Sinceramente, tenho orgulho da minha piroca. Claro, não somos muitos que temos 26 cm. Meus amigos me chamam de "o burrinho", igual ao Ortega, e eu, me fazendo de besta, rebato — ei, não venham me encher o saco com um jogador do River, eu sou da Academia!
Quando moleque, ela era normalzinha, não tinha muitas referências, a única comparação vinha de tomar banho às vezes com algum primo, e a minha não era maior que a do parente. Mas aos doze, junto com o engrossamento da voz, o amigão começou a crescer descomunalmente. De qualquer forma, como não sabia como eram as dos outros, não me ligava.
A descoberta veio depois da primeira aula de educação física no colégio, quando fui pro chuveiro junto com meus colegas. O primeiro que viu foi o Javier: — Uau, olha que pedaço de piroca que esse filho da puta tem!!, rapaziada, todo mundo contra a parede! Eu morria de vergonha, mas aos poucos, a admiração dos meus amigos foi me agradando e fui percebendo que tinha um dom especial. Começaram os apelidos: o três pés, tripé, o encantador de cobras, o da jiboia, me faziam sorrir, mas eu com meus treze continuava quase assexuado, era virgem, não me masturbava e não sentia muito, quase nada pelas minas e muito menos pelos caras. Claro, ser o espetáculo do chuveiro aos poucos foi me fazendo observar meus espectadores, era verdade, comparada com a piroca dos meus colegas a minha era descomunal. Um dia tomou banho com a gente o professor, um cara jovem e muito maneiro, e meus parceiros logo gritaram — professor, professor, o senhor viu a do Lucas? O professor, com um pouco de sarcasmo, olhou pra minha e detonou meu orgulho nascente com apenas duas palavras: "grandona e besta". No ar ficou flutuando um novo apelido: a piroca besta, e isso já não me agradava. Tinha que aprender a usar ela.
Comecei a prestar atenção nas conversas dos meus amigos e dos meus primos, que nunca tinham me interessado, fiz com um pouco de medo a primeira punheta e olhei com muita curiosidade. aquela coisa branca que tinha saído de mim. Era bom bater punheta mesmo.
O amigão continuava crescendo, o volume já dava pra notar no jeans. Um dia descobri meu velho cochichando com uns amigos, falando, com um sorriso de orelha a orelha, do tamanho do meu pau, dava pra ver que ele tava orgulhoso do filho ter uma piroca grande. Claro, ele não sabia que era grandona e boba. Tinha que fazer alguma coisa. De repente, no chuveiro, fui percebendo uma parada: alguns amigos olhavam com admiração, mas outros, uns poucos, olhavam muito sério, muito fixo. Por quê? Inveja? Ou será que gostavam? Eu, pelas conversas dos meus amigos, sabia muito bem o que era um viado, mas era algo que se contava, que se falava, não conseguia imaginar que um dia a vida fosse cruzar um comigo. Viado era igual gorila, sabia que tinha na África, mas na minha prosaica Avellaneda nunca ia ver um nem de perto.
No entanto, o gorila tava bem mais perto do que eu pensava. Tio Aníbal tinha 24 anos, tava namorando a Anita, a gatinha da esquina. Era alto, moreno escuro, feições duras, cara de mau, corpo grande e rabo maciço. Morava na casa da minha avó, no quartinho dos fundos, e tinha a melhor coleção de vinis de rock que já vi. Uma tarde, pelos meus 14 anos, tava zuando na calçada de casa e vi o tio vindo da casa da namorada. Quando chegou perto de mim, me cumprimentou e falou: — Ei, quer ouvir o último do Led Zeppelin que comprei semana passada? — Siiim, vamos.
A avó não tava, então fomos direto pro quarto dele. O tio vivia confortável, o quarto era quase um apê pequeno, com banheiro próprio, um jogo de sofás, o som e, claro, a cama de casal, bem gostosa.
Enquanto ele colocava o LP, me passou a capa: o disco chamava "Houses of the Holy", na imagem apareciam crianças, uns guris loiros e pelados subindo umas pedras, sempre de costas ou de lado. Enquanto a guitarra do Page e a voz aguda do Plant enchiam o ar, eu continuava fascinado olhando aqueles cuzinhos brancos e lindos, aquelas cabeleiras cacheadas, aquelas pernas graciosas. Não sabia se eram meninos ou meninas, já que estavam fotografados de costas ou de lado, mas também não me importava, aquelas bundas concentravam toda a minha atenção e me enchiam de sensações estranhas, esquisitas. Me tirou do devaneio o barulho da porta do banheiro. Meu tio tinha se posto confortável: uma camiseta branca sem mangas e um moletom folgado que mostrava a magnitude das suas nádegas. Sentou-se ao meu lado.
- Gostou?
- Siiiim, que bem que toca violão esse cara!
- Gostou da capa? -, não podia dizer que não, mesmo falando com o tio Aníbal eu não tirava os olhos da capa
- Sim, respondi secamente, com um pouco de vergonha.
- São lindos esses cuzinhos, né? Fiquei em silêncio.
- Já comeu algum? A imagem do "cock boba" apareceu na minha mente e me fez corar, me via com cara de bobo, a boca aberta e babando e um pau comprido dormindo entre as pernas na frente de dois ovos imensos e balançando, como cabia ao rei dos otários, e atrás de mim um coro de caras de picas pequenas mas bem duras gritavam "punheteirooo", gritavam "otáriooo" e gritavam "viadooo". Fiquei em silêncio, num silêncio que era uma resposta evidente. O tio Aníbal tinha um sobrinho virgem.
O tio colocou a mão na minha perna e começou a acariciar.
- Seu pai me contou que você tem um baita pau. Me mostra?
O que era aquilo?, como meu tio me pedia isso? Mas uma voz de dentro me respondia - eu, cock boba, mostra pra ele.
Diante da minha inação e do meu silêncio, a mão do tio passou da perna pra braguilha e começou a acariciar meu pau. O bobo, apesar da minha vergonha, começou a reagir.
- Uau, é grande mesmo!, mostra logo!
Me levantei com a cabeça baixa, desabotoei a calça, abaixei o zíper e deixei cair no chão. Com o medo e o nervosismo, o pau tinha murchado, mas embora dormida, como era de se esperar de uma boceta boba, mal tirei do slip meu tio abriu os olhos como moeda de dois pesos. Aníbal tinha ficado sentado e então meu pau tinha ficado bem na altura da boca dele. Ele não perdeu a oportunidade, com uma mão segurou meu tronco, meteu na boca e começou a chupar.
Ué, boceta boba, se deu bem - zumbiu minha cabeça -, seu tio é viado.
-Mas.. as cuties, as mulheres...-
-Para de encher o saco, boceta boba, pega o que vier.
O diabinho me convenceu, tava ganhando o primeiro boquete da minha vida e eu com remorso, que otário!
Tio Aníbal sabia o que fazia e, quando resolvi aproveitar, o pau ficou duro que nem pedra. O tio lambia minha glande, depois passava a língua por todo o comprimento, aí engolia o máximo que podia, mas apesar dos engasgos óbvios, não conseguia chegar na metade do meu pau. Era grosso demais pra passar pela garganta dele e comprido demais pra sequer sonhar em encostar os lábios no meu púbis, mas o tio tava tão doido no boquete que me deixou doido também, peguei na cabeça dele e comecei a meter na boca, ele apoiava as mãos no meu púbis pra evitar que minhas estocadas fizessem ele tossir, mas claramente tava feliz com meu tratamento.
De repente, ele tirou da boca, olhou nos meus olhos e tirou o moletom, não tava de cueca, então fiquei de cara com aquele rabão escuro dele. Claramente se depilava, porque tinha as pernas e o peito peludos e nem um fio de cabelo na bunda. Ele ficou de quatro no sofá e, me olhando de lado, disse -cê gosta mais que os da capa do long play?- Eu não sabia o que fazer, só olhava aquelas duas bundonas imensas, aquelas duas luas novas que me dominavam, carnudas, fortes mas sensuais. Mas o tio sabia.
Pegou um vidrinho na mesinha de cabeceira e com os dedos começou a passar um creme entre as nádegas. Deitou de lado na cama e, me olhando com doçura, disse -vem, mete em mim.
Deitei de lado atrás dele, o tio Aníbal levantou uma nádega pra deixar à mostra o buraquinho dele. Enfiei, mas não entrava, na real eu empurrava mas minha glande tava em qualquer lugar menos no esfíncter. Meu tio tentava ajeitar a bunda pra eu encaixar, mas minha falta de jeito era extrema. —Para—, ele falou. Pegou minha pica com a mão e encaixou minha glande na entrada dele. Sem soltar, ordenou —vai, empurra.
Ahh, que sensação estranha e inesquecível!, minha glande abriu caminho e cravou dentro do esfíncter dele. Meu tio não conseguiu evitar um grito, mas antes que eu pudesse me assustar, já disse —calma, dói mas quero ela toda, vai, continua. E eu continuei, cada nova empurrada arrancava um grito dele, e um "vai, continua", murmurando entre os dentes.
Quando já tinha engolido uns 15 cm, ele ordenou —tira—, eu me sentia completamente dominado, então obedeci.
Ele virou de barriga pra cima na beira da cama, passou de novo o creme do vidrinho no buraco e segurou as pernas. —Enfia de novo—, ordenou.
Dessa vez entrou sem forçar, ver como meu pau sumia dentro do corpo dele era maravilhoso. Sem ele pedir, por instinto acho, comecei o vai e vem, primeiro curto e depois mais longo, que gostoso que era comer!!!, o tio reclamava e falava —assim, assim Luquita, me come, filho, arrebenta minha bunda, por favor por favor, assim, assim—, eu continuava bombando e quase sem perceber, meu pau foi entrando mais e mais até que os mais de 20 cm de vara na época ficaram todos dentro do meu tio. Quando Aníbal começou a sentir o bate-bate das minhas bolas no corpo dele, levantou a cabeça, sorriu feliz e dizendo —toda, toda minha, toda— começou a jorrar o esperma dele no meu peito, sem nem tocar na própria pica. O esfíncter dele ficou quente e isso foi o toque que eu precisava pra gozar, enchi ele de porra. Quando tirei, meu pau saiu com um pouco de merda e bastante sangue, mostrei assustado pro tio, que me acalmou.
—Não se preocupa—, ele disse —, teu pau é enorme e vai fazer sangrar mesmo. mais de um cu, mas em uma semana já vou estar bem, e na próxima vez que você me pegar já vai ver que não vai ter sangue.
Na semana seguinte, meu tio me convidou de novo pra ouvir rock e dessa vez nem ligamos o toca-discos, mas antes de meter, ele fez eu dilatar primeiro com os dedos e depois com um tubo de desodorante; depois de chupar minha rola, passou nela o mesmo creme que ele tinha passado no cu. A fodida foi maravilhosa.
Aprendi muito sobre rock com meu tio, mas o que mais aprendi foi que eu não tinha uma rola boba. Fui ganhando confiança, já no chuveiro não sentia mais vergonha nenhuma e comecei a olhar de forma descarada pra "aqueles" que me olhavam de um jeito "estranho", com certeza eram gorilas como meu tio. Foi assim que comi o Marito, o Esteban, o Agustín e o Miguel, todos ficaram destruídos, já não me sentia mais um cock boba, mas sim um cock cruel, todos choraram, alguns pediram por favor pra eu parar, mas enfiei até o fundo em todos. E os quatro, depois de algumas semanas, começaram a me procurar de novo, queriam mais cock.
