A mulher do meu amigo
Essa é uma história real e própria que aconteceu comigo há 2 semanas.
Vou me descrever, me chamo Luciano, tenho 32 anos, nada de outro mundo, cabelo castanho, 1,70 m, nem magro nem gordo.
Vamos chamar ela de Yanina, 30 anos, loira, 1,65 m, magra com uma bunda gostosa e uns peitos lindos, devem ser 95, mas com a cintura fina e as costas pequenas, é só peito; casada, a mulher do meu amigo.
Tudo começa numa sexta à noite, quando meu amigo tava trabalhando.
A mulher dele, Yani, tinha ido no aniversário de uma amiga, elas saíram pra comer num bar num lugar movimentado da cidade.
Umas 1h30 da manhã, meu amigo me manda uma mensagem, sabendo que eu ia estar acordado e dando rolê por aí.
- Amigão, beleza? Tá à toa?
- Amigo, tudo bem, tô aqui de bobeira no aniversário da minha tia, e você?
- Tô trampando, hoje peguei o turno da noite. A Yani tá no aniversário de uma amiga e as patricinhas vão pra balada, te incomoda passar pra buscar ela?
- Não, de boa, até que já quero vazar daqui, então caiu como luva.
- Fala aí, vou mandar a localização e aviso ela que você vai buscar
Até aí tudo normal, um favor pra um amigo levar a patroa dele pra casa, vale dizer que a gente se conhece desde pivete.
Chego no local e mando pro meu amigo que tô do lado de fora.
Ele responde que vai avisar ela pra sair.
5 minutos depois, vejo ela saindo do bar.
Tava com uma calça jeans justinha, uma camiseta rosinha que colava nos peitos e uma jaquetinha de tricô preta que fazia os peitos dela parecerem mais redondos.
Sinceramente, tava simples, mas uma gostosa.
Ela abre a porta, entra no carro, e nessa hora eu percebo que tinha deixado o celular no banco do carona.
Rápido, tento pegar antes dela sentar, mas ela sentou na hora que eu tava pegando, tudo em fração de segundos.
Ela senta na minha mão.
- Desculpa - falo na hora e tiro a mão rápido, mostrando o celular.
- Não é nada demais - ela fala e dá um sorriso
Nessa hora chega uma mensagem do meu amigo perguntando sim, ela tinha saído.
- Seu marido perguntou se você saiu, manda um áudio
Yani: já saí, Pablo kkk
Amigo: valeu luchitooo, tô te devendo essa!
Pegamos a estrada pra casa e começamos a bater um papo pra descontrair um pouco
- Como foi o aniversário?
- Foi legal, mas as minas iam pra Ditroix (uma balada meio puxada) e eu não tava afim, no mínimo você sai toda apalpada - ela falou rindo
- Da mão você não escapou, nem entrou no carro e já levaram uma mão no rabo - falei rindo, zoando o que tinha rolado uns minutos antes
Os dois caímos na risada, ela soltou uma gargalhada que mostrava que tinha bebido um pouco demais
- Mas você eu conheço, fez sem querer e com uma causa nobre, salvar a vida do seu celular! Além disso, confio em você - Ela me olha e dá um sorrisinho safado
- Ah, então o problema da apalpação é porque você não conhece os caras kkkk
- Nada, com você é diferente, tem confiança!
- Não confia na mão que te alimenta - falei me fazendo de filosófico, tirando o peso do que ela tava dizendo, afinal era a mulher do meu amigo
- Por quê? Vai me morder? - ela soltou com malícia
Chegamos na casa naquele exato momento
- Chegamos!
- Não vai descer pra tomar uma cerveja? É o mínimo pra pagar o Uber kkk
- Fechou, aceito
Entramos, ela tirou os tênis e a jaqueta, foi na geladeira, pegou duas garrafinhas de Quilmes e voltou pra sala onde eu tava esperando.
Ela sentou do meu lado e começamos a falar um monte de besteira.
Foi pegar mais garrafinhas e continuamos falando de coisas bobas.
