Vou começar o relato dizendo que me chamo Alberto, embora por motivos óbvios esse não seja meu nome real, já que tive que alterar alguns detalhes para não ser reconhecido.
Tenho 19 anos, sou filho único e moro na casa da família com minha mãe.
Rosa, como vou chamá-la, é uma dona de casa de 46 anos, separada, de jeito afável e carinhoso, 1,65 de altura, cabelo moreno até os ombros, peitão e quadril largo.
Separada e com grana suficiente pra viver sem depender de um trampo fixo, depois da separação, a vida dela ficou chata e monótona, já que eu, o único filho, mal dava problema e as tarefas de uma casa pequena também não tomavam muito tempo.
Nossa relação de mãe e filho não podia ser mais normal, sem problemas, e até exageradamente "carinhosa" pra um cara da minha idade que, na maioria dos casos, parte pra rebeldia, sendo normal entre a gente trocar abraços e beijos afetuosos.
Tudo isso mudou completamente quando minha mãe decidiu comprar um notebook pra aprender informática e "se distrair".
Fui eu quem teve que explicar como mexer no computador e passei os conhecimentos básicos sobre o uso da Internet.
Depois de uns meses de aprendizado, minha mãe pareceu se adaptar à tecnologia, aumentando pra caramba o tempo na frente da tela do notebook, sem que isso me causasse o menor incômodo, muito pelo contrário, fiquei feliz por ela se entreter de forma instrutiva.
Eu via ela lendo jornal, notícias sobre fofoca de TV ou revistas pela Internet, sem que o uso do notebook causasse o menor problema entre a gente ou nas tarefas do dia a dia.
Porém, com o tempo, a atitude dela começou a mudar de forma visível, me estranhando que às vezes ela escondia disfarçadamente a tela do notebook de mim. Não conseguia imaginar que minha mãe tentaria esconder algo com tanto zelo, o que só aumentou minha curiosidade em descobrir seus "segredos".
Apesar das minhas tentativas, nunca conseguia pegá-la de surpresa, porque assim que me via aparecer na sala onde ela costumava usar o notebook, dava um jeito de trocar de tela, retomando o que estava fazendo ou vendo, quando eu já tinha me jogado no sofá e só conseguia ver a parte de trás do notebook.
Com a pulga atrás da orelha, não tive escolha a não ser "espionar" o notebook aproveitando as ausências dela quando saía para fazer compras ou outras coisas.
Surpreso por ela ter conseguido aprender esse tipo de coisa sozinha, descobri que ela tinha dado um jeito de proteger a inicialização do notebook com uma senha, o que aumentou ainda mais minha curiosidade, já que não conseguia imaginar o que minha mãe poderia querer esconder de mim, pois desde que se separou nunca deu sinais de ter "amigos" secretos ou qualquer outra atividade que pudesse querer esconder do filho.
Apesar das precauções dela, inexperiente nessas situações, não demorei a descobrir a senha depois de tentar diferentes datas de nascimento, nomes de parentes, locais de nascimento, etc.
Sorri vitorioso quando finalmente acertei a senha e soube que seus "segredos" tão bem guardados estariam ao meu alcance.
Teve um momento em que cheguei a sentir remorso por me aproveitar da falta de habilidade dela em criar senhas de acesso, mas a curiosidade, e a certeza de que aqueles "segredos" não passavam de alguma bobagem inocente, me fez seguir em frente.
Com os nervos à flor da pele, com medo de que minha mãe voltasse a qualquer momento e me pegasse "com a boca na botija", examinei o notebook sem encontrar nada de "estranho" a princípio.
Depois de uma busca mais "detalhada", encontrei uma pasta onde ela guardava um documento "lembrete" do e-mail dela, assim como... a senha do mesmo! E não pude parei de sorrir pensando na inocência da minha mãe.
Tinha mais pastas que não tive tempo de fuçar, já que aquela informação aguçou minha vontade de “bisbilhotar” o conteúdo das conversas dela.
Abri o navegador de internet, mas antes de entrar no e-mail dela, por simples pressentimento, abri o “histórico” de páginas visitadas pra ver se aparecia algo “interessante”.
Não acreditei no que meus olhos estavam vendo quando abri aquilo: junto com os sites clássicos e normais de revistas, jornais, etc., com os quais eu vinha me “enganando”, acumulavam-se outros de conteúdo pornográfico escancarado, destacando entre eles os de teor “exibicionista” e, o mais “perturbador”, algumas visitas eram de contos eróticos de milf com jovens, incluindo relações incestuosas de mães com filhos ou sobrinhos, ou entradas em chats de conteúdo sexual.
Estupefato, atônito, sem acreditar no que tava vendo, e apesar de que o “cuidado” com que minha mãe vinha escondendo de mim suas andanças na internet já devia ter me dado alguma pista, jamais passou pela minha cabeça que uma senhora qualquer da idade dela, dona de casa, de caráter recatado e caseiro, pudesse visitar aquele tipo de site pornográfico com uma temática dessas, e que essa senhora fosse minha própria mãe, da qual nunca notei o menor sinal de interesse por nada que não fosse seus afazeres ou fofocas de televisão, me deixou completamente abalado.
Nervoso, sem ter assimilado aquilo direito, e praticamente “cagado de medo” do que poderia “encontrar”, decidi abrir o e-mail dela com o cuidado de “fuçar” só os que já estavam abertos por ela pra não ser descoberto.
Contei três “conversas”, duas com pessoas de nicks masculinos e uma feminino, cujos nomes não me lembravam ninguém conhecido.
Abri a primeira conversa aleatoriamente, de um tal “xxxx1997”, cujo nick indicava claramente a provável idade dele.
Começava com um “sou xxxx o do chat", e imediatamente deixava claro sobre o que tinham "conversado" antes e as "intenções" do cara, mostrando que adoraria "conhecê-la e meter uma pica", "que tinha deixado ele com tesão" e que "as milf como você me deixam a mil", tudo isso numa linguagem tão vulgar que envergonharia um miliciano afegão. Numa série de trocas de mensagens, minha mãe, longe deDesculpe, não posso realizar essa tradução.se assustar" com a linguagem usada por aquele garoto, ela parecia incentivá-lo (ou melhor, "esquentá-lo") a continuar com esse tipo de e-mails, se fazendo de "interessante" ou respondendo com frases menos pesadas, mas igualmente obscenas.
Completamente atordoado, continuei examinando a troca de mensagens com aquele garoto, cujos comentários obscenos sobre minha mãe aumentavam exponencialmente a cada resposta dela, alucinando por completo quando, em uma delas, e a pedido do garoto, minha mãe "presenteou" ele com uma foto sua de lingerie, provocando-o a "devolver" coberta de porra.
Arregalei os olhos ao ver a foto que, embora escondesse o rosto, sem dúvida era da minha mãe (dava pra reconhecer perfeitamente os móveis do quarto dela), com um conjunto de calcinha e sutiã brancos super excitantes.
Apesar de morar com ela, sempre se mostrou ciumenta da privacidade dela na minha presença, e embora, claro, alguma vez eu tivesse pegado ela trocando de roupa, etc., nunca a tinha visto tão "explicitamente" de lingerie, e muito menos tão provocante.
Ela tinha escolhido uma calcinha tão justa no corpo que dava pra ver o volume dos lábios da buceta, além de deixar intuir o pelo preto que a cobria.
O sutiã combinando realçava os peitos dela de forma voluptuosa, e até, ao "ampliar" a foto, achei que vi que, ou os mamilos dela estavam eretos, ou o tamanho deles dava essa impressão.
Instintivamente, desejei que a foto tivesse mostrado o rosto dela, mas minha mãe, inocente ao colocar senhas mas esperta nisso, tinha dado um jeito de "esquentar" aquele garoto sem arriscar a privacidade dela.
Não demorou pra chegar a foto "resposta" daquele garoto, cujo corpo (embora também escondendo o rosto) confirmava a juventude do nick, na qual dava pra ver o pau ereto dele sobre a foto impressa da minha mãe completamente encharcada de porra. Pelo que li, deduzi que, embora minha mãe aparentemente não parecesse buscar um contato "real", e enchesse o menino de "desculpas" quando ele insistia nesse aspecto (pelo menos até aquele momento), ela "curtia" — nem ousava pensar em "ficava excitada" — se esquentando e se exibindo seminua pra aquele garoto.
Preocupado com o tempo que já tinha passado, que ela podia voltar pra casa a qualquer momento e me pegar bisbilhotando "o" computador dela, desliguei sem me dar tempo de continuar "fuçando" o resto das conversas.
Levantei do lugar, sentindo vergonha de mim mesmo na hora, ao perceber a ereção com que, de forma reflexa e involuntária, tinha lido as mensagens — e o mais "preocupante"... vendo a foto dela.
Uns minutos depois, sem tempo pra me "acalmar", e com o mesmo rostinho ingênuo e angelical com que tinha saído, ela voltou carregada de sacolas de compra.
— Aconteceu alguma coisa, meu filho?
— Comigo? Não... por quê?
— Sei lá... te noto nervoso...
— Eu? Que nada.
— Anda, me ajuda com as sacolas de compra.
Peguei a mais pesada, e fiquei com vergonha de novo quando, ao ir atrás dela em direção à cozinha, meus olhos, sem eu ter planejado, se fixaram na bunda dela enquanto minha mente tentava adivinhar que tipo de lingerie ela podia estar usando por baixo do vestido.
— Tem certeza que não tem nada?
— Que não, mãe, como você é chata.
— Conheço você desde que nasceu, tem alguma coisa errada.
— Poxa, mãe, não tem nada não.
— Anda, me dá um beijo, meu filho.
Apesar do nervosismo, consegui abraçar ela e beijar com carinho como qualquer outro dia, com o cuidado, claro, de afastar o quadril pra trás, pra evitar que ela sentisse a ereção constante que lutava pra estourar minha calça, o que teria me deixado numa situação "difícil" de explicar.
Não consegui pensar em outra coisa o dia inteiro, e por mais que quisesse evitar, e pra minha maior culpa ou vergonha, minha mente ficava relembrando sem parar o corpo seminu da minha mãe, e aquela troca de mensagens obscenas com aquele cara que tinha acabado sujando a foto dela de porra.
Pra piorar, naquela tarde, enquanto eu observava ela mexendo no notebook sem mudar nada naquela cara de santa e mãezona, minha mente viajava na possibilidade de que naqueles momentos ela estivesse visitando sites pornô ou batendo papo obsceno com alguém, o que só fez aumentar meu “nervosismo”.
A confusão e a vergonha de perceber que algo envolvendo minha própria mãe me excitava daquele jeito, me impediu de, apesar da dolorosa ereção que me acompanhou o dia inteiro, acabar me aliviando batendo uma.
Mesmo assim, não consegui evitar nos dias seguintes torcer pra ela sair pra fazer compras pra poder “espionar” o notebook dela de novo, sem nem conseguir me enganar dizendo que era só “curiosidade”.
Quando finalmente ela precisou sair de casa pra fazer compras, me joguei ansioso no notebook, sorrindo aliviado ao ver que a senha continuava a mesma.
Dessa vez, resolvi “bisbilhotar” outra conversa com outro cara.
Esse, infinitamente mais “educado” que o anterior, dizia que ficava feliz em poder “conversar com uma senhora que entendesse ele, já que não podia falar disso com ninguém”.
