Olá, meu nome é Lorena e a história que vou contar é totalmente real.
Antes de conhecer meu atual parceiro, eu só tinha tido um namorado na época do colégio e, por vários motivos, acabei terminando com ele. Entrei na universidade com 21 anos e foi lá que conheci o Luciano. A gente começou a namorar depois de quase dois anos nos conhecendo. No lado sentimental, as coisas sempre foram maravilhosas — ele me trata como uma princesa e é muito carinhoso comigo. No lado sexual, as coisas sempre funcionaram de forma normal, confesso que me sinto satisfeita, mas também não é nada de outro mundo.
Eu tenho 27 anos, sou uma garota alta, por volta de 1,68m. Sou dona, junto com uma amiga, de uma academia em Luján e atualmente treino bastante pra espairecer dos estudos. Eu me encaixo no que a maioria chamaria de uma garota de corpo magro. Meu cabelo é preto, liso e comprido, muito bonito; sou morena clara e, segundo quem me conhece, sou uma garota muito gostosa e que chama atenção de qualquer homem. Meus amigos vivem fazendo piadas e indiretas sobre minha bunda, mas meu maior atributo são meus peitos. A verdade é que sempre foi um incômodo pra mim ter um sutiã tão grande, principalmente por causa dos olhares safados e da dificuldade de achar blusas e tops pra disfarçar. Quando quero me exibir, basta uma boa legging ou uma minissaia — não é exageradamente grande, mas chama atenção. E, por último, minhas pernas são muito longas, um pouco finas, mas bem estéticas, femininas e sensuais. Na maioria dos dias, tento mostrá-las com meias ou minishorts que as valorizem ao máximo.



Um fim de semana com meu namorado em casa, terminamos de ver uma série e de transar com muitos beijos de língua quentes. E uma vez na cama, abraçados, ele me disse que, por motivo de trabalho, tinha que ir pra Santa Fé com o pai.
Depois de passar uns dias na viagem dele, comecei a sentir muita falta, principalmente de manhã e à noite, já que são minhas horas favoritas pra transar.
Quatro e meia da tarde. Como sempre, saio do trabalho e me preparo pra ir pra faculdade. Mas… tô com tesão! Me sinto ansiosa, excitada. Tô com vontade de dar. Quero ser comida. Preciso disso com desespero. E vocês já sabem que quando fico assim, não tem nada que me segure, sou capaz de pegar o primeiro que aparecer na minha frente e foder ele até não sobrar uma gota de porra.
Não pensem que sou sempre assim, mas quando a putaria aperta, me transformo numa loba faminta de sexo, numa predadora sempre à espreita da próxima vítima. Mas isso não é de repente. Já acordei assim. No escritório, até tive que ir umas duas vezes no banheiro pra me tocar. Então decido não ir pra aula. Quero pica e vou conseguir.
Esperando o que puder surgir, sento na mesa de um bar, na calçada, e peço um café, atenta a qualquer um que passe, esperando encontrar entre todos esses transeuntes alguém tão safado quanto eu.
Não tenho sorte, parece que todo mundo tá imerso nas próprias ocupações. Olho a hora. São cinco e quinze, ainda dá tempo de chegar na faculdade, minha vontade vai ter que esperar pra outra ocasião. Então percebo que esqueci minha pasta no trabalho. Pago o café que mal toquei e volto pra empresa. Ainda deve ter alguém, imagino, mesmo que seja só o pessoal da limpeza.
Ao chegar, bato no vidro, ninguém responde, insisto mais uma vez, então vejo alguém se aproximar por um dos corredores. É o Diego, o policial, que faz bico como segurança.
- O que foi, gostosa, ficou Com vontade de continuar trabalhando ou é só saudade que você sentiu de mim e por isso voltou? — me perguntou ao abrir a porta com aquele tom brincalhão tão característico dele.
— Não seja bobo, esqueci uma pasta, posso entrar pra pegá-la? — perguntei, sabendo que depois do expediente eu precisava da autorização dele pra acessar o escritório.
— Claro que pode, cê acha que vou perder essa chance de ter você só pra mim? — continuou zoando, mas será que tava mesmo zoando?
Ele abriu a porta pra eu entrar e depois fechou atrás de nós. Ao passar na frente dele, senti o olhar dele me varrendo de cima a baixo, aquela sensação de ser observada com tanta safadeza me eletrizou.