Quando acabamos as cervejas, ela fala pra eu pegar mais uma, fui na geladeira e já não tinha, gritei que só tinha uma latinha e ela falou pra trazer mesmo assim que a gente dividia.
Quando tô sentando do lado dela, ela me dá um tapinha na bunda
- Epaa - falei - que isso?
- Olho por olho - ela disse - agora tamos quites!
- O meu foi acidente, você sentou na minha mão e ainda por cima nas costas da minha mão, você me deu Agarrei" — falei brincando.
— É verdade — ela responde —, olha, fica de pé. Eu obedeço. Aí ela diz: senta, e na mesma hora coloca a mão debaixo de mim, fazendo eu sentar em cima dela.
— Agora sim, estamos quites — ela fala, rindo, com sinais claros de álcool.
— Nããão, não só sentei em cima de você como ainda agarrei seu negócio. Não estamos quites, você ganhou de 2 a 1.
— Empata comigo, se quiser — ela diz, e se vira no sofá, me oferecendo a raba.
Naquele momento, esqueci do meu amigo, se é que nessa altura eu ainda pensava nisso...
E agarrei uma das bandas da raba.
Ela me olha por cima do ombro e sorri, mordendo os lábios.
Acaricio e coloco a outra mão também na bunda dela e falo: 3 a 2, virei o jogo.
Que raba linda, parecia excelente, eu não podia acreditar, sempre achei ela linda, mas nunca tinha visto com olhos lascivos.
Ela senta de novo, se aproxima de mim e no momento em que grita 3 a 3, me abraça pelo pescoço e me beija na boca.
Fui pego de surpresa, mas em segundos nossas línguas se conheciam, dançavam e brincavam entre si.
Ela sentou de frente pra mim e continuamos nos beijando, eu agarrava a raba dela e empurrava ela contra mim.
Ela para de me beijar por uns segundos e, antes de me beijar de novo, olhando pra baixo, diz:
— Alguém ficou em impedimento!!!
Eu tava a mil, e do jeito que estávamos, tirei a regata dela e ela fez o mesmo comigo.
Ela se levantou e, de costas pra mim, desabotoou a calça jeans e começou a baixar, se curvando.
Eu tava no céu, não podia acreditar.
Começou a aparecer uma tanga azul bem pequenininha.
Quando a raba ficou no ar e ainda com a calça, agarrei aqueles dois bandões, apertei, acariciei e esfreguei.
— Que bunda que você tem, Yani! É inacreditável.
— Fico feliz que você gostou.
Ela se vira, eu fico de pé enquanto ela termina de tirar a calça e tiro a minha.
Abraço ela enquanto nos beijamos, acaricio as costas dela e volto pra raba.
Ela pega minha rola por cima da cueca, acaricia e me empurra. No sofá, ela senta de novo em cima de mim.
Se esfrega na minha pica e a respiração dela ficou ofegante.
Tiro o corpete dela, tiro e aparecem uns peitos lindos, redondinhos, firmes, com umas aréolas pequenininhas e rosadas e os bicos durinhos.
Era um sonho aqueles peitos. Peguei, apertei, amassei, beijei, chupei.
Ela desceu de cima de mim, foi se espremendo e ajoelhando entre minhas pernas e me diz:
— Eu também quero conhecer — enquanto eu abaixava minha cueca e minha pica saltava como uma mola da prisão de tecido.
— Ah, bicho, o que você tava escondendo, hein, filha da puta!
— Você também, sua puta, olha o que você é!
— O que eu sou, porra? — ela começou a chupar minha pica.
— Você é uma puta, é maravilhosa, não pode ter essa raba e esses peitos, você é um caminhão, gata.
Ela não disse nada, só chupou.
Passava a língua de cima pra baixo, subia e chupava a cabecinha, descia de novo e subia e chupava mais e mais até ter ela toda na boca, dava uns engasgos mas foi se acostumando.
Ver ela ajoelhada entre minhas pernas, com minha pica enfiada na garganta inteira e ver nas costas dela a bunda nua e pequena fez com que eu não aguentasse e gozasse na boca dela sem avisar.
Ela engoliu até a última gota.
