Como primeiro diálogo e introdução, vou me apresentar: meu nome é Diego, tenho 39 anos, moro na província de Buenos Aires, Argentina, estou em um relacionamento atualmente, e vim contar um pouco do que está rolando comigo ultimamente, um pouco da minha vida, e espero não entediar ninguém. Não tô atrás de pontos, mas sim de comentários sobre o que tô passando. Conheci o site há um tempo, pra ser sincero, não muito tempo, por causa de comentários de um amigo, até que um dia entrei, dei uma olhada, e me chamou muito a atenção, acima de tudo, as coisas que o pessoal relata sobre suas vidas. Alguns casos são claramente fictícios, mas outros me pareceram reais, pelo menos pra mim, e a verdade é que me prendeu o lance de ler, tanto que ultimamente tenho buscado alguns momentos de solidão no relacionamento pra parar e ler relatos e me excitar, principalmente por ler coisas que pensei que só aconteciam comigo. Por isso, resolvi me logar e contar a minha história. Bem como se fosse um fórum de amigos.
Vou voltar minha história uns anos atrás pra entrar melhor na sequência da minha vida. Sou comerciante, tenho um negócio que não vou dizer o ramo por questões pessoais. Um comércio com vários funcionários numa área central da cidade onde moro. Dos 25 aos 30 anos, estive em um relacionamento com a mãe do meu primeiro filho. Aos 30, de comum acordo, decidimos nos separar por questões que não vêm ao caso, eram muitas e se acumulavam. Daí fiquei morando sozinho na minha casa, que comprei com muito sacrifício. Desde então, o primeiro ano foi bem pesado, principalmente pra me acostumar com a solidão, que eu não curtia muito, e a distância do meu filho me afetava. De vê-lo todo dia, passei a vê-lo só nos fins de semana, e isso realmente me custou. Tentei me acostumar com minha nova vida naquele primeiro ano. Nunca fui um cara mulherengo, não consumo putas, então, como estava mal de ânimo naquela época, a última coisa que procurei foi ter relações com outra mulher. Passei aquele ano inteiro trabalhando. como um burro. O negócio prosperou, até chegar hoje a ter uns 20 funcionários. Também me refugiei nos amigos, uns poucos que tenho, então minhas saídas eram churrascos de família e de amigos com suas famílias, jogar paddle nas sextas à noite, uma pescaria ou outra, tudo bem tranquilo e normal, como qualquer pessoa.
Aos meus 32, uma garota começa a trabalhar no meu negócio, que hoje é minha mulher. Eu já separado, fiz a entrevista pessoalmente, na época ela tinha 18 anos (uma novinha), e eu 32. Mantivemos uma relação de chefe e funcionária por três anos. Juro que nunca tinha reparado nela com pensamentos sexuais, era só mais uma funcionária, sinceramente a via como uma garota muito novinha pra mim, tenho uma irmã da mesma idade dela, e juro que achava distante uma situação com ela por causa da idade principalmente, aliás, nem pensei em nada com ela porque sou do tipo que achava que não devia misturar trabalho com putaria, porque isso daria merda, não era a única funcionária mulher que eu tinha, e sempre pensei que não devia misturar essa relação e tratava todas do mesmo jeito. A questão é que essa garota, que hoje é minha mulher, se chama Florencia e atualmente tem 25 anos, e nos casamos há um ano. Pra contar um pouco mais de como acabei com ela e tentando resumir pra não encher o saco, naquela época ela namorava, era inevitável saber porque o namoradinho dela a acompanhava quando ela entrava pra trabalhar e vinha buscá-la toda noite quando fechávamos, dela por três anos só soube disso e nada mais. Não era uma garota de se vestir provocativamente nem chamar atenção por alguma atitude anormal, era uma garota e funcionária normal, além de que no comércio eles usam uma espécie de avental que não permite ver ou insinuar muito. Todo fim de ano os funcionários do negócio costumavam sair pra fazer a despedida de ano em algum lugar à noite, eu nunca ia quando estava em um relacionamento, mas Quando me separei, fiz isso todos os anos. Já a Florença nunca ia nessas reuniões, até três anos depois. Eu com 35 anos e ela com 21. Lembro dessa despedida não só porque foi a primeira vez que ela apareceu, mas pela mudança e impacto visual. De vê-la com roupa de trabalho, ela chegou num restaurante onde tínhamos mesas reservadas, vestida pra sair. E olha, não fui o único que ficou de queixo caído. Os colegas dela, entre brincadeiras, encheram ela de cantadas, até as mulheres ficaram surpresas. Nunca esqueço: só uma calça jeans justa, uns saltos e uma regata foram suficientes pra mostrar que a Florença tinha um rabo do caralho. Sério, todo mundo ficou impressionado, principalmente porque ela sempre se vestia como uma freira. Cintura fina, magra, pernas com coxas grossas e uma bunda não daquelas de modelo, mas sim grandona, bem carnuda, que presa naquele jeans só fez com que todos os homens daquela janta não só olhássemos o rabo da mina, mas também soltássemos comentários quando ela levantava pra ir ao banheiro. O clássico "que bunda que a gata tem" ou "olha o rabo que essa mina escondeu" foi algo que eu ouvi. Cabelo castanho claro, meio ondulado e comprido, pele branca. Ela se maquiou tão delicadamente naquela noite que parecia outra garota, sinceramente, tipo quando transformaram a "Betty, a Feia". Tava divina, e muito bonita de rosto, pelo menos pra mim. Aqui eu admito que foi a primeira vez que olhei pra ela com outros olhos, principalmente quando a noite se esticou e os copos começaram a fazer efeito. Não vou encher o saco de vocês, mas naquela noite fomos dançar depois da janta, e acabei levando ela no meu carro até a casa dela, onde, antes de descer, por questões da vida e dos planetas, acabamos nos beijando. Só beijando e nada mais.
