Vou começar o relato dizendo que me chamo Alberto, embora por motivos óbvios esse não seja meu nome real, já que tive que alterar alguns detalhes para não ser reconhecido.
Tenho 19 anos, sou filho único e moro na casa da família com minha mãe.
Rosa, como vou chamá-la, é uma dona de casa de 46 anos, separada, de jeito afável e carinhoso, 1,65 de altura, cabelo moreno até os ombros, peitão volumoso e quadril largo.
Separada e com grana suficiente pra viver sem depender de um trampo fixo, depois da separação, a vida dela ficou chata e monótona, já que eu, o único filho, mal dava problema e as tarefas de uma casa pequena também não ocupavam muito tempo.
Nossa relação de mãe e filho não podia ser mais normal, sem problemas, e até exageradamente "carinhosa" pra um cara da minha idade que, na maioria dos casos, parte pra rebeldia, sendo normal entre a gente trocar abraços e beijos afetuosos.
Tudo isso mudou completamente quando minha mãe decidiu comprar um notebook pra aprender informática e "se entreter".
Fui eu quem teve que explicar como mexer no computador e passei os conhecimentos básicos sobre o uso da internet.
Depois de uns meses de aprendizado, minha mãe pareceu se adaptar à tecnologia, aumentando pra caramba o tempo na frente da tela do notebook, sem que isso me causasse o menor incômodo, pelo contrário, fiquei feliz dela se entreter de forma instrutiva.
Eu via ela ler jornal, notícias sobre fofocas de TV ou revistas pela internet, sem que o uso do notebook causasse o menor problema entre a gente ou nas tarefas do dia a dia.
Mas, com o tempo, a atitude dela começou a mudar de forma visível, me estranhando que às vezes ela escondia disfarçadamente a tela do portátil da minha vista.
Não conseguia imaginar o que minha mãe poderia estar vendo para tentar esconder com tanto zelo, o que só aumentou minha curiosidade em conhecer seus "segredos".
Apesar das minhas tentativas, nunca conseguia pegá-la de surpresa, porque assim que me via aparecer na sala onde costumava usar o portátil, dava um jeito de trocar de tela, retomando o que estivesse fazendo ou vendo, quando eu já estava deitado no sofá e só conseguia ver a parte de trás do portátil.
Picado pela curiosidade, não tive outra opção a não ser "espionar" o portátil aproveitando as ausências dela quando saía para fazer compras ou outras tarefas.
Surpreso por ela ter conseguido aprender esse tipo de coisa sozinha, descobri que ela deu um jeito de proteger a inicialização do portátil com uma senha, o que aumentou ainda mais minha curiosidade, já que não conseguia imaginar o que minha mãe poderia querer esconder de mim, pois nunca deu sinais de ter "amigos" secretos desde que se separou, ou qualquer outra atividade que pudesse querer esconder do filho.
Apesar das precauções dela, inexperiente nessas situações, não demorei a descobrir a senha depois de tentar diferentes datas de nascimento, nomes de familiares, locais de nascimento, etc.
Sorri vitorioso quando finalmente acertei a senha e soube que seus "segredos" tão zelosamente guardados estariam ao meu alcance.
Houve um momento em que cheguei a sentir remorso por me aproveitar da falta de habilidade dela em criar senhas de acesso, mas a curiosidade, e a certeza de que aqueles "segredos" não passavam de qualquer besteira inocente, me fez seguir em frente.
Com os nervos à flor da pele, com medo de que minha mãe voltasse a qualquer momento e me pegasse "com a mão na massa", examinei o portátil sem encontrar, a princípio, nada "estranho".
Depois de uma busca mais "exaustiva", encontrei uma pasta onde ela guardava um documento "lembrete" do e-mail dela, assim como……. a chave do mesmo!, e não pude deixar de sorrir pensando na inocência da minha mãe.
Tinha mais pastas que não tive tempo de bisbilhotar, já que aquela informação aguçou minha vontade de “espionar” o conteúdo das conversas dela.
Abri o navegador de internet, mas antes de acessar o e-mail dela, por puro pressentimento, abri o “histórico” de páginas visitadas pra ver se aparecia algo “interessante”.
Não conseguia acreditar no que meus olhos estavam vendo quando abri o histórico, porque, junto com as clássicas e normais de revistas, jornais, etc., com as quais ela tinha me “enganado”, se acumulavam outras de conteúdo pornográfico explícito, destacando entre elas as de conteúdo “exibicionista” e o mais “perturbador”, algumas visitas correspondiam a contos eróticos de milf com jovens, incluindo relações incestuosas de mães com filhos ou sobrinhos, ou entradas em chats de conteúdo sexual.
Estupefato, atônito, sem acreditar no que estava vendo, e apesar de que o “cuidado” com que minha mãe tinha escondido de mim suas andanças pela internet deveria ter me dado alguma pista, jamais teria passado pela minha cabeça que uma senhora qualquer da idade dela, dona de casa, de caráter recatado e caseiro, pudesse visitar aquele tipo de página pornográfica com temática tão pesada, e que essa senhora fosse minha própria mãe, da qual nunca tinha notado o menor sinal de interesse por nada que não fossem seus afazeres ou fofocas de televisão, me deixou completamente abalado.
Nervoso, sem ter assimilado aquilo direito, e praticamente “cagado de medo” pelo que poderia “encontrar”, decidi abrir o e-mail dela com o cuidado de “bisbilhotar” os já abertos por ela pra evitar ser descoberto.
Contei três “conversas”, duas com pessoas de nicks masculinos e outra feminino, cujos nomes não me soavam a ninguém conhecido.
Abri a primeira conversa aleatoriamente, de um tal “xxxx1997”, cujo Nick indicava claramente a idade provável dela.
Começava com um “sou xxxx, o do chat”, e já deixava claro do que tinham “conversado” antes e as “intenções” do cara, dizendo que adoraria “conhecê-la e meter um pauzão”, “que ela tinha deixado ele de pau duro” e que “as milf que nem você me deixam a mil”, tudo numa linguagem tão baixa que envergonharia um miliciano afegão.
Numa série de trocas de mensagens, minha mãe, longe de “se assustar” com a linguagem daquele cara, parecia incentivá-lo (ou melhor, “esquentá-lo”) a continuar com esse tipo de e-mail, se fazendo de “interessante” ou respondendo com frases menos vulgares, mas igualmente obscenas.
Completamente atordoado, continuei examinando a troca de mensagens com aquele cara, cujos comentários obscenos sobre minha mãe aumentavam exponencialmente a cada resposta dela, alucinando por completo quando, num deles, a pedido do cara, minha mãe o “presenteou” com uma foto sua de calcinha e sutiã, provocando ele a “devolver” coberta de porra.