O boato foi se espalhando e não sei como, uma tarde me vi na casa da professora de Geografia, com meu rosto entre os peitos dela enquanto a velha (devia ter uns 35) enrolava as pernas na minha cintura e molhava meu púbis com o suco da buceta dela. Era minha chance de estrear com uma buceta, mas não consegui. Tentei meter uma e outra vez, mas assim que enfiava um pedacinho começava a perder a dureza, a velha acariciava minha cabeça, convencida de que eu era virgem, e dizia: "calma, bebê, a primeira vez é difícil, mas vai ver que vai gostar". Na quarta ou quinta tentativa, falei "chega", "faz o que você sabe fazer", virei ela, molhei o esfíncter com o suco da buceta dela e enfiei fundo, ela gritou que nem uma louca, mas aguentou inteira. A verdade é que não era tão gostosa quanto o cu incrível do Miguelito ou o cuzão do tio Aníbal, e por mais que eu bombasse e bombasse, não gozava. Fiquei metendo uns 40 minutos nela. A velha, até que consegui chegar no orgasmo, e isso foi porque comecei a pensar nos gritinhos de puta do Agustín. Destruí ela. Meus colegas nunca souberam, mas foi graças a mim que eles curtiram duas semanas sem aula de geografia. Quando saí da casa da professora, fui andando pra minha casa, pensando no que tinha acontecido. Não tinha conseguido comer uma gostosa, porque era velha? Não, a velha era toda fortinha, eu sabia que mais de um dos meus parceiros já tinha batido uma pensando nela. E daí? Eu tinha a resposta dentro de mim, mas não tinha coragem de admitir pra mim mesmo. Naquela noite, bati uma na cama tentando pensar na velha de geografia, nas minas gostosas do bairro, nas mulheres sensuais da TV, mas não adiantava, nada me inspirava, até que pelos meus lábios saiu o nome do Agustín e ecoaram de novo nos meus ouvidos os gemidos da última vez que tinha comido ele. A piroca ficou dura que nem pedra e em poucos minutos gozei. Você é viado, Lucas, você é viado, tive que admitir. Naquela noite dormi especialmente calmo e relaxado.
Quando terminei o ensino médio, meus quatro parceiros deviam ser os quatro cuzinhos mais arrombados de Avellaneda. Eu tinha comido eles nas camas deles, na minha, nos trilhos do trem, nos canaviais, de dois e de três. Nos trios, quando os três me chupavam ao mesmo tempo, eu me sentia o maior macho da Argentina: o Marito engolindo a cabecinha, e o Agustín e o Esteban lambendo o tronco. Depois eu me deitava no chão e o Agustín sentava na minha piroca com seus gemidos de puta, enquanto o Marito e o Esteban ajudavam ele. Daí a pouco trocavam, e assim os três terminavam abertos e felizes. A porra eles dividiam entre os três, porque eu gozava na cara deles.
O Miguel nunca quis me dividir com ninguém. Ele se ajoelhava e me chupava longamente. Eu acariciava a cabeça dele, coisa que só rolava com ele; com os outros, eu comia a boca deles o mais forte que deixassem. Depois ele se deitava de bruços e eu metia sempre assim, bochecha com bochecha, devagar. subindo e descendo minha bunda enquanto ele quieto só suspirava e me dizia pra ficar sempre em cima dele, que não acabasse, que queria amanhecer coberto pelo meu corpo. Eu não entendia muito, mas tentava atrasar ao máximo meu orgasmo e às vezes ficava mais de uma hora comendo ele devagarzinho. Quando minha gozada chegava, Miguel sorria beatificamente e pedia pra eu não tirar até meu pau dormir dentro dele, porque não queria que nem uma gotinha do meu leite escapasse do cu dele.
Comecei a trabalhar e, pra raiva do meu velho, que era fanático pelo vermelho, me associei ao Racing. Nos chuveiros do clube, depois de praticar algum esporte, meu pau voltou a fazer sucesso e rasguei booties racinguistas à beça. No hotel de Lanús já me conheciam pelo nome e até achavam que eu era um garoto de programa que levava meus clientes pra lá, mas nunca cobrei, simplesmente ia com meus amigos comedores de pau do clube pra nos dar prazer mutuamente.
Aos 25 saí da casa dos meus pais e aluguei um apê pequeno em Constituição. Minha falta de namoradas já começava a dar o que falar e eu não queria que meu velho me considerasse um viadinho e muito menos que percebesse que eu gostava de homem.
Numa sexta, voltando do trampo no metrô, vi ele de novo: lá estava Miguel, espremido contra a outra porta naquele mar de gente que era o metrô naquela hora. Ele não me viu nem podia me ver na bagunça que era o metrô, mas desceu na Independência e eu desci também.
— Miguel!
— Ohhh, Luquitas, como vai, quanto tempo!!!
Nos abraçamos, contamos a vida em resumo e ficamos mudos, nos olhando.
— Mora por aqui? Não em Palermo, mas tô estudando na UADE, e você?
— Eu moro em San Telmo, ou melhor, em Constituição, mas quando te vi descer, te segui. Vamos tomar um café?
— Bora, assim a gente se atualiza.
Sentaram numa mesa do café da Independência e Lima.
— Casou, Luqui?
— Eu? Não, você sabe como eu sou. E você?
— Olha, eu fiquei num relacionamento por uns meses, mas não nos dávamos bem, muita briga por besteiras, então a gente se separou faz umas duas semanas.
— E, Migue, as cuties são foda.
— Não, Luqui, cutie nada. Você também sabe como eu sou.
Os planetas se alinharam. Minha pica deu um pulo. Tinha ficado quieta até aquele momento, porque a alegria de reencontrar meu amigo era maior que meu tesão pela bunda maravilhosa dele, que tanto prazer tinha me dado, um prazer diferente, estranho, que o diferenciava de todos os outros putos que eu tinha comido e que sempre me deixava pensativo. Se ele sempre foi um cara bonito, agora era um homem gostoso, magro, de traços finos, cabelo preto liso e macio, mãos de dedos longos e delicados, tipo pianista, lábios finos e aquele pelo na medida, nem muito nem pouco, que aparecia sensual pelo colo aberto da camisa. Claro, enquanto a gente caminhava pro bar, não consegui parar de olhar pra bunda dele, a jeans discreta não escondia que por baixo estavam as nádegas mais lindas que eu já vi na vida.
— Cê tava de namoro com um cara, morando junto????
— Sim, Luqui, Palermo não é Avellaneda. Lá ninguém conhece ninguém e ninguém liga pra ninguém. Se eu te disser que nunca vi a cara do vizinho do meu apartamento..
Minha pica já tava indo firme pra uma ereção daquelas que no meu caso era foda de esconder. Respirei fundo e tentei relaxar. Mudei de assunto, falei do trampo, dos amigos antigos, do bairro. Miguel de vez em quando olhava o relógio, e isso me enchia de agonia, será que ele não tinha gostado de me encontrar? Daí ele falou:
— Lucas, eu ficaria a noite toda (—..mmm—) conversando com você, mas tenho uma prova e não posso chegar atrasado, a gente tem que se ver pra continuar batendo papo.
— Vem pra cá depois da saída, é perto. A gente janta junto, cê não sabe como eu cozinho bem agora.
Os olhos de Miguel, pra minha felicidade, brilharam por um instante.
— Hoje não dá, Luqui, termino tarde e amanhã entro muito cedo pra trampar.
— Sexta-feira serve?
— Fechou, eu vou matar a segunda aula, então umas Às 8 e meia eu tô livre. Cê vem me buscar?
Combinamos os detalhes, ele não deixou eu pagar o café e, com um apertão de mão super formal, marcamos pra sexta.
Cheguei em casa com a cabeça cheia de fumaça. Miguel de novo na minha vida. Como seria transar com ele agora que a gente não era mais dois adolescentes imberbes?
Nem jantei, tomei um banho rápido e fui pra cama, decidido a bater uma. Era muito raro eu me masturbar, quando tava com tesão ligava pra algum amigo, e sempre achava um boiola gente boa disposto à experiência especial de chupar 26 cm e me dar prazer. Mas naquela noite não queria ligar pra ninguém, Miguel ocupava minha mente toda. Deitei com as pernas dobradas e passei lubrificante íntimo no pinto inteiro, dava pra bater uma com as duas mãos, mas nunca fazia, preferia acariciar devagarinho por todo o comprimento, passar a ponta dos dedos na cabeça e descer pela uretra só roçando, bater uma devagar na base e subir devagar pelo tronco até chegar na ponta; às vezes, quando já tava bem esquentado com a punheta, fazendo um esforço danado, me dobrava, conseguia enfiar a cabeça na boca com dificuldade e bebia meu próprio pré-gozo, mas aquilo de chupar o próprio pinto era mais chato que dançar com a irmã, fazia mais por tesão doido do que pelo prazer que me dava.
Enquanto meus dedos subiam e desciam no meu pau, pensava na primeira vez com Miguel. Foi na minha casa, numa tarde que meus pais não estavam, no tapete do meu quarto. Naquela manhã, num recreio da escola, tinha terminado de convencer ele a se deixar comer. Ele chegou, e quase sem falar a gente foi pro quarto, se pelamos em silêncio e ele ficou me olhando sem saber o que fazer, o pinto dele mole, o meu já pronto pra arrebentar ele. Miguel era virgem, mas pouco me importava esse detalhe. Falei deita de barriga pra baixo e abre as nádegas. Ele obedeceu. Me ajoelhei entre as pernas dele, cuspi nos meus dedos, passei minha saliva na entrada e enfiei, ele gritou, parei, o grito dele foi derivando em choro, eu dei outra estocada, tirei e meti de novo, grito e choro e meu pau cravando mais fundo dentro de Miguel. Aos poucos, o choro foi se transformando em lágrimas e fungadas silenciosas. Como sempre, pau cruel, não parei até ter minhas bolas encostadas na bunda dele e comecei a dar aqueles mete e sai como se fosse destruir o cu dele. Me deu um pouco de pena, Marito, Agustín e Esteban também tinham gritado e chorado, mas o sofrimento de Miguel era diferente, não consegui manter o ritmo e comecei a comer ele devagar. De Miguel, só ouvia as fungadas. Gozei dentro dele e tirei devagar, um fio de sangue e muco retal pendurado na minha glande. O cu dele estava completamente vermelho, pela primeira vez senti culpa. Falei pra ele ficar quieto, fui pegar uma toalha, molhei em água fria e enfiei naquele buraco dilatadíssimo, deixei lá um tempinho e depois limpei os vestígios de sangue e porra da parte interna da bunda dele.
Miguel se levantou e nos vestimos em silêncio. Mal terminou de calçar os tênis, de repente me abraçou, um abraço que eu não soube retribuir porque não entendia, enquanto ele me apertava com força, eu com meus braços mortos sem saber o que fazer, ele me disse num sussurro direto no meu ouvido: "valeu, Lucas... valeu", e foi embora. Vi ele se afastar mancando, o cu devia doer pra caralho, e me deu quase uma vontade de chorar, mas o pau cruel triunfou e terminei mais orgulhoso do que nunca por ter literalmente arrombado o cu do meu quarto mano, do meu quarto viado, de um bum virgem, do Miguel.
Depois do jantar de sexta, com certeza ia comer ele de novo. Como seria agora? Apressei minha punheta imaginando que Miguel agora seria uma puta ardente que ia me secar de leite e gritando (sim, gritando) o nome dele, fiz meu esperma jorrar com tanta força que ficou escorrendo na parede da cabeceira da minha cama.
A semana pareceu eterna, mas finalmente eu estava na porta principal da UADE. Em casa, tinha deixado o vinho na geladeira, uma Comida simples já pronta e o molho rosa finalizado. Só faltava colocar a água para o espaguete. Lençóis limpos, banheiro perfumado. Por que eu me dava todo esse trabalho pra comer uma buceta? Eu era de ir direto ao ponto, vem aqui, passa, chupa minha pica, fica de quatro.
E lá veio Miguel, com 35 anos, camisa azul clara com botões no colarinho, jeans preto justo, sorriso sincero e aquele olhar! Senti um certo tremor no corpo quando apertei a mão dele de novo, superformalmente.
Decidimos caminhar, meu apê ficava na Tacuarí com Caseros, a noite estava linda e de quebra eu me relaxava um pouco, estava estranhamente nervoso. Com aquela calça apertada dava pra ver a raba impressionante que ele carregava e a beleza plena das pernas longas. Fiz um comentário sobre como aquela calça ficava gostosa nele por trás, mas ele só sorriu meio enigmático, dava pra ver que tinha deixado ele desconfortável. Por sorte, quando chegamos no apê já estávamos rindo e zoando como se o tempo não tivesse passado, e eu me segurei pra não fazer outro comentário sexual. Chegamos, subimos, entramos. Mostrei a casa, ele fez comentários educados em cada cômodo, mas quando entramos no quarto ficou completamente calado... e eu também.
Jantamos, contei sobre a vida atual do Marito, do Agustim e da turma, contei a história da professora de geografia, o que fez ele rir de montão e aos poucos fomos entrando em assuntos mais íntimos. Não sabia por que, mas fui ficando molenga por dentro quando Miguel contou como sentiu minha falta quando saí do bairro, como conheceu o primeiro amigo com benefícios, depois namorado e agora ex, num bar da Corrientes com Santa Fé. A mão dele estava sobre a mesa, e algo dentro de mim, sem pensar, fez eu apoiar minha mão na dele. Foi só um instante, tirei meio assustado com o que eu, o macho pau cruel, estava fazendo. Miguel me olhou longamente nos olhos. Levantou e disse -Vamos.
