Quando a Luli terminou de me contar sua segunda experiência sexual quando era novinha, já estávamos no meio do ato de novo. Adoro ouvir ela detalhar as experiências dela enquanto fodo ela, que a realidade se misture com o relato dela, tê-la ali enquanto imagino ela no começo. Além disso, ela adora me contar tudo, ver como eu vou ficando excitado com o relato dela e como não consigo evitar meter nela antes que ela chegue ao final.
Como eu estava te dizendo -continua Luli depois que eu gozo dentro dela- depois de me foder, Eva me deixou sozinha no quarto, eu fiquei como desmaiada, deitada de bruços na cama, com as pernas abertas... exatamente como ela me deixou, não conseguia nem me mexer.
- Essa novinha tem tão pouca resistência. - ouço Eva dizer enquanto com um dedo toca minha bunda, acariciando em círculos. Percebi que tinha adormecido. - Isso já é o suficiente pra você, ou quer mais?
- Mais. - eu disse enquanto erguia a bunda para não restar dúvidas.
Ela começou a rir. — Que putinha gostosa você é, olha como você segura o bum-bum. — Então ela me fez virar, deitar de costas e levantar bem as perninhas, "como no ginecologista" ela disse. E começou a brincar com um dedo dentro de mim. — Esse é seu ponto G, ou P, acabei de estimular com o brinquedo do meu boy... como é saber que o que esteve na bunda do meu namorado esteve depois na sua? Ah, e os cons que você comeu também estiveram dentro de mim em algum momento, isso você já devia ter pensado.
Eu não respondi, mas o comentário me deixou com muito tesão e meu pau reagiu, crescendo um pouquinho. Ela percebeu e com a outra mão começou a massagear minhas bolas, apertando, levantando, fazendo de tudo que dava. Me fazia gemer e ela adorava isso.
- Você sabe que é muito submissa, isso agrada muitos caras. Você tem um bumbum resistente que já está pronto para engolir uma boa pica, aguenta levar pau duro sem resistir nem um pouquinho, e está sempre disposta a se deixar foder na menor insinuação. Você vai fazer mais de um feliz. - ouvi-la falar assim me deixava louca, somado à dupla estimulação que ela estava me dando, eu com os olhos fechados, mordendo o lábio e gemendo. - E além disso nunca pede nada... eu sei que você está morrendo de vontade que eu chupe sua buceta, mas nunca me pediria, ou pediria?
- Não. - respondi entre suspiros.
- Eu também estou me segurando. Sua rola é muito linda, sabia? Mas não, tenho outras coisas em mente antes. - então ela parou de se tocar e se levantou, eu todo excitado a olhei enquanto ela se inclinava para abrir uma gaveta e tirar algo do seu arsenal. Acho que de propósito ela se abriu bem para que eu pudesse ver, use a palavra: bucetinha rosada, o bum bem fechadinho. Por um segundo me passou pela cabeça me levantar, mas justo ela virou a cabeça e me olhou, balançando a cabeça em sinal de não.
- Você acabou de experimentar o pequenininho, agora vamos provar este. - disse ela, mostrando um consolo bem maior que o anterior, formado por várias bolas ligadas uma à outra, desde a menor na ponta até a maior na base. Eu ainda estava de cinta, então ela só precisou encaixá-lo. O enorme consolo ficou pronto, apontado para mim. - Dá um espaço que eu vou deitar.
Então ela se deitou de costas, deixando o pau duro apontando para o teto.
- Você vai comer esse aqui todinha sozinha. - ele disse enquanto passava óleo, como se estivesse se masturbando. - Adoro esse, uso muito na bunda porque cada bolinha que entra faz você gemer que nem uma putinha quando sai, e depois que o esfíncter acostuma, cavalgar nele é uma glória. - Senta devagarinho que já tá bem lubrificado, linda.
Então, obedecendo, me curvei sobre o console e apoiei na entrada do cu. As duas primeiras bolas entraram fácil porque eram pequenas, mas aí cada uma foi ficando mais difícil que a anterior, além disso cada porção que eu enfiava me enchia mais, sentia aquela besta dentro de mim me abrindo, apertando as bolas por dentro e fazendo meu pau começar a vazar, devagarzinho um filete de porra transparente começou a escorrer e molhar a barriga da Eva. Finalmente depois de um tempão, muito suor e muitos gemidos consegui enfiar a última... me sentia totalmente cheia.
