Segredos da Minha Mãe

Vou começar a história dizendo que meu nome é Alberto, embora por motivos óbvios esse não seja meu nome real, já que precisei alterar alguns detalhes para evitar ser reconhecido. Tenho 19 anos, sou filho único e moro na casa da família com minha mãe. Rosa, como vou chamá-la, é uma dona de casa de 46 anos, separada, de temperamento afável e carinhoso, 1,65m de altura, cabelo castanho até os ombros, peitos fartos e quadril largo. Separada e com recursos financeiros suficientes para viver sem depender de um emprego fixo, após a separação, sua vida se tornou chata e monótona, já que eu, seu único filho, quase não dava problemas e as tarefas de uma casa pequena também não ocupavam muitas horas. Nossa relação de mãe e filho não podia ser mais normal, sem problemas, e até excessivamente "carinhosa" para um garoto da minha idade que, na maioria dos casos, opta pela rebeldia, sendo comum entre nós a troca de abraços e beijos afetuosos. Tudo isso mudou completamente quando minha mãe decidiu comprar um laptop para aprender informática e "se entreter". Fui eu quem teve que explicar a ela como usar o computador e fornecer os conhecimentos indispensáveis sobre o uso da Internet. Após alguns meses de aprendizado, minha mãe pareceu se adaptar à tecnologia, aumentando consideravelmente o tempo passado em frente à tela do laptop, sem que isso me causasse o mínimo de preocupação, pelo contrário, fiquei feliz que ela se divertisse de forma instrutiva. Eu a observava ler jornais, notícias sobre fofocas de TV ou revistas pela Internet, sem que o uso do laptop causasse o menor problema entre nós ou em suas tarefas diárias. No entanto, com o tempo, sua atitude começou a mudar de forma visível, me estranhando que às vezes ela escondesse a tela do laptop da minha vista de forma disfarçada. Nunca imaginei que minha mãe pudesse estar me escondendo algo com tanto cuidado, o que só aumentou minha curiosidade sobre os "segredos" dela.

Apesar das minhas tentativas, nunca consegui pegá-la de surpresa, pois assim que eu aparecia na sala onde ela costumava usar o notebook, ela dava um jeito de trocar de tela, voltando ao que estava fazendo ou assistindo quando eu já estava deitado no sofá e só podia ver a parte de trás do laptop.

Picado pela curiosidade, não tive outra saída a não ser "espionar" o notebook aproveitando as ausências dela quando saía para fazer compras ou outros afazeres.

Surpreso por ela ter conseguido aprender esse tipo de coisa sozinha, descobri que ela tinha protegido a inicialização do notebook com uma senha, o que aumentou ainda mais minha curiosidade, já que não conseguia imaginar o que minha mãe poderia querer esconder de mim, pois ela nunca tinha dado sinais de ter "amigos" secretos desde que se separou, ou qualquer outra atividade que quisesse esconder do filho.

Apesar das precauções dela, inexperiente nessas situações, não demorei para descobrir a senha depois de tentar diferentes datas de nascimento, nomes de familiares, lugares de nascimento, etc.

Sorri vitorioso quando finalmente acertei a senha e soube que os "segredos" tão bem guardados dela estariam ao meu alcance.

Houve um momento em que cheguei a sentir remorso por me aproveitar da falta de habilidade dela em criar senhas, mas a curiosidade, e a convicção de que aqueles "segredos" se tratavam de alguma bobagem inocente, me fizeram seguir em frente.

Com os nervos à flor da pele, temendo que minha mãe voltasse a qualquer momento e me pegasse "com a boca na botija", examinei o notebook sem encontrar a princípio nada "estranho".

Depois de uma busca mais "exaustiva", localizei uma pasta onde ela guardava um documento "lembrete" do e-mail dela, assim como... a senha dele!, e não pude deixar de sorrir pensando em como minha mãe era inocente.
Havia mais pastas que não tive tempo de fuçar, já que aquela informação aguçou meu desejo de "expiar" o conteúdo das conversas dela.
Abri o navegador de internet, mas antes de abrir o e-mail dela, por puro palpite, abri o "histórico" de páginas visitadas pra ver se aparecia algo "interesante".
Não conseguia acreditar no que meus olhos viam quando abri, e é que, junto com as clássicas e normais de revistas, jornais, etc., com as quais eu vinha me "enganando", se acumulavam outras de conteúdo claramente pornográfico, destacando-se entre elas as de conteúdo "exibicionista" e o mais "inquietante", algumas visitas correspondiam a contos eróticos de milf com jovens, incluindo relações incestuosas de mães com filhos ou sobrinhos, ou entradas em chats de conteúdo sexual.
Estupefato, atônito, sem acreditar no que estava vendo, e apesar do "ciúme" com que minha mãe vinha escondendo de mim suas andanças pela internet, que deveriam ter me dado alguma pista, nunca teria passado pela minha cabeça que uma senhora qualquer da idade dela, dona de casa, de caráter recatado e caseiro, pudesse visitar aquele tipo de páginas pornográficas de tal temática, e que essa senhora fosse minha própria mãe, da qual nunca tinha notado o mínimo sinal de interesse por nada que não fossem seus afazeres ou fofocas televisivas, me deixou completamente abalado.
Nervoso, sem ter assimilado aquilo, e praticamente "cagado de medo" pelo que poderia "encontrar", decidi abrir o e-mail dela com a precaução de "fuçar" os já abertos por ela pra evitar ser descoberto.
Contei três "conversas", duas com pessoas de nicks masculinos e outro feminino, cujos nomes não me soavam como conhecidos.
Abri a primeira conversa aleatoriamente, de um tal "xxxx1997", cujo nick indicava claramente sua provável idade.
Começava com um "sou xxxx o do chat", e imediatamente deixava claro sobre o que eles estavam "conversando" antes e as "intenções" do cara, dizendo que adoraria "conhecê-la" e "enfiar um pauzão nela", "que ela o tinha deixado com tesão" e que "as milfs como você me deixam a mil", tudo em uma linguagem tão vulgar que envergonharia um militante afegão.
Em uma série de trocas de mensagens, minha mãe, longe de...se "assustar" com a linguagem usada por aquele garoto, parecia incentivá-lo (ou melhor, "esquentá-lo") a continuar com esse tipo de e-mails, fazendo-se de "interessante" ou respondendo com frases menos vulgares, mas igualmente obscenas.

