Bom, já eram umas onze da manhã de sábado, a gente tinha descansado bem os dois e de manhã pintou uma transa matinal gostosa. A Sabry preparou o mate, eu peguei uma cadeira de praia da varanda e uma cadeira de plástico, e descemos pra praia bem na frente de onde a gente estava. O dia não estava tão ensolarado, umas nuvens tampavam o sol, mas tava quente. A gente se acomodou bem perto da beira, não tinha quase ninguém, estávamos longe da área central e já era o último fim de semana de março. Começamos a matear e conversar, contando histórias de sexo. Ela me contou de um negão que comeu no Brasil, que foi uma das fantasias dela, mas que ainda falta outra: ficar com alguma mulher.
Sabry — Muitas vezes eu flerto com uma mulher.
Eu — Você e uma mulher sozinhas, as duas?
Sabry — Não, mulher, homem, mulher. Uma rola nunca pode me faltar.
Eu — Duas picas e você, não?
Sabry — Não, rola eu já conheço.
Eu — Ah, já te enfiaram num menage?
Sabry — Não, nunca, mas me intriga ficar com uma gatinha e um cara. Você já fez menage com duas minas?
Eu — Não, verdade, nunca tinha pensado nisso, mas seria muito bom.
Sabry — Não conhece nenhuma que tope?
Eu — Se você tá pensando na minha mulher, duvido, mas não, não conheço.
Sabry — Eu tenho uma conhecida que você conhece, quando a gente voltar, vou dar em cima dela.
Eu — Me diz quem é?
Sabry — Não, quando voltar eu preparo um encontro. Ela tá afim de você, além disso é uma puta, vive fazendo menage, e se eu falar pra ela, é capaz de vir agora mesmo.
Eu — Huuuu, não me deixa assim. Liga pra ela. É a Belém? É a Gi? É sua prima? Quem é?
Isso me deixou com uma curiosidade do caralho. Ela disse que eu conhecia, mas não revelava quem era. Insisti pra ela me contar, mas não teve jeito, ela não queria dizer. Falei: "Liga pra ela, e se eu não gostar?".
Sabry — Você vai gostar, ela é parecida comigo, só que com peitos maiores.
Eu — Sim, mas se eu conheço ela e não quiser pegar porque conheço?
Sabry — Ela é muito quietinha, nem imagina. Tá desesperado, quer fazer um menage?
Eu — Bom, você tem razão, desculpa.
Sabry — Não me irrita nada, pelo contrário, é uma fantasia que... tenho ela, se eu pudesse comer ela, não sei, me dá curiosidade o quão puta ela é - Eu - bom, chega, me diz quem é - Sabry - bom, vamos pra casa que deixei o celular lá e pergunto se ela topa vir pra cá. - Levantei todo apressado e fomos pra lá.casaChegamos. Ela foi pegar o celular que ficou lá em cima e eu sentei na mesa pra preparar mais chimarrão. Escutei ela mandar um áudio seu cumprimentando alguém e já me deu mais nervoso e vontade de estar com duas mulheres. Fiquei muito curioso pra saber quem era a tal pra festejar, já queria pegar o carro, deixar o trampo pra outra ocasião e conhecer a amiga peituda e festeira da minha comadre. Revirei o Facebook da minha comadre, todos os contatos mulheres de peitão, e fiquei pensando em três, mas não imaginava nenhuma delas festando, além de que as três têm namorado. Tava desesperado. Nisso, a Sabry desce, senta na ponta da mesa com o celular na mão e mandava áudios. "É, burra, tô na costa com ele. O Maurito não me deixou na mão, já era, não é Maurito. Você várias vezes me perguntou por ele e aqui tô eu, amiga, estamos na costa sozinhos." Soltou uma gargalhada no final do áudio. "Vem aí", ela disse, "é uma puta gostosa." Eu passei um chimarrão pra ela e tocava a perna dela, me fazendo de besta, querendo espiar o contato no celular dela. Ela percebeu, pegou minha mão e levou até a virilha dela, como se fosse pra eu me entreter ali. Abri bem a mão e comecei a apalpar toda a buceta dela. "É, vem pra cá, fica tudo aqui. A gente tira todas as vontades: você com ele, ele com a gente, e eu de fazer um menage." Falei que era você, vai ser surpresa, ela respondeu com outro áudio e caiu na risada. Eu ri junto sem saber com quem ela tava falando. "Como vamos te comer essa noite", ela disse e se deitou na mesa. Eu tirei as coisas do chimarrão, encostei a cadeira na cabeceira da mesa, tirei o short dela, deixei a pussy servida como se fosse um