Fim de Semana em Família: Incesto (2/2)

Como promessa é dívida, vou compartilhar a segunda parte da história dessa família nas férias em Benidorm, espero que gostem.

Durante a semana seguinte ao sábado e domingo, que passei com Paloma e Daniel, meus filhos, num hotel em Benidorm, onde eles transaram pela primeira vez e fomos tão felizes os três, minha filha não parava de me ligar todos os dias, até vinha em casa, me lembrar de falar sério com o pai dela, porque ela estava morrendo de vontade de transar com ele. A verdade é que me colocava numa saia justa, porque o pai dela estava muito relutante em fazer isso com ela. Não conseguia vencer os tabus dele. Não se imaginava transando com a filhinha. Ele a via como sua menininha, mesmo Paloma já tendo completado 18 anos. O caso é que numa dessas noites, enquanto transava com meu marido, insisti de novo no assunto e, finalmente, ele topou, com a condição de que eu estivesse junto, pra ajudá-lo e que não fosse na nossa casa.

Na manhã seguinte, liguei pra minha filha e contei. Ela ficou super feliz e, entre nós duas, traçamos o plano. Iríamos os três viajar, no próximo fim de semana, pra Marbella. No mesmo dia, quarta-feira, fui a uma agência de viagens e resolvi as reservas de avião e hotel.

Na sexta de manhã, partimos de Valência e, no meio da tarde, já estávamos num hotel em Marbella, perto de Puerto Banús. Tínhamos dois quartos, ligados por uma porta. Eu tinha previsto os dois quartos pra que meu marido não se sentisse desconfortável, principalmente no começo. Tomamos banho, trocamos de roupa e fomos logo passear por Puerto Banús. Deixamos meu marido sentado na varanda de um bar e nós fomos explorar as várias butiques de luxo que tem por lá. Quando voltamos, mais de duas horas depois, ele já não estava mais lá. Localizamos ele pelo celular e ele disse que estava num restaurante perto e nos deu instruções de como chegar. Quando ele nos viu aparecer Com tantos pacotes das compras que a gente tinha feito, ele levou na esportiva e começou a tirar uma onda com a gente. Depois, falou com um garçom e eles se viraram pra levar tudo pro hotel. Arrumaram uma mesa pra gente no terraço, de frente pra vários iates enormes que sempre têm no porto, e a gente tomou uns aperitivos enquanto esperava a janta chegar. Foi uma comida bem variada, com vinhos bons, que durou quase duas horas. Quando terminou, a gente resolveu dar uma volta e conhecer o clima chique da noite em Puerto Banus. Entramos em alguns lugares, tomávamos uma dose e partíamos pra outro, até que chegamos no NAVY, curtimos e ficamos por lá.

Tinha muita gente elegante, de vários países, e uma música boa. Quando sentamos na mesa e pedimos as bebidas, minha filha levou o pai pra pista pra dançar com ele. Eu ficava olhando, feliz e preocupada. Percebia meu marido meio tenso, mas minha filha, que é super animada e dengosa, conseguiu rapidinho fazer ele se concentrar na dança e nela. O vinho da comida, sem dúvida, também ajudava a soltar ele. Logo eu também tava dançando. Aceitei o convite de um inglês que me agradou, e depois vi que ele dançava muito bem, o que me deixou ainda mais a fim. E, como as mulheres às vezes são umas safadinhas, dei um jeito de provocar ciúmes no meu marido. Grudei no inglês e roçava meu rosto no dele, coisa que meu marido percebeu na hora, e vi como ele apertava mais o corpo dele na Paloma e também roçava o rosto nela.