Foi durante meus 35 e os 21 dela, por quase um ano, que fomos devagar. Os primeiros meses de reconhecimento, até que um dia ela me convida pra casa dela. Ela alugava um departamento e morava sozinha, e depois do jantar a gente acabou se rolando na cama. Foi a primeira transa, mas meio tímida, cobertos pelos lençóis. Nesse primeiro ano, não assumimos o relacionamento pra absolutamente ninguém, só nos víamos nos fins de semana na minha casa ou na dela pra trepar, durante a semana nada. A diferença de idade me incomodava um pouco, principalmente por causa dela; sempre senti que em algum momento ela agiria como uma garota da idade dela, com besteiras ou criancices, e eu tinha um pouco de medo disso, da conta que mais cedo ou mais tarde eu ia pagar por estar com uma novinha. Vinha de uma separação e não queria encheção de saco feminina. Outra coisa que passava pela minha cabeça era a apresentação da minha nova parceira pra sociedade, o medo do que falam primeiro: "Você tem 40 anos e tá com uma garota?". As mulheres dos meus amigos estão na casa dos 40, algumas passam disso, e eu ia chegar com uma menina de 21 anos. Resumindo, eu tinha um pouco de medo da crítica e do que iam dizer. A questão é que não assumimos nada nesse primeiro ano, mas todos esses pensamentos e preconceitos que eu tinha sobre a idade dela desapareciam quando eu estava com ela por dois motivos: primeiro, porque até hoje Florencia nunca teve nenhum comportamento, atitude ou coisa parecida com uma criancice; ela é uma garota madura pra idade que tem, segura de si e do que faz (amo mulheres assim, seguras, com personalidade, jovens e maduras ao mesmo tempo). E segundo, porque desde que a vi nua, soube que queria ficar ali por um tempo, pelo menos. Ela tinha o que sempre gostei, principalmente sexualmente falando. Flor é dona de uma bunda viciante e hipnótica, uma perfeição da humanidade e da genética, redonda e grande, sem marquinha ou celulite, branquinha, bem empinada. Ela tinha e tem umas pernas e um rabo infernais, porque, embora na época nunca tenha tirado as medidas dela, hoje a fita métrica marca 105 centímetros de rabo, nada de bundinha pequena, é bucetão grande, e dois peitos lindos. Seios redondos e naturais. Ela não é alta nem baixa, deve ter um metro e setenta, porque eu tenho um metro e oitenta e ela é um pouco mais baixa que eu.
Aos meus 36 e aos 22 dela, decidimos não nos esconder mais. Primeiro, abrimos o jogo entre amigos e famílias, depois no trabalho. Já éramos um casal, ela veio morar comigo, passou de minha funcionária a trabalhar comigo em um cargo mais alto e só meio período, porque depois começou a estudar na faculdade. Ela continuou me surpreendendo no dia a dia, apesar da idade dela, trabalhando e estudando, ainda sobrava tempo para ser uma excelente dona de casa, cozinha bem, faz as compras e cuidou de organizar minha casa, que é grande e estava bem bagunçada. Desde que a Flor pisou naquela casa, ela modernizou tudo, enfeites, pintura, perfumes, até arrumou o jardim e plantou flores. Fanática por organização, minhas roupas começaram a ficar no armário sempre arrumadas e passadas, algo desconhecido para mim, principalmente por causa da minha ex, que era uma péssima dona de casa, uma das coisas que detonou o relacionamento, junto com o fato de que ela não trabalhava e ficava o dia inteiro à toa. Minha família a recebeu bem, a dela também me recebeu bem, as únicas que percebi que não a deixavam tão à vontade eram as mulheres dos meus amigos, repito, todas com filhos, algumas chegando e passando dos 40 anos, e para piorar, nenhuma era gostosa ou algo do tipo, pelo menos para mim. Mais tarde, fiquei sabendo que até tinham ciúmes dela, por causa de dois ou três amigos meus que não tiravam os olhos da bunda da Flor em algum churrasco, as esposas pegavam e quem se ferrava era a Flor, vinha o comentário de que não precisava usar roupas tão justas e blá blá blá. Já com o grupo fechado dos meus 7 ou 8 amigos, a Flor se dava muito bem, os caras são legais todos, sempre puxavam conversa e tratavam ela bem nas reuniões, porque era normal vê-la mais entre os homens do que com as mulheres.
