Lucho...

Hoje quero falar de Luis, Lucho para os amigos. Taxista. 35 anos. Pai de 4 filhos, dois de um primeiro relacionamento, dois do segundo, e um quinto a caminho da que seria sua terceira esposa, embora dizer "esposa" seja um eufemismo, já que não é casado com nenhuma delas. O que se diz de um cara que não perde tempo. Onde põe o olho (neste caso, a pica), põe a bala, ou melhor, os espermatozoides.
É um dos meus segurados, e embora não seja o dono do táxi, mas sim um dos peões, quase sempre é ele quem vem no escritório. Do outro, lembrava de ter visto uma vez ou outra, mas pelo menos comigo nunca tinha pegado pra atender.
No começo, foi só uma relação puramente comercial. Ele chegava, ditava a apólice, eu cobrava e dava o recibo. Tudo isso só temperado com um "Bom dia" ou "Boa tarde", dependendo da hora que ele aparecia. Nunca veio pra outra coisa além de pagar a parcela do seguro, nunca um acidente e muito menos um roubo, então nossos encontros, curtos e esporádicos, aconteciam só uma vez por mês.
Não sei quando foi que alguma coisa começou a rolar, ou melhor, a rolar comigo, porque era eu quem tentava puxar conversa toda vez que ele vinha, diferente das outras vezes em que só dava um oi e soltava algum comentário sobre o tempo, quase sempre por obrigação. Mas agora, nessas últimas vezes, não queria que ele fosse embora tão cedo.
Não pensem que se trata de um garanhão irresistível, de jeito nenhum, é o oposto mais distante de um galã que vocês possam imaginar, mas mesmo assim ele tinha começado a despertar certas emoções em mim. Chamem de química, tesão ou como quiserem, o fato é que o cara começou a me dar mole.
Pelo que eu conseguia perceber, as outras garotas do escritório não sentiam o mesmo. Pra elas, era algo irrelevante. Um ser anônimo e esquecível, embora quando a gente descobria a quantidade de filhos que ele tinha feito, toda vez que ele vinha, elas faziam as mesmas piadas:
Não deixa ele te olhar muito que te deixa sem graça", ou "Não dá a mão pra ele que te engravida".
Da última vez que ela veio, aconteceu que ela tinha que fazer uma inspeção na casa.
—Essa é a minha chance — falei pra mim mesmo — é agora ou nunca.
Acabo de cobrar ele, entrego o recibo e então falo pra ele:
—Tá livre? Porque eu tenho que fazer uma vistoria em... — procuro o endereço nos papéis que tenho ao lado — Pela região de Palermo, Santa Fe e Fitz Roy. Você teria que me levar e me trazer, óbvio que te pago a corrida e o tempo que tiver que esperar.
Não tinha nenhuma viagem marcada, então aceitou, me facilitando, sem saber, as coisas pra caralho.
Enquanto ele me espera no táxi, estacionado na frente do escritório, eu preparo toda a documentação necessária e, pegando minha bolsa, aviso que vou fazer a tal inspeção.
As piadas das minhas colegas, que sabem que vou com o engravidador em série, não demoram pra chegar.
Atravesso a rua, entro no táxi, no banco de trás, como qualquer passageira, e dando o endereço certo, falo que já podemos ir. Durante a viagem a gente mal conversa, então fico mexendo no meu celular.
Quando a gente chega, o dono do carro não tá. A esposa dele me fala que ele vai chegar daqui a uma hora, mais ou menos, então não me resta outra opção a não ser me armar de paciência e esperar ele.
Volto e anuncio a notícia pro Lucho, dizendo que se ele quiser pode ir embora, que pago a viagem dele e volto com outro táxi.
—Vim com você, volto com você — ela me diz, o que acaba por dissipar qualquer dúvida que eu pudesse ter.
-Então não se preocupa que vou te pagar até o último minuto de espera - insisto pra ela.
Foi aí que me veio uma ideia. Ir pra um hotel? Não, kkkk. Mas também não teria sido nada mal.
Mas como a gente tava perto, sugeri ir pra Costanera. Fazia tempo que não ia, e sei lá, pensei que talvez assim a gente teria mais privacidade.