Se levantou e me dando um beijo me diz:
— Não pode me deixar assim — se acariciando a buceta por cima da calcinha.
Eu puxei a calcinha dela quase arrancando. Ela tinha uma buceta linda, toda depilada, rosadinha, uma delícia, um manjar que não demorei pra devorar.
Peguei ela e joguei no sofá, abri as pernas dela e me enfiei entre as coxas dela.
Ela me agarrou pelos cabelos e só gemia no ritmo das minhas lambidas.
De baixo pra cima, de cima pra baixo. Da esquerda pra direita e da direita pra esquerda. Fazia círculos no clitóris dela, ela tava toda molhada.
Enfiava a língua na buceta dela o máximo que podia, comia ela com a língua.
Desci pela buceta com a língua até fazer contato com o cu dela.
— Ai, filha da puta, nunca chuparam meu cu!!!
— Te jode? paro
- Para e te mato, cara, tô a ponto de explodir
Quando ela me disse isso, chupei a bunda dela na hora em que enfiei um dedo na buceta dela.
Foram só três bombadas pra ela explodir num orgasmo e eu gozei tudo na cara dela.
Levantei, beijei ela pra sentir o gostinho e falei:
- Isso é só o começo
- Apaaa, quer guerra?
- Você escapou do amasso na balada, mas de mim não
- Te falei que com você era diferente
Não aguentei mais e, do jeito que a gente tava, enfiei a pica na buceta dela, entrou de uma vez, deslizou sem problema por causa do quanto ela tava molhada e da porra que tinha grudado segundos antes.
Ela suspirou e me abraçou com as pernas, a gente transou um tempão assim e trocamos, eu sentei e ela montou em mim enquanto eu segurava a bunda dela e a gente se beijava.
Eu apertava, abria, dava tapas e ela pulava mais e mais foda, tava solta.
Comecei a chupar os peitos dela, os bicos tavam durinhos, pareciam duas flechas, tava toda pezonuda, deviam ter uns 1,5cm de comprimento, chupei tudo, suguei, tava hipnotizado por aqueles bicos.
- Me come de quatro, promíscua
- Quem você tá chamando de promíscua? Aqui a única puta é você
- Cala a boca e me come!
Era lindo ver ela de quatro no sofá, com minha pica enterrada e ouvir ela gritar e gemer.
Tava no paraíso
Mais ainda quando me inclinei sobre ela e me agarrei nos peitos.
A gente transou assim uns minutos e comecei a dar tapas naquela bunda linda.
Um dedinho brincalhão começou a acariciar a bunda dela, molhei e brincava, ela gemia mais forte.
Mas quando tentei fazer pressão pra enfiar, ela saiu, me empurrou no sofá e montou em mim de novo.
- Chupa meus peitos, morde meus bicos.
- Sim, gata, não aguento mais
- Goza em mim chupando meus peitos, come os biquinhos da sua puta.
- De quem?
- Da sua puta
- Mmmm, adoro que você reconhece
- Ufff, não aguento mais, filho da puta!
- Goza, puta minha.
- Siii, papai, come meus bicos que você gostou
Gozei toda a pica e duas bombadas depois, sem tirar os peitos da minha boca, enchi ela buceta de porra
- Me encheu, filho da puta!
- Haha, você me esvaziou, puta!
Fomos tomar banho, no chuveiro não rolou nada além de umas apalpadas.
Saímos, nos trocamos, já eram 5 da manhã.
- Já tá na hora de você ir.
- Adorei, não te imaginava assim.
- Hahaha, agora você já me conhece.
- Sim, e tô gostando mais dessa versão.
Ela se despediu com um beijo na boca e falou:
- Outro dia a gente brinca mais com a tiny ass - piscando o olho.
Ela me empurrou e fechou a porta.
Naquele dia, voltei pra casa. Nem sei como cheguei, só tinha na cabeça a aventura que tinha acabado de rolar.
Tomara que esse outro dia que ela falou chegue logo.
FIM...
OBRIGADO A TODOS POR LEREM.
AGRADEÇO OS COMENTÁRIOS E AS ESTRELINHAS.