- Agora levanta rápido, tira todas de uma vez. Eu fiz e senti uma sensação incrível de dor prazerosa, minhas pernas amoleceram e caí deitada sobre ela, meu peito contra os peitos dela e meu rosto contra o dela, minha respiração a mil. Ela me agarrou forte pela nuca, afastou meu rosto do dela e quando pensei que ia me beijar, ela disse:
- Volta a enfiar tudo. - obedeci, só que agora não me custou tanto. Quando tive ele todo dentro de novo, minhas bolas esmagadas contra o púbis dela e meu pau babando ao máximo, ela disse para eu cavalgar, pra cima e pra baixo, do meu jeito. Comecei a me mexer, enquanto meu cu tentava se adaptar à linda tortura que estava sofrendo, com essas bolas entrando e saindo, tentando se fechar enquanto eu insistia em dilatar.
Com poucas forças tentei apoiar minhas mãos nos lados dela, mas acabei agarrando firme seus peitos, apertando-os como uma louca enquanto ela continuava castigando minha bunda. Pensei que ela fosse ficar brava, mas ela deixou que eu amassasse eles à vontade enquanto fechava os olhos. Eu gemia e ofegava como uma doida.
- Não aguento mais, eu disse com o que me restava de voz.
- E o que você vai fazer? Dessa vez a porra você tira sozinha. - então comecei a me masturbar, mas ela pegou minha mão e tirou. - Não, as meninas não têm pau, toca só nas bolinhas. - Loca de tesão, eu obedeci, comecei a apertar meus ovos, amassando com uma mão enquanto com a outra continuava apertando os peitos dela. O orgasmo demorou bastante, mas quando chegou foi como um raio, tremi o corpo todo e inunde o dela de porra, entre gritos desesperados.
- Me limpa agora. - ela disse, então, sem tirar o consolo da minha bunda, me inclinei e chupei sua barriga, seus peitos e o pescoço onde havia meu gozo, engolindo tudo. Depois me levantei, aproveitando enquanto cada bola do consolo saía do meu interior, e com as pernas bambas fui para o chuveiro.
Como eu estava te dizendo -continua Luli depois que eu gozo dentro dela- depois de me foder, Eva me deixou sozinha no quarto, eu fiquei como desmaiada, deitada de bruços na cama, com as pernas abertas... exatamente como ela me deixou, não conseguia nem me mexer.
- Essa novinha tem tão pouca resistência. - ouço Eva dizer enquanto com um dedo toca minha bunda, acariciando em círculos. Percebi que tinha adormecido. - Isso já é o suficiente pra você, ou quer mais?
- Mais. - eu disse enquanto erguia a bunda para não restar dúvidas.
Ela começou a rir. — Que putinha gostosa você é, olha como você segura o bum-bum. — Então ela me fez virar, deitar de costas e levantar bem as perninhas, "como no ginecologista" ela disse. E começou a brincar com um dedo dentro de mim. — Esse é seu ponto G, ou P, acabei de estimular com o brinquedo do meu boy... como é saber que o que esteve na bunda do meu namorado esteve depois na sua? Ah, e os cons que você comeu também estiveram dentro de mim em algum momento, isso você já devia ter pensado.
Eu não respondi, mas o comentário me deixou com muito tesão e meu pau reagiu, crescendo um pouquinho. Ela percebeu e com a outra mão começou a massagear minhas bolas, apertando, levantando, fazendo de tudo que dava. Me fazia gemer e ela adorava isso.
- Você sabe que é muito submissa, isso agrada muitos caras. Você tem um bumbum resistente que já está pronto para engolir uma boa pica, aguenta levar pau duro sem resistir nem um pouquinho, e está sempre disposta a se deixar foder na menor insinuação. Você vai fazer mais de um feliz. - ouvi-la falar assim me deixava louca, somado à dupla estimulação que ela estava me dando, eu com os olhos fechados, mordendo o lábio e gemendo. - E além disso nunca pede nada... eu sei que você está morrendo de vontade que eu chupe sua buceta, mas nunca me pediria, ou pediria?