prato em cima da mesa e comecei a chupar ela. Logo ela começou a ficar bem melada, enquanto ainda mexia no celular. Que delícia de pussy que minha comadre tem: lábios carnudos, rosadinhos, um clitóris grande. Com dois dedos, abri bem a buceta dela e enfiei minha língua dentro da pussy pra saborear bem os sucos dela. Levantei as pernas dela, chupei um pouco o Cu e voltei a usar a palavra: buceta que tava mais gostosa comecei a mexer a pelve como se tivesse uma pica dentro dela. — Amiga, não sabe como ela tá chupando a minha buceta, se apressa que ele tá super tarado, meu amigo. Acho que vou comer ele antes de você chegar — mandei outro áudio. Filho da puta, pra que vou gozar, ele me disse. Enquanto tirava uma foto pra mandar pra amiga dela. Não liguei, porque tava aproveitando um tesão. Enfiei dois dedos bem fundo na buceta e fiz um pouco de força pra mexer eles lá dentro. Cada vez mais molhada, ela começou a gemer. Me ajoelhei na cadeira, estiquei a outra mão por baixo da camiseta dela e apertei os peitos um por um. Ela me segurou no braço com as duas mãos e começou a rebolar mais a pelve. — Aí, vou gozar, toma, filho da puta, chupa ela, toma — gritou enquanto eu abria a boca pra pegar bem a buceta dela e chupar como se fosse uma boca. Não parava de gritar, minha comadre deitada na mesa. — Continua, continua, que foda, mais um pouco — pediu. Eu, com a boca cheia dos sucos dela, levantei e encostei a pica, só a cabeça enfiei e ela se masturbou. Dei umas bombadas e ela gozou de novo. Tirei a pica pra bater na buceta dela, pra sentir como tava dura, enquanto ela, a cada tapa, se contorcia igual quando faz cócegas nas costelas de alguém. Tava ofegante, mal ouvi ela dizer: — Como você me faz gozar. Tem mais? — perguntei e enfiei a pica de novo. Ajeitei ela mais na beirada da mesa, coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter forte, parecendo uma máquina. Ouvia plaf plaf plaf e os gritos dela: — Isso, isso, isso, me dá, isso, arrebenta tudo. Como me excita ouvir ela gozar e ver a cara vermelha. Meti e tirei a pica umas vezes, brincando com a buceta dela, pra depois dar mais umas boas picaças bem fundo. Dessa vez, agarrei os tornozelos dela e abri as pernas pra ver bem como a buceta dela se engolia meu pau. E ver a buceta dela me fez querer de novo depois de mais uns bombados, comecei a chupar a buceta dela toda arrombada, aberta pelo meu pau. Filha da puta, deixa eu chupar teu pau, ela disse. Ela desceu da mesa, eu me apoiei nela, ela se ajoelhou e começou a me chupar e pedir minha porra. Ela colocava a cabeça do pau só na boca e com uma mão me batia uma forte, me olhando nos olhos enquanto mal mexia a cabeça pra chupar tudo sem parar de me punhetar, até que não aguentei mais a tesão de ver ela ali ajoelhada, sacudindo meu pau com tudo. Peguei meu pau, comecei a bater uma na frente da cara dela, tava durasso. Larguei um jato de porra perto do olho dela, ela vendo como a porra saía do meu pau, logo aproximou a boca pra saborear. — Sim, papai, sim, me dá, me dá que eu engulo tudo — ela disse enquanto mostrava a língua cheia de porra, fechou a boca, engoliu e me mostrou de novo a boca sem resto de porra. Encostei o pau de novo na boca dela — Toma até a última gotinha — ela me deu mais umas chupadas até o pau ir murchando. Como a gente trepava, parecia que se conhecíamos a vida toda, sabíamos as palavras certas, nos tocar no momento certo, era minha puta ideal, ainda me arrumou um ménage com a amiga dela. — Me dá o celular — ela disse ainda ajoelhada na frente do pau. Colocou ele na boca e tirou uma selfie ainda com restos de porra na cara. — Pra minha amiga — ela disse. Até aqui vai esse relato, continuo em outro o que aconteceu com minha comadre, uma puta danada. Deixem comentários pra ver se vocês gostam, não posto fotos da minha comadre, ela tem várias tatuagens e não quer que eu espalhe, já contei que tô contando nossa história por aqui. Já que com medo de alguém falar, não contamos pra ninguém e ela não gostou muito que eu conte, mas fazer o quê, já foi.
