A noite inteira que durou a balada, minha cabeça só pensava nele. Virava a cabeça e parecia vê-lo em todo lugar. Sentia vontade de contar pras minhas amigas, de pegar o telefone e mandar mensagem, mas não, isso não era possível, nem sabia como ele se chamava.
Tantos churrascos tinham rolado, tantas fotos que eu tinha visto de tal evento e nunca tinha reconhecido ele.
Isso foi a primeira coisa que fiz, entrar no Facebook e rever todas as fotos do meu pai e lá estava ele..
Em todas as fotos de tal evento.
Pensei em adicionar ele, mas não podia, ia ficar muito na cara, pensei em mandar uma mensagem mas não achava a desculpa certa.
Várias semanas fiquei procurando situações pra falar com ele, pra ver ele e nada…
Até que, me veio a ideia.
Faltavam semanas pro aniversário do meu pai…
Nada melhor do que organizar uma surpresa pra ele e quem melhor que um amigo dele pra me ajudar.
Com essa desculpa mandei mensagem no Facebook, foi tudo ótimo, ele se empolgou pra caralho, topou a ideia.
Dias depois a gente tava conversando pelo WhatsApp, embora eu me preocupasse que as conversas começavam e terminavam sempre na organização da surpresa, toda vez que eu tentava sair um pouco disso, ele congelava a conversa, ou me deixava no vácuo ou respondia horas depois.
Finalmente chegou a noite, como a gente tinha planejado, todo mundo cancelou o churrasco dele e quando ele chegou em casa, lá estava todo mundo, inesquecível.
Aproveitei o evento todo pra me aproximar, agradecia ele, puxava assunto mas via que ele tava desconfortável, desviava a situação, de verdade ele tinha levantado do meu lado e ido com o copo pra longe.
O evento passou, tava bem magoada e frustrada mas depois de vários dias de luto decidi mandar mensagem.
Como se nada, peguei o telefone e mandei…
-Marcos: “Cami, não sei bem por que você continua me mandando mensagem, mas a gente pode arrumar uma treta à toa”
Não sabia o que responder pra isso, hesitei bastante mas depois de vários minutos..
-Cami “Nada, gosto de conversar com você, achei que a gente tinha algo” E aí, depois que você me ajudou a montar a parada do pai"
-M: "Como assim 'e aí', Cami? Do que você tá falando, que tipo de 'e aí'?"
-C: "Nada, de boa, curto falar com você, achei que você também curtia comigo"
-M: "Cami, você é filha de um dos meus melhores amigos, trabalho com seu pai há 15 anos, jogo futebol todo fim de semana, você percebe a merda que pode dar?"
-C: "E qual é o problema? Tamo conversando, é tão errado assim?"
-M: "Você tem mil caras pra conversar, por que quer falar comigo? Ou vai me dizer que gosta de mim? Fala sério."
-C: "Bastante..."
-M: "Bastante o quê? Tá me zoando?"
-C: "Gostei de você, desde que a gente trocou olhares naquele churrasco..."
-M: "Não, você é totalmente maluca"
Na sequência, ele me bloqueou.
10 dias depois, passado o churrasco mensal em casa, onde a gente nem se cruzou, eu tava na minha cama vendo uma série e chegou uma mensagem.
-M: "Oi Camila, desculpa a reação do outro dia, sinceramente não sabia o que te dizer, no dia que você começou a falar comigo não pensei que era pra isso, senão não teria embarcado, você é uma mina maravilhosa, me diz que gosta de mim, me frita a cabeça.
Mas entende que você é filha do meu amigo, não posso me jogar de cabeça, e aconteça o que acontecer, gostaria de falar com você pessoalmente, se você não ficou ofendida e tiver afim"
-C: "Não tô ofendida, quando você quiser"
-M: "Quinta à tarde a gente toma um café"
Literalmente me molhei só de pensar, não parei de pensar naquela quinta.
Até que chegou...
A gente se encontrou num café, eu mal conseguia olhar nos olhos dele.
Depois de uma conversa clássica pra quebrar o gelo, ele falou:
M: "A verdade é que não sei o que você pensou de tudo isso, mas entende que, aconteça o que acontecer, se alguém descobrir é uma puta confusão?"
-C: "Sim, já sei, fica tranquilo que não contei pro meu pai que conversei com você..."
-M: "Agora me desculpa por perguntar isso, mas você me quer como namorado? Parece uma besteira, mas..."
Aí eu ri e falei...
-C: "Sim, pra casar e tudo mais convidamos meu velho"
O papo continuou, mais relaxado até que.
M: "Bom, Cami, tenho que ir, vamos fazer uma coisa… vai pra sua casa, pensa nisso… Pensa em tudo que te falei, os riscos, as coisas que não podemos fazer, se você concordar, acredita em mim, a gente vai se divertir tanto, mas tanto mesmo…"
Fui pra minha casa, passei aquele dia… e na sexta… Foi nosso primeiro grande encontro sexual de tantos que estavam por vir.
