Minha prima vestida de noiva - Capítulo 19

Minha prima vestida de noiva - Capítulo 19


Cu



garota



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virgem




Minha prima se veste de noiva - Capítulo 19O homem continuou falando por mais um tempo enquanto eu só pensava que não havia nada melhor na vida do que arrombar o cuzinho de uma garota virgem. Essa era minha maior fantasia sexual. É verdade que eu tinha muitas. Mas essa era uma das difíceis. Eu adorava que uma novinha perdesse a virgindade do cu antes da virgindade da buceta. Isso me enlouquecia.

Aquela sensação que ficava ao saber que a garota tinha entregado o cu antes da buceta era algo que eu percebia como de um nível superior. Não havia outra coisa no mundo que me excitava mais do que uma mina com o cu desvirginado antes da buceta, era verdade, mas era ainda melhor se ela nem pensasse nisso. Em vez disso, ela só percebia depois de ter ficado de quatro com um sorriso. Que seria, daquele dia em diante e para sempre, a novinha que levaram no cu antes de comer. E que nem tinha levado isso muito em conta. Uma imagem tão puta que me dava arrepios.

Embora até aquele momento eu só tivesse conseguido isso três vezes na vida toda, essa brasileira não ia escapar disso, se caísse nas minhas garras. E a segurança e confiança em mim mesmo que eu tinha ganhado naqueles dias enchiam meu peito de esperança e meu pau de sangue. Daquelas três gatas anteriores, eu ainda guardava as calcinhas que elas usaram. Era minha única coleção. Agora a necessidade de conseguir a calcinha dessa loirinha me incentivava ainda mais a ouvir o homem.

— Sei que isso pode parecer uma atrocidade. Um pai pedir fotos da buceta da própria filha. — dizia o cara quando comecei a prestar atenção. — Mas entendo que vocês fazem esse tipo de trabalho.

Embora minha cabeça tivesse ficado pulsando na palavra "atrocidade" e perdidamente excitada em "buceta", o que ele disse me pareceu estranho. Mas o que veio depois foi pior.

— Entendo também que vocês cobram em Bitcoins, como não tenho no momento, posso pagar com fichas de cassino, se o problema for o dinheiro. E se necessário, aos quinze mil de sempre, posso adicionar uma gorjeta extra de cinco mil – disse ele fazendo contas no ar. – Pelos transtornos e pela pressa. – acrescentou em seguida. – Seriam vinte mil no total. Não dez, como eu disse antes. Sem contar os cinco que acabei de te dar, claro. Vinte mil pela foto. Um pacote de fotos, se possível. – finalizou.

Agora minha mente não parava de pensar no quão desesperado o cara devia estar. Me dava uma puta curiosidade como ele tinha chegado naquela situação. E quanto tempo ele teve que falar com o Fabián pra saber tantos dados e detalhes de uma pessoa que eu não era, que nós dois sabíamos, mas só pra ver a buceta da filha dele, ele manteria o personagem que o trouxe até aqui até as últimas consequências.

A curiosidade tava me corroendo o cérebro, não vou negar, mas no fim das contas o cara se encaixava direitinho no perfil que eu tinha passado: ele tinha, sem dúvida, mais grana que meio navio junto, e manuseava o poder da informação de um jeito admirável.

E quanto à garota, como já falei, ela se acabava sozinha. O que mais me custava acreditar naquele momento era que ela era virgem de verdade. Mas se fosse, a calcinha que ela tivesse vestindo ia pra minha coleção, que agora teria quatro peças exclusivas. Soava como uma fortuna. Só de pensar, minha boca enchia d'água e eu até sentia minhas presas crescerem.

– Espero que você entenda que essa é minha última chance. E que me ajude. – continuou ele diante do meu silêncio. – Ano que vem ela começa a faculdade, e vão foder ela na hora, quase com certeza.

