Minha tia e primas se mudam pra minha casa. Parte 4

Minha tia ainda não tinha descido quando ouvi a porta da rua abrir, entrando minha mãe e minhas primas. As três me deram um beijo, e minha mãe subiu para se trocar, enquanto minhas primas ficaram comigo falando sobre o filme que tinham visto. Pouco depois, minha mãe e minha tia desceram e foram para a cozinha, e na hora estávamos jantando para depois ir dormir. Começava uma nova semana.

Durante todo o jantar, não houve demonstrações de carinho da minha tia, como era de costume. E quando fui para o meu quarto, só um seco "boa noite" saiu da boca dela, sem nem olhar na minha cara. Eu estava terminando um exercício sobre o trabalho que estava fazendo quando uns nós dos dedos bateram na minha porta. Meu coração acelerou, pensando que seria minha tia, e pouco depois entrava minha mãe para me dar um beijo e ir dormir. Tive que fazer verdadeiros esforços para esconder minha decepção, porque, como comentei, minha mãe reparava muito nos detalhes.

— Não demora pra se deitar, querido, senão amanhã ninguém te acorda. — Disse minha mãe, me dando um beijo maternal na testa.

— Não, mãe, termino isso e vou dormir.

— Aconteceu alguma coisa esta tarde com sua tia? Ela parecia irritada com você.

Mentir não era meu forte, mas coloquei minha melhor cara de "mas o que você está me dizendo".

— Não — falei com indiferença —, cada um ficou na sua. Talvez ela esteja nervosa porque amanhã começa o novo trabalho dela... sei lá.

— É — disse minha mãe, pensativa —, talvez seja isso. Bem, querido, vai, não demora pra se deitar, até amanhã.

Agora sim, eu estava puto com minha tia. Porra, depois de tudo que a gente tinha passado de bom, agora ela ia cagar tudo com alguma neurose dela, e o pior é que eu não fazia ideia do que passava na cabeça dela e não podia ir perguntar o que estava rolando.

