Até agora, contei histórias com final feliz, mas nem todas foram assim. Teve algumas que não dá nem pra lembrar, mas vou contar mesmo assim. Foi uns quatro ou cinco anos atrás, não me lembro direito. A gente tava passando por uma fase bem ruim financeiramente, mas a gente dava um jeito e levava na boa. Numa sexta-feira, meu marido tava lavando a moto quando tocou a campainha de casa, umas 7 da noite. A gente já ia sair pra um negócio que a gente tinha na época. Minha esposa abriu a porta, eu continuei no quarto arrumando roupa pra deixar tudo em ordem. Ouvi ela fechar a porta, olhei pela janela e não vi ninguém. Desci, a máquina de lavar tinha terminado o ciclo. Eu tava de biquíni, sutiã e chinelo, fazia calor e a gente tava sozinho. Saí pra estender a roupa, tava pendurando quando a porta da rua abriu e entraram meu marido e um amigo. Não deu tempo de pegar nem uma camiseta pra me cobrir, fiquei assim de roupa íntima olhando pros dois. Meu marido me olhou e começou a rir. O amigo não parava de me olhar, embora tenha pedido desculpa, disse que não sabia. Foi estranho, mas beleza, do jeito que eu tava ele me apresentou: "Minha esposa, ele é o Emanuel, um amigo de uns anos". Me cumprimentou com um beijo e meu marido falou "vamos entrar". Eu passei na frente deles, sentia os olhares no meu rabo. Entrei no banheiro e eles foram pra sala, sentaram e começaram a conversar. Eu vesti uma camiseta do meu marido que tava no lavabo e saí, sentei com eles. O Emanuel contou que tava visitando uns amigos que tinha perdido de vista por causa do namoro, e que tinha terminado umas semanas atrás, e aí contou tudo que aconteceu e tava acontecendo. Meu marido falou: "Ema, você sabe que não sou bom em ouvir, o que cê tá fazendo agora?" Ele disse que não tava fazendo nada, que tava de folga até segunda. Meu marido propôs ele ir com a gente e ajudar naquela tarde, que ia distrair a cabeça e ia fazer bem, e de quebra a gente conversava um pouco. Ele aceitou, meio sem muita convicção. A gente se desculpou e subiu pra trocar de roupa. Meu marido foi tomar banho, eu vesti um shortinho e uma regata. Chegamos, abrimos o lugar e começou a chegar gente. O Ema ficou por lá. Atendendo comigo era de boa, simpático e educado. Era alto, igual meu marido, mas mais moreno. Perguntei se ele tava com sede e ele disse que sim. Abrimos uma Quilmes, eu falei e ele disse "que bom". Levei ele pro meu marido e a gente bebeu junto. Na hora de fechar, a gente já tinha tomado seis e o Emanuel já tava mais animado. Subimos no carro dele e, voltando pra casa, o Ema nos convidou pra dançar numa balada no Arenas Maipú. Meu marido me olhou e falou: "como você quiser". Então chegamos e, meia hora depois, a gente já tava indo pra balada. Quando chegamos, tinha fila pra entrar e muita gente. O Ema falou pro meu marido: "vem, não precisa de fila". Ele cumprimentou o policial e os seguranças da entrada e a gente passou. Um dos caras da entrada deu um papelzinho pro Ema, era um champanhe. Ele foi, pediu, trouxe três taças, a gente brindou e dançou os três. Eu tinha colocado uma saia curta com uma blusa tipo muçulosa, cruzada no pescoço, que uso sem sutiã. Então, quando meu marido podia, ele pegava nas minhas tetas por baixo da roupa, sem ninguém perceber. O Emanuel trouxe outro champanhe que ganharam e falou pra subir pra tomar lá em cima. Subimos e não tinha ninguém. Um segurança tinha subido atrás da gente, mas cumprimentou o Ema e deixou a gente um tempo. A gente conversou e eu