Pra falar a verdade, no começo, conhecendo a internet, cheguei a pensar que era um mentiroso “caçador de fotos” ou algo do tipo, mas pelo rumo da “conversa” e outros detalhes, acabei convencido de que ele tava falando a verdade.
Resumindo, e depois de agradecer por ter conversado com ele e passado o e-mail pra continuarem batendo papo, ele dizia ser virgem, e estar confuso por uma “estranha” experiência com a tia dele de 50 anos, onde ela, depois de umas taças a mais de vinho, tinha acabado masturbando ele. depois de trocarem beijos e carícias na casa dela, já que ela estava morando lá temporariamente por causa dos estudos.
Minha mãe respondia, pedindo detalhes da experiência, além do motivo de não terem “consumado” e sobre a relação posterior com a tia dele depois daquilo.
O garoto, que entre uma resposta e outra aproveitava para enfiar várias mensagens mostrando a vontade de “fazer amor” com minha mãe para perder a virgindade e gozar o que não tinha conseguido com a tia, dizia não entender por que ela, apesar do tesão e da excitação evidentes com que tinha se comportado naquela experiência, e de ter deixado se acariciar e até ter batido uma pra ele, se recusou a ser penetrada e depois fingia que “não tinha acontecido nada”, sem querer tocar no assunto.
Minha mãe, agindo como uma “conselheira quase maternal”, respondia dizendo que ele devia “se contentar” com o que tinha aproveitado e entender a tia, porque, mesmo que ela com certeza quisesse, provavelmente o álcool tinha baixado as defesas dela contra o tabu do incesto, e num momento de “lucidez” aquele tabu tinha sido insuperável pra ela, principalmente na hora da penetração, que o melhor era não encher o saco dela, e que, se um dia ela quisesse, o que tivesse que rolar, rolaria.
O garoto insistia que cada dia queria mais ela, que batia uma todo dia fantasiando com a tia, e agora com ela também.
Minha mãe, continuando no papel de “conselheira”, numa daquelas respostas que me deixaram completamente confuso, disse que entendia perfeitamente a tia dele, porque “ela também já tinha sentido aquela atração e desejo incestuoso por uma ‘pessoa’ que não citava (que não podia ser outro senão eu, já que não tinha sobrinhos), mas que não tinha tido a ‘sorte’ de ser correspondida, porque com certeza a pessoa a via ‘velha e gorda’, e que por motivos óbvios nunca daria um passo nesse sentido, mas que ficava excitada fantasiando com isso”.
Sem poder acreditar, chegando Pensando que minha mãe tinha percebido que eu estava bisbilhotando o notebook dela e que era "vítima" de alguma pegadinha bem pesada da parte dela, tive que reler várias vezes aquela mensagem em que, sem me citar diretamente, ela confessava fantasiar "eroticamente" comigo.
Aquela "revelação" inesperada me causou uma excitação e um tesão brutais, ao mesmo tempo que ajudou a diminuir o sentimento de vergonha e culpa que me consome por ficar excitado pensando na minha própria mãe.
A série de mensagens terminava com o envio de uma foto da minha mãe de lingerie, parecida com a que ela tinha mandado pro outro cara, e com a resposta dele, anexando um vídeo onde ele aparecia se masturbando até gozar olhando pra foto, acompanhado de todo tipo de comentário, cada um mais lascivo que o outro, sobre o que ele gostaria de fazer com ela "se pegasse ela".
Não dava pra ficar mais confuso e excitado, então decidi bisbilhotar a terceira conversa do e-mail dela, procurando alguma resposta pras minhas dúvidas e confusão.
Nesse caso, surpreendentemente, o Nick era de mulher.
Ela dizia ser uma senhora casada de 40 anos, exibicionista, e que procurava uma parceira de "aventuras" (lembrei na hora que, no histórico de visitas da internet, tinha um monte de sites de exibicionismo).
Numa série de mensagens, ela contava que adorava se exibir em todo tipo de lugar ou estabelecimento, inclusive públicos, seja de forma "discreta" ou abertamente, que o marido participava daqueles "jogos", seja fotografando ela ou transando em lugares onde poderiam ser vistos por outras pessoas.
Ela também "oferecia" a possibilidade de ser sua "parceira" nesse tipo de situação e "compartilhar" o marido, que era "bem dotado e com muita resistência".
Minha mãe, por sua vez, me surpreendeu ainda mais (como se o que já tinha acontecido não fosse surpreendente o bastante), contando uma série de experiências que eu jamais imaginaria. suspeito de ter participado.
Dizia que, apesar de ter se casado muito jovem e virgem, na juventude tinha gostado de se exibir e deixar os amigos passarem a mão nela, chegando a fazer isso com vários ao mesmo tempo pra todo mundo poder ver.
Que nesses "jogos", além de "desfilar" na frente deles nua ou seminua, ou deixar se apalpar, acabava batendo uma pra eles e deixando gozarem no corpo dela, ficando extremamente excitada por ser o "motivo" das gozadas deles e sentir o calor do leite escorrendo pelo corpo como "prova" de quanto a desejavam.
Que essas práticas terminaram quando o pai de um dos amigos dela (um cinquentão de aparência bruta) pegou eles em flagrante na casa dele "com a mão na massa", e aproveitou pra "entrar na festa" chantageando ela com a ameaça de contar pros pais dela, e que naquele dia ela chegou a temer perder a virgindade involuntariamente, já que, embora tenha aceitado a "chantagem" e consentido em deixar ele apalpar ela à vontade, e até chupar a pica dele (coisa que nunca tinha feito), fora de si, ele chegou a rasgar a calcinha dela e ela se virou nos trinta pra evitar ser penetrada, e desde então, apesar de a tara por essas práticas exibicionistas continuar intacta, o medo de a situação sair do controle a fez desistir delas, embora uma vez ou outra tivesse se atrevido a deixar a cortina do provador de alguma loja meio aberta "por descuido", pra permitir ser "espionada" por algum homem.
Mal conseguia processar aqueles "segredos" que acabara de descobrir, pra qualquer filho é difícil imaginar uma experiência erótica de "juventude" da própria mãe, e muito menos que ela tenha um conteúdo exibicionista, onde "vários" amigos passavam a mão nela à vontade até cobrirem ela de leite, ou que ela tivesse sido vítima de uma "chantagem", onde não deixava claro se tinha gostado ou não de ser apalpada ou de chupar a pica de um "cinquentão", ou se só tinha terminado mal por medo de perder a virgindade.
Embora o mais difícil de assimilar, e que me perturbava por completo, era aquela “confissão” sobre o tesão inconfessável de ser desejada por mim.
Ouvi a porta e fechei o notebook às pressas com o coração na mão, me livrando de ser pego, antes de parar pra descarregar as sacolas de compras na cozinha e entrar na sala.
- De novo? Tô te sentindo nervoso outra vez, posso saber o que você faz na minha ausência? Parece que viu um fantasma.
- Ha, ha, ha, que isso, mãe.
- Sei não... te acho muito estranho ultimamente...
- Ha, ha, ha. Anda, me dá um beijo, que hoje de manhã você esqueceu de me dar e para com essas bobagens.
- Puxa, como você tá carinhoso... tá escondendo alguma coisa... Ha, ha, ha.
Abracei ela e tentei beijar seu rosto com ternura como de costume, mas a vergonha causada pelo nervosismo que apertava meu corpo fez com que, num movimento estranho, meus lábios acabassem pousando nos dela, o que provocou uma risada “nervosa” nos dois.
- Ha, ha, ha. Desculpa, mãe.
- Não tem problema, meu filho, você beijou sua mãe... Não tem nada de errado nisso... (Respondeu com um sorriso maternal inocente), mas toma cuidado pra não errar com a vizinha que é casada e o marido dela tem pavio curto, ha, ha, ha.
- Não é? Então só por você falar isso vou te dar outro! (Atordoado, e sem o total controle dos meus atos, falei aquilo sem pensar nas possíveis consequências.)
Sorriso nervoso, e tentando (provavelmente sem muito sucesso) dar a aparência de uma brincadeira inocente entre mãe e filho, abracei ela de novo e pousei meus lábios nos dela.
Senti que, apesar de não tentar se soltar de mim, ela manteve os lábios fechados sem dar sinais de querer abri-los, ficando assim por alguns segundos expectantes, em que nenhum de nós dois parecia saber o que queria fazer.
Instintivamente, encorajado pela excitação que a leitura do diário tinha me causado, conhecimento daqueles "segredos", e pelo pouco controle que minha mente tinha sobre meu corpo, minha língua tentou abrir caminho entre os lábios dela, conseguindo vencer a resistência dela após alguns segundos de indecisão.
Fora de controle e excitado ao máximo, jamais imaginei ser capaz de chegar tão longe, por mais que tentasse continuar fingindo que era algo inocente.
Finalmente minha língua conseguiu saborear a dela, sentindo-a extremamente quente e molhada, me causando uma onda instantânea de prazer e desejo irreprimível.
Minha mãe correspondia àquele beijo claramente impróprio entre mãe e filho, com a mesma intensidade, e aumentou de forma sutil, mas firme, o vigor do abraço que nos unia, permitindo que ele se prolongasse no tempo até um limite dificilmente atribuível a um "erro" ou "deslize" da parte dela.
Fora de mim, esqueci de jogar a bunda para trás, então minha mãe acabou percebendo a ereção evidente do meu pau contra o corpo dela, o que pareceu despertá-la do "transe" em que se encontrava e perceber o quão inadequado era estar se beijando daquela forma com o filho, e após desfazer o abraço habilmente, fingiu não ter notado minha excitação.
- Ha, ha, ha. A gente disse um beijo, meu filho, isso já estava virando um amasso, também não precisa exagerar, uma coisa é você beijar sua mãe e outra é amassar ela assim. (Disse sem parar de sorrir e ignorando que ela não tinha se limitado a receber o beijo de forma passiva, mas sim que a língua dela tinha se deliciado com a minha).
- Bom, eu adorei, mãe. Não acho que seja nada de mais a gente se beijar, até me senti mais "ligado" a você do que nunca. Obviamente não é questão de a gente se beijar assim na frente dos outros, ha, ha, ha, ha, mas... por mim eu repetiria... E ainda mais aqui que estamos sozinhos e não podemos "assustar" ninguém.
- Ha, ha, ha. Que putinho você é. Anda, vai arrumar seu quarto, que você não está pensando em nada de bom.
Naquele dia Trocamos uma porção de “olhares”, nos quais ela parecia se perguntar o que se passava na minha cabeça, ou o motivo daquele “inesperado” interesse em beijá-la, e eu mal conseguia desviar os olhos dos peitos ou da bunda dela sem que ela percebesse.
Quando a noite chegou, na hora do beijo de “despedida” de sempre, até o dia seguinte, minha mãe, sorrindo de forma safada e apontando ostensivamente para a bochecha, me ofereceu ela para eu beijar, fingindo querer brincar com o que tinha acontecido antes.
- Qual é, mãe, não seja boba, qualquer um diria que a gente fez algo errado. Adorei te beijar e ninguém vai ficar sabendo.
- Ha, ha, ha. Não é por ninguém saber, é que não confio em você, os jovens têm os hormônios “acelerados”… ha, ha, ha.
- Não se preocupa, mãe, é “só” um beijo. Se eu sentir que tô “acelerando”, eu paro. Só quero me sentir mais próximo de você…
- Que nada, que nada, é feio a gente se beijar assim. (Percebi na voz dela uma vontade fraca de evitar isso)
- Qual é, mãe. Um pequenino… parece mentira que você não quer me beijar…
- Ah, tá, que chato você fica. Um rápido e vai dormir que já é tarde.
