Marta olhou pro relógio, faltavam dois minutos pras 11 da manhã, ela tava indo acelerada pelo corredor em direção aos banheiros dos professores, entrou no feminino, conferiu que nenhuma das duas cabines tava ocupada —ainda bem que não tem ninguém— falou pra si mesma, enquanto entrava na cabine do fundo e trancava a porta. As mãos dela subiram a saia preta até a cintura, ela baixou a calcinha até os joelhos, sentou na privada e abriu as pernas.
Ela tava com o celular na mão, abriu o WhatsApp e se preparou pra mandar a mensagem de voz que enviava todo dia às 11 em ponto da manhã:
—Mensagem da Marta hoje, sexta-feira, dia 14 de junho de 2019. Quero dizer pro meu dono que a mulher dele, Marta, tá com tesão, molhada e pronta, pro que ele quiser, quando quiser e onde quiser. Meu dono não vai precisar de uma puta, porque eu sou a puta dele, a mais fiel e obediente que ele pode achar. Meu dono não vai precisar de uma puta, porque eu sou a puta dele, a mais complacente e disposta que tem. Você é meu dono e eu sou sua mulher, por isso vou te mandar essa mensagem todo dia pra você nunca esquecer— apertou o botão de enviar e esperou.
Uns segundos depois, tocou o aviso da resposta —muito bem, assim que eu gosto, tô afim de te ver, deixa ela dura, se você deixar o pau do seu homem duro, pode se tocar, putinha—, Marta apertou a opção de videochamada, pegou o celular com a mão esquerda, esticou o braço pra dar o panorama mais amplo possível, focou nos pés dela, ela tava usando uns sapatos pretos de salto não muito alto, meias pretas até a coxa, subiu um pouco mais o foco da câmera, a saia dela arregaçada na cintura deixava ver as pernas abertas, tudo que a calcinha branca esticada na altura dos joelhos permitia.
—Tira essa porra de calcinha, não tô conseguindo ver direito a buceta— ouviu
Marta se apressou a baixar com a mão direita sem perder o foco e tirou ela toda.
—Guarda na bolsa, você não vai precisar— e ela obedeceu
Agora ela abriu as pernas completamente e apontou a câmera do celular direto pra sua entreperna, as meias pretas altas na coxa deixavam à mostra sua pele morena, bem bronzeada, mas bem na altura da virilha dava pra ver claramente a marca do biquíni e aquele bronzeado intenso dava lugar a um branco puro que fazia destacar ainda mais a vasta moita de pelo preto do seu púbis, aparada bem rente às virilhas, aquele tapete generoso escondia completamente sua buceta, disfarçando a entrada da sua vagina.
— Abre a buceta com os dedos, quero ver MINHA puta bem aberta pra mim —
Marta obedeceu e com dois dedos da mão direita separou os lábios da buceta pra mostrar uma entrada rosada da sua vagina, brilhando de tesão, os dedos ficaram ensopados só de roçar nos lábios vaginais, ela estava molhada, muito molhada, excitava ela pra caralho saber que deixava o pau do seu Dono duro vendo ela daquele jeito.
— Tira os peitos pra fora —
Marta soltou os lábios da buceta e subiu a mão, ela usava uma blusa branca, abotoada até em cima de forma discreta, a blusa era meio larga mas apertava bem na altura do peito por causa da pressão dos peitos generosos dela, foi soltando os botões um por um até deixar ela completamente aberta, um sutiã branco de aro, fechado, não muito provocante mas que segurava bem os peitões dela ficou à mostra.
— Sabe que seu Dono gosta que você vá sem sutiã, gosto de ver seus peitos balançando quando você anda, parece uma santinha com essa armadura —
Marta baixou a cabeça, não gostava de contrariar os caprichos do seu Dono, mas ele sabia perfeitamente que ela não podia fazer aquilo, ela era professora de colégio, nunca gostou de chamar atenção e muito menos com os alunos adolescentes dela. Ela trabalhava num colégio religioso onde mantinham o ensino separado, turmas só de meninos ou só de meninas, a imagem no colégio era muito importante, os alunos usavam todos uniformes, as professoras Eram uma clara minoria num corpo docente de homens maduros.
Perdida em seus pensamentos, uma frase a fez reagir:
— Já te falei pra tirar esses peitos pra fora, foxy.
Marta levou a mão ao fecho central do sutiã. Tinha decidido comprar os de fecho na frente depois do primeiro dia em que seu Dono pediu um número parecido no banheiro. Marta usava um tamanho 100 de copa D generosa. Soltou o fecho, e a pressão dos peitos os deixou completamente à mostra. A marca do biquíni se destacava, o contraste da pele tão bronzeada com aqueles peitos tão brancos, que definiam perfeitamente o contorno da linha que o biquíni escondia quando ela tomava sol.
— Gosto de te ver nua, ver claramente o que os outros veem e o que não veem. É muito excitante ver esse tapete preto emoldurado nessa pele tão branca, igual à rabeta e os peitos, eles se destacam demais — dizia seu dono habitualmente quando a via toda tarde nua. E ela adorava se sentir desejada, ver como o corpo dela deixava a rola do amante tão dura. Aquele macho dominante a enlouquecia de desejo. Por isso, apesar das reticências iniciais, não demorou a se deixar convencer a posar nua para o amante, que a gravava em vídeo e tirava fotos, indistintamente, em todo tipo de pose obscena: com roupa, sem roupa, com fantasias que ele dava de presente toda semana — de empregada, de enfermeira, de secretária. A fantasia daquele homem não tinha fim, e ela adorava ser o objeto de desejo dele.
Aos 36 anos, mantinha um peito firme, nada fácil devido ao tamanho considerável. Era muito ligada em esporte e frequentava a academia. Graças a isso e à dieta, se mantinha bem magra, o que fazia suas curvas se destacarem ainda mais. O peito generoso e os quadris largos davam lugar a um rabão poderoso. Sem dúvida, suas curvas, muito a contragosto dela, chamavam muita atenção. As aréolas dos peitos eram grandes, escuras, pareciam duas bolachinhas terminadas em mamilos grandes e pontudos, que agora estavam... Ele tava duro, muito duro, doía de tesão.