Completamente atordoado, continuei examinando a troca de mensagens com aquele garoto, cujos comentários obscenos sobre minha mãe aumentavam exponencialmente a cada resposta dela, ficando totalmente alucinado quando, em uma delas, e a pedido do garoto, minha mãe o "presenteou" com uma foto sua em roupa íntima, provocando-o a "devolvê-la" coberta de sêmen.

Abri os olhos como pratos ao ver a foto daquela que, mesmo escondendo o rosto, sem dúvida era minha mãe, (dava para reconhecer perfeitamente os móveis do quarto dela), com um conjunto de calcinha e sutiã brancos extremamente excitantes.

Apesar de conviver com ela, ela sempre foi ciosa de sua intimidade na minha presença, e mesmo que logicamente eu já a tivesse surpreendido trocando de roupa, etc., nunca a tinha visto tão "manifestamente" em roupa íntima, e muito menos tão provocante.

Ela tinha escolhido uma calcinha tão justa ao corpo que dava para distinguir o volume dos lábios da sua buceta, assim como para deixar intuir a mata de pelos escuros que a cobria.

O sutiã combinando realçava seus seios de uma forma voluptuosa, e até, ao "aumentar" a foto, achei ver que, ou seus mamilos estavam eretos, ou o tamanho deles dava essa impressão.

Instintivamente, desejei que a foto tivesse mostrado o rosto dela, mas minha mãe, inocente ao colocar senhas, mas astuta nisso, tinha conseguido "esquentar" aquele garoto sem colocar sua intimidade em perigo.

Não demorou a chegar a foto "resposta" daquele garoto, cujo corpo, (embora também escondendo o rosto), confirmava a juventude do nick, na qual dava para ver o membro ereto dele sobre a foto impressa da minha mãe completamente encharcada de porra. pelo teor do que estava lendo, deduzi que, embora minha mãe aparentemente não estivesse buscando um contato "real" e dava umas "enroladas" no garoto quando ele insistia nesse aspecto (pelo menos até aquele momento), ela "curtia" — nem me atrevia a pensar em "se excitava" — esquentando e se exibindo seminuinha para aquele cara.

Temendo que, pelo tempo que tinha passado, ela pudesse voltar para casa a qualquer momento e me pegar bisbilhotando "seu" computador, desliguei a máquina sem me dar tempo de continuar "espionando" o resto das conversas.

Me levantei do lugar, imediatamente envergonhado de mim mesmo, depois de notar a ereção que, de forma reflexa e involuntária, eu tinha enquanto lia as mensagens — e o mais "preocupante"... vendo a foto dela.

Alguns minutos depois, sem tempo para me "acalmar", e com o mesmo rosto inocente e angelical com que tinha saído, ela voltou carregada de sacolas de compras.

— Você está bem, meu filho?
— Eu? Não... por quê?
— Não sei... te acho nervoso...
— Eu? Que isso.
— Vem, me ajuda com as sacolas.

Peguei a mais pesada, e fiquei envergonhado de novo quando, indo atrás dela em direção à cozinha, meus olhos, sem querer, focaram na bunda dela enquanto minha mente tentava adivinhar que tipo de lingerie ela poderia estar usando debaixo do vestido.

— Sério que está tudo bem?
— Que não, mãe, você tá chata hoje.
— Te conheço desde que você nasceu, tem algo errado.
— Nossa, mãe, não tem nada não.
— Vem, me dá um beijo, meu filho.

Apesar do nervosismo, consegui abraçá-la e beijá-la com carinho, como em qualquer outro dia, com o cuidado, claro, de afastar o quadril para trás, evitando que ela percebesse a ereção permanente que ameaçava rasgar minha calça — o que me deixaria numa situação "complicada" de explicar.