SAUDAÇÕES!
Essa é uma história real e própria que aconteceu comigo há 2 semanas.
Vou me descrever, me chamo Luciano, tenho 32 anos, nada de outro mundo, cabelo castanho, 1,70 m, nem magro nem gordo.
Vamos chamar ela de Yanina, 30 anos, loira, 1,65 m, magra com uma bunda gostosa e uns peitos lindos, devem ser 95, mas com a cintura fina e as costas pequenas, é só peito; casada, a mulher do meu amigo.
Tudo começa numa sexta à noite, quando meu amigo tava trabalhando.
A mulher dele, Yani, tinha ido no aniversário de uma amiga, elas saíram pra comer num bar num lugar movimentado da cidade.
Umas 1h30 da manhã, meu amigo me manda uma mensagem, sabendo que eu ia estar acordado e dando rolê por aí.
- Amigão, beleza? Tá à toa?
- Amigo, tudo bem, tô aqui de bobeira no aniversário da minha tia, e você?
- Tô trampando, hoje peguei o turno da noite. A Yani tá no aniversário de uma amiga e as patricinhas vão pra balada, te incomoda passar pra buscar ela?
- Não, de boa, até que já quero vazar daqui, então caiu como luva.
- Fala aí, vou mandar a localização e aviso ela que você vai buscar
Até aí tudo normal, um favor pra um amigo levar a patroa dele pra casa, vale dizer que a gente se conhece desde pivete.
Chego no local e mando pro meu amigo que tô do lado de fora.
Ele responde que vai avisar ela pra sair.
5 minutos depois, vejo ela saindo do bar.
Tava com uma calça jeans justinha, uma camiseta rosinha que colava nos peitos e uma jaquetinha de tricô preta que fazia os peitos dela parecerem mais redondos.
Sinceramente, tava simples, mas uma gostosa.
Ela abre a porta, entra no carro, e nessa hora eu percebo que tinha deixado o celular no banco do carona.
Rápido, tento pegar antes dela sentar, mas ela sentou na hora que eu tava pegando, tudo em fração de segundos.
Ela senta na minha mão.
- Desculpa - falo na hora e tiro a mão rápido, mostrando o celular.
- Não é nada demais - ela fala e dá um sorriso
Nessa hora chega uma mensagem do meu amigo perguntando sim, ela tinha saído.
- Seu marido perguntou se você saiu, manda um áudio
Yani: já saí, Pablo kkk
Amigo: valeu luchitooo, tô te devendo essa!
Pegamos a estrada pra casa e começamos a bater um papo pra descontrair um pouco
- Como foi o aniversário?
- Foi legal, mas as minas iam pra Ditroix (uma balada meio puxada) e eu não tava afim, no mínimo você sai toda apalpada - ela falou rindo
- Da mão você não escapou, nem entrou no carro e já levaram uma mão no rabo - falei rindo, zoando o que tinha rolado uns minutos antes
Os dois caímos na risada, ela soltou uma gargalhada que mostrava que tinha bebido um pouco demais
- Mas você eu conheço, fez sem querer e com uma causa nobre, salvar a vida do seu celular! Além disso, confio em você - Ela me olha e dá um sorrisinho safado
- Ah, então o problema da apalpação é porque você não conhece os caras kkkk
- Nada, com você é diferente, tem confiança!
- Não confia na mão que te alimenta - falei me fazendo de filosófico, tirando o peso do que ela tava dizendo, afinal era a mulher do meu amigo
- Por quê? Vai me morder? - ela soltou com malícia
Chegamos na casa naquele exato momento
- Chegamos!
- Não vai descer pra tomar uma cerveja? É o mínimo pra pagar o Uber kkk
- Fechou, aceito
Entramos, ela tirou os tênis e a jaqueta, foi na geladeira, pegou duas garrafinhas de Quilmes e voltou pra sala onde eu tava esperando.
Ela sentou do meu lado e começamos a falar um monte de besteira.
Foi pegar mais garrafinhas e continuamos falando de coisas bobas.