Tantos churrascos tinham rolado, tantas fotos que eu tinha visto de tal evento e nunca tinha reconhecido ele.
Isso foi a primeira coisa que fiz, entrar no Facebook e rever todas as fotos do meu pai e lá estava ele..
Em todas as fotos de tal evento.
Pensei em adicionar ele, mas não podia, ia ficar muito na cara, pensei em mandar uma mensagem mas não achava a desculpa certa.
Várias semanas fiquei procurando situações pra falar com ele, pra ver ele e nada…
Até que, me veio a ideia.
Faltavam semanas pro aniversário do meu pai…
Nada melhor do que organizar uma surpresa pra ele e quem melhor que um amigo dele pra me ajudar.
Com essa desculpa mandei mensagem no Facebook, foi tudo ótimo, ele se empolgou pra caralho, topou a ideia.
Dias depois a gente tava conversando pelo WhatsApp, embora eu me preocupasse que as conversas começavam e terminavam sempre na organização da surpresa, toda vez que eu tentava sair um pouco disso, ele congelava a conversa, ou me deixava no vácuo ou respondia horas depois.
Finalmente chegou a noite, como a gente tinha planejado, todo mundo cancelou o churrasco dele e quando ele chegou em casa, lá estava todo mundo, inesquecível.
Aproveitei o evento todo pra me aproximar, agradecia ele, puxava assunto mas via que ele tava desconfortável, desviava a situação, de verdade ele tinha levantado do meu lado e ido com o copo pra longe.
O evento passou, tava bem magoada e frustrada mas depois de vários dias de luto decidi mandar mensagem.
Como se nada, peguei o telefone e mandei…
-Marcos: “Cami, não sei bem por que você continua me mandando mensagem, mas a gente pode arrumar uma treta à toa”
Não sabia o que responder pra isso, hesitei bastante mas depois de vários minutos..
-Cami “Nada, gosto de conversar com você, achei que a gente tinha algo” E aí, depois que você me ajudou a montar a parada do pai"
-M: "Como assim 'e aí', Cami? Do que você tá falando, que tipo de 'e aí'?"
-C: "Nada, de boa, curto falar com você, achei que você também curtia comigo"
-M: "Cami, você é filha de um dos meus melhores amigos, trabalho com seu pai há 15 anos, jogo futebol todo fim de semana, você percebe a merda que pode dar?"
-C: "E qual é o problema? Tamo conversando, é tão errado assim?"
-M: "Você tem mil caras pra conversar, por que quer falar comigo? Ou vai me dizer que gosta de mim? Fala sério."
-C: "Bastante..."
-M: "Bastante o quê? Tá me zoando?"
-C: "Gostei de você, desde que a gente trocou olhares naquele churrasco..."
-M: "Não, você é totalmente maluca"
Na sequência, ele me bloqueou.
10 dias depois, passado o churrasco mensal em casa, onde a gente nem se cruzou, eu tava na minha cama vendo uma série e chegou uma mensagem.
-M: "Oi Camila, desculpa a reação do outro dia, sinceramente não sabia o que te dizer, no dia que você começou a falar comigo não pensei que era pra isso, senão não teria embarcado, você é uma mina maravilhosa, me diz que gosta de mim, me frita a cabeça.
Mas entende que você é filha do meu amigo, não posso me jogar de cabeça, e aconteça o que acontecer, gostaria de falar com você pessoalmente, se você não ficou ofendida e tiver afim"
-C: "Não tô ofendida, quando você quiser"
-M: "Quinta à tarde a gente toma um café"
Literalmente me molhei só de pensar, não parei de pensar naquela quinta.
Até que chegou...
A gente se encontrou num café, eu mal conseguia olhar nos olhos dele.
Depois de uma conversa clássica pra quebrar o gelo, ele falou:
M: "A verdade é que não sei o que você pensou de tudo isso, mas entende que, aconteça o que acontecer, se alguém descobrir é uma puta confusão?"
-C: "Sim, já sei, fica tranquilo que não contei pro meu pai que conversei com você..."
-M: "Agora me desculpa por perguntar isso, mas você me quer como namorado? Parece uma besteira, mas..."
Aí eu ri e falei...
-C: "Sim, pra casar e tudo mais convidamos meu velho"
O papo continuou, mais relaxado até que.
M: "Bom, Cami, tenho que ir, vamos fazer uma coisa… vai pra sua casa, pensa nisso… Pensa em tudo que te falei, os riscos, as coisas que não podemos fazer, se você concordar, acredita em mim, a gente vai se divertir tanto, mas tanto mesmo…"
Fui pra minha casa, passei aquele dia… e na sexta… Foi nosso primeiro grande encontro sexual de tantos que estavam por vir.
2 comentários - (Capítulo 1) A aproximação.
Mi mente ya volo por suerte/desgracia quiere mas