me deu um beijo na bochecha e foi para o seu antigo quarto, onde agora estava hospedada durante as férias. Eu me sentia feliz. tê-la de volta em casa.
Já faziam 8 anos desde a última vez que transei com minha irmã, agora ela tem 35 anos e eu 25. Ela nunca parou de malhar, então tem um corpo lindo, sempre foi muito atraente e sexy, nunca teve dificuldade para conseguir o namorado que queria, mas agora que está casada, acalmou um pouco nas festas e loucuras. Eu comecei a sair com uma garota da faculdade.
Não parava de lembrar daquela noite de verão, oito anos atrás. Eu tinha acabado de fazer 18 anos, minha mãe e também Ellie, minha irmã mais nova, tinham ido para a casa da vovó. Foi a noite em que minha irmã Anna, com seus 28 anos já uma mulher experiente, acabou tirando minha virgindade. Minha irmã e eu descobrimos o prazer do incesto. Anna pegou meu pau e guiou até a entrada da sua buceta, estava montada em mim com meu pau dentro dela sem se mover, chegando perto do meu ouvido dizendo como era bom e o quanto ia me fazer gozar. Mas a chegada da nossa mãe e Ellie de volta em casa interrompeu nosso encontro justo quando Anna ia começar a cavalgar, fazendo com que ela desmontasse de mim e saísse correndo para o seu quarto. No dia seguinte, decidimos concretizar nosso incesto quente em um hotel. Foi a primeira vez que transei com ela, depois começamos a transar todas as noites em casa, mesmo quando mamãe e Ellie estavam lá, dormindo, claro. Alternávamos os quartos, às vezes fazíamos no dela e às vezes no meu. Tínhamos um colchão velho pequeno em um cômodo que tínhamos no telhado, que usávamos de vez em quando nas tardes quando mamãe estava ocupada preparando a comida. Minha irmã me fez prometer que nunca diria nada do que fazíamos, e eu disse que prometia. No último encontro quase fomos descobertos por Ellie, e em outra ocasião pela nossa mãe, então só fazíamos de vez em quando quando não estavam ou em um hotel, antes de ela se casar com o namorado, tivemos nosso último encontro e Anna me pediu que nunca mais faríamos sexo de novo, e que devíamos esquecer o que aconteceu, eu insisti várias vezes para que a gente repetisse, mas ela foi firme na decisão dela e desde então não tive nada com ela, agora que ela voltou, toda vez que a vejo lembro de tudo que a gente fazia e como eu comia ela, me perguntava se ela também lembrava desses momentos?
(O diário da minha irmã)
A conversa que tive com meu irmão na noite passada sobre sexo anal me deixou pensativa
me excitou falar de sexo com ele, lembrei imediatamente dos encontros tão quentes que tivemos aquele verão inteiro
meu irmão tinha virado um homem muito atraente e não sabia por que motivo nunca pratiquei sexo anal com ele, talvez não estivesse pronta ou talvez tivesse medo de doer, o tamanho do pau dele é muito grande, mas agora era justamente isso que mais me deixava excitada, devia ser delicioso ter aquele pauzão dentro do meu bum apertado, mmmmm!!!
Os problemas com meu marido me tinham muito estressada, ele não tinha muito a oferecer em questão de sexo, me sentia sexualmente insatisfeita, o processo de divórcio já estava em andamento, queria me separar dele o mais rápido, pensei no meu irmão, ele era um candidato em potencial para me satisfazer, e assim me livrar desse estresse, então decidi provocá-lo, para transar com ele, sabia que ele me desejava então não iria resistir a mim, sei que ele adora me ver quando uso meus leggings para a academia, então amanhã vou colocar os mais apertados e sexys que tiver
sei que cedo ou tarde ele vai pedir e estou disposta a fazer com ele. 📖
depois de ter tido aquela conversa na noite anterior com minha irmã, comecei a notar algo estranho com ela,
parecia que ela tentava flertar comigo, me parecia que ela ficava se insinuando o tempo todo.
ela usava leggings bem justos e quando estava na minha frente, enquanto ela fazia a limpeza da casa, fingia que algo caía e ela se empinava e me mostrava aquele rabão enorme,
Caralho, a bunda dela me parecia super sexy
e ela, sabendo que eu tava olhando, balançava com uma sensualidade enquanto cantarolava a letra de uma música 🎶
Na real, eu tentei pensar que era coisa da minha cabeça — como ela podia estar me seduzindo se foi ela mesma que decidiu não cometer mais incesto comigo? Mas ela ficava cada vez mais gostosa e insinuante. As leggings de couro que ela usou uma noite eram um convite pra eu ficar olhando aquele bumbum lindo, redondo e empinado que parecia um coração invertido.
De noite, passando pelo quarto dela, achei a porta entreaberta e dei uma espiada.
Ela tava se olhando no espinho e me deu a impressão de que sabia que eu tava espiando.
Ela tava passando a mão naquela bunda com tanta sensualidade que me deu vontade de bater uma pensando nela.
E me lembrava das noites de sexo, quando ela tava de quatro e eu metia naquela boceta molhada.
Os olhares e as investidas dela me deixavam com muito tesão. Ela tava super atenta comigo, me preparava o café da manhã, fazia biscoitos com a desculpa de que tava muito calor, e ficava andando pela casa com roupas minúsculas que não deixavam nada pra imaginação. Pra minha mãe não era nada estranho, porque a Anna sempre foi assim quando morava aqui, então eu tentei pensar do mesmo jeito.
— O café tá na mesa, neném. Fiz o que você mais gosta.
Ela tinha um olhar muito penetrante e agia com uma sensualidade absurda.
Enquanto a gente tomava café, dava pra ver que toda vez que ela levava algo à boca, fazia com uma sensualidade de referência. Ela sabia ser discreta e fazia isso quando minha mãe não tava olhando.
