Los Deseos Secretos de mi Madre Parte 2

Fiquei alucinado quando li que ela narrava em primeira pessoa que tinha tido uma experiência incestuosa, sem especificar com quem (apesar das perguntas do cara), contando que aqueles beijos e carícias tinham provocado nela uma sensação enorme de amor e desejo, e que… (aquilo eu reli várias vezes), se tivessem continuado se beijando por mais um segundo, ela não teria conseguido evitar “se entregar” sem se importar com o tabu do incesto.

O cara, excitado, incentivava ela a continuar, mas minha mãe não parava de repetir que as barreiras do incesto eram fortes demais, temendo que também fossem para mim, e que, se tivesse ido mais longe, depois de aliviar a tensão eu me arrependeria.

Numa longa troca de mensagens, o cara não parava de encorajar ela a seguir em frente, enquanto minha mãe não parava de ver “barreiras”, “tabus”, “problemas” e “impossibilidades”.

Meu pau, praticamente duro o tempo todo só com a presença da minha mãe em casa, não ligava pra “razões”, “impossibilidades”, “tabus” ou “barreiras”, e mesmo que minha mente “entendesse” as hesitações dela, isso só aumentava minha vontade de possuí-la.

Umas semanas depois, em que, além da troca constante de olhares nervosos, nada tinha acontecido que fizesse pensar numa mudança na situação, enquanto eu estava sentado no sofá em frente à mesa onde minha mãe fingia se entreter com o notebook, e sem ter planejado, ao me recostar procurando uma posição mais confortável, descobri que, por causa da posição das pernas dela, o vestido curto que ela usava deixava ver a calcinha, que se destacava pelo contraste entre o branco dela e o vermelho berrante do vestido, e aproveitei pra “alegrar” a vista.

Minha mãe, a princípio, absorta nas tribulações dela na internet, não percebeu o espetáculo gostoso que estava me oferecendo, mas meu silêncio estranho e eu não estar prestando atenção na TV acabaram alertando ela.

Ela Ela deixou escapar um sorrisinho ao perceber que eu estava espiando ela, e embora no começo tenha fechado as pernas, me tirando a diversão, aos poucos, depois de notar minha irritação, e fingindo um "descuido", voltou a abri-las, me permitindo apreciar a visão da calcinha dela.

Comecei a perceber que aquele exibicionismo reprimido por anos, e se sentir devorada pelo meu olhar lascivo, provocavam nela um tesão e uma excitação incontroláveis.

Cheguei a pensar que, uma vez iniciados os fetiches exibicionistas dela, ela perdia o controle dos próprios atos, já que, depois de alguns minutos, aquela "abertura" de pernas passou a ser um convite tão descarado pra minha vista, que tornava inútil qualquer tentativa de disfarce ou fingimento da parte dela.

Com as pernas abertas, se exibindo descaradamente, e sem parar de digitar no computador, o rosto dela continuava refletindo a mesma "inocência" de qualquer mãe na presença do filho, sem que o fato de ela, de vez em quando, levantar os olhos e sorrir ao ver meu olhar lascivo fixo na calcinha dela, mudasse nem um pouco a candura do rosto dela.

A ereção que aquilo me causava chegou a ser dolorosa, presa dentro da calça, e sem aguentar mais, decidi dar um passo à frente.

- Mãe.

- O quê? (respondeu com voz doce, mantendo as pernas abertas)

- Uffa. Não sei se já te falei isso antes... você é muito gostosa... não consegui evitar "acelerar", sabe como é... os hormônios... essa calcinha que você tá usando é linda e... muito excitante... eu adoraria vê-la... quantos caras iam querer poder arrancar ela de você...

- Ha, ha, ha, já vai nessa de novo? Não tem vergonha de ficar espiando a própria mãe? Vou ter que usar calça comprida em casa. - (fingiu ficar brava e fechou as pernas), vai pro banheiro se aliviar, que você parece um idiota!

- Não dava pra fazer aqui?

- Como assim, aqui? - (Embora a voz dela fingisse surpresa, o rosto dela mostrava um tesão intenso) - Sim, eu adoraria te ver enquanto faço isso pra me "animar".