Não consegui pensar em outra coisa o dia todo, e por mais que tentasse evitar, E, para meu maior sentimento de culpa ou vergonha, minha mente lembrava permanentemente o corpo semidesnudo da minha mãe, e aquela troca de mensagens obscenas com aquele garoto que tinha terminado manchando de porra a foto dela.
Para piorar, naquela tarde, enquanto a observava interagindo com o notebook sem mudar uma vírgula seu rosto ingênuo e maternal, minha mente divagava sobre a possibilidade de que naquele momento ela estivesse visitando sites pornôs ou trocando obscenidades no chat com alguém, o que não fez nada além de aumentar meu "nervosismo".
A confusão e a vergonha por entender que algo envolvendo minha própria mãe me excitava daquela maneira, impediram que, apesar da ereção dolorosa que me acompanhou o dia todo, eu acabasse me aliviando batendo uma.
No entanto, não pude evitar desejar nos dias seguintes que ela saísse para fazer compras, para que eu pudesse voltar a "espiar" o computador dela, sem nem conseguir me enganar dizendo que só queria "dar uma olhada".
Quando finalmente ela precisou sair de casa para fazer compras, me joguei ansioso no notebook, sorrindo aliviado ao ver que a senha ainda era a mesma.
Dessa vez decidi "dar uma olhada" em outra conversa com outro garoto.
Este, infinitamente mais "educado" que o anterior, afirmava ficar feliz por poder "conversar com uma senhora que o entendesse, já que não podia falar sobre isso com ninguém".
Para ser sincero, a princípio, e conhecendo a internet, cheguei a pensar que era um mentiroso "caçador de fotos" ou algo do tipo, mas pelo tom da "conversa" e uma série de outros detalhes, acabei convencido da veracidade das palavras dele.
Resumindo, e depois de agradecê-la por ter conversado com ele e fornecer o e-mail para continuarem batendo papo, ele afirmava ser virgem e estar confuso por uma experiência "estranha" com sua tia de 50 anos, na qual ela, sob o efeito de uns drinks a mais, tinha acabado masturbando ele. depois de trocarem beijos e carícias na casa dela, onde ele estava morando temporariamente por motivos de estudo.
Minha mãe respondia pedindo detalhes da experiência, assim como o motivo de não terem terminado "consumando", e sobre o relacionamento dele com a tia depois daquela experiência.
O garoto, que entre uma resposta e outra, aproveitava para intercalar várias mensagens mostrando seu desejo de "fazer amor" com minha mãe para perder a virgindade e cumprir o que não tinha conseguido com a tia, afirmava não entender por que ela, apesar do evidente desejo e excitação com que tinha se comportado naquela situação, e de ter deixado ele acariciá-la e até tê-lo masturbado, se recusou a ser penetrada, e depois fingiu que "nada tinha acontecido", sem querer falar no assunto.
Minha mãe, atuando como "conselheira quase maternal", respondia dizendo que ele devia se "conformar" com o que tinha aproveitado e entender a tia, já que, mesmo com certeza desejando, provavelmente o álcool tinha baixado as defesas dela diante do tabu do incesto, e num momento de "lucidez" aquele tabu tinha sido insuperável para ela, principalmente na hora da penetração, que o melhor era não pressioná-la, e que se um dia ela quisesse, o que tivesse que acontecer aconteceria.
O garoto insistia que cada dia a desejava mais, que se masturbava todo dia fantasiando com a tia, e agora com ela também.
Minha mãe, continuando no papel de "conselheira", em uma daquelas respostas que me deixou completamente confuso, afirmou entender perfeitamente a tia dele, já que "ela também tinha sentido essa atração e desejo incestuoso por uma 'pessoa' que não citava, (que não podia ser outro senão eu, já que ela não tinha sobrinhos), mas que não tinha tido a 'sorte' de ser correspondida, já que com certeza a veria como 'velha e gorda', e que por motivos óbvios jamais daria um passo nesse sentido, mas que ficava excitada fantasiando com isso".
Sem conseguir acreditar, chegando ao pensar que minha mãe tinha percebido que eu espiava o laptop dela e estava sendo "vítima" de alguma brincadeira bem pesada da parte dela, tive que reler várias vezes aquela mensagem onde, sem me citar diretamente, ela confessava fantasiar "eroticamente" comigo.
Aquela "revelação" inesperada me provocou uma excitação e um tesão brutais, ao mesmo tempo que ajudou a diminuir o sentimento de vergonha e culpa que me invade por me excitar pensando na minha própria mãe.
A série de mensagens terminava com o envio de uma foto da minha mãe de lingerie, parecida com a que ela tinha mandado para o outro cara, e com a resposta dele, onde ele anexava um vídeo em que dava pra ver ele batendo uma até gozar olhando pra foto, acompanhado de todo tipo de comentário, cada um mais lascivo que o outro, sobre o que ele adoraria fazer com ela "se a pegasse".
Eu não podia estar mais confuso e excitado, então decidi espiar a terceira conversa no email dela, em busca de alguma resposta para minhas dúvidas e confusão.
Nesse caso, surpreendentemente, o nick era de mulher.
Afirmava ser uma senhora casada de 40 anos, exibicionista, e que procurava uma companheira para "aventuras", (lembrei imediatamente que, no histórico de visitas da internet, apareciam inúmeras páginas com temática exibicionista).
Numa série de mensagens, ela contava que adorava se exibir em todo tipo de lugar ou estabelecimento, incluindo os públicos, seja de forma "disfarçada" ou abertamente, que o marido dela participava daqueles "jogos", seja fotografando ela ou transando em lugares onde poderiam ser vistos por outras pessoas.
Também "oferecia" a possibilidade de ser sua "companheira" naquele tipo de situação, e "compartilhar" o marido dela, que estava "bem armado e com muita resistência".
Minha mãe, por sua vez, me surpreendeu ainda mais (como se o anterior já não tivesse sido suficientemente surpreendente), contando uma série de experiências das quais eu nunca teria suspeitava que ela poderia ter participado.