Paloma não perdeu a chance e passou a língua na orelha do pai, enquanto as tetas duras dela esfregavam no peito dele. Como vi que minha estratégia tava funcionando, deixei o inglês me beijar na boca e fingi que tava me entregando. Minha filha sacou meu jogo e aproveitou a excitação do pai pra ir passando a língua da orelha pro pescoço, pro rosto, e depois meteu a boca direto na do pai, que aceitou, todo atordoado pela excitação. Minha filha não perdeu tempo, passou os braços por trás do pescoço do pai e não soltou o beijo de língua que estava dando, enquanto esfregava a buceta na ereção que o pai já estava exibindo. Eu dançava bem perto deles e minha filha e eu trocávamos olhares safados.
Discretamente, mas querendo que meu marido visse, desci minha mão até a braguilha do inglês, que estava bem inchada, e minha filha me imitou, enfiando a mão entre o corpo dela e o do pai, agarrando a piroca dura dele por cima da calça, enquanto sussurrava algo no ouvido dele. Vi meu marido balançar a cabeça, concordando com o que ela dizia, e eles se beijaram de novo na boca. Depois fiquei sabendo que ela estava pedindo para ele dar a felicidade que ela tanto queria naquela noite, que fizesse amor com ela. Quando chegamos no quarto, meu marido veio até mim, me abraçou e me beijou ansioso. Discretamente, fiz sinal para minha filha ir para o quarto dela, e eu me despi e ajudei meu marido a se despir. Deitei ele na cama e peguei a piroca duríssima dele na minha boca, acariciando os ovos e as nádegas dele.
Ele, de olhos fechados, gemia de prazer. Minha filha, já nua, apareceu na porta e eu fiz sinal para ela se aproximar. Cedi a piroca do pai para ela, e ela acariciou e beijou a cabeça, admirada com aquele momento tão importante para ela, realizando um dos maiores desejos dela. Em seguida, abriu a boca o máximo que pôde e engoliu inteira a tão desejada piroca do pai. Eu aproximei meu rosto do do meu marido e o beijava, acariciando o rosto dele. Ele já sabia quem estava chupando a piroca dele com tanta dedicação. Senti uma excitação muito especial nele, senti o tesão tremendo e a emoção que ele estava vivendo. Minha filha logo subiu em cima dele e, com a lentidão da emoção da primeira vez, foi descendo o corpo e introduzindo centímetro por centímetro a piroca duríssima do pai na bucetinha quente e jovem dela. Minha marido continuava de olhos fechados e, ao sentir a penetração, começou a gemer alto e me abraçava e beijava, fora de si. Estava vivendo um dos momentos mais emocionantes da vida dele, estava penetrando sua filhinha, sua Pombinha.
Quando minha filha o teve totalmente dentro, se inclinou e eu me afastei um pouco, ela queria beijar o pai. E, enquanto o beijava, repetia: obrigada papai, obrigada papai, obrigada mamãe! me sinto a filha mais feliz do mundo. Meu marido nos abraçou as duas e nos beijava. Nós três estávamos muito emocionados e nossa felicidade não tinha palavras, só beijos e muita ternura. Minha filha se levantou e com as mãos sobre o peito do pai, começou um sobe e desce sensual, aproveitando essa primeira vez, mexendo o corpo para sentir melhor e mais fundo, a pica do pai dentro dela. Meu marido continuava abraçado em mim e começou a mover a pélvis para cima, buscando o corpo da filha, buscando sentir em plenitude essas sensações que, pela primeira vez, a própria filha estava lhe dando. Ela começou a sentir os primeiros orgasmos e se mexia agitada, enlouquecida pelo muito prazer que o corpo recebia do pai.
Mexia os quadris de um lado para o outro, para sentir a pica do pai em cada cantinho da buceta dela. Gritava e se agitava alucinada e, de vez em quando repetia, obrigada papai, obrigada mamãe! como sou feliz!. O corpo do meu marido começou a se agitar mais rápido e, com um forte estertor, soltou dentro da filha, fortes jorros de porra quente. Minha filha, ao sentir a gozada do pai dentro dela, caiu sobre nós, presa de um orgasmo bestial, alucinante, estremecida e com um aaaaahhhhhh interminável. Continuava se mexendo sobre a pica do pai, com espasmos incontroláveis e nós a abraçamos para acalmá-la. Aos poucos foi ficando quieta, serena nos beijava em silêncio, com lágrimas de felicidade. Olhou nos olhos do meu marido e o via feliz, tremendamente feliz. O beijou com ternura, com intenso amor. Agradecimento e também beijei minha filha. Eu me sentia a mãe e esposa mais feliz do mundo.
Ajudei minha filha a se levantar e a acompanhei até o banheiro para nos lavarmos. Meu marido foi se lavar no outro banheiro. Dormimos na mesma cama, minha filha no meio, acariciada pelo pai e por mim. Quando acordei, vi minha filha esticada sobre o pai, com o rosto dele entre as mãos, sem parar de beijá-lo. Ele acariciava a cabeça e as costas dela. Me aproximei deles e nos acariciamos os três. Já passava das dez da manhã e vi, pela janela, que o sol estava lindo.
Enquanto eu beijava meu marido, minha filha deslizou para baixo, procurando se acomodar entre as pernas dele para fazer um boquete longo e sensual. Pegou a pica do pai entre as mãos, com carinho, dando beijinhos na cabeça e passando a ponta da língua ao longo do tronco, até chegar nos ovos grandes dele, que também beijava emocionada. Meu marido tremia de prazer com o trabalho esperto que a filhinha dele estava fazendo.
Ela, com os peitos sobre as coxas do pai, já engolia uma e outra vez a pica duríssima e pulsante dele, enquanto com as mãos acariciava os ovos e as nádegas dele. Eu, de vez em quando, afastava o rosto do do meu marido e olhava nos olhos dele, para sentir com ele aquele momento sublime que estávamos vivendo os três. Meu marido não aguentava mais segurar a gozada e avisou: "ooohhhhh, não aguento mais, vou gozar!" E minha filha engoliu mais fundo na garganta a pica do pai e acelerou os movimentos de sobe e desce, para provocar uma gozada sensacional. Queria fazer ele super feliz, queria que o pai se lembrasse para sempre daquele primeiro boquete que a filha dele estava dando. Meu marido se abraçou forte em mim, com o rosto colado no meu pescoço e bufando, enquanto inundava com o esperma quente a garganta e a boca da filhinha da alma dele. Ela se esforçava para não perder nem uma gota, engolia com gula, com deleite, e continuava chupando o tesouro dele. Esse tesouro que tanto tempo levei pra conseguir e que agora eu saboreava na boca e nas mãos. Ele olhava pra nós duas, com cara de felicidade e uma certa malícia.

