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Confissões dela
Confissões dele
Noite desmadrada
(os nomes, profissões e outros dados pessoais possíveis foram modificados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por eu mesmo)Vai para casa. Não me atrevo. Tony.... Havia passado uma semana desde que Lola nos havia pego em minha cama fazendo sexo, com Tony vestido como Isa, sua personalidade feminina. Este se havia enterado ao mesmo tempo de que eu havia estado acostando com Lola, mas estava muito sozinho para pedir que desaparecesse da sua vida. Eu ainda o precisava. Ele continuava a dormir em minha casa. Se vestia como Isa e realmente começava a ver ele da mesma forma, estivesse ou não vestido como ela.
É tua namorada. Nunca a deixastes. E você precisa esclarecer as coisas com ela.
Me insultou e foi embora. Creio que é óbvio que hemos terminado.
Ao menos não. Fale com ela. Olhe, nem mesmo foi contando o seu pequeno segredo por aí, eu disse. E era verdade. Ninguém do nosso entorno havia mudado o tratamento para Tony. O único que se comentava era como pouco se deixava ver junto a Lola nas últimas semanas. Então você ainda tem uma oportunidade. Diga...
Vai tu. Por favor. Eu não me atrevo.
E então, o que vou dizer?
Teu sexo, certamente te ocorrerá algo..., disse Tony.
Isso não é justo... sei que isso esteve mal, mas...
Não posso falar com ela agora. Talvez se você for tu... isso tenha algum arreglo. Por favor.
Não sei qual ajuste terá se eu for eu o que fale... nem posso acreditar muito se não tiver a mão quieta..., eu disse.
E é que Tony havia ido movendo até ter a cabeça sobre minhas pernas e se dedicava a acariciar meu pênis. Agradeceu ter um apartamento para si só, não gostaria nada que meus pais me pegassem num momento assim.
Desculpa... devia ter posto o peruca, disse.
Idiota. Não é por isso. E se o tomou como uma ordem de continuar me manuseando. Vale, vou falar com ela. Mas sabes que mesmo se eu consigo você também terá que falar.
Essa noite voltou a dormir em minha cama. Não fizemos nada, não estava de humor. Simplesmente se deixou envolver por meus braços enquanto ia... Vestida com um camisão negro semi-transparente e uma calcinha. Me estava fazendo ficar cachondo de ver ela assim. Inclusive sabendo que Isa era Tony... ainda a seguia vendo igual.
Eres lo mejor que me ha pasado, ouvi susurrar.
Pela manhã, fui cedo para casa de Lola. Deu um pouco de medo, pois ela vivia com seus pais. Talvez soubessem algo, ou talvez ela entrasse em cólera. Toquei a campainha e esperei. Devia ter me coberto o rosto, talvez me abofetearia.
Ah, eres tú. Pasa, disse Lola, como se fosse coisa normal.
A segui até seu quarto. Parecia que a casa estava vazia. Entramos. Eu me quedei em pé, enquanto ela se deitou na cama.
¿Has venido a algo en concreto?, perguntou Lola. Seu tom parecia mais frio do que habitual. ¿Te apetece follarme? ¿Te has cansado da princesa com cock?
Basta, disse eu. ¿Qué haces?
Me aburro. Vamos a fuck, disse enquanto se tirava os calções. ¿Me arrancas as calcinhas?
Lola. Quiero falar.
E yo quero echar um polvo.
Vale, fazemos um trato. Tú me escuchas, e se luego te apetece, te follo, ¿vale?
Tienes cinco minutos. Luego, si no me follas, te vas, advertiu.
Levantei as mãos. Desesperante. Mas tinha que tentar. Assim que me sentei na cama e expliquei toda a história. Como Tony havia encontrado algo cativador em se vestir de mulher. Como me havia convencido para ter relações. Como, apesar de tudo, se sentia culpável por enganharla comigo.
Sé que te lo hubiera contado, mas pensou que não te lo tomarías bem...
É algo muito difícil de assimilar isso que me cuentas, disse Lola.
Lo sé. Mas creo que si te lo hubiera contado... no te habrías ido así de mi casa la otra noche.
Es posible. Mira, esto explica muchas cosas, como que no le apeteciera tanto el sexo como antes. Mas admito que hacerlo com un tío que se viste de mujer me resultaría raro...
Tony só quer que esteja tudo bem entre vocês. Inclusive... se crees que devem cortar.
Lo dices como... Se eu te fizesse mal. Se rompíssemos, terias um jeito livre para sair comigo. Embora não saiba se você gostaria disso mais do que estar com ele, ou com ela... não sei nem como referir-me.
E já não distingo entre um e outro, respondi eu. Mas sim, dói-me ter sido a causa de ter fodido sua relação.
Escuta... vá para casa, disse Lola.
O quê?
Que você vá para casa. Não estou zangada, mas preciso pensar. Vou ver-te essa noite, vale?
Vale.
E diga a Tony que também vá. Ou bem... suponho que esteve com você, não é verdade?
Não importa. Ao menos sei que o cuidou.
Sentiu seus lábios contra os meus. Sentiu seu impulso controlado de nos tornarmos loucos ali mesmo. Mas se controlou. Fui para a porta e me mandei embora daqui. Tinha vontade de saber o que aconteceria essa noite. Talvez... uma humilhação pública? Não, a conhecia demais bem. Sabia que desde logo não era vingativa. Aunque talvez me surpreendesse. O melhor seria esconder-lhe a verdade para Tony e dizer-lhe simplesmente que viria falar.