Arregalei os olhos ao ver a foto que, embora escondesse o rosto, sem dúvida era da minha mãe (dava pra reconhecer perfeitamente os móveis do quarto dela), com um conjunto de calcinha e sutiã brancos super excitantes.
Apesar de morar com ela, ela sempre foi ciumenta com a intimidade dela na minha presença, e embora, claro, alguma vez eu tivesse pegado ela se trocando, etc., nunca a tinha visto tão “explicitamente” de calcinha e sutiã, e muito menos tão provocante.
Ela tinha escolhido uma calcinha tão justa no corpo que dava pra ver o volume dos lábios da buceta, além de deixar intuir os pelos pretos que a cobriam.
O sutiã combinando realçava os peitos dela de forma voluptuosa, e até, ao “ampliar” a foto, achei que vi que, ou os bicos dela estavam duros, ou o tamanho deles dava essa impressão. Instintivamente, desejei que a foto tivesse mostrado o rosto dela, mas minha mãe, inocente ao criar senhas, mas esperta nisso, tinha dado um jeito de "esquentar" aquele cara sem expor a intimidade dela.
Não demorou pra chegar a foto "resposta" daquele cara, cujo corpo (mesmo escondendo o rosto) confirmava a juventude do nick, onde dava pra ver o pau dele ereto sobre a foto impressa da minha mãe, toda melada de porra.
Pelo que eu tava lendo, deduzi que, mesmo que minha mãe aparentemente não buscasse um contato "real", e enrolando o cara quando ele insistia nisso (pelo menos até aquele momento), ela "curtia" — nem ousava pensar em "ficava excitada" — esquentando e se exibindo semi-nua pra aquele cara.
Com medo de que, pelo tempo que já tinha passado, ela pudesse voltar pra casa a qualquer momento e me pegar bisbilhotando "o" computador dela, desliguei sem me dar tempo de continuar "fuçando" o resto das conversas.
Levantei do lugar, sentindo vergonha de mim mesmo na hora, ao perceber a ereção que, de forma reflexa e involuntária, eu tinha tido enquanto lia as mensagens, e o mais "preocupante"... vendo a foto dela.
Uns minutos depois, sem tempo pra me "acalmar", e com a mesma cara de santa e angelical com que tinha saído, ela voltou carregada de sacolas de compra.
— Meu filho, tá acontecendo alguma coisa?
— Comigo? Não... por quê?
— Sei lá... te notei nervoso...
— Eu? Que nada.
— Anda, me ajuda com as sacolas.
Peguei a mais pesada, e senti vergonha de novo quando, ao ir atrás dela em direção à cozinha, meus olhos, sem querer, focaram na bunda dela enquanto minha mente tentava adivinhar que tipo de lingerie ela tava usando por baixo do vestido.
— Tem certeza que não tem nada?
— Que não, mãe, você é chatinha, hein.
— Conheço você desde que nasceu, você tá... Acontece alguma coisa.
- Ora, minha mãe, não acontece nada comigo.
- Vem cá, me dá um beijo, meu filho.
Apesar do nervosismo, consegui abraçá-la e beijá-la com carinho como em qualquer outro dia, com o cuidado, claro, de afastar o quadril para trás, pra evitar que ela percebesse a ereção constante que lutava pra estourar minha calça, o que teria me deixado numa situação "difícil" de explicar.
Não consegui pensar em outra coisa o dia inteiro, e por mais que quisesse evitar, e pra minha maior culpa ou vergonha, minha mente ficava relembrando sem parar o corpo semidespido da minha mãe, e aquela troca de mensagens obscenas com aquele garoto que tinha acabado manchando a foto dela de sêmen.
Pra piorar, naquela tarde, enquanto eu a observava mexendo no notebook sem mudar nem um pouco o rosto meigo e maternal, minha mente viajava na possibilidade de que naqueles momentos ela estivesse visitando sites pornôs ou conversando obscenamente com alguém, o que só fez aumentar meu "nervosismo".
A confusão e a vergonha de entender que algo envolvendo minha própria mãe me excitava daquele jeito me impediram de, apesar da ereção dolorosa que me acompanhou o dia todo, acabar me aliviando batendo uma punheta.
Mesmo assim, não consegui evitar desejar nos dias seguintes que ela saísse pra fazer compras pra poder "espionar" o computador dela de novo, sem nem conseguir me enganar dizendo que era só "curiosidade".
Quando finalmente ela precisou sair de casa pra fazer compras, me joguei ansioso no notebook, sorrindo aliviado ao ver que a senha continuava a mesma.
Dessa vez, decidi "bisbilhotar" outra conversa com outro garoto.
Esse, infinitamente mais "educado" que o anterior, dizia ficar feliz em poder "conversar com uma senhora que entendesse, já que não podia falar sobre isso com ninguém".
Pra falar a verdade, em No começo, e conhecendo a internet, cheguei a pensar que era um mentiroso "caçador de fotos" ou algo do tipo, mas pelo rumo da "conversa" e outros detalhes, acabei convencido da veracidade das palavras dele.
Resumindo, e depois de agradecer por ter batido papo com ele e fornecido o e-mail pra continuar conversando, ele afirmava ser virgem, e estar confuso por uma experiência "estranha" com a tia dele de 50 anos, onde ela, sob efeito de umas doses a mais, acabou masturbando ele depois de trocarem beijos e carícias na casa dela, já que ele estava morando lá temporariamente por causa dos estudos.
Minha mãe respondia pedindo detalhes da experiência, além do motivo de não terem "consumado", e sobre a relação posterior com a tia depois daquilo.
O garoto, que entre uma resposta e outra, aproveitava pra enfiar várias mensagens mostrando a vontade de "transar" com minha mãe pra perder a virgindade e gozar o que não tinha conseguido com a tia, dizia não entender por que ela, apesar do tesão e da excitação evidentes naquela experiência, e de ter deixado ser acariciada e até ter masturbado ele, se recusou a ser penetrada, e depois fingia que "não tinha acontecido nada", sem querer falar sobre o assunto.
Minha mãe, agindo como uma "conselheira quase materna", respondia dizendo que ele devia "se contentar" com o que aproveitou e entender a tia, já que, embora com certeza ela desejasse, provavelmente o álcool tinha baixado as defesas dela contra o tabu do incesto, e num momento de "lucidez" aquele tabu tinha sido insuperável pra ela, principalmente na hora da penetração, que o melhor era não encher o saco dela, e que se ela quisesse, o que tivesse que rolar, rolaria.