Na cozinha, ela pegou um morango da fruteira e, levando à boca, me olhou com aquele olhar sedutor.
Ela chupava de um jeito que me trazia velhas lembranças.
Me fazia lembrar de quando ela lambia e chupava meu pau até me fazer explodir.
Uma noite em especial, ela acabou dormindo no sofá com umas leggings super justas que marcavam mostrar seu delicioso bundão, Pude olhar bem de perto a bunda dela, era perfeita. Tive tanta vontade de tocar, mas me segurei e a cobri com um cobertor. De madrugada, desci para beber água e logo em seguida ela também desceu e serviu um copo de porra. —Oi, pequeno, estava com sede? Respondi que sim, eu também. Só que eu tô com vontade de saborear essa porra cremosa na minha boca, mmmm! Fiquei confuso, ela realmente estava me seduzindo? Por que faria isso? No outro dia à tarde, não vi a Anna em lugar nenhum. Na noite seguinte, conversei com ela e surgiu o assunto do marido. Ela me disse: —Ultimamente não tenho estado muito bem com ele. O trabalho o absorve muito e quase não temos tempo pra nós dois. Quando transamos, ele já não me satisfaz, só se preocupa com o próprio prazer. E a faísca que me atraía nele meio que se apagou. Me sinto muito sozinha. Por isso decidi dar um tempo pra pensar e organizar minhas ideias. É por isso que vim pra casa da minha mãe sem ele, já que ele teve que viajar porque não tem férias até fevereiro. Até que é bom a gente não se ver por um tempo, pra ele aprender a me valorizar um pouco. —Uau, Anna! Seu marido é muito burro, ele realmente não sabe valorizar uma mulher tão linda e atenciosa. Qualquer homem daria tudo por uma mulher como você. —Você acha? A verdade é que me sinto tão sozinha, pequeno, que acho que deixei de ser atraente. —O quê?! De jeito nenhum, Anna! Você é uma mulher lindíssima, olha só pra você, tá um gostosa. Qualquer um desejaria ter algo com uma mulher tão atraente e que ainda cozinha maravilhosamente bem. (Ela riu e me abraçou.) —Obrigada, pequeno, você me faz sentir tão bem. Adoro conversar com você. E sim, a verdade é que meu marido é um idiota, não sabe o que tá perdendo. Ficamos abraçados por um momento. Adorava sentir o corpo quente dela colado no meu, o calor dela era reconfortante naquele inverno tão frio. Ela se aproximou do meu ouvido e disse: —Você precisa saber que você também é muito gato, tá todo homem, irmãozinho. Sua namorada deve... ser a inveja de todas as garotas da faculdade.
Meu rosto ficou corado ao ouvir isso, ela se afastou de mim e disse: "tenha uma boa noite, querido", me deu um beijo na bochecha que quase tocou meus lábios💋 e foi pelas escadas até seu quarto, me dando uma visão inesquecível da sua bunda.
Pensei comigo mesmo: que cara deve ser o marido dela pra não aproveitar uma mulher tão sexy e gostosa como a Anna. E mesmo que no começo eu tivesse em mente outra garota para praticar sexo anal, decidi que a primeira mulher que eu tinha que arrombar o cu tinha que ser a Anna, minha irmã mais velha, já que ela é uma mulher com muita experiência.
Agora só tinha isso na mente... Convencê-la a deixar eu ter sexo anal pela primeira vez com ela.
Eu me atrevi a pedir porque com ela é a única pessoa com quem me sinto à vontade para fazer isso e também porque ela é uma delícia, adora transar e porque nós já tivemos encontros sexuais antes.
Ela estava no sofá assistindo TV, me aproximei muito nervoso, não sabia como dizer.
- Ei Anna, tem um momento?
- Claro que sim, fala.
- Amm! Queria te pedir... que... ammm. Se você topa?... Como eu falo, mm, sabe, não, esquece, não é nada.
- Não, fala, o que você queria me pedir? Sabe que pode confiar em mim, vem sentar aqui.
- Queria saber se você topa amm... Que você e eu... Como eu falo? Fazer?
- Fazer o quê, pequeno?
Ela me olhava seriamente nos olhos, me deixando mais nervoso.
- Bom, o que a gente estava falando na outra noite, você sabe, sobre o filme pornô.
- O quê?!!! Espera, você quer fazer sexo anal comigo??! Haha, você não acha que está indo longe demais, pequeno?!
Não é suficiente você ter me comido como quis, aquele verão todo, agora você quer me penetrar até pelo cu?! Eu sou sua irmã, seu bobo!!!
A gente combinou que nunca mais teríamos sexo, de jeito nenhum, além do mais você já tem namorada.
- Ah, vamos, gostosa, você sabe que você é a pessoa com quem eu mais tenho... Confiança pra fazer algo assim, vamos Anna, você gosta de fazer, que mal tem ser comigo? Não lembro de ter te decepcionado nunca. Vai, irmãzinha, pra mim vai ser a primeira vez que faço algo assim e quero que seja com uma pessoa de muita confiança. Só quero estar mais uma vez com você, Anna, sinto muita falta do que a gente fazia.
- Ah, pequeno, eu sei que foi muito gostoso o que a gente fez, você e eu. Com você, tive os melhores orgasmos da minha vida, os momentos com você foram muito safados e inesquecíveis. Me excitava muito saber que era proibido transar com meu próprio irmão, mas agora eu sou casada, nenê, e é melhor que seja assim, já que você e eu não podemos ficar juntos.
- Droga, ele é um idiota! Não te merece.
- Isso não muda as coisas.
Ela fez uma cara séria.
- Desculpa, Anna, só pensei que, pela forma como a gente curtia fazendo sexo, talvez você... Bom, tudo bem, me desculpe, vou insistir com minha namorada.