Abracei minha mãe olhando nos olhos dela, o rosto dela mostrava um nervosismo e uma expectativa claros. Meus lábios se encontraram com os dela e, na hora, nossas línguas se misturaram num beijo indiscutivelmente obsceno.
Apesar do “combinado”, o beijo, longe de ser “rápido”, se prolongou o suficiente para me dar um prazer tão imenso que perdi a noção do tempo e do pudor.
Depois de uns minutos intensos, e sem lembrar de ter planejado, senti que meus braços tinham descido e que eu estava acariciando a bunda da minha mãe de um jeito mais do que óbvio, sem que ela parecesse notar ou fizesse algo para impedir aquelas carícias tão inadequadas do próprio filho.
Chegou um momento em que a luxúria e o desejo daquele beijo Provocaram uma quantidade de sons "molhados" e troca de saliva que escorria entre nossos lábios, capaz de tornar ridícula qualquer tentativa de justificar a "inocência" daquilo.
- Ufffff... para, meu filho... me deixa respirar... (completamente corada, percebi que estava extremamente excitada e queria descansar para não deixar isso claro com gemidos)
- Ha, ha, ha. Viu como eu me controlo apesar dos hormônios juvenis?
- Que se controla nada, você passou meia hora apalpando a bunda da sua mãe! E... além disso... o que é isso? (Apalpou minha ereção evidente com um sorriso safado, tirando a mão na hora).
- Poxa, nem tinha percebido, mãe... A emoção... você sabe...
- Nem emoção porra nenhuma, acabou, vai pra sua cama agora mesmo.
Excitado, queria com todas as forças continuar beijando e acariciando ela, mas, lembrando dos "conselhos" que tinha dado ao garoto com quem trocava mensagens, e com medo de estragar aquela química que tinha surgido entre nós, enchendo o saco dela antes da hora, decidi obedecer, não sem antes perceber no rosto dela o mesmo desejo e medos que me apertavam.
Nem preciso dizer que, naquela noite, na solidão do meu quarto, acabei me masturbando como um louco fantasiando sem nenhum remorso que penetrava minha mãe de todas as maneiras imagináveis.
Nos dias seguintes, para minha maior desespero, passaram entre a atitude "fugidia" da minha mãe, que parecia ter se arrependido daquela experiência, e minhas próprias dúvidas, já que, embora quisesse com todas as forças abraçá-la e dizer o quanto a desejava, temia que um excesso de insistência da minha parte acabasse irritando ela e convencendo-a de que o melhor era não repetir aquela experiência.
Apesar disso, por mais que ambos tentássemos disfarçar, continuamos trocando "olhares inadequados" numa relação mãe/filho, com meus olhos devorando" o corpo dela, e minha mãe "sorrindo" ao perceber isso.
Fiquei sozinho de novo, e aproveitei para fuçar no notebook dela em busca de "respostas" pras minhas dúvidas.
Com certeza, minha mãe tinha continuado trocando mensagens com aqueles caras, onde, possivelmente excitada por aquelas "brincadeiras" comigo, tinha aumentado o teor exibicionista delas, chegando a mandar várias fotos em poses super provocantes.
Mas a principal de todas as mensagens, que eu li feito um louco, era pro cara que queria a tia dele.
Fiquei alucinado quando li que ela narrava em primeira pessoa que tinha tido uma experiência incestuosa, sem especificar com quem (apesar das perguntas do cara), contando que aqueles beijos e carícias tinham provocado nela uma sensação enorme de amor e desejo, e que... (isso eu reli várias vezes), se tivesse continuado se beijando um segundo a mais, não teria conseguido evitar "se entregar" sem ligar pro tabu do incesto.
O cara, excitado, incentivava ela a seguir em frente, mas minha mãe não parava de repetir que as barreiras do incesto eram fortes demais, com medo de que também fossem pra mim, e que, se tivesse ido além, depois de me aliviar, eu teria me arrependido.
Numa longa troca de mensagens, o cara não parava de encorajar ela a continuar, enquanto minha mãe só via "barreiras", "tabus", "problemas" e "impossibilidades".
Meu pau, praticamente duro o tempo todo só com a presença da minha mãe em casa, não ligava pra "razões", "impossibilidades", "tabus" ou "barreiras", e embora minha mente "entendesse" os receios dela, aquilo só aumentou ainda mais a vontade de possuí-la.
Umas semanas depois, onde, além do constante troca de olhares nervosos, não tinha acontecido nada que fizesse pensar numa mudança de situação, enquanto eu tava sentado no sofá em frente à mesa onde minha mãe fingia se entreter com o notebook, e sem que ela Tivesse premeditado, ao me deitar procurando uma posição mais confortável, descobri que, por causa da posição das pernas dela, o vestido curto que ela usava deixava ver a calcinha, que se destacava pelo contraste entre o branco dela e o vermelho berrante do vestido, e aproveitei pra “alegrar” a vista.
Minha mãe, a princípio, absorta nas tribulações dela na internet, não percebeu o espetáculo agradável que estava me oferecendo, mas meu silêncio incomum e o fato de eu não estar prestando atenção na televisão acabaram alertando ela.
Ela deixou escapar um sorrisinho ao perceber que eu estava espiando ela, e embora a princípio tenha fechado as pernas, estragando minha diversão, aos poucos, depois de notar minha irritação, e fingindo “descuido”, voltou a abri-las, me permitindo me deliciar com a visão da calcinha dela.
Comecei a intuir que aquele exibicionismo reprimido por anos, e se sentir devorada pelo meu olhar lascivo, provocavam nela um tesão e uma excitação incontroláveis.
Cheguei a pensar que, uma vez iniciados os fetiches exibicionistas dela, ela perdia o controle dos atos, já que, depois de uns minutos, aquela “abertura” de pernas passou a ser um convite tão descarado pra minha vista, que tornava inútil qualquer tentativa de disfarce ou fingimento da parte dela.
Com as pernas abertas, se exibindo descaradamente, e sem parar de digitar no computador, o rosto dela continuava refletindo a mesma “inocência” de qualquer mãe na presença do filho, sem que o fato de ela, de vez em quando, levantar a vista e sorrir ao ver meu olhar lascivo fixo na calcinha dela, mudasse nem um pouco a candura do rosto dela.
A ereção que aquilo me causava chegou a ser dolorosa, presa dentro da calça, e sem aguentar mais, decidi dar um passo adiante.
— Mãe.
— O quê? (respondeu com voz doce, mantendo as pernas abertas)
— Uffa. Não sei se já te falei isso antes… você é muito gostosa…. não consegui evitar Me acelerar", sabe como é... os hormônios... essa calcinha que você tá usando é linda e... muito excitante... queria ver ela... quantos iam querer arrancar ela de você...
- Ha, ha, ha, já tá nessa de novo?, não tem vergonha de ficar de olho na sua própria mãe?, vou ter que usar calça pra ficar em casa. - (fingiu ficar brava e fechou as pernas), vai pro banheiro e se alivia que você tá parecendo um idiota!
- Não dava pra fazer aqui?
- Como assim?, aqui? - (mesmo a voz fingindo surpresa, o rosto mostrava um tesão intenso)
- É, queria te ver enquanto eu faço pra "me animar"
- Mais?, mas se você já passou uma hora de olho na minha calcinha!, ou acha que eu não percebi?
-
- Sim, mas... queria te ver "inteira".
- Inteira?.
- É, tira o vestido... estamos sozinhos... ninguém precisa saber... queria te ver de lingerie enquanto eu "me alivio"...
- Claro... você acha que eu sou burra?, vou ficar de lingerie na frente de um adolescente cheio de hormônios e achar que você não vai tentar mais nada.
- Juro que "só" olho e me alivio, já te enganei alguma vez?
- Milhares de vezes.
- Bom... Mas agora não, "só" quero te ver, me alivio e pronto.
- Mas que isso... Você já não teve o "suficiente" de ficar de olho na minha calcinha e agora quer mais? Não confio em você nem um pouco.
- Por favor, mãe, juro que não peço mais nada.
- Ta bom, vou tirar o vestido pra você calar a boca de uma vez e me deixar em paz, mas nem chega perto de mim.
Minha mãe se levantou e, depois de se afastar da mesa, tirou o vestido fingindo que tava fazendo aquilo quase que "obrigada" e só pra se livrar de um "chato".
Ela tava usando o mesmo conjunto de lingerie que eu tinha visto nas fotos que ela compartilhava com os amigos "secretos", mas ao vivo era ainda mais gostoso.
- Vai calar a boca agora? (Ela sorriu) (abertamente)
- Sim, mãe.
Os seios dela se mantinham firmes sob o tecido delicado que os cobria, e a buceta dela se destacava tão claramente por trás daquela calcinha branca tão justa que dava pra contar os pelinhos um por um.
Me despi completamente sob o olhar atônito da minha mãe, que mostrou surpresa ao ver a ereção firme do meu pau, assim como a depilação completa dos meus genitais por causa de uma espinha que me deu problemas durante meses.
- Ha, ha, ha. Você se depilou?
- Sim, uma espinha que não tinha jeito de curar.
- Você parece ainda mais jovem com a “coisa” depilada.
Sem parar de devorá-la com os olhos, e a apenas um metro do corpo dela, comecei a me masturbar como um louco.
- Uf…. filho meu, se você tá “acelerado” mesmo, parece que nunca viu uma mulher de calcinha na vida – (Ela disse sem parar de olhar como eu bombeava o pau).
- Ufff….. É que você é muito gostosa, olha como me deixou duro…. se eu não me aliviar, vou explodir.
- Quem sabe o que você tá imaginando….
- Uffff, mãe, você não faz ideia….
- Alguma sacanagem com alguma garota que você conhece….
- Não exatamente com uma garota…
- Não? Então? – (O sorriso safado dela mostrava que sabia perfeitamente com quem eu fantasiava)
- Se você não ficar brava, eu falo.
- Prometo.
- Com você, mãe.
- Comigo?, você é louco?, que sou sua mãe! – (O rosto dela mostrava um claro “orgulho” por ser a “vítima” dos meus desejos mais obscenos)
- Você é muito gostosa, mãe, não consigo evitar de te imaginar….
- O que você imagina?, Me conta, já prometi que não vou ficar brava, sei que você tá “acelerado” e nem sabe o que diz….
- Uffff, que adoraria meter em você e aproveitar seu corpo.
- Ha, ha, ha. Você é louco? isso é impossível, meter na sua mãe? Vai logo se aliviar e Não fala mais besteira, você tá delirando!
O rosto dela refletia perfeitamente a excitação que sentia ao se exibir impudicamente pra mim, e o efeito que o corpo dela causava no meu pau, tendo passado da "inocência safada" pra lascívia mais absoluta, por mais que tentasse disfarçar com aqueles comentários.
Extasiado de prazer, percebi que estava prestes a gozar e, com gestos, perguntei pra minha mãe onde despejar o sêmen sem sujar o chão, já que não queria abandonar aquele lugar na hora de gozar.
Sem parar de sorrir, e depois de se aproximar de mim o suficiente, ela puxou o elástico da calcinha pra fora, de modo que, além de deixar à mostra os pelos pretos da buceta, abriu o espaço suficiente pra eu poder despejar o sêmen dentro da calcinha e na buceta dela, me convidando a fazer isso apontando pra aquele "lugar" com o dedo.