O garoto insistia que cada dia queria mais ela, que se masturbava todo dia fantasiando com a tia, e agora com ela também.
Minha mãe, continuando com seu papel de “conselheira”, numa daquelas respostas que me deixou completamente confuso, ela afirmou entender perfeitamente a tia, já que “ela também tinha sentido aquela atração e desejo incestuoso por uma ‘pessoa’ que não mencionava (que não poderia ser outro senão eu, já que ela não tinha sobrinhos), mas que não tinha tido a ‘sorte’ de ser correspondida, porque com certeza me veria ‘velha e gorda’, e que por motivos óbvios nunca daria um passo nesse sentido, mas que ficava excitada fantasiando com isso”.
Sem conseguir acreditar, chegando a pensar que minha mãe tinha percebido que eu espiava o notebook dela e que estava sendo “vítima” de alguma brincadeira de muito mau gosto da parte dela, tive que reler várias vezes aquela mensagem na qual, sem me citar diretamente, ela confessava fantasiar “eroticamente” comigo.
Aquela “revelação” inesperada me causou uma excitação e um tesão brutais, ao mesmo tempo que ajudou a diminuir o sentimento de vergonha e culpa que me consome por ficar excitado pensando na minha própria mãe.
A série de mensagens terminava com o envio de uma foto da minha mãe de lingerie, parecida com a que ela tinha mandado pro outro cara, e com a resposta dele, na qual ele anexava um vídeo onde aparecia se masturbando até gozar olhando pra foto, acompanhado de todo tipo de comentário, cada um mais lascivo que o outro, sobre o que ele gostaria de fazer com ela “se a pegasse”.
Eu não podia estar mais confuso e excitado, então decidi espionar a terceira conversa do email dela, em busca de alguma resposta pras minhas dúvidas e confusão.
Nesse caso, surpreendentemente, o Nick era de mulher.
Ela dizia ser uma senhora casada de 40 anos, exibicionista, e que procurava uma parceira de “aventuras” (lembrei na hora que, no histórico de visitas da internet, tinha um monte de sites de temática exibicionista).
Numa série de mensagens, ela contava que adorava se exibir em todo tipo de lugar ou estabelecimento, incluindo os públicos, seja de forma "disfarçada" ou abertamente, que o marido dela participava daqueles "jogos", seja fotografando ela ou transando em lugares onde poderiam ser vistos por outras pessoas.
Também "oferecia" a possibilidade dela ser sua "companheira" naquele tipo de situação, e "compartilhar" o marido, que era "bem dotado e com muita resistência".
MINHA mãe, por sua vez, me surpreendeu ainda mais (como se o anterior já não tivesse sido surpreendente o suficiente), contando uma série de experiências das quais eu jamais suspeitaria que ela tivesse participado.
Ela afirmava que, apesar de ter se casado muito jovem e virgem, na juventude tinha adorado se exibir e deixar os amigos acariciarem ela, chegando a fazer isso com vários ao mesmo tempo para que todos pudessem vê-la.
Que nesses "jogos", além de "desfilar" nua ou seminua na frente deles, ou deixar se acariciar, ela acabava masturbando eles e deixando gozarem no corpo dela, ficando extremamente excitada por ser o "motivo" das gozadas deles e sentir o calor do esperma escorrendo pelo corpo como "prova" do quanto a desejavam.
Que essas práticas terminaram quando o pai de um dos amigos dela (um cinquentão de aparência bruta) pegou eles em flagrante na casa dele "com a mão na massa", e aproveitou para "entrar na festa" chantageando ela com a ameaça de contar para os pais dela, e que naquele dia ela chegou a temer perder a virgindade involuntariamente, já que, embora tenha aceitado a "chantagem" e consentido em deixar ele apalpar ela à vontade, e até chupar o pau dele (coisa que nunca tinha feito), fora de si, ele chegou a rasgar a calcinha dela e ela se virou para evitar ser penetrada, e desde então, apesar de a tesão por essas práticas exibicionistas continuar intacta, o medo de a situação sair do controle a fez desistir delas, embora às vezes tivesse se atrevido a deixar a cortina do provador de alguma loja aberta. meio aberta "por descuido", pra permitir ser "espiada" por algum homem.
Mal conseguia processar aqueles "segredos" que acabara de descobrir, pra qualquer filho é difícil imaginar uma experiência erótica de "juventude" da mãe, ainda mais que ela tenha conteúdo exibicionista, onde "vários" amigos participavam, passando a mão nela à vontade até cobri-la de porra, ou que ela fosse vítima de um "chantagem", onde não deixava claro se tinha curtido ou não ser apalpada ou chupar o pau de um "cinquentão", ou se só tinha terminado mal por medo de perder a virgindade.
Embora o mais difícil de engolir, e que me perturbava por completo, era aquela "confissão" sobre o tesão inconfessável de ser desejada por mim.
Ouvi a porta e fechei o notebook às pressas com o coração na mão, me livrando de ser pego, antes de ir descarregar as sacolas de compras na cozinha antes de entrar na sala.
- De novo? Tô te sentindo nervoso outra vez, posso saber o que você faz na minha ausência? Parece que viu um fantasma.
- Ha, ha, ha, que isso, mãe.
- Sei não... te acho muito estranho ultimamente...
- Ha, ha, ha. Anda, me dá um beijo, que hoje de manhã você esqueceu de me dar e para com essas bobagens.
- Puxa, que carinhoso você tá... tá escondendo algo... Ha, ha, ha.
Abracei ela e tentei beijar ternamente o rosto dela como de costume, mas a vergonha causada pelo nervosismo que apertava meu corpo fez com que, num movimento estranho, meus lábios acabassem pousando nos dela, o que provocou uma risada "nervosa" nos dois.
- Ha, ha, ha. Desculpa, mãe.
- Não tem problema, meu filho, você beijou sua mãe... Não tem nada de errado nisso... (Respondeu com um sorriso materno inocente), mas toma cuidado pra não se enganar com a vizinha que é casada e o marido dela é ciumento, ha, ha, ha.
- Não é? Então só por você falar isso vou te dar outro! (Atordoado, e sem o pleno controlei meus atos, falei aquilo sem pensar nas possíveis consequências
Sorri nervosamente, e tentando (com certeza sem muito sucesso) dar a impressão de uma brincadeira inocente entre mãe e filho, abracei ela de novo e encostei meus lábios nos dela.
Percebi que, mesmo sem tentar se soltar de mim, ela manteve os lábios fechados, sem dar sinais de querer abri-los, ficando assim por alguns segundos de expectativa, onde nenhum dos dois parecia saber o que queria fazer.