Para coroar tudo que estou contando e acabar de eliminar qualquer preconceito em relação à idade, já morando juntos em casa, o sexo virou minha obsessão, coisa que não rolava com minha ex, apesar de ela ser e continuar sendo uma mulher muito gostosa, onde o sexo, embora não fosse ruim, era sempre o mesmo e tradicional. A Florença foi se soltando sozinha aos poucos, sem eu falar nada sobre isso ou pedir algo em relação ao sexo, e de um sexo romântico, depois de um ano e meio passamos para um sexo cheio de tesão, transar em qualquer lugar da casa a qualquer hora, chupar minha pica até eu gozar (no começo na mão dela, a primeira vez que gozei na boca dela ela ficou com nojo, hoje em dia ela chupa e engole), ela aparecer em casa e, sem dizer nada, meter a mão dentro da minha calça para me masturbar, deixar minha pica dura e acabar transando, me surpreender com cada lingerie para pirar minha cabeça, fio dental, meias até o joelho, cinta-liga, sexo oral, vaginal, e com o tempo anal, do qual ela era virgem, coisa que custou no começo, mas depois virou algo prazeroso. Aí pude perceber que tava apaixonado por ela, pelo menos no sexual, e ela por mim. A gente se firmou como casal em todos os aspectos. Uma noite nossa, depois de transar, não sei como começamos a falar dos nossos ex, e das coisas que não gostávamos em cada um. Eu contei as minhas, e ela confessou que se separou do ex-namorado principalmente por causa do ciúme dele, era uma pessoa obcecada com ciúmes, sufocava ela, acompanhava pra todo lado, não deixava ela sair com amigas ou usar roupa justa, e o que mais me surpreendeu foi contar que uma noite ela quis chupar a pica do namorado e ele perguntou onde ela tinha aprendido aquilo e que com certeza ela era uma puta chupa-pica, ficando bravo com ela. Por mais que não acreditem, era por isso que ela não vinha naquela época nas despedidas de ano, e se vestia do jeito mais largado possível, pra ele não ficar bravo, ela chegou a ter medo dele. Também confessou que uma vez que terminou com ele, ele a seguiu. atormentada por um tempo com mensagens que chegavam a ser até ameaçadoras. Coisa totalmente contrária em mim, que gosto de ser cavalheiro com as mulheres, sou tranquilo e ciúme doentio é algo que pra mim não existe, nunca senti nada nem parecido. Ela me agradeceu pela minha confiança e tranquilidade quanto a isso, começou a se vestir como a maioria das mulheres argentinas gosta e a meu pedido, mostrando curvas, sugerindo, provocando ao andar mas sem maldade e sem deixar de ser elegante. Começou a ser ela mesma. Sendo jovem, era uma garota trabalhadora, que ia pra faculdade, mocinha de bem, dona de casa, e na cama um motorzinho. Eu passei de ser uma pessoa normal em relação ao sexo, a ter vontade de comer ela todo dia, e adorava essa mudança de transar em qualquer lugar, na sala com a janela aberta que dá pra rua mas com cortinas, no banheiro, na cozinha, no quintal à luz do sol, no negócio, em todo canto, eu provocava um pouco e ela já embarcava na hora sem reclamar.
A noite que começou a mudar um pouco nossas vidas, foi um sábado à noite que saímos pra jantar. Eu tinha combinado com minha ex que naquele fim de semana não levaria nosso filho pra casa. Com a Flor jantamos, e de papo em papo ela me diz que nunca tinha ido a um motel, e tinha a fantasia de conhecer um. Obviamente que primeiro me surpreendi, mas rapidamente combinamos de terminar a noite num bom motel. Já quando estávamos no lugar, a primeira coisa que acontece é que tinha que esperar por um quarto, e depois de deixar o carro no estacionamento, um funcionário do lugar nos acompanha a uma sala de espera, foi engraçado e até excitante estar sentados com vários casais que estavam prestes a transar e esperavam sua vez pra fazer isso, a maioria super desinibida se beijava, se apalpava e esquentava os motores ali na vista de todo mundo e isso nos excitava também. Nós abraçados esperamos a vez, e também trocamos alguns beijos e nos Acariciamos, até que chegou. Um quarto bem luxuoso, vários espelhos, hidro, e tudo que um hotel costuma ter. Eu já conhecia, mas ela investigava tudo. Nós nos jogamos na cama e no centro tinha um catálogo de produtos de sex shop. Divertidos, excitados e meio altos, começamos a olhar o que tinha à venda. A questão é que pedimos algo pra beber e depois de rirmos bastante, cada um tinha que escolher um produto que eu ia pedir pelo telefone. O jogo nos agradou, proposto por mim. Primeiro eu escolhi uma legging de couro com um buraco na bunda, e ela escolheu um pênis realista de 18 cm, igual ao tamanho do meu pau. Ela escolheu meio com medo da minha reação, lembro disso até hoje, mas se acalmou quando viu que eu não falei absolutamente nada. Na verdade, eu tinha gostado da escolha dela. Aquela noite foi uma carnificina sexual. Comi ela três vezes durante a noite inteira pelo quarto todo: uma vez na pussy e duas vezes no cu com aquela legging vestida. Fiz o cu dela na cama, num banquinho, em pé contra um espelho, sempre de costas porque me enlouquece ver aquela bunda enorme engolir meu pau. Mas o mais legal dessa história foi antes de comer o cu dela: eu tinha dilatado devagar e suave com o pênis de borracha que ela tinha escolhido.
Como eu disse antes, nossa soltura sexual começou quando eu tinha 36 e ela 22, mais ou menos. Daí até hoje nunca paramos nesse jeito de ser. Não somos de consumir tanta pornografia ou entrar juntos em sites como este, pelo menos não sei se ela conhece e/ou entra. Quando tirávamos férias, era outra desgraceira. Já transamos na estrada encostados no carro ouvindo as buzinas de alguns ao passar, em lugares desertos, nas sacadas, em praias vazias, no banheiro de um posto de gasolina na estrada à noite. Sinceramente, nos alimenta muito o tesão fazer isso, de transar com o perigo ou a sensação de que estão nos vendo. Quando eu tinha 38 e ela 24, pedi ela em casamento, ela aceitou e nos casamos. Lua de mel no Brasil. que também foi testemunha de nos ver transando em qualquer lugar fora do nosso hotel, é como se a gente estivesse sempre de olho em achar um lugar meio deserto pra dar uma rapidinha, isso a gente ama. Uma dessas noites de lua de mel, voltando de uma balada, já no hotel, a gente tava com um canal pornô ligado, a Playboy tava passando uma série tipo reality onde casais iam pra uma espécie de casa de campo e realizavam fantasias sexuais, mas pesadas, porque chegavam até troca de casal ou sexo grupal, a gente acabou falando sobre isso enquanto se apalpava antes de transar, e a gente se perguntou sobre nossas fantasias, tentando ser o mais sincero possível. Ela com medo de falar primeiro, então eu comecei dizendo que, embora não tivesse uma fantasia definida, eu me inclinava pra algum tipo de festa sexual ou grupal, algo fora do normal, e falei rápido porque não tinha uma bem definida como eu disse. Quando chegou a vez dela, ela me conta duas e ri: uma era que sempre teve fantasias sexuais com o "Vin Diesel", e a outra era transar enquanto outro casal também estivesse no mesmo quarto, ou seja, ela fantasiava em ver os outros transando e ser vista transando, obviamente que depois de tudo isso a gente acabou transando maratonicamente, e a do Vin Diesel e as outras fantasias apareceram em cada momento posterior na nossa vida sexual, a ponto do brinquedo dela, que ela guarda, se chamar Toretto.