— Com essa saia preta e essa blusa branca você parece uma garçonete — disse o homem — mas não uma garçonete do jeito que eu gosto. Gosto de te ver como ontem, com aquele disfarce de garçonete sexy, com aquela saia preta tão curtinha que deixava ver sua bunda e sua buceta, e aquele decote tão grande que quase seus peitos caíam pra fora. Hummm, assim sim gosto de te ver, sua putinha minha.
— Esse é o uniforme da escola — disse Marta, resignada — sabe que quando posso, gosto de vestir tudo que te deixa com tesão, meu Dono — completou.
— As garçonetes pelo menos vão mais decotadas pra motivar os clientes. Não gosto de te ver tão abotoada, parece uma freira. Solta uns botões pra deixar o canal à mostra, os caras vão agradecer.
— Sabe que não posso, desculpa — disse resignada de novo.
De repente, Marta ouviu o som da porta do banheiro. Alguém entrava. O nervosismo tomou conta dela e, sem pensar duas vezes, desligou a videochamada. Segundos depois, recebeu uma mensagem no WhatsApp: — Hoje você negou dois desejos e desligou na minha cara sem pedir permissão. Tô muito puto. Nem pense em colocar calcinha de novo. Não quero desculpas. Ninguém vai saber se você tá usando ou não, e vou verificar quando você sair.
— Desculpa, alguém entrou no banheiro — respondeu Marta, meio alterada pela interrupção.
— Não enche meu saco. Primeiro sou eu, depois os outros. Se precisar desligar, pede permissão. Se não estiver disposta a me pedir permissão pra tudo que fizer, não serve pra ser minha mulher. Quero saber se você tá disposta, com todas as consequências, a ser minha mulher, minha putinha e minha vadia. Não adianta me falar todo dia se depois não cumpre.
— Eu me esforço, eu tento. Tudo isso é novo pra mim. Quero te agradar, mas você tem que entender que tenho uma vida pessoal e profissional — respondeu Marta.
— Seu marido é um banana, um office boy meia-boca, sem caráter. Você tá insatisfeita sexualmente com ele há muito tempo. Te Ele mete a cada quinze dias e goza em cinco minutos, você nunca teve um orgasmo com ele. Te conheci perdida, procurando um macho que te macetasse direito, você tava precisando muito e desde então tá bem comida, todo dia tem sua ração de pau que tanto deseja. Você goza como uma puta safada desde que tem o macho dominante com quem fantasiava. Sei que agora minha puta tá com a buceta escorrendo porque se molha quando te chamo. Tem uma vida? EU SOU SUA VIDA, não esquece ou vai voltar a ficar sozinha como a vagabunda de rua que encontrei.
Marta ficou travada ao ler a mensagem, ele tinha razão, o marido dela era uma boa pessoa mas nunca soube satisfazê-la no sexo e de repente tinha aparecido na vida dela o macho com quem ela sempre fantasiava quando se masturbava. Um macho dominante que a fazia sentir viva, desejada, que a montava com força como sempre sonhou, aquelas palmadas na bunda que ele sabia dosar tão bem, a linha entre a dor e o prazer era muito fina e aquele homem sabia perfeitamente fazê-la andar nessa linha que a arrepiava de prazer. Casou-se aos vinte anos, grávida da única filha, do único homem que conhecera intimamente até então, até que há dois meses conheceu quem agora chamava de "dono".
Lembrou daquela tarde, uma reunião de pais de alunos com os professores do colégio que acontecia periodicamente, sua filha Silvia se aproximou para apresentar um amigo da escola, Rubén, que estava acompanhado do pai dele, Juan, recém-separado, um homem na casa dos 40, alto, forte, moreno, elegantemente vestido, atencioso, conversador. Justamente a conversa dele foi o que a cativou, tinham tantas coisas em comum, hobbies, gosto pela mesma música, viagens, parecia uma alma gêmea e Marta ficou encantada. Trocaram os números e no dia seguinte recebeu uma ligação para tomar um café na saída da aula, uma coisa levou à outra e um par de horas depois estavam num Um quarto de hotel, fodendo como coelhos e tendo um orgasmo atrás do outro, como nunca tinha tido. Desde aquele dia, a situação se repetia todos os dias da semana depois das aulas.
— Você é a minha vida — respondeu Marta, secamente, enquanto lembrava das cenas vividas nos últimos dois meses. Mas não obteve resposta. Continuava sentada no banheiro, com as pernas abertas, estava excitada, muito excitada, mas não ousava se tocar. Seu dono não tinha mandado. Sabia que só podia fazer quando ele pedia, e desejava tanto que ele mandasse, aff. O intervalo estava quase acabando, e ela teria que voltar a dar aula. Depois do recreio, era a aula em que estava Rubén, o filho do amante.
Marta não tirava os olhos do celular, esperando, como quase todo dia, a ordem para se tocar, para gozar pensando no seu dono. Mas a ordem não vinha. — Porra, não vou ter tempo — pensou Marta. Ele conhecia os gostos dela perfeitamente, nunca precisava pedir, mas hoje parecia disposto a castigá-la, e isso aumentava ainda mais a vontade de se tocar, de gozar pensando nele. Ela se decidiu a escrever:
— Sua mulher está molhada, sua puta precisa gozar. Posso me tocar? — Nunca tinha pedido. Olhou a mensagem antes de ousar enviar. Finalmente apertou o botão de enviar…
— Maldita foxy mimada, só pensa em você. A partir de hoje, vai pensar em mim, no que o seu Dono tem vontade. E hoje não tenho vontade que você faça isso. Não vai gozar de novo até me provar tudo o que está disposta a fazer por mim, pelo seu DONO.
— O que você quer que eu faça? Eu gosto de te agradar, sempre faço — respondeu Marta, angustiada.
— Meu filho me ligou. Caiu no recreio jogando futebol, você sabe como esses moleques são. Acho que se machucou, levou uma bolada forte ou algo assim. Quero que você vá para a aula, passe tarefas pros alunos e leve ele pra enfermaria pra cuidar. —Claro, não sabia de nada, já vou indo, fica tranquilo — respondeu Marta, preocupada que o moleque não tivesse se machucado feio.
—Bom, não esperava menos de você. Hoje não vai usar calcinha, guarda na bolsa, não precisa dela. Quero que você continue molhada, quente e pronta pra MIM — Marta leu essa última mensagem. Já tinha a calcinha na bolsa, ele já tinha mandado guardar antes. Ela vestiu o sutiã de novo, abotoou a blusa direitinho e saiu do banheiro, indo pra sala de aula.