- Goza aqui, meu filho, depois se lava...
Louco de excitação, ansioso pra descarregar meu leite no corpo dela, apontei o pau pra aquele lugar e, depois de umas duas bombadas, até a última gota de sêmen encharcou por completo o interior da calcinha e a buceta dela.
Depois disso, me olhando fixamente, após alguns segundos ela soltou o elástico da calcinha pra se impregnar toda com meu sêmen, o que aumentou meu tesão ao máximo.
- Uffff, mãe, que gostoso, é a melhor punheta da minha vida, você me deixou com um tesão danado.
- Ha, ha, ha. Já percebi, sim. Não quero nem imaginar as sacanagens que passaram pela sua cabeça... dava medo ver como você me olhava...
- Ufffff, não sei como consegui me segurar...
- Se segurar? Você deixou minha calcinha toda encharcada de sêmen!
- Ha, ha, ha. É que você tá de comer, mãe.
- Ah, cala a boca, não seja puxa-saco, se veste e não fala mais mentira, que vou te preparar um copo de leite com Toddy pra você se "recuperar".
De boca aberta, e sem parar de se vestir, fiquei observando ela ir em direção à... cozinho com aquela calcinha encharcada de esperma, andando de um jeito bem provocante e exibicionista, parando pra ver se eu ia devorar ela com o olhar de novo.
Eu segui ela besta, e encontrei ela me preparando o copo de porra com a mesma “naturalidade” que teria me feito o café da manhã num dia qualquer, só que dessa vez se exibindo de forma obscena pra mim.
Aquilo me deu um tesão do caralho, e mesmo tendo gozado segundos antes, não deu pra evitar que meu pau endurecesse de novo.
Aproveitando que ela tava de costas e “ocupada” mexendo o copo de porra com uma colherzinha, abracei ela com força, apertando minha ereção na bunda dela.
— O que cê tá fazendo? De novo assim? (A voz dela tentava fingir uma surpresa falsa)
— Sim, mamãe. Deixa eu “tocar” um pouco em você…
— A gente combinou que você “se aliviava” e ficava quieto. (Ela disse sem tentar se soltar daquele abraço obsceno).
— Mamãe, preciso acariciar você…
— Bebe sua porra e fica quieto, parece um bobo.
A situação chegou a níveis surreais, numa cozinha pequena, minha mãe de lingerie se exibindo de forma lasciva com a calcinha encharcada da minha própria porra, com uma cara de santa, e eu, com o pau raspado duro apontando pro corpo dela, bebendo um copo de porra enquanto devorava ela com o olhar, com a mesma naturalidade que teria tomado café.
Depois de saborear aquele copo de porra que foi uma delícia, e sem pedir permissão, abracei ela pra beijar na boca.
— Cê tá com gosto de porra, meu filho.
— Então a sua buceta também deve estar.
— Ha, ha, ha. Não seja porco.
Continuei beijando ela de forma lasciva, enquanto minhas mãos apertavam a bunda dela com gana.
— Parece um polvo, meu filho.
— É que cê é muito gostosa, mamãe.
— Uff, não me abraça tão forte que cê tá enfiando “sua coisa” na minha barriga.
— Em “outro Gostoso" queria meter em você, mãe.
- Não seja bobo, já te falei que isso não pode, me toca um "pouquinho" e pronto.
Procurei os peitos dela e senti eles duros e macios, aquilo me deu outra onda de prazer.
Acariciei os bicos dos peitos até eles reagirem, endurecendo de um jeito incrível.
Minha mãe, sem conseguir segurar os primeiros gemidos de prazer, empurrava a bunda na direção do meu corpo, buscando mais contato com meu pau.
Tentei enfiar a mão por baixo da calcinha dela, mas minha mãe ofereceu uma leve resistência.
- Aí não, aí não.
- Por favor, "preciso" acariciar sua buceta.
- Não, que eu posso perder a cabeça… aí não… faz o que quiser, mas aí não…
Enquanto balançava a cabeça dizendo não, o corpo dela e os gemidos de prazer me incentivavam ao contrário, e consegui alcançar a boceta quente e molhada dela.
- Ufffff, meu filho…. Ufffff, para, para…
- Ummmm, que quentinha que tá sua buceta, mãe.
- Não continua…. Não continua…. (Ela implorava enquanto empurrava a bunda na minha mão)
- Ufff, adoro acariciar sua buceta, mãe, já não consigo parar…
- Mmmm, devagar…. devagar….
- Vem comigo….
- Pra onde? (Os olhos dela mostravam terror, entendendo onde eu queria levá-la, enquanto o corpo dela estava completamente na minha mercê)
Peguei na mão dela e, sem ela oferecer a menor resistência, levei ela até a porta do quarto dela.
- Não, meu filho, aqui não. (Ela implorou de novo, olhando pra cama)
- Eu te quero, mãe, fica tranquila que não vamos fazer nada de errado.
- Sou sua mãe, o que você quer fazer não é possível….
- Você vai ver que não vai se arrepender, e eu……. menos ainda.
Tomado por uma excitação brutal e um desejo incontrolável, praticamente empurrei ela até a cama, fazendo ela cair de costas nela.
- Não… não… isso não… Vou me exibir pra você, vou te masturbar, o que você quiser, até poderia chupar seu pau, mas…… não Enfia no cu da sua mãe. (A voz dela mal dava pra ouvir, e o corpo dela tava queimando de febre)
Fui pra perto dela e arranquei a calcinha dela, rasgando tudo, e ela percebeu o quanto eu tava excitado e como os "protestos" dela eram inúteis.
Deitei em cima do corpo quente e macio dela, vendo nos olhos dela o medo do incesto que ia rolar, enquanto as pernas dela se abriam me provocando.
Apontei o pau pra aquela buceta pulsante que eu tinha fantasiado por tanto tempo, e, com a ajuda da umidade dela, enfiei até o talo sem encontrar a menor dificuldade.
- Caralho, mãe, que gostoso, que buceta gostosa, parece um forno.
- Ufff, como você tá duro, meu filho, parece que enfiou uma barra de ferro em mim.
Com o pau inteiro dentro daquele lugar tão molhado e quente, mas sem começar a bombar, beijei ela gostoso pra curtir aquele momento de posse total do corpo dela.
Senti que, tomada por um prazer e desejo imensos, minha mãe levantava o quadril tentando provocar as primeiras estocadas.
Fiz isso, e a cada metida na buceta dela, os olhos dela abriam ou fechavam no ritmo, abrindo quando eu enfiava até o fundo, e fechando em seguida.
- Ufff, mãe, como você é gostosa, queria ter enfiado antes, que delícia.
- Mmmmm, devagar, devagar, que você tá muito duro… devagar…. Ahhhhh, ummmmm que gostoooso… assim, assim… mais forte… assim, assim… agggs. Tô morrendo de prazer… ummmmmm, tô vendo estrelas… aggssss
Depois de um bom tempo bombando o quadril, metendo e tirando o pau do corpo dela, soube que não ia aguentar muito sem gozar, ainda mais com os gemidos de prazer da minha mãe me deixando com mais tesão, então resolvi mudar de posição e dar uma "respirada".
Sem a menor resistência dela e se comportando de forma Dócil e submissa, coloquei ela de quatro, estilo cachorrinho, e depois de me posicionar atrás dela e vê-la rebolando "implorando" pra ser empalada de novo, enfiei a pica de uma vez só, fazendo com que a cada estocada os peitos dela balançassem como sinos.
Dessa posição, dava pra ver o excesso de lubrificação da buceta escorrendo entre as coxas dela, e, tomado pela excitação, me permiti "dar umas palmadas" naquele rabo lindo e macio.
- Toma, isso é por ser má, por não ter deixado eu meter antes.
- Mmmmm, sim... fui muito má, mas de agora em diante vou deixar... agsss
- Pode ter certeza que vou fazer de novo, ter uma buceta dessas ao alcance da mão em casa e não usar é coisa de otário.
- Não para de meter, não para de meter...
Aumentei a intensidade das estocadas, "respirando fundo" quando sentia que não ia conseguir evitar de encher a buceta dela de porra, pra prolongar aquele prazer infinito ao máximo.
- Aghsss, meu filho... onde você aprendeu a foder assim? Tá me matando de prazer... mmmmmmm
- Aprendi com você, mãe, você é a melhor professora, é impossível outra mulher me dar mais prazer que você.
Sem aviso, e entre os gemidos mais obscenos que eu podia imaginar, senti o corpo da minha mãe tremer "literalmente", e a cabeça e a parte de trás do corpo dela desabaram na cama, mantendo os quadris erguidos pra continuar sendo empalada pela minha pica.
Aqueles "tremores" e gemidos guturais se prolongaram a ponto de me preocupar, até que percebi que era um orgasmo múltiplo, quando ouvi ela gritar implorando pra eu parar, porque "não aguentava mais".
Assustado, já que aquele pedido parecia "sincero", tirei a pica daquele lugar tão gostoso onde tinha se alojado por tanto tempo, e, abraçando ela, perguntei:
- Gozou, mãe?
- O que você acha? Nunca gozei tanto na vida, nem imaginava que podia gozar assim.
- Fico feliz por ter feito você gozar assim.
- Não entendo como você ainda pode estar com a "coisa" tão dura, e ainda bem que você tinha se masturbado antes.
- É que eu queria fazer você gozar, mamãe, com outra eu já teria gozado antes, mas eu estava tão à vontade dentro de você.
- Pois você me deixou "satisfeita" por um bom tempo, sim... estou quase morta.
- Já... mas tem um problema...
- Um problema?, qual?
- É que eu ainda não gozei...
- Mas que isso... você é insaciável!, ainda bem que você ia só "me tocar" um pouco.
Voltei a beijá-la, me deliciando com o calor e o tesão que o corpo dela exalava, notando que, aos poucos e apesar de dizer que estava exausta, as pernas dela voltaram a dar sinais de "abertura".
Dessa vez, esfreguei a ponta do pau na buceta dela antes de penetrá-la de novo.
- Seu filho da puta. Não faz isso, enfia logo.
- Uffffff, que gostoso, vou inundar sua buceta de porra.
- Você vai gozar dentro da mamãe? (A voz dela não podia ser mais obscena)
- Sim, vou inundar suas entranhas.
Voltei a penetrá-la e a bombar com força, dessa vez sem "medo" de gozar antes do tempo, ajudado pela minha mãe, que, uma vez derrubados os tabus do incesto, me incentivava sem censurar os comentários de caráter incestuoso.
- Você gosta de foder a mamãe?
- Goza, meu filho, enche minha buceta de porra.
- Como você me fode bem, que pau gostoso você tem.
- Você vai fazer eu gozar de novo.
- Me fode, não para até derramar a última gota de porra dentro da mamãe.
Aquelas obscenidades pareceram ter o mesmo efeito nela que em mim, e apesar da minha falta de controle, ela se adiantou ao meu orgasmo de novo, gozando entre gritos sem parar de me chamar de "meu filho".
Ela ficou completamente imóvel à mercê das minhas estocadas, com o corpo totalmente à minha disposição, já que parecia só ter forças para me olhar com desejo.
Eu poderia ter gozado na cara dela, ou nos peitos dela, mas nem consegui pensar nisso, já que inevitavelmente acabei inundando a buceta dela de porra.