- Mais? Mas se você passou uma hora inteira olhando pra minha calcinha! Ou acha que eu não percebi?

- Sim, mas... eu queria te ver "inteira".

- Inteira?

- É, tira o vestido... estamos sozinhos... ninguém precisa saber... queria te ver de lingerie enquanto eu me "alivio"...

- Claro... cê me acha com cara de otária? Vou ficar de lingerie na frente de um adolescente cheio de hormônio e achar que você não vai tentar mais nada?

- Juro que "só" olho e me alivio, já te enganei alguma vez?

- Milhões de vezes.

- Bom... mas agora não, "só" quero te ver, me alivio e pronto.

- Mas que porra... você já não teve o "suficiente" olhando minha calcinha e agora quer mais? Não confio em você nem um pouco.

- Por favor, mãe, juro que não peço mais nada.

- Tá bom, vou tirar o vestido pra você calar a boca de uma vez e me deixar em paz, mas nem chega perto de mim.

Minha mãe se levantou e, depois de se afastar da mesa, tirou o vestido fingindo que estava fazendo aquilo quase que "obrigada" e só pra se livrar de um "chato".

Ela estava usando o mesmo conjunto de lingerie que eu tinha visto nas fotos compartilhadas com os amigos "secretos" dela, mas ao vivo era ainda mais excitante.

- Você vai calar a boca agora? (Ela sorria abertamente)

- Sim, mãe.

Os peitos dela ficavam firmes sob o tecido delicado que os cobria, e a buceta dela se destacava tão claramente por trás daquela calcinha branca tão justa que dava pra contar os pelinhos um por um.

Eu me despi completamente diante do olhar atônito da minha mãe, que mostrou surpresa ao ver a ereção firme do meu pau, assim como a depilação completa dos meus genitais por causa de uma espinha que tinha me dado problema por meses.

- Ha, ha, ha. Você se depilou? depilado?
- Sim, uma espinha que não tinha jeito de curar.
- Você parece ainda mais jovem com a “coisa” depilada.

Sem parar de devorá-la com os olhos, e a apenas um metro do corpo dela, comecei a me masturbar como um louco.

- Uf…. filho meu, se você tá “acelerado” mesmo, parece que nunca viu uma mulher de lingerie na vida – (Ela disse sem tirar os olhos de como eu bombeava o pau).

-
- Ufff….. É que você é muito gostosa, olha como me deixou duro…. se eu não me aliviar, vou explodir.
- Quem sabe o que você tá imaginando….
- Uffff, mãe, você não faz ideia….
- Alguma sacanagem com alguma garota que você conhece….
- Não exatamente com uma garota…
- Não? Então com quem? – (O sorriso safado dela mostrava que sabia perfeitamente com quem eu fantasiava)
- Se você não ficar brava, eu falo.
- Prometo.
- Com você, mãe.
- Comigo? Você é louco? Sou sua mãe! (O rosto dela transbordava um “orgulho” evidente por ser a “vítima” dos meus desejos mais obscenos)
- Você é muito gostosa, mãe, não consigo evitar de te imaginar….
- O que você imagina? Me conta, já prometi que não vou ficar brava, sei que você tá “acelerado” e nem sabe o que diz….

-
- Uffff, que adoraria meter em você e aproveitar seu corpo.

-
- Ha, ha, ha. Você é louco? Isso é impossível, meter na sua mãe? Vai logo se aliviar e não fala mais besteira que você tá delirando!

O rosto dela refletia perfeitamente a excitação que sentia ao se exibir impudicamente pra mim, e o efeito que o corpo dela causava no meu pau, tendo passado da “inocência safada” pra lascívia mais absoluta, por mais que tentasse disfarçar com aqueles comentários.

Extasiado de prazer, percebi que estava prestes a gozar e, com gestos, perguntei pra minha mãe onde despejar o sêmen sem sujar o chão, já que não queria abandonar aquele lugar na hora de gozar.

Ainda sorrindo, e depois de se aproximar de mim o suficiente, puxou o elástico da calcinha para fora, de modo que, além de deixar à mostra o pelo preto da sua buceta, abriu o espaço suficiente para que eu pudesse esvaziar o sêmen dentro da calcinha e na sua buceta, me convidando a fazer isso apontando para aquele “lugar” com um dedo.