Eram as nove quando Lola chamou à nossa porta. E me surpreendeu muito. Sobre tudo porque se havia tomado a molestia de passar por um restaurante chinês antes de vir nos ver. Ela e Tony não se disseram nada. Ele parecia demasiado tímido para falar, e ela tinha um semblante muito sério. Ele nem sequer se havia vestido como Isa. Fomos à cozinha.
Eu tomei um prato de carne com champignons, enquanto Tony se saciava com rolhos de primavera e Lola se ocupava do arroz frito com gambas. Estava rico demais, mas a ceia foi uma das mais silenciosas que eu recordo. As poucas vezes que havia tentado dizer alguma coisa, Lola havia feito um gesto suave para que não dissesse nada. A tensão estava me matando.
A ceia estava muito deliciosa, obrigada por nos convidar, disse quando acabamos. Vou recolher...
Prefiro que falássemos, disse Lola. Você está bem com isso?
Claro.
E você? Perguntou olhando para Tony. P-Por suposto... Vamos para o salão, estaríamos mais confortáveis. De fato, tenho uma coisa que pedir. Tony... PoderiasPôr-se a roupa?”, perguntou Lola.
Tony se pôs nervoso. Lola suspirou e me deu seu celular.
“Não vou tirar fotos nem humilhar-te de nenhuma das maneiras, vale? Mas preciso que você se vista”.
“Te esperamos”, disse-lhe.
Sentei-me no sofá ao lado de Lola. Nenhum dos dois disse nada. Perguntei-me o que estava pensando. A olhei e ela me devolveu a mirada. Pareceu sorrir por um momento. Foi então quando apareceu Tony vestido como Isa. Notava-se que a situação lhe tinha intranquilo. Ou intranquila. Se havia posto uma blusa decotada com uma minissaia vaqueira e sapatos. Sua peruca castanhola lucia melhor que nunca. Muito bonita, como sempre.
Lola se pôs de pé. Pareceu enfadar-se quando Isa retrocedeu um pouco. Se manteve quieta enquanto Lola dava uma volta ao redor dela, olhando com atenção. Eu começava a estar também dos nervos. Esperava que dissesse algo, bom ou mau, mas algo.
“Nada mal, Isa”, comentou finalmente. “Deslógamente és uma menina muito bonita”.
“G-Graças….” acertou a dizer. “Escuta, Lola…”
“Não te maquilhas?”
“Eh... Sim, às vezes, quando saio... me arrumo um pouco”.
“Já vejo…”
“Mira, te lo hubiera contado antes, mas…”
“Quiero veros”, ordenou Lola.
“¿Quieres vernos? ¿Vernos qué?”, perguntei.
“Foda, claro”, disse como se fosse o mais natural do mundo. “Quiero ver como te fodos a esta menina travessa”.
“Estás louca”, disse-lhe.
“Pode ser. Mas são minhas condições. Queréis falar? Vale. Mas quero ver em ação. Quiero ver por que minha relação com Tony se tambaleou tanto”.
E sentou-se em uma cadeira, deixando-nos espaço suficiente para nós. Isa me olhou com um pouco de medo. Não sabia o que fazer. Eu lhe estendi os braços, com a intenção de trazê-la para mim. Ela se aproximou e nos beijamos suavemente. Passou uma mão pelo meu pescoço, acariciando-me suavemente. Subiu sobre mim, levantando sua saia para isso. Comecei a acariciar suas nádegas.
“”Você vai fazer isso comigo??, perguntou em um sussurro.
Isso depende. Queres que eu faça?O que você gosta de fazer?, perguntei. Eu também.Sempre quero... tenho vontade de tiSim, me respondeu. 'Incluso se ela olhar...' E senti como nossos lábios derretem-se em outro beijo. Pensei em tomar a iniciativa, mas Isa havia me ultrapassado. Começou a massagear minha barriga. Abriu com delicadeza a bragueta do meu calção. Meteu as mãos dentro do meu boxers, provocando-me uma ereção quase instantânea. Era muito boa... 'Talvez não seja boa ideia...', disse, mas nesse momento Isa caiu entre minhas pernas e não demorou para puxar o meu calção e o meu boxers paraLiberar a fera. Eu a observei masturbar-me com as duas mãos antes de começar a chupá-la. Olhei para baixo. Ela me olhou nos olhos.Quê?quecoñoque oEhEla disse isso enquanto não se afastava a língua do meu pau. 'Vou fazer você gozar'.Difruta, amor”, a melenita se afastou e continuou trabalhando com sua boceta. Não podia crer no morbo que me dava ver Lola, sentada a apenas um metro de nós, observando a cena.
Não parecia enfadada absolutamente conosco. Ao contrário. Nos mirava, um pouco séria. Parecia interessada na cena. Talvez eu diria... excitada. Ela havia notado juntar muito as pernas. Mas não fiz qualquer comentário e acariciei a face de Isa. Estava se portando de maravilha. Mas devia parar... não queria gozar aqui.
Ven, nena, disse-lhe, vamos passá-lo bem.
Se deteve, enquanto se tirava a camiseta (ficando o peito tapado com um sutiã negro), subiu sobre meu sofá, completamente entregue a mim. Levantei sua saia e tirei suas calças para cima. Meu cock ansiava voltar a entrar dentro daquele cu. O acariciou com vontade, sem poder conter-me. Não pude evitar fixar-me em que o pênis de Isa emitia líquido pré-seminal. Ela me olhou desejosa, queria se entregar e eu queria que se entregasse.