- Não. - respondi entre suspiros.
- Eu também estou me segurando. Sua rola é muito linda, sabia? Mas não, tenho outras coisas em mente antes. - então ela parou de se tocar e se levantou, eu todo excitado a olhei enquanto ela se inclinava para abrir uma gaveta e tirar algo do seu arsenal. Acho que de propósito ela se abriu bem para que eu pudesse ver, use a palavra: bucetinha rosada, o bum bem fechadinho. Por um segundo me passou pela cabeça me levantar, mas justo ela virou a cabeça e me olhou, balançando a cabeça em sinal de não.
- Você acabou de experimentar o pequenininho, agora vamos provar este. - disse ela, mostrando um consolo bem maior que o anterior, formado por várias bolas ligadas uma à outra, desde a menor na ponta até a maior na base. Eu ainda estava de cinta, então ela só precisou encaixá-lo. O enorme consolo ficou pronto, apontado para mim. - Dá um espaço que eu vou deitar.
Então ela se deitou de costas, deixando o pau duro apontando para o teto.
- Você vai comer esse aqui todinha sozinha. - ele disse enquanto passava óleo, como se estivesse se masturbando. - Adoro esse, uso muito na bunda porque cada bolinha que entra faz você gemer que nem uma putinha quando sai, e depois que o esfíncter acostuma, cavalgar nele é uma glória. - Senta devagarinho que já tá bem lubrificado, linda.
Então, obedecendo, me curvei sobre o console e apoiei na entrada do cu. As duas primeiras bolas entraram fácil porque eram pequenas, mas aí cada uma foi ficando mais difícil que a anterior, além disso cada porção que eu enfiava me enchia mais, sentia aquela besta dentro de mim me abrindo, apertando as bolas por dentro e fazendo meu pau começar a vazar, devagarzinho um filete de porra transparente começou a escorrer e molhar a barriga da Eva. Finalmente depois de um tempão, muito suor e muitos gemidos consegui enfiar a última... me sentia totalmente cheia.
- Agora levanta rápido, tira todas de uma vez. Eu fiz e senti uma sensação incrível de dor prazerosa, minhas pernas amoleceram e caí deitada sobre ela, meu peito contra os peitos dela e meu rosto contra o dela, minha respiração a mil. Ela me agarrou forte pela nuca, afastou meu rosto do dela e quando pensei que ia me beijar, ela disse:
- Volta a enfiar tudo. - obedeci, só que agora não me custou tanto. Quando tive ele todo dentro de novo, minhas bolas esmagadas contra o púbis dela e meu pau babando ao máximo, ela disse para eu cavalgar, pra cima e pra baixo, do meu jeito. Comecei a me mexer, enquanto meu cu tentava se adaptar à linda tortura que estava sofrendo, com essas bolas entrando e saindo, tentando se fechar enquanto eu insistia em dilatar.
Com poucas forças tentei apoiar minhas mãos nos lados dela, mas acabei agarrando firme seus peitos, apertando-os como uma louca enquanto ela continuava castigando minha bunda. Pensei que ela fosse ficar brava, mas ela deixou que eu amassasse eles à vontade enquanto fechava os olhos. Eu gemia e ofegava como uma doida.
- Não aguento mais, eu disse com o que me restava de voz.
- E o que você vai fazer? Dessa vez a porra você tira sozinha. - então comecei a me masturbar, mas ela pegou minha mão e tirou. - Não, as meninas não têm pau, toca só nas bolinhas. - Loca de tesão, eu obedeci, comecei a apertar meus ovos, amassando com uma mão enquanto com a outra continuava apertando os peitos dela. O orgasmo demorou bastante, mas quando chegou foi como um raio, tremi o corpo todo e inunde o dela de porra, entre gritos desesperados.
- Me limpa agora. - ela disse, então, sem tirar o consolo da minha bunda, me inclinei e chupei sua barriga, seus peitos e o pescoço onde havia meu gozo, engolindo tudo. Depois me levantei, aproveitando enquanto cada bola do consolo saía do meu interior, e com as pernas bambas fui para o chuveiro.
2 comentários - A história de Luli, uma gostosa da TV - Parte 3 Final