Olá, esta é minha primeira história, espero que gostem. Meu nome é Omar, tenho 25 anos, sou de pele branca, tenho 1,72m e trabalho com meu irmão. Ele é dono de um negócio de vendas e estamos sempre muito ocupados. Eu sou o braço direito dele, então estou sempre à disposição. Ele sempre tem alguém que o ajuda nas tarefas de casa. Vale destacar que ele é solteiro e mora sozinho em sua casa.
Tudo era normal até 4 meses atrás, quando tínhamos que fazer um pagamento e o tempo apertou. Foi então que meu irmão Javier falou: "Ô, Omar, ficou tarde para o pagamento dos recursos e não tenho mais tempo. Preciso que você vá até minha casa, pegue o dinheiro e faça o depósito." Foi quando corri para a casa dele e me deparei com a empregada doméstica, a linda Dianae, uma garota linda de 22 anos, baixinha, pele branca, umas nádegas lindas e bem empinadas, com um busto que, se não é enorme, é bem desenhado, e um rostinho de anjo que aparenta a inocência pura.
Enfim, eu sempre aproveitava qualquer momento para conversar com a Dianae, e ela sempre me acompanhava. Eu olhava nos olhos dela e dava para ver que eu gostava dela tanto quanto ela de mim. Nessa ocasião, entrei na casa e vi a Dianae de longe, como sempre, na pia. Ela vestia uma calça jeans justa que marcava bem aquelas bundinhas tão bem trabalhadas e destacava a virilha e a bucetinha gostosa dela. Cheguei e puxei conversa como sempre, mas dessa vez foi diferente.
— Ei, oi, Dianae!
— Nossa, você me assustou, seu tonto, Omar!
— Desculpa, mas no que você estava pensando pra se assustar tão fácil? Não acredito que seja das suas maldades, já que você me disse que é uma santinha. (Falei olhando nos olhos dela.)
— Perdão? Santinha, eu? Mas quem disse isso? (Ela exclamou em tom de brincadeira.)
— Quem você quer enganar? Eu sei que você é tão pura e não faria nada.
— Mm, não fala isso se você não me conhece, Omar. Você não sabe do que sou capaz.
— Melhor não falar nada, porque sei que você se assusta. (Nesse momento, eu me posicionei de frente para ela, soltando um leve sorriso.) (respiro) Ela me olhou nos olhos e eu segurei o pescoço dela com uma mão, e começamos a nos beijar com muita intensidade, como se fossem duas almas desesperadas. Minha outra mão podia sentir aquelas nádegas duras que ela tinha enquanto se aproximava mais da virilha dela. Ela gemia e eu sentia como as mãozinhas dela, de repente, já estavam no meu volume, que naquele momento já estava bem ereto. Conforme os beijos se intensificavam, a respiração ofegante dela também aumentava, era tão sexy ouvi-la toda excitada. Foi então que ela se afastou por um momento e me disse para acompanhá-la até o quarto, com o pretexto de pegar o dinheiro. Eu, sem mais delongas, segui ela até o quarto do meu irmão. Assim que entramos, ela se posicionou na frente e eu por trás, então a peguei pelas costas, segurei seu pescoço de novo e comecei a beijá-la. Ouvi um suspiro e deslizei minha mão para dentro da calça justa dela. Ela usava uma calcinha de renda branca bem sexy. Então, puxei para o lado e o que encontrei lá não se compara a nada: era a buceta gostosa dela, toda melada com os fluidos vaginais. Não consegui evitar colocar um dedo nela. Era tão molhada, tão quente, tão apertadinha. Imediatamente provei, era um sabor delicioso. Ela gemia bem baixinho e então se virou para mim, ainda com o jeans desabotoado, e começou a abrir a cueca da minha calça, onde o volume já era bem óbvio. Com as mãozinhas dela, tirou meu pau quente para fora da cueca e o colocou entre as mãos, começando a fazer um movimento de cima para baixo, enquanto continuava me beijando e eu apalpava a bunda dela. Ela fazia cada vez mais rápido, e era uma sensação muito gostosa. Dava para ver de longe que ela era experiente nisso. Enquanto ela continuava subindo e descendo com uma mão, me deitou na cama e, com a outra mão, começou a tocar minhas bolas. Depois disso, terminei de me deitar na cama e a surpresa veio depois. Senti a língua pequena e molhada da Diana começar a deslizar desde a haste. Até a ponta do meu pau, era uma sensação bem excitante. Mas o melhor veio depois, quando me inclinei pra admirar o que ela tava fazendo comigo. Ela olhou nos meus olhos e levou ele direto pra boca dela. UUfff, eu suspirei!! Ela continuou chupando e masturbando aquele pau ao mesmo tempo. Era uma delícia a boquinha dela cheia do meu pau e as mãos fazendo aquele movimento de cima pra baixo, coordenado perfeitamente com a boca. Ela me perguntava: "Cê tá gostando, papai? Ainda acha que sou uma santinha? Vai me dar seu leite, papai? Vamos, quero que você goza, corre!!" Como se fosse uma ordem, eu explodi imediatamente na boca dela. Senti um orgasmo percorrer meu corpo enquanto ela enchia a boca com meu esperma. Quanto mais ela subia e descia, maior era o prazer!!! No final, ela me olhou de novo e abriu a boca, mostrando cheia de porra, e engoliu tudo!! Só lembro da última coisa que ela disse: "E agora, cê se convenceu? Ainda temos mais encontros, embora ela não trabalhe mais na casa do meu irmão, mas isso a gente deixa pra depois. Espero que tenham gostado desse relato.