Apoiei meu rabo no seu cu e deixei que caísse suavemente. Se abriu sem dificuldade. Sorriu enquanto atravessava o seu ânus. A agarrei pelas nádegas e a estuprei uma vez. Seu gemido era música para meus ouvidos.
Não se me escapava que Lola havia se aproximado um pouco mais de nós. E não me enganava. Ela havia levado um dedo à boca e o tinha entre os dentes. Gostava ver como eu a estuprava Isa. E de fato, gostava muito estuprá-la. Não precisava tocar quase em Isa, seu pênis continuava soltando líquido pré-seminal pela excitação. Não sabia se seria capaz de correr-se, mas esperava que assim fosse. Porque eu mesmo estava prestes a.
Isa... estou prestes a gozar... me corro...
Hazlo, quero que te corrás, gemeu ela. Dentro de mim, córrete
E encheu o seu cu com meu gozo. Me dei conta nesse momento de como Isa se corria também. Seu pênis arrojou vários jatos para o ar e caiu sobre o seu ventre descoberto e mancharam seu sutiã. Mas sua mirada era de felicidade absoluta. Lola aproximou-se a mim e colocou-se atrás de mim. Ei... sim, você gosta muito da puta, comentou. Nesse momento eu me dei conta de que parecia não haver roupa entre nós. E assim era. Ela havia tirado a parte superior da roupa e o sutiã, mostrando suas tetas. Bem, espero que você não esteja muito cansado. Porque agora vou te fazer uma puta. Lola!, protestou Isa nesse momento. O que está acontecendo? Não me diga que você está ciumenta, riu Lola. Mas ver Isa ou Tony no momento, virando a cara para o outro lado, confirmou suas suspeitas. E as minhas. Ei... mas é por ver-me com outro... ou por ver-lhe com outra? Acho que não há necessidade disso, disse eu. Começava a ser incômodo. Não posso acreditar se você continuar tendo tão dura, disse, apontando para meu cock. Vamos, estou segura de que ela está muito satisfeita...Mas meu concha precisa de suas atenções.Susurraste no meu ouvido: 'Vamos fazer isso. Até... Isa, não perca isso', disse-lhe piscando um olho.
Terminou de tirar a roupa e se jogou no sofá. Isa observava a cena completamente desarmada. Não podia intervir, não enquanto envolvia meu pênis entre as tetas de Lola e começava a usá-las para me masturbar.
'Você gosta das minhas tetas, é verdade?', perguntou-me. 'Claro que você gosta... use-as, vamos... use-as tanto quanto quiser...'
Ela jogou a cabeça para frente e começou a usar a língua para lamber meu glande quando estava mais perto. Sentiu fortes tentações de me foder a boca, mas devia conter-me... embora em outras ocasiões não o tivesse feito.
'Seu ocorre algo melhor', disse-lhe.
Esta vez eu estava de costas no sofá. As pernas de Lola se abriam à minha frente, dando-me acesso perfeito para comer aquele pussy. O sabor dos seus jugos me encantava. Estava muito úmida pelo jogo anterior e também por ter me visto foder Isa. Sentia agora os lábios de Lola beijando e chupando meu pênis sem controle, acompanhando sua boceta de um doce massagem em minhas pelotas. Sentiu como se batia suavemente na língua com minha ereção antes de engulhá-la por completo. Era uma deusa do sexo.
De reojo atinei a ver Isa. Ela também parecia hipnotizada por nos vermos. Se desfez da sua falta e agora mirava a cena desde o chão com as pernas separadas, masturbando seu pênis e acariciando-se o ânus. Estava cachonda, e parecia ansiosa para se juntar. Talvez para me chupá-la. Talvez para foder-se com Lola. Nunca perguntei.
De repente senti como Lola parava e se dava a volta. Pôs-se sobre meu pênis e se deixou cair suavemente. Estava dentro do seu coito. Seu húmido coito por onde meu rabo se resbalava uma e outra vez. O movimento de seu corpo sobre mim, o balanceamento das suas tetas... não podia ficar quieto, e a atrai para me chupá-las.
'Sabia que você gostava', disse ela enquanto me consentia lamber seus peitos. Gritou quando mordi suavemente seu pezão. 'Sim... eu gosto disso...' aaaaaah, gimiu quando mordi o outro pezão. Vamos, segue... quero mais, mais... quero que te corras dentro, suspirou.
Não podia negar sua petição. Não podia, e tampouco queria. Sujetei seu cu em seguida e comecei a me mover debaixo dela o mais depressa que pude. Ela gimiu mais e mais enquanto eu acelerava minhas investidas e finalmente me corria. Finalmente pude descansar um pouco, com Lola ainda subida sobre mim. Se deitou encima.
Ven, disse a Isa estendendo-lhe a mão. Ven, tonta. Não te vou fazer nada mau.
Como se fosse uma mascota obsequiosa, Isa veio em nossa direção, arrastando-se. Subiu ao sofá, apoiada à minha esquerda. Lola a mirava desde o outro lado. Sentiu um estranho alívio ao ver que lhe passava um braço por cima.
Isa... Tony... Suponho que posso chamá-lo pelas duas formas, não?, disse suavemente.
Sí...
Agora já sei o que não funcionava em nossa relação. Não estavas sendo realmente você, verdade?, perguntou. Me custou muito assimilar isso. Por isso... te pedi que o fizessemos diante de mim. Tinha que ver e entender.