Depois que casamos, a única coisa que apareceu no nosso quarto foram algumas fantasias, algumas fotos que ela deixa eu tirar e o Toretto de forma ativa, porque uma dessas noites eu pedi pra ela se masturbar pra mim, e ela começou com uma dança sensual, até ficar nua, me olhando e lambendo o brinquedo dela, e foi tão quente aquela noite que ela colocou o pênis de borracha na cadeira e começou a sentar nele de costas pra mim, enfiando na pussy, aquela noite mágica me deixou tão excitado vendo ela foder o brinquedo dela, acho que nunca tinha ficado tão tesudo daquele jeito, que por trás eu pedi pra meter no cu dela e ela quis tirar o pênis de borracha, mas eu pedi pra deixar enfiado, foi difícil mas no fim a gente fez uma dupla penetração com o amigo de borracha, lembro bem desse dia porque da cintura que ela tinha, eu arrebentei muito o cu dela com fios de sangue na cock, que sua esposa seja muito mais nova com um par de bundão e um brinquedo enfiado na pussy era pra descontrolar qualquer um. Com a Florencia a gente descobriu um prazer sexual que vai além do romântico, bem de inovar sempre, coisa que nem de longe eu fazia com minha ex, e olha que ela é uma mulher muito gostosa mas sem graça na cama. Com a Florencia eu percebi que também gostava da mudança constante.
No último verão a gente organizou um churrasco com amigos em casa, acho que foi em janeiro, mais de 7 ou 8 casais, caras pra todo lado. De manhã naquele dia no café da manhã aparece a Flor e me fala
Flor: Tá de boa eu usar esse vestido? Vai ver se as mulheres dos teus amigos reclamam
Eu: Não, por quê..? Você tá na sua casa, além disso é solto
Flor: Sim, mas é meio transparente, é mais pra ir pra praia
Eu: Também não é tanto assim.
Flor: Baa, já foi, vou vestir, gosto porque é fresquinho. Além disso não tô fazendo nada de errado, né? Quem não gostar que vá embora, pelo problema que eu me faço.
Eu: Veste o que você quiser, meu amor.
Florencia me perguntou isso porque a gente já sabia que não engoliam ela, que tinham uma espécie de ciúmes pela simples razão de que alguns dos meus amigos ficavam de olho nela de vez em quando, meus amigos tudo meio tarados, as mulheres deles não muito bonitas fisicamente, e a única que era mina e ainda por cima tinha uma bunda boa era a Flor, óbvio que iam olhar. Mas o pior daquela tarde é que o churrasco a gente fez no quintal, e o tecido fino e leve daquele vestido, embora fosse colorido, quando batia o sol dava pra ver perfeitamente a fio dental enfiada na bunda, e o vestido descansava naquele par de bundão. Não sei se a Flor Fez de propósito pra irritar ainda mais as mulheres dos meus amigos, que obviamente se juntaram todas num canto e ficaram falando mal dela, com certeza criticando, e encarando cada marido. Meus amigos também não são nenhuns Adônis, só um é magro, os outros são mais cheinhos, alguns barrigudos, mas fazer o quê, cada mulher com ciúmes do próprio marido. A questão é que no meio da tarde não sobrou ninguém em casa, foram todos embora cedo, provavelmente por culpa da Flor.
Peço desculpas por essa introdução tão longa, aceito críticas de todo tipo, mas o que quero contar é que uns meses atrás um dos meus amigos se separou da mulher, até hoje separado. Foi num domingo que convidei ele pra almoçar em casa, pela simples razão de que ele estava sozinho e triste com a separação. Meu filho estava com a mãe, então ficamos só eu, meu amigo e a Florencia desde cedo tomando chimarrão, fomos comprar comida, depois comemos um churrasco e ficamos numa longa conversa no quintal, tomando vinho no sol, até que o papo chegou no sexo, que tinha sido uma das causas da separação do meu amigo. Falamos de sexo por um bom tempo, o assunto surgiu assim, sem nada planejado e muito menos imaginando o que aconteceu. Nunca tinha falado disso com meu amigo, nem entre eu e a Flor. Mas a questão, que vou contar no próximo relato, é que eu e meu amigo acabamos comendo minha mulher juntos a tarde inteira de domingo. Quando começou, ainda tinha sol, e quando ele foi embora já era noite, num sexo que teve oral, vaginal e anal dos dois na Florencia. Nós dois comemos ela pela pussy e pelo cu na sala da nossa casa, onde vi uma Florencia nervosa e extra gostosa, e onde minha mulher fez a primeira dupla penetração dela, sendo a coisa mais louca e intensa que já vivi na minha vida, que não consigo tirar da cabeça até hoje, e que devo admitir sem Sabe por quê? Mas que eu gostei, e essa raramente não trouxe problema nem reclamação entre eu e a Flor, porque nós dois sabíamos o que fizemos e cada um do seu jeito curtiu.