Perto do clube de pescadores, a gente tomou um refrigerante, olhando de um lado o rio e do outro os aviões chegando em Aeroparque. A gente tava falando de bobeira, ela sentada agora no banco da frente, quando aconteceu. A gente se olhou, rindo de uma piada que alguém tinha feito, e naquele exato instante, os dois soubemos que a gente tinha que fazer aquilo, que se deixássemos passar, a magia daquele momento ia se perder pra sempre. Então..., a gente se beijou.
Foi um beijo longo, molhado, quente, apaixonado. A tradução exata de todas aquelas emoções que eu comecei a sentir nesse último tempo.
Quando ele tenta pegar na minha buceta, eu já baixo a mão dele na hora, mas faço isso mais por impulso do que por qualquer outra coisa.
Quando nos separamos, a saliva de um ainda molhando os lábios do outro, fico olhando pra frente, pra imensidão do rio, percebendo, muito a contragosto, que não foi um beijo qualquer.
Em circunstâncias normais, eu diria pra gente ir pra um hotel, mas tá claro que essas não são circunstâncias normais.
—Acho melhor a gente voltar, o cara já deve ter voltado — falo sério, tentando não olhar pra ele, enquanto arrumo a camisa no lugar onde ele tentou me apalpar.
Durante o caminho de volta pra Santa Fe e Fitz Roy ninguém fala nada, e eu agradeço pra caralho por esse silêncio, porque tem hora que o melhor é não abrir a boca.
Faço a vistoria, voltamos pro escritório e pago a corrida, com toda a espera incluída. Quando ele vai embora, vejo ele se afastar pela vidraça e é como se algo se soltasse de mim.
A inspeção foi numa quarta. Quinta foi feriado, sexta eu tiro o dia e mesmo assim não paro de pensar nele, me lamentando sem parar por não ter dado pra ele. O fim de semana passo de mau humor, brigando com meu marido por qualquer besteira. Mesmo assim, com briga e tudo, a gente transou, mais de uma vez, mas não me acalmou nada, porque meu corpo, minha buceta, tava desejando outro homem.
Na segunda-feira, não aguentei mais e, assim que chego no escritório, procuro os dados pessoais dele e ligo no celular.
Digo a ele que tenho outra inspeção pra fazer, o que é verdade, se ele estiver disponível pra fazer a viagem. Ele me diz que sim, então vem me buscar no escritório.
Só de ver ele, pego minha bolsa, os papéis da inspeção e saio. Entro no táxi dele, dessa vez do lado do carona, e cumprimento ele com um beijo na bochecha.
— Te incomoda se a gente passar na minha casa antes? — pergunto assim que ele liga o carro. — É que tenho que trocar de roupa, olha só — completo mostrando uma mancha insignificante de caneta que fiz de propósito na camisa.
—Minhas colegas quiseram me emprestar uma, mas (segurando meus peitos com as mãos) nenhuma fechava direito.
Claro que não teve problema, então fui pra minha casa. Quando chegamos, desço e, vendo que ele fica atrás do volante pronto pra me esperar, falo:
—Você não vem?
Ele me olha surpreso.
-Vamos, vem comigo, de quebra enquanto eu me troco você toma um café" - insisto.
Claro que aceita, então ela desce do táxi e juntos atravessamos a rua.
— Ganhei uma cafeteira nova, uma Nespresso, meu marido me deu de presente de aniversário, faz uns capuchinos deliciosos — conto enquanto abro a porta e a gente atravessa o lobby, deixando bem claro que sou uma mulher casada e com um casamento super consolidado.
Entramos no apartamento, convido ele a sentar e preparo um dos meus tão famosos cappuccinos.
—E aí, o que você acha? Delicioso, né? — falo, sentando do lado dela — Mas tenho que confessar que o mérito é mais da máquina do que meu.
—Tá muito gostosa, teu marido te deu um puta presente bom — concorda.
—Sim, a verdade é que nesse aspecto não tenho do que reclamar dela — admito.
Tomamos mais um gole das nossas respectivas xícaras e, deixando a minha de lado, resolvo puxar conversa com ela.
— Nós dois começamos algo no outro dia... — falo pra ela, na óbvia alusão ao beijo que deixamos pela metade na Costanera.
Chego ainda mais perto e, colocando a mão numa das pernas dela, completo:
—Eu queria terminar isso...