Tudo era normal até 4 meses atrás, quando tínhamos que fazer um pagamento e o tempo apertou. Foi então que meu irmão Javier falou: "Ô, Omar, ficou tarde para o pagamento dos recursos e não tenho mais tempo. Preciso que você vá até minha casa, pegue o dinheiro e faça o depósito." Foi quando corri para a casa dele e me deparei com a empregada doméstica, a linda Dianae, uma garota linda de 22 anos, baixinha, pele branca, umas nádegas lindas e bem empinadas, com um busto que, se não é enorme, é bem desenhado, e um rostinho de anjo que aparenta a inocência pura.
Enfim, eu sempre aproveitava qualquer momento para conversar com a Dianae, e ela sempre me acompanhava. Eu olhava nos olhos dela e dava para ver que eu gostava dela tanto quanto ela de mim. Nessa ocasião, entrei na casa e vi a Dianae de longe, como sempre, na pia. Ela vestia uma calça jeans justa que marcava bem aquelas bundinhas tão bem trabalhadas e destacava a virilha e a bucetinha gostosa dela. Cheguei e puxei conversa como sempre, mas dessa vez foi diferente.
— Ei, oi, Dianae!
— Nossa, você me assustou, seu tonto, Omar!
— Desculpa, mas no que você estava pensando pra se assustar tão fácil? Não acredito que seja das suas maldades, já que você me disse que é uma santinha. (Falei olhando nos olhos dela.)
— Perdão? Santinha, eu? Mas quem disse isso? (Ela exclamou em tom de brincadeira.)
— Quem você quer enganar? Eu sei que você é tão pura e não faria nada.
— Mm, não fala isso se você não me conhece, Omar. Você não sabe do que sou capaz.
— Melhor não falar nada, porque sei que você se assusta. (Nesse momento, eu me posicionei de frente para ela, soltando um leve sorriso.) (respiro) Ela me olhou nos olhos e eu segurei o pescoço dela com uma mão, e começamos a nos beijar com muita intensidade, como se fossem duas almas desesperadas. Minha outra mão podia sentir aquelas nádegas duras que ela tinha enquanto se aproximava mais da virilha dela. Ela gemia e eu sentia como as mãozinhas dela, de repente, já estavam no meu volume, que naquele momento já estava bem ereto. Conforme os beijos se intensificavam, a respiração ofegante dela também aumentava, era tão sexy ouvi-la toda excitada. Foi então que ela se afastou por um momento e me disse para acompanhá-la até o quarto, com o pretexto de pegar o dinheiro. Eu, sem mais delongas, segui ela até o quarto do meu irmão. Assim que entramos, ela se posicionou na frente e eu por trás, então a peguei pelas costas, segurei seu pescoço de novo e comecei a beijá-la. Ouvi um suspiro e deslizei minha mão para dentro da calça justa dela. Ela usava uma calcinha de renda branca bem sexy. Então, puxei para o lado e o que encontrei lá não se compara a nada: era a buceta gostosa dela, toda melada com os fluidos vaginais. Não consegui evitar colocar um dedo nela. Era tão molhada, tão quente, tão apertadinha. Imediatamente provei, era um sabor delicioso. Ela gemia bem baixinho e então se virou para mim, ainda com o jeans desabotoado, e começou a abrir a cueca da minha calça, onde o volume já era bem óbvio. Com as mãozinhas dela, tirou meu pau quente para fora da cueca e o colocou entre as mãos, começando a fazer um movimento de cima para baixo, enquanto continuava me beijando e eu apalpava a bunda dela. Ela fazia cada vez mais rápido, e era uma sensação muito gostosa. Dava para ver de longe que ela era experiente nisso. Enquanto ela continuava subindo e descendo com uma mão, me deitou na cama e, com a outra mão, começou a tocar minhas bolas. Depois disso, terminei de me deitar na cama e a surpresa veio depois. Senti a língua pequena e molhada da Diana começar a deslizar desde a haste. Até a ponta do meu pau, era uma sensação bem excitante. Mas o melhor veio depois, quando me inclinei pra admirar o que ela tava fazendo comigo. Ela olhou nos meus olhos e levou ele direto pra boca dela. UUfff, eu suspirei!! Ela continuou chupando e masturbando aquele pau ao mesmo tempo. Era uma delícia a boquinha dela cheia do meu pau e as mãos fazendo aquele movimento de cima pra baixo, coordenado perfeitamente com a boca. Ela me perguntava: "Cê tá gostando, papai? Ainda acha que sou uma santinha? Vai me dar seu leite, papai? Vamos, quero que você goza, corre!!" Como se fosse uma ordem, eu explodi imediatamente na boca dela. Senti um orgasmo percorrer meu corpo enquanto ela enchia a boca com meu esperma. Quanto mais ela subia e descia, maior era o prazer!!! No final, ela me olhou de novo e abriu a boca, mostrando cheia de porra, e engoliu tudo!! Só lembro da última coisa que ela disse: "E agora, cê se convenceu? Ainda temos mais encontros, embora ela não trabalhe mais na casa do meu irmão, mas isso a gente deixa pra depois. Espero que tenham gostado desse relato.
8 comentários - A empregada gostosa do meu irmão
Hermano dedícate a otra cosa