Entrou. 25 moleques formavam a turma do ensino médio, bagunceiros, no auge da adolescência. Não dava pra disfarçar que todos estavam com os hormônios à flor da pele, mas ela já tava acostumada a lidar com isso. Já eram 10 anos como professora no colégio e ela tinha conquistado o respeito de todos os colegas e alunos. Não à toa tinha fama de durona e era apelidada de "a sargenta".
Procurou o Rubén com o olhar. Ele tava sentado na primeira fila, como o pai dele tinha pedido quando a conheceu: "Quero que você fique de olho nele", disse. — Rubén, me disseram que você se machucou no recreio — ele confirmou, com cara de dor e as mãos segurando a virilha. Parecia que a bolada tinha acertado os bagos.
Vários moleques da sala não disfarçavam as risadas e zoação pelo lugar onde ele reclamava. — Vamos, galera, calma, é uma área que dói pra caralho. SILÊNCIO, TODO MUNDO! Vocês vão preparar um resumo da aula de ontem. Vamos, depois eu vou revisar e vai valer nota na avaliação… E você, Rubén, vem comigo. Vamos pra enfermaria.
Fez-se silêncio na sala. Todo mundo abriu os livros. Rubén se levantou e, encurvado, sem tirar as duas mãos da virilha, saiu da sala acompanhado pela professora. Eles saíram da área das salas e atravessaram o pátio do recreio. A enfermaria ficava perto da academia. Naquela hora não tinha ninguém, porque todas as aulas de educação física eram no começo da manhã.
Marta tirou uma chave mestra pequena da bolsa. Todas as Os professores tinham uma chave pra fechar as salas de aula e abrir algumas áreas comuns, como a academia ou a enfermaria. A enfermaria era um quartinho, uma maca encostada na parede, um armário com os curativos mais urgentes pra pancadas, quedas e machucados pequenos. Também tinha um freezer pequeno onde guardavam bolsas de gelo gelado, ótimas pra contraturas, hematomas, que evitavam a inflamação típica das contusões.
— Deita na maca, Rubén, o melhor é você aplicar uma bolsa de gelo gelado por cima da calça, o frio vai evitar a inflamação da pancada, acho que não tem ferimento — disse ela.
Rubén é um gato de rosto, magro, alto, esportista, trincado, moreno igual ao pai, o típico moleque que faz as novinhas da idade dele se apaixonarem, um pouco bagunceiro e sem vergonha, mas nada que Marta já não estivesse acostumada a controlar.
— Ferimento acho que não, mas inflamado tá pra caralho — falou o moleque se deitando na maca e abaixando a calça do uniforme e a cueca, enquanto Marta, de costas pra ele, pegava uma bolsa de gelo do freezer.
— Calma, um tempinho com essa bolsa em cima e você vai ver como acalma — disse Marta enquanto se virava, mas qual não foi a surpresa dela ao ver que o moleque tinha abaixado a calça e a cueca até os joelhos e tava exibindo uma ereção monstra.
— Mas que porra é essa, o que você pensa que é, pivete?, se veste agora mesmo — falou a professora puta da vida
O moleque tava com o celular na mão e, enquanto Marta pegava a bolsa de gelo gelado, tinha ligado pro pai dele — atende o telefone, é meu pai — disse sério, sem fazer questão de se vestir
— Por mais que seja seu filho, não tolero essa cara de pau, o que esse fedelho pensa?, manda ele se vestir e sair daqui agora, não quero ter que dar parte pra direção pra expulsarem ele…” mas a voz do Juan fez ela calar a boca
— Calma, Marta, relaxa e me escuta bem…”, Marta não tava a fim, continuava insistindo pra ele mandar o moleque se vestir e vazar… — “CALTA A BOCA, TE MANDEI DISSE PRA ME OUVIR, PORRA", finalmente parecia mais calma, tinha virado de costas pra não olhar pro Rubén
- Você sabe que eu tenho muita confiança no meu filho, muita, somos tipo colegas, compartilhamos várias coisas, até não tinha te falado mas já levei ele várias vezes pra putaria comigo e ele se comportou como um verdadeiro garanhão, tô muito orgulhoso dele. Meu filho precisa de muito carinho desde que a mãe dele nos deixou..." dizia Juan
- "Por que você tá me contando tudo isso? Não me importa nada a relação de vocês, pai e filho, não sou ninguém pra me meter nisso, embora não ache nada certo o que você tá me contando, nossa relação é à parte do seu filho assim como é à parte da minha família..." respondeu Marta
- "ME ESCUTA, PORRA..." gritou Juan - o moleque tá na idade de ter fantasias com a professora dele e ainda mais desde que sabe que o pai come ela, o garoto me pergunta e eu tive que falar o quanto você é gostosa na cama e o quanto te deixa com tesão ser tratada como uma puta, como uma puta, bah, nem te conto como ele ficou quando eu contei..."
- Mas, mas... você é um porco, como você ousa contar essas coisas pro seu filho e ainda sabendo que ele é meu aluno, você é louco? nãoooo louco não, você é doente-
- CALA A BOCA, eu falei pra me ouvir, foxy.. - isso, assim tá melhor, há pouco você me pedia permissão pra se tocar, pra gozar pensando em mim, então quero que você faça isso agora, quero que você sente na frente da maca, abra as pernas, tire os peitos pra fora e se toque na buceta até gozar, o moleque só tem a fantasia de bater uma punheta vendo a professora dele e eu vou dar esse gosto pra ele...
Nem sonhe, você é louco? Quem você pensa que eu sou, uma puta de programa pra você comer com seu filho? Agora mesmo vou pra diretoria, juro que vou fazer ele ser expulso,.......
- Você mesma disse, você é uma puta igual as que eu pago, com a diferença que você eu não pago, porque você faz porque gosta, igual as boas vadias, VOCÊ É UMA PUTA MARTA, uma puta que eu gravei todos os encontros no hotel, todas as sacanagens que você fez e falou, TODAS, você tem duas opções:
se sair da enfermaria agora, eu vou garantir que todos esses vídeos sejam vistos por todos os alunos da escola, os pais deles, os professores, sua filha, seu marido… TODOS que você conhece, tenho todos os seus contatos das redes sociais, do seu celular, tenho cópia de tudo, e todo mundo vai bater punheta vendo o quão puta você é, vão te mandar embora do trabalho e você provavelmente vai perder sua família.
ou então, você fica, se masturba pra que meu filho bata punheta te vendo e realize a fantasia dele, e tudo continua igual, ninguém vai saber.