Parece que ele pensa a mesma coisa, porque na mesma hora ele se joga em cima de mim e me beija, bom... a gente se beija, porque eu não fico pra trás. Enrolando os braços no pescoço dele, abro a boca deixando a língua dele se encontrar com a minha, travando entre as duas uma batalha quente e gostosa.
Dessa vez, quando ele agarra meus peitos, eu não resisto; pelo contrário, deixo ele apalpar por cima da roupa, me entregando por completo às carícias apaixonadas e lascivas dele.
Quando não consigo mais me segurar, levanto e, pegando ele pela mão, levo pro meu quarto, que tá impecável, porque todo dia, antes de ir trabalhar, gosto de arrumar a cama e deixar tudo no lugar.
Normalmente com meu marido a gente começa a semana com um matinal, mas naquela segunda, em que eu já tinha decidido dar pro taxista, evitei fingindo que tava menstruada. Queria ter meus feromônios bem carregados. Já fazia quase uma semana que eu tava com vontade de transar com o Lucho, então imaginem.
Eu abraço ele e, entre beijos e carícias, confesso:
-Ontem fiquei com vontade de ir pra um motel.
—Deveria ter te levado — ele concorda, e sem dizer mais nada me beija de novo, com a boca toda, voraz, gostoso, apaixonado.
Caímos na cama, sem parar de nos beijar, de nos tocar, de nos saborear, usando todos os sentidos pra aproveitar ao máximo até o mais leve roçar.
Subo em cima dele, apertando as pernas em volta do corpo dele, e pegando as mãos dele, levo elas pros meus peitos.
—Você queria pegar nas minhas tetas outro dia..., aqui estão elas..., são suas... — falo pra ele, provocando pra me acariciar sem freio nem controle.
Claro que sim, ele me acaricia, me toca, passando a mão nelas por cima da roupa, sentindo como elas endurecem e pulsam sob o toque dos dedos dele.
Tiro a camisa, a mesma que manchei de propósito com tinta de caneta, tiro também o sutiã, e soltando o cabelo me entrego mansa às carícias dele.
Entre minhas pernas, já sinto a inchação, o rugido da fera, a hecatombe prestes a se desencadear.
Eu me esfrego contra aquela inchação, me molhando toda só de sentir aquilo que tanto desejava.
Então desabotoo a calça dela e puxo pra fora. Dura, molhada, quente. Passo a mão nela pra cima e pra baixo, sentindo ela engrossar ainda mais.
Não é à toa que tem tanto filho, penso enquanto seguro ela bem firme. É uma piroca linda, daquelas que você queria ter dentro de você pra sempre. Comprida, grossa, curvada na ponta, com a cabeça saltando como um cogumelo, vermelha, quase arroxeada de tanto sangue acumulado.
Me agacho e passo a língua por toda a cabeça do pau, escorregando pra baixo, em direção ao tronco principal, que parece vibrar numa frequência quase imperceptível. Desço ainda mais e beijo os ovos dele, chupo eles, me lambuzando com esses bombons peludos que já tão fervendo de tesão. Chupo com força e solto com um excitante "PLOP!". Faço isso várias vezes, até deixar eles ensopados de saliva. Aí subo de novo, traçando com a língua um caminho de baba que escorre grossa por todo o contorno dele.
Chego lá em cima, no topo do meu mundo, e como ela pedaço por pedaço, dilatando a garganta pra dar o melhor encaixe possível, até que um ânsia me pega de surpresa.
Buceta grande demais.
Solta, respiro fundo e tento de novo.
Enfio ela até o fundo, fazendo uns barulhos guturais por causa do acúmulo de carne. Mas não paro, continuo comendo, engolindo, devorando até meu lábio inferior encostar nas bolas dele.
Quando já tenho ela toda dentro da boca, pulsando, inchando, esmagando minhas amígdalas, afundo o nariz na sua moita fofa de pelos e aspiro fundo, enchendo os pulmões com o cheiro denso da sua virilidade.
Ao soltar, deixo cair sobre ela uma cuspida pesada e abundante, mistura de saliva e líquido pré-seminal.
Então pego ele pelos ovos e começo a chupar, ávida, gulosa, entusiasmada, curtindo aquela turgência que gruda tão bem nos meus lábios.
O rosto do Lucho brilha de satisfação, com aquele sorriso de feliz aniversário que me confirma que o boquete tá cumprindo o objetivo.