- Goza aqui, meu filho, depois a gente lava…

Louco de excitação, ansioso para descarregar meu gozo no corpo dela, apontei o pau para aquele lugar, e depois de umas duas sacudidas, até a última gota de sêmen encharcou completamente o interior da calcinha e a buceta dela.

Depois disso, me olhando fixamente, depois de alguns segundos, soltou o elástico da calcinha para se impregnar toda com meu gozo, o que aumentou meu tesão ao máximo.

- Uffff, mãe, que delícia, é a melhor punheta da minha vida, você me deixou com um tesão do caralho.

- Ha, ha, ha. Já percebi, sim. Não quero nem imaginar as putarias que passaram pela sua cabeça… dava medo ver como você me olhava…

- Ufffff, não sei como consegui me segurar…

- Se segurar? Você deixou minha calcinha completamente encharcada de porra!

- Ha, ha, ha. É que você é de comer, mãe.

- Anda, cala a boca, não seja puxa-saco, se veste e não fala mais mentira, que vou te preparar um copo de leite com Toddy pra você se “recuperar”.

De boca aberta, e sem parar de se vestir, eu a observei ir para a cozinha com aquela calcinha encharcada de porra, andando de forma claramente provocante e exibicionista, parando para ver se eu a devorava com os olhos de novo.

Eu a segui besta, e a encontrei me preparando o copo de leite com a mesma “naturalidade” com que teria me preparado o café da manhã num dia qualquer, embora dessa vez se exibindo de forma obscena pra mim.

Aquilo me deu um tesão brutal, sem que eu tivesse corrido segundos antes pudesse evitar que meu pau voltasse a ficar duro.

Aproveitando que ela estava de costas e "ocupada" mexendo com uma colherzinha o copo de porra, abracei ela com força, apertando minha ereção contra a bunda dela.

- O que você tá fazendo? De novo assim? (A voz dela tentava fingir uma falsa surpresa)

- Sim, mãe. Deixa eu "tocar" um pouco em você...

- A gente já combinou que você "se aliviava" e ficava quieto. (Falou sem tentar se soltar daquele abraço obsceno).

- Mãe, preciso acariciar você...

- Bebe sua porra e fica quieto, parece um idiota.

A situação chegou a limites surreais, numa cozinha pequena minha mãe estava de lingerie se exibindo de forma lasciva com a calcinha encharcada do meu próprio sêmen, com cara de santa, e eu, com o pau depilado duro apontando pro corpo dela, bebendo um Nescau enquanto devorava ela com os olhos, com a mesma naturalidade de quem tivesse tomando café da manhã.

Depois de saborear aquele copo de porra que foi uma delícia, e sem pedir permissão, abracei ela pra beijar na boca.

- Você tem gosto de porra, meu filho.

- Então a sua buceta também deve ter.

- Ha, ha, ha. Não seja porco.

Continuei beijando ela de forma lasciva, enquanto minhas mãos apalpavam a bunda dela avidamente.

- Parece um polvo, meu filho.

- É que você é muito gostosa, mãe.

- Uff, não me abraça tão forte que você tá enfiando "sua coisa" na minha barriga.

- Em "outro lugar" eu queria enfiar, mãe.

- Não seja bobo, já te falei que isso não pode, me toca um "pouquinho" e pronto.

Procurei os peitos dela e senti eles duros e macios, aquilo me deu outra onda de prazer.

Acariciei os mamilos dela até eles reagirem, endurecendo de um jeito incrível.