Afirmava que, apesar de ter se casado muito jovem e virgem, na juventude ela tinha gostado de se exibir e se deixar acariciar pelos amigos, chegando a fazer isso com vários ao mesmo tempo para que todos pudessem vê-la.
Que nesses "jogos", além de "desfilar" nua ou seminu diante deles, ou se deixar acariciar, ela acabava masturbando-os e permitindo que gozassem em seu corpo, excitando-a enormemente ser o "motivo" das ejaculações deles e sentir o calor do sêmen escorrendo pelo seu corpo como "prova" de quanto a desejavam.
Que essas práticas terminaram quando o pai de um de seus amigos (um cinquentão de aparência rude) os pegou em flagrante em sua casa "com a mão na massa", e aproveitou para "entrar na festa" chantageando-a com contar aos pais dela, e que naquele dia ela chegou a temer perder a virgindade involuntariamente, já que, embora tenha cedido à "chantagem" e consentido em deixar ele apalpá-la à vontade, e até mesmo chupar seu pau (coisa que nunca tinha feito), fora de si, ele chegou a rasgar sua calcinha e ela se virou e se debateu para evitar ser penetrada, e desde então, apesar de que a vontade por essas práticas exibicionistas se mantinha intacta, o medo de que a situação saísse do controle a fez desistir delas, embora às vezes ela tivesse se atrevido a deixar a cortina do provador de alguma loja um pouco aberta "por descuido", para permitir ser "espiada" por algum homem.
Mal conseguia assimilar aqueles "segredos" que acabara de conhecer, para qualquer filho é difícil imaginar uma experiência erótica de "juventude" de sua mãe, e muito menos que esta tivesse conteúdo exibicionista, no qual participavam "vários" amigos que a apalpavam à vontade até cobri-la de sêmen, ou que ela tivesse sido vítima de uma "chantagem", na qual não deixava claro se tinha gostado ou não sendo apalpada ou chupando o pau de um "cinquentão", ou se só tinha terminado mal por medo de perder a virgindade.
Embora o mais difícil de assimilar, e que me perturbava completamente, era aquela "confissão" sobre o desejo inconfessável de ser desejada por mim.
Ouvi a porta e fechei o laptop às pressas com o coração na mão, me livrando de ser descoberto que parei para descarregar as sacolas de compras na cozinha antes de entrar na sala.
- Outra vez? Te noto nervoso de novo, pode me dizer o que você faz na minha ausência? Parece que viu um fantasma.
- Ha ha ha, que coisa, mãe.
- Não sei… te vejo muito estranho ultimamente…
- Ha ha ha. Vem cá, me dá um beijo, que essa manhã você esqueceu de me dar e para com essas bobagens.
- Nossa, que carinhoso você está… está escondendo algo… Ha ha ha.
A abracei e tentei beijá-la com ternura no rosto como de costume, mas o constrangimento causado pelo nervosismo que dominava meu corpo fez com que, em um movimento estranho, meus lábios acabassem pousando sobre os dela, o que provocou uma risada "nerviosa" em ambos.
- Ha ha ha. Desculpa, mãe.
- Não foi nada, meu filho, você beijou sua mãe… Não tem nada de errado nisso… (respondeu com um sorriso maternal inocente), mas cuidado para não se confundir com a vizinha que é casada e o marido dela é bravo, ha ha ha.
- Não? Pois só por dizer isso vou te dar outro! (Atordoado, e sem controle total dos meus atos, disse aquilo sem pensar nas possíveis consequências.)
Sorrindo nervosamente, e tentando (provavelmente com pouco sucesso) dar a aparência de uma brincadeira inocente entre mãe e filho, a abracei novamente e pousei meus lábios sobre os dela.
Notei que, apesar de não tentar se soltar, ela manteve os lábios fechados sem dar sinais de querer abri-los, permanecendo assim por alguns segundos de expectativa, nos quais nenhum de nós parecia saber o que queria fazer.
Instintivamente, encorajado pela excitação que me haviam provocado as conhecimento daqueles "segredos", e pelo pouco controle que minha mente tinha sobre meu corpo, minha língua tentou abrir caminho entre seus lábios, conseguindo vencer sua resistência após alguns segundos de indecisão.   Fora de controle e excitado ao máximo, jamais teria imaginado ser capaz de ir tão longe, por mais que tentasse continuar fingindo que se tratava de algo inocente.  Por fim minha língua conseguiu saborear a dela, sentindo-a extremamente quente e úmida, provocando em mim uma instantânea onda de prazer e desejo incontrolável.  Minha mãe correspondia àquele beijo manifestamente impróprio entre mãe e filho, com a mesma intensidade, e aumentou de forma sutil mas firme, o vigor do abraço que nos prendia, permitindo que se prolongasse no tempo até um limite dificilmente atribuível a um "erro" ou "deslize" por parte dela.   Fora de mim, esqueci de recuar minha bunda, então minha mãe acabou percebendo a evidente ereção do meu membro sobre seu corpo, o que pareceu despertá-la do "transe" em que se encontrava e perceber o inadequado de estar se beijando daquela forma com seu filho, e após desfazer o abraço habilmente, fingiu não ter percebido minha excitação. -          Ha, ha, ha. Dissemos um beijo, meu filho, isso já estava virando um beijo de língua, também não precisa exagerar, uma coisa é você beijar sua mãe e outra é dar um linguão assim. (Disse sem parar de sorrir e ignorando que ela não se limitou a receber o beijo de forma passiva, mas que sua língua se deliciou com a minha). -          Bom, eu adorei, mãe. Não acho que seja nada de mal a gente se beijar, até me senti mais "conectado" a você do que nunca. Obviamente também não é questão de a gente se beijar assim na frente das pessoas, ha, ha, ha, ha, mas...... por minha parte repetiria.... E mais aqui que estamos sozinhos e não podemos "assustar" ninguém. -          Ha, ha, ha. Que safadinho você está. Vai lá, vai arrumar seu quarto, que você não está pensando em nada de bom.   Aquele dia Trocamos inúmeras "olhadas", nas quais ela parecia se perguntar o que passava pela minha mente, ou o motivo daquele interesse "inesperado" em beijá-la, e eu mal conseguia fazer meus olhos pousarem em outro lugar que não fosse seus peitos ou sua bunda sem que ela percebesse.