O homem tava realmente desesperado. E embora às vezes eu sentisse que a situação era meio psicodélica, ou bizarra, dava pra ver até no olhar dele a desesperação por ter pelo menos uma foto da xereca da filha antes que a arrebentassem. Claro que também tava me devorando o morbo, a perversão de um incesto um pouco mais extremo, o de um pai preocupado porque iam comer a filha dele. E queria ver a buceta dela antes. Ou melhor, guardar como lembrança, pra punheta dele sozinho.

Eu tava completamente surpreso. E mesmo tentando disfarçar, porque a ideia realmente me interessava, sentia que não tava entendendo direito qual era o plano dele. Mas o cara, por mais grana que tivesse, por mais bem-sucedido que fosse no trampo dele, seja lá qual fosse, naquele instante sabia que o controle da situação tava comigo. Então percebi na hora que meu silêncio tava deixando ele desconfortável, e aproveitei. Entendi com clareza total que, se eu quisesse saber melhor o que exatamente ele precisava de mim, só tinha que ficar calado e ele falaria. Cada vez mais e até sem pensar. Nunca tinha sentido minha perversão aumentar tanto só por ficar sem dizer uma palavra.

A tesão agora tava difícil de aguentar. A pica por baixo da calça, mais a imagem da menina balançando a saia, ameaçando mostrar a calcinha enquanto dançava na noite anterior com o pai, que por sua vez se angustiava porque queria ver a xereca dela, que botava a grana necessária pras futuras punhetas pensando nela, assustado porque iam comer ela, mas me entregava pra que eu rompesse a pelinha dela, me parecia tão difícil de suportar que até pensei em me desculpar, ir ao banheiro e me masturbar, ou ir pro quarto e gozar na bunda da minha prima, e voltar daqui a pouco como se nada pra continuar ouvindo ele. Mas me segurei. Afinal, só tinha que ficar de boca fechada.

— A menina vão comer na faculdade, isso é certeza. — repetiu agora quase refletindo. Como se ainda não tivesse entendido que "a menina" não era dele. — Escuto ela o dia todo falando com as amigas, preocupada porque ainda é virgem, pedindo conselhos pra pegar um homem. Pra meter nela. Ela passa o tempo lendo histórias de sexo no Poronga, ou Piringa. Ou Poringa, algo assim. Escuto ela gemer enquanto se masturba e acha que eu não percebo. Até disfarça, mas eu não sou trouxa. E me dói pra caralho saber que nunca vou poder ver a buceta dela inteira, sem uso digamos, se isso acontecer. – continuou.
– Por isso tenho certeza que se você for falar com ela e encarar, convence fácil. – me explicou – E se me mandar uma foto, ou quantas conseguir, vou te agradecer pra sempre. – disse no final.

Era sem dúvida uma das conversas mais estranhas que já tive na vida. Mas eu também podia manter o personagem se servisse pra ver minha prima chupando uma pussy.

Como já imaginava a resposta dele, perguntei se tinha tentado colocar uma câmera escondida no banheiro, pra filmar ela enquanto tomava banho ou fazia xixi. Que essa era minha principal recomendação. E ele disse que sim, que já tinha feito, mas não deu certo e decidiu não arriscar mais. Que pelo menos conseguiu filmar a raba dela uma vez e a calcinha outra.

Me contou também que convidou ela pro cruzeiro com a desculpa de dar um presente de dezoito anos e comemorar que ela tinha terminado o colégio com notas boas, mas na real pensava que, já que viajavam sozinhos e dividiriam o quarto, poderia ter coragem de fotografar ela. Mas não fez. E que só uma noite teve coragem de tirar uma foto de um peito, puxando um pouquinho o sutiã, enquanto ela dormia. Que achou que com isso dava pra se contentar, mas agora tinha aparecido essa oportunidade e ele era um homem que sempre aproveitava as chances que surgiam. E que se o problema era o dinheiro, podia me dar mais.

Acho que foram os primeiros minutos em cima do barco sem pensar na bundinha minúscula da Julia. Agora não conseguia tirar da minha cabeça a imagem da língua dela e da pibita dividindo uma gozada direto da ponta da minha pica.