- Pequeno, espera... Eu também sinto muita falta desses momentos com você, querido, mas a gente tem que esquecer tudo o que aconteceu entre a gente, pelo nosso bem. Lembra que mais de uma vez a mamãe e a Ellie quase nos descobriram?
- Sim, eu sei, fui muito descuidado e quase nos descobriram, não devíamos ter transado em casa, foi muito arriscado.
- Sim, nenê, mas parece que era isso que mais nos excitava, o perigo de a qualquer momento nos descobrirem me deixou tão quente que me deixei levar pela intensidade. Naquela noite, eu estava me segurando pra não gritar, mas aquele orgasmo me tirou do controle.
Nós rimos juntos, depois houve um pequeno silêncio... Ela olhou pro lado.
E depois sorriu, me olhou direto nos olhos e disse:
- Olha, tudo bem, só por essa vez a gente vai fazer, ok? E vai ser a última vez, entendeu? (eu balancei a cabeça rapidamente)
Eu sou a primeira pessoa que te iniciou nisso do sexo, acho que devo te ensinar tudo sobre ele.
Além disso, com ninguém você vai sentir mais prazer fazendo do que comigo, já que sou sua irmã e isso dá um tesão especial na coisa.
Só quero que você seja discreto, certo?
Ela se virou. Na volta, andando pelo corredor, ela me disse:
— Te vejo amanhã à tarde, quando você sair da universidade. Te encontro no lugar de sempre e de lá a gente procura um hotel.
Ela me olhou e sorriu maliciosamente.
Eu fiquei animado ao ouvir que iríamos transar de novo e que, além disso, eu iria fazer sexo anal com ela. Era isso que mais me deixava louco, já que a Anna tem uma bunda suculenta e eu sempre tive curiosidade de saber como seria penetrar seu cuzinho gostoso.
Ela foi andando pelo corredor e eu não pude evitar de olhar suas nádegas.
Ela me deu boa noite e se retirou para o quarto, cantarolando uma música e balançando o quadril sensual.
Eu mal podia esperar pelo amanhecer. O tempo passava muito devagar. Eu estava com tanta vontade de me masturbar, mas acabei dormindo pensando nela. Precisava guardar energia para nosso encontro no dia seguinte.
(Crônicas da minha irmã)
O plano foi um sucesso. Minhas insinuações deram resultado — consegui seduzir meu irmão a ponto de ele me pedir para transar comigo. E mesmo que eu tenha tido que fingir para ele não perceber que tudo estava planejado, não conseguia dormir só de pensar no quanto eu iria aproveitar amanhã. Finalmente teria uma rola de um tamanho decente dentro de mim. Adorava o tesão que dava saber que seria meu próprio irmãozinho quem me enfiaria no cu amanhã.
Eu estava tão impaciente que, se não fosse arriscado fazer isso em casa, iria agora mesmo para o quarto dele e o comeria. Decidi tomar um banho para me relaxar — precisava baixar essa tesão e estar pronta para meu encontro com o pequeno amanhã. Estou disposta a dar a ele o melhor sexo que ele jamais teve ❤
No outro dia, saindo da universidade, me despedi da minha namorada e dos meus amigos. Disse que tinha assuntos pendentes em casa e precisava chegar cedo. Fui direto para o lugar combinado.
Eu estava esperando por ela ansiosamente do lado de fora de um parque que ficava a algumas quadras da universidade — era o lugar onde nos encontrávamos antes para procurar algum hotel e transar.
A vi se aproximando e senti um arrepio. e uma sensação muito gostosa, ela estava usando um legging cinza bem justo, uma calcinha fio-dental que deixava a bunda linda dela espetacular e uma camiseta de manga longa, ela estava linda e muito sexy, então se aproximou de mim e me abraçou.
- Você está me esperando há muito tempo, pequeno?
- Não, cheguei há poucos minutos.
- Bom, não temos tempo a perder, vamos.
Ela me pediu para guardar uma bolsinha preta que trazia e eu coloquei na mochila, saímos caminhando pelo parque
não conseguia parar de olhar para o rabão da minha querida irmã mais velha, era uma delícia, com a calcinha fio-dental que ela usava, ao andar as nádegas dela balançavam levemente, eu estava ansioso para chegar e curtir com ela a tarde toda e parecia que ela também estava bem impaciente para chegar, não me dirigiu a palavra no caminho todo.
Nos dirigimos a um hotel próximo,
Nos certificamos de que ninguém nos visse e entramos
Pedimos um quarto, eu estava muito nervoso e ansioso para comer a bunda grande da minha irmã, no entanto Anna estava bem natural como se transar com o irmão fosse a coisa mais comum,
enquanto caminhávamos pelo corredor Anna encontrou o quarto que seria testemunha do nosso luxurioso e quente incesto me olhando com um olhar de cumplicidade aumentando ainda mais a tensão sexual.
Ela abriu a porta do quarto
Entramos e assim que fechei a porta eu a peguei por trás encostando ela no meu pau com minhas mãos nos seios dela e acariciando por cima da roupa beijando seu pescoço
- Olha só! Parece que alguém está ansioso para estar dentro da sua irmãzinha,
Não aguentava mais, beijei Anna com luxúria sentindo seus lábios quentes 💋 e língua se enrolando na minha, colado no corpo dela podia sentir meu pau entre suas nádegas enormes por cima da roupa.
- Sabia que você estava com saudades, gostoso, olha como você já está duro!!
- Claro que estava com saudades, fico muito excitado só de saber o que vamos fazer, irmãzinha, só de pensar que vou deixar você estrear no sexo anal comigo me deixa louco de tesão.
- devo confessar que eu também estou muito excitada, estou com muita vontade de fazer isso com você, pequeno, me interessa muito sentir você dentro de mim, você me deixou muito sozinha todo esse tempo e hoje vou me vazar fazendo de tudo com você na cama, entendeu!
mas primeiro quero tomar um banho para ficar fresca e limpa para transar, então me espera aqui, OK?