Chegada a noite, e no momento do correspondente e habitual beijo de "despedida" até a manhã seguinte, minha mãe, sorrindo de modo travesso, e apontando ostensivamente para a própria bochecha, ofereceu-a para que eu a beijasse, aparentando desejar brincar com o que acontecera antes.

- Vamos, mãe, não seja boba, qualquer um diria que fizemos algo errado, adorei te beijar e ninguém vai ficar sabendo.
- Ha, ha, ha. Não é porque alguém fique sabendo, é que eu não confio em você, vocês jovens têm os hormônios "acelerados"… ha, ha, ha.
- Não se preocupa, mãe, é "só" um beijo, se eu sentir que estou me "acelerando" eu paro, só quero me sentir mais unido a você…
- Que não, que não, que é feio a gente se beijar assim. (Percebi em sua voz uma escassa determinação em evitar isso)
- Vamos, mãe. Um pequeno…, parece mentira que você não queira me beijar…
- Vamos, que chato você está ficando, um rápido e você vai dormir que já está tarde.

Abracei minha mãe olhando em seus olhos, seu rosto refletia um nervosismo e expectativa evidentes. Meus lábios se uniram aos dela e de forma instantânea nossas línguas se fundiram em um beijo indiscutivelmente obsceno.

Apesar do "combinado", o beijo, longe de ser "rápido", se prolongou o tempo suficiente para me proporcionar um prazer tão imenso a ponto de perder a noção do tempo e do pudor.

Passados alguns minutos intensos, e sem lembrar de ter tido a intenção, notei que meus braços haviam descido e que eu estava acariciando a bunda da minha mãe de forma mais do que evidente, sem que ela aparentasse notar ou fizesse algo para impedir aquelas carícias tão impróprias de seu próprio filho.

Chegou um momento em que a luxúria e o desejo daquele beijo provocaram uma quantidade tão grande de sons "molhados" e troca de saliva que escorria entre nossos lábios, que tornava absurda qualquer tentativa de justificar a "inocência" daquilo.
- Ufffff… para, meu filho… me deixa respirar… (completamente corada, entendi que ela estava extremamente excitada e queria uma pausa para evitar evidenciar isso com gemidos)
- Ha, ha, ha. Tá vendo como eu me controlo mesmo com os hormônios da juventude?

- Se controla o quê? Você passou meia hora apertando a bunda da sua mãe! E… além disso… o que é isso aqui? (Ela apertou minha ereção óbvia com um sorriso malicioso, tirando a mão na mesma hora).
- Caramba, nem tinha percebido, mãe… A emoção… você sabe…
- Emoção nada, acabou. Vai pra sua cama agora mesmo.

Excitado, eu queria com todas as minhas forças continuar beijando e acariciando ela, mas, lembrando dos "conselhos" que tinha dado ao cara com quem trocava mensagens, e diante da possibilidade de estragar aquela química que surgiu entre a gente, pressionando ela antes da hora, decidi obedecer, não sem antes observar no rosto dela o mesmo desejo e medos que me apertavam.
Nem preciso dizer que, naquela noite, na solidão do meu quarto, acabei me masturbando que nem um louco, fantasiando sem nenhum remorso que estava metendo na minha mãe de todas as maneiras imagináveis.

Nos dias seguintes, para meu maior desespero, tudo transcorreu entre a atitude "esquiva" da minha mãe, que parecia ter se arrependido daquela experiência, e minhas próprias dúvidas, já que, mesmo desejando com todas as minhas forças abraçá-la e dizer o quanto a desejava, eu temia que insistir demais acabasse irritando ela e convencendo-a de que o melhor era não repetir aquela experiência.
Apesar disso, por mais que os dois tentássemos disfarçar, continuamos trocando "olhares inadequados" numa relação mãe/filho, com meus olhos devorando" o corpo dela, e minha mãe "sorrindo" ao perceber isso.
Voltei a ficar sozinho e aproveitei para vasculhar o notebook dela em busca de "respostas" para minhas dúvidas.
Efetivamente, minha mãe tinha continuado trocando mensagens com aqueles caras, nas quais, possivelmente excitada por aquelas "brincadeiras" comigo, ela tinha elevado o conteúdo exibicionista delas, chegando a anexar várias fotos em poses extremamente provocantes.
Mas a principal de todas as mensagens, e que li ansiosamente, era dirigida ao cara que desejava a tia dele.
Alucinei quando li que ela narrava em primeira pessoa que tinha tido uma experiência incestuosa, sem especificar com quem (apesar das perguntas do cara), relatando que aqueles beijos e carícias tinham provocado nela uma sensação enorme de amor e desejo, e que... (isso reli várias vezes) se tivessem continuado se beijando por mais um segundo, ela não teria conseguido evitar se "entregar" sem se importar com o tabu do incesto.
O cara, excitado, a encorajava a ir adiante, mas minha mãe não parava de repetir que as barreiras do incesto eram fortes demais, temendo que também fossem para mim, e que, caso tivessem ido além, uma vez aliviado, eu me arrependeria disso.
Num longo intercâmbio de mensagens, o cara não parava de encorajá-la a continuar, sem que minha mãe deixasse de ver "barreiras", "tabus", "inconvenientes" e "impossíveis".
Meu pau, em prática ereção constante diante da simples presença da minha mãe em casa, não dava ouvidos a "razões", "impossíveis", "tabus" ou "barreiras", e embora minha mente "compreendesse" as reservas dela, isso só fez aumentar os desejos de possuí-la.
Passadas algumas semanas, nas quais, além do constante intercâmbio de olhares nervosos, nada tinha acontecido que pudesse fazer pensar numa mudança da situação, enquanto eu estava sentado no sofá em frente à mesa onde minha mãe fingia estar se distraindo com o notebook, e sem que... se tivesse sido premeditado, ao me recostar buscando uma posição mais confortável, descobri que, devido à posição das suas pernas, o vestido curto que ela usava permitia ver sua calcinha, que se destacava por causa do contraste entre o branco dela e o vermelho berrante do vestido, o que aproveitei para "alegrar" minha vista.
Minha mãe, a princípio, absorta em suas tribulações na internet, não percebeu o espetáculo agradável que estava me oferecendo, mas meu silêncio incomum e o fato de eu não estar prestando atenção na televisão acabaram por alertá-la.
Ela soltou um leve sorriso ao perceber que eu estava espiando, e embora a princípio tenha fechado as pernas, estragando minha diversão, pouco a pouco, após notar minha irritação, e fingindo "descuido", voltou a abri-las, permitindo que eu me deleitasse com a visão de sua calcinha.
Comecei a intuir que aquele exibicionismo reprimido durante anos, e sentir-se devorada pelo meu olhar lascivo, provocavam nela um tesão e uma excitação incontroláveis.
Cheguei a pensar que, uma vez iniciados seus desejos exibicionistas, ela perdia o controle de seus atos, já que, após alguns minutos, aquele "abrir" de pernas passou a ser um convite tão descarado à minha vista, a ponto de tornar inútil qualquer tentativa de disfarce ou fingimento da parte dela.
Com as pernas abertas, exibindo-se descaradamente, e sem parar de digitar no computador, seu rosto continuava refletindo a mesma "inocência" de qualquer mãe na presença do filho, sem que o fato de ela, de vez em quando, levantar o olhar e sorrir ao ver meu olhar lascivo fixado em sua calcinha, alterasse em nada a candura de seu rosto.
A ereção que aquilo me provocava chegou a ser dolorosa, ao ficar presa pela calça, e sem poder resistir mais, decidi dar um passo adiante.
- Mãe.
- O que foi? (respondeu com voz doce, mantendo as pernas abertas)
- Ufff. Não sei se já te disse isso antes... você está muito gostosa... não consegui evitar me acelerar", sabe... os hormônios... essa calcinha que você tá usando é linda e... muito excitante... eu adoraria vê-la... quantos não gostariam de poder arrancá-la de você...
- Ha ha ha, já tá assim de novo?, não tem vergonha de ficar espiando a própria mãe?, vou ter que usar calça pra ficar em casa. - (fingiu estar brava e fechou as pernas), vai logo pro banheiro e se alivia que você tá parecendo um bobo!
- Não poderia fazer aqui?
- Como?, aqui? - (Embora sua voz fingisse surpresa, seu rosto refletia uma intensa malícia)
- Sim, eu gostaria de te ver enquanto faço isso pra me "animar"
- Mais?, mas você já tá há uma hora espiando minha calcinha!, ou acha que não percebi?