Valeu até a próxima.
Diego.
Vou voltar minha história uns anos atrás pra entrar melhor na sequência da minha vida. Sou comerciante, tenho um negócio que não vou dizer o ramo por questões pessoais. Um comércio com vários funcionários numa área central da cidade onde moro. Dos 25 aos 30 anos, estive em um relacionamento com a mãe do meu primeiro filho. Aos 30, de comum acordo, decidimos nos separar por questões que não vêm ao caso, eram muitas e se acumulavam. Daí fiquei morando sozinho na minha casa, que comprei com muito sacrifício. Desde então, o primeiro ano foi bem pesado, principalmente pra me acostumar com a solidão, que eu não curtia muito, e a distância do meu filho me afetava. De vê-lo todo dia, passei a vê-lo só nos fins de semana, e isso realmente me custou. Tentei me acostumar com minha nova vida naquele primeiro ano. Nunca fui um cara mulherengo, não consumo putas, então, como estava mal de ânimo naquela época, a última coisa que procurei foi ter relações com outra mulher. Passei aquele ano inteiro trabalhando. como um burro. O negócio prosperou, até chegar hoje a ter uns 20 funcionários. Também me refugiei nos amigos, uns poucos que tenho, então minhas saídas eram churrascos de família e de amigos com suas famílias, jogar paddle nas sextas à noite, uma pescaria ou outra, tudo bem tranquilo e normal, como qualquer pessoa.
Aos meus 32, uma garota começa a trabalhar no meu negócio, que hoje é minha mulher. Eu já separado, fiz a entrevista pessoalmente, na época ela tinha 18 anos (uma novinha), e eu 32. Mantivemos uma relação de chefe e funcionária por três anos. Juro que nunca tinha reparado nela com pensamentos sexuais, era só mais uma funcionária, sinceramente a via como uma garota muito novinha pra mim, tenho uma irmã da mesma idade dela, e juro que achava distante uma situação com ela por causa da idade principalmente, aliás, nem pensei em nada com ela porque sou do tipo que achava que não devia misturar trabalho com putaria, porque isso daria merda, não era a única funcionária mulher que eu tinha, e sempre pensei que não devia misturar essa relação e tratava todas do mesmo jeito. A questão é que essa garota, que hoje é minha mulher, se chama Florencia e atualmente tem 25 anos, e nos casamos há um ano. Pra contar um pouco mais de como acabei com ela e tentando resumir pra não encher o saco, naquela época ela namorava, era inevitável saber porque o namoradinho dela a acompanhava quando ela entrava pra trabalhar e vinha buscá-la toda noite quando fechávamos, dela por três anos só soube disso e nada mais. Não era uma garota de se vestir provocativamente nem chamar atenção por alguma atitude anormal, era uma garota e funcionária normal, além de que no comércio eles usam uma espécie de avental que não permite ver ou insinuar muito. Todo fim de ano os funcionários do negócio costumavam sair pra fazer a despedida de ano em algum lugar à noite, eu nunca ia quando estava em um relacionamento, mas Quando me separei, fiz isso todos os anos. Já a Florença nunca ia nessas reuniões, até três anos depois. Eu com 35 anos e ela com 21. Lembro dessa despedida não só porque foi a primeira vez que ela apareceu, mas pela mudança e impacto visual. De vê-la com roupa de trabalho, ela chegou num restaurante onde tínhamos mesas reservadas, vestida pra sair. E olha, não fui o único que ficou de queixo caído. Os colegas dela, entre brincadeiras, encheram ela de cantadas, até as mulheres ficaram surpresas. Nunca esqueço: só uma calça jeans justa, uns saltos e uma regata foram suficientes pra mostrar que a Florença tinha um rabo do caralho. Sério, todo mundo ficou impressionado, principalmente porque ela sempre se vestia como uma freira. Cintura fina, magra, pernas com coxas grossas e uma bunda não daquelas de modelo, mas sim grandona, bem carnuda, que presa naquele jeans só fez com que todos os homens daquela janta não só olhássemos o rabo da mina, mas também soltássemos comentários quando ela levantava pra ir ao banheiro. O clássico "que bunda que a gata tem" ou "olha o rabo que essa mina escondeu" foi algo que eu ouvi. Cabelo castanho claro, meio ondulado e comprido, pele branca. Ela se maquiou tão delicadamente naquela noite que parecia outra garota, sinceramente, tipo quando transformaram a "Betty, a Feia". Tava divina, e muito bonita de rosto, pelo menos pra mim. Aqui eu admito que foi a primeira vez que olhei pra ela com outros olhos, principalmente quando a noite se esticou e os copos começaram a fazer efeito. Não vou encher o saco de vocês, mas naquela noite fomos dançar depois da janta, e acabei levando ela no meu carro até a casa dela, onde, antes de descer, por questões da vida e dos planetas, acabamos nos beijando. Só beijando e nada mais.