Instintivamente, encorajado pela excitação que me deu saber daqueles "segredos", e pelo pouco controle que minha mente tinha sobre meu corpo, minha língua tentou abrir caminho entre os lábios dela, conseguindo vencer a resistência depois de alguns segundos de indecisão.
Fora de controle e excitado ao máximo, nunca imaginei que seria capaz de ir tão longe, por mais que tentasse continuar fingindo que era algo inocente.
Finalmente minha língua conseguiu saborear a dela, sentindo ela extremamente quente e molhada, me causando uma onda instantânea de prazer e desejo incontrolável.
Minha mãe correspondeu àquele beijo claramente inadequado entre mãe e filho, com a mesma intensidade, e aumentou de forma sutil, mas firme, a força do abraço que nos unia, deixando ele se prolongar no tempo até um limite difícil de culpar como um "erro" ou "deslize" da parte dela.
Fora de mim, esqueci de jogar a bunda pra trás, então minha mãe acabou sentindo a ereção evidente do meu pau contra o corpo dela, o que pareceu acordá-la do "transe" em que estava e perceber o quão errado era estar se beijando daquele jeito com o filho, e depois de desfazer o abraço habilmente, fingiu não ter notado minha excitação.
- Ha, ha, ha. A gente disse um beijo, meu filho, isso já tava virando um amasso, também não precisa exagerar, uma coisa é você beijar sua mãe e outra é pegar ela assim. (Ele disse sem parar de sorrir e percebendo que ela não tinha se limitado a receber o beijo de forma passiva, mas que sua língua tinha se entretido com a minha).
- Pois eu adorei, mãe. Não acho que seja nada de mais a gente se beijar, até me senti mais "ligado" a você do que nunca. Obviamente também não é pra gente se beijar assim na frente dos outros, ha, ha, ha, ha, mas... por mim eu repetiria... E ainda mais aqui que estamos sozinhos e não podemos "assustar" ninguém.
- Ha, ha, ha. Que sem-vergonha você está feito. Anda, vai arrumar seu quarto, que você não tá pensando em nada de bom.
Naquele dia trocamos uma porção de "olhares", onde ela parecia se perguntar o que se passava na minha cabeça, ou o motivo daquele "inesperado" interesse em beijá-la, e eu mal conseguia desviar os olhos dos peitos ou da bunda dela sem que ela percebesse.
Chegada a noite, e na hora do beijo de "boa noite" de sempre até a manhã seguinte, minha mãe, sorrindo de forma safada, e apontando ostensivamente para a bochecha, me ofereceu a mesma para que eu a beijasse, fingindo querer brincar com o que tinha acontecido antes.
- Qual é, mãe, não seja boba, qualquer um diria que a gente fez algo errado, adorei te beijar e ninguém vai ficar sabendo.
- Ha, ha, ha. Não é porque alguém vai saber, é que eu não confio em você, os jovens têm os hormônios "acelerados"... ha, ha, ha.
- Não se preocupa, mãe, é "só" um beijo, se eu sentir que vou "acelerar" eu paro, só quero me sentir mais perto de você...
- Que não, que não, é feio a gente se beijar assim. (Percebi na voz dela uma vontade fraca de evitar isso)
- Qual é, mãe. Um pequenininho... parece mentira que você não queira me beijar...
- Ah, que chato você fica, um rápido e vai dormir que já é tarde.
Abracei minha mãe olhando nos olhos dela, o rosto dela refletia um nervosismo e uma expectativa evidentes. Meus lábios se uniram aos dela e de forma Instantânea: nossas línguas se fundiram num beijo indiscutivelmente obsceno.
Apesar do "combinado", o beijo, longe de ser "rápido", se prolongou o tempo suficiente pra me dar um prazer tão imenso que perdi a noção do tempo e do pudor.
Depois de uns minutos intensos, e sem lembrar de ter planejado, percebi que meus braços tinham descido e que eu estava acariciando a bunda da minha mãe de um jeito mais que evidente, sem que ela parecesse notar ou fizesse algo pra impedir aquelas carícias tão indevidas do próprio filho.
Chegou um momento em que a luxúria e o desejo daquele beijo provocaram uma quantidade tão grande de sons "molhados" e troca de saliva que escorria entre nossos lábios, a ponto de tornar ridículo qualquer tentativa de justificar a "inocência" dele.
- Ufffff... para, filho meu... me deixa respirar... (completamente corada, entendi que ela estava extremamente excitada e queria descansar pra evitar mostrar isso com gemidos)
- Ha, ha, ha. Viu como eu me controlo apesar dos hormônios juvenis?
-
- Que se controla nada, você passou meia hora passando a mão na bunda da sua mãe!, e... além disso... o que é isso? (Apalpou minha ereção evidente com um sorriso safado, tirando a mão na hora).
- Poxa, nem tinha percebido, mãe... A emoção... cê sabe...
- Nem emoção porra nenhuma, acabou, vai pra sua cama agora mesmo.
Excitado, queria com todas as forças continuar beijando e acariciando ela, mas, lembrando dos "conselhos" que tinha dado pro cara com quem trocava mensagens, e com medo de estragar aquela química que tinha surgido entre a gente, enchendo o saco dela antes da hora, resolvi obedecer, não sem antes ver no rosto dela o mesmo desejo e medos que me apertavam.
Nem preciso dizer que, naquela noite, na solidão do meu quarto, acabei me masturbando igual um louco fantasiando sem nenhum pudor. remorso que penetrava minha mãe de todas as maneiras imagináveis.
Nos dias seguintes, para meu maior desespero, transcorreram entre a atitude "fugidia" da minha mãe, que aparentava ter se arrependido daquela experiência, e minhas próprias dúvidas, já que, embora desejasse com todas as forças abraçá-la e dizer o quanto a queria, temia que um excesso de insistência da minha parte acabasse irritando-a e convencendo-a de que o melhor era não repetir aquela experiência.
Apesar disso, por mais que ambos tentássemos disfarçar, continuamos trocando "olhares inadequados" numa relação mãe/filho, com meus olhos "devorando" o corpo dela, e minha mãe "sorrindo" ao perceber isso.
Fiquei sozinho de novo e aproveitei para fuçar no notebook dela em busca de "respostas" para minhas dúvidas.
De fato, minha mãe continuava trocando mensagens com aqueles caras, nas quais, possivelmente excitada por aquelas "brincadeiras" comigo, tinha elevado o teor exibicionista delas, chegando a anexar várias fotos em poses extremamente provocantes.
Mas a principal de todas as mensagens, que li ansiosamente, era dirigida ao cara que queria comer a tia dele.