Lola...
Não podemos seguir em nossa relação assim, disse. É óbvio que apenas nos faríamos mal.
Esperad, interrompi. Não posso estar confortável, vale? Se rompís agora...
Não terminei, indicou Lola. Toni. Você me quer?
Claro que te quiero, é que...
Vale, e eu também te quero. Mas, você gostaria que eu te proibisse ver a sós com ele?
... Não, confessou enquanto me mirava.
Vale. A mim tampouco me gustaría que me o proibísse. Não é bom que nos reprimamos.
Então pensais seguir vendo-me quando lhe apetecer fazer um polvo?, perguntei estranho.
Bem, é uma forma de pensar, mas... eu mais bem pensava nos três. Juntos, disse com uma sonrisa. A mim, por outro lado, ficou cara de tonto. Não é tão raro. É dizer. Os três gostamos, não? Não estaríamos melhor sem ter que esconder?
Lola, espera...
!Não há que esperar! Somos os melhores amigos. Tú me cuidaste e me... Sabido tratar quando me sinto sozinha. Você ajudou Toni a se conectar com um lado feminino que lhe causa muito prazer. E eu fui muito feliz com ele, então... o que pode haver de errado em termos os três seremos namorados?
É uma loucura
A mim não parece, confessou Toni. Ele havia se posto vermelho. Mas me preocupa que, bem... quando sou Isa...
Me da igual quem você quiser ser. Não vês? Se você gostar de ser Toni, será, se você quiser ser Isa vou querer você igual, não vou pôr limites. Ele nota que gosta de Isa, e isso não afetou nossa amizade, é perfeito!
Mas... o sexo...
Pode me foder, também pode Isa, Toni pode continuar fazendo comigo, até... posso me animar a jogar com Isa. Tenho alguns vibradores que lhe dariam muito prazer, insinuou. Não quero ir embora sozinha. Sou muito egoísta. Quero ficar com os dois.
E nesse momento, ele beijou suavemente. Foi um beijo calmo, apaziguado. Ele se afastou e, nesse momento, não saberia dizer se foi Toni ou Isa também me beijou. Eles se turnaram para me beijar algumas vezes, e enquanto Isa me dava o último beijo, Lola se esgueirou para baixo e beijou meu pau. Isso deve ter despertado a inveja de Isa, que desceu com ela e começaram a se beijar com meu pau entre eles.
Você sabe? Sempre quis fazer algo com dois caras ao mesmo tempo, comentou Lola.
Fiquei de pé diante de Toni, nossas bolas uma ao lado da outra, prontas para que Lola as chupasse. Ela fez isso com muita habilidade. A língua e o glande de Toni frotando-se contra minha própria ereção era muito estimulante e não demorei para começar a correr na boca de Lola, ao mesmo tempo em que também fazia Toni. Com o sêmen de ambos na boca, vi-la lançada a beijar Isa. Deus, não podia parar de estar empalmado se continuássemos assim.
Depois Lola e Toni fizeram um 69, mas era ele quem estava sobre ela. Dessa posição eu pude me colocar atrás dele e comecei a... Meu cuco me chupava enquanto seu pau desaparecia na boca de Lola e ela recebia um cunnilingus do seu garoto.
Nossa última investida foi com Toni, ou Isa se masturbando em Lola pelo vão, ela esticada sobre ele enquanto eu me ocupava do seu cu. Ela parecia afônica por tudo que havia gemido aquela noite, extasiada, mas sem dúvida contente.
Eu lhe disse que isso podia funcionar, disse com uma sonrisa quando nos havíamos corrido pela última vez. Você se pensou melhor a oferta?, perguntou-me.
Sí... Creio que vou ter que fazer-vos felizes, ri.
E o fizemos. Funcionávamos muito melhor do que eu me hubiera esperado. Tinha duas garotas para mim, assim como meus dois amigos. Nada iria sair mal.
Passaram os meses. Um dia Lola chegou e nos anunciou que estava grávida. E Toni e eu fizemos o juramento de não querer descobrir quem dos dois a havia prenado. Seria o filho ou a filha dos três.MEUS OUTROS RELATOSPassem, vejam e desfrutem-nos 😃Férias com meus primosFimCapítulo 1,Capítulo 2, Capítulo 3,Capítulo 4, Capítulo 5,Capítulo 6,Capítulo 7,Capítulo 8,Capítulo 9,Capítulo 10,Capítulo 11,Capítulo 12, Capítulo 13,Capítulo 14,Capítulo 15,Capítulo 16,Capítulo 17,Capítulo 18,Decinoveiro aniversário com minhas primas
Sara, namorada transgeneristaContinuandoExperimentando comigo mesmo,Fantasía: mudança de papel com minha namorada,Recebi ajuda da minha amiga especial,Triângulo com parceira amiga,Massagem com final mais do que feliz,A ordens da minha amiga transgênero,Cum com minha ex... e minha namorada,Vestido para minha namorada (travesti),Viciado na transsexuada de coxa, Quarteto bissexual (ou similar),Fim de semana com amigos (I),Fim de semana com amigos (II),Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha(Continuando)My daughter's friend declared herself to me,A escolha da amiga da minha filha,Triol Proibido,Tabu Reconciliação,A noiva da minha filha
História com minha irmã(Continuando)
Proibida para tarde com a irmãzinha,Outra noite proibida com a irmãzinha,, Minha mãe saiu fim de semana...