Foi durante meus 35 e os 21 dela, por quase um ano, que fomos devagar. Os primeiros meses de reconhecimento, até que um dia ela me convida pra casa dela. Ela alugava um departamento e morava sozinha, e depois do jantar a gente acabou se rolando na cama. Foi a primeira transa, mas meio tímida, cobertos pelos lençóis. Nesse primeiro ano, não assumimos o relacionamento pra absolutamente ninguém, só nos víamos nos fins de semana na minha casa ou na dela pra trepar, durante a semana nada. A diferença de idade me incomodava um pouco, principalmente por causa dela; sempre senti que em algum momento ela agiria como uma garota da idade dela, com besteiras ou criancices, e eu tinha um pouco de medo disso, da conta que mais cedo ou mais tarde eu ia pagar por estar com uma novinha. Vinha de uma separação e não queria encheção de saco feminina. Outra coisa que passava pela minha cabeça era a apresentação da minha nova parceira pra sociedade, o medo do que falam primeiro: "Você tem 40 anos e tá com uma garota?". As mulheres dos meus amigos estão na casa dos 40, algumas passam disso, e eu ia chegar com uma menina de 21 anos. Resumindo, eu tinha um pouco de medo da crítica e do que iam dizer. A questão é que não assumimos nada nesse primeiro ano, mas todos esses pensamentos e preconceitos que eu tinha sobre a idade dela desapareciam quando eu estava com ela por dois motivos: primeiro, porque até hoje Florencia nunca teve nenhum comportamento, atitude ou coisa parecida com uma criancice; ela é uma garota madura pra idade que tem, segura de si e do que faz (amo mulheres assim, seguras, com personalidade, jovens e maduras ao mesmo tempo). E segundo, porque desde que a vi nua, soube que queria ficar ali por um tempo, pelo menos. Ela tinha o que sempre gostei, principalmente sexualmente falando. Flor é dona de uma bunda viciante e hipnótica, uma perfeição da humanidade e da genética, redonda e grande, sem marquinha ou celulite, branquinha, bem empinada. Ela tinha e tem umas pernas e um rabo infernais, porque, embora na época nunca tenha tirado as medidas dela, hoje a fita métrica marca 105 centímetros de rabo, nada de bundinha pequena, é bucetão grande, e dois peitos lindos. Seios redondos e naturais. Ela não é alta nem baixa, deve ter um metro e setenta, porque eu tenho um metro e oitenta e ela é um pouco mais baixa que eu.
Aos meus 36 e aos 22 dela, decidimos não nos esconder mais. Primeiro, abrimos o jogo entre amigos e famílias, depois no trabalho. Já éramos um casal, ela veio morar comigo, passou de minha funcionária a trabalhar comigo em um cargo mais alto e só meio período, porque depois começou a estudar na faculdade. Ela continuou me surpreendendo no dia a dia, apesar da idade dela, trabalhando e estudando, ainda sobrava tempo para ser uma excelente dona de casa, cozinha bem, faz as compras e cuidou de organizar minha casa, que é grande e estava bem bagunçada. Desde que a Flor pisou naquela casa, ela modernizou tudo, enfeites, pintura, perfumes, até arrumou o jardim e plantou flores. Fanática por organização, minhas roupas começaram a ficar no armário sempre arrumadas e passadas, algo desconhecido para mim, principalmente por causa da minha ex, que era uma péssima dona de casa, uma das coisas que detonou o relacionamento, junto com o fato de que ela não trabalhava e ficava o dia inteiro à toa. Minha família a recebeu bem, a dela também me recebeu bem, as únicas que percebi que não a deixavam tão à vontade eram as mulheres dos meus amigos, repito, todas com filhos, algumas chegando e passando dos 40 anos, e para piorar, nenhuma era gostosa ou algo do tipo, pelo menos para mim. Mais tarde, fiquei sabendo que até tinham ciúmes dela, por causa de dois ou três amigos meus que não tiravam os olhos da bunda da Flor em algum churrasco, as esposas pegavam e quem se ferrava era a Flor, vinha o comentário de que não precisava usar roupas tão justas e blá blá blá. Já com o grupo fechado dos meus 7 ou 8 amigos, a Flor se dava muito bem, os caras são legais todos, sempre puxavam conversa e tratavam ela bem nas reuniões, porque era normal vê-la mais entre os homens do que com as mulheres.
Para coroar tudo que estou contando e acabar de eliminar qualquer preconceito em relação à idade, já morando juntos em casa, o sexo virou minha obsessão, coisa que não rolava com minha ex, apesar de ela ser e continuar sendo uma mulher muito gostosa, onde o sexo, embora não fosse ruim, era sempre o mesmo e tradicional. A Florença foi se soltando sozinha aos poucos, sem eu falar nada sobre isso ou pedir algo em relação ao sexo, e de um sexo romântico, depois de um ano e meio passamos para um sexo cheio de tesão, transar em qualquer lugar da casa a qualquer hora, chupar minha pica até eu gozar (no começo na mão dela, a primeira vez que gozei na boca dela ela ficou com nojo, hoje em dia ela chupa e engole), ela aparecer em casa e, sem dizer nada, meter a mão dentro da minha calça para me masturbar, deixar minha pica dura e acabar transando, me surpreender com cada lingerie para pirar minha cabeça, fio dental, meias até o joelho, cinta-liga, sexo oral, vaginal, e com o tempo anal, do qual ela era virgem, coisa que custou no começo, mas depois virou algo prazeroso. Aí pude perceber que tava apaixonado por ela, pelo menos no sexual, e ela por mim. A gente se firmou como casal em todos os aspectos. Uma noite nossa, depois de transar, não sei como começamos a falar dos nossos ex, e das coisas que não gostávamos em cada um. Eu contei as minhas, e ela confessou que se separou do ex-namorado principalmente por causa do ciúme dele, era uma pessoa obcecada com ciúmes, sufocava ela, acompanhava pra todo lado, não deixava ela sair com amigas ou usar roupa justa, e o que mais me surpreendeu foi contar que uma noite ela quis chupar a pica do namorado e ele perguntou onde ela tinha aprendido aquilo e que com certeza ela era uma puta chupa-pica, ficando bravo com ela. Por mais que não acreditem, era por isso que ela não vinha naquela época nas despedidas de ano, e se vestia do jeito mais largado possível, pra ele não ficar bravo, ela chegou a ter medo dele. Também confessou que uma vez que terminou com ele, ele a seguiu. atormentada por um tempo com mensagens que chegavam a ser até ameaçadoras. Coisa totalmente contrária em mim, que gosto de ser cavalheiro com as mulheres, sou tranquilo e ciúme doentio é algo que pra mim não existe, nunca senti nada nem parecido. Ela me agradeceu pela minha confiança e tranquilidade quanto a isso, começou a se vestir como a maioria das mulheres argentinas gosta e a meu pedido, mostrando curvas, sugerindo, provocando ao andar mas sem maldade e sem deixar de ser elegante. Começou a ser ela mesma. Sendo jovem, era uma garota trabalhadora, que ia pra faculdade, mocinha de bem, dona de casa, e na cama um motorzinho. Eu passei de ser uma pessoa normal em relação ao sexo, a ter vontade de comer ela todo dia, e adorava essa mudança de transar em qualquer lugar, na sala com a janela aberta que dá pra rua mas com cortinas, no banheiro, na cozinha, no quintal à luz do sol, no negócio, em todo canto, eu provocava um pouco e ela já embarcava na hora sem reclamar.