— Aqui está — exclamei ao chegar, pegando minha pasta oportunamente esquecida.
— Pronto, já pegou o que veio buscar, agora só falta eu — ele disse, me encarando com uns olhos que me despiam.
Pra vocês terem uma ideia, Diego, o policial, é um baita de um grandalhão, um armário praticamente, moreno, cabelo bem curtinho, corpo de segurança de balada, braços cheios de veias de tanto esteroide, muita proteína e academia. Tem três filhos, claro que isso não é impedimento pra ele fazer esse tipo de proposta que vocês mesmos fariam se tivessem na minha frente.
— Então você já vai — respondeu resignado.
— Tenho que ir pra faculdade — lembro, mostrando a pasta.
— Mas talvez hoje eu pudesse faltar — falo, olhando pra ele com malícia.
— Se você ficar, prometo que não vai se arrepender — ele diz, com os olhos brilhando diante daquela oportunidade valiosa que se apresentava.
— Mas você tem que me prometer uma coisa — avisei então — Disso, nem uma palavra pra ninguém.
— Sou um cavalheiro, Lore, nunca falo das gostosas que eu como — ele garante.
Não sabia se confiava ou não nele, mas a tesão era tanta que minha buceta tava fervendo. Deixei minhas coisas, a pasta inclusive, em cima de uma das mesas e me aproximei dele. Tinha que ficar na ponta dos pés pra alcançá-lo e ainda por cima ele tinha que se abaixar, mas ele resolveu a situação direitinho ao enlaçar um braço na minha cintura e me levantar como se eu não pesasse nada. Assim, comigo flutuando no ar, nos beijamos de um jeito bem molhado e intenso, enquanto com a outra mão ele acariciava minha bunda pequena. Quando ele me soltou, eu deslizei pra baixo, caindo de joelhos no chão, de frente pra sua virilha já toda inchada. Levei minhas mãos até aquele pacote dominador e comecei a apalpar por cima da calça, sentindo aquela dureza enlouquecedora que já se preparava pra me satisfazer do jeito que eu mais precisava.
Desabotoei a calça dele, puxei o zíper da braguilha e, enfiando os dedos lá dentro, tirei aquele pedaço quente que, já pra fora, se ergueu tão ameaçador e impactante. O policial tinha uma rola à altura das suas características físicas, enorme! Um pedaço grosso pra caralho, cheio de veias quase azuis explodindo, incrível e suculento, que pulsava com a mesma intensidade que meu clitóris pulsava.
Meu corpo inteiro tremia de excitação, e o único jeito de acalmar era dando uma overdose de rola. Então, segurando com as duas mãos, comecei a chupar com um frenesi intenso, deslizando meus lábios em volta dela. Esse volume brutal que crescia e se umedecia sem controle nenhum. De tanto chupar, entre minha saliva e os próprios fluidos pré-seminais dele, se formava uma espuminha gostosa que eu me dedicava a saborear com o maior prazer, sem soltar em nenhum momento aquela peça excelsa que se cravava uma e outra vez até no fundo da minha garganta. Quando já começou a doer meu queixo de tanto chupar, soltei ele e me levantei, me despindo ali mesmo, entre as mesas de atendimento ao público. Ele começou a fazer o mesmo, mas eu o parei na hora.
- Não... não tira a roupa, quero que você me coma assim, com o uniforme vestido - falei, com a respiração ofegante de tão tesuda que eu tava.
Terminei de me despir e, já pelada, me deitei na mesa que tava mais perto, a da Carolina, uma colega, e abrindo as pernas deixei ele se posicionar entre elas. Antes de tudo, ele chupou bem minha pussy, metendo a língua, chupando, lambendo e sugando meu clitóris de um jeito que inflamava ele até duas ou três vezes o tamanho normal. Desesperada, eu agarrava ele pelos cabelos e puxava ainda mais pra perto de mim, afundando a cara dele na minha pussy, afogando ele com meus fluidos grossos, pedindo pra ele me comer mais e mais, me entregando por completo àquela boca que me destruía sem pena nenhuma. Aí ele se levantou, o rosto encharcado dos meus sucos vaginais, e apoiando a ponta do cock entre meus lábios íntimos, enfiou de uma só vez, com uma estocada brutal. Como eu gritei ao sentir! Quando a gente deseja tanto uma coisa, é saudável expressar isso direito ao conseguir. E eu tinha desejado tanto ter um cock bem enfiado na minha pussy, que ali estava ele, e por isso eu gritava, de gratidão, de satisfação, realizada ao máximo por aquele volume magnânimo cujo pulsar furioso ecoava até nos cantos mais remotos do meu corpo. Ele ficou um tempo ali, encaixado por inteiro, curtindo a maciez aveludada da minha buceta e de a Pouco a pouco ele começou a se mover, cada vez mais fluido, entrando e saindo, deslizando por completo.