Abraçados e exaustos, nós dois dormimos naquela cama onde tínhamos consumado o mais prazeroso dos incestos.
Tenho 19 anos, sou filho único e moro na casa da família com minha mãe.
Rosa, como vou chamá-la, é uma dona de casa de 46 anos, separada, de jeito afável e carinhoso, 1,65 de altura, cabelo moreno até os ombros, peitão e quadril largo.
Separada e com grana suficiente pra viver sem depender de um trampo fixo, depois da separação, a vida dela ficou chata e monótona, já que eu, o único filho, mal dava problema e as tarefas de uma casa pequena também não tomavam muito tempo.
Nossa relação de mãe e filho não podia ser mais normal, sem problemas, e até exageradamente "carinhosa" pra um cara da minha idade que, na maioria dos casos, parte pra rebeldia, sendo normal entre a gente trocar abraços e beijos afetuosos.
Tudo isso mudou completamente quando minha mãe decidiu comprar um notebook pra aprender informática e "se distrair".
Fui eu quem teve que explicar como mexer no computador e passei os conhecimentos básicos sobre o uso da Internet.
Depois de uns meses de aprendizado, minha mãe pareceu se adaptar à tecnologia, aumentando pra caramba o tempo na frente da tela do notebook, sem que isso me causasse o menor incômodo, muito pelo contrário, fiquei feliz por ela se entreter de forma instrutiva.
Eu via ela lendo jornal, notícias sobre fofoca de TV ou revistas pela Internet, sem que o uso do notebook causasse o menor problema entre a gente ou nas tarefas do dia a dia.
Porém, com o tempo, a atitude dela começou a mudar de forma visível, me estranhando que às vezes ela escondia disfarçadamente a tela do notebook de mim. Não conseguia imaginar que minha mãe tentaria esconder algo com tanto zelo, o que só aumentou minha curiosidade em descobrir seus "segredos".
Apesar das minhas tentativas, nunca conseguia pegá-la de surpresa, porque assim que me via aparecer na sala onde ela costumava usar o notebook, dava um jeito de trocar de tela, retomando o que estava fazendo ou vendo, quando eu já tinha me jogado no sofá e só conseguia ver a parte de trás do notebook.
Com a pulga atrás da orelha, não tive escolha a não ser "espionar" o notebook aproveitando as ausências dela quando saía para fazer compras ou outras coisas.
Surpreso por ela ter conseguido aprender esse tipo de coisa sozinha, descobri que ela tinha dado um jeito de proteger a inicialização do notebook com uma senha, o que aumentou ainda mais minha curiosidade, já que não conseguia imaginar o que minha mãe poderia querer esconder de mim, pois desde que se separou nunca deu sinais de ter "amigos" secretos ou qualquer outra atividade que pudesse querer esconder do filho.
Apesar das precauções dela, inexperiente nessas situações, não demorei a descobrir a senha depois de tentar diferentes datas de nascimento, nomes de parentes, locais de nascimento, etc.
Sorri vitorioso quando finalmente acertei a senha e soube que seus "segredos" tão bem guardados estariam ao meu alcance.
Teve um momento em que cheguei a sentir remorso por me aproveitar da falta de habilidade dela em criar senhas de acesso, mas a curiosidade, e a certeza de que aqueles "segredos" não passavam de alguma bobagem inocente, me fez seguir em frente.
Com os nervos à flor da pele, com medo de que minha mãe voltasse a qualquer momento e me pegasse "com a boca na botija", examinei o notebook sem encontrar nada de "estranho" a princípio.
Depois de uma busca mais "detalhada", encontrei uma pasta onde ela guardava um documento "lembrete" do e-mail dela, assim como... a senha do mesmo! E não pude parei de sorrir pensando na inocência da minha mãe.
Tinha mais pastas que não tive tempo de fuçar, já que aquela informação aguçou minha vontade de “bisbilhotar” o conteúdo das conversas dela.
Abri o navegador de internet, mas antes de entrar no e-mail dela, por simples pressentimento, abri o “histórico” de páginas visitadas pra ver se aparecia algo “interessante”.
Não acreditei no que meus olhos estavam vendo quando abri aquilo: junto com os sites clássicos e normais de revistas, jornais, etc., com os quais eu vinha me “enganando”, acumulavam-se outros de conteúdo pornográfico escancarado, destacando entre eles os de teor “exibicionista” e, o mais “perturbador”, algumas visitas eram de contos eróticos de milf com jovens, incluindo relações incestuosas de mães com filhos ou sobrinhos, ou entradas em chats de conteúdo sexual.
Estupefato, atônito, sem acreditar no que tava vendo, e apesar de que o “cuidado” com que minha mãe vinha escondendo de mim suas andanças na internet já devia ter me dado alguma pista, jamais passou pela minha cabeça que uma senhora qualquer da idade dela, dona de casa, de caráter recatado e caseiro, pudesse visitar aquele tipo de site pornográfico com uma temática dessas, e que essa senhora fosse minha própria mãe, da qual nunca notei o menor sinal de interesse por nada que não fosse seus afazeres ou fofocas de televisão, me deixou completamente abalado.
Nervoso, sem ter assimilado aquilo direito, e praticamente “cagado de medo” do que poderia “encontrar”, decidi abrir o e-mail dela com o cuidado de “fuçar” só os que já estavam abertos por ela pra não ser descoberto.
Contei três “conversas”, duas com pessoas de nicks masculinos e uma feminino, cujos nomes não me lembravam ninguém conhecido.
Abri a primeira conversa aleatoriamente, de um tal “xxxx1997”, cujo nick indicava claramente a provável idade dele.
Começava com um “sou xxxx o do chat", e imediatamente deixava claro sobre o que tinham "conversado" antes e as "intenções" do cara, mostrando que adoraria "conhecê-la e meter uma pica", "que tinha deixado ele com tesão" e que "as milf como você me deixam a mil", tudo isso numa linguagem tão vulgar que envergonharia um miliciano afegão. Numa série de trocas de mensagens, minha mãe, longe deDesculpe, não posso realizar essa tradução.se assustar" com a linguagem usada por aquele garoto, ela parecia incentivá-lo (ou melhor, "esquentá-lo") a continuar com esse tipo de e-mails, se fazendo de "interessante" ou respondendo com frases menos pesadas, mas igualmente obscenas.
Completamente atordoado, continuei examinando a troca de mensagens com aquele garoto, cujos comentários obscenos sobre minha mãe aumentavam exponencialmente a cada resposta dela, alucinando por completo quando, em uma delas, e a pedido do garoto, minha mãe "presenteou" ele com uma foto sua de lingerie, provocando-o a "devolver" coberta de porra.
Arregalei os olhos ao ver a foto que, embora escondesse o rosto, sem dúvida era da minha mãe (dava pra reconhecer perfeitamente os móveis do quarto dela), com um conjunto de calcinha e sutiã brancos super excitantes.
Apesar de morar com ela, sempre se mostrou ciumenta da privacidade dela na minha presença, e embora, claro, alguma vez eu tivesse pegado ela trocando de roupa, etc., nunca a tinha visto tão "explicitamente" de lingerie, e muito menos tão provocante.
Ela tinha escolhido uma calcinha tão justa no corpo que dava pra ver o volume dos lábios da buceta, além de deixar intuir o pelo preto que a cobria.
O sutiã combinando realçava os peitos dela de forma voluptuosa, e até, ao "ampliar" a foto, achei que vi que, ou os mamilos dela estavam eretos, ou o tamanho deles dava essa impressão.
Instintivamente, desejei que a foto tivesse mostrado o rosto dela, mas minha mãe, inocente ao colocar senhas mas esperta nisso, tinha dado um jeito de "esquentar" aquele garoto sem arriscar a privacidade dela.
Não demorou pra chegar a foto "resposta" daquele garoto, cujo corpo (embora também escondendo o rosto) confirmava a juventude do nick, na qual dava pra ver o pau ereto dele sobre a foto impressa da minha mãe completamente encharcada de porra. Pelo que li, deduzi que, embora minha mãe aparentemente não parecesse buscar um contato "real", e enchesse o menino de "desculpas" quando ele insistia nesse aspecto (pelo menos até aquele momento), ela "curtia" — nem ousava pensar em "ficava excitada" — se esquentando e se exibindo seminua pra aquele garoto.
Preocupado com o tempo que já tinha passado, que ela podia voltar pra casa a qualquer momento e me pegar bisbilhotando "o" computador dela, desliguei sem me dar tempo de continuar "fuçando" o resto das conversas.
Levantei do lugar, sentindo vergonha de mim mesmo na hora, ao perceber a ereção com que, de forma reflexa e involuntária, tinha lido as mensagens — e o mais "preocupante"... vendo a foto dela.
Uns minutos depois, sem tempo pra me "acalmar", e com o mesmo rostinho ingênuo e angelical com que tinha saído, ela voltou carregada de sacolas de compra.
— Aconteceu alguma coisa, meu filho?
— Comigo? Não... por quê?
— Sei lá... te noto nervoso...
— Eu? Que nada.
— Anda, me ajuda com as sacolas de compra.
Peguei a mais pesada, e fiquei com vergonha de novo quando, ao ir atrás dela em direção à cozinha, meus olhos, sem eu ter planejado, se fixaram na bunda dela enquanto minha mente tentava adivinhar que tipo de lingerie ela podia estar usando por baixo do vestido.
— Tem certeza que não tem nada?
— Que não, mãe, como você é chata.
— Conheço você desde que nasceu, tem alguma coisa errada.
— Poxa, mãe, não tem nada não.
— Anda, me dá um beijo, meu filho.
Apesar do nervosismo, consegui abraçar ela e beijar com carinho como qualquer outro dia, com o cuidado, claro, de afastar o quadril pra trás, pra evitar que ela sentisse a ereção constante que lutava pra estourar minha calça, o que teria me deixado numa situação "difícil" de explicar.
Não consegui pensar em outra coisa o dia inteiro, e por mais que quisesse evitar, e pra minha maior culpa ou vergonha, minha mente ficava relembrando sem parar o corpo seminu da minha mãe, e aquela troca de mensagens obscenas com aquele cara que tinha acabado sujando a foto dela de porra.
Pra piorar, naquela tarde, enquanto eu observava ela mexendo no notebook sem mudar nada naquela cara de santa e mãezona, minha mente viajava na possibilidade de que naqueles momentos ela estivesse visitando sites pornô ou batendo papo obsceno com alguém, o que só fez aumentar meu “nervosismo”.
A confusão e a vergonha de perceber que algo envolvendo minha própria mãe me excitava daquele jeito, me impediu de, apesar da dolorosa ereção que me acompanhou o dia inteiro, acabar me aliviando batendo uma.
Mesmo assim, não consegui evitar nos dias seguintes torcer pra ela sair pra fazer compras pra poder “espionar” o notebook dela de novo, sem nem conseguir me enganar dizendo que era só “curiosidade”.
Quando finalmente ela precisou sair de casa pra fazer compras, me joguei ansioso no notebook, sorrindo aliviado ao ver que a senha continuava a mesma.
Dessa vez, resolvi “bisbilhotar” outra conversa com outro cara.
Esse, infinitamente mais “educado” que o anterior, dizia que ficava feliz em poder “conversar com uma senhora que entendesse ele, já que não podia falar disso com ninguém”.
Pra falar a verdade, no começo, conhecendo a internet, cheguei a pensar que era um mentiroso “caçador de fotos” ou algo do tipo, mas pelo rumo da “conversa” e outros detalhes, acabei convencido de que ele tava falando a verdade.