Anna começou a tirar a roupa, me permitindo contemplar seu corpo perfeito.
Ela tirou quase toda a roupa na minha frente e ficou só de calcinha minúscula, eu estava louco para começar a comer ela.
Dei uma pequena palmada na sua bunda antes dela entrar no banheiro, fazendo sua nádega se mexer deliciosamente.
- Aaaaaai! Você gosta?
- Sim, Anna, você está gostosa demais.
- Pois assim que eu sair, elas serão só suas, querido irmãozinho.
- Ei, posso tomar banho com você?
- Não seja impaciente, pequeno, espera eu terminar, OK?
além disso, você já me tem aqui, hoje tem que ser uma tarde especial, vou realizar sua fantasia e tenho que estar bem limpinha para você.
Ela se aproximou de mim e me beijou com muito carinho.
- Me espera aí, não demoro.
Eu me sentei na cama esperando por ela, ouvi a água correndo,
haviam passado uns 10 minutos, não aguentei a vontade e tirei minha roupa, me dirigindo ao banheiro entrei com cuidado sem fazer barulho. Ela estava de costas se ensaboando, seu corpo e suas nádegas imensas que com o sabão e a água brilhavam como duas bolhas prontas para serem estouradas.
Ela estava se enxaguando quando...
A agarrei pela cintura e encostei meu pau no meio de suas nádegas, ela deu um pulo de surpresa.
- Aaai! Você me assustou, meu bem, vejo que não conseguiu me esperar. Está bem, vamos tomar banho.
Ela começou a me ensaboar todo o corpo e parou no meu pau para ensaboá-lo com delicadeza.
Depois colocou meu pau ensaboado no meio de suas duas nádegas e começou a esfregá-las com ele.
Pedi se eu podia ensaboar ela também, ela disse que sim, me passando o sabão, começando por seus seios enormes e seguindo... Ela suspirava pelo meu abdômen, adorava quando eu a acariciava.
Acariciei suas nádegas enormes, que me deixavam louco, apertando e apertando, movendo-as de um lado para o outro.
Coloquei meu pau entre suas pernas sem penetrá-la, esfregando meu membro em sua vagina, enxaguando suas nádegas com a água.
Enquanto nos beijávamos, nossas línguas brincavam e se entrelaçavam.
Anna se virou e pegou meu pau, pressionou-o contra uma de suas nádegas e continuou me masturbando, dizendo o quanto ele era grande e como ela adorava meu membro.
Era incrível o que minha irmã estava fazendo comigo.
Mas agora era minha vez de tocá-la. Fui direto para sua vagina e, pegando o sabão, comecei a ensaboar seu monte. Com bastante espuma, comecei a enfiar minha mão até tocar seus lábios vaginais, arrancando suspiros dela.
Fiquei assim por uns cinco minutos, masturbando-a.
Ela estava extasiada, me beijando apaixonadamente.
Enquanto meus dedos entravam e saíam de sua vagina, Anna se contorcia de prazer e me beijava com a respiração acelerada, deixando claro que estava tendo seu primeiro orgasmo.
— Uau! Garoto, tive um orgasmo delicioso.
Abri o chuveiro e, juntos, nos enxaguamos. Ela me disse:
— Nenê, esse banho foi muuuito gostoso, você ganhou um prêmio.
Ela continuou me masturbando suavemente.
Depois, se inclinou bem devagar, começando a passar a língua desde meus testículos até a cabeça do meu pau.
Beijando e lambendo com a ponta da língua meu pênis, senti que estava quase gozando ao sentir seus lábios e sua língua brincalhona na minha glande.
Sem querer, peguei sua cabeça e não deixei que se afastasse do meu pau.
Ela entendeu o que eu queria, colocando a cabeça do meu pau em sua boca e começando a chupá-lo.
Eu estava feliz, observando como minha irmã estava me chupando.
Anna me chupava com muita força e luxúria.
Antes, bastavam algumas chupadas dela e eu já estava acabado. Aproveitei que podia gozar várias vezes para gozar dentro de sua boca e depois terminar em outro lugar, em seus peitos, em... seu rosto ou dentro de sua buceta quando ela permitia, mas dessa vez me concentrei para não gozar, pois tinha em mente guardar toda minha porra para jorrar dentro do cu da minha irmã.
Então parei a Anna antes que ela me fizesse vir, ela tirou meu pau da boca lentamente e dava pra ver uns fios de lubrificante indo da minha cabeça até a boca dela.
- Mmmm! Pequeno, não quer gozar? Pensei que você adorava vir na minha boca?
- Claro que ainda adoro, Anna, mas dessa vez quero mesmo guardar para o final, já que você disse que vai ser a última vez, e quero te dar... você sabe... dentro de você.
Ela sorriu e disse:
- Ah, pequeno!!! Que pervertido!
- Hmm, então é isso que você quer?
- Tá bom, irmãozinho, vamos nos secar pra ir pra cama, vou te dar o que você deseja.
Enquanto nos secávamos,
Anna ficou brincando com a toalha em volta da bunda, balançando e fazendo aquelas nádegas imensas pularem.
Era um espetáculo incrível.
Terminamos de nos secar e ela se aproximou, colocando uma mão no meu peito:
- Tá pronto, irmãozinho?
- Sim, Anna.
- Então vamos.
Ela pegou no meu pau
e me puxou em direção à cama, que nos esperava para cometer o incesto.
Chegamos ao pé da cama e eu agarrei a bunda dela de novo, porque sério, era um sonho.
Começamos a nos beijar com muita paixão enquanto eu acariciava suas costas e peitos, deitamos na cama.
Beijei seu pescoço.
- Você não imagina como eu queria te fazer minha de novo, irmãzinha.
- Siiim? Mostra, irmãozinho, me faz sua.