– No final não sei se foi boa ideia trazer ela aqui – me explicou depois, quase chorando. – Você não sabe o que é ver ela se trocar, ter tão na mão a calcinhas e saias que ela usa. É uma dor imensa ter que segurar a vontade de nem tocar nela dormindo, ou de cheirar a roupa íntima que ela deixa no chuveiro, com medo de ser descoberto. E ainda por cima, esse tipo de conversa que ouço ela ter, perguntando como chegar num cara, ou se é melhor receber uma gozada na boca na primeira vez que transam. Ou se o sexo anal dói muito, ou se conta como perder a virgindade. Realmente partem meu coração. – ele disse depois, embora ambos soubéssemos que o que realmente partia era o pau dele. – Por favor, eu imploro, usuário. Você tem que me ajudar. – ele suplicou. – Quando ela for pra faculdade, vão arrebentar a integridade dela, tenho certeza. – repetiu no final.

Por uns segundos pensei em mandá-lo pastar e dizer não. Pra que ia me meter numa merda dessas, se os dados que o cara me deu já eram suficientes pra eu chegar nela, comer ela, sem ele estar envolvido em absolutamente nada. Parecia que o único benefício que ele poderia me dar era os dólares. E eu realmente não tava nem aí. Essa ideia que muitos têm, de que uma pessoa faria qualquer coisa por dinheiro, eu não compartilho. Podia guardar a grana dele e pronto. Não me importava tanto assim, o dinheiro nunca dominou minhas ações. E me sentia muito bem em me considerar, orgulhosamente, um cara sem preço. Ou pelo menos era o que eu achava.

Mas fazendo um esforço pra sair do transe, acabei dizendo que sim. Que ia ajudar. O velho esticou as mãos e segurou as minhas sobre a mesa, e agora quase chorando me agradeceu. Expliquei então que o único requisito que tinha que ser cumprido, e que era inegociável, era que minha prima também ia participar da perda da virgindade. E tive que segurar o riso, porque nem sabia se a palavra "desvirgação" existia. Mas soava profissional. Não podia dizer pra ele que minha prima também ia comer a menina dele. Ou que a garota ia aprender a receber o pau pela buceta e a almeja pela língua. a mesma lição.
Tinha aceitado a oferta porque, se o cara tinha criado intimidade com o Fabián, a última coisa que eu precisava era ofendê-lo. Minha cabeça nem dava conta da velocidade com que a quantidade impressionante de complicações se movia na minha mente, que ele poderia gerar se contasse sobre a festa. Ou sobre qualquer outra coisa que ele pudesse saber. Se eu conseguisse um par de fotos e mandasse pra ele, ficaríamos praticamente na mão um do outro para possíveis chantagens. O que um homem com desejos perversos pela própria filha poderia dizer sobre outro que comia a prima?

Mas, pra ser totalmente sincero, também tinha aceitado porque estava ficando viciado em todo tipo de morbidez relacionada ao incesto.

— Agradeço do fundo do coração. Do fundo do coração. — repetiu sem soltar minhas mãos. — É uma tortura ver ela de pijama, naqueles shortinhos que ela usa, que marcam todas as curvas da bunda, ou a risca da buceta. Andando pelo camarote como se nada, enquanto eu tô ali, na mesma. Disfarçando o olhar num livro ou numa revista, com medo de ser pego olhando ela desse jeito indevido. E nem vou falar das saias curtas que às vezes mostram a calcinha sem querer. — disse dessa vez com um tom de voz parecido com uma descarga emocional. Como se eu fosse o psicólogo dele. Ou um amigo. — O dia inteiro com essas saias que parecem de colégio. O dia inteiro. Parece que tão na moda, porque ela usa o tempo todo. E isso me faz tão, mas tão mal. — admitiu depois.

Enquanto o velho parecia prestes a desabar no choro, eu pensava que ia gozar a qualquer momento debaixo da mesa, só de roçar o pau um pouco, fechando e apertando as pernas o mais disfarçado que podia.