Tenho 19 anos, sou filho único e moro na casa da família com minha mãe.
Rosa, como vou chamá-la, é uma dona de casa de 46 anos, separada, de jeito afável e carinhoso, 1,65 de altura, cabelo moreno até os ombros, peitão volumoso e quadril largo.
Separada e com grana suficiente pra viver sem depender de um trampo fixo, depois da separação, a vida dela ficou chata e monótona, já que eu, o único filho, mal dava problema e as tarefas de uma casa pequena também não ocupavam muito tempo.
Nossa relação de mãe e filho não podia ser mais normal, sem problemas, e até exageradamente "carinhosa" pra um cara da minha idade que, na maioria dos casos, parte pra rebeldia, sendo normal entre a gente trocar abraços e beijos afetuosos.
Tudo isso mudou completamente quando minha mãe decidiu comprar um notebook pra aprender informática e "se entreter".
Fui eu quem teve que explicar como mexer no computador e passei os conhecimentos básicos sobre o uso da internet.
Depois de uns meses de aprendizado, minha mãe pareceu se adaptar à tecnologia, aumentando pra caramba o tempo na frente da tela do notebook, sem que isso me causasse o menor incômodo, pelo contrário, fiquei feliz dela se entreter de forma instrutiva.
Eu via ela ler jornal, notícias sobre fofocas de TV ou revistas pela internet, sem que o uso do notebook causasse o menor problema entre a gente ou nas tarefas do dia a dia.
Mas, com o tempo, a atitude dela começou a mudar de forma visível, me estranhando que às vezes ela escondia disfarçadamente a tela do portátil da minha vista.
Não conseguia imaginar o que minha mãe poderia estar vendo para tentar esconder com tanto zelo, o que só aumentou minha curiosidade em conhecer seus "segredos".
Apesar das minhas tentativas, nunca conseguia pegá-la de surpresa, porque assim que me via aparecer na sala onde costumava usar o portátil, dava um jeito de trocar de tela, retomando o que estivesse fazendo ou vendo, quando eu já estava deitado no sofá e só conseguia ver a parte de trás do portátil.
Picado pela curiosidade, não tive outra opção a não ser "espionar" o portátil aproveitando as ausências dela quando saía para fazer compras ou outras tarefas.
Surpreso por ela ter conseguido aprender esse tipo de coisa sozinha, descobri que ela deu um jeito de proteger a inicialização do portátil com uma senha, o que aumentou ainda mais minha curiosidade, já que não conseguia imaginar o que minha mãe poderia querer esconder de mim, pois nunca deu sinais de ter "amigos" secretos desde que se separou, ou qualquer outra atividade que pudesse querer esconder do filho.
Apesar das precauções dela, inexperiente nessas situações, não demorei a descobrir a senha depois de tentar diferentes datas de nascimento, nomes de familiares, locais de nascimento, etc.
Sorri vitorioso quando finalmente acertei a senha e soube que seus "segredos" tão zelosamente guardados estariam ao meu alcance.
Houve um momento em que cheguei a sentir remorso por me aproveitar da falta de habilidade dela em criar senhas de acesso, mas a curiosidade, e a certeza de que aqueles "segredos" não passavam de qualquer besteira inocente, me fez seguir em frente.
Com os nervos à flor da pele, com medo de que minha mãe voltasse a qualquer momento e me pegasse "com a mão na massa", examinei o portátil sem encontrar, a princípio, nada "estranho".
Depois de uma busca mais "exaustiva", encontrei uma pasta onde ela guardava um documento "lembrete" do e-mail dela, assim como……. a chave do mesmo!, e não pude deixar de sorrir pensando na inocência da minha mãe.
Tinha mais pastas que não tive tempo de bisbilhotar, já que aquela informação aguçou minha vontade de “espionar” o conteúdo das conversas dela.
Abri o navegador de internet, mas antes de acessar o e-mail dela, por puro pressentimento, abri o “histórico” de páginas visitadas pra ver se aparecia algo “interessante”.
Não conseguia acreditar no que meus olhos estavam vendo quando abri o histórico, porque, junto com as clássicas e normais de revistas, jornais, etc., com as quais ela tinha me “enganado”, se acumulavam outras de conteúdo pornográfico explícito, destacando entre elas as de conteúdo “exibicionista” e o mais “perturbador”, algumas visitas correspondiam a contos eróticos de milf com jovens, incluindo relações incestuosas de mães com filhos ou sobrinhos, ou entradas em chats de conteúdo sexual.
Estupefato, atônito, sem acreditar no que estava vendo, e apesar de que o “cuidado” com que minha mãe tinha escondido de mim suas andanças pela internet deveria ter me dado alguma pista, jamais teria passado pela minha cabeça que uma senhora qualquer da idade dela, dona de casa, de caráter recatado e caseiro, pudesse visitar aquele tipo de página pornográfica com temática tão pesada, e que essa senhora fosse minha própria mãe, da qual nunca tinha notado o menor sinal de interesse por nada que não fossem seus afazeres ou fofocas de televisão, me deixou completamente abalado.
Nervoso, sem ter assimilado aquilo direito, e praticamente “cagado de medo” pelo que poderia “encontrar”, decidi abrir o e-mail dela com o cuidado de “bisbilhotar” os já abertos por ela pra evitar ser descoberto.
Contei três “conversas”, duas com pessoas de nicks masculinos e outra feminino, cujos nomes não me soavam a ninguém conhecido.
Abri a primeira conversa aleatoriamente, de um tal “xxxx1997”, cujo Nick indicava claramente a idade provável dela.
Começava com um “sou xxxx, o do chat”, e já deixava claro do que tinham “conversado” antes e as “intenções” do cara, dizendo que adoraria “conhecê-la e meter um pauzão”, “que ela tinha deixado ele de pau duro” e que “as milf que nem você me deixam a mil”, tudo numa linguagem tão baixa que envergonharia um miliciano afegão.
Numa série de trocas de mensagens, minha mãe, longe de “se assustar” com a linguagem daquele cara, parecia incentivá-lo (ou melhor, “esquentá-lo”) a continuar com esse tipo de e-mail, se fazendo de “interessante” ou respondendo com frases menos vulgares, mas igualmente obscenas.
Completamente atordoado, continuei examinando a troca de mensagens com aquele cara, cujos comentários obscenos sobre minha mãe aumentavam exponencialmente a cada resposta dela, alucinando por completo quando, num deles, a pedido do cara, minha mãe o “presenteou” com uma foto sua de calcinha e sutiã, provocando ele a “devolver” coberta de porra.