E contemplando o corpo dela, me inclinei e beijei seu abdômen. Ela
suspirou e pediu para eu continuar. Subi na cama e, montado em seu abdômen,
me dediquei a beijar e chupar seus peitos, descendo pelo meio deles
até a parte de baixo, chegando no seu monte de Vênus e seguindo até sua boceta,
encontrando seu clitóris e passando minha língua por cima, arrancando mais suspiros.
- Siiim, pequeno, assim!!!!
Me dá mais. mais!!!!
Apertando seu clitóris, ela teve seu segundo orgasmo da tarde. Sentindo Anna estremecer e tremer, ela se virou e sentou na minha cara, mexendo suas nádegas.
Depois, ela se inclinou em direção ao meu pau e, colocando-o no rosto dela, eu me virei e posicionei meu pênis no rosto dela. Ela permaneceu de olhos fechados e, ao sentir meus lábios no cock quente, apenas abriu a boca para recebê-lo e começou a chupar.
E eu comecei a penetrá-la com minha língua, recebendo com mais ímpeto a chupada.
- Oh, irmãozinho, você tem o pau maior que já chupei, como pude deixar de chupar essa delícia todo esse tempo?! Mmmm!!
Ficamos fazendo um magnífico 69 por uns 5 minutos, nos dando prazer um ao outro, até que ela me disse:
- Você vai ter que penetrar minha buceta antes de gozar, pequeno.
- Sim, Anna, adoraria.
Ela se virou e eu senti um arrepio percorrer meu corpo, mas com uma sensação agradável. Depois de tanto tempo, Anna e eu iríamos transar de novo.
Ela subiu em cima de mim, me beijou e, pegando meu pau, me disse:
- Vou fazer algo que vai te fazer lembrar dos velhos tempos, irmãozinho.
Ela me masturbou um momento e depois...
Anna começou a esfregar meu membro na sua buceta molhada. Era um jogo que tínhamos antes de transar pela primeira vez, quando Anna e eu começamos a fazer coisas safadas quando tínhamos a casa só para nós.
Sentia os lábios vaginais da minha irmã queimando meu pau, era maravilhoso.
- Você gosta, pequeno?
- Sim, Anna.
- Pois agora é hora de você entrar.
Minha irmã colocou minha glande na entrada da sua vagina e começou a descer lentamente...
Até estar completamente enfiada.
- Mmmmmm!!!! Que cock quente e grossa, cabrão!
Anna começou a cavalgar em mim lentamente, aumentando a intensidade cada vez mais.
- Assim!!! Assim!!! Irmãozinho, come sua irmã mais velha assim gostosooo!!!
- Oooh, Anna, você está uma gostosa!!
- Siiiii, assim, dê tapas na minha bunda, irmãozinho, eu fui uma menina muito má!! Haa! Ha!
Se você quer o cu da sua irmã, tem que me satisfazer, me come gostoso, seu pequeno pervertido, vamos! mete com força, porra, me fode gostoso!!! De cima de mim, eu conseguia ver os peitos suculentos da minha irmã Que a cada vai e vem do quadril dela balançavam levemente Pelo que eu sabia, a Anna gostava de tomar o controle, mas dessa vez eu ia dar a ela o que merecia Num movimento, eu avancei sobre os seios dela para beijá-los e chupá-los, ela se surpreendeu com meu ímpeto repentino -Uau! Pequeno, vejo que você não é mais o garoto tímido de antes É por isso que agora você tem sua nova namoradinha e outras garotas da sua universidade te seguindo -Como você sabe disso? -A Ellie me contou, que elas não param de ligar perguntando por você, e que tem garotinhas da escola dela que morrem de vontade de dar uma trepada com você. E num movimento ela me derrubou na cama de novo, retomando o controle Que pena que nenhuma delas possa te dar o prazer que eu vou te dar Anna não era uma mulher fácil de manipular na cama, tinha muita experiência, já que no tempo de solteira ela me confessou que era muito liberal e muito fogosa, chegando a participar de trios e todo tipo de práticas sexuais, mas também me disse que sempre desejou que a controlem, que a dominem no sexo. Eu tinha que ver a forma de satisfazê-la vaginalmente, senão, pensando em como recuperar o controle, minha irmã ia acabar me esgotando antes de eu penetrá-la pelo cu e eu realmente queria gozar naquele rabo. Continuei chupando os peitos dela enquanto pensava em algo Enquanto eu mamava os seios, Anna continuava montada em mim Aproveitei que minha irmã estava começando a cansar e a coloquei na cama, fodendo com ela sem parar de penetrá-la, desci da cama e a segurei no ar, ela parecia surpresa, parecia que nunca pensou que eu poderia fazer algo tão bom assim para ela Fiquei um tempo assim, segurando ela no ar enquanto a fodia joguei ela na cama e chupei a buceta dela de novo, agarrando uma das tetas para que ela relaxasse para depois foder com ela na posição do missionário Não deixei que Anna se Me movi e comecei a enfiá-la com força Meti nela o mais forte que pude, ouvindo seus gritos de prazer -Aaaaaaah! Ah! Aaaah!!!! Assim, gostoso!!! Assim, me come, me come com força!!! -Você gosta, Anna? Gosta do meu pau duro, irmã? -Siiim, eu gosto, irmãozinho, me come, não para!!! Não para agoraaaa!!! Aaaaaah!!!!! Satisfazendo-a, consegui que Anna tivesse outro orgasmo que a deixou dando espasmos na cama Sem ainda tirar da sua buceta, deitei ao lado da Anna para descansar um momento e minha irmã, ainda recuperando o fôlego, virou-se para mim e me deu um beijo profundo. Ela tirou meu pau da sua vagina e o segurou na mão enquanto eu acariciava seu peito - Você fez um bom trabalho, gostoso, me deu uma foda de campeonato, você tem um fôlego incrível Me surpreendi com a rapidez que Anna se recuperou do orgasmo, me beijou e começou a me masturbar de novo Depois desceu para chupar minhas bolas enquanto continuava me masturbando, Enfiou meu pau na boca e começou a me chupar Para depois montar em cima de mim de novo, dando as costas, começou a se esfregar Depois introduziu meu pau na vagina e começou a cavalgar de novo, minha irmã era uma mulher insaciável, o marido dela a tinha muito negligenciada, mas eu cuidaria dela agora - Você está prestes a ganhar seu prêmio, irmão, só aguenta mais um pouco, por favor, eu esperei tanto para ter um pau que não fosse do meu marido dentro de mim, quem diria que seria o do meu próprio irmão que me daria tanto prazer. - Anna, estou disposto a satisfazer você no que precisar. - Eu também farei o possível para te dar uma experiência inesquecível, meu amor. Enquanto Anna se dava prazer enfiando-se no meu pau me dava uma vista maravilhosa da sua bunda enrugada e apertadinha. Ficamos assim um tempo, eu maravilhado com a Anna, vendo como ela gozava com meu pau e, embora me urgisse fazer sexo anal com ela, esperei até que ela estivesse completamente satisfeita, percebi minha potência sexual, Anna estava... Estreita e já tinha aguentado duas rodadas, me senti orgulhoso.