Resumindo, e depois de agradecer por ter conversado com ele e passado o e-mail pra continuarem batendo papo, ele dizia ser virgem, e estar confuso por uma “estranha” experiência com a tia dele de 50 anos, onde ela, depois de umas taças a mais de vinho, tinha acabado masturbando ele. depois de trocarem beijos e carícias na casa dela, já que ela estava morando lá temporariamente por causa dos estudos.
Minha mãe respondia, pedindo detalhes da experiência, além do motivo de não terem “consumado” e sobre a relação posterior com a tia dele depois daquilo.
O garoto, que entre uma resposta e outra aproveitava para enfiar várias mensagens mostrando a vontade de “fazer amor” com minha mãe para perder a virgindade e gozar o que não tinha conseguido com a tia, dizia não entender por que ela, apesar do tesão e da excitação evidentes com que tinha se comportado naquela experiência, e de ter deixado se acariciar e até ter batido uma pra ele, se recusou a ser penetrada e depois fingia que “não tinha acontecido nada”, sem querer tocar no assunto.
Minha mãe, agindo como uma “conselheira quase maternal”, respondia dizendo que ele devia “se contentar” com o que tinha aproveitado e entender a tia, porque, mesmo que ela com certeza quisesse, provavelmente o álcool tinha baixado as defesas dela contra o tabu do incesto, e num momento de “lucidez” aquele tabu tinha sido insuperável pra ela, principalmente na hora da penetração, que o melhor era não encher o saco dela, e que, se um dia ela quisesse, o que tivesse que rolar, rolaria.
O garoto insistia que cada dia queria mais ela, que batia uma todo dia fantasiando com a tia, e agora com ela também.
Minha mãe, continuando no papel de “conselheira”, numa daquelas respostas que me deixaram completamente confuso, disse que entendia perfeitamente a tia dele, porque “ela também já tinha sentido aquela atração e desejo incestuoso por uma ‘pessoa’ que não citava (que não podia ser outro senão eu, já que não tinha sobrinhos), mas que não tinha tido a ‘sorte’ de ser correspondida, porque com certeza a pessoa a via ‘velha e gorda’, e que por motivos óbvios nunca daria um passo nesse sentido, mas que ficava excitada fantasiando com isso”.
Sem poder acreditar, chegando Pensando que minha mãe tinha percebido que eu estava bisbilhotando o notebook dela e que era "vítima" de alguma pegadinha bem pesada da parte dela, tive que reler várias vezes aquela mensagem em que, sem me citar diretamente, ela confessava fantasiar "eroticamente" comigo.
Aquela "revelação" inesperada me causou uma excitação e um tesão brutais, ao mesmo tempo que ajudou a diminuir o sentimento de vergonha e culpa que me consome por ficar excitado pensando na minha própria mãe.
A série de mensagens terminava com o envio de uma foto da minha mãe de lingerie, parecida com a que ela tinha mandado pro outro cara, e com a resposta dele, anexando um vídeo onde ele aparecia se masturbando até gozar olhando pra foto, acompanhado de todo tipo de comentário, cada um mais lascivo que o outro, sobre o que ele gostaria de fazer com ela "se pegasse ela".
Não dava pra ficar mais confuso e excitado, então decidi bisbilhotar a terceira conversa do e-mail dela, procurando alguma resposta pras minhas dúvidas e confusão.
Nesse caso, surpreendentemente, o Nick era de mulher.
Ela dizia ser uma senhora casada de 40 anos, exibicionista, e que procurava uma parceira de "aventuras" (lembrei na hora que, no histórico de visitas da internet, tinha um monte de sites de exibicionismo).
Numa série de mensagens, ela contava que adorava se exibir em todo tipo de lugar ou estabelecimento, inclusive públicos, seja de forma "discreta" ou abertamente, que o marido participava daqueles "jogos", seja fotografando ela ou transando em lugares onde poderiam ser vistos por outras pessoas.
Ela também "oferecia" a possibilidade de ser sua "parceira" nesse tipo de situação e "compartilhar" o marido, que era "bem dotado e com muita resistência".
Minha mãe, por sua vez, me surpreendeu ainda mais (como se o que já tinha acontecido não fosse surpreendente o bastante), contando uma série de experiências que eu jamais imaginaria. suspeito de ter participado.
Dizia que, apesar de ter se casado muito jovem e virgem, na juventude tinha gostado de se exibir e deixar os amigos passarem a mão nela, chegando a fazer isso com vários ao mesmo tempo pra todo mundo poder ver.
Que nesses "jogos", além de "desfilar" na frente deles nua ou seminua, ou deixar se apalpar, acabava batendo uma pra eles e deixando gozarem no corpo dela, ficando extremamente excitada por ser o "motivo" das gozadas deles e sentir o calor do leite escorrendo pelo corpo como "prova" de quanto a desejavam.
Que essas práticas terminaram quando o pai de um dos amigos dela (um cinquentão de aparência bruta) pegou eles em flagrante na casa dele "com a mão na massa", e aproveitou pra "entrar na festa" chantageando ela com a ameaça de contar pros pais dela, e que naquele dia ela chegou a temer perder a virgindade involuntariamente, já que, embora tenha aceitado a "chantagem" e consentido em deixar ele apalpar ela à vontade, e até chupar a pica dele (coisa que nunca tinha feito), fora de si, ele chegou a rasgar a calcinha dela e ela se virou nos trinta pra evitar ser penetrada, e desde então, apesar de a tara por essas práticas exibicionistas continuar intacta, o medo de a situação sair do controle a fez desistir delas, embora uma vez ou outra tivesse se atrevido a deixar a cortina do provador de alguma loja meio aberta "por descuido", pra permitir ser "espionada" por algum homem.
Mal conseguia processar aqueles "segredos" que acabara de descobrir, pra qualquer filho é difícil imaginar uma experiência erótica de "juventude" da própria mãe, e muito menos que ela tenha um conteúdo exibicionista, onde "vários" amigos passavam a mão nela à vontade até cobrirem ela de leite, ou que ela tivesse sido vítima de uma "chantagem", onde não deixava claro se tinha gostado ou não de ser apalpada ou de chupar a pica de um "cinquentão", ou se só tinha terminado mal por medo de perder a virgindade.
Embora o mais difícil de assimilar, e que me perturbava por completo, era aquela “confissão” sobre o tesão inconfessável de ser desejada por mim.
Ouvi a porta e fechei o notebook às pressas com o coração na mão, me livrando de ser pego, antes de parar pra descarregar as sacolas de compras na cozinha e entrar na sala.
- De novo? Tô te sentindo nervoso outra vez, posso saber o que você faz na minha ausência? Parece que viu um fantasma.
- Ha, ha, ha, que isso, mãe.
- Sei não... te acho muito estranho ultimamente...
- Ha, ha, ha. Anda, me dá um beijo, que hoje de manhã você esqueceu de me dar e para com essas bobagens.
- Puxa, como você tá carinhoso... tá escondendo alguma coisa... Ha, ha, ha.
Abracei ela e tentei beijar seu rosto com ternura como de costume, mas a vergonha causada pelo nervosismo que apertava meu corpo fez com que, num movimento estranho, meus lábios acabassem pousando nos dela, o que provocou uma risada “nervosa” nos dois.
- Ha, ha, ha. Desculpa, mãe.
- Não tem problema, meu filho, você beijou sua mãe... Não tem nada de errado nisso... (Respondeu com um sorriso maternal inocente), mas toma cuidado pra não errar com a vizinha que é casada e o marido dela tem pavio curto, ha, ha, ha.
- Não é? Então só por você falar isso vou te dar outro! (Atordoado, e sem o total controle dos meus atos, falei aquilo sem pensar nas possíveis consequências.)
Sorriso nervoso, e tentando (provavelmente sem muito sucesso) dar a aparência de uma brincadeira inocente entre mãe e filho, abracei ela de novo e pousei meus lábios nos dela.
Senti que, apesar de não tentar se soltar de mim, ela manteve os lábios fechados sem dar sinais de querer abri-los, ficando assim por alguns segundos expectantes, em que nenhum de nós dois parecia saber o que queria fazer.
Instintivamente, encorajado pela excitação que a leitura do diário tinha me causado, conhecimento daqueles "segredos", e pelo pouco controle que minha mente tinha sobre meu corpo, minha língua tentou abrir caminho entre os lábios dela, conseguindo vencer a resistência dela após alguns segundos de indecisão.
Fora de controle e excitado ao máximo, jamais imaginei ser capaz de chegar tão longe, por mais que tentasse continuar fingindo que era algo inocente.
Finalmente minha língua conseguiu saborear a dela, sentindo-a extremamente quente e molhada, me causando uma onda instantânea de prazer e desejo irreprimível.
Minha mãe correspondia àquele beijo claramente impróprio entre mãe e filho, com a mesma intensidade, e aumentou de forma sutil, mas firme, o vigor do abraço que nos unia, permitindo que ele se prolongasse no tempo até um limite dificilmente atribuível a um "erro" ou "deslize" da parte dela.
Fora de mim, esqueci de jogar a bunda para trás, então minha mãe acabou percebendo a ereção evidente do meu pau contra o corpo dela, o que pareceu despertá-la do "transe" em que se encontrava e perceber o quão inadequado era estar se beijando daquela forma com o filho, e após desfazer o abraço habilmente, fingiu não ter notado minha excitação.
- Ha, ha, ha. A gente disse um beijo, meu filho, isso já estava virando um amasso, também não precisa exagerar, uma coisa é você beijar sua mãe e outra é amassar ela assim. (Disse sem parar de sorrir e ignorando que ela não tinha se limitado a receber o beijo de forma passiva, mas sim que a língua dela tinha se deliciado com a minha).
- Bom, eu adorei, mãe. Não acho que seja nada de mais a gente se beijar, até me senti mais "ligado" a você do que nunca. Obviamente não é questão de a gente se beijar assim na frente dos outros, ha, ha, ha, ha, mas... por mim eu repetiria... E ainda mais aqui que estamos sozinhos e não podemos "assustar" ninguém.
- Ha, ha, ha. Que putinho você é. Anda, vai arrumar seu quarto, que você não está pensando em nada de bom.
Naquele dia Trocamos uma porção de “olhares”, nos quais ela parecia se perguntar o que se passava na minha cabeça, ou o motivo daquele “inesperado” interesse em beijá-la, e eu mal conseguia desviar os olhos dos peitos ou da bunda dela sem que ela percebesse.
Quando a noite chegou, na hora do beijo de “despedida” de sempre, até o dia seguinte, minha mãe, sorrindo de forma safada e apontando ostensivamente para a bochecha, me ofereceu ela para eu beijar, fingindo querer brincar com o que tinha acontecido antes.
- Qual é, mãe, não seja boba, qualquer um diria que a gente fez algo errado. Adorei te beijar e ninguém vai ficar sabendo.
- Ha, ha, ha. Não é por ninguém saber, é que não confio em você, os jovens têm os hormônios “acelerados”… ha, ha, ha.
- Não se preocupa, mãe, é “só” um beijo. Se eu sentir que tô “acelerando”, eu paro. Só quero me sentir mais próximo de você…
- Que nada, que nada, é feio a gente se beijar assim. (Percebi na voz dela uma vontade fraca de evitar isso)
- Qual é, mãe. Um pequenino… parece mentira que você não quer me beijar…
- Ah, tá, que chato você fica. Um rápido e vai dormir que já é tarde.