Contos curtos
A menina do trem,Pelo erro,Eles me pediram um favor,Fantasia dela, fantasia dos,Dois gerações, Férias no hotel, Três não são multidão, quatro é prazer, A garota de práticas
Confissões dela
Confissões dele
Noite desmadrada
(os nomes, profissões e outros dados pessoais possíveis foram modificados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por eu mesmo)Vai para casa. Não me atrevo. Tony.... Havia passado uma semana desde que Lola nos havia pego em minha cama fazendo sexo, com Tony vestido como Isa, sua personalidade feminina. Este se havia enterado ao mesmo tempo de que eu havia estado acostando com Lola, mas estava muito sozinho para pedir que desaparecesse da sua vida. Eu ainda o precisava. Ele continuava a dormir em minha casa. Se vestia como Isa e realmente começava a ver ele da mesma forma, estivesse ou não vestido como ela.
É tua namorada. Nunca a deixastes. E você precisa esclarecer as coisas com ela.
Me insultou e foi embora. Creio que é óbvio que hemos terminado.
Ao menos não. Fale com ela. Olhe, nem mesmo foi contando o seu pequeno segredo por aí, eu disse. E era verdade. Ninguém do nosso entorno havia mudado o tratamento para Tony. O único que se comentava era como pouco se deixava ver junto a Lola nas últimas semanas. Então você ainda tem uma oportunidade. Diga...
Vai tu. Por favor. Eu não me atrevo.
E então, o que vou dizer?
Teu sexo, certamente te ocorrerá algo..., disse Tony.
Isso não é justo... sei que isso esteve mal, mas...
Não posso falar com ela agora. Talvez se você for tu... isso tenha algum arreglo. Por favor.
Não sei qual ajuste terá se eu for eu o que fale... nem posso acreditar muito se não tiver a mão quieta..., eu disse.
E é que Tony havia ido movendo até ter a cabeça sobre minhas pernas e se dedicava a acariciar meu pênis. Agradeceu ter um apartamento para si só, não gostaria nada que meus pais me pegassem num momento assim.
Desculpa... devia ter posto o peruca, disse.
Idiota. Não é por isso. E se o tomou como uma ordem de continuar me manuseando. Vale, vou falar com ela. Mas sabes que mesmo se eu consigo você também terá que falar.
Essa noite voltou a dormir em minha cama. Não fizemos nada, não estava de humor. Simplesmente se deixou envolver por meus braços enquanto ia... Vestida com um camisão negro semi-transparente e uma calcinha. Me estava fazendo ficar cachondo de ver ela assim. Inclusive sabendo que Isa era Tony... ainda a seguia vendo igual.
Eres lo mejor que me ha pasado, ouvi susurrar.
Pela manhã, fui cedo para casa de Lola. Deu um pouco de medo, pois ela vivia com seus pais. Talvez soubessem algo, ou talvez ela entrasse em cólera. Toquei a campainha e esperei. Devia ter me coberto o rosto, talvez me abofetearia.
Ah, eres tú. Pasa, disse Lola, como se fosse coisa normal.
A segui até seu quarto. Parecia que a casa estava vazia. Entramos. Eu me quedei em pé, enquanto ela se deitou na cama.
¿Has venido a algo en concreto?, perguntou Lola. Seu tom parecia mais frio do que habitual. ¿Te apetece follarme? ¿Te has cansado da princesa com cock?
Basta, disse eu. ¿Qué haces?
Me aburro. Vamos a fuck, disse enquanto se tirava os calções. ¿Me arrancas as calcinhas?
Lola. Quiero falar.
E yo quero echar um polvo.
Vale, fazemos um trato. Tú me escuchas, e se luego te apetece, te follo, ¿vale?
Tienes cinco minutos. Luego, si no me follas, te vas, advertiu.
Levantei as mãos. Desesperante. Mas tinha que tentar. Assim que me sentei na cama e expliquei toda a história. Como Tony havia encontrado algo cativador em se vestir de mulher. Como me havia convencido para ter relações. Como, apesar de tudo, se sentia culpável por enganharla comigo.
Sé que te lo hubiera contado, mas pensou que não te lo tomarías bem...
É algo muito difícil de assimilar isso que me cuentas, disse Lola.
Lo sé. Mas creo que si te lo hubiera contado... no te habrías ido así de mi casa la otra noche.
Es posible. Mira, esto explica muchas cosas, como que no le apeteciera tanto el sexo como antes. Mas admito que hacerlo com un tío que se viste de mujer me resultaría raro...
Tony só quer que esteja tudo bem entre vocês. Inclusive... se crees que devem cortar.
Lo dices como... Se eu te fizesse mal. Se rompíssemos, terias um jeito livre para sair comigo. Embora não saiba se você gostaria disso mais do que estar com ele, ou com ela... não sei nem como referir-me.
E já não distingo entre um e outro, respondi eu. Mas sim, dói-me ter sido a causa de ter fodido sua relação.
Escuta... vá para casa, disse Lola.
O quê?
Que você vá para casa. Não estou zangada, mas preciso pensar. Vou ver-te essa noite, vale?
Vale.
E diga a Tony que também vá. Ou bem... suponho que esteve com você, não é verdade?
Não importa. Ao menos sei que o cuidou.