Meu marido se levantou pra se lavar e nós ficamos abraçadas, nos beijando. Depois, ele disse que ia tomar café da manhã e que avisaria pra subirem o nosso também.

Mais tarde, ele ligou dizendo que já tava no porto esperando a gente. Quando nos viu, fez sinal pra gente se aproximar: tinha encontrado um barquinho que fazia um passeio pela costa, pra ver tudo do mar. O barco seguiu rumo a Málaga. Primeiro vimos Marbella, depois um monte de condomínios e praias, Fuengirola e mais condomínios e praias, até chegar em Torremolinos. Decidimos não voltar de barco, descemos lá pra visitar a cidade e depois entramos num restaurante pra almoçar. Era um lugar lindo, perto de uma torre antiga ou atalaia, de onde dava pra ver uma praia enorme, já bem cheia de gente.

Tinha uma variedade de peixes, cada um mais apetitoso que o outro, e pedimos vários. Como ninguém ia dirigir, aproveitamos pra acompanhar os frutos do mar e o peixe com muito vinho bom, que deixou a gente super alto astral. Quando pedimos os cafés e as doses, meu marido, que tinha reparado numa vitrine climatizada pros charutos, levantou e escolheu dois Cohiba, um pra ele e outro pra mim. Cigarro eu quase não fumo, mas de vez em quando adoro me deliciar com um bom charuto, como nessa ocasião.