- Sim, mas... eu gostaria de te ver "inteira".
- Inteira?.
- Sim, que você tire o vestido... estamos sozinhos... ninguém precisa saber... eu gostaria de te ver de roupa íntima enquanto me "alivio"...
- Claro... você me acha boba?, fico de roupa íntima na frente de um adolescente com os hormônios à flor da pele e vou acreditar que você não vai tentar mais nada.
- Eu prometo que "só" olho e me alivio, alguma vez eu te enganei?
- Milhares de vezes.
- Bom... Mas agora não, "só" quero te ver, me alivio e pronto.
- Mas olha só... Não teve "o suficiente" espiando minha calcinha que agora quer mais? Não confio em você nem um pouco.
- Por favor mãe, prometo que não peço mais nada.
- Tá bom, tiro o vestido pra você calar a boca de uma vez e me deixar em paz, mas não chega perto de mim nem um pouco.
Minha mãe se levantou e, depois de se afastar da mesa, tirou o vestido fingindo fazer isso quase que "obrigada" e simplesmente pra se livrar de um "chato".
Ela usava o mesmo conjunto de roupa íntima que eu tinha visto nas fotos compartilhadas com seus amigos "secretos", mas ao vivo era ainda mais excitante.
- Vai calar a boca agora? (Ela sorria) abertamente) - Sim, mãe. Seus seios se mantinham firmes sob o tecido delicado que os cobria, e sua buceta marcava tão claramente através daquela calcinha branca tão apertada que dava pra contar os pelos um a um. Me despi completamente sob o olhar atônito da minha mãe, que mostrou surpresa ao notar a ereção firme do meu pau, assim como pela depilação completa dos meus genitais por causa de uma espinha que me deu problemas por meses. - Ha, ha, ha. Você se depilou? - Sim, uma espinha que não tinha jeito de curar. - Você parece ainda mais jovem com a "coisa" depilada. Sem parar de devorá-la com o olhar, e a apenas um metro do seu corpo, comecei a me masturbar como um louco. - Uf... meu filho, você tá "acelerado", hein? Parece que nunca viu uma mulher de calcinha na vida - (Disse sem parar de olhar como eu batia uma). - - Ufff... É que você tá uma gostosa, olha como você me deixou duro... se eu não me aliviar, eu explodo. - Só imagino o que você tá pensando... - Uffff, mãe, você não tem ideia... - Qualquer sacanagem com alguma garota que você conheça... - Não exatamente com alguma garota... - Não? Então? - (Seu sorriso lascivo mostrava que ela sabia perfeitamente com quem eu fantasiava) - Se você não se irritar, eu conto. - Eu prometo. - Com você, mãe. - Comigo? Você tá louco? Eu sou sua mãe! (Seu rosto refletia um evidente "orgulho" por ser a "vítima" dos meus desejos mais obscenos) - Você tá uma gostosa, mãe, não consigo evitar de imaginar você... - O que você imagina? Me conta, já prometi que não vou me irritar, sei que você tá "acelerado" e nem sabe o que tá dizendo... - - Uffff, que eu adoraria te comer e gozar com seu corpo. - - Ha, ha, ha. Você tá louco? Isso é impossível, meter na sua mãe? Vamos, termina de se aliviar e Não diga mais barbaridades, você está delirando!

Seu rosto refletia fielmente a excitação que sentia ao se exibir impudicamente diante de mim, e o efeito que seu corpo causava no meu membro, tendo passado da "inocência malandra" à lascívia mais absoluta, por mais que tentasse disfarçar com aqueles comentários.

Extasiado de prazer, percebi que estava prestes a gozar e, com gestos, perguntei à minha mãe onde despejar o sêmen sem sujar o chão, já que não queria sair dali na hora do orgasmo.

Sem parar de sorrir, e depois de se aproximar o suficiente, ela puxou a cintura da calcinha para fora, de modo que, além de deixar à vista os pelos negros de sua buceta, abriu espaço suficiente para que eu pudesse ejacular dentro da calcinha e em seu sexo, me convidando a fazê-lo apontando para aquele "lugar" com um dedo.

- Goza aqui, meu filho, depois a gente lava...