PENSE BEM, MUITO BEM, você decide…
Marta sabia perfeitamente que ele era capaz de cumprir a ameaça, sabia muito bem, estava entre a espada e a parede, queria gritar de raiva, sair correndo, chorar, se arrependia de ter caído nas garras daquele doente e traído o marido, a família, mas agora já era tarde demais, estava presa…
– Acorda, você não tem muito tempo, lembra que seus alunos estão sozinhos na sala, alguém pode aparecer… acho que você não valoriza muito seu trabalho, sua família, sua vida…
– Maldito porco, claro que valorizo, você não pode me obrigar a fazer isso, é loucura, por favor, por favor, me diz que é só pra me assustar… me diz isso–
– Você já está assustada, sim, posso te obrigar e sei que você vai fazer, vai ser uma boa puta, muito boa, vai sentar agora mesmo na cadeira, meu filho vai te dar uma venda pra tampar seus olhos e você não ver ele batendo punheta, ele tem vergonha, hahaha, vai abrir bem as pernas pra ele ver bem sua buceta peluda e vai tirar os peitos pra fora, depois vai se masturbar até gozar, igual faz pra mim quando eu peço, e vai falar a mesma coisa, exatamente igual, que quando você está comigo e age como uma puta no cio, FAZ ISSO AGORA, PUTA–
Ruben ouvia perfeitamente a conversa sem precisar de viva-voz, a pequena O silêncio da sala facilitava que fosse assim. Ele tirou do bolso uma venda preta:
— Senta, vou colocar eu mesmo, não confio que você faça direito.
Marta, sem alternativa, sentou na cadeirinha que tinha no quarto e deixou o garoto colocar a venda nos olhos dela. Depois, ele pediu o celular dela e ela ouviu ele falando com o pai:
— Pai, deixei no viva-voz, ela já está vendada.
O garoto pegou o celular e colocou no modo de vídeo para gravar a cena, sem que Marta, claro, soubesse de nada.
— Começa — disse o garoto.
Marta não tinha escolha. Igual antes, no banheiro, ela abriu as pernas, deixando à mostra aquela buceta peluda, e continuou desabotoando a blusa, abrindo o sutiã do mesmo jeito que no banheiro, deixando à mostra aqueles dois peitões grandes, completamente aberta, exposta para que aquele moleque batesse uma punheta gostoso vendo a professora dele, humilhada, obrigada pelas ameaças do amante dela.
O moleque batia uma com gosto, sem parar de gravar ela de vários ângulos: de cima pra baixo, de lado, de baixo pra cima, close-ups, planos gerais.
— Agora pode se tocar, sua puta, e falar a mesma coisa que fala pro meu pai. Ele tá ouvindo no viva-voz. Não tenta me enganar, fala a mesma coisa que fala pra ele. A MESMA COISA, sua puta.
O garoto aumentou o tom de voz, como se fosse o pai dele. Tal pai, tal filho.
Marta, sem outra opção, tentava pensar que estava no hotel com o amante, e não na escola com o filho dele. Precisava pensar no amante, como tantas tardes tinha feito para lembrar as palavras que repetia tantas tardes quando se masturbava para ele antes de ele montar nela. Então, começou a deslizar os dedos da mão direita devagar sobre a boceta, enquanto com a outra mão acariciava os peitos, apalpava, apertava os bicos. A mente dela a levava para o quarto do hotel onde tinham os encontros. Por um momento, conseguiu pensar que estava lá, com o amante. As carícias dela ficaram mais fortes. movimentos mais rápidos e começou a falar…
- Sua mulher tá quente, molhada e pronta, pro que você quiser, onde quiser e quando quiser. Meu dono não vai precisar de uma puta porque eu sou a puta dele, a mais fiel e obediente que ele pode encontrar. Meu dono não vai precisar de uma puta porque eu sou a puta dele, a mais gostosa e disposta. Sua mulher vai gozar pra você, sua puta vai gozar pra você, sua puta vai gozar pra você. Sou uma vadia, uma rabuda, uma puta, sua piranha, pode fazer o que quiser comigo, só vou gozar quando você mandar, me pede e eu faço, PEDE PRA SUA PUTA GOZAR, pede pra ela - dizia Marta que por um instante tinha a mente no quarto do hotel e esquecida onde estava, realmente excitada e prestes a gozar acelerava os movimentos esperando a ordem do seu dono, ansiosa, suada, com a buceta encharcada prestes a explodir.
- GOZA PUTA - disse Rubén, o moleque também tava prestes a gozar e se punhetava compulsivamente, - GOZA LOGO PUTA -
Marta apertou com força o clitóris, alternando com dois dedos que entravam e saíam da buceta com força.
- SIMM, TÔ GOZANDO, SUA PUTA TÁ GOZANDO - um orgasmo forte que causou vários espasmos que a fizeram balançar e sacudir o corpo inteiro, enquanto a buceta dela produzia um squirt escandaloso, como se tivesse mijando um jorro enorme de fluido misturado com urina espirrou pela sala toda deixando o chão encharcado.
- Levanta puta, levanta e vira, quero ver sua raba pra gozar, abre bem as pernas, abre bem as nádegas com as duas mãos, quero ver seu cu, se inclina pra frente, assim rabuda, assim, mmmm, que puta você é prof, que puta, vou gozar porra, tô gozandooo - enquanto dizia isso com a mão esquerda não parava de gravar a professora, close no cu aberto, nos peitos balançando, plano geral do quarto pra mostrar que tava na enfermaria, enquanto com a mão direita esmagava a pica. Força...
Ruben, vendo aquela buceta aberta em primeiro plano e aqueles peitões pendurados da professora, não aguentou mais e gozou ali mesmo, de pé na frente da Marta, sem parar de gravar enquanto vários jatos de porra caíam no chão, em cima da poça que a professora tinha deixado.
— Porra, que gozada, puta que você é, meu pai tinha razão, você é uma vagabunda mesmo, nunca vi nem na internet alguém gozar assim, caralho — o garoto bufou, subindo a calça e finalizando a gravação daquele vídeo que guardaria como se fosse ouro.