- Já vai ver, mamãe, eu sei muito bem como atender umas putinhas que nem você! - ele dizia entre as enfiadas que me dava, transbordando minha buceta com a carne dele, me preenchendo de um jeito delicioso e gostoso pra caralho.
Eu suspirava e me abria toda pra ele, pedia mais, mais e mais, me deixava comer profundamente, curtindo cada pedaço daquela pica tão poderosa. Sem parar de meter, o policial acariciava meus peitos, mas acariciar não é a palavra certa, na verdade ele apertava, beliscava, torcia meus bicos, e eu amava isso, não queria que ele me tratasse com doçura, não esperava delicadeza da parte dele, queria que me comesse brutalmente, que me fodesse sem pena, que me quebrasse, me destruísse, me castigasse.
Acaricio o uniforme dele, passo os dedos pelo distintivo, o símbolo da polícia federal, as estrelas, a plaquinha com o nome dele, tudo me excita pra caralho. Me agarro nos braços dele e ele me levanta, me colando no corpo dele, enlaçando minhas pernas na cintura dele.
- Mais... mais... me dá mais...! - peço, exijo, doente de prazer e tesão, me movendo junto com ele.
E ele me satisfaz, batendo contra meu corpo a cada estocada, até que a gozada vem de repente, mas deliciosa e gostosa. Entre suspiros calmos, me deixo encher até o fundo, curtindo essa dissolução gostosa, procurando os lábios dele pra beijar com o entusiasmo lógico do momento.
Me acomodando entre as pernas dele, começo a lamber as bolas dele, lambendo os restos de porra que impregnam a pele, daí subo devagar, saboreando todo aquele tronco nervudo que aos poucos começa a recuperar o viço perdido. Antes que ele fique duro de vez, enfio na boca e começo a chupar, pra sentir como endurece na minha boca, provando ao mesmo tempo o gosto dele e o meu, misturados num só. sozinha. Não precisei me esforçar muito pra deixar ele duro de novo, porque logo subiu daquele jeito que tanto me excitava, destilando vigor e virilidade por cada veia.
Mesmo sendo grosso, ele entra inteiro em mim, me preenchendo com aquele volume imponente que parece ter sido feito pro meu prazer exclusivo. Sinto minha buceta se rasgar quando ele começa a se mover, fluindo violentamente pelo meu corpo, parece que a qualquer momento vai sair do outro lado, que vai me estourar com essas investidas, e eu adoro isso, sentir que estou à beira do estrago. De novo a gozada vem no melhor momento, intensa, explosiva, caudalosa, inundando minhas cavidades mais íntimas com sua efusividade. É gostoso se sentir cheia dos dois lados, transbordando de porra, tenho os buracos lotados, nada pode ser mais gratificante.
— Que pedaço de puta que você é, morenaaa! — ele falou, ainda com o pau dentro de mim.
— Você é uma puta tremenda! — ele disse.
Descansamos um pouco e começamos de novo. Dessa vez foi no chão, experimentando as posições mais variadas. Primeiro ele por cima, bem macho e dominante, me esmagando com aquele corpo enorme e braços cheios de veias de academia. Depois eu por cima, cavalgando ele com um frenesi louco, também de lado, de quatro, as gozadas vinham uma atrás da outra, cada uma diferente da anterior, todas intensas e explosivas, sufocantes, impactantes, arrasadoras…
Já eram quase nove da noite quando saí da companhia. Tinha passado mais de três horas fodendo com o Diego, o policial. E garanto que cada minuto valeu a pena.
Na manhã seguinte, acordei e tirei duas fotos de tão feliz e satisfeita que estava.
E posso garantir que já não sinto falta do meu namorado, e tomara que ele não volte tão cedo, porque a história com o policial tá só começando...