Não tive uma boa noite. Acordei um monte de vezes, com minha tia na cabeça, tentando descobrir por que ela estaria chateada. Como falei no começo, ia passar por um inferno, mas um inferno doce. Em 48 horas depois de chegar em casa, já tinha comido minha tia. tia e isso era só o começo. Quando desci pra tomar café no dia seguinte, pensei que ela ia estar na cozinha me esperando de lingerie e me dando bom dia com uma trepada de cinema… mas não, minha mãe já tinha saído e minha tia e minhas primas nem tinham acordado. Não tive vontade de comer nada, saí de casa, entrei no carro e fui pra faculdade.
Naquela noite, quando minha tia chegou em casa depois do primeiro dia dela, tava exausta. Ela contou por cima como tinha sido o dia, jantou algo leve, tomou banho e foi dormir. Não consegui nem trocar duas palavras com ela, ela me ignorava como se eu não existisse, como se o que rolou entre a gente no domingo à tarde tivesse sido só uma brincadeira pra ela e, depois de cumprir o desafio, me largar de mão e passar pro próximo nível. Ou talvez ela tenha caído na real do que a gente fez e entrado em pânico por se sentir vulnerável, querendo botar distância.
Fosse o que fosse, não quis mais ficar remoendo essa parada. Foquei em mim mesmo e na minha carreira e resolvi ficar na minha. Naquela mesma noite jantei cedo e fui pro meu quarto continuar meu trabalho e meus estudos. Essa semana não deu pra muito mais. A única coisa que valeu a pena foi que minha mãe falou com o diretor do Joaquín Rodrigo e minha prima Alba começava na segunda-feira seguinte no colégio. A única coisa que ela me pediu foi que eu levasse ela pra conhecer o lugar, e isso acabou rendendo um encontro com alguns professores antigos que ficaram felizes em me ver e saber que minha prima ia cursar o último ano do ensino médio lá.
Foi na sexta, antes de eu sair pra farrear com meus amigos, que minha mãe quis falar comigo. Sei que durante a semana me desliguei muito de tudo que rolava em casa e minha mãe teve que aguentar tudo sozinha, e sei que isso tava apertando ela. Eu tava no meu quarto me arrumando quando uns nós dos dedos bateram na minha porta, e minha mãe entrou logo depois de bater. Depois das perguntas maternas de praxe, ela encarou o que tinha vindo me dizer.
— Luismi, preciso que você me dê uma força com seu... tia.
—O que foi agora, mãe? Perguntei com resignação.
—Sua tia está muito triste de novo e não consigo fazer ela falar comigo. Como sei que vocês têm uma química boa, preciso que, sei lá, convide ela pra jantar, que ela saia, se distraia, se abra com você de novo e conte o que passa pela cabeça dela.
Isso, que se abra pra mim, que deixe a buceta dela bem aberta e eu foda até ela desfalecer, pensei comigo mesmo de forma sacana e libidinosa.
—Bom, mãe, vou tentar falar com ela, mas desde que começou a trabalhar, a gente só trocou os cumprimentos de praxe. E levar ela pra jantar? Mãe, com o que você me dá, não dá nem pra fechar o mês.
—Bom, isso não é problema. Já fiz uma transferência pra sua conta pra esses imprevistos, disse minha mãe se levantando. Outra coisa, querido, amanhã saio cedo, tenho um julgamento em outra cidade e preciso falar com meu cliente e preparar o caso. Volto domingo à noite.
Isso pra mim era sinal de que minha mãe ia se encontrar com algum amante secreto que tinha. Nunca falamos sobre isso, mas minha mãe, mesmo tendo 50 anos, era uma mulher linda, assim como minha tia — era genética de família. Minha mãe, uma ou duas vezes por mês, passava o fim de semana fora, alegando trabalho, mas com certeza não parava de foder. Era só ver a cara de felicidade que ela fazia quando entrava em casa domingo à noite.
Bom, do jeito que as coisas estavam, o fim de semana ia ser meio atípico. Pra falar a verdade, bem pensado, tava a fim de fazer algo diferente. Quando saí do meu quarto, vi minha prima Noelia sentada no sofá, com uma cara de tédio enorme. Pensei: "Por que não?"
—E aí, prima! O que cê tá fazendo?
—Morrendo de tédio, Luismi. Tô uma semana trancada nessa casa e, fora a ida ao cinema, não fiz quase nada. E você, vai cair na farra?
—Bom, sim, marquei um rolê, mas mais tarde.
Ficamos os dois em silêncio, olhando pra televisão. Como sempre, minha prima tava uma gostosa de dar o cu. atrás de outro e desde o outro dia, quando ela se desculpou na cozinha, me deixou na dúvida se não teríamos ido mais longe quando ela tentou me pegar. Subi no quarto da Alba e ela estava no mundo dela, preparando as aulas dela com um computador velho que tinham emprestado, procurando um negócio sobre física.