— Deixa eu analisar com a minha prima, e te escrevo. — falei, já desesperado pra voltar pro quarto. Pra voltar, na verdade, pra garganta da Júlia. — A gente desenvolve bem o plano e bota em prática.

O brasileiro respondeu que estava bem. Que em algumas horas Estariam no bar, que tinha uma festa e a mina queria ir. Que sempre queria ir nas festas. Que achava que aquela seria a oportunidade perfeita pra eu "seduzir" ela. Quando ele se ofereceu pra cuidar da filha dele beber álcool pra ficar mais "a fim", eu falei que não. Mas que era provável que ele tentasse me jogar pra cima dela lá.

Assim que cheguei no corredor que levava ao quarto, vi o chinesinho balançando dois cartõezinhos. Eram com certeza os convites pra festa que eu já sabia que ia rolar daqui a pouco. Isso não era novidade nenhuma. Mas, quando me aproximei mais, a cock deu um pulo ao ver que ele tava falando com minha prima, que tinha aberto a porta usando só uma regata que não chegava nem no umbigo e uma calcinha vermelha que o cara não sabia como fazer pra não ficar olhando fixo.

A filha da puta se virava com qualquer desculpa barata pra mostrar, de vez em quando, a bunda empinada. E sorria pra ele e tocava no braço dele quase sem querer enquanto o chinês explicava sei lá o que da festa. Parecia que ele tava lendo o folheto inteiro só pra ganhar tempo e olhar mais um pouco pra buceta dela.

Quando me aproximei, ele só me cumprimentou e foi embora.

— Dá pra ser tão, mas tão, mas tão piranha? — perguntei quando fechei a porta.

— O cuzão foi você, que se salvou no primeiro dia e nem convidou ele pra festa do sonho. — respondeu, virando as costas, andando em direção à cama. — Ele convida a gente pra todas as festas, e você nem uma convida ele. — completou depois, misturando as palavras entre o sorriso dela.

Esperei ela deitar e se ajeitar bem, só pra encher o saco. Perguntei o que ela tava fazendo deitada, que se ajoelhasse pra chupar minha cock na hora. Imediatamente mamar minha cock e sem reclamar. Que eu tinha algo pra contar. E a cock começou a pulsar, literalmente, quando mostrei o leque novo de notas que tinha trazido do cassino e a Julia, quase instintivamente, passou a mão na buceta dela por baixo da calcinha.

Quando terminei de montar um Sanduíche de presunto e queijo, pra ela comer outra coisa que não fosse pica, já tava se aproximando do meu pau, engatinhando e com a carinha de gata dominadora que sabia que me deixava louco.

Mal colocou na boca, saboreou mais do que na primeira mordida que deu no sanduíche que comeu da minha mão.

Tava tão tesudo que, depois de poucas palavras pra contar o que aconteceu, já tava quase gozando. Sem tirar da boquinha, minha prima brincou só com a língua na cabeça do pau e, já entendendo que ia gozar a qualquer momento, olhou nos meus olhos, pedindo a porra com o olhar. Apertou a grossura da pica com os lábios e, bem devagar, começou a rebolar a cabeça, sem desviar o olhar. Arqueei a coluna, coloquei uma mão na cabeça dela e enchi a boca dela de leite mais uma vez. Julia arrancou o sanduíche da minha mão, abriu ele e cuspiu toda a porra entre o pão e o queijo.

— Tava faltando tempero. — disse quando conseguiu falar. — Agora tá uma delícia — exclamou depois. — Tava faltando maionese de porra. Maionese de pica, tava faltando — falou por fim. Enquanto dava uma mordida atrás da outra e passava a língua se a porra escorria pelos lados.

Fiquei um minuto curtindo ver minha prima de joelhos, engolindo pedaços de sanduíche e acompanhando a deglutição com sons de satisfação, sempre com cara de puta, mas mesmo que a imagem na minha frente não desse a menor chance do meu pau murchar, me preparei pra contar sobre minha conversa com o velho.