Anna começou a se mover mais rápido e sua respiração ficou mais pesada, ela rodava o quadril em círculos me deixando louco de tesão.
Ela começou a gemer, e mesmo sem ver seu rosto eu sabia que outro orgasmo estava chegando, ela deu os últimos movimentos de cima para baixo.
Minha irmã gemeu alto:
Auuuuuuuuuuu!!!
E de repente Anna parou de se mover, deitada em cima de mim respirando muito forte, recuperando o fôlego. Deixei ela se recuperar um pouco.
Ainda deitada de costas sobre mim, começou a acariciar meu cabelo com a mão e, tentando virar o rosto por cima do ombro, me disse:
— Bom, pequeno... Hora de você conhecer o prazer de dar sexo anal na sua irmã mais velha.
Depois desceu de mim e meu pau saiu lentamente dela.
Pegou minha mochila, tirou a bolsinha que eu tinha guardado pra ela, abriu e lá tinha camisinhas, anticoncepcionais, pílula do dia seguinte e um frasco de lubrificante. Fiquei surpreso com o quão preparada ela estava.
Pegou o lubrificante e me entregou, deitou na cama e se virou, abrindo as nádegas e me oferecendo aquele traseiro enorme. Ela disse:
— Bom, irmãozinho, primeiro você vai ter que lubrificar minha bunda. Pode usar o lubrificante, mas... pode usar a língua se preferir.
— Claro que vou usar minha língua, irmãzinha.
Me aproximei da minha irmã e dava pra ver que ela estava um pouco nervosa. Mesmo não sendo a primeira vez que lambiam sua bunda, seria a primeira vez que seu próprio irmão faria isso.
O cu da Anna se abria e fechava, me convidando a lamber.
Toquei seu lindo traseiro, dando um tapa e apertando sua nádega.
Comecei tocando seu ânus, sentindo a textura com as pontas dos dedos.
E depois beijei suas nádegas carnudas, descendo até chegar no seu ânus. Lá estava, rosado e apertado. Coloquei minha língua em seu ânus.
E dei lambidas intensas, fazendo ela suspirar.
— Isso, seu pervertidinho, devora o cu da sua irmã mais velha!
Ela falava. Suja, você me excitava muito.
Passe um pouco de lubrificante nos seus dedos e acaricie meu ânus, espalhando o lubrificante por toda a volta.
Fiz o que ela mandou, espalhei o lubrificante por toda a sua bunda.
Da sua buceta escorriam seus fluidos, a Anna estava muito molhada, isso deixava claro que ela estava super excitada. Comecei a enfiar outro dos meus dedos, ela curtia cada coisa que eu fazia.
Ela me disse: "Agora sim, tenta introduzir um dos seus dedos, mas com cuidado."
Passei meus dedos pelo seu ânus e ela suspirava.
Enfiei a ponta de um dos meus dedos no seu ânus, era super apertado. Continuei introduzindo meu dedo, ela me dizia:
"Devagar, devagar, pequeno."
Quando já tinha meu dedo todo dentro,
ela me disse:
"Espera um pouco, deixa eu me acostumar com seu dedo."
Sentia um prazer enorme ao sentir como ela apertava meu dedo com o ânus, que afrouxava e apertava, afrouxava e apertava. Pensei: se é assim com meu dedo, como será com meu pau?
"Agora sim, começa a fazer círculos lá dentro para alargar meu ânus."
Comecei a fazer o que ela pedia, era hipnótico olhar sua bunda enquanto fazia círculos com meu dedo e lambia sua buceta suculenta.
"Você está indo muito bem, irmãozinho. Agora tenta enfiar outro dedo seu."
Comecei a enfiar, foi mais fácil. Já tinha dois dedos dentro, tirava e colocava lentamente para não machucá-la, enquanto seu ânus ia dilatando cada vez mais.
"Irmãozinho, já está pronto para receber seu pau."
Ao tirar meus dedos, seu ânus parecia mais largo e ainda sugava com força.
"Passe um pouco de lubrificante no pau e agora sim, enfia no meu cu, meu amor."
Passei bastante lubrificante no meu pau.
Era uma cena muito gostosa ver a Anna se acariciando o ânus, olhando com luxúria como ela espalhava o lubrificante por todo meu pau e preparava minha cabeça para direcioná-la à entrada do seu ânus.
A Ana afastou uma de suas nádegas e eu tentei introduzir a cabeça do meu pau.
Sentia como ela apertava.
"Espera, espera!... Enfia devagarinho. pequeno, você vai me partir ao meio,
Anna se acomodou para me receber, de conchinha, primeiro eu esfregando deliciosamente a ponta do meu pau no seu cu para que ela relaxasse.