Vi a raba dele se afastando rumo ao quarto e o segui encantado, ou queria acreditar nisso. Paramos na pé da cama. Miguel me abraçou, eu morria de vontade de retribuir o abraço, mas me segurei, meus braços colados ao corpo como daquela vez, nada mudava. Ele se despiu em silêncio, completamente, enquanto eu o observava. Desabotoou minha camisa devagar, acariciou meu peito e caiu de joelhos. Abaixei minha calça de uma vez e fiquei só de cueca preta, onde meu pau mal cabia, não sei por quê, mas ainda estava mole. Miguel foi abaixando minha cueca devagar, eu segurei ele pela base com a mão e ofereci. Meus olhos encantados olhavam seus lábios vermelhos que se abriam aos poucos e se aproximavam da minha glande e então, apoiando na ponta, como se fossem dar um beijo, foram deixando meu pau entrar na boca dele, percorrendo a curva da minha glande.
Miguel chupou e engoliu o máximo que pôde, como fazia antes, de olhos fechados, mas agora, algo que nunca tinha feito nem ele nem ninguém, me segurando pelas nádegas, de um jeito muito delicado e suave, quase acariciando. Deixei.
Depois de um tempo, largou meu pau e sem dizer nada se deitou de bruços na cama. Eu também não falei. Algo me dizia para só cuspir e enfiar sem piedade; já que outro macho tinha arrombado ele, eu não tinha por que poupar o buraco dele (tava com ciúmes!!), mas amoleci, peguei lubrificante na mesinha de cabeceira e com os dedos fui dilatando ele. Miguel levantou a cabeça e me olhou primeiro estranho, depois satisfeito, apoiou a cabeça de novo no travesseiro. Enfiei e Miguel deu o primeiro grito. O esfíncter dele, que eu achava que ia estar bem aberto, estava apertado, fechadinho apesar dos meus dedos. Por dentro, meu pau diabo cruel dizia "grita, promíscua, grita, parece que teu macho tinha o pau pequeno, come um pau de verdade, promíscua!", mas tinha algo que não me deixava seguir o que meu diabo queria, diminuí o ritmo e fui enfiando devagar, deixando ele dilatar antes de cada nova estocada curtinha, os gritos viraram gemidos primeiro e depois suspiros. Finalmente cheguei no fundo e fiquei descansando. nas costas do Miguel. Sequei o rosto dele com o lençol (que porra você tá fazendo, deixa o filho da puta chorar!).
Comecei a meter e tirar devagar, e dos olhos do Miguel voltaram a brotar lágrimas.
– Tá doendo, Miguel?
– Não, já não dói mais, continua. – Devia ser verdade porque o cu dele já tinha dilatado e minha pica entrava e saía com muita suavidade.
– Então por que você tá chorando?
– Não sei, Luqui, me come por favor, me come.
E eu comi ele, e continuei comendo por mais de meia hora, subindo e descendo devagar, quase mimando ele com a pica. Não sei por que, mas comecei a beijar as orelhas dele e depois o pescoço. Miguel sorria, levantou um pouco a cabeça e abriu os lábios, me convidando pra boca dele. Eu fiz isso, conheci os lábios dele, conheci a língua dele, conheci outro calor diferente do cu dele, conheci aquela mornidão que não vinha só da putaria da minha tesão, tão genital sempre, mas de outra coisa, que eu não entendia direito, que me fazia tremer. Não! Parei de beijar ele e me concentrei na minha pica, a pica mais cruel de Avellaneda, acelerei a metida, enfiei sem dó, as nádegas do Miguel balançavam a cada estocada, meu púbis batia forte nas nádegas dele, que iam ficando vermelhas. E eu gozei, pela primeira vez gemendo, e continuei enfiando igual um bicho depois de encher ele de porra, falando toma, toma, toma, até cair exausto nas costas dele. Miguel deu um jeito de acariciar minha cabeça. Encostei minha bochecha na dele e ouvi o "obrigado, Lucas, por me dar sua porra".
Me levantei e olhei o buraquinho dele, tava vermelho e enorme, mas de boa. Minha porra não aparecia, tava 26 cm dentro do Miguel. Mesmo assim, Miguel quebrou a cintura pra levantar as nádegas e evitar que escorresse.
Já tinha servido o promíscuo e, como manda o figurino, ele tinha me agradecido. Ponto. Coloquei a camisa e ofereci café.
Enquanto tava preparando na cozinha, senti o Miguel chegar. Me abraçou o pescoço por trás e falou "que delícia a gente passou, né Luqui?". Que porra era aquela? Ele me abraçava, sim, mas além disso eu podia sentir a pica dele balançando. Sobre minhas nádegas! Não! Me virei e afastei ele um pouco. Pela primeira vez, por incrível que pareça, prestei atenção na pica dele. Miguel era bem dotado, não tinha uma monstruosidade como a minha, mas devia ter uns 19 cm, bem grossa. Nunca tinha me preocupado com a pica dos meus putinhos, só me importava que tivessem uma bunda boa, o negócio da frente não me interessava. E muito menos tinha me preocupado com a paz testicular deles. Muitos gozavam enquanto eu comia eles, com a grossura da minha pica a excitação do ponto G era intensa, mas se não gozassem, problema deles. Miguel nunca tinha gozado.
Miguel me olhou com naturalidade, eu estava escandalizado porque ele tinha encostado a pica na minha bunda e ele, como se nada tivesse acontecido, sorria angelical. Tava assim, eu segurando ele pela cintura, afastando ele do meu corpo e olhando nossas picas semi-duras que quase se tocavam, quando Miguel, inocentemente, me abraçou de novo. As picas se tocaram e se beijaram, e eu senti tão gostoso aquele encontro no meu púbis, e eu senti tão gostosos os braços e o peito de Miguel contra o meu peito, que não consegui negar, para a derrota da pica cruel, um abraço intenso. Miguel segurou meu rosto com as mãos e me beijou, não me neguei, acompanhei, deixei a língua dele entrar até o fundo da minha boca e dei a minha para ele, que percorreu os lábios dele e brincou com a dele. Minha bunda ficou apoiada no fogão, o puxador do forno tava se cravando na minha bunda e a chaleira apitava. Desliguei o fogo e, já que eu não fazia, Miguel me pegou pela mão e fomos assim de novo pra cama. Dessa vez eu abracei ele e de novo nossas picas se beijaram. Comecei, começamos, a nos acariciar sem jeito. Entre beijos caímos na cama e pela primeira vez fiquei por cima dele, mas de frente. Minha mão percorria o lado dele, do peito até a bunda, uma e outra vez. Algo dentro de mim, um diabinho em retirada, dizia não, mas não consegui dar ouvidos, peguei na pica dele, Miguel me olhou estranho, e fez o mesmo, nós dois nos acariciamos. e nos punhetamos um pro outro por um tempinho. Mas Miguel subiu a aposta, virou de lado e se virou, a cabeça dele foi parar no meu púbis e ele começou a chupar minha rola, segurava com as duas mãos e enfiava o resto na boca uma e outra vez. O pau dele, lógico, balançava duro na frente da minha boca. Nem fodendo que eu ia chupar aquilo!
Depois de um tempo, tava beijando a glande dele sem jeito e puxando a pele pra lamber a cabeça toda, o pré-gozo dele me pareceu bem mais gostoso que o meu. Comecei a imitar o que Miguel fazia comigo e enfiar cada vez mais o pau dele dentro da minha boca. Por dentro, o pau cruel me dizia "viadinho, bicha, puta chupa-rola" e o pior "rola boba, cu arrombado". Isso não! Parei com o boquete. Coloquei Miguel na beira da cama, levantei as pernas dele e enfiei com tudo. Foi pouco esforço, Miguel não tinha se fechado e em segundos meti até as bolas e comecei a socar forte. Miguel me olhava feliz, o pau dele duro batia na minha barriga. Ele pedia, "chega mais perto, Luqui, chega mais perto". Finalmente entendi, tirei e levei ele pra cabeceira, mandei abrir as pernas e enfiei de novo, enrolei meus braços nele e ele levantou as pernas, nossas caras ficaram quase coladas. Comecei um vai e vem furioso. Miguel gemia como nunca tinha gemido. Começou a lacrimejar de novo, a chorar e com as bochechas cheias de lágrimas começou a dizer, sou seu, Lucas, sou seu, meu cu, meu corpo são seus, Lucas, sempre foram, mas Lucas, eu te amo, te amo, Lucas, sempre te amei. Eu tava muito louco no vai e vem e as palavras dele demoraram pra furar minha casca de tesão, mas aquela palavra, amor, encaixava exato nas minhas dúvidas, meus tremores, minhas sensações estranhas em relação ao Miguel, justificava meus afastamentos do pau cruel que sempre fui com ele. Eu também amava aquele cara. Algo se quebrou dentro de mim. Sem parar de comer ele brutalmente, comecei a chorar que nem um moleque, sem parar de penetrar ele animalmente, comecei a chorar desconsolado e assim, entre lágrimas e molhando A barriguinha dele com minhas lágrimas, eu falei: "Eu também te amo, Miguelito". Tirei ela de dentro, as pernas dele relaxaram, e a gente se beijou intensamente, misturando nossas lágrimas e nossos ranhos, nos abraçando com uma força descomunal, como se fosse pra fundir nossos corpos, pela primeira vez sem unir nossos sexos. Miguel parou de chorar, mas eu não conseguia, deitado sobre o corpo dele, com minha cabeça do lado da dele, continuei chorando desconsoladamente, Miguel acariciava minha cabeça. Por que eu tava chorando? Pela morte do pau cruel? Porque tinha acabado de perceber que minha vida tinha sido um grande erro e que tratar meus amigos como um pedaço de carne era uma atitude de uma crueldade que meus amigos não mereciam, pelas baixezas que naquela mesma noite eu tinha feito o homem que agora percebia que amava sofrer?
Aos poucos fui me acalmando. Dessa vez foi ao contrário, Miguel pegou um lenço, secou meu rosto, acariciou minhas bochechas e me propôs a melhor catarse: "Luqui, faz o love comigo, sim?". Arrancou um sorriso de mim, me ajoelhei e, ainda fungando um pouco, me levantei. Miguel se colocou de novo na beirada da cama. Coloquei as pernas dele sobre meus ombros, me masturbei um pouco e, ainda meio mole, enfiei e comecei a bombar devagarzinho. Enquanto acariciava as pernas dele, não conseguia parar de olhar nos olhos dele.
— Te amo, Miguel.
— Te amo, Lucas — ele disse com um sorriso cheio de paz —, tava com medo de você ficar bravo e eu te perder de novo, love. Agora sou o homem mais feliz do mundo.
— Obrigado, Miguel, obrigado, por me fazer perceber isso. Te amo, promíscuo, mas isso tava muito dentro de mim, muito escondido pelo pau cruel que eu era, e que quero matar agora mesmo.
Minha bombada continuou devagarzinho, o cuzinho do Miguel tava molhado como nunca, dilatado como nunca, e meus 26 cm entravam até o fundo sem o menor esforço, o calorzinho do canal dele acariciava meu pau com um calor diferente, único, quando entrava tudo e meu púbis encostava nas nádegas abertas dele, eu ficava parado, pra que o o calor das suas nádegas se fundisse com o do meu púbis, a gente se olhava nos olhos, eu acariciava o peito dele, tirava o pau até quase deixar tudo pra fora e voltava a deslizar pra dentro dele, 26 cm de carne grossa e quente iam enchendo ele e o Miguel voava pras nuvens montado naquele pedaço que chegava devagarinho até o último e mais profundo cantinho do cu dele. A pica do Miguel continuava dura, mas agora não era um negócio solitário e chato batendo na minha barriga, agora eu acariciava ela e acariciava a barriguinha do Miguel, linda e lisa.
Foi uma longa hora de carícias das minhas mãos, das dele, da minha pica dentro do cu dele e do cu dele no meu pau, de palavras doces, de lembranças às vezes tristes, de pedidos de desculpa pelas besteiras. Quando minha gozada já tava perto, ele pediu pra eu engravidar ele de bruços, como sempre. Fizemos assim, eu deitei em cima dele mas ele não deixou eu enterrar tudo, antes disso ele levantou a bunda e começou a rebolar o cu, a subir e descer, a mexer em círculos. Não aguentei muito, a descarga foi abundante como sempre, mas não furiosa, não cheia daquela sensação de golpe final, de presente de rei pro viadinho desprezível, e sim um presente de amor pro meu neném.