Com a boca com gosto de pica, me levanto e procuro a dele pra beijar. Ele não se esquiva. Isso eu gosto, que ele queira me beijar mesmo eu tendo acabado de chupar ele. Eu adoro beijar depois que me chupam, é quando um beijo fica mais gostoso, por isso não me seguro e encho a boca dele com minha língua.
Enquanto a gente se beija, estico o braço e, da segunda gaveta do criado-mudo do lado que meu marido dorme, tiro uma camisinha e coloco nele.
Acabo de me despir da cintura pra baixo e, passando uma perna por cima do corpo dele, montei de cavalinho, enfiando com toda a vontade nessa pica que já tinha virado minha obsessão.
Entre gemidos, aproveito cada pedaço que afunda em mim, me deixando dominar por essa virilidade extrema que parece tomar conta de cada hormônio do meu corpo.
Lucho me agarra pela cintura e se move para cima, deslizando livremente pela minha buceta, me preenchendo tanto fisicamente quanto emocionalmente.
A cama é nosso altar e nós, os devotos fiéis de uma religião que nos tem como a encarnação dos seus deuses.
Me inclino e beijo ele por um bom tempo, saboreando seus lábios, sua língua, enquanto a inchação do pau dele fica mais pronunciada. Ainda através do látex, consigo sentir a textura da pele, o contorno das veias, o calor que irradia e contagia cada cantinho da minha buceta.
Eu gozo primeiro, metendo uma pirocada que me sacode até a última vértebra do corpo. Me jogo pra trás, arqueando as costas e apoiando as mãos nas pernas dela, solto um grito que libera de uma vez por toda essa tensão, essa vontade, essa tesão que vinha acumulando desde que a gente se beijou na Costanera.
-¡¡¡Ai, meu Deus...!!!- me arrepio, esvaziando sobre a barriga dela o denso elixir da minha paixão.
Enquanto eu fico ali, soltando os suspiros mais apaixonados, Lucho me pega pela cintura e me bombeia com tudo, fazendo meus peitos balançarem igual doidos, metendo com aquela força que, com certeza, deve ter feito todos os filhos dele.
O orgasmo dela também é explosivo, soltando um grito primal e eufórico, cheio de satisfação.
Encharcados de suor, ofegantes, com os corpos ainda tremendo, ficamos ali deitados, na cama que divido toda noite com meu marido, nos beijando, nos acariciando, nos saboreando de todas as formas possíveis.
— Quer beber alguma coisa? — pergunto depois de um tempo, sabendo que aquilo não tinha sido nada mais que um delicioso aperitivo.
—Uma cerveja cairia bem — ela concorda.
Levanto e, assim nua, vou até a cozinha, volto na hora com duas Budweiser, a marca que meu marido bebe. Deito de novo do lado dele e, abrindo as garrafas, a gente bebe e conversa como se a vida tivesse dado uma pausa e nada mais importasse, só nós dois.
Temos tempo, meu marido volta tarde da noite e minha sogra passa pra buscar o Ro na escola pra levar ele pra aula de natação.
Os beijos recomeçam quase sem a gente perceber, com o mesmo fervor de antes, mas agora com o gosto da cerveja impregnando nossas bocas.
En seguida enfia os dedos dentro da minha buceta, enquanto eu pego na pica dele e bato uma, molhando toda a palma da minha mão com a seiva deliciosa da virilidade dele.
Nós transamos de novo, agora sem camisinha.
—Você não vai se cuidar? — pergunto enquanto ela se acomoda em cima de mim, entre minhas pernas, apontando a ereção balançante pra minha buceta molhada e quente de novo.
—Quer que eu me cuide? — responde, atrasando o tão esperado furo.
—Não! — falo, tão segura da minha resposta que eu mesma pego no pau dele e guio sem hesitação pra dentro de mim.
Eu me derreto de prazer ao sentir ela entrando assim, a carne viva, sem a prisão do látex, forte, poderosa, implacável. A "fazedora de filhos" escorrendo por todo o meu interior, tomando conta de todo o meu ser, se apossando até da minha alma.
Esse fode que ele me dá é de levantar e aplaudir de pé até as mãos ficarem vermelhas. Mas não posso nem quero me levantar, já que tô debaixo dele, curtindo essas enfiadas que me acertam bem no fundo, fazendo a vida ficar ainda mais maravilhosa.