Contei tudo, até o último detalhe, menos a parte do usuário_PsyExA, pra não preocupar ela à toa. Julia mal conseguia respirar direito, por causa do tesão que tinha tomado conta. Percebendo isso, ofereci comer ela um pouco, dar uma rapidinha antes de tomar banho pra ir buscar a buceta que ela queria de sobremesa, mas ela disse que não. Que a gente fosse logo. Que eu me apressasse. Que já tinha se masturbado duas vezes na minha ausência e queria acumular vontade pra provar a xereca da loira. Mas que me apresse.
Ao sair do chuveiro, cheirei minha camiseta da sorte. Tava com um cheiro de sovaco impressionante. Daqueles cheiros fortes que costumam acumular em camisetas de futebol. Mas não liguei. Nem o cheiro, nem que não era a melhor pra ir numa festa. Passou pela cabeça que certos lugares, pra evitar briga, não deixam você entrar com esse tipo de camiseta. Mas essa era de um clube não tão conhecido, que eu nem lembrava quem tinha me dado, nem por quê. As chances de me encherem o saco eram poucas, então resolvi arriscar. Enchi de desodorante e vesti de novo.

Ao sair, abri a boca de novo. Julia já estava vestida, diferente de mim, como quem vai pra uma comemoração chique. Como se fosse pra uma reunião de princesas, parei pra admirar ela, dessa vez vestida. Minha prima tava linda. Tinha um vestidinho vermelho, amarrado nas costas, com um decote que dava bastante espaço pra imaginação, sem sutiã e uma fio dental que, mesmo sem dar pra ver a cor, dava pra notar bem enfiada na bunda. E o cabelo quase igualzinho ao da festa da raba.

Preso pela beleza dela, beijei ela na boca e terminei de me vestir pra ir pro bar.

Chegamos quase correndo. Com minha prima chamando a atenção de absolutamente todos os homens que cruzamos no caminho. Hipnotizados porque, a cada passo apressado que Julia dava, o vestido quase quase mostrava a bunda deles.

Mal entramos, reconheci eles na hora. Tavam sentados os dois numa mesa encostada na parede, rindo e conversando como uma garota com o pai normalmente faria. Embora de normalidade não tivesse nada.

— Boa noite, me permite dançar com sua filha? — perguntei pro cara, olhando e sorrindo pra loira. Usando um tom de voz antiquado e ao mesmo tempo pra mostrar coragem. Sabia que uma mina na situação dela podia pirar por um cara com coragem suficiente pra encarar ela na frente do pai.

O pai se surpreendeu e por um instante ficou parado. Ao ver a Minha prima ao meu lado se levantou pra mostrar respeito. Ou vai saber o quê. Julia quase automaticamente olhou pra pica dele. Tinha tanta conexão com minha priminha que até sabia o que ela tava pensando. Que conhecia até o gosto da porra que o pau do velho soltava, debaixo da barriga. Que conhecia o pinto dele até com a bunda.

No mesmo instante em que ele a convidava com a mão pra sentar, July cumprimentou ele com o olhar, meio envergonhada e com a buceta meio molhada, e foi sentar no balcão. Mesmo procurando o Fabián com os olhos, não encontrou ele. Pelo menos não no balcão. Uns minutos depois viu ele dançando com uma mina que claramente tinha viajado com as amigas dela.

A loira, por outro lado, me deu a mão e, sem esperar a autorização do pai dela, disse que sim. Sorriu pra mim e, mesmo faltando dois ou três passos pra chegar na pista de dança, começou a rebolar a bunda no ritmo do reggaeton que tava tocando alto. A saia plissada que ela usava naquele dia não era a mesma da noite anterior, mas ainda assim balançava de um lado pro outro cada vez que a guria quebrava a cintura.

Depois de duas músicas acompanhando o ritmo como dava, ela começou a encostar a raba no meu volume. E na terceira, aproveitei que tava de frente pra ela, peguei nas mãos dela e falei que tava morrendo de vontade de comer a boca dela. Menti pela metade quando disse que ela era a mina mais gostosa do navio e que não aguentava mais sem beijar ela. Pela metade, porque só minha prima ganhava dela. Depois acariciei a bochecha dela e, ao ver ela meio nervosa, me assustei. Se ela me rejeitasse, a festa ia pro saco.