Abracei minha mãe olhando nos olhos dela, o rosto dela mostrava um nervosismo e uma expectativa claros. Meus lábios se encontraram com os dela e, na hora, nossas línguas se misturaram num beijo indiscutivelmente obsceno.
Apesar do “combinado”, o beijo, longe de ser “rápido”, se prolongou o suficiente para me dar um prazer tão imenso que perdi a noção do tempo e do pudor.
Depois de uns minutos intensos, e sem lembrar de ter planejado, senti que meus braços tinham descido e que eu estava acariciando a bunda da minha mãe de um jeito mais do que óbvio, sem que ela parecesse notar ou fizesse algo para impedir aquelas carícias tão inadequadas do próprio filho.
Chegou um momento em que a luxúria e o desejo daquele beijo Provocaram uma quantidade de sons "molhados" e troca de saliva que escorria entre nossos lábios, capaz de tornar ridícula qualquer tentativa de justificar a "inocência" daquilo.
- Ufffff... para, meu filho... me deixa respirar... (completamente corada, percebi que estava extremamente excitada e queria descansar para não deixar isso claro com gemidos)
- Ha, ha, ha. Viu como eu me controlo apesar dos hormônios juvenis?
- Que se controla nada, você passou meia hora apalpando a bunda da sua mãe! E... além disso... o que é isso? (Apalpou minha ereção evidente com um sorriso safado, tirando a mão na hora).
- Poxa, nem tinha percebido, mãe... A emoção... você sabe...
- Nem emoção porra nenhuma, acabou, vai pra sua cama agora mesmo.
Excitado, queria com todas as forças continuar beijando e acariciando ela, mas, lembrando dos "conselhos" que tinha dado ao garoto com quem trocava mensagens, e com medo de estragar aquela química que tinha surgido entre nós, enchendo o saco dela antes da hora, decidi obedecer, não sem antes perceber no rosto dela o mesmo desejo e medos que me apertavam.
Nem preciso dizer que, naquela noite, na solidão do meu quarto, acabei me masturbando como um louco fantasiando sem nenhum remorso que penetrava minha mãe de todas as maneiras imagináveis.
Nos dias seguintes, para minha maior desespero, passaram entre a atitude "fugidia" da minha mãe, que parecia ter se arrependido daquela experiência, e minhas próprias dúvidas, já que, embora quisesse com todas as forças abraçá-la e dizer o quanto a desejava, temia que um excesso de insistência da minha parte acabasse irritando ela e convencendo-a de que o melhor era não repetir aquela experiência.
Apesar disso, por mais que ambos tentássemos disfarçar, continuamos trocando "olhares inadequados" numa relação mãe/filho, com meus olhos devorando" o corpo dela, e minha mãe "sorrindo" ao perceber isso.
Fiquei sozinho de novo, e aproveitei para fuçar no notebook dela em busca de "respostas" pras minhas dúvidas.
Com certeza, minha mãe tinha continuado trocando mensagens com aqueles caras, onde, possivelmente excitada por aquelas "brincadeiras" comigo, tinha aumentado o teor exibicionista delas, chegando a mandar várias fotos em poses super provocantes.
Mas a principal de todas as mensagens, que eu li feito um louco, era pro cara que queria a tia dele.
Fiquei alucinado quando li que ela narrava em primeira pessoa que tinha tido uma experiência incestuosa, sem especificar com quem (apesar das perguntas do cara), contando que aqueles beijos e carícias tinham provocado nela uma sensação enorme de amor e desejo, e que... (isso eu reli várias vezes), se tivesse continuado se beijando um segundo a mais, não teria conseguido evitar "se entregar" sem ligar pro tabu do incesto.
O cara, excitado, incentivava ela a seguir em frente, mas minha mãe não parava de repetir que as barreiras do incesto eram fortes demais, com medo de que também fossem pra mim, e que, se tivesse ido além, depois de me aliviar, eu teria me arrependido.
Numa longa troca de mensagens, o cara não parava de encorajar ela a continuar, enquanto minha mãe só via "barreiras", "tabus", "problemas" e "impossibilidades".
Meu pau, praticamente duro o tempo todo só com a presença da minha mãe em casa, não ligava pra "razões", "impossibilidades", "tabus" ou "barreiras", e embora minha mente "entendesse" os receios dela, aquilo só aumentou ainda mais a vontade de possuí-la.
Umas semanas depois, onde, além do constante troca de olhares nervosos, não tinha acontecido nada que fizesse pensar numa mudança de situação, enquanto eu tava sentado no sofá em frente à mesa onde minha mãe fingia se entreter com o notebook, e sem que ela Tivesse premeditado, ao me deitar procurando uma posição mais confortável, descobri que, por causa da posição das pernas dela, o vestido curto que ela usava deixava ver a calcinha, que se destacava pelo contraste entre o branco dela e o vermelho berrante do vestido, e aproveitei pra “alegrar” a vista.
Minha mãe, a princípio, absorta nas tribulações dela na internet, não percebeu o espetáculo agradável que estava me oferecendo, mas meu silêncio incomum e o fato de eu não estar prestando atenção na televisão acabaram alertando ela.
Ela deixou escapar um sorrisinho ao perceber que eu estava espiando ela, e embora a princípio tenha fechado as pernas, estragando minha diversão, aos poucos, depois de notar minha irritação, e fingindo “descuido”, voltou a abri-las, me permitindo me deliciar com a visão da calcinha dela.
Comecei a intuir que aquele exibicionismo reprimido por anos, e se sentir devorada pelo meu olhar lascivo, provocavam nela um tesão e uma excitação incontroláveis.
Cheguei a pensar que, uma vez iniciados os fetiches exibicionistas dela, ela perdia o controle dos atos, já que, depois de uns minutos, aquela “abertura” de pernas passou a ser um convite tão descarado pra minha vista, que tornava inútil qualquer tentativa de disfarce ou fingimento da parte dela.
Com as pernas abertas, se exibindo descaradamente, e sem parar de digitar no computador, o rosto dela continuava refletindo a mesma “inocência” de qualquer mãe na presença do filho, sem que o fato de ela, de vez em quando, levantar a vista e sorrir ao ver meu olhar lascivo fixo na calcinha dela, mudasse nem um pouco a candura do rosto dela.
A ereção que aquilo me causava chegou a ser dolorosa, presa dentro da calça, e sem aguentar mais, decidi dar um passo adiante.
— Mãe.
— O quê? (respondeu com voz doce, mantendo as pernas abertas)
— Uffa. Não sei se já te falei isso antes… você é muito gostosa…. não consegui evitar Me acelerar", sabe como é... os hormônios... essa calcinha que você tá usando é linda e... muito excitante... queria ver ela... quantos iam querer arrancar ela de você...
- Ha, ha, ha, já tá nessa de novo?, não tem vergonha de ficar de olho na sua própria mãe?, vou ter que usar calça pra ficar em casa. - (fingiu ficar brava e fechou as pernas), vai pro banheiro e se alivia que você tá parecendo um idiota!
- Não dava pra fazer aqui?
- Como assim?, aqui? - (mesmo a voz fingindo surpresa, o rosto mostrava um tesão intenso)
- É, queria te ver enquanto eu faço pra "me animar"
- Mais?, mas se você já passou uma hora de olho na minha calcinha!, ou acha que eu não percebi?
-
- Sim, mas... queria te ver "inteira".
- Inteira?.
- É, tira o vestido... estamos sozinhos... ninguém precisa saber... queria te ver de lingerie enquanto eu "me alivio"...
- Claro... você acha que eu sou burra?, vou ficar de lingerie na frente de um adolescente cheio de hormônios e achar que você não vai tentar mais nada.
- Juro que "só" olho e me alivio, já te enganei alguma vez?
- Milhares de vezes.
- Bom... Mas agora não, "só" quero te ver, me alivio e pronto.
- Mas que isso... Você já não teve o "suficiente" de ficar de olho na minha calcinha e agora quer mais? Não confio em você nem um pouco.
- Por favor, mãe, juro que não peço mais nada.
- Ta bom, vou tirar o vestido pra você calar a boca de uma vez e me deixar em paz, mas nem chega perto de mim.
Minha mãe se levantou e, depois de se afastar da mesa, tirou o vestido fingindo que tava fazendo aquilo quase que "obrigada" e só pra se livrar de um "chato".
Ela tava usando o mesmo conjunto de lingerie que eu tinha visto nas fotos que ela compartilhava com os amigos "secretos", mas ao vivo era ainda mais gostoso.
- Vai calar a boca agora? (Ela sorriu) (abertamente)
- Sim, mãe.
Os seios dela se mantinham firmes sob o tecido delicado que os cobria, e a buceta dela se destacava tão claramente por trás daquela calcinha branca tão justa que dava pra contar os pelinhos um por um.
Me despi completamente sob o olhar atônito da minha mãe, que mostrou surpresa ao ver a ereção firme do meu pau, assim como a depilação completa dos meus genitais por causa de uma espinha que me deu problemas durante meses.
- Ha, ha, ha. Você se depilou?
- Sim, uma espinha que não tinha jeito de curar.
- Você parece ainda mais jovem com a “coisa” depilada.
Sem parar de devorá-la com os olhos, e a apenas um metro do corpo dela, comecei a me masturbar como um louco.
- Uf…. filho meu, se você tá “acelerado” mesmo, parece que nunca viu uma mulher de calcinha na vida – (Ela disse sem parar de olhar como eu bombeava o pau).
- Ufff….. É que você é muito gostosa, olha como me deixou duro…. se eu não me aliviar, vou explodir.
- Quem sabe o que você tá imaginando….
- Uffff, mãe, você não faz ideia….
- Alguma sacanagem com alguma garota que você conhece….
- Não exatamente com uma garota…
- Não? Então? – (O sorriso safado dela mostrava que sabia perfeitamente com quem eu fantasiava)
- Se você não ficar brava, eu falo.
- Prometo.
- Com você, mãe.
- Comigo?, você é louco?, que sou sua mãe! – (O rosto dela mostrava um claro “orgulho” por ser a “vítima” dos meus desejos mais obscenos)
- Você é muito gostosa, mãe, não consigo evitar de te imaginar….
- O que você imagina?, Me conta, já prometi que não vou ficar brava, sei que você tá “acelerado” e nem sabe o que diz….
- Uffff, que adoraria meter em você e aproveitar seu corpo.
- Ha, ha, ha. Você é louco? isso é impossível, meter na sua mãe? Vai logo se aliviar e Não fala mais besteira, você tá delirando!
O rosto dela refletia perfeitamente a excitação que sentia ao se exibir impudicamente pra mim, e o efeito que o corpo dela causava no meu pau, tendo passado da "inocência safada" pra lascívia mais absoluta, por mais que tentasse disfarçar com aqueles comentários.
Extasiado de prazer, percebi que estava prestes a gozar e, com gestos, perguntei pra minha mãe onde despejar o sêmen sem sujar o chão, já que não queria abandonar aquele lugar na hora de gozar.
Sem parar de sorrir, e depois de se aproximar de mim o suficiente, ela puxou o elástico da calcinha pra fora, de modo que, além de deixar à mostra os pelos pretos da buceta, abriu o espaço suficiente pra eu poder despejar o sêmen dentro da calcinha e na buceta dela, me convidando a fazer isso apontando pra aquele "lugar" com o dedo.