Sabry — Muitas vezes eu flerto com uma mulher.
Eu — Você e uma mulher sozinhas, as duas?
Sabry — Não, mulher, homem, mulher. Uma rola nunca pode me faltar.
Eu — Duas picas e você, não?
Sabry — Não, rola eu já conheço.
Eu — Ah, já te enfiaram num menage?
Sabry — Não, nunca, mas me intriga ficar com uma gatinha e um cara. Você já fez menage com duas minas?
Eu — Não, verdade, nunca tinha pensado nisso, mas seria muito bom.
Sabry — Não conhece nenhuma que tope?
Eu — Se você tá pensando na minha mulher, duvido, mas não, não conheço.
Sabry — Eu tenho uma conhecida que você conhece, quando a gente voltar, vou dar em cima dela.
Eu — Me diz quem é?
Sabry — Não, quando voltar eu preparo um encontro. Ela tá afim de você, além disso é uma puta, vive fazendo menage, e se eu falar pra ela, é capaz de vir agora mesmo.
Eu — Huuuu, não me deixa assim. Liga pra ela. É a Belém? É a Gi? É sua prima? Quem é?
Isso me deixou com uma curiosidade do caralho. Ela disse que eu conhecia, mas não revelava quem era. Insisti pra ela me contar, mas não teve jeito, ela não queria dizer. Falei: "Liga pra ela, e se eu não gostar?".
Sabry — Você vai gostar, ela é parecida comigo, só que com peitos maiores.
Eu — Sim, mas se eu conheço ela e não quiser pegar porque conheço?
Sabry — Ela é muito quietinha, nem imagina. Tá desesperado, quer fazer um menage?
Eu — Bom, você tem razão, desculpa.
Sabry — Não me irrita nada, pelo contrário, é uma fantasia que... tenho ela, se eu pudesse comer ela, não sei, me dá curiosidade o quão puta ela é - Eu - bom, chega, me diz quem é - Sabry - bom, vamos pra casa que deixei o celular lá e pergunto se ela topa vir pra cá. - Levantei todo apressado e fomos pra lá.casaChegamos. Ela foi pegar o celular que ficou lá em cima e eu sentei na mesa pra preparar mais chimarrão. Escutei ela mandar um áudio seu cumprimentando alguém e já me deu mais nervoso e vontade de estar com duas mulheres. Fiquei muito curioso pra saber quem era a tal pra festejar, já queria pegar o carro, deixar o trampo pra outra ocasião e conhecer a amiga peituda e festeira da minha comadre. Revirei o Facebook da minha comadre, todos os contatos mulheres de peitão, e fiquei pensando em três, mas não imaginava nenhuma delas festando, além de que as três têm namorado. Tava desesperado. Nisso, a Sabry desce, senta na ponta da mesa com o celular na mão e mandava áudios. "É, burra, tô na costa com ele. O Maurito não me deixou na mão, já era, não é Maurito. Você várias vezes me perguntou por ele e aqui tô eu, amiga, estamos na costa sozinhos." Soltou uma gargalhada no final do áudio. "Vem aí", ela disse, "é uma puta gostosa." Eu passei um chimarrão pra ela e tocava a perna dela, me fazendo de besta, querendo espiar o contato no celular dela. Ela percebeu, pegou minha mão e levou até a virilha dela, como se fosse pra eu me entreter ali. Abri bem a mão e comecei a apalpar toda a buceta dela. "É, vem pra cá, fica tudo aqui. A gente tira todas as vontades: você com ele, ele com a gente, e eu de fazer um menage." Falei que era você, vai ser surpresa, ela respondeu com outro áudio e caiu na risada. Eu ri junto sem saber com quem ela tava falando. "Como vamos te comer essa noite", ela disse e se deitou na mesa. Eu tirei as coisas do chimarrão, encostei a cadeira na cabeceira da mesa, tirei o short dela, deixei a pussy servida como se fosse um prato em cima da mesa e comecei a chupar ela. Logo ela começou a ficar bem melada, enquanto ainda mexia no celular. Que delícia de pussy que minha comadre tem: lábios carnudos, rosadinhos, um clitóris grande. Com dois dedos, abri bem a buceta dela e enfiei minha língua dentro da pussy pra saborear bem os sucos dela. Levantei as pernas dela, chupei um pouco o Cu e voltei a