Eu deitei do lado dele, o Miguel me envolveu com a perna direita e o braço e me beijou feliz. Eu tava tão feliz e relaxado que nada no mundo podia me afetar. A pica dele continuava dura e naquela posição molhava meus pelos pubianos e acariciava a raiz da minha pica.
Eu me levantei, fiz ele sentar entre minhas pernas, encostei ele no meu peito e envolvi ele com meus braços.
O Miguel começou a lacrimejar de novo.
— E agora por quê?
— De felicidade, Luqui, só de felicidade, amor.
Chegava a hora das intimidades, a pica dele foi se acalmando e ele começou a perguntar sobre meus amigos. Ele sempre soube das minhas fodas com o Marito, o Agustín e o Esteban, eu, orgulhoso das minhas façanhas, sempre contava dos gritos dos três, dos gemidos do Agustín e de como minha pica dava conta das três línguas deles.
— Eles sabiam que você arrebentava meu cu?
— Bem... Sim, mas de você nunca dava pra contar muita coisa. Era bem diferente do jeito que a gente fazia, você e eu.
- Por isso que eles cochichavam entre si e olhavam pra minha bunda quando, na manhã seguinte depois que você me desvirginou, eu cheguei mancando na escola e falei que tinha me machucado jogando bola. Eles já sabiam que você tinha me comido.
- É... sim, você foi o primeiro que eu desvirginei, pra mim era uma façanha. Eles, quando eu comi, já fazia tempo que tavam comendo.
- Então no bairro todo mundo sabe que sou viado, ele disse com um certo rancor.
- Não todo mundo, só os da turma, falei sorrindo.
Depois contei sobre minha estreia com o tio Aníbal e minhas aventuras no vestiário do Racing.
- E você, Migue?
- Eu nada, Lucas, ele disse sério. Você foi meu primeiro homem e o único que me comeu enquanto morei no bairro, nem tive uma professora de geografia pra pelo menos sentir o cheiro de uma buceta. Fui fiel a você, Lucas, e você sabe que me incomodava você comer outros, mas aceitava dividir você porque sempre te amei, idiota, e preferia pelo menos poder me entregar pra você e te sentir meu, mesmo que fosse por um tempinho. E você nunca quis perceber.
Essas palavras foram como tapas na minha cara, mas eu merecia. Só consegui abraçá-lo com mais força e jurar que naquela noite o pau cruel que eu tinha sido morria pra sempre. Mas, enfim, o pau cruel ainda agonizava e me fazia dizer coisas que não devia.
- Mas Miguel, você depois, quando foi embora, também chutou o balde.
- Não acredita, Luqui. Julián foi meu único parceiro e nunca amei ele, enquanto me comia, fechava os olhos e pensava em você.
- E ainda por cima o seu Julián devia ter uma bem pequena. - Outro comentário fora de lugar do pau cruel.
- Por que você acha isso?
- Porque seu cu tava bem fechado.
- Ele tinha uma boa, nem uma monstruosidade como a sua nem um amendoim como a do Agustín. Mas Julián também gostava de receber.
- Você comia ele??????, perguntei cheio de espanto.
- Sim, às vezes sim.
- E você gostava?
Miguel baixou a cabeça, meio com vergonha. —Sim, eu gosto. E... —disse quase num sussurro—, sonho em fazer amor com você.
Agora as peças se encaixavam, por isso os carinhos na minha bunda, por isso os abraços por trás, por isso a oferta do 69. Como eu ia lidar com isso? Sabia que ele nunca tinha visto porra do Miguel, nunca tinha visto uma gota do sêmen dele, e que os ovos dele, por todo o pré-gozo que vi, deviam estar estourando de porra. Mas eu não era viado, meu cu não se tocava. Mas será que eu podia continuar sendo o egoísta de sempre e deixar o Miguel se virando na punheta enquanto eu aproveitava ele do jeito que quisesse? Sim, podia, no máximo dava uma bronha nele. Mas otário, o que cê tá falando? Chora de amor por ele, diz que o pau cruel acabou, sabe que ele te deseja e nega a sua bunda pra ele?
Os segundos de silêncio se esticavam. Dos olhos do Miguel, rolavam umas poucas lágrimas.
—Me desculpa, Lucas, nunca devia ter te falado, esquece, não disse nada. Faz amor comigo de novo, Lucas, até eu gozar, até minha bunda virar uma buceta e você tirar minha porra na pica, igual cê contava do Agustín. Sei que vou conseguir.
Comecei a chorar de novo. O Miguel me comovia, o Miguel já não era só mais um cara pra transar, esse viado tinha tomado conta do meu coração. E se meu coração já era dele, que importava se minha bunda também fosse dele?
Deitei ele um pouco pra ver melhor a carinha molhada, sequei ele com minhas mãos e depois me sequei como pude. Dei um beijo bem suave nos lábios dele, me levantei e fiz ele se levantar. Abracei ele forte primeiro, depois levei as mãos dele pra minha bunda e com as minhas nas dele falei: "Miguel, faz amor comigo!"
O Miguel chorava e ria, me beijava, se pendurava no meu pescoço, me fazia tão feliz ver ele assim que queria comer ele de beijos, e meu pau já começava a endurecer pra fazer amor com ele de novo, mas dessa vez minha amiga não ia entrar no jogo, a gente ia fazer amor com o Miguel, mas o protagonista ia ser minha bunda virgem, tão virgem quanto a bunda do Miguel naquela tarde distante sobre a Tapete do meu quarto de adolescente.
O tubo de lubrificante estava no chão, a cama totalmente bagunçada pelas nossas loucuras de amor. Peguei o tubo, entreguei pro Migue e reclamei: "passa bastante, olha que sou virgem". Estiquei os lençóis, coloquei a colcha de volta, tirei todas as rugas e me deitei de bruços bem no meio da cama. Miguel me olhava sorrindo, o pau já duro, o púbis perfeito, os biquinhos empinados. Só aí comecei a perceber que o pau do meu amor não era um amendoim, e seus 19 cm começaram a me assustar.
Miguel se ajeitou com os joelhos ao lado das minhas pernas e se apoiou suavemente em mim. Começou a beijar devagar meu pescoço, as orelhas, os ombros. No começo, eu não curtia porque tava nervoso com a penetração, mas Miguel fazia tudo tão suave e doce que comecei a deixar meus sentidos agirem e aproveitar as carícias dele. Os lábios dele foram descendo pela minha coluna, enquanto as mãos acariciavam minhas costas e meu lado. Quando os lábios chegaram no começo da rachinha, ele levou as mãos às minhas nádegas, os dedos longos envolvendo elas (sou de bunda pequena, mas dura e empinada) e foi amassando devagar. Ele beijou cada centímetro das duas nádegas, bem devagar, e depois, conforme se aproximava do sulco onde ia meter o arado, começou a misturar beijos e lambidas. Finalmente, abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cuzinho. Minhas sensações tinham sido gostosas até então, mas aquela chupada no cu me pareceu estranha, talvez por causa do tabu masculino de negar as sensações anais, mas deixei meu Migue fazer o que queria, porque ele parecia saber bem o que tava fazendo.
O primeiro dedo com lubrificante foi ruim, não doeu, mas sentir algo entrando pela primeira vez naquele lugar que era só pra sair foi muito desconfortável. Os dois dedos aumentaram o desconforto com uma sensação de que eu ia me cagar, mas também passou.
Foi aí que Miguel encostou a boca na minha orelha e me Disse baixinho: "Amor, vai doer." Inclinei a cabeça pra beijar ele, e olhando nos olhos dele falei "te amo", deitei a cabeça no travesseiro de novo e tentei relaxar.
Pela primeira vez, o grito que ecoou na minha cama não foi de outro. Miguel tinha enfiado a glande dele em mim e eu sentia como se mil facas estivessem cravando no meu esfíncter. Não chorei, tinha que aguentar. Miguel tirou, senti o frescor do lubrificante de novo e o calor do começo da vara dele. Outro empurrão, outro grito. O tormento se repetiu umas 4 ou 5 vezes, e a cada vez, um pedaço maior da pica enorme do meu Miguel entrava em mim, destruindo pra sempre minha virgindade e meu orgulho de macho de pau duro.
No fim, Miguel me abraçou de novo, depois de um beijo suave, ele disse "já foi, amor, já tá toda dentro de você". Minha bunda ardia. —Tá doendo, amor, queima—, —já vai passar, minha vida, já vai ver— Fechei os olhos e tentei relaxar, enquanto Miguel, completamente apoiado em mim, beijava meu pescoço. Aos poucos, a ardência foi diminuindo e só ficou aquela sensação de carne entupindo tudo.
—Já foi, amor. Me come.
Miguel começou um vai e vem curto. Minha bunda sentia aquela massa quente que quando entrava rasgava meu esfíncter e quando saía dava a sensação de que eu tava cagando. Miguel continuou assim, curto, por uns minutos, e depois tirou. De repente, senti meu cu aberto e vazio, e o que me encheu de espanto é que aquela sensação de vazio era desagradável, a bunda começou a coçar e eu me vi pedindo pro Miguel encher de novo aquele vazio tão chato, mas quando ele enfiava de novo, eu me sentia rasgada. Era igual à famosa gata Flora: se colocavam, eu gritava; se tiravam, eu chorava.
Aos poucos, meu esfíncter foi dilatando e o vai e vem foi ficando gostoso. Mais que gostoso, uma delícia. Mais que delícia, maravilhoso. De repente, me dei conta de que tava falando, mais que falando, gritando pro Miguel: "vai, mete tudo, assim Miguel, assim, não tira, não tira". Era eu mesmo?, nãooo Siiim, era eu, tava chupando e adorando, amava, me enlouquecia. A pica do Miguel tava derrubando todas as minhas barreiras, e muito mais rápido do que eu imaginava. Fazia menos de 10 minutos que ele tinha começado a me desvirginar com aquela cabeçona grossa e eu já tava uma putinha total. Meu pau já não aguentava mais debaixo do meu corpo e pedi pro Miguel mudar de posição. Só levantei o quadril até ficar de joelhos e apoiei a cabeça nos braços cruzados em cima da cama. Meu cu vazio queria pica o mais rápido possível e o Miguel não me fez esperar. Nessa posição, a estocada que ele me deu me fez abrir os olhos e gritar de prazer. Tinha entrado ainda mais fundo e despertado a sensibilidade de novos cantinhos do meu corpo. Meu pau agora balançava feliz a cada investida do aríete do Miguel e o pré-gozo ia escorrendo no lençol.
De repente, aconteceu o mais temido. O calor na base do meu pau e nas minhas bolas ficou insuportável e eu gozei como nunca! Eu, gozando sem nem me tocar, igual à maior puta das putas! Eu, o pau cruel, chorando de prazer pelas sensações que jorravam do meu cu, que meu homem, meu amor, meu Miguel tava me dando. Com as contrações do meu esfíncter, o Miguel também não aguentou mais e encheu meu reto com o gozo dele, me presenteou com a virilidade de macho, com uma cacetada tão forte que, se tivesse sobrado um microlitro de gozo nas minhas bolas, ele fez sair também.
Desabei em cima do meu próprio esperma. O Miguel acompanhou meu movimento e ficou descansando em cima de mim, com o pau bem dentro de mim. A primeira coisa que saiu foi: "não tira, me dá mais uma sentada". O Miguel riu de boa vontade e me fez rir também.
- Cadê o macho que comia o bairro inteiro?
- O macho morreu atravessado pela sua pica, amor.
Naquele fim de semana organizamos a mudança. Meu antigo apartamento em San Telmo agora é nosso apartamento em San Telmo. Isso aqui é mais bairro, então todos os nossos vizinhos sabem que somos um casal e nos aceitam. Exceto alguma boa amiga solteira e invejosa que quando cruza com a gente na calçada fala "que desperdício, pelo amor de Deus, que desperdício!, todos os homens que prestam ou são casados ou são viados". A gente ri, porque falarem isso pros dois booties mais arrombados de San Telmo, só pode ser porque é verdade.
Já faz mais de dois anos que o Miguel arrebenta minha bunda. Não, não sou um cock boba, também arrebento a dele quase todo dia. Ele, por outro lado, enche meu cu de segunda a domingo, antes de cada café da manhã, depois de cada jantar e às vezes depois da sesta. Continuo sem ver nem uma gota do sêmen dele, tá tudo dentro de mim.