Quando acabamos as cervejas, ela fala pra eu pegar mais uma, fui na geladeira e já não tinha, gritei que só tinha uma latinha e ela falou pra trazer mesmo assim que a gente dividia.
Quando tô sentando do lado dela, ela me dá um tapinha na bunda
- Epaa - falei - que isso?
- Olho por olho - ela disse - agora tamos quites!
- O meu foi acidente, você sentou na minha mão e ainda por cima nas costas da minha mão, você me deu Agarrei" — falei brincando.
— É verdade — ela responde —, olha, fica de pé. Eu obedeço. Aí ela diz: senta, e na mesma hora coloca a mão debaixo de mim, fazendo eu sentar em cima dela.
— Agora sim, estamos quites — ela fala, rindo, com sinais claros de álcool.
— Nããão, não só sentei em cima de você como ainda agarrei seu negócio. Não estamos quites, você ganhou de 2 a 1.
— Empata comigo, se quiser — ela diz, e se vira no sofá, me oferecendo a raba.
Naquele momento, esqueci do meu amigo, se é que nessa altura eu ainda pensava nisso...
E agarrei uma das bandas da raba.
Ela me olha por cima do ombro e sorri, mordendo os lábios.
Acaricio e coloco a outra mão também na bunda dela e falo: 3 a 2, virei o jogo.
Que raba linda, parecia excelente, eu não podia acreditar, sempre achei ela linda, mas nunca tinha visto com olhos lascivos.
Ela senta de novo, se aproxima de mim e no momento em que grita 3 a 3, me abraça pelo pescoço e me beija na boca.
Fui pego de surpresa, mas em segundos nossas línguas se conheciam, dançavam e brincavam entre si.
Ela sentou de frente pra mim e continuamos nos beijando, eu agarrava a raba dela e empurrava ela contra mim.
Ela para de me beijar por uns segundos e, antes de me beijar de novo, olhando pra baixo, diz:
— Alguém ficou em impedimento!!!
Eu tava a mil, e do jeito que estávamos, tirei a regata dela e ela fez o mesmo comigo.
Ela se levantou e, de costas pra mim, desabotoou a calça jeans e começou a baixar, se curvando.
Eu tava no céu, não podia acreditar.
Começou a aparecer uma tanga azul bem pequenininha.
Quando a raba ficou no ar e ainda com a calça, agarrei aqueles dois bandões, apertei, acariciei e esfreguei.
— Que bunda que você tem, Yani! É inacreditável.
— Fico feliz que você gostou.
Ela se vira, eu fico de pé enquanto ela termina de tirar a calça e tiro a minha.
Abraço ela enquanto nos beijamos, acaricio as costas dela e volto pra raba.
Ela pega minha rola por cima da cueca, acaricia e me empurra. No sofá, ela senta de novo em cima de mim.
Se esfrega na minha pica e a respiração dela ficou ofegante.
Tiro o corpete dela, tiro e aparecem uns peitos lindos, redondinhos, firmes, com umas aréolas pequenininhas e rosadas e os bicos durinhos.
Era um sonho aqueles peitos. Peguei, apertei, amassei, beijei, chupei.
Ela desceu de cima de mim, foi se espremendo e ajoelhando entre minhas pernas e me diz:
— Eu também quero conhecer — enquanto eu abaixava minha cueca e minha pica saltava como uma mola da prisão de tecido.
— Ah, bicho, o que você tava escondendo, hein, filha da puta!
— Você também, sua puta, olha o que você é!
— O que eu sou, porra? — ela começou a chupar minha pica.
— Você é uma puta, é maravilhosa, não pode ter essa raba e esses peitos, você é um caminhão, gata.
Ela não disse nada, só chupou.
Passava a língua de cima pra baixo, subia e chupava a cabecinha, descia de novo e subia e chupava mais e mais até ter ela toda na boca, dava uns engasgos mas foi se acostumando.
Ver ela ajoelhada entre minhas pernas, com minha pica enfiada na garganta inteira e ver nas costas dela a bunda nua e pequena fez com que eu não aguentasse e gozasse na boca dela sem avisar.
Ela engoliu até a última gota.