A noite que começou a mudar um pouco nossas vidas, foi um sábado à noite que saímos pra jantar. Eu tinha combinado com minha ex que naquele fim de semana não levaria nosso filho pra casa. Com a Flor jantamos, e de papo em papo ela me diz que nunca tinha ido a um motel, e tinha a fantasia de conhecer um. Obviamente que primeiro me surpreendi, mas rapidamente combinamos de terminar a noite num bom motel. Já quando estávamos no lugar, a primeira coisa que acontece é que tinha que esperar por um quarto, e depois de deixar o carro no estacionamento, um funcionário do lugar nos acompanha a uma sala de espera, foi engraçado e até excitante estar sentados com vários casais que estavam prestes a transar e esperavam sua vez pra fazer isso, a maioria super desinibida se beijava, se apalpava e esquentava os motores ali na vista de todo mundo e isso nos excitava também. Nós abraçados esperamos a vez, e também trocamos alguns beijos e nos Acariciamos, até que chegou. Um quarto bem luxuoso, vários espelhos, hidro, e tudo que um hotel costuma ter. Eu já conhecia, mas ela investigava tudo. Nós nos jogamos na cama e no centro tinha um catálogo de produtos de sex shop. Divertidos, excitados e meio altos, começamos a olhar o que tinha à venda. A questão é que pedimos algo pra beber e depois de rirmos bastante, cada um tinha que escolher um produto que eu ia pedir pelo telefone. O jogo nos agradou, proposto por mim. Primeiro eu escolhi uma legging de couro com um buraco na bunda, e ela escolheu um pênis realista de 18 cm, igual ao tamanho do meu pau. Ela escolheu meio com medo da minha reação, lembro disso até hoje, mas se acalmou quando viu que eu não falei absolutamente nada. Na verdade, eu tinha gostado da escolha dela. Aquela noite foi uma carnificina sexual. Comi ela três vezes durante a noite inteira pelo quarto todo: uma vez na pussy e duas vezes no cu com aquela legging vestida. Fiz o cu dela na cama, num banquinho, em pé contra um espelho, sempre de costas porque me enlouquece ver aquela bunda enorme engolir meu pau. Mas o mais legal dessa história foi antes de comer o cu dela: eu tinha dilatado devagar e suave com o pênis de borracha que ela tinha escolhido.
Como eu disse antes, nossa soltura sexual começou quando eu tinha 36 e ela 22, mais ou menos. Daí até hoje nunca paramos nesse jeito de ser. Não somos de consumir tanta pornografia ou entrar juntos em sites como este, pelo menos não sei se ela conhece e/ou entra. Quando tirávamos férias, era outra desgraceira. Já transamos na estrada encostados no carro ouvindo as buzinas de alguns ao passar, em lugares desertos, nas sacadas, em praias vazias, no banheiro de um posto de gasolina na estrada à noite. Sinceramente, nos alimenta muito o tesão fazer isso, de transar com o perigo ou a sensação de que estão nos vendo. Quando eu tinha 38 e ela 24, pedi ela em casamento, ela aceitou e nos casamos. Lua de mel no Brasil. que também foi testemunha de nos ver transando em qualquer lugar fora do nosso hotel, é como se a gente estivesse sempre de olho em achar um lugar meio deserto pra dar uma rapidinha, isso a gente ama. Uma dessas noites de lua de mel, voltando de uma balada, já no hotel, a gente tava com um canal pornô ligado, a Playboy tava passando uma série tipo reality onde casais iam pra uma espécie de casa de campo e realizavam fantasias sexuais, mas pesadas, porque chegavam até troca de casal ou sexo grupal, a gente acabou falando sobre isso enquanto se apalpava antes de transar, e a gente se perguntou sobre nossas fantasias, tentando ser o mais sincero possível. Ela com medo de falar primeiro, então eu comecei dizendo que, embora não tivesse uma fantasia definida, eu me inclinava pra algum tipo de festa sexual ou grupal, algo fora do normal, e falei rápido porque não tinha uma bem definida como eu disse. Quando chegou a vez dela, ela me conta duas e ri: uma era que sempre teve fantasias sexuais com o "Vin Diesel", e a outra era transar enquanto outro casal também estivesse no mesmo quarto, ou seja, ela fantasiava em ver os outros transando e ser vista transando, obviamente que depois de tudo isso a gente acabou transando maratonicamente, e a do Vin Diesel e as outras fantasias apareceram em cada momento posterior na nossa vida sexual, a ponto do brinquedo dela, que ela guarda, se chamar Toretto.