Quando moleque, ela era normalzinha, não tinha muitas referências, a única comparação vinha de tomar banho às vezes com algum primo, e a minha não era maior que a do parente. Mas aos doze, junto com o engrossamento da voz, o amigão começou a crescer descomunalmente. De qualquer forma, como não sabia como eram as dos outros, não me ligava.
A descoberta veio depois da primeira aula de educação física no colégio, quando fui pro chuveiro junto com meus colegas. O primeiro que viu foi o Javier: — Uau, olha que pedaço de piroca que esse filho da puta tem!!, rapaziada, todo mundo contra a parede! Eu morria de vergonha, mas aos poucos, a admiração dos meus amigos foi me agradando e fui percebendo que tinha um dom especial. Começaram os apelidos: o três pés, tripé, o encantador de cobras, o da jiboia, me faziam sorrir, mas eu com meus treze continuava quase assexuado, era virgem, não me masturbava e não sentia muito, quase nada pelas minas e muito menos pelos caras. Claro, ser o espetáculo do chuveiro aos poucos foi me fazendo observar meus espectadores, era verdade, comparada com a piroca dos meus colegas a minha era descomunal. Um dia tomou banho com a gente o professor, um cara jovem e muito maneiro, e meus parceiros logo gritaram — professor, professor, o senhor viu a do Lucas? O professor, com um pouco de sarcasmo, olhou pra minha e detonou meu orgulho nascente com apenas duas palavras: "grandona e besta". No ar ficou flutuando um novo apelido: a piroca besta, e isso já não me agradava. Tinha que aprender a usar ela.
Comecei a prestar atenção nas conversas dos meus amigos e dos meus primos, que nunca tinham me interessado, fiz com um pouco de medo a primeira punheta e olhei com muita curiosidade. aquela coisa branca que tinha saído de mim. Era bom bater punheta mesmo.
O amigão continuava crescendo, o volume já dava pra notar no jeans. Um dia descobri meu velho cochichando com uns amigos, falando, com um sorriso de orelha a orelha, do tamanho do meu pau, dava pra ver que ele tava orgulhoso do filho ter uma piroca grande. Claro, ele não sabia que era grandona e boba. Tinha que fazer alguma coisa. De repente, no chuveiro, fui percebendo uma parada: alguns amigos olhavam com admiração, mas outros, uns poucos, olhavam muito sério, muito fixo. Por quê? Inveja? Ou será que gostavam? Eu, pelas conversas dos meus amigos, sabia muito bem o que era um viado, mas era algo que se contava, que se falava, não conseguia imaginar que um dia a vida fosse cruzar um comigo. Viado era igual gorila, sabia que tinha na África, mas na minha prosaica Avellaneda nunca ia ver um nem de perto.
No entanto, o gorila tava bem mais perto do que eu pensava. Tio Aníbal tinha 24 anos, tava namorando a Anita, a gatinha da esquina. Era alto, moreno escuro, feições duras, cara de mau, corpo grande e rabo maciço. Morava na casa da minha avó, no quartinho dos fundos, e tinha a melhor coleção de vinis de rock que já vi. Uma tarde, pelos meus 14 anos, tava zuando na calçada de casa e vi o tio vindo da casa da namorada. Quando chegou perto de mim, me cumprimentou e falou: — Ei, quer ouvir o último do Led Zeppelin que comprei semana passada? — Siiim, vamos.
A avó não tava, então fomos direto pro quarto dele. O tio vivia confortável, o quarto era quase um apê pequeno, com banheiro próprio, um jogo de sofás, o som e, claro, a cama de casal, bem gostosa.
Enquanto ele colocava o LP, me passou a capa: o disco chamava "Houses of the Holy", na imagem apareciam crianças, uns guris loiros e pelados subindo umas pedras, sempre de costas ou de lado. Enquanto a guitarra do Page e a voz aguda do Plant enchiam o ar, eu continuava fascinado olhando aqueles cuzinhos brancos e lindos, aquelas cabeleiras cacheadas, aquelas pernas graciosas. Não sabia se eram meninos ou meninas, já que estavam fotografados de costas ou de lado, mas também não me importava, aquelas bundas concentravam toda a minha atenção e me enchiam de sensações estranhas, esquisitas. Me tirou do devaneio o barulho da porta do banheiro. Meu tio tinha se posto confortável: uma camiseta branca sem mangas e um moletom folgado que mostrava a magnitude das suas nádegas. Sentou-se ao meu lado.
- Gostou?
- Siiiim, que bem que toca violão esse cara!
- Gostou da capa? -, não podia dizer que não, mesmo falando com o tio Aníbal eu não tirava os olhos da capa
- Sim, respondi secamente, com um pouco de vergonha.
- São lindos esses cuzinhos, né? Fiquei em silêncio.
- Já comeu algum? A imagem do "cock boba" apareceu na minha mente e me fez corar, me via com cara de bobo, a boca aberta e babando e um pau comprido dormindo entre as pernas na frente de dois ovos imensos e balançando, como cabia ao rei dos otários, e atrás de mim um coro de caras de picas pequenas mas bem duras gritavam "punheteirooo", gritavam "otáriooo" e gritavam "viadooo". Fiquei em silêncio, num silêncio que era uma resposta evidente. O tio Aníbal tinha um sobrinho virgem.
O tio colocou a mão na minha perna e começou a acariciar.
- Seu pai me contou que você tem um baita pau. Me mostra?
O que era aquilo?, como meu tio me pedia isso? Mas uma voz de dentro me respondia - eu, cock boba, mostra pra ele.
Diante da minha inação e do meu silêncio, a mão do tio passou da perna pra braguilha e começou a acariciar meu pau. O bobo, apesar da minha vergonha, começou a reagir.
- Uau, é grande mesmo!, mostra logo!
Me levantei com a cabeça baixa, desabotoei a calça, abaixei o zíper e deixei cair no chão. Com o medo e o nervosismo, o pau tinha murchado, mas embora dormida, como era de se esperar de uma boceta boba, mal tirei do slip meu tio abriu os olhos como moeda de dois pesos. Aníbal tinha ficado sentado e então meu pau tinha ficado bem na altura da boca dele. Ele não perdeu a oportunidade, com uma mão segurou meu tronco, meteu na boca e começou a chupar.
Ué, boceta boba, se deu bem - zumbiu minha cabeça -, seu tio é viado.
-Mas.. as cuties, as mulheres...-
-Para de encher o saco, boceta boba, pega o que vier.
O diabinho me convenceu, tava ganhando o primeiro boquete da minha vida e eu com remorso, que otário!
Tio Aníbal sabia o que fazia e, quando resolvi aproveitar, o pau ficou duro que nem pedra. O tio lambia minha glande, depois passava a língua por todo o comprimento, aí engolia o máximo que podia, mas apesar dos engasgos óbvios, não conseguia chegar na metade do meu pau. Era grosso demais pra passar pela garganta dele e comprido demais pra sequer sonhar em encostar os lábios no meu púbis, mas o tio tava tão doido no boquete que me deixou doido também, peguei na cabeça dele e comecei a meter na boca, ele apoiava as mãos no meu púbis pra evitar que minhas estocadas fizessem ele tossir, mas claramente tava feliz com meu tratamento.
De repente, ele tirou da boca, olhou nos meus olhos e tirou o moletom, não tava de cueca, então fiquei de cara com aquele rabão escuro dele. Claramente se depilava, porque tinha as pernas e o peito peludos e nem um fio de cabelo na bunda. Ele ficou de quatro no sofá e, me olhando de lado, disse -cê gosta mais que os da capa do long play?- Eu não sabia o que fazer, só olhava aquelas duas bundonas imensas, aquelas duas luas novas que me dominavam, carnudas, fortes mas sensuais. Mas o tio sabia.
Pegou um vidrinho na mesinha de cabeceira e com os dedos começou a passar um creme entre as nádegas. Deitou de lado na cama e, me olhando com doçura, disse -vem, mete em mim.
Deitei de lado atrás dele, o tio Aníbal levantou uma nádega pra deixar à mostra o buraquinho dele. Enfiei, mas não entrava, na real eu empurrava mas minha glande tava em qualquer lugar menos no esfíncter. Meu tio tentava ajeitar a bunda pra eu encaixar, mas minha falta de jeito era extrema. —Para—, ele falou. Pegou minha pica com a mão e encaixou minha glande na entrada dele. Sem soltar, ordenou —vai, empurra.
Ahh, que sensação estranha e inesquecível!, minha glande abriu caminho e cravou dentro do esfíncter dele. Meu tio não conseguiu evitar um grito, mas antes que eu pudesse me assustar, já disse —calma, dói mas quero ela toda, vai, continua. E eu continuei, cada nova empurrada arrancava um grito dele, e um "vai, continua", murmurando entre os dentes.
Quando já tinha engolido uns 15 cm, ele ordenou —tira—, eu me sentia completamente dominado, então obedeci.
Ele virou de barriga pra cima na beira da cama, passou de novo o creme do vidrinho no buraco e segurou as pernas. —Enfia de novo—, ordenou.
Dessa vez entrou sem forçar, ver como meu pau sumia dentro do corpo dele era maravilhoso. Sem ele pedir, por instinto acho, comecei o vai e vem, primeiro curto e depois mais longo, que gostoso que era comer!!!, o tio reclamava e falava —assim, assim Luquita, me come, filho, arrebenta minha bunda, por favor por favor, assim, assim—, eu continuava bombando e quase sem perceber, meu pau foi entrando mais e mais até que os mais de 20 cm de vara na época ficaram todos dentro do meu tio. Quando Aníbal começou a sentir o bate-bate das minhas bolas no corpo dele, levantou a cabeça, sorriu feliz e dizendo —toda, toda minha, toda— começou a jorrar o esperma dele no meu peito, sem nem tocar na própria pica. O esfíncter dele ficou quente e isso foi o toque que eu precisava pra gozar, enchi ele de porra. Quando tirei, meu pau saiu com um pouco de merda e bastante sangue, mostrei assustado pro tio, que me acalmou.
—Não se preocupa—, ele disse —, teu pau é enorme e vai fazer sangrar mesmo. mais de um cu, mas em uma semana já vou estar bem, e na próxima vez que você me pegar já vai ver que não vai ter sangue.
Na semana seguinte, meu tio me convidou de novo pra ouvir rock e dessa vez nem ligamos o toca-discos, mas antes de meter, ele fez eu dilatar primeiro com os dedos e depois com um tubo de desodorante; depois de chupar minha rola, passou nela o mesmo creme que ele tinha passado no cu. A fodida foi maravilhosa.
Aprendi muito sobre rock com meu tio, mas o que mais aprendi foi que eu não tinha uma rola boba. Fui ganhando confiança, já no chuveiro não sentia mais vergonha nenhuma e comecei a olhar de forma descarada pra "aqueles" que me olhavam de um jeito "estranho", com certeza eram gorilas como meu tio. Foi assim que comi o Marito, o Esteban, o Agustín e o Miguel, todos ficaram destruídos, já não me sentia mais um cock boba, mas sim um cock cruel, todos choraram, alguns pediram por favor pra eu parar, mas enfiei até o fundo em todos. E os quatro, depois de algumas semanas, começaram a me procurar de novo, queriam mais cock.
O boato foi se espalhando e não sei como, uma tarde me vi na casa da professora de Geografia, com meu rosto entre os peitos dela enquanto a velha (devia ter uns 35) enrolava as pernas na minha cintura e molhava meu púbis com o suco da buceta dela. Era minha chance de estrear com uma buceta, mas não consegui. Tentei meter uma e outra vez, mas assim que enfiava um pedacinho começava a perder a dureza, a velha acariciava minha cabeça, convencida de que eu era virgem, e dizia: "calma, bebê, a primeira vez é difícil, mas vai ver que vai gostar". Na quarta ou quinta tentativa, falei "chega", "faz o que você sabe fazer", virei ela, molhei o esfíncter com o suco da buceta dela e enfiei fundo, ela gritou que nem uma louca, mas aguentou inteira. A verdade é que não era tão gostosa quanto o cu incrível do Miguelito ou o cuzão do tio Aníbal, e por mais que eu bombasse e bombasse, não gozava. Fiquei metendo uns 40 minutos nela. A velha, até que consegui chegar no orgasmo, e isso foi porque comecei a pensar nos gritinhos de puta do Agustín. Destruí ela. Meus colegas nunca souberam, mas foi graças a mim que eles curtiram duas semanas sem aula de geografia. Quando saí da casa da professora, fui andando pra minha casa, pensando no que tinha acontecido. Não tinha conseguido comer uma gostosa, porque era velha? Não, a velha era toda fortinha, eu sabia que mais de um dos meus parceiros já tinha batido uma pensando nela. E daí? Eu tinha a resposta dentro de mim, mas não tinha coragem de admitir pra mim mesmo. Naquela noite, bati uma na cama tentando pensar na velha de geografia, nas minas gostosas do bairro, nas mulheres sensuais da TV, mas não adiantava, nada me inspirava, até que pelos meus lábios saiu o nome do Agustín e ecoaram de novo nos meus ouvidos os gemidos da última vez que tinha comido ele. A piroca ficou dura que nem pedra e em poucos minutos gozei. Você é viado, Lucas, você é viado, tive que admitir. Naquela noite dormi especialmente calmo e relaxado.