—Faz a minha bunda...! — peço, enfatizando minhas palavras com um beijo suculento e ardente.
—Tem certeza? — ele me pergunta sem parar de me comer.
—Quero ser sua por completo! — garanto pra ele.
Agora ele me beija, puxa minha roça de uma vez e me vira de costas.
Primeiro ela me dilata com os dedos e bastante saliva, pra depois sim, me comer de um jeito que até agora me doem os intestinos.
Ela se joga em cima de mim, praticamente deitada sobre o meu corpo, fazendo da minha bunda o alvo de todos os ataques dela.
A pélvis dele bate contra minha bunda, PLAC PLAC PLAC, cada vez que enfia bem fundo, dura e quente que nem um ferro em brasa.
Nós dois gritamos, ofegamos, suspiramos, nos revirando no suor dos nossos corpos, famintos um pelo outro, nos incendiando na nossa própria fogueira de paixão.
Goza dentro do meu cu, com tanta força que sinto os jatos de leite escorrendo em borbotões.
Ele fica lá dentro por um bom tempo, respirando na minha nuca, exausto, ofegante, descarregando dentro da minha buceta até a última gota de porra.
Já é quase meio-dia, então depois dessa nova e gratificante transa que a gente teve, vou sugerir comer alguma coisa... pra recarregar as energias.
Levanto a camisa dele do chão, visto ela, guardando comigo o cheiro da pele dele, e vou pra cozinha. Ele vem atrás de mim, peladão, com a piroca balançando tentadora entre as pernas.
Esquento a lasanha que sobrou do dia anterior, feita obviamente pela minha sogra amada, e sirvo com dois copões de vinho branco.
Enquanto a gente come, ele me conta sobre o outro motorista do táxi, aquele que costuma ir no escritório quando ele não pode, e que, segundo ele, tá afim de mim.
—Toda vez que a gente faz a troca de turno, ele me conta as aventuras dele, mas outro dia ele chega e me diz que ficou com uma gatinha que, enquanto ele tava comendo ela, imaginava que tava com a peituda do seguro. Foi assim que ele falou, a peituda do seguro, e ainda completa: 'Você não tem ideia da vontade que eu tô de comer aquela buceta...' — ele dá uma pausa, como se quisesse que eu processasse a história, e completa: — Acho que ele tava falando de você.
-Então seu amigo acha que sou uma metida a besta- finjo estar indignada.
—É um louco bonitinho, chamam ele de Gurka porque esteve nas Malvinas. Putaria braba, mano, metade do salário ou mais ele deve gastar com puta.
Ah, então é por isso que ela tá de olho em mim, acho, se ela gosta de piranhas...
Quando a gente termina de comer, levanto os pratos, os copos, dou o último gole de vinho e, de pé do lado dela, falo:
-Agora vem a sobremesa...
Abro minha camisa, deixo ela cair no chão e, nua, me deito sobre a mesa, abrindo as pernas pra oferecer minha buceta inchada, suculenta, pulsando.
Tô com a buceta escorrendo de vontade, e mesmo que ele já comeu duas vezes, uma terceira é indispensável pra mim.
Com tanta fome quanto eu, Lucho se ajoelha no chão da cozinha e, enfiando a cara entre minhas coxas, chupa minha buceta com absoluto deleite.
O jeito que ela usa a língua, os lábios e até os dentes me faz tremer de prazer e continuar me molhando igual uma adolescente.
Com a cara encharcada pelo fluxo da minha buceta, ela se levanta e esfrega a pica por todo o meu kitty, pra cima e pra baixo, cutucando com dedicação especial meu clitóris, que já tá bem duro e dormente.
Quando ele mete, eu arqueio as costas, me deixando penetrar até o fundo, curtindo como vai se expandindo dentro de mim, ocupando com a virilidade dele até o último espaço disponível.
Grossa, dura, imponente, cada pedaço dela me pertence, principalmente quando me pega pelas pernas e me acaba na pancada, uma atrás da outra, fortes, enérgicas, implacáveis, me enchendo de pau e prazer.
Ele tá me comendo na mesma mesa onde toda noite eu janto com minha família. E mesmo sabendo que, de certo jeito, tô desonrando o ambiente familiar, sinto que meu encontro com o Luis não merecia ficar relegado à clandestinidade de um motel de quinta.