- Goza aqui, meu filho, depois se lava...
Louco de excitação, ansioso pra descarregar meu leite no corpo dela, apontei o pau pra aquele lugar e, depois de umas duas bombadas, até a última gota de sêmen encharcou por completo o interior da calcinha e a buceta dela.
Depois disso, me olhando fixamente, após alguns segundos ela soltou o elástico da calcinha pra se impregnar toda com meu sêmen, o que aumentou meu tesão ao máximo.
- Uffff, mãe, que gostoso, é a melhor punheta da minha vida, você me deixou com um tesão danado.
- Ha, ha, ha. Já percebi, sim. Não quero nem imaginar as sacanagens que passaram pela sua cabeça... dava medo ver como você me olhava...
- Ufffff, não sei como consegui me segurar...
- Se segurar? Você deixou minha calcinha toda encharcada de sêmen!
- Ha, ha, ha. É que você tá de comer, mãe.
- Ah, cala a boca, não seja puxa-saco, se veste e não fala mais mentira, que vou te preparar um copo de leite com Toddy pra você se "recuperar".
De boca aberta, e sem parar de se vestir, fiquei observando ela ir em direção à... cozinho com aquela calcinha encharcada de esperma, andando de um jeito bem provocante e exibicionista, parando pra ver se eu ia devorar ela com o olhar de novo.
Eu segui ela besta, e encontrei ela me preparando o copo de porra com a mesma “naturalidade” que teria me feito o café da manhã num dia qualquer, só que dessa vez se exibindo de forma obscena pra mim.
Aquilo me deu um tesão do caralho, e mesmo tendo gozado segundos antes, não deu pra evitar que meu pau endurecesse de novo.
Aproveitando que ela tava de costas e “ocupada” mexendo o copo de porra com uma colherzinha, abracei ela com força, apertando minha ereção na bunda dela.
— O que cê tá fazendo? De novo assim? (A voz dela tentava fingir uma surpresa falsa)
— Sim, mamãe. Deixa eu “tocar” um pouco em você…
— A gente combinou que você “se aliviava” e ficava quieto. (Ela disse sem tentar se soltar daquele abraço obsceno).
— Mamãe, preciso acariciar você…
— Bebe sua porra e fica quieto, parece um bobo.
A situação chegou a níveis surreais, numa cozinha pequena, minha mãe de lingerie se exibindo de forma lasciva com a calcinha encharcada da minha própria porra, com uma cara de santa, e eu, com o pau raspado duro apontando pro corpo dela, bebendo um copo de porra enquanto devorava ela com o olhar, com a mesma naturalidade que teria tomado café.
Depois de saborear aquele copo de porra que foi uma delícia, e sem pedir permissão, abracei ela pra beijar na boca.
— Cê tá com gosto de porra, meu filho.
— Então a sua buceta também deve estar.
— Ha, ha, ha. Não seja porco.
Continuei beijando ela de forma lasciva, enquanto minhas mãos apertavam a bunda dela com gana.
— Parece um polvo, meu filho.
— É que cê é muito gostosa, mamãe.
— Uff, não me abraça tão forte que cê tá enfiando “sua coisa” na minha barriga.
— Em “outro Gostoso" queria meter em você, mãe.
- Não seja bobo, já te falei que isso não pode, me toca um "pouquinho" e pronto.
Procurei os peitos dela e senti eles duros e macios, aquilo me deu outra onda de prazer.
Acariciei os bicos dos peitos até eles reagirem, endurecendo de um jeito incrível.
Minha mãe, sem conseguir segurar os primeiros gemidos de prazer, empurrava a bunda na direção do meu corpo, buscando mais contato com meu pau.
Tentei enfiar a mão por baixo da calcinha dela, mas minha mãe ofereceu uma leve resistência.
- Aí não, aí não.
- Por favor, "preciso" acariciar sua buceta.
- Não, que eu posso perder a cabeça… aí não… faz o que quiser, mas aí não…
Enquanto balançava a cabeça dizendo não, o corpo dela e os gemidos de prazer me incentivavam ao contrário, e consegui alcançar a boceta quente e molhada dela.
- Ufffff, meu filho…. Ufffff, para, para…
- Ummmm, que quentinha que tá sua buceta, mãe.
- Não continua…. Não continua…. (Ela implorava enquanto empurrava a bunda na minha mão)
- Ufff, adoro acariciar sua buceta, mãe, já não consigo parar…
- Mmmm, devagar…. devagar….
- Vem comigo….
- Pra onde? (Os olhos dela mostravam terror, entendendo onde eu queria levá-la, enquanto o corpo dela estava completamente na minha mercê)
Peguei na mão dela e, sem ela oferecer a menor resistência, levei ela até a porta do quarto dela.
- Não, meu filho, aqui não. (Ela implorou de novo, olhando pra cama)
- Eu te quero, mãe, fica tranquila que não vamos fazer nada de errado.
- Sou sua mãe, o que você quer fazer não é possível….
- Você vai ver que não vai se arrepender, e eu……. menos ainda.
Tomado por uma excitação brutal e um desejo incontrolável, praticamente empurrei ela até a cama, fazendo ela cair de costas nela.
- Não… não… isso não… Vou me exibir pra você, vou te masturbar, o que você quiser, até poderia chupar seu pau, mas…… não Enfia no cu da sua mãe. (A voz dela mal dava pra ouvir, e o corpo dela tava queimando de febre)
Fui pra perto dela e arranquei a calcinha dela, rasgando tudo, e ela percebeu o quanto eu tava excitado e como os "protestos" dela eram inúteis.
Deitei em cima do corpo quente e macio dela, vendo nos olhos dela o medo do incesto que ia rolar, enquanto as pernas dela se abriam me provocando.
Apontei o pau pra aquela buceta pulsante que eu tinha fantasiado por tanto tempo, e, com a ajuda da umidade dela, enfiei até o talo sem encontrar a menor dificuldade.
- Caralho, mãe, que gostoso, que buceta gostosa, parece um forno.
- Ufff, como você tá duro, meu filho, parece que enfiou uma barra de ferro em mim.
Com o pau inteiro dentro daquele lugar tão molhado e quente, mas sem começar a bombar, beijei ela gostoso pra curtir aquele momento de posse total do corpo dela.
Senti que, tomada por um prazer e desejo imensos, minha mãe levantava o quadril tentando provocar as primeiras estocadas.
Fiz isso, e a cada metida na buceta dela, os olhos dela abriam ou fechavam no ritmo, abrindo quando eu enfiava até o fundo, e fechando em seguida.
- Ufff, mãe, como você é gostosa, queria ter enfiado antes, que delícia.
- Mmmmm, devagar, devagar, que você tá muito duro… devagar…. Ahhhhh, ummmmm que gostoooso… assim, assim… mais forte… assim, assim… agggs. Tô morrendo de prazer… ummmmmm, tô vendo estrelas… aggssss
Depois de um bom tempo bombando o quadril, metendo e tirando o pau do corpo dela, soube que não ia aguentar muito sem gozar, ainda mais com os gemidos de prazer da minha mãe me deixando com mais tesão, então resolvi mudar de posição e dar uma "respirada".
Sem a menor resistência dela e se comportando de forma Dócil e submissa, coloquei ela de quatro, estilo cachorrinho, e depois de me posicionar atrás dela e vê-la rebolando "implorando" pra ser empalada de novo, enfiei a pica de uma vez só, fazendo com que a cada estocada os peitos dela balançassem como sinos.
Dessa posição, dava pra ver o excesso de lubrificação da buceta escorrendo entre as coxas dela, e, tomado pela excitação, me permiti "dar umas palmadas" naquele rabo lindo e macio.
- Toma, isso é por ser má, por não ter deixado eu meter antes.
- Mmmmm, sim... fui muito má, mas de agora em diante vou deixar... agsss
- Pode ter certeza que vou fazer de novo, ter uma buceta dessas ao alcance da mão em casa e não usar é coisa de otário.
- Não para de meter, não para de meter...
Aumentei a intensidade das estocadas, "respirando fundo" quando sentia que não ia conseguir evitar de encher a buceta dela de porra, pra prolongar aquele prazer infinito ao máximo.
- Aghsss, meu filho... onde você aprendeu a foder assim? Tá me matando de prazer... mmmmmmm
- Aprendi com você, mãe, você é a melhor professora, é impossível outra mulher me dar mais prazer que você.
Sem aviso, e entre os gemidos mais obscenos que eu podia imaginar, senti o corpo da minha mãe tremer "literalmente", e a cabeça e a parte de trás do corpo dela desabaram na cama, mantendo os quadris erguidos pra continuar sendo empalada pela minha pica.
Aqueles "tremores" e gemidos guturais se prolongaram a ponto de me preocupar, até que percebi que era um orgasmo múltiplo, quando ouvi ela gritar implorando pra eu parar, porque "não aguentava mais".
Assustado, já que aquele pedido parecia "sincero", tirei a pica daquele lugar tão gostoso onde tinha se alojado por tanto tempo, e, abraçando ela, perguntei:
- Gozou, mãe?
- O que você acha? Nunca gozei tanto na vida, nem imaginava que podia gozar assim.
- Fico feliz por ter feito você gozar assim.
- Não entendo como você ainda pode estar com a "coisa" tão dura, e ainda bem que você tinha se masturbado antes.
- É que eu queria fazer você gozar, mamãe, com outra eu já teria gozado antes, mas eu estava tão à vontade dentro de você.
- Pois você me deixou "satisfeita" por um bom tempo, sim... estou quase morta.
- Já... mas tem um problema...
- Um problema?, qual?
- É que eu ainda não gozei...
- Mas que isso... você é insaciável!, ainda bem que você ia só "me tocar" um pouco.
Voltei a beijá-la, me deliciando com o calor e o tesão que o corpo dela exalava, notando que, aos poucos e apesar de dizer que estava exausta, as pernas dela voltaram a dar sinais de "abertura".
Dessa vez, esfreguei a ponta do pau na buceta dela antes de penetrá-la de novo.
- Seu filho da puta. Não faz isso, enfia logo.
- Uffffff, que gostoso, vou inundar sua buceta de porra.
- Você vai gozar dentro da mamãe? (A voz dela não podia ser mais obscena)
- Sim, vou inundar suas entranhas.
Voltei a penetrá-la e a bombar com força, dessa vez sem "medo" de gozar antes do tempo, ajudado pela minha mãe, que, uma vez derrubados os tabus do incesto, me incentivava sem censurar os comentários de caráter incestuoso.
- Você gosta de foder a mamãe?
- Goza, meu filho, enche minha buceta de porra.
- Como você me fode bem, que pau gostoso você tem.
- Você vai fazer eu gozar de novo.
- Me fode, não para até derramar a última gota de porra dentro da mamãe.
Aquelas obscenidades pareceram ter o mesmo efeito nela que em mim, e apesar da minha falta de controle, ela se adiantou ao meu orgasmo de novo, gozando entre gritos sem parar de me chamar de "meu filho".
Ela ficou completamente imóvel à mercê das minhas estocadas, com o corpo totalmente à minha disposição, já que parecia só ter forças para me olhar com desejo.
Eu poderia ter gozado na cara dela, ou nos peitos dela, mas nem consegui pensar nisso, já que inevitavelmente acabei inundando a buceta dela de porra.
Abraçados e exaustos, nós dois dormimos naquela cama onde tínhamos consumado o mais prazeroso dos incestos.
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