Quando terminei o ensino médio, meus quatro parceiros deviam ser os quatro cuzinhos mais arrombados de Avellaneda. Eu tinha comido eles nas camas deles, na minha, nos trilhos do trem, nos canaviais, de dois e de três. Nos trios, quando os três me chupavam ao mesmo tempo, eu me sentia o maior macho da Argentina: o Marito engolindo a cabecinha, e o Agustín e o Esteban lambendo o tronco. Depois eu me deitava no chão e o Agustín sentava na minha piroca com seus gemidos de puta, enquanto o Marito e o Esteban ajudavam ele. Daí a pouco trocavam, e assim os três terminavam abertos e felizes. A porra eles dividiam entre os três, porque eu gozava na cara deles.
O Miguel nunca quis me dividir com ninguém. Ele se ajoelhava e me chupava longamente. Eu acariciava a cabeça dele, coisa que só rolava com ele; com os outros, eu comia a boca deles o mais forte que deixassem. Depois ele se deitava de bruços e eu metia sempre assim, bochecha com bochecha, devagar. subindo e descendo minha bunda enquanto ele quieto só suspirava e me dizia pra ficar sempre em cima dele, que não acabasse, que queria amanhecer coberto pelo meu corpo. Eu não entendia muito, mas tentava atrasar ao máximo meu orgasmo e às vezes ficava mais de uma hora comendo ele devagarzinho. Quando minha gozada chegava, Miguel sorria beatificamente e pedia pra eu não tirar até meu pau dormir dentro dele, porque não queria que nem uma gotinha do meu leite escapasse do cu dele.
Comecei a trabalhar e, pra raiva do meu velho, que era fanático pelo vermelho, me associei ao Racing. Nos chuveiros do clube, depois de praticar algum esporte, meu pau voltou a fazer sucesso e rasguei booties racinguistas à beça. No hotel de Lanús já me conheciam pelo nome e até achavam que eu era um garoto de programa que levava meus clientes pra lá, mas nunca cobrei, simplesmente ia com meus amigos comedores de pau do clube pra nos dar prazer mutuamente.
Aos 25 saí da casa dos meus pais e aluguei um apê pequeno em Constituição. Minha falta de namoradas já começava a dar o que falar e eu não queria que meu velho me considerasse um viadinho e muito menos que percebesse que eu gostava de homem.
Numa sexta, voltando do trampo no metrô, vi ele de novo: lá estava Miguel, espremido contra a outra porta naquele mar de gente que era o metrô naquela hora. Ele não me viu nem podia me ver na bagunça que era o metrô, mas desceu na Independência e eu desci também.
— Miguel!
— Ohhh, Luquitas, como vai, quanto tempo!!!
Nos abraçamos, contamos a vida em resumo e ficamos mudos, nos olhando.
— Mora por aqui? Não em Palermo, mas tô estudando na UADE, e você?
— Eu moro em San Telmo, ou melhor, em Constituição, mas quando te vi descer, te segui. Vamos tomar um café?
— Bora, assim a gente se atualiza.
Sentaram numa mesa do café da Independência e Lima.
— Casou, Luqui?
— Eu? Não, você sabe como eu sou. E você?
— Olha, eu fiquei num relacionamento por uns meses, mas não nos dávamos bem, muita briga por besteiras, então a gente se separou faz umas duas semanas.
— E, Migue, as cuties são foda.
— Não, Luqui, cutie nada. Você também sabe como eu sou.
Os planetas se alinharam. Minha pica deu um pulo. Tinha ficado quieta até aquele momento, porque a alegria de reencontrar meu amigo era maior que meu tesão pela bunda maravilhosa dele, que tanto prazer tinha me dado, um prazer diferente, estranho, que o diferenciava de todos os outros putos que eu tinha comido e que sempre me deixava pensativo. Se ele sempre foi um cara bonito, agora era um homem gostoso, magro, de traços finos, cabelo preto liso e macio, mãos de dedos longos e delicados, tipo pianista, lábios finos e aquele pelo na medida, nem muito nem pouco, que aparecia sensual pelo colo aberto da camisa. Claro, enquanto a gente caminhava pro bar, não consegui parar de olhar pra bunda dele, a jeans discreta não escondia que por baixo estavam as nádegas mais lindas que eu já vi na vida.
— Cê tava de namoro com um cara, morando junto????
— Sim, Luqui, Palermo não é Avellaneda. Lá ninguém conhece ninguém e ninguém liga pra ninguém. Se eu te disser que nunca vi a cara do vizinho do meu apartamento..
Minha pica já tava indo firme pra uma ereção daquelas que no meu caso era foda de esconder. Respirei fundo e tentei relaxar. Mudei de assunto, falei do trampo, dos amigos antigos, do bairro. Miguel de vez em quando olhava o relógio, e isso me enchia de agonia, será que ele não tinha gostado de me encontrar? Daí ele falou:
— Lucas, eu ficaria a noite toda (—..mmm—) conversando com você, mas tenho uma prova e não posso chegar atrasado, a gente tem que se ver pra continuar batendo papo.
— Vem pra cá depois da saída, é perto. A gente janta junto, cê não sabe como eu cozinho bem agora.
Os olhos de Miguel, pra minha felicidade, brilharam por um instante.
— Hoje não dá, Luqui, termino tarde e amanhã entro muito cedo pra trampar.
— Sexta-feira serve?
— Fechou, eu vou matar a segunda aula, então umas Às 8 e meia eu tô livre. Cê vem me buscar?
Combinamos os detalhes, ele não deixou eu pagar o café e, com um apertão de mão super formal, marcamos pra sexta.
Cheguei em casa com a cabeça cheia de fumaça. Miguel de novo na minha vida. Como seria transar com ele agora que a gente não era mais dois adolescentes imberbes?
Nem jantei, tomei um banho rápido e fui pra cama, decidido a bater uma. Era muito raro eu me masturbar, quando tava com tesão ligava pra algum amigo, e sempre achava um boiola gente boa disposto à experiência especial de chupar 26 cm e me dar prazer. Mas naquela noite não queria ligar pra ninguém, Miguel ocupava minha mente toda. Deitei com as pernas dobradas e passei lubrificante íntimo no pinto inteiro, dava pra bater uma com as duas mãos, mas nunca fazia, preferia acariciar devagarinho por todo o comprimento, passar a ponta dos dedos na cabeça e descer pela uretra só roçando, bater uma devagar na base e subir devagar pelo tronco até chegar na ponta; às vezes, quando já tava bem esquentado com a punheta, fazendo um esforço danado, me dobrava, conseguia enfiar a cabeça na boca com dificuldade e bebia meu próprio pré-gozo, mas aquilo de chupar o próprio pinto era mais chato que dançar com a irmã, fazia mais por tesão doido do que pelo prazer que me dava.
Enquanto meus dedos subiam e desciam no meu pau, pensava na primeira vez com Miguel. Foi na minha casa, numa tarde que meus pais não estavam, no tapete do meu quarto. Naquela manhã, num recreio da escola, tinha terminado de convencer ele a se deixar comer. Ele chegou, e quase sem falar a gente foi pro quarto, se pelamos em silêncio e ele ficou me olhando sem saber o que fazer, o pinto dele mole, o meu já pronto pra arrebentar ele. Miguel era virgem, mas pouco me importava esse detalhe. Falei deita de barriga pra baixo e abre as nádegas. Ele obedeceu. Me ajoelhei entre as pernas dele, cuspi nos meus dedos, passei minha saliva na entrada e enfiei, ele gritou, parei, o grito dele foi derivando em choro, eu dei outra estocada, tirei e meti de novo, grito e choro e meu pau cravando mais fundo dentro de Miguel. Aos poucos, o choro foi se transformando em lágrimas e fungadas silenciosas. Como sempre, pau cruel, não parei até ter minhas bolas encostadas na bunda dele e comecei a dar aqueles mete e sai como se fosse destruir o cu dele. Me deu um pouco de pena, Marito, Agustín e Esteban também tinham gritado e chorado, mas o sofrimento de Miguel era diferente, não consegui manter o ritmo e comecei a comer ele devagar. De Miguel, só ouvia as fungadas. Gozei dentro dele e tirei devagar, um fio de sangue e muco retal pendurado na minha glande. O cu dele estava completamente vermelho, pela primeira vez senti culpa. Falei pra ele ficar quieto, fui pegar uma toalha, molhei em água fria e enfiei naquele buraco dilatadíssimo, deixei lá um tempinho e depois limpei os vestígios de sangue e porra da parte interna da bunda dele.
Miguel se levantou e nos vestimos em silêncio. Mal terminou de calçar os tênis, de repente me abraçou, um abraço que eu não soube retribuir porque não entendia, enquanto ele me apertava com força, eu com meus braços mortos sem saber o que fazer, ele me disse num sussurro direto no meu ouvido: "valeu, Lucas... valeu", e foi embora. Vi ele se afastar mancando, o cu devia doer pra caralho, e me deu quase uma vontade de chorar, mas o pau cruel triunfou e terminei mais orgulhoso do que nunca por ter literalmente arrombado o cu do meu quarto mano, do meu quarto viado, de um bum virgem, do Miguel.
Depois do jantar de sexta, com certeza ia comer ele de novo. Como seria agora? Apressei minha punheta imaginando que Miguel agora seria uma puta ardente que ia me secar de leite e gritando (sim, gritando) o nome dele, fiz meu esperma jorrar com tanta força que ficou escorrendo na parede da cabeceira da minha cama.
A semana pareceu eterna, mas finalmente eu estava na porta principal da UADE. Em casa, tinha deixado o vinho na geladeira, uma Comida simples já pronta e o molho rosa finalizado. Só faltava colocar a água para o espaguete. Lençóis limpos, banheiro perfumado. Por que eu me dava todo esse trabalho pra comer uma buceta? Eu era de ir direto ao ponto, vem aqui, passa, chupa minha pica, fica de quatro.
E lá veio Miguel, com 35 anos, camisa azul clara com botões no colarinho, jeans preto justo, sorriso sincero e aquele olhar! Senti um certo tremor no corpo quando apertei a mão dele de novo, superformalmente.
Decidimos caminhar, meu apê ficava na Tacuarí com Caseros, a noite estava linda e de quebra eu me relaxava um pouco, estava estranhamente nervoso. Com aquela calça apertada dava pra ver a raba impressionante que ele carregava e a beleza plena das pernas longas. Fiz um comentário sobre como aquela calça ficava gostosa nele por trás, mas ele só sorriu meio enigmático, dava pra ver que tinha deixado ele desconfortável. Por sorte, quando chegamos no apê já estávamos rindo e zoando como se o tempo não tivesse passado, e eu me segurei pra não fazer outro comentário sexual. Chegamos, subimos, entramos. Mostrei a casa, ele fez comentários educados em cada cômodo, mas quando entramos no quarto ficou completamente calado... e eu também.
Jantamos, contei sobre a vida atual do Marito, do Agustim e da turma, contei a história da professora de geografia, o que fez ele rir de montão e aos poucos fomos entrando em assuntos mais íntimos. Não sabia por que, mas fui ficando molenga por dentro quando Miguel contou como sentiu minha falta quando saí do bairro, como conheceu o primeiro amigo com benefícios, depois namorado e agora ex, num bar da Corrientes com Santa Fé. A mão dele estava sobre a mesa, e algo dentro de mim, sem pensar, fez eu apoiar minha mão na dele. Foi só um instante, tirei meio assustado com o que eu, o macho pau cruel, estava fazendo. Miguel me olhou longamente nos olhos. Levantou e disse -Vamos.