Minha mãe, sem conseguir segurar os primeiros gemidos de prazer, empurrava a bunda. em direção ao meu corpo, buscando mais contato com meu pau.
Tentei enfiar a mão por baixo da calcinha dela, mas minha mãe ofereceu uma leve resistência.
- Aí não, aí não.
- Por favor, eu "preciso" acariciar sua buceta.
- Não, que eu posso perder a cabeça… aí não… faz o que quiser, mas aí não…

Enquanto balançava a cabeça negando, o corpo dela e os gemidos de prazer me incentivavam ao contrário, e consegui alcançar o sexo quente e molhado dela.
- Ufffff, meu filho… Ufffff, para, para…
- Ummmm, que quentinha que tá sua buceta, mãe.
- Não continua… Não continua… (Ela suplicava enquanto empurrava a bunda na minha mão)
- Ufff, adoro acariciar isso em você, mãe, já não consigo parar…
- Mmmm, devagar… devagar…
- Vem comigo…
- Pra onde? (Os olhos dela refletiam terror, entendendo pra onde eu queria levá-la, enquanto o corpo dela estava completamente à minha mercê)

Peguei na mão dela e, sem a menor resistência, levei ela até a porta do quarto.
- Não, meu filho, aqui não. (Ela suplicou de novo, olhando pra cama)
- Eu te desejo, mãe, fica tranquila que não vamos fazer nada de errado.
- Sou sua mãe, o que você quer fazer não é possível…
- Você vai ver que não vai se arrepender, e eu… menos ainda.

Tomado por uma excitação brutal e um desejo incontrolável, praticamente empurrei ela até a cama, fazendo ela cair de costas nela.
- Não… não… isso não… Vou me exibir pra você, vou te masturbar, o que você quiser, até poderia chupar seu pau, mas… não enfia na sua mãe. (A voz dela mal dava pra ouvir, e o corpo dela exalava um calor febril)

Me coloquei ao lado dela e arranquei a calcinha dela, rasgando tudo, e ela percebeu o quanto eu tinha ficado excitado e como os "protestos" dela eram inúteis.

Deitei sobre o corpo quente e macio dela, vendo nos olhos dela o medo poderoso do incesto que irremediavelmente ia se consumar, enquanto as pernas dela se abriam me provocando a fazer o mesmo

Apontei o pau pra aquela buceta pulsante com que tinha fantasiado por tanto tempo e, ajudado pela umidade evidente dela, enfiei até o talo sem encontrar a menor dificuldade.

- Caralho, mãe, que gostoso, que buceta mais gostosa, parece um forno.

- Ufff, como você tá duro, meu filho, parece que enfiou uma barra de ferro em mim.

Com meu pau completamente alojado naquele lugar tão molhado e quente, mas sem começar a bombar a cintura, beijei ela com tesão pra saborear aquela verdadeira posse do corpo dela.

Senti que, tomada por um prazer e desejo infinitos, minha mãe levantava o quadril tentando provocar o início das estocadas.

Fiz isso, e a cada investida na buceta dela, os olhos dela abriam ou fechavam no ritmo das mesmas, abrindo quando eu enfiava até o fundo, e fechando em seguida.

- Ufff, mãe, como você é gostosa, queria ter metido em você antes, que delícia.

- Mmmmm, devagar, devagar, que você tá muito duro... devagar.... Ahhhhh, ummmmm que gostoooso.... assim, assim... mais forte.... assim, assim.... aggs. Você me mata de prazer...... ummmmmm, você tá me fazendo ver estrelas.... aggssss

Depois de um bom tempo bombando a cintura, metendo e tirando meu pau do corpo dela, soube que não ia aguentar muito sem gozar, ainda mais com os gemidos de prazer da minha mãe me provocando tanto tesão, então resolvi mudar de posição e dar uma "respirada".

Sem a menor resistência da parte dela e se comportando de forma dócil e submissa, coloquei ela de quatro, estilo cachorrinho, e depois de me posicionar atrás dela e vê-la rebolando "implorando" pra ser empalada de novo, enfiei o pau de uma vez, fazendo com que a cada estocada os peitos dela balançassem como sinos.

Dessa posição, pude ver escorrer o excesso de umidade da buceta dela deslizando entre as coxas dela, e levado pela excitação me permiti "dar umas palmadas" naquela bunda linda e gostosa dela.

- Toma, isso é por ser malvada, por não ter deixado eu meter antes.

- Mmmmm, sim.... fui muito malvada, mas de agora em diante vou deixar... agsss

- Não duvide que vou fazer de novo, ter uma buceta dessas ao alcance da mão em casa e não usar é coisa de idiota.