usar a palavra: buceta que tava mais gostosa comecei a mexer a pelve como se tivesse uma pica dentro dela. — Amiga, não sabe como ela tá chupando a minha buceta, se apressa que ele tá super tarado, meu amigo. Acho que vou comer ele antes de você chegar — mandei outro áudio. Filho da puta, pra que vou gozar, ele me disse. Enquanto tirava uma foto pra mandar pra amiga dela. Não liguei, porque tava aproveitando um tesão. Enfiei dois dedos bem fundo na buceta e fiz um pouco de força pra mexer eles lá dentro. Cada vez mais molhada, ela começou a gemer. Me ajoelhei na cadeira, estiquei a outra mão por baixo da camiseta dela e apertei os peitos um por um. Ela me segurou no braço com as duas mãos e começou a rebolar mais a pelve. — Aí, vou gozar, toma, filho da puta, chupa ela, toma — gritou enquanto eu abria a boca pra pegar bem a buceta dela e chupar como se fosse uma boca. Não parava de gritar, minha comadre deitada na mesa. — Continua, continua, que foda, mais um pouco — pediu. Eu, com a boca cheia dos sucos dela, levantei e encostei a pica, só a cabeça enfiei e ela se masturbou. Dei umas bombadas e ela gozou de novo. Tirei a pica pra bater na buceta dela, pra sentir como tava dura, enquanto ela, a cada tapa, se contorcia igual quando faz cócegas nas costelas de alguém. Tava ofegante, mal ouvi ela dizer: — Como você me faz gozar. Tem mais? — perguntei e enfiei a pica de novo. Ajeitei ela mais na beirada da mesa, coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter forte, parecendo uma máquina. Ouvia plaf plaf plaf e os gritos dela: — Isso, isso, isso, me dá, isso, arrebenta tudo. Como me excita ouvir ela gozar e ver a cara vermelha. Meti e tirei a pica umas vezes, brincando com a buceta dela, pra depois dar mais umas boas picaças bem fundo. Dessa vez, agarrei os tornozelos dela e abri as pernas pra ver bem como a buceta dela se engolia meu pau. E ver a buceta dela me fez querer de novo depois de mais uns bombados, comecei a chupar a buceta dela toda arrombada, aberta pelo meu pau. Filha da puta, deixa eu chupar teu pau, ela disse. Ela desceu da mesa, eu me apoiei nela, ela se ajoelhou e começou a me chupar e pedir minha porra. Ela colocava a cabeça do pau só na boca e com uma mão me batia uma forte, me olhando nos olhos enquanto mal mexia a cabeça pra chupar tudo sem parar de me punhetar, até que não aguentei mais a tesão de ver ela ali ajoelhada, sacudindo meu pau com tudo. Peguei meu pau, comecei a bater uma na frente da cara dela, tava durasso. Larguei um jato de porra perto do olho dela, ela vendo como a porra saía do meu pau, logo aproximou a boca pra saborear. — Sim, papai, sim, me dá, me dá que eu engulo tudo — ela disse enquanto mostrava a língua cheia de porra, fechou a boca, engoliu e me mostrou de novo a boca sem resto de porra. Encostei o pau de novo na boca dela — Toma até a última gotinha — ela me deu mais umas chupadas até o pau ir murchando. Como a gente trepava, parecia que se conhecíamos a vida toda, sabíamos as palavras certas, nos tocar no momento certo, era minha puta ideal, ainda me arrumou um ménage com a amiga dela. — Me dá o celular — ela disse ainda ajoelhada na frente do pau. Colocou ele na boca e tirou uma selfie ainda com restos de porra na cara. — Pra minha amiga — ela disse. Até aqui vai esse relato, continuo em outro o que aconteceu com minha comadre, uma puta danada. Deixem comentários pra ver se vocês gostam, não posto fotos da minha comadre, ela tem várias tatuagens e não quer que eu espalhe, já contei que tô contando nossa história por aqui. Já que com medo de alguém falar, não contamos pra ninguém e ela não gostou muito que eu conte, mas fazer o quê, já foi.
9 comentários - Comprei o carro da minha comadre (4ª parte)