Arregalei os olhos ao ver a foto que, embora escondesse o rosto, sem dúvida era da minha mãe (dava pra reconhecer perfeitamente os móveis do quarto dela), com um conjunto de calcinha e sutiã brancos super excitantes.
Apesar de morar com ela, ela sempre foi ciumenta com a intimidade dela na minha presença, e embora, claro, alguma vez eu tivesse pegado ela se trocando, etc., nunca a tinha visto tão “explicitamente” de calcinha e sutiã, e muito menos tão provocante.
Ela tinha escolhido uma calcinha tão justa no corpo que dava pra ver o volume dos lábios da buceta, além de deixar intuir os pelos pretos que a cobriam.
O sutiã combinando realçava os peitos dela de forma voluptuosa, e até, ao “ampliar” a foto, achei que vi que, ou os bicos dela estavam duros, ou o tamanho deles dava essa impressão. Instintivamente, desejei que a foto tivesse mostrado o rosto dela, mas minha mãe, inocente ao criar senhas, mas esperta nisso, tinha dado um jeito de "esquentar" aquele cara sem expor a intimidade dela.
Não demorou pra chegar a foto "resposta" daquele cara, cujo corpo (mesmo escondendo o rosto) confirmava a juventude do nick, onde dava pra ver o pau dele ereto sobre a foto impressa da minha mãe, toda melada de porra.
Pelo que eu tava lendo, deduzi que, mesmo que minha mãe aparentemente não buscasse um contato "real", e enrolando o cara quando ele insistia nisso (pelo menos até aquele momento), ela "curtia" — nem ousava pensar em "ficava excitada" — esquentando e se exibindo semi-nua pra aquele cara.
Com medo de que, pelo tempo que já tinha passado, ela pudesse voltar pra casa a qualquer momento e me pegar bisbilhotando "o" computador dela, desliguei sem me dar tempo de continuar "fuçando" o resto das conversas.
Levantei do lugar, sentindo vergonha de mim mesmo na hora, ao perceber a ereção que, de forma reflexa e involuntária, eu tinha tido enquanto lia as mensagens, e o mais "preocupante"... vendo a foto dela.
Uns minutos depois, sem tempo pra me "acalmar", e com a mesma cara de santa e angelical com que tinha saído, ela voltou carregada de sacolas de compra.
— Meu filho, tá acontecendo alguma coisa?
— Comigo? Não... por quê?
— Sei lá... te notei nervoso...
— Eu? Que nada.
— Anda, me ajuda com as sacolas.
Peguei a mais pesada, e senti vergonha de novo quando, ao ir atrás dela em direção à cozinha, meus olhos, sem querer, focaram na bunda dela enquanto minha mente tentava adivinhar que tipo de lingerie ela tava usando por baixo do vestido.
— Tem certeza que não tem nada?
— Que não, mãe, você é chatinha, hein.
— Conheço você desde que nasceu, você tá... Acontece alguma coisa.
- Ora, minha mãe, não acontece nada comigo.
- Vem cá, me dá um beijo, meu filho.
Apesar do nervosismo, consegui abraçá-la e beijá-la com carinho como em qualquer outro dia, com o cuidado, claro, de afastar o quadril para trás, pra evitar que ela percebesse a ereção constante que lutava pra estourar minha calça, o que teria me deixado numa situação "difícil" de explicar.
Não consegui pensar em outra coisa o dia inteiro, e por mais que quisesse evitar, e pra minha maior culpa ou vergonha, minha mente ficava relembrando sem parar o corpo semidespido da minha mãe, e aquela troca de mensagens obscenas com aquele garoto que tinha acabado manchando a foto dela de sêmen.
Pra piorar, naquela tarde, enquanto eu a observava mexendo no notebook sem mudar nem um pouco o rosto meigo e maternal, minha mente viajava na possibilidade de que naqueles momentos ela estivesse visitando sites pornôs ou conversando obscenamente com alguém, o que só fez aumentar meu "nervosismo".
A confusão e a vergonha de entender que algo envolvendo minha própria mãe me excitava daquele jeito me impediram de, apesar da ereção dolorosa que me acompanhou o dia todo, acabar me aliviando batendo uma punheta.
Mesmo assim, não consegui evitar desejar nos dias seguintes que ela saísse pra fazer compras pra poder "espionar" o computador dela de novo, sem nem conseguir me enganar dizendo que era só "curiosidade".
Quando finalmente ela precisou sair de casa pra fazer compras, me joguei ansioso no notebook, sorrindo aliviado ao ver que a senha continuava a mesma.
Dessa vez, decidi "bisbilhotar" outra conversa com outro garoto.
Esse, infinitamente mais "educado" que o anterior, dizia ficar feliz em poder "conversar com uma senhora que entendesse, já que não podia falar sobre isso com ninguém".
Pra falar a verdade, em No começo, e conhecendo a internet, cheguei a pensar que era um mentiroso "caçador de fotos" ou algo do tipo, mas pelo rumo da "conversa" e outros detalhes, acabei convencido da veracidade das palavras dele.
Resumindo, e depois de agradecer por ter batido papo com ele e fornecido o e-mail pra continuar conversando, ele afirmava ser virgem, e estar confuso por uma experiência "estranha" com a tia dele de 50 anos, onde ela, sob efeito de umas doses a mais, acabou masturbando ele depois de trocarem beijos e carícias na casa dela, já que ele estava morando lá temporariamente por causa dos estudos.
Minha mãe respondia pedindo detalhes da experiência, além do motivo de não terem "consumado", e sobre a relação posterior com a tia depois daquilo.
O garoto, que entre uma resposta e outra, aproveitava pra enfiar várias mensagens mostrando a vontade de "transar" com minha mãe pra perder a virgindade e gozar o que não tinha conseguido com a tia, dizia não entender por que ela, apesar do tesão e da excitação evidentes naquela experiência, e de ter deixado ser acariciada e até ter masturbado ele, se recusou a ser penetrada, e depois fingia que "não tinha acontecido nada", sem querer falar sobre o assunto.
Minha mãe, agindo como uma "conselheira quase materna", respondia dizendo que ele devia "se contentar" com o que aproveitou e entender a tia, já que, embora com certeza ela desejasse, provavelmente o álcool tinha baixado as defesas dela contra o tabu do incesto, e num momento de "lucidez" aquele tabu tinha sido insuperável pra ela, principalmente na hora da penetração, que o melhor era não encher o saco dela, e que se ela quisesse, o que tivesse que rolar, rolaria.
O garoto insistia que cada dia queria mais ela, que se masturbava todo dia fantasiando com a tia, e agora com ela também.