- Não para de meter, não para de meter....

Aumentei a intensidade das estocadas, "respirando" quando percebia que não ia conseguir evitar de encher a buceta dela de porra, e poder prolongar aquele prazer infinito ao máximo.

- Aghsss, meu filho...... onde você aprendeu a foder assim?, você tá me matando de prazer..... mmmmmmm

- Aprendi com você, mãe, você é a melhor professora, é impossível outra mulher me dar mais prazer que você.

Sem aviso, e entre os gemidos mais obscenos que eu podia imaginar, senti o corpo da minha mãe tremer "literalmente", e a cabeça e a parte de trás do corpo dela desabarem na cama, mantendo os quadris erguidos pra continuar sendo empalada pelo meu pau.

Aqueles "tremores" e gemidos guturais se prolongaram a ponto de me preocupar, percebendo que era um orgasmo múltiplo, quando ouvi ela gritar me implorando pra parar, porque "não aguentava mais".

Assustado, já que aquele pedido parecia "sincero", tirei o pau daquele lugar tão gostoso onde tinha se alojado tanto tempo, e depois de abraçar ela perguntei:

- Você gozou, mãe?

- O que você acha?, nunca gozei tanto na minha vida, nem imaginava que podia gozar assim.

- Fico feliz de ter feito você gozar assim.

- Não entendo como você ainda tá com a "coisa" tão dura, e ainda bem que você tinha se masturbado antes.

- É que eu queria fazer você gozar, mãe, com outra eu teria gozado antes, mas eu estava tão à vontade dentro de você.

- Pois você me deixou Satisfeita" por um bom tempo, sim... tô quase morta.

- Pois é... mas tem um problema...
- Um problema? Qual?
- É que eu ainda não gozei...
- Mas caralho... você é insaciável! Ainda bem que era só pra "me tocar" um pouco.

Voltei a beijá-la, me deliciando com o calor e a putaria que o corpo dela exalava, percebendo que, aos poucos e apesar de dizer que estava exausta, as pernas dela voltavam a dar sinais de "abertura".

Dessa vez, esfreguei a ponta da pica na buceta dela antes de penetrá-la de novo.

- Seu filho da puta. Não faz isso, enfia logo.
- Uffffff, que delícia, vou inundar sua buceta de porra.
- Vai gozar dentro da mamãe? (A voz dela não podia ser mais obscena)
- Sim, vou encher suas entranhas.

Voltei a penetrá-la e bombar com força, dessa vez sem "medo" de gozar antes do tempo, ajudado pela minha mãe, que, depois de derrubar os tabus do incesto, me incentivava sem censurar os comentários incestuosos.

- Você gosta de foder a mamãe?
- Goza, meu filho, enche a buceta da mamãe de porra.
- Como você me fode bem, que pica gostosa você tem.
- Você vai me fazer gozar de novo.
- Me fode, não para até derramar a última gota de porra dentro da mamãe.

Aquelas obscenidades pareciam ter o mesmo efeito nela que em mim, e apesar da minha falta de controle, ela se adiantou ao meu orgasmo de novo, gozando entre gritos sem parar de me chamar de "meu filho".

Ela ficou completamente imóvel à mercê das minhas estocadas, com o corpo totalmente à minha disposição, já que só parecia ter forças pra me olhar com desejo.

Poderia ter gozado na cara dela, ou nos peitos, mas nem consegui pensar nisso, porque inevitavelmente terminei inundando a buceta dela de porra.

Abraçados e exaustos, nós dois dormimos naquela cama onde tínhamos consumado tudo. o mais prazeroso dos incestos.

6 comentários - Los Deseos Secretos de mi Madre Parte 2

manu-21 +1
muy buena historia espero que tenga maas capitulos..van puntos
Gracias amigo.
Muy caliente y excitante historia!!!!Van 10 y no dejes de escribir !!!
Gracias amigo por el apoyo.
Superdisfrutados los dos.
Me alegro de leer eso amigo, gracias.
10 puntos es poco, exelente relato. Espero continuacion.
Por ahora eso es todo porque no puedo encontrar buenos relatos.