Desde que a gente se beijou na Costanera, eu queria ter você na minha cama, na minha zona de conforto, onde eu não sou só mais uma puta, mas uma mulher que ama e se deixa amar.
Deixando a pica toda dentro de mim, ele me levanta e, encaixando minhas pernas em volta do corpo dele, começa a andar comigo nos braços.
Saímos da cozinha, atravessamos o corredor com as paredes cheias de fotos de família e voltamos pro quarto. Sem tirar ela de mim, me deita na cama e, se jogando por cima, me come de um jeito suave, amoroso, quase de casados.
Olho nos olhos dele e entendo que ele tá me fazendo amor, o sexo forte, impetuoso, desenfreado, parece ter cedido aos sentimentos.
Me junto com ele nessa cavalgada apaixonada, nesse prazer que a gente divide e espalha por cada canto da nossa anatomia. Porque o amor não se faz só com sexo, mas com o corpo inteiro, com todos os sentidos e dá até pra dizer que com a alma também.
Chegamos juntos ao clímax, nos misturando, nos fundindo, amalgamando dentro de mim minha essência e a dele, a simbiose perfeita do prazer que compartilhamos.
É nesse momento, ao sair do transe amoroso, que ele percebe que tá gozando dentro de mim e me olha preocupado.
—Tá tudo bem... — eu tranquilizo ele — Me enche de porra que eu quero sentir você...
Não, não esqueço que tô com um engravidador patológico, mas preciso que o prazer seja completo. Que a intensidade daquele momento fique marcada a fogo nas minhas entranhas.
Sempre fui meio homem no sexo, depois de uma transa levanto e vazo, não sou de ficar agarradinha sussurrando frases de amor. Assim que a tesão passou, passou também a paixão. Mas com o Lucho é diferente.
Queria que ele ficasse comigo, queria dormir com ele, acordar com ele e transar de novo uma e mil vezes.
Em vários contos eu afirmei que com outros é só um fuck you, mas com meu marido eu faço amor. Acho que Lucho entra nessa lista restrita de homens com quem o sexo vai além do puramente físico e vira uma experiência quase religiosa, mística, emocional. Essas raras exceções que provam que, por mais puta que eu seja, também tenho meu coraçãozinho.
Já eram quase quatro da tarde quando ela foi embora, não sem antes me beijar como se fosse pra guerra e eu ficasse como a amante sofrida e abandonada dela. Que era exatamente como eu me sentia.
Não sei como nossa história vai seguir daqui pra frente, o que eu sei é que o que a gente fez naquela tarde na minha casa, na minha cama, não foi sexo, foi amor...


















 






 

19 comentários - Lucho...

Mi amor, que hermosa transcripción de un hecho del cual casi lo viéramos en vivo por la manera de contarlo , felicitaciones y te doy mis 10 puntos
Zucoa9
👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻 solo eso dice todo...👏🏻👏🏻👏🏻
Te zarpaste esta vez Marita...como te gusta la pija!!
+10 para vos.
+10 como siempre... hermosa tu sonrisa en la foto nueva de perfil!
excelente!!!me encantaria darte mas puntos pero solo se pueden 10,me alegra saber que el dia de mis cumpleaños vos hiciste el amor ,digamos que me hiciste un buen regalo jaja
Por dios marita cada vez mejor lo qie daria por tenrr una experiencia asi con una mujer de tu sabiduria, y tu entrega total a placer de ambas personas!!!! Sos fantastica me saco el sombrero...
Nooo marita por dios!!! Lei toda tu hermosa aventura con la pija bien dura. Se notaba en la redaccion que no era un polvo mas! Hay que aprovechar esos momentos... porqué muy pocas veces tenemos tanta piel con otra persona. +10 Marita me dejaste loquito
Me gusta cuando tragas... Más relatos con tragaditas de Actimel.
Marc_2
Se viene en trío con el Gurka.!!! Vamos Marita.!!
yo em dediacaria a comerte a besos primeramente en tus labios despues me iria a tu cuello bajandome a tus senos mamando comiendotelos a besos lamiendote los pezones mientras te voy cojiendo porqud la neta a mi me vale que seas casada si lo hiciste con n taxista con mayor razon conmigo mi amor
Muy bueno como siempre ya casi poniendo al dia con tus relatos