Louco de excitação, ansioso para descarregar minha porra no corpo dela, apontei meu pau para aquele lugar e, depois de algumas sacudidas, até minha última gota de sêmen encharcou completamente o interior da calcinha e sua buceta.

Depois disso, me encarando fixamente, alguns segundos depois ela soltou a cintura da calcinha para se impregnar completamente com meu sêmen, o que aumentou meu tesão ao máximo.

- Uffff, mãe, que delícia, é a melhor punheta da minha vida, você me deixou com um tesão da porra.

- Ha, ha, ha. Já percebi, sim. Nem quero imaginar as sacanagens que passaram pela sua cabeça... dava medo ver como você me olhava...

- Ufffff, não sei como consegui me segurar...

- Segurar? Você deixou minha calcinha completamente encharcada de porra!

- Ha, ha, ha. É que você está uma gostosa, mãe.

- Qual é, cala a boca, não seja puxa-saco, vista-se e não invente mais mentiras, que vou preparar um copo de porra com Booty Cao para você "se recuperar".

De queixo caído, e sem parar para se vestir, observei ela se dirigir até a cozinhando com aquela calcinha encharcada de porra, andando de um jeito claramente provocante e exibicionista, parando para ver se eu voltava a devorá-la com o olhar.
Segui ela todo bobo, e a encontrei preparando meu copo de porra com a mesma "naturalidade" com que teria feito meu café da manhã em um dia qualquer, embora dessa vez se exibindo de forma obscena para mim.
Aquilo me provocou um tesão brutal, e mesmo tendo gozado segundos antes, não impediu que meu pau voltasse a ficar duro.
Aproveitando que ela estava de costas e "ocupada" mexendo o copo de porra com uma colherinha, a abracei com força, apertando minha ereção contra sua bunda.
- O que você está fazendo? Já está assim de novo? (A voz dela tentava fingir uma surpresa falsa)
- Sim, mãe. Deixa eu "tocar" em você um pouco...
- Já combinamos antes que você ia "aliviar" e ficaria quieto. (Disse sem tentar se soltar daquele abraço obsceno).
- Mãe, eu preciso acariciar você...
- Bebe sua porra e fica quieto, você parece um bobo.
A situação atingiu limites surreais: numa cozinha minúscula estava minha mãe de calcinha, se exibindo de forma lasciva com a calcinha encharcada do meu próprio sêmen, com cara de quem nunca fez nada de errado na vida, e eu, com o pau depilado duro apontando para o corpo dela, tomando um copo de porra e devorando-a com o olhar, com a mesma naturalidade com que teria tomado café da manhã.
Depois de saborear aquele copo de porra que para mim estava uma delícia, e sem pedir permissão, a abracei para beijá-la na boca.
- Você está com gosto de porra, meu filho.
- E você com certeza está com gosto de buceta.
- Ha, ha, ha. Não seja porco.
Continuei beijando-a de forma lasciva, enquanto minhas mãos apertavam sua bunda avidamente.
- Você parece um polvo, meu filho.
- É que você está gostosa demais, mãe.
- Uff, não me abrace tão forte, você está enfiando "sua coisa" na minha barriga.
- Em "outro Querido" eu adoraria te enfiar, mamãe.
- Não seja bobo, já te disse que isso não pode ser, me toca um "pouquinho" e pronto.
Busquei seus seios e notei que estavam duros e macios, aquilo me provocou outra onda de prazer.
Acariciei seus mamilos até que eles reagiram, ficando eretos de um jeito incrível.
Minha mãe, sem conseguir conter os primeiros gemidos de prazer, empurrava os quadris na direção do meu corpo em busca de mais contato com meu pau.
Tentei colocar a mão por dentro da calcinha dela, mas minha mãe ofereceu uma leve resistência.
- Aí não, aí não.
- Por favor, "preciso" acariciar sua buceta.
- Não, posso perder a cabeça… aí não…, faz o que quiser, mas aí não…
Enquanto balançava a cabeça negando, seu corpo e seus gemidos de prazer me incitavam ao contrário, e consegui alcançar seu sexo quente e molhado.
- Ufffff, meu filho… Ufffff, para, para…
- Ummmm, como você está com a buceta quentinha, mamãe.
- Não continua… Não continua… (Ela suplicava aquilo enquanto empurrava os quadris contra minha mão)
- Ufff, adoro acariciar você, mamãe, já não consigo parar…
- Mmmm, devagar… devagar…
- Vem comigo…
- Para onde? (Seus olhos refletiam terror ao entender para onde eu queria levá-la, enquanto seu corpo estava completamente à minha mercê)
Agarrei sua mão e, sem que ela oferecesse a mínima resistência, a levei até a porta do quarto dela.
- Não, meu filho, aqui não. (Ela suplicou novamente, olhando para a cama)
- Eu te desejo, mamãe, calma que não vamos fazer nada de errado.
- Sou sua mãe, o que você pretende fazer não é possível…
- Você vai ver que não vai se arrepender, e eu… menos ainda.
Levado por uma excitação brutal e um desejo incontrolável, praticamente a empurrei até a cama, fazendo-a cair de costas sobre ela.
- Não… não… isso não… Eu me exibo para você, te masturbo, o que você quiser, até posso chupar você, mas…… não mete na sua mãe. (sua voz mal era audível, e seu corpo emitia um calor febril)
Me posicionei ao lado dela e arranquei sua calcinha até rasgá-la completamente, fazendo-a perceber o quanto eu estava excitado e a inutilidade de seus "protestos".
Deitei-me sobre seu corpo quente e macio, vendo em seus olhos o poderoso medo do incesto que inevitavelmente iria se consumar, enquanto suas pernas se abriam, me incitando a isso.
Apontei meu membro para aquela buceta pulsante com a qual tinha fantasiado por tanto tempo e, ajudado pela evidente umidade dela, enfiei até a base sem encontrar a menor dificuldade.
- Caralho, mãe, que delícia, que buceta mais gostosa, parece um forno.
- Ufff, que dura você está, meu filho, parece que você me enfiou uma barra de ferro.
Com meu pau completamente alojado naquele lugar tão úmido e quente, mas sem começar a bombar os quadris, beijei-a lascivamente para me deleitar naquela verdadeira posse de seu corpo.
Percebi que, presa a um prazer e desejo infinitos, minha mãe levantava os quadris tentando provocar o início das investidas.
Assim fiz, e com cada investida em sua buceta, seus olhos se abriam ou fechavam no ritmo delas, abrindo quando eu a enfiava até o fundo e fechando em seguida.
- Ufff, mãe, como você está gostosa, queria ter podido te comer antes, que delícia.
- Mmmmm, devagar, devagar, você está muito dura… devagar… Ahhhhh, ummmmm que delícia,,,, assim, assim...... mais forte… assim, assim… agggs. Você me mata de prazer…… ummmmmm, está me fazendo ver estrelas… aggssss
Depois de um bom tempo bombando os quadris, enfiando e sacando meu pau em seu corpo, soube que não duraria muito sem gozar, e menos ainda quando os gemidos de prazer da minha mãe me provocavam tanto tesão, então decidi mudar de posição e dar uma "respirada".
Sem a mínima oposição da parte dela e se comportando de forma Dócil e submissa, coloquei ela de quatro ou estilo cachorrinha, e depois de me posicionar atrás dela e vê-la rebolando "implorando" para ser enfiada de novo, enfiei o pau de uma vez só, fazendo com que a cada socada seus seios balançassem como sinos.
Daquela posição, pude ver o excesso de umidade da sua buceta escorrendo entre as coxas, e levado pela excitação me permiti "dar uns tapas" na sua bunda linda e macia.
- Toma, isso por ser má, por não ter me deixado te comer antes.
- Mmmmm, sim... fui muito má, mas a partir de agora vou deixar... agsss
- Não duvide que vou fazer de novo, ter uma buceta dessas ao alcance da mão em casa e não usar é coisa de idiota.
- Não para de me comer, não para de me comer...
Aumentei a intensidade das socadas, "segurando a respiração" quando sentia que não conseguiria evitar encher sua buceta de porra, para poder prolongar aquele prazer infinito ao máximo.
- Aghsss, meu filho... Onde você aprendeu a foder assim? Você está me matando de prazer... mmmmmmm
- Aprendi com você, mãe, você é a melhor professora, é impossível outra mulher me dar mais prazer que você.
Sem aviso prévio, e entre os gemidos mais obscenos que se possa imaginar, senti o corpo da minha mãe tremer "literalmente", e sua cabeça e a parte de trás do corpo desabarem na cama, mantendo os quadris erguidos para continuar sendo enfiada pelo meu pau.
Aqueles "tremores" e gemidos guturais se prolongaram até me deixar preocupado, percebendo que eram devidos a um orgasmo múltiplo, quando a ouvi gritar me implorando para parar, pois "não aguentava mais".
Assustado, já que aquela súplica parecia "sincera", tirei o pau daquele lugar tão gostoso onde estava há tanto tempo, e depois de abraçá-la perguntei:
- Você gozou, mãe?
- O que você acha? Nunca gozei tanto na minha vida, nem imaginava que poderia gozar assim.
- Fico feliz de ter feito você gozar assim.
- Não entendo como você ainda pode estar com o "negócio" tão duro, e ainda bem que você tinha se masturbado antes.
- É que eu queria fazer você gozar, mãe, com outra eu teria gozado antes, mas estava tão à vontade dentro de você.
- Bom, você me deixou "satisfeita" por um bom tempo, sim... estou quase morta.
- Pois é... mas tem um problema...
- Um problema? Qual?
- Que eu ainda não gozei...
- Mas nossa... você é insaciável! Ainda bem que você só ia me "tocar" um pouco.