De lá fomos pro centro e sentamos num terraço, observando a gente tão variada que circula por ali, enquanto tomávamos uns drinques e ríamos das nossas piadas. Já bem tarde, pegamos um táxi e voltamos pro hotel. Tomamos banho e trocamos de roupa. Nosso plano era jantar no próprio hotel e depois ir pra Marbella, num pub chique, pra dançar. Depois do jantar, deixamos meu marido no terraço do bar e subimos pra nos arrumar pra essa noite de festa, a gente queria mostrar as roupas que compramos no dia anterior.
A gente se pelou e espalhou toda a roupa em cima das camas, depois foi escolhendo o que interessava. Minha filha pegou uma fio dental minúscula, vermelha, e vestiu. Eu peguei uma preta, com um triângulo só na frente, presa por tirinhas finas. Ela preferiu um conjunto vermelho de couro fininho. Uma minissaia, curtíssima, justa e que não chegava na cintura, um top, sem sutiã, que mal tapava os peitos dela, deixando as costas e a barriguinha de fora, da mesma cor e material. Por cima do top, uma jaquetinha cropped, do mesmo couro vermelho. Os sapatos, de salto alto, também vermelhos e bem recortados. Ela tava uma gostosa, com o cabelo solto, usando um boné de viseira, também vermelho do mesmo couro. Não quis levar bolsa.

Eu, por outro lado, escolhi o azul. Uma saia assimétrica, com bordado dourado, mais comprida do lado direito, que batia no joelho, fechava do lado esquerdo, onde subia até o meio da coxa, justa na bunda. Por cima, chegava uns cinco centímetros abaixo do umbigo. A parte de cima era tipo um lenço comprido e bem estreito, pendurado no pescoço e, ao descer, cobria mais ou menos meus peitos grandes e durinhos (sem sutiã) e as pontas ficavam presas pela saia. Calcei uns sapatos azuis, de tiras, de salto altíssimo, e a bolsinha também era azul. Cobri os ombros e as costas com um xale de seda azul, bem fininho e com franjas. Minha longa e ondulada juba preta eu deixei solta, com uma boina azul, estilo guerrilheira. A gente colocou umas correntinhas de ouro no pescoço, braços e tornozelos, combinando com os brincos.

Quando meu marido nos viu aparecer, ele caiu na risada. Disse que iam confundir ele com um sheik gostoso, por estar acompanhado de mulheres tão lindas. Minha filha, por sua vez, ria e dizia que a gente parecia duas putinhas de luxo, kkkkk. Eu falei que, bom, a gente tava em Marbella, onde passaria quase despercebida, no meio de tanta gente bonita e gostosa.