Se levantou e me dando um beijo me diz:
— Não pode me deixar assim — se acariciando a buceta por cima da calcinha.
Eu puxei a calcinha dela quase arrancando. Ela tinha uma buceta linda, toda depilada, rosadinha, uma delícia, um manjar que não demorei pra devorar.
Peguei ela e joguei no sofá, abri as pernas dela e me enfiei entre as coxas dela.
Ela me agarrou pelos cabelos e só gemia no ritmo das minhas lambidas.
De baixo pra cima, de cima pra baixo. Da esquerda pra direita e da direita pra esquerda. Fazia círculos no clitóris dela, ela tava toda molhada.
Enfiava a língua na buceta dela o máximo que podia, comia ela com a língua.
Desci pela buceta com a língua até fazer contato com o cu dela.
— Ai, filha da puta, nunca chuparam meu cu!!!
— Te jode? paro
- Para e te mato, cara, tô a ponto de explodir
Quando ela me disse isso, chupei a bunda dela na hora em que enfiei um dedo na buceta dela.
Foram só três bombadas pra ela explodir num orgasmo e eu gozei tudo na cara dela.
Levantei, beijei ela pra sentir o gostinho e falei:
- Isso é só o começo
- Apaaa, quer guerra?
- Você escapou do amasso na balada, mas de mim não
- Te falei que com você era diferente
Não aguentei mais e, do jeito que a gente tava, enfiei a pica na buceta dela, entrou de uma vez, deslizou sem problema por causa do quanto ela tava molhada e da porra que tinha grudado segundos antes.
Ela suspirou e me abraçou com as pernas, a gente transou um tempão assim e trocamos, eu sentei e ela montou em mim enquanto eu segurava a bunda dela e a gente se beijava.
Eu apertava, abria, dava tapas e ela pulava mais e mais foda, tava solta.
Comecei a chupar os peitos dela, os bicos tavam durinhos, pareciam duas flechas, tava toda pezonuda, deviam ter uns 1,5cm de comprimento, chupei tudo, suguei, tava hipnotizado por aqueles bicos.
- Me come de quatro, promíscua
- Quem você tá chamando de promíscua? Aqui a única puta é você
- Cala a boca e me come!
Era lindo ver ela de quatro no sofá, com minha pica enterrada e ouvir ela gritar e gemer.
Tava no paraíso
Mais ainda quando me inclinei sobre ela e me agarrei nos peitos.
A gente transou assim uns minutos e comecei a dar tapas naquela bunda linda.
Um dedinho brincalhão começou a acariciar a bunda dela, molhei e brincava, ela gemia mais forte.
Mas quando tentei fazer pressão pra enfiar, ela saiu, me empurrou no sofá e montou em mim de novo.
- Chupa meus peitos, morde meus bicos.
- Sim, gata, não aguento mais
- Goza em mim chupando meus peitos, come os biquinhos da sua puta.
- De quem?
- Da sua puta
- Mmmm, adoro que você reconhece
- Ufff, não aguento mais, filho da puta!
- Goza, puta minha.
- Siii, papai, come meus bicos que você gostou
Gozei toda a pica e duas bombadas depois, sem tirar os peitos da minha boca, enchi ela buceta de porra
- Me encheu, filho da puta!
- Haha, você me esvaziou, puta!
Fomos tomar banho, no chuveiro não rolou nada além de umas apalpadas.
Saímos, nos trocamos, já eram 5 da manhã.
- Já tá na hora de você ir.
- Adorei, não te imaginava assim.
- Hahaha, agora você já me conhece.
- Sim, e tô gostando mais dessa versão.
Ela se despediu com um beijo na boca e falou:
- Outro dia a gente brinca mais com a tiny ass - piscando o olho.
Ela me empurrou e fechou a porta.
Naquele dia, voltei pra casa. Nem sei como cheguei, só tinha na cabeça a aventura que tinha acabado de rolar.
Tomara que esse outro dia que ela falou chegue logo.
FIM...
OBRIGADO A TODOS POR LEREM.
AGRADEÇO OS COMENTÁRIOS E AS ESTRELINHAS.
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