Ok, estou pronta pequeno, enfia.
Comecei a enfiar devagar, a precisão da circunferência apertava a cabeça do meu membro, invadindo o espaço dela, sentia como eu ia abrindo caminho no interior dela até entrar tudo.
Anna soltou um gemido suave, aaaah!
Assim, devagarinho meu amor, aaah! Seja gentil com o cu da sua irmã.
Enfiei o mais fundo que pude, deitei ao lado dela e a abracei, finalmente estava dentro do cu pulsante da minha irmã mais velha.
Agora a circunferência do seu ânus rodeava meu eixo, dava para sentir as paredes internas sedosas e as texturas da carne quente colada em volta de toda a pele do meu pau.
Sentia como as entranhas quentes dela quase queimavam, que sensação tão prazerosa, estar dentro do cu da minha própria irmã.
Pequeno, deixa meu cu se acostumar com você, e depois você começa a meter, primeiro ele tem que te conhecer, irmãozinho.
Fiquei parado sentindo como ela me apertava.
Sentia um prazer enorme, que quase me fez gozar, mas me segurei, transar anal com minha irmã Anna era um sonho que virou realidade, e eu tinha que aproveitar ao máximo.
Começa a fazer círculos como fez antes com o dedo, para alargar, mas agora com seu pau.
Estava movendo meu pau em círculos dentro dela, era maravilhoso.
Depois Anna segurou a base do meu pau.
E me deu a indicação para começar a tirar e meter enquanto ela controlava a penetração com a mão.
Assim, pequeno, devagarinho, você está indo muito bem!
Agora pode começar a me comer um pouco mais forte, pequeno, mas me trata bem, ok! Ela tirou a mão do meu pau.
Me sentia nas nuvens, Anna estava me permitindo me mover com mais liberdade dentro dela.
Pequeno! Começa devagar e aos poucos vai aumentando a intensidade.
Estava comendo a Anna. na posição de conchinha e ela estava gemendo, sinal de que também estava curtindo -Mmmmmmmmm! Isso! Issooo!! Assim!!! Mmmmmmm!! Assim! Pequeno!!! Minha irmã estava me provocando sensações incríveis com sua bunda enorme, enquanto nos beijávamos ela disse: -Meu amor, passa o lubrificante, vou colocar um pouco no seu pau pra escorregar mais gostoso, sim! -Claro, irmã. Girei meu torso sem parar de penetrá-la, peguei o lubrificante da cômoda e coloquei um pouco nos dedos dela, que ela levou até meu pau que ainda estava com a ponta dentro do seu cu e espalhou o gel massageando o tronco do meu membro Continuei comendo o cu quente da minha irmã -Assim, assim, pequeno! Mete, mete!! -Tá melhor, Anna? -Sim, meu bem, tá escorregando uma delícia! Seu cu já me recebia com mais hospitalidade, meu pau entrava cada vez mais fundo, mas ainda estava bem apertado Ela pediu que eu metesse o mais fundo que pudesse e depois tirasse até quase sair pra enfiar de uma vez só. Quando terminei de ouvir isso, não pude acreditar, ela realmente queria que eu arrombasse o cu dela com força, -Tem certeza, Anna? -Você quer gozar dentro de mim, não é? Então faz, mete com força. Tirei a cabeça do pau do cu dela, que ao sair provocou um som (pop!) bem audível, que me excitou demais, -Ok, tá pronta? -Sim, irmãozinho, completamente, agora arromba meu cu! -Beleza, lá vou eu, Anna!!! Não hesitei mais, e direcionei meu pau com força pro cu dela, dei a enfiada sem piedade, entrando até o mais profundo do seu ser, ouvi o cu dela estalar como se estivesse soltando um peido forte E Anna arqueou as costas dando um grito tremendo Aaaaaaaaaaugh!!!!! Oh, foi incrível senti-la estremecendo Eu continuava me enterrando nela e Anna ainda gritava, aaaaaaah!! aaaah!!Me preocupei, pensei que tinha machucado ela, mas levei uma grande surpresa quando ouvi que ela estava gostando, Oooohoh! Pequeno! Continuei comendo ela com uma excitação tremenda, me levantei da sua lado, segurei ela pelos quadris e a puxei até a beirada da cama
e me posicionei aos pés da cama, tirando meu pau da sua bunda que estava na beirada
depois enfiei de novo, devagar
embora Anna quisesse me agradar, decidi ir com calma, aumentando a intensidade no ritmo dela
pois queria que ela aproveitasse e não queria machucá-la
ela estava me olhando com luxúria enquanto eu a comia
começou a se mexer aos poucos
movendo os quadris na minha direção
apertando mais meu membro com seu ânus quente e apertado, começamos a gemer juntos
- Ooooh! Anna! Assim, assim, gostosa!!
- Aah! Aaaah! Assim? Você gosta assim, pequeno?!
- Sim, irmãzinha, eu adoro!! Ooohoh!!
comecei a comê-la com força e ela já estava gozando pela sexta vez
eu estava quase gozando, conseguia sentir a sensação do sêmen subindo da minha glande, mas parei antes de vir
- Pequeno! Por que parou? Quase conseguiu o que tanto quer
- Oh, Anna, sim, estou quase gozando, só quero aproveitar um pouco mais
- Bom, vamos continuar, amor, da próxima vez quero que você goze
retomamos a posição de conchinha lado a lado e direcionei meu membro para a entrada do seu ânus
dessa vez não vou deixar você se segurar, pequeno! Você não gozou nenhuma vez, e eu te conheço, sei que você não é de uma só
peguei meu pau e enfiei de uma vez na sua bunda
- Vai, pequeno, me come, quero que você encha a bunda da sua irmãzinha tarada com sua porra quente
cada vez aumentava mais a intensidade das minhas enfiadas na bunda da minha irmã, nesse ritmo, o creampie seria iminente
- assim! assim!!! Me dá! me dá com força!!! Cabrão!