Um táxi, depois de a gente explicar o que procurávamos, nos levou a um pub que amamos pra aquela noite. Era um lugar de luxo, onde, pelo visto, vai a nata da nata de Marbella. Achamos sensacional. Já tinha muita gente lá, nos colocaram numa mesa boa, de onde dava pra ver a pista de dança e quase todo o salão. Tirei o xale e ela a jaquetinha. Depois de tomar uma dose, quis dançar com meu marido, mas ele disse que não, que não gostava de deixar a Paloma sozinha ali, preferia ficar sentado e ver nós duas. Minha filha me pegou pela mão e me levou pra pista de dança. Tava tocando um puta funk e logo a gente se sincronizou. Depois colocaram uma música lenta e minha filha me agarrou pela cintura, como se fosse meu homem kkkk, parecíamos duas sapatão e a gente ria, exagerando nossas poses e roçando boca com boca. Ficamos assim quase uma hora e depois sentamos um pouco, junto com meu marido, pra tomar uns drinks. Mais tarde começaram a tocar música caribenha e minha filha pulou como se tivesse uma mola, tirou os sapatos e eu também e, descalças, fomos pra pista de dança. Lá a gente se exibiu, com toda a sensualidade que essa música pede e alguns caras vinham tentando dançar com a gente, mas a gente fazia questão de mostrar que não queria, dava a entender que éramos um casal de lésbicas, kkkk. Não era só a gente, tinha outros casais de minas dançando sozinhas, embora não faltassem casais de homem-mulher e, a putaria foi quando começaram a tocar uma lambada. Muita gente que tava dançando foi pras mesas. Minha filha e eu parecia que chamamos atenção, no quesito sensualidade e putaria com nossos movimentos, meio lascivos e provocadores. Um casal de minas gostosíssimas se aproximou da gente, uma ficou atrás de mim e a outra atrás da Paloma, nos pegaram pela cintura e as quatro dançávamos juntas, melhor dizendo, a gente se mexia como se tivéssemos transando. Na minha névoa sensual, percebi que a maioria do público tava de olho em nós quatro e, no final, Explodiram em uma salva de palmas espontânea, kkkkk. Nos despedimos daquelas garotas com beijos na boca e bastante amasso. Quando chegamos na mesa, tomamos mais um drink pra refrescar e fomos pro hotel. Meu marido tava super tarado com o show que a gente tinha dado, especialmente com a lambada e as outras duas minas. Durante o trajeto no táxi, minha filha ia sentada no colo do pai, rebolando a bunda na dureza da pica dele e beijando ele o caminho todo. Quando chegamos no hotel, eu fui rápida pro banheiro, não aguentava mais de vontade de mijar. Quando saí, eles já estavam pelados na cama, minha filha em cima do pai e se beijando com tesão. Eu me aproximei da pica do meu marido e chupei um pouco, embora ele não precisasse de mais estímulo nenhum, tava durona pra caralho. Minha filha tomou a iniciativa. Me deitou de barriga pra cima na cama e montou em mim, fazendo um sessenta e nove, e disse pro pai: papai, quero que hoje você estreie minha bunda. O pai hesitou e falou: pode doer, se é a primeira vez. Sim, é a primeira vez, porque eu ofereci pro meu irmão e deixei esse privilégio de desvirginar meu cu pra você. Meu marido me olhou e eu disse que sim, que o Daniel preferiu deixar esse presente pra ele. Meu marido, todo emocionado, se abaixou atrás dela, abriu as nádegas dela com as mãos e passou a língua no cuzinho, babou tudo e enfiou a ponta da língua pra dentro, pra relaxar o esfíncter, depois meteu um dedo e minha filha deu um pulinho de prazer, aí já tinha dois dedos lá dentro e massageava o interior. Eu tava doendo, pelo contrário, ela pediu pro pai se mexer. Eu não via a cara do meu marido, mas com certeza tava noutro mundo, emocionado por estar comendo o cu da filhinha pela primeira vez, aquela bundinha empinada, sensual e safada de 18 anos. Enquanto isso, ela, agarrada nas minhas coxas, lambia toda a minha buceta, quase mordia meu clitóris de tanta excitação. Eu, nela, enquanto lambia o clitóris dela e recolhia com minha língua os sucos juvenis da buceta dela, enfiava dois dedos na bocetinha dela e mexia, no ritmo das estocadas que o pai dela dava no cu dela.