O garoto se aproximou da Marta e tirou a venda dos olhos dela, guardando-a. — Vou pra aula, limpa tudo isso, puta — disse, sem esperar resposta.
Ela tava com o celular na mão, abriu o WhatsApp e se preparou pra mandar a mensagem de voz que enviava todo dia às 11 em ponto da manhã:
—Mensagem da Marta hoje, sexta-feira, dia 14 de junho de 2019. Quero dizer pro meu dono que a mulher dele, Marta, tá com tesão, molhada e pronta, pro que ele quiser, quando quiser e onde quiser. Meu dono não vai precisar de uma puta, porque eu sou a puta dele, a mais fiel e obediente que ele pode achar. Meu dono não vai precisar de uma puta, porque eu sou a puta dele, a mais complacente e disposta que tem. Você é meu dono e eu sou sua mulher, por isso vou te mandar essa mensagem todo dia pra você nunca esquecer— apertou o botão de enviar e esperou.
Uns segundos depois, tocou o aviso da resposta —muito bem, assim que eu gosto, tô afim de te ver, deixa ela dura, se você deixar o pau do seu homem duro, pode se tocar, putinha—, Marta apertou a opção de videochamada, pegou o celular com a mão esquerda, esticou o braço pra dar o panorama mais amplo possível, focou nos pés dela, ela tava usando uns sapatos pretos de salto não muito alto, meias pretas até a coxa, subiu um pouco mais o foco da câmera, a saia dela arregaçada na cintura deixava ver as pernas abertas, tudo que a calcinha branca esticada na altura dos joelhos permitia.
—Tira essa porra de calcinha, não tô conseguindo ver direito a buceta— ouviu
Marta se apressou a baixar com a mão direita sem perder o foco e tirou ela toda.
—Guarda na bolsa, você não vai precisar— e ela obedeceu
Agora ela abriu as pernas completamente e apontou a câmera do celular direto pra sua entreperna, as meias pretas altas na coxa deixavam à mostra sua pele morena, bem bronzeada, mas bem na altura da virilha dava pra ver claramente a marca do biquíni e aquele bronzeado intenso dava lugar a um branco puro que fazia destacar ainda mais a vasta moita de pelo preto do seu púbis, aparada bem rente às virilhas, aquele tapete generoso escondia completamente sua buceta, disfarçando a entrada da sua vagina.
— Abre a buceta com os dedos, quero ver MINHA puta bem aberta pra mim —
Marta obedeceu e com dois dedos da mão direita separou os lábios da buceta pra mostrar uma entrada rosada da sua vagina, brilhando de tesão, os dedos ficaram ensopados só de roçar nos lábios vaginais, ela estava molhada, muito molhada, excitava ela pra caralho saber que deixava o pau do seu Dono duro vendo ela daquele jeito.
— Tira os peitos pra fora —
Marta soltou os lábios da buceta e subiu a mão, ela usava uma blusa branca, abotoada até em cima de forma discreta, a blusa era meio larga mas apertava bem na altura do peito por causa da pressão dos peitos generosos dela, foi soltando os botões um por um até deixar ela completamente aberta, um sutiã branco de aro, fechado, não muito provocante mas que segurava bem os peitões dela ficou à mostra.
— Sabe que seu Dono gosta que você vá sem sutiã, gosto de ver seus peitos balançando quando você anda, parece uma santinha com essa armadura —
Marta baixou a cabeça, não gostava de contrariar os caprichos do seu Dono, mas ele sabia perfeitamente que ela não podia fazer aquilo, ela era professora de colégio, nunca gostou de chamar atenção e muito menos com os alunos adolescentes dela. Ela trabalhava num colégio religioso onde mantinham o ensino separado, turmas só de meninos ou só de meninas, a imagem no colégio era muito importante, os alunos usavam todos uniformes, as professoras Eram uma clara minoria num corpo docente de homens maduros.
Perdida em seus pensamentos, uma frase a fez reagir:
— Já te falei pra tirar esses peitos pra fora, foxy.
Marta levou a mão ao fecho central do sutiã. Tinha decidido comprar os de fecho na frente depois do primeiro dia em que seu Dono pediu um número parecido no banheiro. Marta usava um tamanho 100 de copa D generosa. Soltou o fecho, e a pressão dos peitos os deixou completamente à mostra. A marca do biquíni se destacava, o contraste da pele tão bronzeada com aqueles peitos tão brancos, que definiam perfeitamente o contorno da linha que o biquíni escondia quando ela tomava sol.
— Gosto de te ver nua, ver claramente o que os outros veem e o que não veem. É muito excitante ver esse tapete preto emoldurado nessa pele tão branca, igual à rabeta e os peitos, eles se destacam demais — dizia seu dono habitualmente quando a via toda tarde nua. E ela adorava se sentir desejada, ver como o corpo dela deixava a rola do amante tão dura. Aquele macho dominante a enlouquecia de desejo. Por isso, apesar das reticências iniciais, não demorou a se deixar convencer a posar nua para o amante, que a gravava em vídeo e tirava fotos, indistintamente, em todo tipo de pose obscena: com roupa, sem roupa, com fantasias que ele dava de presente toda semana — de empregada, de enfermeira, de secretária. A fantasia daquele homem não tinha fim, e ela adorava ser o objeto de desejo dele.
Aos 36 anos, mantinha um peito firme, nada fácil devido ao tamanho considerável. Era muito ligada em esporte e frequentava a academia. Graças a isso e à dieta, se mantinha bem magra, o que fazia suas curvas se destacarem ainda mais. O peito generoso e os quadris largos davam lugar a um rabão poderoso. Sem dúvida, suas curvas, muito a contragosto dela, chamavam muita atenção. As aréolas dos peitos eram grandes, escuras, pareciam duas bolachinhas terminadas em mamilos grandes e pontudos, que agora estavam... Ele tava duro, muito duro, doía de tesão.
— Com essa saia preta e essa blusa branca você parece uma garçonete — disse o homem — mas não uma garçonete do jeito que eu gosto. Gosto de te ver como ontem, com aquele disfarce de garçonete sexy, com aquela saia preta tão curtinha que deixava ver sua bunda e sua buceta, e aquele decote tão grande que quase seus peitos caíam pra fora. Hummm, assim sim gosto de te ver, sua putinha minha.