- Você gosta assim, irmã?! Gosta que eu arrombe sua bunda?!
- Siiim! Arromba minha bunda! Come a bunda da sua irmãzinha tarada!
Quer gozar dentro da minha bunda?! Quer acabar me enchendo por dentro com seu sêmen, seu pervertidinho?!
- Sim, Anna! Quero jorrar minha porra quente dentro desse buraquinho apertado, quero que minha Irmã gostosa, me deixa gozar dentro de você, e espreme meu pau com seu cuzinho quente.
-Vai, irmãozinho, eu te dou permissão. Deixo você me encher de porra, meu amor!
Anna levantou uma perna no ar, o que permitiu uma penetração mais rápida e profunda, e eu acelerei as estocadas.
Senti a respiração da Anna ficar mais pesada, sinal de que seu orgasmo se aproximava.
Nossos corpos brilhantes de suor continuavam colidindo um contra o outro.
Ela massageava meus testículos com a mão.
Os dois estávamos gemendo e ofegando juntos, o quarto se encheu de uivos de prazer. A hora precisa de liberar minha semente dentro dela se aproximava rapidamente.
-Aaaah!! Aaaaaah! Aah!!! Aaaaaah!! Assim, meu bem! Me dá! Me dá sua porra!
-Oooogh!! Oooohohooh! Anna!!!
Eu estava prestes a explodir, não aguentei mais. Comecei a sentir meu esperma fervendo, acumulando-se da base até a cabeça do meu pau. Finalmente, ia gozar no cu da Anna. Ela sentiu minhas convulsões e apertou mais seu interior, segurando meu pau e ordenhando, me ajudando a terminar dentro dela.
Com aquele movimento, meu pau estava prestes a explodir. Tentei segurar a ejaculação, mas as sensações de ser ordenhado por sua mão e sugado por seu ânus quente e apertado não me deixariam escapar dessa vez.
-Oooooh!Ooooohoo!!Annaaaa!!!
Minha irmã soltou um uivo de prazer.
-Uuuuuuuuuuuuuugh!!!!
Naquele momento, ela soltou meu pau e baixou a perna.
Seu ânus relaxou um pouco e, imediatamente, eu explodi, expulsando múltiplos jatos de esperma dentro dela.
O rosto da minha irmã estava vermelho, e o rímel de seus olhos escorria pelas lágrimas de dor que se transformaram em prazer.
Continuei gozando sem parar, até que finalmente parei de sentir as pulsações do meu pau. Deixei o cu da Anna cheio de esperma quente, e ela ainda não havia relaxado seu ânus em nenhum momento, que continuava a apertar meu pau.
E meu pau permanecia duro dentro dela, como se eu não tivesse gozado. teria vindo mesmo assim, virou para me olhar por cima do ombro, sorriu e disse:
- E aí, irmãozinho, como tá se sentindo?
- Foi muito gostoso, Anna.
- Então continua, porque ainda não terminamos. Ainda sinto seu pau duro dentro de mim, bombonsinho.
Ela estava cavalgando no meu pau e eu podia sentir seu cu inundado com minha porra quente.
Continuei metendo e tirando por 15 minutos. Meu pau estava vermelho de tanto atrito e por causa do aperto do cu dela. Ela também sentia que estava ardendo, mas o prazer era maior que a dor. Ela me pediu para gozar logo, e eu acelerei minhas estocadas. Sentindo minha porra já na ponta do pau, descarreguei tudo dentro da minha irmã. Era incrível, estava jorrando dentro dela. Já era minha segunda gozada sem ter tirado do cu dela.
Fiquei exausto, deitado em cima dela. Aos poucos, meu pau foi saindo de dentro dela. Ao sair completamente, pude ver parte do meu sêmen escorrendo do cu dela, descendo pelos seus músculos. Ela também estava exausta e disse: "Gozei como nunca, você me fez chegar ao clímax seis vezes". Ela começou a limpar meu pau com a língua e depois começou a me chupar. Meu pau reagiu e começou a ficar duro de novo. Minha irmã comentou que era impossível, já que eu tinha expulsado uma grande quantidade de esperma. Eu disse que ela me excitava muito. Ela respondeu: "Tá bom, irmãozinho, e agora como vamos fazer para você baixar essa ereção?" Eu disse: "Não sei". Ela falou: "Já sei, você adora meus peitos, né?" Eu respondi: "Sim". Ela disse: "Então vamos fazer com meus peitos. Sobe em cima de mim e coloca seu pau entre meus seios". Procedi a fazer o que ela disse. Ela pegou seus seios e apertou meu pau. Era uma sensação estranha, mas gostosa. Ela disse: "Tá bom, irmãozinho, começa a meter e sacar". Segui suas instruções. Estava fodendo minha irmã pela terceira vez. Pedi que ela abrisse a boca para receber meu pau. Ela obedeceu e me dava pequenas mordidas, o que fez com que eu gozasse na boca dela. ele reagiu muito tarde, porque
todo o meu gozo foi direto pro fundo da garganta dela, e não teve outro jeito a não ser
engolir pra não se afogar. Ela me disse: "Como você é, irmãozinho, eu que nunca deixei
ninguém gozar na minha boca, e você ainda me fez engolir. Mas até que tem um gosto bom."
Ela limpou com o dorso da mão umas gotas de porra que escorriam e me disse:
"Bom, irmãozinho, espero que esteja satisfeito, porque eu fiquei mais do que
satisfeita. E espero repetir isso, porque percebo que nem eu nem você
vamos conseguir parar de fazer amor, já que o laço que nos une
é muito forte há 20 anos, desde a nossa primeira vez.
5 comentários - Sexo anal con mi hermana mayor