Ela levantava a cara de vez em quando pra gemer de prazer e cada vez pedia pro pai meter mais fundo, bater mais forte. O corpão do meu marido, ajoelhado atrás dela, balançava num vai e vem, cada vez mais rápido, mais forte, com penetrações profundas. Eu via os ovos peludos e grossos dele balançando e batendo na bunda da filha dele. Eu mesma pegava eles com uma das mãos, amassava, apertava e passava a mão por trás do cu dele, como se quisesse empurrar ele nas investidas. Minha filha começou a gritar de tesão, os orgasmos vinham em cadeia, os sucos escorriam pela minha cara sem parar e eu mesma gozava um atrás do outro. Ouvi meu marido bufando e perguntei pra filhinha dele se tava gostando, ela respondia com longos siiiiiiiiiii papiiiii, não para, mete forte, arromba o cu da sua filhinha, dá muito goooostoooooo pra sua filhinha. Ele segurava ela pela cintura, quase tirava o pau inteiro e depois enfiava de novo com um empurrão forte. Isso ela adorava, gritava de luxúria cada vez que ele fazia isso. Quando tava bem dentro, meu marido mexia de um lado pro outro, pra ela sentir melhor dentro do cu dela e ela gritava mais e mais, quase histérica. Eu mexia meus dedos dentro da boceta dela e não parava de chupar e massagear o clitóris. Ela tava viajando, os orgasmos repetidos eram cada vez mais fortes e os gritos mais roucos, mais profundos. Meu marido avisou que não aguentava mais e minha filha disse siiiiiiiiiiiiiiiiiiii pai, me dá toda a sua porra, me dá, pai, me encheeeee. Quando ela sentiu a primeira descarga de porra quente dentro do cu, gritava ahhhhhhhh, ahhhhhhh, bem repetidos, enquanto molhava minha cara toda com os sucos de uma gozada violenta. Ela. Eu também tive um orgasmo forte e prolongado que me deixou exausta e muito feliz. Ficamos abraçados por um tempo, até meu marido se levantar e eu sair de debaixo da minha filha, que ria e chorava de felicidade e prazer. Nós três nos abraçamos e nos beijamos, agradecendo uns aos outros pela felicidade que nos proporcionávamos.
Depois de nos lavarmos, fomos dormir, os três juntos, minha filha no meio e nós três meio abraçados.
De manhã, acordei com uma sensação gostosa. Meu marido estava ao meu lado, me beijando e acariciando um dos meus mamilos. Ao me ver acordada, ele me pegou pela mão e me levou para a outra cama. Minha filha ainda estava profundamente adormecida. Ele se deitou de barriga para cima na cama e pediu que eu ficasse por cima, para fazermos um sessenta e nove. A grossa pica dele já estava dura e eu me dediquei a lamber dos lados e depois as bolas, até engolir tudo e dar prazer com minha língua. Ele, enquanto isso, chupava minha buceta com uma sensualidade nova, passava a língua por todo o comprimento e parava no clitóris, enfiava dedos na minha vagina e me fez gozar na hora.
Depois mudamos de posição, eu montei nele, olhando no rosto dele, e fui enfiando a pica na minha buceta molhadíssima e pulsante. Ele massageava meus peitos, acariciando os mamilos, e eu pulava em cima dele, com sensualidade, com muita luxúria, com prazeres renovados. Eu me mexia em círculos, subia e descia meio louca, suava e meus longos cabelos grudavam no meu rosto enlouquecido de paixão e lascívia descontrolada. Eu arranhava o peito dele, os ombros, os braços, sem controle, e ele dava tapas fortes na minha bunda, me deixando ainda mais excitada, até que veio um orgasmo do caralho, um orgasmo que percorria meu corpo inteiro e eu gritava feito uma histérica e louca de luxúria e paixão.
Meu marido jorrou dentro de mim fortes esguichos de porra quente e abundante, que prolongaram ainda mais o cataclismo em que eu estava envolvida, e eu gritei, gritei minha luxúria transbordante. minha lascívia sensualidade. Minha cabeça girava e girava de um lado pro outro, descontrolada, no auge do meu prazer. Minha filha acordou e veio pra perto de mim, me abraçava e beijava, eu caí sobre meu marido e nós três nos fundimos num abraço enorme, um abraço cheio de amor. Lembrei do meu filho, do meu Daniel. Teria sido ainda mais feliz naquele momento se aquele abraço tivesse sido dos quatro. Amo meu marido loucamente, e meu filho e minha filha, e me considero a mãe e esposa mais feliz do mundo.

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