Depois que casamos, a única coisa que apareceu no nosso quarto foram algumas fantasias, algumas fotos que ela deixa eu tirar e o Toretto de forma ativa, porque uma dessas noites eu pedi pra ela se masturbar pra mim, e ela começou com uma dança sensual, até ficar nua, me olhando e lambendo o brinquedo dela, e foi tão quente aquela noite que ela colocou o pênis de borracha na cadeira e começou a sentar nele de costas pra mim, enfiando na pussy, aquela noite mágica me deixou tão excitado vendo ela foder o brinquedo dela, acho que nunca tinha ficado tão tesudo daquele jeito, que por trás eu pedi pra meter no cu dela e ela quis tirar o pênis de borracha, mas eu pedi pra deixar enfiado, foi difícil mas no fim a gente fez uma dupla penetração com o amigo de borracha, lembro bem desse dia porque da cintura que ela tinha, eu arrebentei muito o cu dela com fios de sangue na cock, que sua esposa seja muito mais nova com um par de bundão e um brinquedo enfiado na pussy era pra descontrolar qualquer um. Com a Florencia a gente descobriu um prazer sexual que vai além do romântico, bem de inovar sempre, coisa que nem de longe eu fazia com minha ex, e olha que ela é uma mulher muito gostosa mas sem graça na cama. Com a Florencia eu percebi que também gostava da mudança constante.
No último verão a gente organizou um churrasco com amigos em casa, acho que foi em janeiro, mais de 7 ou 8 casais, caras pra todo lado. De manhã naquele dia no café da manhã aparece a Flor e me fala
Flor: Tá de boa eu usar esse vestido? Vai ver se as mulheres dos teus amigos reclamam
Eu: Não, por quê..? Você tá na sua casa, além disso é solto
Flor: Sim, mas é meio transparente, é mais pra ir pra praia
Eu: Também não é tanto assim.
Flor: Baa, já foi, vou vestir, gosto porque é fresquinho. Além disso não tô fazendo nada de errado, né? Quem não gostar que vá embora, pelo problema que eu me faço.
Eu: Veste o que você quiser, meu amor.
Florencia me perguntou isso porque a gente já sabia que não engoliam ela, que tinham uma espécie de ciúmes pela simples razão de que alguns dos meus amigos ficavam de olho nela de vez em quando, meus amigos tudo meio tarados, as mulheres deles não muito bonitas fisicamente, e a única que era mina e ainda por cima tinha uma bunda boa era a Flor, óbvio que iam olhar. Mas o pior daquela tarde é que o churrasco a gente fez no quintal, e o tecido fino e leve daquele vestido, embora fosse colorido, quando batia o sol dava pra ver perfeitamente a fio dental enfiada na bunda, e o vestido descansava naquele par de bundão. Não sei se a Flor Fez de propósito pra irritar ainda mais as mulheres dos meus amigos, que obviamente se juntaram todas num canto e ficaram falando mal dela, com certeza criticando, e encarando cada marido. Meus amigos também não são nenhuns Adônis, só um é magro, os outros são mais cheinhos, alguns barrigudos, mas fazer o quê, cada mulher com ciúmes do próprio marido. A questão é que no meio da tarde não sobrou ninguém em casa, foram todos embora cedo, provavelmente por culpa da Flor.
Peço desculpas por essa introdução tão longa, aceito críticas de todo tipo, mas o que quero contar é que uns meses atrás um dos meus amigos se separou da mulher, até hoje separado. Foi num domingo que convidei ele pra almoçar em casa, pela simples razão de que ele estava sozinho e triste com a separação. Meu filho estava com a mãe, então ficamos só eu, meu amigo e a Florencia desde cedo tomando chimarrão, fomos comprar comida, depois comemos um churrasco e ficamos numa longa conversa no quintal, tomando vinho no sol, até que o papo chegou no sexo, que tinha sido uma das causas da separação do meu amigo. Falamos de sexo por um bom tempo, o assunto surgiu assim, sem nada planejado e muito menos imaginando o que aconteceu. Nunca tinha falado disso com meu amigo, nem entre eu e a Flor. Mas a questão, que vou contar no próximo relato, é que eu e meu amigo acabamos comendo minha mulher juntos a tarde inteira de domingo. Quando começou, ainda tinha sol, e quando ele foi embora já era noite, num sexo que teve oral, vaginal e anal dos dois na Florencia. Nós dois comemos ela pela pussy e pelo cu na sala da nossa casa, onde vi uma Florencia nervosa e extra gostosa, e onde minha mulher fez a primeira dupla penetração dela, sendo a coisa mais louca e intensa que já vivi na minha vida, que não consigo tirar da cabeça até hoje, e que devo admitir sem Sabe por quê? Mas que eu gostei, e essa raramente não trouxe problema nem reclamação entre eu e a Flor, porque nós dois sabíamos o que fizemos e cada um do seu jeito curtiu.
Valeu até a próxima.
Diego.
19 comentários - Morbo e fantasias de casal
Por lo pronto te omento que estoy casado hace 18 años y tengo 40 y la verdad que mi fantasia es meter a un tercero en la casa para que mi mujer disfrute mas. El tema es que es muy reservada y ni sabe que estoy en esta pagina. Espero algun dia hacer un post con eso.
Saludos
http://www.poringa.net/cornudoafull/posts
espero que no te tardes mucho tiempo como ellos a la hora de escribir cada capitulo o encuentro ja! abrazo.
Pronto el proximo capitulo nuestro.
no te juzgo por ser calenton y fantasear con eso
pero entregarsela a un amigo? y si se calienta con el y te deja despues? hay cosas que no podes controlar en la cabeza de una mujer
mejor hubiese sido que busques algun desconocido
Besos