Sentiu seus lábios contra os meus. Sentiu seu impulso controlado de nos tornarmos loucos ali mesmo. Mas se controlou. Fui para a porta e me mandei embora daqui. Tinha vontade de saber o que aconteceria essa noite. Talvez... uma humilhação pública? Não, a conhecia demais bem. Sabia que desde logo não era vingativa. Aunque talvez me surpreendesse. O melhor seria esconder-lhe a verdade para Tony e dizer-lhe simplesmente que viria falar.
Eram as nove quando Lola chamou à nossa porta. E me surpreendeu muito. Sobre tudo porque se havia tomado a molestia de passar por um restaurante chinês antes de vir nos ver. Ela e Tony não se disseram nada. Ele parecia demasiado tímido para falar, e ela tinha um semblante muito sério. Ele nem sequer se havia vestido como Isa. Fomos à cozinha.
Eu tomei um prato de carne com champignons, enquanto Tony se saciava com rolhos de primavera e Lola se ocupava do arroz frito com gambas. Estava rico demais, mas a ceia foi uma das mais silenciosas que eu recordo. As poucas vezes que havia tentado dizer alguma coisa, Lola havia feito um gesto suave para que não dissesse nada. A tensão estava me matando.
A ceia estava muito deliciosa, obrigada por nos convidar, disse quando acabamos. Vou recolher...
Prefiro que falássemos, disse Lola. Você está bem com isso?
Claro.
E você? Perguntou olhando para Tony. P-Por suposto... Vamos para o salão, estaríamos mais confortáveis. De fato, tenho uma coisa que pedir. Tony... PoderiasPôr-se a roupa?”, perguntou Lola.
Tony se pôs nervoso. Lola suspirou e me deu seu celular.
“Não vou tirar fotos nem humilhar-te de nenhuma das maneiras, vale? Mas preciso que você se vista”.
“Te esperamos”, disse-lhe.
Sentei-me no sofá ao lado de Lola. Nenhum dos dois disse nada. Perguntei-me o que estava pensando. A olhei e ela me devolveu a mirada. Pareceu sorrir por um momento. Foi então quando apareceu Tony vestido como Isa. Notava-se que a situação lhe tinha intranquilo. Ou intranquila. Se havia posto uma blusa decotada com uma minissaia vaqueira e sapatos. Sua peruca castanhola lucia melhor que nunca. Muito bonita, como sempre.
Lola se pôs de pé. Pareceu enfadar-se quando Isa retrocedeu um pouco. Se manteve quieta enquanto Lola dava uma volta ao redor dela, olhando com atenção. Eu começava a estar também dos nervos. Esperava que dissesse algo, bom ou mau, mas algo.
“Nada mal, Isa”, comentou finalmente. “Deslógamente és uma menina muito bonita”.
“G-Graças….” acertou a dizer. “Escuta, Lola…”
“Não te maquilhas?”
“Eh... Sim, às vezes, quando saio... me arrumo um pouco”.
“Já vejo…”
“Mira, te lo hubiera contado antes, mas…”
“Quiero veros”, ordenou Lola.
“¿Quieres vernos? ¿Vernos qué?”, perguntei.
“Foda, claro”, disse como se fosse o mais natural do mundo. “Quiero ver como te fodos a esta menina travessa”.
“Estás louca”, disse-lhe.
“Pode ser. Mas são minhas condições. Queréis falar? Vale. Mas quero ver em ação. Quiero ver por que minha relação com Tony se tambaleou tanto”.
E sentou-se em uma cadeira, deixando-nos espaço suficiente para nós. Isa me olhou com um pouco de medo. Não sabia o que fazer. Eu lhe estendi os braços, com a intenção de trazê-la para mim. Ela se aproximou e nos beijamos suavemente. Passou uma mão pelo meu pescoço, acariciando-me suavemente. Subiu sobre mim, levantando sua saia para isso. Comecei a acariciar suas nádegas.
“”Você vai fazer isso comigo??, perguntou em um sussurro.
Isso depende. Queres que eu faça?O que você gosta de fazer?, perguntei. Eu também.Sempre quero... tenho vontade de tiSim, me respondeu. 'Incluso se ela olhar...' E senti como nossos lábios derretem-se em outro beijo. Pensei em tomar a iniciativa, mas Isa havia me ultrapassado. Começou a massagear minha barriga. Abriu com delicadeza a bragueta do meu calção. Meteu as mãos dentro do meu boxers, provocando-me uma ereção quase instantânea. Era muito boa... 'Talvez não seja boa ideia...', disse, mas nesse momento Isa caiu entre minhas pernas e não demorou para puxar o meu calção e o meu boxers paraLiberar a fera. Eu a observei masturbar-me com as duas mãos antes de começar a chupá-la. Olhei para baixo. Ela me olhou nos olhos.Quê?quecoñoque oEhEla disse isso enquanto não se afastava a língua do meu pau. 'Vou fazer você gozar'.Difruta, amor”, a melenita se afastou e continuou trabalhando com sua boceta. Não podia crer no morbo que me dava ver Lola, sentada a apenas um metro de nós, observando a cena.
Não parecia enfadada absolutamente conosco. Ao contrário. Nos mirava, um pouco séria. Parecia interessada na cena. Talvez eu diria... excitada. Ela havia notado juntar muito as pernas. Mas não fiz qualquer comentário e acariciei a face de Isa. Estava se portando de maravilha. Mas devia parar... não queria gozar aqui.
Ven, nena, disse-lhe, vamos passá-lo bem.