Voltei a beijá-la, me deliciando com o calor e o amor que seu corpo emitia, percebendo que, pouco a pouco e apesar de dizer que estava exausta, suas pernas voltaram a apresentar sinais de "abertura".
Desta vez, esfreguei a ponta do meu membro na buceta dela antes de penetrá-la novamente.
- Seu safado. Não faça isso, mete logo.
- Uffffff, que delícia, vou inundar sua buceta de porra.
- Você vai gozar dentro da mamãe? (A voz dela não podia ser mais obscena)
- Sim, vou inundar suas entranhas.

Voltei a penetrá-la e a bombear com força, desta vez sem "medo" de gozar antes da hora, ajudado pela minha mãe, que, uma vez derrubados os tabus do incesto, me incentivava sem censurar os comentários de caráter incestuoso.
- Você gosta de foder a mamãe?
- Goza, meu filho, enche minha buceta de porra.
- Como você me fode bem, que pau gostoso você tem.
- Você vai fazer eu gozar de novo.
- Me fode, não para até derramar até a última gota de porra dentro da mamãe.

Aqueles palavrões pareceram ter o mesmo efeito nela que em mim, e apesar da minha falta de controle, ela voltou a chegar ao orgasmo antes de mim, gozando entre gritos sem parar de me chamar de "meu filho".
Ela ficou completamente imóvel à mercê das minhas investidas, ficando com o corpo à minha completa disposição, já que parecia só ter forças para me olhar com desejo.
Eu poderia ter gozado na cara dela, ou nos peitos, mas nem consegui pensar nisso, já que inevitavelmente acabei inundando a buceta dela de porra.

De braços dados e exaustos, nós dois acabamos dormindo naquela cama onde havíamos consumado o mais prazeroso dos incestos.

4 comentários - Segredos da Minha Mãe

JuliH21 +2
Se ve interesante, muy extenso para mi gusto, llegue hasta la mitad, se agradece por compartir!