aproveitei pra ir no banheiro. Quando levantei, me senti tonta e o Ema me segurou pra eu não cair. Meu marido perguntou se eu tava bem e eu falei que sim, que não era nada, mas não era verdade — tava tonta pra caralho. Fui no banheiro e, quando voltei, só o Emanuel tava sentado na mesa. Meu marido tinha descido pra comprar mais uma cerveja. Eu não tinha percebido que a saia tinha ficado levantada e tava com a bunda toda de fora. O Ema me avisou e, como já tava alterada, o demônio dentro de mim apareceu. Me virei e falei: "cê gosta do que vê?" Ele ficou sério e respondeu: "com certeza, você tem uma bunda linda". Eu mexi e perguntei de novo: "gosta muito?" Ele disse que sim. Falei: "então dá um beijo onde você mais gosta". Ele segurou minha bunda e enfiou a cara entre as minhas nádegas. Falei: "beleza, chega, porque isso faz mal". Ele começou a rir e ajustou a braguilha. Voltou. Meu marido e a Ema foram pro banheiro, contei rapidinho o que tinha rolado e ele disse que eu era uma puta kkkkk e ficou rindo. A Ema voltou e descemos pra dançar. Na pista, me soltei e encostei a bunda nele, esfreguei, me soltei de vez. Perguntei pro meu marido se não tinha problema brincar com ele e ele falou que tava de boa, que era se eu quisesse. Comecei a dançar entre os dois, a Ema tava animado. Peguei nas mãos dele, virei de costas e coloquei elas na minha barriga pra ele me apertar, e eu levantei os braços pra trás e passei pela nuca dele. Desci as mãos, peguei de novo e fiz ele agarrar meus peitos por baixo da roupa. Ele apertou, pegou meus bicos e puxou de leve, depois apertou de novo. Me adiantei um pouco e falei pro meu marido que a gente ia embora, que eu tava tonta. Saímos e a Ema queria comprar cigarro. Paramos num boteco e eu gritei pela janela: "Troco um chocolate pelo meu colales!!!!" Ele virou e riu. Quando subiu, abriu o cigarro, os dois acenderam um e a Ema começou a dirigir. Paramos num semáforo e a Ema me olhou e me passou um chocolate. Olhei pro meu marido e falei: "Tenho que cumprir." Pedi pra Ema parar um segundo, desci do carro, lambi ele e falei: "Tá aqui, tira." Ele não hesitou, levantou minha saia e pegou o colales, começou a puxar pra baixo. Quando ele se abaixou, agarrei a cabeça dele e enfiei entre minhas pernas. Me apoiei no carro, coloquei uma perna no ombro dele e fiz ele chupar minha buceta até eu gozar, e deixei ele saber. Aí ele levantou e eu falei: "Vamos pra casa." Em dois minutos chegamos. Entramos e eles me agarraram no sofá. Meu marido tirou a pica e enfiou na minha boca, e a Ema chupava meus peitos. Passei a mão na braguilha dele, ele soltou o cinto e tirou a pica. Essa é a parte triste: era muito pequena, muito pequena mesmo. Meu marido tem 21 cm, a da Ema não era nem a metade. Mas beleza, chupei um pouco e ele enfiou. Deu pra sentir alguma coisa e até foi gostoso, mas não era o que eu esperava e meio que me decepcionei. A Ema ficou dentro de mim um tempo até querer gozar, quando meu marido Ela me viu, percebeu que algo não estava certo e subiu o zíper da calça dela. E aí, Ema fumou? Ela disse que obrigada por tudo, que estava melhor. Meu esposo acompanhou ela e foi embora. Quando entrei, contei pro meu marido o que tinha acontecido, e ele começou a rir. Fomos nos deitar, mas antes de dormir, eu empinei a rabeta e tomei uma pirocada gostosa por um bom tempo pra acalmar o tesão que eu tava sentindo. Como eu disse, nem sempre têm um final feliz.
6 comentários - Nem sempre dá certo
te banco fruti, segui escribiendo!