Minha mãe, continuando com seu papel de “conselheira”, numa daquelas respostas que me deixou completamente confuso, ela afirmou entender perfeitamente a tia, já que “ela também tinha sentido aquela atração e desejo incestuoso por uma ‘pessoa’ que não mencionava (que não poderia ser outro senão eu, já que ela não tinha sobrinhos), mas que não tinha tido a ‘sorte’ de ser correspondida, porque com certeza me veria ‘velha e gorda’, e que por motivos óbvios nunca daria um passo nesse sentido, mas que ficava excitada fantasiando com isso”.
Sem conseguir acreditar, chegando a pensar que minha mãe tinha percebido que eu espiava o notebook dela e que estava sendo “vítima” de alguma brincadeira de muito mau gosto da parte dela, tive que reler várias vezes aquela mensagem na qual, sem me citar diretamente, ela confessava fantasiar “eroticamente” comigo.
Aquela “revelação” inesperada me causou uma excitação e um tesão brutais, ao mesmo tempo que ajudou a diminuir o sentimento de vergonha e culpa que me consome por ficar excitado pensando na minha própria mãe.
A série de mensagens terminava com o envio de uma foto da minha mãe de lingerie, parecida com a que ela tinha mandado pro outro cara, e com a resposta dele, na qual ele anexava um vídeo onde aparecia se masturbando até gozar olhando pra foto, acompanhado de todo tipo de comentário, cada um mais lascivo que o outro, sobre o que ele gostaria de fazer com ela “se a pegasse”.
Eu não podia estar mais confuso e excitado, então decidi espionar a terceira conversa do email dela, em busca de alguma resposta pras minhas dúvidas e confusão.
Nesse caso, surpreendentemente, o Nick era de mulher.
Ela dizia ser uma senhora casada de 40 anos, exibicionista, e que procurava uma parceira de “aventuras” (lembrei na hora que, no histórico de visitas da internet, tinha um monte de sites de temática exibicionista).
Numa série de mensagens, ela contava que adorava se exibir em todo tipo de lugar ou estabelecimento, incluindo os públicos, seja de forma "disfarçada" ou abertamente, que o marido dela participava daqueles "jogos", seja fotografando ela ou transando em lugares onde poderiam ser vistos por outras pessoas.
Também "oferecia" a possibilidade dela ser sua "companheira" naquele tipo de situação, e "compartilhar" o marido, que era "bem dotado e com muita resistência".
MINHA mãe, por sua vez, me surpreendeu ainda mais (como se o anterior já não tivesse sido surpreendente o suficiente), contando uma série de experiências das quais eu jamais suspeitaria que ela tivesse participado.
Ela afirmava que, apesar de ter se casado muito jovem e virgem, na juventude tinha adorado se exibir e deixar os amigos acariciarem ela, chegando a fazer isso com vários ao mesmo tempo para que todos pudessem vê-la.
Que nesses "jogos", além de "desfilar" nua ou seminua na frente deles, ou deixar se acariciar, ela acabava masturbando eles e deixando gozarem no corpo dela, ficando extremamente excitada por ser o "motivo" das gozadas deles e sentir o calor do esperma escorrendo pelo corpo como "prova" do quanto a desejavam.
Que essas práticas terminaram quando o pai de um dos amigos dela (um cinquentão de aparência bruta) pegou eles em flagrante na casa dele "com a mão na massa", e aproveitou para "entrar na festa" chantageando ela com a ameaça de contar para os pais dela, e que naquele dia ela chegou a temer perder a virgindade involuntariamente, já que, embora tenha aceitado a "chantagem" e consentido em deixar ele apalpar ela à vontade, e até chupar o pau dele (coisa que nunca tinha feito), fora de si, ele chegou a rasgar a calcinha dela e ela se virou para evitar ser penetrada, e desde então, apesar de a tesão por essas práticas exibicionistas continuar intacta, o medo de a situação sair do controle a fez desistir delas, embora às vezes tivesse se atrevido a deixar a cortina do provador de alguma loja aberta. meio aberta "por descuido", pra permitir ser "espiada" por algum homem.
Mal conseguia processar aqueles "segredos" que acabara de descobrir, pra qualquer filho é difícil imaginar uma experiência erótica de "juventude" da mãe, ainda mais que ela tenha conteúdo exibicionista, onde "vários" amigos participavam, passando a mão nela à vontade até cobri-la de porra, ou que ela fosse vítima de um "chantagem", onde não deixava claro se tinha curtido ou não ser apalpada ou chupar o pau de um "cinquentão", ou se só tinha terminado mal por medo de perder a virgindade.
Embora o mais difícil de engolir, e que me perturbava por completo, era aquela "confissão" sobre o tesão inconfessável de ser desejada por mim.
Ouvi a porta e fechei o notebook às pressas com o coração na mão, me livrando de ser pego, antes de ir descarregar as sacolas de compras na cozinha antes de entrar na sala.
- De novo? Tô te sentindo nervoso outra vez, posso saber o que você faz na minha ausência? Parece que viu um fantasma.
- Ha, ha, ha, que isso, mãe.
- Sei não... te acho muito estranho ultimamente...
- Ha, ha, ha. Anda, me dá um beijo, que hoje de manhã você esqueceu de me dar e para com essas bobagens.
- Puxa, que carinhoso você tá... tá escondendo algo... Ha, ha, ha.
Abracei ela e tentei beijar ternamente o rosto dela como de costume, mas a vergonha causada pelo nervosismo que apertava meu corpo fez com que, num movimento estranho, meus lábios acabassem pousando nos dela, o que provocou uma risada "nervosa" nos dois.
- Ha, ha, ha. Desculpa, mãe.
- Não tem problema, meu filho, você beijou sua mãe... Não tem nada de errado nisso... (Respondeu com um sorriso materno inocente), mas toma cuidado pra não se enganar com a vizinha que é casada e o marido dela é ciumento, ha, ha, ha.
- Não é? Então só por você falar isso vou te dar outro! (Atordoado, e sem o pleno controlei meus atos, falei aquilo sem pensar nas possíveis consequências
Sorri nervosamente, e tentando (com certeza sem muito sucesso) dar a impressão de uma brincadeira inocente entre mãe e filho, abracei ela de novo e encostei meus lábios nos dela.
Percebi que, mesmo sem tentar se soltar de mim, ela manteve os lábios fechados, sem dar sinais de querer abri-los, ficando assim por alguns segundos de expectativa, onde nenhum dos dois parecia saber o que queria fazer.