— Esse é o uniforme da escola — disse Marta, resignada — sabe que quando posso, gosto de vestir tudo que te deixa com tesão, meu Dono — completou.
— As garçonetes pelo menos vão mais decotadas pra motivar os clientes. Não gosto de te ver tão abotoada, parece uma freira. Solta uns botões pra deixar o canal à mostra, os caras vão agradecer.
— Sabe que não posso, desculpa — disse resignada de novo.
De repente, Marta ouviu o som da porta do banheiro. Alguém entrava. O nervosismo tomou conta dela e, sem pensar duas vezes, desligou a videochamada. Segundos depois, recebeu uma mensagem no WhatsApp: — Hoje você negou dois desejos e desligou na minha cara sem pedir permissão. Tô muito puto. Nem pense em colocar calcinha de novo. Não quero desculpas. Ninguém vai saber se você tá usando ou não, e vou verificar quando você sair.
— Desculpa, alguém entrou no banheiro — respondeu Marta, meio alterada pela interrupção.
— Não enche meu saco. Primeiro sou eu, depois os outros. Se precisar desligar, pede permissão. Se não estiver disposta a me pedir permissão pra tudo que fizer, não serve pra ser minha mulher. Quero saber se você tá disposta, com todas as consequências, a ser minha mulher, minha putinha e minha vadia. Não adianta me falar todo dia se depois não cumpre.
— Eu me esforço, eu tento. Tudo isso é novo pra mim. Quero te agradar, mas você tem que entender que tenho uma vida pessoal e profissional — respondeu Marta.
— Seu marido é um banana, um office boy meia-boca, sem caráter. Você tá insatisfeita sexualmente com ele há muito tempo. Te Ele mete a cada quinze dias e goza em cinco minutos, você nunca teve um orgasmo com ele. Te conheci perdida, procurando um macho que te macetasse direito, você tava precisando muito e desde então tá bem comida, todo dia tem sua ração de pau que tanto deseja. Você goza como uma puta safada desde que tem o macho dominante com quem fantasiava. Sei que agora minha puta tá com a buceta escorrendo porque se molha quando te chamo. Tem uma vida? EU SOU SUA VIDA, não esquece ou vai voltar a ficar sozinha como a vagabunda de rua que encontrei.
Marta ficou travada ao ler a mensagem, ele tinha razão, o marido dela era uma boa pessoa mas nunca soube satisfazê-la no sexo e de repente tinha aparecido na vida dela o macho com quem ela sempre fantasiava quando se masturbava. Um macho dominante que a fazia sentir viva, desejada, que a montava com força como sempre sonhou, aquelas palmadas na bunda que ele sabia dosar tão bem, a linha entre a dor e o prazer era muito fina e aquele homem sabia perfeitamente fazê-la andar nessa linha que a arrepiava de prazer. Casou-se aos vinte anos, grávida da única filha, do único homem que conhecera intimamente até então, até que há dois meses conheceu quem agora chamava de "dono".
Lembrou daquela tarde, uma reunião de pais de alunos com os professores do colégio que acontecia periodicamente, sua filha Silvia se aproximou para apresentar um amigo da escola, Rubén, que estava acompanhado do pai dele, Juan, recém-separado, um homem na casa dos 40, alto, forte, moreno, elegantemente vestido, atencioso, conversador. Justamente a conversa dele foi o que a cativou, tinham tantas coisas em comum, hobbies, gosto pela mesma música, viagens, parecia uma alma gêmea e Marta ficou encantada. Trocaram os números e no dia seguinte recebeu uma ligação para tomar um café na saída da aula, uma coisa levou à outra e um par de horas depois estavam num Um quarto de hotel, fodendo como coelhos e tendo um orgasmo atrás do outro, como nunca tinha tido. Desde aquele dia, a situação se repetia todos os dias da semana depois das aulas.
— Você é a minha vida — respondeu Marta, secamente, enquanto lembrava das cenas vividas nos últimos dois meses. Mas não obteve resposta. Continuava sentada no banheiro, com as pernas abertas, estava excitada, muito excitada, mas não ousava se tocar. Seu dono não tinha mandado. Sabia que só podia fazer quando ele pedia, e desejava tanto que ele mandasse, aff. O intervalo estava quase acabando, e ela teria que voltar a dar aula. Depois do recreio, era a aula em que estava Rubén, o filho do amante.
Marta não tirava os olhos do celular, esperando, como quase todo dia, a ordem para se tocar, para gozar pensando no seu dono. Mas a ordem não vinha. — Porra, não vou ter tempo — pensou Marta. Ele conhecia os gostos dela perfeitamente, nunca precisava pedir, mas hoje parecia disposto a castigá-la, e isso aumentava ainda mais a vontade de se tocar, de gozar pensando nele. Ela se decidiu a escrever:
— Sua mulher está molhada, sua puta precisa gozar. Posso me tocar? — Nunca tinha pedido. Olhou a mensagem antes de ousar enviar. Finalmente apertou o botão de enviar…
— Maldita foxy mimada, só pensa em você. A partir de hoje, vai pensar em mim, no que o seu Dono tem vontade. E hoje não tenho vontade que você faça isso. Não vai gozar de novo até me provar tudo o que está disposta a fazer por mim, pelo seu DONO.
— O que você quer que eu faça? Eu gosto de te agradar, sempre faço — respondeu Marta, angustiada.
— Meu filho me ligou. Caiu no recreio jogando futebol, você sabe como esses moleques são. Acho que se machucou, levou uma bolada forte ou algo assim. Quero que você vá para a aula, passe tarefas pros alunos e leve ele pra enfermaria pra cuidar. —Claro, não sabia de nada, já vou indo, fica tranquilo — respondeu Marta, preocupada que o moleque não tivesse se machucado feio.
—Bom, não esperava menos de você. Hoje não vai usar calcinha, guarda na bolsa, não precisa dela. Quero que você continue molhada, quente e pronta pra MIM — Marta leu essa última mensagem. Já tinha a calcinha na bolsa, ele já tinha mandado guardar antes. Ela vestiu o sutiã de novo, abotoou a blusa direitinho e saiu do banheiro, indo pra sala de aula.