Antes de conhecer meu atual parceiro, eu só tinha tido um namorado na época do colégio e, por vários motivos, acabei terminando com ele. Entrei na universidade com 21 anos e foi lá que conheci o Luciano. A gente começou a namorar depois de quase dois anos nos conhecendo. No lado sentimental, as coisas sempre foram maravilhosas — ele me trata como uma princesa e é muito carinhoso comigo. No lado sexual, as coisas sempre funcionaram de forma normal, confesso que me sinto satisfeita, mas também não é nada de outro mundo.
Eu tenho 27 anos, sou uma garota alta, por volta de 1,68m. Sou dona, junto com uma amiga, de uma academia em Luján e atualmente treino bastante pra espairecer dos estudos. Eu me encaixo no que a maioria chamaria de uma garota de corpo magro. Meu cabelo é preto, liso e comprido, muito bonito; sou morena clara e, segundo quem me conhece, sou uma garota muito gostosa e que chama atenção de qualquer homem. Meus amigos vivem fazendo piadas e indiretas sobre minha bunda, mas meu maior atributo são meus peitos. A verdade é que sempre foi um incômodo pra mim ter um sutiã tão grande, principalmente por causa dos olhares safados e da dificuldade de achar blusas e tops pra disfarçar. Quando quero me exibir, basta uma boa legging ou uma minissaia — não é exageradamente grande, mas chama atenção. E, por último, minhas pernas são muito longas, um pouco finas, mas bem estéticas, femininas e sensuais. Na maioria dos dias, tento mostrá-las com meias ou minishorts que as valorizem ao máximo.




Um fim de semana com meu namorado em casa, terminamos de ver uma série e de transar com muitos beijos de língua quentes. E uma vez na cama, abraçados, ele me disse que, por motivo de trabalho, tinha que ir pra Santa Fé com o pai.Depois de passar uns dias na viagem dele, comecei a sentir muita falta, principalmente de manhã e à noite, já que são minhas horas favoritas pra transar.
Quatro e meia da tarde. Como sempre, saio do trabalho e me preparo pra ir pra faculdade. Mas… tô com tesão! Me sinto ansiosa, excitada. Tô com vontade de dar. Quero ser comida. Preciso disso com desespero. E vocês já sabem que quando fico assim, não tem nada que me segure, sou capaz de pegar o primeiro que aparecer na minha frente e foder ele até não sobrar uma gota de porra.
Não pensem que sou sempre assim, mas quando a putaria aperta, me transformo numa loba faminta de sexo, numa predadora sempre à espreita da próxima vítima. Mas isso não é de repente. Já acordei assim. No escritório, até tive que ir umas duas vezes no banheiro pra me tocar. Então decido não ir pra aula. Quero pica e vou conseguir.
Esperando o que puder surgir, sento na mesa de um bar, na calçada, e peço um café, atenta a qualquer um que passe, esperando encontrar entre todos esses transeuntes alguém tão safado quanto eu.
Não tenho sorte, parece que todo mundo tá imerso nas próprias ocupações. Olho a hora. São cinco e quinze, ainda dá tempo de chegar na faculdade, minha vontade vai ter que esperar pra outra ocasião. Então percebo que esqueci minha pasta no trabalho. Pago o café que mal toquei e volto pra empresa. Ainda deve ter alguém, imagino, mesmo que seja só o pessoal da limpeza.
Ao chegar, bato no vidro, ninguém responde, insisto mais uma vez, então vejo alguém se aproximar por um dos corredores. É o Diego, o policial, que faz bico como segurança.
- O que foi, gostosa, ficou Com vontade de continuar trabalhando ou é só saudade que você sentiu de mim e por isso voltou? — me perguntou ao abrir a porta com aquele tom brincalhão tão característico dele.
— Não seja bobo, esqueci uma pasta, posso entrar pra pegá-la? — perguntei, sabendo que depois do expediente eu precisava da autorização dele pra acessar o escritório.
— Claro que pode, cê acha que vou perder essa chance de ter você só pra mim? — continuou zoando, mas será que tava mesmo zoando?
Ele abriu a porta pra eu entrar e depois fechou atrás de nós. Ao passar na frente dele, senti o olhar dele me varrendo de cima a baixo, aquela sensação de ser observada com tanta safadeza me eletrizou.
— Aqui está — exclamei ao chegar, pegando minha pasta oportunamente esquecida.