Falei que tava tudo bem. Que ficasse tranquila, e que se não quisesse nada, claro que ia deixar ela em paz. Mas que me entendesse, que pelo menos eu tinha que tentar.

Perguntei de novo então se ela deixava eu dar um beijo nela, enquanto meus dedos brincavam com o cabelo dela e minha boca se aproximava devagar da dela. Sabendo que se ela aceitasse o beijo, o resto era só lucro. manual.
—Tá bom —falei um segundo depois. —Só porque minha mãe é de Junín e eu também sou torcedora do Sarmiento —completei, mordendo o lábio inferior e apontando com o olhar pra sua camiseta suada. Ignorando que, na real, a única coisa que nos unia era a sorte. Que eu só tinha visto um jogo do Sarmiento uma vez, e foi pra não pensar em passar a mão na bunda da July de novo.

Não consegui evitar refletir sobre como tudo tinha mudado desde aquela época.

Por cavalheirismo, perguntei o nome dela. Ela disse que se chamava Lihuén, e depois eu falei o meu.

No meio do nervosismo tão natural dela, também me disse que não gostava que as amigas a chamassem de “Li”, que preferia o nome inteiro a qualquer apelido. Que tinha dificuldade em fazer elas entenderem, mas que aos poucos tava conseguindo. Que “Li” parecia chinês e ela preferia ser sempre brasileira. Toda essa informação que não me importava, na verdade eu nem ouvia, só por educação — a mina tinha uma atitude que é impossível não se apegar um pouco. Se quisesse me contar mais coisas, podia fazer sem pressa nenhuma.

E imaginando todos os futuros possíveis da língua da minha prima, beijei ela suavemente nos lábios.

Rolou uma química linda entre nós dois. Não posso negar. Podia ter ficado horas abraçando ela e acariciando o cabelo só. Mas depois, quando enfiei a língua na garganta dela e senti na boca aquele gosto meio carioca, meio argentino, não consegui deixar de pensar na calcinha que ia adicionar à minha coleção.

Quando minhas mãos foram sozinhas pra saia dela, perguntei se queria ir pra um lugar mais tranquilo. A clássica que nunca falha quando se maneja sutilmente o tempo.

Ela disse que viajava só com o pai, então não dava pra ir pro quarto dela. Confirmei que ela tava mesmo desesperada pra perder a virgindade, eu só planejava ir sentar numa mesa mais escura. Mas aproveitei.

Falei pra irmos pro terraço, que naquela hora... As luzes apagadas nos dariam uma vista linda do céu estrelado, e ela topou na hora.

Deitamos os dois numa espreguiçadeira, a Lihuén apoiou a cabeça no meu peito e a gente ficou um tempão admirando o firmamento lá em cima. Sem dúvida, mais um postal pra guardar de lembrança.

Depois de um tempo, voltaram os beijos, os abraços e as carícias. Ela só me parou quando a minha mão direita tentou desviar da saia dela pra pegar na bunda dela. Fez isso com tanta inocência que me lembrou dos meus próprios tempos de colégio.

— Preciso te falar uma coisa — ela sussurrou. — Nunca transei com ninguém. E não sei muito bem como faz. — confessou um segundo depois.

Eu já sabia. Vinha preparado pra tudo isso. O que não tava nos planos era o carinho que a mina tinha despertado em mim.

— Fica tranquila — falei fora do roteiro. — Não precisa a gente fazer nada que você não tenha certeza. — completei depois. Sabendo que não era lá muito inteligente recuar em vez de avançar em casos assim.

Mas a princesinha do papai mudou de cara. Dessa vez, ela falou quase chorando.

— Não devia ter falado nada. Sempre faço a mesma merda. Não devia ter falado nada.