Se deteve, enquanto se tirava a camiseta (ficando o peito tapado com um sutiã negro), subiu sobre meu sofá, completamente entregue a mim. Levantei sua saia e tirei suas calças para cima. Meu cock ansiava voltar a entrar dentro daquele cu. O acariciou com vontade, sem poder conter-me. Não pude evitar fixar-me em que o pênis de Isa emitia líquido pré-seminal. Ela me olhou desejosa, queria se entregar e eu queria que se entregasse.
Apoiei meu rabo no seu cu e deixei que caísse suavemente. Se abriu sem dificuldade. Sorriu enquanto atravessava o seu ânus. A agarrei pelas nádegas e a estuprei uma vez. Seu gemido era música para meus ouvidos.
Não se me escapava que Lola havia se aproximado um pouco mais de nós. E não me enganava. Ela havia levado um dedo à boca e o tinha entre os dentes. Gostava ver como eu a estuprava Isa. E de fato, gostava muito estuprá-la. Não precisava tocar quase em Isa, seu pênis continuava soltando líquido pré-seminal pela excitação. Não sabia se seria capaz de correr-se, mas esperava que assim fosse. Porque eu mesmo estava prestes a.
Isa... estou prestes a gozar... me corro...
Hazlo, quero que te corrás, gemeu ela. Dentro de mim, córrete
E encheu o seu cu com meu gozo. Me dei conta nesse momento de como Isa se corria também. Seu pênis arrojou vários jatos para o ar e caiu sobre o seu ventre descoberto e mancharam seu sutiã. Mas sua mirada era de felicidade absoluta. Lola aproximou-se a mim e colocou-se atrás de mim. Ei... sim, você gosta muito da puta, comentou. Nesse momento eu me dei conta de que parecia não haver roupa entre nós. E assim era. Ela havia tirado a parte superior da roupa e o sutiã, mostrando suas tetas. Bem, espero que você não esteja muito cansado. Porque agora vou te fazer uma puta. Lola!, protestou Isa nesse momento. O que está acontecendo? Não me diga que você está ciumenta, riu Lola. Mas ver Isa ou Tony no momento, virando a cara para o outro lado, confirmou suas suspeitas. E as minhas. Ei... mas é por ver-me com outro... ou por ver-lhe com outra? Acho que não há necessidade disso, disse eu. Começava a ser incômodo. Não posso acreditar se você continuar tendo tão dura, disse, apontando para meu cock. Vamos, estou segura de que ela está muito satisfeita...Mas meu concha precisa de suas atenções.Susurraste no meu ouvido: 'Vamos fazer isso. Até... Isa, não perca isso', disse-lhe piscando um olho.
Terminou de tirar a roupa e se jogou no sofá. Isa observava a cena completamente desarmada. Não podia intervir, não enquanto envolvia meu pênis entre as tetas de Lola e começava a usá-las para me masturbar.
'Você gosta das minhas tetas, é verdade?', perguntou-me. 'Claro que você gosta... use-as, vamos... use-as tanto quanto quiser...'
Ela jogou a cabeça para frente e começou a usar a língua para lamber meu glande quando estava mais perto. Sentiu fortes tentações de me foder a boca, mas devia conter-me... embora em outras ocasiões não o tivesse feito.
'Seu ocorre algo melhor', disse-lhe.
Esta vez eu estava de costas no sofá. As pernas de Lola se abriam à minha frente, dando-me acesso perfeito para comer aquele pussy. O sabor dos seus jugos me encantava. Estava muito úmida pelo jogo anterior e também por ter me visto foder Isa. Sentia agora os lábios de Lola beijando e chupando meu pênis sem controle, acompanhando sua boceta de um doce massagem em minhas pelotas. Sentiu como se batia suavemente na língua com minha ereção antes de engulhá-la por completo. Era uma deusa do sexo.
De reojo atinei a ver Isa. Ela também parecia hipnotizada por nos vermos. Se desfez da sua falta e agora mirava a cena desde o chão com as pernas separadas, masturbando seu pênis e acariciando-se o ânus. Estava cachonda, e parecia ansiosa para se juntar. Talvez para me chupá-la. Talvez para foder-se com Lola. Nunca perguntei.
De repente senti como Lola parava e se dava a volta. Pôs-se sobre meu pênis e se deixou cair suavemente. Estava dentro do seu coito. Seu húmido coito por onde meu rabo se resbalava uma e outra vez. O movimento de seu corpo sobre mim, o balanceamento das suas tetas... não podia ficar quieto, e a atrai para me chupá-las.
'Sabia que você gostava', disse ela enquanto me consentia lamber seus peitos. Gritou quando mordi suavemente seu pezão. 'Sim... eu gosto disso...' aaaaaah, gimiu quando mordi o outro pezão. Vamos, segue... quero mais, mais... quero que te corras dentro, suspirou.
Não podia negar sua petição. Não podia, e tampouco queria. Sujetei seu cu em seguida e comecei a me mover debaixo dela o mais depressa que pude. Ela gimiu mais e mais enquanto eu acelerava minhas investidas e finalmente me corria. Finalmente pude descansar um pouco, com Lola ainda subida sobre mim. Se deitou encima.
Ven, disse a Isa estendendo-lhe a mão. Ven, tonta. Não te vou fazer nada mau.
Como se fosse uma mascota obsequiosa, Isa veio em nossa direção, arrastando-se. Subiu ao sofá, apoiada à minha esquerda. Lola a mirava desde o outro lado. Sentiu um estranho alívio ao ver que lhe passava um braço por cima.