— Pronto, já pegou o que veio buscar, agora só falta eu — ele disse, me encarando com uns olhos que me despiam.
Pra vocês terem uma ideia, Diego, o policial, é um baita de um grandalhão, um armário praticamente, moreno, cabelo bem curtinho, corpo de segurança de balada, braços cheios de veias de tanto esteroide, muita proteína e academia. Tem três filhos, claro que isso não é impedimento pra ele fazer esse tipo de proposta que vocês mesmos fariam se tivessem na minha frente.
— Então você já vai — respondeu resignado. — Tenho que ir pra faculdade — lembro, mostrando a pasta.
— Mas talvez hoje eu pudesse faltar — falo, olhando pra ele com malícia.
— Se você ficar, prometo que não vai se arrepender — ele diz, com os olhos brilhando diante daquela oportunidade valiosa que se apresentava.
— Mas você tem que me prometer uma coisa — avisei então — Disso, nem uma palavra pra ninguém.
— Sou um cavalheiro, Lore, nunca falo das gostosas que eu como — ele garante.
Não sabia se confiava ou não nele, mas a tesão era tanta que minha buceta tava fervendo. Deixei minhas coisas, a pasta inclusive, em cima de uma das mesas e me aproximei dele. Tinha que ficar na ponta dos pés pra alcançá-lo e ainda por cima ele tinha que se abaixar, mas ele resolveu a situação direitinho ao enlaçar um braço na minha cintura e me levantar como se eu não pesasse nada. Assim, comigo flutuando no ar, nos beijamos de um jeito bem molhado e intenso, enquanto com a outra mão ele acariciava minha bunda pequena. Quando ele me soltou, eu deslizei pra baixo, caindo de joelhos no chão, de frente pra sua virilha já toda inchada. Levei minhas mãos até aquele pacote dominador e comecei a apalpar por cima da calça, sentindo aquela dureza enlouquecedora que já se preparava pra me satisfazer do jeito que eu mais precisava.
Desabotoei a calça dele, puxei o zíper da braguilha e, enfiando os dedos lá dentro, tirei aquele pedaço quente que, já pra fora, se ergueu tão ameaçador e impactante. O policial tinha uma rola à altura das suas características físicas, enorme! Um pedaço grosso pra caralho, cheio de veias quase azuis explodindo, incrível e suculento, que pulsava com a mesma intensidade que meu clitóris pulsava.
Meu corpo inteiro tremia de excitação, e o único jeito de acalmar era dando uma overdose de rola. Então, segurando com as duas mãos, comecei a chupar com um frenesi intenso, deslizando meus lábios em volta dela. Esse volume brutal que crescia e se umedecia sem controle nenhum. De tanto chupar, entre minha saliva e os próprios fluidos pré-seminais dele, se formava uma espuminha gostosa que eu me dedicava a saborear com o maior prazer, sem soltar em nenhum momento aquela peça excelsa que se cravava uma e outra vez até no fundo da minha garganta. Quando já começou a doer meu queixo de tanto chupar, soltei ele e me levantei, me despindo ali mesmo, entre as mesas de atendimento ao público. Ele começou a fazer o mesmo, mas eu o parei na hora.
- Não... não tira a roupa, quero que você me coma assim, com o uniforme vestido - falei, com a respiração ofegante de tão tesuda que eu tava.
Terminei de me despir e, já pelada, me deitei na mesa que tava mais perto, a da Carolina, uma colega, e abrindo as pernas deixei ele se posicionar entre elas. Antes de tudo, ele chupou bem minha pussy, metendo a língua, chupando, lambendo e sugando meu clitóris de um jeito que inflamava ele até duas ou três vezes o tamanho normal. Desesperada, eu agarrava ele pelos cabelos e puxava ainda mais pra perto de mim, afundando a cara dele na minha pussy, afogando ele com meus fluidos grossos, pedindo pra ele me comer mais e mais, me entregando por completo àquela boca que me destruía sem pena nenhuma. Aí ele se levantou, o rosto encharcado dos meus sucos vaginais, e apoiando a ponta do cock entre meus lábios íntimos, enfiou de uma só vez, com uma estocada brutal. Como eu gritei ao sentir! Quando a gente deseja tanto uma coisa, é saudável expressar isso direito ao conseguir. E eu tinha desejado tanto ter um cock bem enfiado na minha pussy, que ali estava ele, e por isso eu gritava, de gratidão, de satisfação, realizada ao máximo por aquele volume magnânimo cujo pulsar furioso ecoava até nos cantos mais remotos do meu corpo. Ele ficou um tempo ali, encaixado por inteiro, curtindo a maciez aveludada da minha buceta e de a Pouco a pouco ele começou a se mover, cada vez mais fluido, entrando e saindo, deslizando por completo.
