Falando por um site de namoro, ela começou a conversa com um "oi, como vai?" E assim começou uma conversa de meses, uma conversa amigável e sem segundas intenções, pra ser sincero, até então ela nunca tinha me chamado muita atenção. Depois de um tempo, ela começou a subir o tom da conversa! Me perguntava coisas íntimas. E pedia detalhes dos meus relacionamentos. Me chamou a atenção e pensei que ela queria meu pau, então fui ver as fotos dela e, pra minha surpresa, ela tinha postado 14 fotos novas privadas. Pedi acesso na hora e vi as fotos privadas dela: em 13 delas, ela estava se mostrando de sutiã, e só na última mostrou um pouco dos mamilos. Belos peitos grandes e volumosos. Foi a primeira vez que comecei a imaginar transar com ela. Continuando a conversa, dessa vez eu comecei mandando fotos pornô de atrizes que eu gosto e vi como, aos poucos, uma pequena perversão nela começava a aflorar. Mais meses se passaram e as conversas já não tinham filtro nenhum: ela me mostrava a buceta dela, eu mostrava meu pau. Eu me masturbava e me filmava pra ela apreciar meu pau. Trocávamos pornô. Áudios quentes. Até que chegou o dia em que ela me confessou que era virgem. "Que tem isso de especial?", vocês devem pensar. O que foi difícil de acreditar e com certeza vai ser difícil pra vocês ou vocês nunca vão acreditar é que ela era virgem com quase 70 anos. Primeiro, não acreditei. Até que ela me contou a história dela: a história de um marido assexuado que nunca tocou nela além de um beijo quando se casaram e quando precisavam fingir na frente dos outros. Um cara machista que só dava ordens. Um homem antiquado que se achava o "macho" da casa por trazer a comida, mas que nunca fez amor com a mulher dele. Quando perguntei por que eles estavam juntos, ela disse que, com quase 16 anos, os pais dela e o juiz do casamento disseram que ela tinha que se entregar a ele e aos pedidos dele. E ela fez isso. Claro, pensei: pode ser verdade a história da virgindade dela, como pode não ser. E desde aquele dia, minha meta foi tentar comer a Nilda, essa virgem de quase 70. Eu tinha medo de que o marido dela visse ela se masturbando. Então ela não fazia, tinha se acostumado a uma vida sem sexo, mas evidentemente o corpo dela pedia uma pica e talvez meu destino seja colocar minha pica ao alcance da mão dela. Meses depois, propus transar e ela disse que o marido controla ela e que seria impossível. Mas me disse que quando eu estivesse com alguma mulher, filmasse ou tirasse fotos, e eu, que gostava de alimentar o tesão dela. Um dia, numa conversa qualquer, ela aceitou ir tomar um café, mas se arrependeu e me pediu desculpas, e quase chorando me disse pra perdoar ela, mas que ela tinha muito medo. De uma conversa anterior, lembrei do endereço do hospital de referência dela e decidi ir buscá-la de carro. Aparecer de surpresa e conversar. Enquanto esperava, não parava de pensar naquela buceta que eu só tinha visto por fotos, não parava de pensar que ninguém conseguiu penetrar a vagina dela e muito poucos tocaram, só alguns ginecologistas, segundo ela me contou. Aquela vagina continuava imaculada. Desci do carro e me apresentei na frente dela. Ela mudou o estado normal e ficou extremamente nervosa. Depois de muita insistência e de tentar relaxar ela, aceitou que eu a levasse até perto da casa dela. No carro, dei umas flores pra ela e falei que ela podia jogar fora pra o marido não ver. "Que lindas, são muitas, obrigada, moço." Foi a resposta dela. Naquele momento, me joguei nela e beijei ela. Ela se assustou e me empurrou rápido, mas disse: "Desculpa, tenho medo". E então eu apalpei os peitos dela e ela deixou. Beijei ela de novo, e dessa vez ela gostou. Continuei brincando com os peitos dela e ela respirava muito forte, forte demais, como se eu estivesse metendo. Peguei a mão dela e coloquei na minha pica e comecei a massagear até que ela continuou o movimento. Enfiei a mão dentro do sutiã dela e apalpei tudo, aqueles peitos eram ainda maiores do que pareciam. Parei e tirei minha pica. "Olha pra ela", falei, "olha e toca." Com muita Vergonha. Ela tocou com a ponta do dedo a cabeça do meu pau, bem duro e quente, e eu disse pra ela pegar. Sentir. Bater uma. Ela não conseguia tirar os olhos do meu pau, e eu disse pra ela chupar, mas ela não quis. Levei ela pra casa dela e à noite continuamos conversando, e ela disse que ainda estava tremendo, mas que gostou. Tempo depois. O marido dela, muito doente na cama há três dias, com os olhos muito inchados e muita febre, foi o que ela me disse. Naquele dia, apareci de surpresa na casa dela. Ela me abriu a porta e me mandou pro quarto de ferramentas, que fica no fundo da casa, atravessando um quintal bem grande. Ela estava mais nervosa do que nunca. Depois de 40 minutos esperando, ela veio falar comigo. Ela sabia que a virgindade dela tinha as horas contadas. Me disse pra ter cuidado porque ela sofre de dores no corpo. Dói o quadril e ela não consegue se abaixar, então eu sentei ela numa cadeira e coloquei meu pau na boca dela. Ela me boqueteou por quase 15 minutos, eu enfiava e tirava meu pau da boca dela pra fazer ela brincar. Passava meu pau no rosto todo dela. Apertava os peitos dela com força e com vontade de devorar. Fala que você é minha puta, eu disse, e ela não gostou, mas depois de 10 minutos ela me falou: você me fez sua puta, jovem, sou sua puta. Quando eu tirei a roupa dela e coloquei meus dedos na buceta dela, não acreditei no quanto ela estava molhada. Aquilo era um oásis de lubrificação vaginal que eu me dediquei a chupar bem chupado. Aí eu enfiei meus dedos devagar, mas o grito foi como se eu tivesse enfiado o pau de um cavalo. Ela tremia de nervoso e de prazer, e eu continuava enfiando meus dedos naqueles lugares nunca explorados. Coloquei ela de pé, ela se agarrou na cadeira, e comecei a penetrar aquela buceta de 70 anos. Lamento deixar vocês assim, mas a segunda parte depende dos comentários que deixarem.
4 comentários - Minha primeira vez com uma virgem