Isa... Tony... Suponho que posso chamá-lo pelas duas formas, não?, disse suavemente.
Sí...
Agora já sei o que não funcionava em nossa relação. Não estavas sendo realmente você, verdade?, perguntou. Me custou muito assimilar isso. Por isso... te pedi que o fizessemos diante de mim. Tinha que ver e entender.
Lola...
Não podemos seguir em nossa relação assim, disse. É óbvio que apenas nos faríamos mal.
Esperad, interrompi. Não posso estar confortável, vale? Se rompís agora...
Não terminei, indicou Lola. Toni. Você me quer?
Claro que te quiero, é que...
Vale, e eu também te quero. Mas, você gostaria que eu te proibisse ver a sós com ele?
... Não, confessou enquanto me mirava.
Vale. A mim tampouco me gustaría que me o proibísse. Não é bom que nos reprimamos.
Então pensais seguir vendo-me quando lhe apetecer fazer um polvo?, perguntei estranho.
Bem, é uma forma de pensar, mas... eu mais bem pensava nos três. Juntos, disse com uma sonrisa. A mim, por outro lado, ficou cara de tonto. Não é tão raro. É dizer. Os três gostamos, não? Não estaríamos melhor sem ter que esconder?
Lola, espera...
!Não há que esperar! Somos os melhores amigos. Tú me cuidaste e me... Sabido tratar quando me sinto sozinha. Você ajudou Toni a se conectar com um lado feminino que lhe causa muito prazer. E eu fui muito feliz com ele, então... o que pode haver de errado em termos os três seremos namorados?
É uma loucura
A mim não parece, confessou Toni. Ele havia se posto vermelho. Mas me preocupa que, bem... quando sou Isa...
Me da igual quem você quiser ser. Não vês? Se você gostar de ser Toni, será, se você quiser ser Isa vou querer você igual, não vou pôr limites. Ele nota que gosta de Isa, e isso não afetou nossa amizade, é perfeito!
Mas... o sexo...
Pode me foder, também pode Isa, Toni pode continuar fazendo comigo, até... posso me animar a jogar com Isa. Tenho alguns vibradores que lhe dariam muito prazer, insinuou. Não quero ir embora sozinha. Sou muito egoísta. Quero ficar com os dois.
E nesse momento, ele beijou suavemente. Foi um beijo calmo, apaziguado. Ele se afastou e, nesse momento, não saberia dizer se foi Toni ou Isa também me beijou. Eles se turnaram para me beijar algumas vezes, e enquanto Isa me dava o último beijo, Lola se esgueirou para baixo e beijou meu pau. Isso deve ter despertado a inveja de Isa, que desceu com ela e começaram a se beijar com meu pau entre eles.
Você sabe? Sempre quis fazer algo com dois caras ao mesmo tempo, comentou Lola.
Fiquei de pé diante de Toni, nossas bolas uma ao lado da outra, prontas para que Lola as chupasse. Ela fez isso com muita habilidade. A língua e o glande de Toni frotando-se contra minha própria ereção era muito estimulante e não demorei para começar a correr na boca de Lola, ao mesmo tempo em que também fazia Toni. Com o sêmen de ambos na boca, vi-la lançada a beijar Isa. Deus, não podia parar de estar empalmado se continuássemos assim.
Depois Lola e Toni fizeram um 69, mas era ele quem estava sobre ela. Dessa posição eu pude me colocar atrás dele e comecei a... Meu cuco me chupava enquanto seu pau desaparecia na boca de Lola e ela recebia um cunnilingus do seu garoto.
Nossa última investida foi com Toni, ou Isa se masturbando em Lola pelo vão, ela esticada sobre ele enquanto eu me ocupava do seu cu. Ela parecia afônica por tudo que havia gemido aquela noite, extasiada, mas sem dúvida contente.
Eu lhe disse que isso podia funcionar, disse com uma sonrisa quando nos havíamos corrido pela última vez. Você se pensou melhor a oferta?, perguntou-me.
Sí... Creio que vou ter que fazer-vos felizes, ri.
E o fizemos. Funcionávamos muito melhor do que eu me hubiera esperado. Tinha duas garotas para mim, assim como meus dois amigos. Nada iria sair mal.
Passaram os meses. Um dia Lola chegou e nos anunciou que estava grávida. E Toni e eu fizemos o juramento de não querer descobrir quem dos dois a havia prenado. Seria o filho ou a filha dos três.MEUS OUTROS RELATOSPassem, vejam e desfrutem-nos 😃Férias com meus primosFimCapítulo 1,Capítulo 2, Capítulo 3,Capítulo 4, Capítulo 5,Capítulo 6,Capítulo 7,Capítulo 8,Capítulo 9,Capítulo 10,Capítulo 11,Capítulo 12, Capítulo 13,Capítulo 14,Capítulo 15,Capítulo 16,Capítulo 17,Capítulo 18,Decinoveiro aniversário com minhas primas
Sara, namorada transgeneristaContinuandoExperimentando comigo mesmo,Fantasía: mudança de papel com minha namorada,Recebi ajuda da minha amiga especial,Triângulo com parceira amiga,Massagem com final mais do que feliz,A ordens da minha amiga transgênero,Cum com minha ex... e minha namorada,Vestido para minha namorada (travesti),Viciado na transsexuada de coxa, Quarteto bissexual (ou similar),Fim de semana com amigos (I),Fim de semana com amigos (II),Ajudando uma amiga
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