Vi a raba dele se afastando rumo ao quarto e o segui encantado, ou queria acreditar nisso. Paramos na pé da cama. Miguel me abraçou, eu morria de vontade de retribuir o abraço, mas me segurei, meus braços colados ao corpo como daquela vez, nada mudava. Ele se despiu em silêncio, completamente, enquanto eu o observava. Desabotoou minha camisa devagar, acariciou meu peito e caiu de joelhos. Abaixei minha calça de uma vez e fiquei só de cueca preta, onde meu pau mal cabia, não sei por quê, mas ainda estava mole. Miguel foi abaixando minha cueca devagar, eu segurei ele pela base com a mão e ofereci. Meus olhos encantados olhavam seus lábios vermelhos que se abriam aos poucos e se aproximavam da minha glande e então, apoiando na ponta, como se fossem dar um beijo, foram deixando meu pau entrar na boca dele, percorrendo a curva da minha glande.
Miguel chupou e engoliu o máximo que pôde, como fazia antes, de olhos fechados, mas agora, algo que nunca tinha feito nem ele nem ninguém, me segurando pelas nádegas, de um jeito muito delicado e suave, quase acariciando. Deixei.
Depois de um tempo, largou meu pau e sem dizer nada se deitou de bruços na cama. Eu também não falei. Algo me dizia para só cuspir e enfiar sem piedade; já que outro macho tinha arrombado ele, eu não tinha por que poupar o buraco dele (tava com ciúmes!!), mas amoleci, peguei lubrificante na mesinha de cabeceira e com os dedos fui dilatando ele. Miguel levantou a cabeça e me olhou primeiro estranho, depois satisfeito, apoiou a cabeça de novo no travesseiro. Enfiei e Miguel deu o primeiro grito. O esfíncter dele, que eu achava que ia estar bem aberto, estava apertado, fechadinho apesar dos meus dedos. Por dentro, meu pau diabo cruel dizia "grita, promíscua, grita, parece que teu macho tinha o pau pequeno, come um pau de verdade, promíscua!", mas tinha algo que não me deixava seguir o que meu diabo queria, diminuí o ritmo e fui enfiando devagar, deixando ele dilatar antes de cada nova estocada curtinha, os gritos viraram gemidos primeiro e depois suspiros. Finalmente cheguei no fundo e fiquei descansando. nas costas do Miguel. Sequei o rosto dele com o lençol (que porra você tá fazendo, deixa o filho da puta chorar!).
Comecei a meter e tirar devagar, e dos olhos do Miguel voltaram a brotar lágrimas.
– Tá doendo, Miguel?
– Não, já não dói mais, continua. – Devia ser verdade porque o cu dele já tinha dilatado e minha pica entrava e saía com muita suavidade.
– Então por que você tá chorando?
– Não sei, Luqui, me come por favor, me come.
E eu comi ele, e continuei comendo por mais de meia hora, subindo e descendo devagar, quase mimando ele com a pica. Não sei por que, mas comecei a beijar as orelhas dele e depois o pescoço. Miguel sorria, levantou um pouco a cabeça e abriu os lábios, me convidando pra boca dele. Eu fiz isso, conheci os lábios dele, conheci a língua dele, conheci outro calor diferente do cu dele, conheci aquela mornidão que não vinha só da putaria da minha tesão, tão genital sempre, mas de outra coisa, que eu não entendia direito, que me fazia tremer. Não! Parei de beijar ele e me concentrei na minha pica, a pica mais cruel de Avellaneda, acelerei a metida, enfiei sem dó, as nádegas do Miguel balançavam a cada estocada, meu púbis batia forte nas nádegas dele, que iam ficando vermelhas. E eu gozei, pela primeira vez gemendo, e continuei enfiando igual um bicho depois de encher ele de porra, falando toma, toma, toma, até cair exausto nas costas dele. Miguel deu um jeito de acariciar minha cabeça. Encostei minha bochecha na dele e ouvi o "obrigado, Lucas, por me dar sua porra".
Me levantei e olhei o buraquinho dele, tava vermelho e enorme, mas de boa. Minha porra não aparecia, tava 26 cm dentro do Miguel. Mesmo assim, Miguel quebrou a cintura pra levantar as nádegas e evitar que escorresse.
Já tinha servido o promíscuo e, como manda o figurino, ele tinha me agradecido. Ponto. Coloquei a camisa e ofereci café.
Enquanto tava preparando na cozinha, senti o Miguel chegar. Me abraçou o pescoço por trás e falou "que delícia a gente passou, né Luqui?". Que porra era aquela? Ele me abraçava, sim, mas além disso eu podia sentir a pica dele balançando. Sobre minhas nádegas! Não! Me virei e afastei ele um pouco. Pela primeira vez, por incrível que pareça, prestei atenção na pica dele. Miguel era bem dotado, não tinha uma monstruosidade como a minha, mas devia ter uns 19 cm, bem grossa. Nunca tinha me preocupado com a pica dos meus putinhos, só me importava que tivessem uma bunda boa, o negócio da frente não me interessava. E muito menos tinha me preocupado com a paz testicular deles. Muitos gozavam enquanto eu comia eles, com a grossura da minha pica a excitação do ponto G era intensa, mas se não gozassem, problema deles. Miguel nunca tinha gozado.
Miguel me olhou com naturalidade, eu estava escandalizado porque ele tinha encostado a pica na minha bunda e ele, como se nada tivesse acontecido, sorria angelical. Tava assim, eu segurando ele pela cintura, afastando ele do meu corpo e olhando nossas picas semi-duras que quase se tocavam, quando Miguel, inocentemente, me abraçou de novo. As picas se tocaram e se beijaram, e eu senti tão gostoso aquele encontro no meu púbis, e eu senti tão gostosos os braços e o peito de Miguel contra o meu peito, que não consegui negar, para a derrota da pica cruel, um abraço intenso. Miguel segurou meu rosto com as mãos e me beijou, não me neguei, acompanhei, deixei a língua dele entrar até o fundo da minha boca e dei a minha para ele, que percorreu os lábios dele e brincou com a dele. Minha bunda ficou apoiada no fogão, o puxador do forno tava se cravando na minha bunda e a chaleira apitava. Desliguei o fogo e, já que eu não fazia, Miguel me pegou pela mão e fomos assim de novo pra cama. Dessa vez eu abracei ele e de novo nossas picas se beijaram. Comecei, começamos, a nos acariciar sem jeito. Entre beijos caímos na cama e pela primeira vez fiquei por cima dele, mas de frente. Minha mão percorria o lado dele, do peito até a bunda, uma e outra vez. Algo dentro de mim, um diabinho em retirada, dizia não, mas não consegui dar ouvidos, peguei na pica dele, Miguel me olhou estranho, e fez o mesmo, nós dois nos acariciamos. e nos punhetamos um pro outro por um tempinho. Mas Miguel subiu a aposta, virou de lado e se virou, a cabeça dele foi parar no meu púbis e ele começou a chupar minha rola, segurava com as duas mãos e enfiava o resto na boca uma e outra vez. O pau dele, lógico, balançava duro na frente da minha boca. Nem fodendo que eu ia chupar aquilo!
Depois de um tempo, tava beijando a glande dele sem jeito e puxando a pele pra lamber a cabeça toda, o pré-gozo dele me pareceu bem mais gostoso que o meu. Comecei a imitar o que Miguel fazia comigo e enfiar cada vez mais o pau dele dentro da minha boca. Por dentro, o pau cruel me dizia "viadinho, bicha, puta chupa-rola" e o pior "rola boba, cu arrombado". Isso não! Parei com o boquete. Coloquei Miguel na beira da cama, levantei as pernas dele e enfiei com tudo. Foi pouco esforço, Miguel não tinha se fechado e em segundos meti até as bolas e comecei a socar forte. Miguel me olhava feliz, o pau dele duro batia na minha barriga. Ele pedia, "chega mais perto, Luqui, chega mais perto". Finalmente entendi, tirei e levei ele pra cabeceira, mandei abrir as pernas e enfiei de novo, enrolei meus braços nele e ele levantou as pernas, nossas caras ficaram quase coladas. Comecei um vai e vem furioso. Miguel gemia como nunca tinha gemido. Começou a lacrimejar de novo, a chorar e com as bochechas cheias de lágrimas começou a dizer, sou seu, Lucas, sou seu, meu cu, meu corpo são seus, Lucas, sempre foram, mas Lucas, eu te amo, te amo, Lucas, sempre te amei. Eu tava muito louco no vai e vem e as palavras dele demoraram pra furar minha casca de tesão, mas aquela palavra, amor, encaixava exato nas minhas dúvidas, meus tremores, minhas sensações estranhas em relação ao Miguel, justificava meus afastamentos do pau cruel que sempre fui com ele. Eu também amava aquele cara. Algo se quebrou dentro de mim. Sem parar de comer ele brutalmente, comecei a chorar que nem um moleque, sem parar de penetrar ele animalmente, comecei a chorar desconsolado e assim, entre lágrimas e molhando A barriguinha dele com minhas lágrimas, eu falei: "Eu também te amo, Miguelito". Tirei ela de dentro, as pernas dele relaxaram, e a gente se beijou intensamente, misturando nossas lágrimas e nossos ranhos, nos abraçando com uma força descomunal, como se fosse pra fundir nossos corpos, pela primeira vez sem unir nossos sexos. Miguel parou de chorar, mas eu não conseguia, deitado sobre o corpo dele, com minha cabeça do lado da dele, continuei chorando desconsoladamente, Miguel acariciava minha cabeça. Por que eu tava chorando? Pela morte do pau cruel? Porque tinha acabado de perceber que minha vida tinha sido um grande erro e que tratar meus amigos como um pedaço de carne era uma atitude de uma crueldade que meus amigos não mereciam, pelas baixezas que naquela mesma noite eu tinha feito o homem que agora percebia que amava sofrer?
Aos poucos fui me acalmando. Dessa vez foi ao contrário, Miguel pegou um lenço, secou meu rosto, acariciou minhas bochechas e me propôs a melhor catarse: "Luqui, faz o love comigo, sim?". Arrancou um sorriso de mim, me ajoelhei e, ainda fungando um pouco, me levantei. Miguel se colocou de novo na beirada da cama. Coloquei as pernas dele sobre meus ombros, me masturbei um pouco e, ainda meio mole, enfiei e comecei a bombar devagarzinho. Enquanto acariciava as pernas dele, não conseguia parar de olhar nos olhos dele.
— Te amo, Miguel.
— Te amo, Lucas — ele disse com um sorriso cheio de paz —, tava com medo de você ficar bravo e eu te perder de novo, love. Agora sou o homem mais feliz do mundo.
— Obrigado, Miguel, obrigado, por me fazer perceber isso. Te amo, promíscuo, mas isso tava muito dentro de mim, muito escondido pelo pau cruel que eu era, e que quero matar agora mesmo.
Minha bombada continuou devagarzinho, o cuzinho do Miguel tava molhado como nunca, dilatado como nunca, e meus 26 cm entravam até o fundo sem o menor esforço, o calorzinho do canal dele acariciava meu pau com um calor diferente, único, quando entrava tudo e meu púbis encostava nas nádegas abertas dele, eu ficava parado, pra que o o calor das suas nádegas se fundisse com o do meu púbis, a gente se olhava nos olhos, eu acariciava o peito dele, tirava o pau até quase deixar tudo pra fora e voltava a deslizar pra dentro dele, 26 cm de carne grossa e quente iam enchendo ele e o Miguel voava pras nuvens montado naquele pedaço que chegava devagarinho até o último e mais profundo cantinho do cu dele. A pica do Miguel continuava dura, mas agora não era um negócio solitário e chato batendo na minha barriga, agora eu acariciava ela e acariciava a barriguinha do Miguel, linda e lisa.
Foi uma longa hora de carícias das minhas mãos, das dele, da minha pica dentro do cu dele e do cu dele no meu pau, de palavras doces, de lembranças às vezes tristes, de pedidos de desculpa pelas besteiras. Quando minha gozada já tava perto, ele pediu pra eu engravidar ele de bruços, como sempre. Fizemos assim, eu deitei em cima dele mas ele não deixou eu enterrar tudo, antes disso ele levantou a bunda e começou a rebolar o cu, a subir e descer, a mexer em círculos. Não aguentei muito, a descarga foi abundante como sempre, mas não furiosa, não cheia daquela sensação de golpe final, de presente de rei pro viadinho desprezível, e sim um presente de amor pro meu neném.