- Já vai ver, mamãe, eu sei muito bem como atender umas putinhas que nem você! - ele dizia entre as enfiadas que me dava, transbordando minha buceta com a carne dele, me preenchendo de um jeito delicioso e gostoso pra caralho.
Eu suspirava e me abria toda pra ele, pedia mais, mais e mais, me deixava comer profundamente, curtindo cada pedaço daquela pica tão poderosa. Sem parar de meter, o policial acariciava meus peitos, mas acariciar não é a palavra certa, na verdade ele apertava, beliscava, torcia meus bicos, e eu amava isso, não queria que ele me tratasse com doçura, não esperava delicadeza da parte dele, queria que me comesse brutalmente, que me fodesse sem pena, que me quebrasse, me destruísse, me castigasse.
Acaricio o uniforme dele, passo os dedos pelo distintivo, o símbolo da polícia federal, as estrelas, a plaquinha com o nome dele, tudo me excita pra caralho. Me agarro nos braços dele e ele me levanta, me colando no corpo dele, enlaçando minhas pernas na cintura dele.
- Mais... mais... me dá mais...! - peço, exijo, doente de prazer e tesão, me movendo junto com ele.
E ele me satisfaz, batendo contra meu corpo a cada estocada, até que a gozada vem de repente, mas deliciosa e gostosa. Entre suspiros calmos, me deixo encher até o fundo, curtindo essa dissolução gostosa, procurando os lábios dele pra beijar com o entusiasmo lógico do momento.
Me acomodando entre as pernas dele, começo a lamber as bolas dele, lambendo os restos de porra que impregnam a pele, daí subo devagar, saboreando todo aquele tronco nervudo que aos poucos começa a recuperar o viço perdido. Antes que ele fique duro de vez, enfio na boca e começo a chupar, pra sentir como endurece na minha boca, provando ao mesmo tempo o gosto dele e o meu, misturados num só. sozinha. Não precisei me esforçar muito pra deixar ele duro de novo, porque logo subiu daquele jeito que tanto me excitava, destilando vigor e virilidade por cada veia.
Mesmo sendo grosso, ele entra inteiro em mim, me preenchendo com aquele volume imponente que parece ter sido feito pro meu prazer exclusivo. Sinto minha buceta se rasgar quando ele começa a se mover, fluindo violentamente pelo meu corpo, parece que a qualquer momento vai sair do outro lado, que vai me estourar com essas investidas, e eu adoro isso, sentir que estou à beira do estrago. De novo a gozada vem no melhor momento, intensa, explosiva, caudalosa, inundando minhas cavidades mais íntimas com sua efusividade. É gostoso se sentir cheia dos dois lados, transbordando de porra, tenho os buracos lotados, nada pode ser mais gratificante.
— Que pedaço de puta que você é, morenaaa! — ele falou, ainda com o pau dentro de mim.
— Você é uma puta tremenda! — ele disse.
Descansamos um pouco e começamos de novo. Dessa vez foi no chão, experimentando as posições mais variadas. Primeiro ele por cima, bem macho e dominante, me esmagando com aquele corpo enorme e braços cheios de veias de academia. Depois eu por cima, cavalgando ele com um frenesi louco, também de lado, de quatro, as gozadas vinham uma atrás da outra, cada uma diferente da anterior, todas intensas e explosivas, sufocantes, impactantes, arrasadoras…
Já eram quase nove da noite quando saí da companhia. Tinha passado mais de três horas fodendo com o Diego, o policial. E garanto que cada minuto valeu a pena.
Na manhã seguinte, acordei e tirei duas fotos de tão feliz e satisfeita que estava.

E posso garantir que já não sinto falta do meu namorado, e tomara que ele não volte tão cedo, porque a história com o policial tá só começando...




17 comentários - Traí meu namorado e adorei
en otro post. pone fotos cogiendo con el poli
te dejo + 10