Entrou. 25 moleques formavam a turma do ensino médio, bagunceiros, no auge da adolescência. Não dava pra disfarçar que todos estavam com os hormônios à flor da pele, mas ela já tava acostumada a lidar com isso. Já eram 10 anos como professora no colégio e ela tinha conquistado o respeito de todos os colegas e alunos. Não à toa tinha fama de durona e era apelidada de "a sargenta".
Procurou o Rubén com o olhar. Ele tava sentado na primeira fila, como o pai dele tinha pedido quando a conheceu: "Quero que você fique de olho nele", disse. — Rubén, me disseram que você se machucou no recreio — ele confirmou, com cara de dor e as mãos segurando a virilha. Parecia que a bolada tinha acertado os bagos.
Vários moleques da sala não disfarçavam as risadas e zoação pelo lugar onde ele reclamava. — Vamos, galera, calma, é uma área que dói pra caralho. SILÊNCIO, TODO MUNDO! Vocês vão preparar um resumo da aula de ontem. Vamos, depois eu vou revisar e vai valer nota na avaliação… E você, Rubén, vem comigo. Vamos pra enfermaria.
Fez-se silêncio na sala. Todo mundo abriu os livros. Rubén se levantou e, encurvado, sem tirar as duas mãos da virilha, saiu da sala acompanhado pela professora. Eles saíram da área das salas e atravessaram o pátio do recreio. A enfermaria ficava perto da academia. Naquela hora não tinha ninguém, porque todas as aulas de educação física eram no começo da manhã.
Marta tirou uma chave mestra pequena da bolsa. Todas as Os professores tinham uma chave pra fechar as salas de aula e abrir algumas áreas comuns, como a academia ou a enfermaria. A enfermaria era um quartinho, uma maca encostada na parede, um armário com os curativos mais urgentes pra pancadas, quedas e machucados pequenos. Também tinha um freezer pequeno onde guardavam bolsas de gelo gelado, ótimas pra contraturas, hematomas, que evitavam a inflamação típica das contusões.
— Deita na maca, Rubén, o melhor é você aplicar uma bolsa de gelo gelado por cima da calça, o frio vai evitar a inflamação da pancada, acho que não tem ferimento — disse ela.
Rubén é um gato de rosto, magro, alto, esportista, trincado, moreno igual ao pai, o típico moleque que faz as novinhas da idade dele se apaixonarem, um pouco bagunceiro e sem vergonha, mas nada que Marta já não estivesse acostumada a controlar.
— Ferimento acho que não, mas inflamado tá pra caralho — falou o moleque se deitando na maca e abaixando a calça do uniforme e a cueca, enquanto Marta, de costas pra ele, pegava uma bolsa de gelo do freezer.
— Calma, um tempinho com essa bolsa em cima e você vai ver como acalma — disse Marta enquanto se virava, mas qual não foi a surpresa dela ao ver que o moleque tinha abaixado a calça e a cueca até os joelhos e tava exibindo uma ereção monstra.
— Mas que porra é essa, o que você pensa que é, pivete?, se veste agora mesmo — falou a professora puta da vida
O moleque tava com o celular na mão e, enquanto Marta pegava a bolsa de gelo gelado, tinha ligado pro pai dele — atende o telefone, é meu pai — disse sério, sem fazer questão de se vestir
— Por mais que seja seu filho, não tolero essa cara de pau, o que esse fedelho pensa?, manda ele se vestir e sair daqui agora, não quero ter que dar parte pra direção pra expulsarem ele…” mas a voz do Juan fez ela calar a boca
— Calma, Marta, relaxa e me escuta bem…”, Marta não tava a fim, continuava insistindo pra ele mandar o moleque se vestir e vazar… — “CALTA A BOCA, TE MANDEI DISSE PRA ME OUVIR, PORRA", finalmente parecia mais calma, tinha virado de costas pra não olhar pro Rubén
- Você sabe que eu tenho muita confiança no meu filho, muita, somos tipo colegas, compartilhamos várias coisas, até não tinha te falado mas já levei ele várias vezes pra putaria comigo e ele se comportou como um verdadeiro garanhão, tô muito orgulhoso dele. Meu filho precisa de muito carinho desde que a mãe dele nos deixou..." dizia Juan
- "Por que você tá me contando tudo isso? Não me importa nada a relação de vocês, pai e filho, não sou ninguém pra me meter nisso, embora não ache nada certo o que você tá me contando, nossa relação é à parte do seu filho assim como é à parte da minha família..." respondeu Marta
- "ME ESCUTA, PORRA..." gritou Juan - o moleque tá na idade de ter fantasias com a professora dele e ainda mais desde que sabe que o pai come ela, o garoto me pergunta e eu tive que falar o quanto você é gostosa na cama e o quanto te deixa com tesão ser tratada como uma puta, como uma puta, bah, nem te conto como ele ficou quando eu contei..."
- Mas, mas... você é um porco, como você ousa contar essas coisas pro seu filho e ainda sabendo que ele é meu aluno, você é louco? nãoooo louco não, você é doente-
- CALA A BOCA, eu falei pra me ouvir, foxy.. - isso, assim tá melhor, há pouco você me pedia permissão pra se tocar, pra gozar pensando em mim, então quero que você faça isso agora, quero que você sente na frente da maca, abra as pernas, tire os peitos pra fora e se toque na buceta até gozar, o moleque só tem a fantasia de bater uma punheta vendo a professora dele e eu vou dar esse gosto pra ele...
Nem sonhe, você é louco? Quem você pensa que eu sou, uma puta de programa pra você comer com seu filho? Agora mesmo vou pra diretoria, juro que vou fazer ele ser expulso,.......
- Você mesma disse, você é uma puta igual as que eu pago, com a diferença que você eu não pago, porque você faz porque gosta, igual as boas vadias, VOCÊ É UMA PUTA MARTA, uma puta que eu gravei todos os encontros no hotel, todas as sacanagens que você fez e falou, TODAS, você tem duas opções:
se sair da enfermaria agora, eu vou garantir que todos esses vídeos sejam vistos por todos os alunos da escola, os pais deles, os professores, sua filha, seu marido… TODOS que você conhece, tenho todos os seus contatos das redes sociais, do seu celular, tenho cópia de tudo, e todo mundo vai bater punheta vendo o quão puta você é, vão te mandar embora do trabalho e você provavelmente vai perder sua família.
ou então, você fica, se masturba pra que meu filho bata punheta te vendo e realize a fantasia dele, e tudo continua igual, ninguém vai saber.