Segurei o rosto dela e beijei de novo, falei pra ela se acalmar de novo, que tava tudo bem, que era só me dizer o que queria e a gente faria. Se quisesse esperar, a gente esperava. Se quisesse ficar olhando o céu, a gente ficava. Que não tinha pressão nenhuma pra nada, e que eu só seguiria a vontade dela.

— Quero perder a virgindade. É isso que eu quero. Não quero chegar na faculdade e ser a única que não sabe nada sobre sexo. — disse sem me deixar terminar o discurso. — Não sei nem fazer um boquete. Só quero aprender, pelo menos o básico.

— Não tem nada de errado em chegar na faculdade sem saber nada. A grande maioria chega assim. — respondi pra ela não se sentir pressionada à toa.

Eu realmente não entendia a angústia dela. Essa pressa toda. saber coisas que, embora todo mundo diga que sabe, eu bem sabia que não era verdade. Terminar o colégio sem ter transado era muito mais comum do que a gente imagina. Era uma pressão social que confundia e machucava tanto homens quanto mulheres, e completamente em vão. E, mesmo que colocasse em risco todos os meus planos, vencer essa pressão social em todas as frentes era meio que um objetivo principal.

— Já sei. Mas quero aprender mesmo assim. — respondeu pra minha sorte.

Eu sorri pra ela e voltei ao meu normal. Ao personagem que o pai dela tinha inventado pra mim. Dessa vez sem nenhum carinho extra, aproveitei a bola na linha do gol que ela tinha deixado quicando.

— Então, gostosa, para de chorar. — falei. — Se você quer aprender, posso te dar um curso intensivo. Eu também não tô viajando sozinho. Podemos ir pro meu camarote e pedir ajuda pra minha prima, ela manja muito. Quando você sair, não vai só sair uma expert em boquete. Vai sair com mais experiência que sua faculdade inteira junta.

A loirinha abriu os olhos animada. Dava pra ver que nunca tinha pensado em experimentar com outra mina, mas a angústia que sentia por não saber nem o que fazer na frente de um corpo nu era enorme. E a solução que eu ofereci caiu como uma luva. O bichinho do incesto, ao me ouvir falar que minha própria prima ia participar da festa, começou a germinar na mente dela. Até pelo cheiro eu percebia quando o tesão acendia numa pessoa.

Ela me disse que sim, sem dúvidas. Que fizéssemos aquilo. Que pedíssemos ajuda pra Julia. Que se minha prima topasse ajudá-la, ela faria o que fosse.

— Não tem nada que você precise fazer, só aproveitar. — respondi. — Só pode me ajudar a realizar minha fantasia. A de comer o cu de uma mina virgem. Mas só se você quiser.

Ela disse que sim, que tava de boa. Mas que eu prometesse que não ia deixar ela sair do quarto sem a buceta arrombada.

E que fôssemos. Que fôssemos pro camarote rápido. Que Tinha muito que aprender e queria começar logo.
Dei ouvidos a ele, porque eu também.
Continua...





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incesto

20 comentários - Minha prima vestida de noiva - Capítulo 19

Nooo pero por favor varon, no me podes dejar asi 🔥🔥🔥💦💦💦
Soy de racing pero el domingo le llenamos la cancha a sarmiento!!
Todos con la p pintada en la cara fuaaa nadie entendiendo nada. Me muero!!!
Pd: lloro porque cuando se van revelando las cosas se olfatea el fina. Tome sus 10 de siempre
Dejamos los puntos y luego jaja.
sos un grande, espero el próximo con ansias!!
Jo. Espero poder seguir leyendo la historia por aquí.. ya estoy deseando saber que le preparas a la carioca dulce. 👍👍👍
genial, no quiero que llegue a puerte ese crucero, con tal que sigas contando. Aguante la Coca Sarli
Que historia, que historia, 10 puntos, y el epílogo lo esperaré con andias te sigo desde que subiste el 1
arc89 +1
Exelente! Me muero de ganas de leer el próximo!!
Excelente es poco. Espero la continuación. Saludos y van mis puntos.
C5C6 +1
GRANDE COCA

Que se sume el padre por dioooooooo

+10