Instintivamente, encorajado pela excitação que me deu saber daqueles "segredos", e pelo pouco controle que minha mente tinha sobre meu corpo, minha língua tentou abrir caminho entre os lábios dela, conseguindo vencer a resistência depois de alguns segundos de indecisão.
Fora de controle e excitado ao máximo, nunca imaginei que seria capaz de ir tão longe, por mais que tentasse continuar fingindo que era algo inocente.
Finalmente minha língua conseguiu saborear a dela, sentindo ela extremamente quente e molhada, me causando uma onda instantânea de prazer e desejo incontrolável.
Minha mãe correspondeu àquele beijo claramente inadequado entre mãe e filho, com a mesma intensidade, e aumentou de forma sutil, mas firme, a força do abraço que nos unia, deixando ele se prolongar no tempo até um limite difícil de culpar como um "erro" ou "deslize" da parte dela.
Fora de mim, esqueci de jogar a bunda pra trás, então minha mãe acabou sentindo a ereção evidente do meu pau contra o corpo dela, o que pareceu acordá-la do "transe" em que estava e perceber o quão errado era estar se beijando daquele jeito com o filho, e depois de desfazer o abraço habilmente, fingiu não ter notado minha excitação.
- Ha, ha, ha. A gente disse um beijo, meu filho, isso já tava virando um amasso, também não precisa exagerar, uma coisa é você beijar sua mãe e outra é pegar ela assim. (Ele disse sem parar de sorrir e percebendo que ela não tinha se limitado a receber o beijo de forma passiva, mas que sua língua tinha se entretido com a minha).
- Pois eu adorei, mãe. Não acho que seja nada de mais a gente se beijar, até me senti mais "ligado" a você do que nunca. Obviamente também não é pra gente se beijar assim na frente dos outros, ha, ha, ha, ha, mas... por mim eu repetiria... E ainda mais aqui que estamos sozinhos e não podemos "assustar" ninguém.
- Ha, ha, ha. Que sem-vergonha você está feito. Anda, vai arrumar seu quarto, que você não tá pensando em nada de bom.
Naquele dia trocamos uma porção de "olhares", onde ela parecia se perguntar o que se passava na minha cabeça, ou o motivo daquele "inesperado" interesse em beijá-la, e eu mal conseguia desviar os olhos dos peitos ou da bunda dela sem que ela percebesse.
Chegada a noite, e na hora do beijo de "boa noite" de sempre até a manhã seguinte, minha mãe, sorrindo de forma safada, e apontando ostensivamente para a bochecha, me ofereceu a mesma para que eu a beijasse, fingindo querer brincar com o que tinha acontecido antes.
- Qual é, mãe, não seja boba, qualquer um diria que a gente fez algo errado, adorei te beijar e ninguém vai ficar sabendo.
- Ha, ha, ha. Não é porque alguém vai saber, é que eu não confio em você, os jovens têm os hormônios "acelerados"... ha, ha, ha.
- Não se preocupa, mãe, é "só" um beijo, se eu sentir que vou "acelerar" eu paro, só quero me sentir mais perto de você...
- Que não, que não, é feio a gente se beijar assim. (Percebi na voz dela uma vontade fraca de evitar isso)
- Qual é, mãe. Um pequenininho... parece mentira que você não queira me beijar...
- Ah, que chato você fica, um rápido e vai dormir que já é tarde.
Abracei minha mãe olhando nos olhos dela, o rosto dela refletia um nervosismo e uma expectativa evidentes. Meus lábios se uniram aos dela e de forma Instantânea: nossas línguas se fundiram num beijo indiscutivelmente obsceno.
Apesar do "combinado", o beijo, longe de ser "rápido", se prolongou o tempo suficiente pra me dar um prazer tão imenso que perdi a noção do tempo e do pudor.
Depois de uns minutos intensos, e sem lembrar de ter planejado, percebi que meus braços tinham descido e que eu estava acariciando a bunda da minha mãe de um jeito mais que evidente, sem que ela parecesse notar ou fizesse algo pra impedir aquelas carícias tão indevidas do próprio filho.
Chegou um momento em que a luxúria e o desejo daquele beijo provocaram uma quantidade tão grande de sons "molhados" e troca de saliva que escorria entre nossos lábios, a ponto de tornar ridículo qualquer tentativa de justificar a "inocência" dele.
- Ufffff... para, filho meu... me deixa respirar... (completamente corada, entendi que ela estava extremamente excitada e queria descansar pra evitar mostrar isso com gemidos)
- Ha, ha, ha. Viu como eu me controlo apesar dos hormônios juvenis?
-
- Que se controla nada, você passou meia hora passando a mão na bunda da sua mãe!, e... além disso... o que é isso? (Apalpou minha ereção evidente com um sorriso safado, tirando a mão na hora).
- Poxa, nem tinha percebido, mãe... A emoção... cê sabe...
- Nem emoção porra nenhuma, acabou, vai pra sua cama agora mesmo.
Excitado, queria com todas as forças continuar beijando e acariciando ela, mas, lembrando dos "conselhos" que tinha dado pro cara com quem trocava mensagens, e com medo de estragar aquela química que tinha surgido entre a gente, enchendo o saco dela antes da hora, resolvi obedecer, não sem antes ver no rosto dela o mesmo desejo e medos que me apertavam.
Nem preciso dizer que, naquela noite, na solidão do meu quarto, acabei me masturbando igual um louco fantasiando sem nenhum pudor. remorso que penetrava minha mãe de todas as maneiras imagináveis.
Nos dias seguintes, para meu maior desespero, transcorreram entre a atitude "fugidia" da minha mãe, que aparentava ter se arrependido daquela experiência, e minhas próprias dúvidas, já que, embora desejasse com todas as forças abraçá-la e dizer o quanto a queria, temia que um excesso de insistência da minha parte acabasse irritando-a e convencendo-a de que o melhor era não repetir aquela experiência.
Apesar disso, por mais que ambos tentássemos disfarçar, continuamos trocando "olhares inadequados" numa relação mãe/filho, com meus olhos "devorando" o corpo dela, e minha mãe "sorrindo" ao perceber isso.
Fiquei sozinho de novo e aproveitei para fuçar no notebook dela em busca de "respostas" para minhas dúvidas.
De fato, minha mãe continuava trocando mensagens com aqueles caras, nas quais, possivelmente excitada por aquelas "brincadeiras" comigo, tinha elevado o teor exibicionista delas, chegando a anexar várias fotos em poses extremamente provocantes.
Mas a principal de todas as mensagens, que li ansiosamente, era dirigida ao cara que queria comer a tia dele.
5 comentários - Os Desejos Secretos da Minha Mãe Parte 1