PENSE BEM, MUITO BEM, você decide…
Marta sabia perfeitamente que ele era capaz de cumprir a ameaça, sabia muito bem, estava entre a espada e a parede, queria gritar de raiva, sair correndo, chorar, se arrependia de ter caído nas garras daquele doente e traído o marido, a família, mas agora já era tarde demais, estava presa…
– Acorda, você não tem muito tempo, lembra que seus alunos estão sozinhos na sala, alguém pode aparecer… acho que você não valoriza muito seu trabalho, sua família, sua vida…
– Maldito porco, claro que valorizo, você não pode me obrigar a fazer isso, é loucura, por favor, por favor, me diz que é só pra me assustar… me diz isso–
– Você já está assustada, sim, posso te obrigar e sei que você vai fazer, vai ser uma boa puta, muito boa, vai sentar agora mesmo na cadeira, meu filho vai te dar uma venda pra tampar seus olhos e você não ver ele batendo punheta, ele tem vergonha, hahaha, vai abrir bem as pernas pra ele ver bem sua buceta peluda e vai tirar os peitos pra fora, depois vai se masturbar até gozar, igual faz pra mim quando eu peço, e vai falar a mesma coisa, exatamente igual, que quando você está comigo e age como uma puta no cio, FAZ ISSO AGORA, PUTA–
Ruben ouvia perfeitamente a conversa sem precisar de viva-voz, a pequena O silêncio da sala facilitava que fosse assim. Ele tirou do bolso uma venda preta:
— Senta, vou colocar eu mesmo, não confio que você faça direito.
Marta, sem alternativa, sentou na cadeirinha que tinha no quarto e deixou o garoto colocar a venda nos olhos dela. Depois, ele pediu o celular dela e ela ouviu ele falando com o pai:
— Pai, deixei no viva-voz, ela já está vendada.
O garoto pegou o celular e colocou no modo de vídeo para gravar a cena, sem que Marta, claro, soubesse de nada.
— Começa — disse o garoto.
Marta não tinha escolha. Igual antes, no banheiro, ela abriu as pernas, deixando à mostra aquela buceta peluda, e continuou desabotoando a blusa, abrindo o sutiã do mesmo jeito que no banheiro, deixando à mostra aqueles dois peitões grandes, completamente aberta, exposta para que aquele moleque batesse uma punheta gostoso vendo a professora dele, humilhada, obrigada pelas ameaças do amante dela.
O moleque batia uma com gosto, sem parar de gravar ela de vários ângulos: de cima pra baixo, de lado, de baixo pra cima, close-ups, planos gerais.
— Agora pode se tocar, sua puta, e falar a mesma coisa que fala pro meu pai. Ele tá ouvindo no viva-voz. Não tenta me enganar, fala a mesma coisa que fala pra ele. A MESMA COISA, sua puta.
O garoto aumentou o tom de voz, como se fosse o pai dele. Tal pai, tal filho.
Marta, sem outra opção, tentava pensar que estava no hotel com o amante, e não na escola com o filho dele. Precisava pensar no amante, como tantas tardes tinha feito para lembrar as palavras que repetia tantas tardes quando se masturbava para ele antes de ele montar nela. Então, começou a deslizar os dedos da mão direita devagar sobre a boceta, enquanto com a outra mão acariciava os peitos, apalpava, apertava os bicos. A mente dela a levava para o quarto do hotel onde tinham os encontros. Por um momento, conseguiu pensar que estava lá, com o amante. As carícias dela ficaram mais fortes. movimentos mais rápidos e começou a falar…
- Sua mulher tá quente, molhada e pronta, pro que você quiser, onde quiser e quando quiser. Meu dono não vai precisar de uma puta porque eu sou a puta dele, a mais fiel e obediente que ele pode encontrar. Meu dono não vai precisar de uma puta porque eu sou a puta dele, a mais gostosa e disposta. Sua mulher vai gozar pra você, sua puta vai gozar pra você, sua puta vai gozar pra você. Sou uma vadia, uma rabuda, uma puta, sua piranha, pode fazer o que quiser comigo, só vou gozar quando você mandar, me pede e eu faço, PEDE PRA SUA PUTA GOZAR, pede pra ela - dizia Marta que por um instante tinha a mente no quarto do hotel e esquecida onde estava, realmente excitada e prestes a gozar acelerava os movimentos esperando a ordem do seu dono, ansiosa, suada, com a buceta encharcada prestes a explodir.
- GOZA PUTA - disse Rubén, o moleque também tava prestes a gozar e se punhetava compulsivamente, - GOZA LOGO PUTA -
Marta apertou com força o clitóris, alternando com dois dedos que entravam e saíam da buceta com força.
- SIMM, TÔ GOZANDO, SUA PUTA TÁ GOZANDO - um orgasmo forte que causou vários espasmos que a fizeram balançar e sacudir o corpo inteiro, enquanto a buceta dela produzia um squirt escandaloso, como se tivesse mijando um jorro enorme de fluido misturado com urina espirrou pela sala toda deixando o chão encharcado.
- Levanta puta, levanta e vira, quero ver sua raba pra gozar, abre bem as pernas, abre bem as nádegas com as duas mãos, quero ver seu cu, se inclina pra frente, assim rabuda, assim, mmmm, que puta você é prof, que puta, vou gozar porra, tô gozandooo - enquanto dizia isso com a mão esquerda não parava de gravar a professora, close no cu aberto, nos peitos balançando, plano geral do quarto pra mostrar que tava na enfermaria, enquanto com a mão direita esmagava a pica. Força...
Ruben, vendo aquela buceta aberta em primeiro plano e aqueles peitões pendurados da professora, não aguentou mais e gozou ali mesmo, de pé na frente da Marta, sem parar de gravar enquanto vários jatos de porra caíam no chão, em cima da poça que a professora tinha deixado.
— Porra, que gozada, puta que você é, meu pai tinha razão, você é uma vagabunda mesmo, nunca vi nem na internet alguém gozar assim, caralho — o garoto bufou, subindo a calça e finalizando a gravação daquele vídeo que guardaria como se fosse ouro.
O garoto se aproximou da Marta e tirou a venda dos olhos dela, guardando-a. — Vou pra aula, limpa tudo isso, puta — disse, sem esperar resposta.
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