Eu deitei do lado dele, o Miguel me envolveu com a perna direita e o braço e me beijou feliz. Eu tava tão feliz e relaxado que nada no mundo podia me afetar. A pica dele continuava dura e naquela posição molhava meus pelos pubianos e acariciava a raiz da minha pica.
Eu me levantei, fiz ele sentar entre minhas pernas, encostei ele no meu peito e envolvi ele com meus braços.
O Miguel começou a lacrimejar de novo.
— E agora por quê?
— De felicidade, Luqui, só de felicidade, amor.
Chegava a hora das intimidades, a pica dele foi se acalmando e ele começou a perguntar sobre meus amigos. Ele sempre soube das minhas fodas com o Marito, o Agustín e o Esteban, eu, orgulhoso das minhas façanhas, sempre contava dos gritos dos três, dos gemidos do Agustín e de como minha pica dava conta das três línguas deles.
— Eles sabiam que você arrebentava meu cu?
— Bem... Sim, mas de você nunca dava pra contar muita coisa. Era bem diferente do jeito que a gente fazia, você e eu.
- Por isso que eles cochichavam entre si e olhavam pra minha bunda quando, na manhã seguinte depois que você me desvirginou, eu cheguei mancando na escola e falei que tinha me machucado jogando bola. Eles já sabiam que você tinha me comido.
- É... sim, você foi o primeiro que eu desvirginei, pra mim era uma façanha. Eles, quando eu comi, já fazia tempo que tavam comendo.
- Então no bairro todo mundo sabe que sou viado, ele disse com um certo rancor.
- Não todo mundo, só os da turma, falei sorrindo.
Depois contei sobre minha estreia com o tio Aníbal e minhas aventuras no vestiário do Racing.
- E você, Migue?
- Eu nada, Lucas, ele disse sério. Você foi meu primeiro homem e o único que me comeu enquanto morei no bairro, nem tive uma professora de geografia pra pelo menos sentir o cheiro de uma buceta. Fui fiel a você, Lucas, e você sabe que me incomodava você comer outros, mas aceitava dividir você porque sempre te amei, idiota, e preferia pelo menos poder me entregar pra você e te sentir meu, mesmo que fosse por um tempinho. E você nunca quis perceber.
Essas palavras foram como tapas na minha cara, mas eu merecia. Só consegui abraçá-lo com mais força e jurar que naquela noite o pau cruel que eu tinha sido morria pra sempre. Mas, enfim, o pau cruel ainda agonizava e me fazia dizer coisas que não devia.
- Mas Miguel, você depois, quando foi embora, também chutou o balde.
- Não acredita, Luqui. Julián foi meu único parceiro e nunca amei ele, enquanto me comia, fechava os olhos e pensava em você.
- E ainda por cima o seu Julián devia ter uma bem pequena. - Outro comentário fora de lugar do pau cruel.
- Por que você acha isso?
- Porque seu cu tava bem fechado.
- Ele tinha uma boa, nem uma monstruosidade como a sua nem um amendoim como a do Agustín. Mas Julián também gostava de receber.
- Você comia ele??????, perguntei cheio de espanto.
- Sim, às vezes sim.
- E você gostava?
Miguel baixou a cabeça, meio com vergonha. —Sim, eu gosto. E... —disse quase num sussurro—, sonho em fazer amor com você.
Agora as peças se encaixavam, por isso os carinhos na minha bunda, por isso os abraços por trás, por isso a oferta do 69. Como eu ia lidar com isso? Sabia que ele nunca tinha visto porra do Miguel, nunca tinha visto uma gota do sêmen dele, e que os ovos dele, por todo o pré-gozo que vi, deviam estar estourando de porra. Mas eu não era viado, meu cu não se tocava. Mas será que eu podia continuar sendo o egoísta de sempre e deixar o Miguel se virando na punheta enquanto eu aproveitava ele do jeito que quisesse? Sim, podia, no máximo dava uma bronha nele. Mas otário, o que cê tá falando? Chora de amor por ele, diz que o pau cruel acabou, sabe que ele te deseja e nega a sua bunda pra ele?
Os segundos de silêncio se esticavam. Dos olhos do Miguel, rolavam umas poucas lágrimas.
—Me desculpa, Lucas, nunca devia ter te falado, esquece, não disse nada. Faz amor comigo de novo, Lucas, até eu gozar, até minha bunda virar uma buceta e você tirar minha porra na pica, igual cê contava do Agustín. Sei que vou conseguir.
Comecei a chorar de novo. O Miguel me comovia, o Miguel já não era só mais um cara pra transar, esse viado tinha tomado conta do meu coração. E se meu coração já era dele, que importava se minha bunda também fosse dele?
Deitei ele um pouco pra ver melhor a carinha molhada, sequei ele com minhas mãos e depois me sequei como pude. Dei um beijo bem suave nos lábios dele, me levantei e fiz ele se levantar. Abracei ele forte primeiro, depois levei as mãos dele pra minha bunda e com as minhas nas dele falei: "Miguel, faz amor comigo!"
O Miguel chorava e ria, me beijava, se pendurava no meu pescoço, me fazia tão feliz ver ele assim que queria comer ele de beijos, e meu pau já começava a endurecer pra fazer amor com ele de novo, mas dessa vez minha amiga não ia entrar no jogo, a gente ia fazer amor com o Miguel, mas o protagonista ia ser minha bunda virgem, tão virgem quanto a bunda do Miguel naquela tarde distante sobre a Tapete do meu quarto de adolescente.
O tubo de lubrificante estava no chão, a cama totalmente bagunçada pelas nossas loucuras de amor. Peguei o tubo, entreguei pro Migue e reclamei: "passa bastante, olha que sou virgem". Estiquei os lençóis, coloquei a colcha de volta, tirei todas as rugas e me deitei de bruços bem no meio da cama. Miguel me olhava sorrindo, o pau já duro, o púbis perfeito, os biquinhos empinados. Só aí comecei a perceber que o pau do meu amor não era um amendoim, e seus 19 cm começaram a me assustar.
Miguel se ajeitou com os joelhos ao lado das minhas pernas e se apoiou suavemente em mim. Começou a beijar devagar meu pescoço, as orelhas, os ombros. No começo, eu não curtia porque tava nervoso com a penetração, mas Miguel fazia tudo tão suave e doce que comecei a deixar meus sentidos agirem e aproveitar as carícias dele. Os lábios dele foram descendo pela minha coluna, enquanto as mãos acariciavam minhas costas e meu lado. Quando os lábios chegaram no começo da rachinha, ele levou as mãos às minhas nádegas, os dedos longos envolvendo elas (sou de bunda pequena, mas dura e empinada) e foi amassando devagar. Ele beijou cada centímetro das duas nádegas, bem devagar, e depois, conforme se aproximava do sulco onde ia meter o arado, começou a misturar beijos e lambidas. Finalmente, abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cuzinho. Minhas sensações tinham sido gostosas até então, mas aquela chupada no cu me pareceu estranha, talvez por causa do tabu masculino de negar as sensações anais, mas deixei meu Migue fazer o que queria, porque ele parecia saber bem o que tava fazendo.
O primeiro dedo com lubrificante foi ruim, não doeu, mas sentir algo entrando pela primeira vez naquele lugar que era só pra sair foi muito desconfortável. Os dois dedos aumentaram o desconforto com uma sensação de que eu ia me cagar, mas também passou.
Foi aí que Miguel encostou a boca na minha orelha e me Disse baixinho: "Amor, vai doer." Inclinei a cabeça pra beijar ele, e olhando nos olhos dele falei "te amo", deitei a cabeça no travesseiro de novo e tentei relaxar.
Pela primeira vez, o grito que ecoou na minha cama não foi de outro. Miguel tinha enfiado a glande dele em mim e eu sentia como se mil facas estivessem cravando no meu esfíncter. Não chorei, tinha que aguentar. Miguel tirou, senti o frescor do lubrificante de novo e o calor do começo da vara dele. Outro empurrão, outro grito. O tormento se repetiu umas 4 ou 5 vezes, e a cada vez, um pedaço maior da pica enorme do meu Miguel entrava em mim, destruindo pra sempre minha virgindade e meu orgulho de macho de pau duro.
No fim, Miguel me abraçou de novo, depois de um beijo suave, ele disse "já foi, amor, já tá toda dentro de você". Minha bunda ardia. —Tá doendo, amor, queima—, —já vai passar, minha vida, já vai ver— Fechei os olhos e tentei relaxar, enquanto Miguel, completamente apoiado em mim, beijava meu pescoço. Aos poucos, a ardência foi diminuindo e só ficou aquela sensação de carne entupindo tudo.
—Já foi, amor. Me come.
Miguel começou um vai e vem curto. Minha bunda sentia aquela massa quente que quando entrava rasgava meu esfíncter e quando saía dava a sensação de que eu tava cagando. Miguel continuou assim, curto, por uns minutos, e depois tirou. De repente, senti meu cu aberto e vazio, e o que me encheu de espanto é que aquela sensação de vazio era desagradável, a bunda começou a coçar e eu me vi pedindo pro Miguel encher de novo aquele vazio tão chato, mas quando ele enfiava de novo, eu me sentia rasgada. Era igual à famosa gata Flora: se colocavam, eu gritava; se tiravam, eu chorava.
Aos poucos, meu esfíncter foi dilatando e o vai e vem foi ficando gostoso. Mais que gostoso, uma delícia. Mais que delícia, maravilhoso. De repente, me dei conta de que tava falando, mais que falando, gritando pro Miguel: "vai, mete tudo, assim Miguel, assim, não tira, não tira". Era eu mesmo?, nãooo Siiim, era eu, tava chupando e adorando, amava, me enlouquecia. A pica do Miguel tava derrubando todas as minhas barreiras, e muito mais rápido do que eu imaginava. Fazia menos de 10 minutos que ele tinha começado a me desvirginar com aquela cabeçona grossa e eu já tava uma putinha total. Meu pau já não aguentava mais debaixo do meu corpo e pedi pro Miguel mudar de posição. Só levantei o quadril até ficar de joelhos e apoiei a cabeça nos braços cruzados em cima da cama. Meu cu vazio queria pica o mais rápido possível e o Miguel não me fez esperar. Nessa posição, a estocada que ele me deu me fez abrir os olhos e gritar de prazer. Tinha entrado ainda mais fundo e despertado a sensibilidade de novos cantinhos do meu corpo. Meu pau agora balançava feliz a cada investida do aríete do Miguel e o pré-gozo ia escorrendo no lençol.
De repente, aconteceu o mais temido. O calor na base do meu pau e nas minhas bolas ficou insuportável e eu gozei como nunca! Eu, gozando sem nem me tocar, igual à maior puta das putas! Eu, o pau cruel, chorando de prazer pelas sensações que jorravam do meu cu, que meu homem, meu amor, meu Miguel tava me dando. Com as contrações do meu esfíncter, o Miguel também não aguentou mais e encheu meu reto com o gozo dele, me presenteou com a virilidade de macho, com uma cacetada tão forte que, se tivesse sobrado um microlitro de gozo nas minhas bolas, ele fez sair também.
Desabei em cima do meu próprio esperma. O Miguel acompanhou meu movimento e ficou descansando em cima de mim, com o pau bem dentro de mim. A primeira coisa que saiu foi: "não tira, me dá mais uma sentada". O Miguel riu de boa vontade e me fez rir também.
- Cadê o macho que comia o bairro inteiro?
- O macho morreu atravessado pela sua pica, amor.
Naquele fim de semana organizamos a mudança. Meu antigo apartamento em San Telmo agora é nosso apartamento em San Telmo. Isso aqui é mais bairro, então todos os nossos vizinhos sabem que somos um casal e nos aceitam. Exceto alguma boa amiga solteira e invejosa que quando cruza com a gente na calçada fala "que desperdício, pelo amor de Deus, que desperdício!, todos os homens que prestam ou são casados ou são viados". A gente ri, porque falarem isso pros dois booties mais arrombados de San Telmo, só pode ser porque é verdade.
Já faz mais de dois anos que o Miguel arrebenta minha bunda. Não, não sou um cock boba, também arrebento a dele quase todo dia. Ele, por outro lado, enche meu cu de segunda a domingo, antes de cada café da manhã, depois de cada jantar e às vezes depois da sesta. Continuo sem ver nem uma gota do sêmen dele, tá tudo dentro de mim.
6 comentários - Vai te doer, gostosa
Tiene lo justo de todo.
van 10