— Alba, posso entrar?
— Claro, primo, fala. O que você quer?
— Você topa dar uma volta, ir nós três, você, sua irmã e eu, fazer alguma coisa?
Sabia que a Alba era bem caseira, não era de sair pra farra e sabia que a resposta dela seria não, e não me enganei.
— Ehhh... agradeço, Luismi, mas tenho coisas pra fazer e você sabe que não sou de sair por aí. Pra ser sincera, não tô a fim. Fala com a Noelia, ela com certeza vai querer sair.
Deixei ela no quarto dela e fui direto atrás da Noelia, era isso que eu queria: ir nós dois sozinhos. Vi que ela continuava no sofá com a mesma cara de tédio.
— Noelia, você topa sair pra farrear?
Minha prima me olhou de olhos bem abertos e levantou na hora, porra, com aquela legging e aquela camiseta justa no corpo, dava vontade de comer ela até com roupa e tudo.
— Primo, não demoro nada pra tomar um banho e me arrumar, me dá uns minutos — disse animada.
Pensei que ela ia demorar uma eternidade, mas me enganei. Quando ouvi ela descendo as escadas, levantei e tive que engolir seco. Ela estava radiante e vestida de um jeito sensual, com um vestido que mostrava a figura esplêndida dela, deixando umas pernas longas e bem torneadas à mostra. Quando chegou na minha altura, girou e me olhou toda provocante.
— Gostou de como eu tô? — perguntou sedutora.
— Noelia... você tá uma gostosa. Vamos?
Ela me deu um sorriso sugestivo e saímos porta afora. A noite era jovem e com aquela beleza, com certeza eu não ia ficar entediado. Tudo bem que ela era minha prima de sangue, mas antes disso era uma mulher, e uma mulher que exalava sensualidade pela pele e em cada movimento que fazia.
Aquela noite foi incrível. Jantamos num italiano à luz de vela e minha priminha se mostrou doce, encantadora e muito... Faladeira. Tava encantado com ela, tanto que o papo depois da janta foi longo e teve muita cumplicidade. Mas lembrei que tinha combinado com meus parceiros e não quis dar o cano neles.
— Noelia, tinha combinado com meus amigos. Quer ir com a gente?
Pensei que seria um jeito dela começar a conhecer outras pessoas e se divertir, mas acho que os planos da minha prima eram outros.
— Não, Luismi, prefiro que a gente vá só nós dois tomar um negócio e dançar. Não te anima?
— Claro, claro, falei todo empolgado, espera que vou ligar pros meus parças e avisar que não vão me esperar.
Como era de se esperar, nenhum dos meus amigos atendeu o telefone, ou tavam em outras paradas ou num lugar com o som tão alto que nem dava pra ouvir a própria voz. Mesmo assim, mandei um zap no grupo que a gente tinha pra eles saberem que eu não ia aparecer.
Sabia que perto dali tinha um disco bar muito bom, embora a gente tivesse parado de ir porque vivia cheio de casalzinho e era impossível pegar alguém. Paguei a janta e saímos do restaurante. Assim que chegamos na rua, Noelia pegou na minha mão e entrelaçou os dedos nos meus, me olhou e piscou um olho.
— Onde cê vai me levar, Luismi?
— Tomar um negócio e dançar, foi o que você pediu, e hoje você é minha mimada.
— Hummm, adoro quando você me trata assim, ela disse toda dengosa.
Ela se agarrou no meu braço e deixou eu sentir uma das tetas dela enquanto me dava um beijo no ombro. Eu tinha que me controlar, sabia como minha prima era e com certeza ia me esquentar até ferver. A gente foi andando pela rua feito dois apaixonados e não demorou pra chegar no lugar que eu tinha escolhido. Assim que entramos, reparei na reação dela: ela olhou tudo de olhos bem abertos e me encarou com um sorrisão na boca.
— É ideal, Luismi!! Tô amando.
A gente sentou e pediu uma bebida. Ela continuou me contando coisas da vida dela, era inacreditável, mas tava se abrindo comigo. Teve uma coisa que me deixou perplexo e que eu não sabia: minha prima Noelia tinha terminado o ensino médio e feito o Enem, tirando notas muito Boa nota, mas não quis escolher uma carreira.
—Sinceramente, Luismi, eu vivia muito bem, no maior luxo, não me faltava nada e pensei errado que minha vida seria assim, sempre assim, pra que me esforçar, até que esse baque me abriu os olhos. Sabe que muitas vezes eu fiz substituições na academia onde eu ia, como instrutora de spinning e fitness? Essa situação me fez refletir e eu decidi: vou fazer faculdade de Ciências da Atividade Física e do Esporte. Você é a primeira pessoa que sabe o que quero fazer da minha vida.
—Pois, Noelia, adorei o que você tá me contando e quero que saiba que nisso eu tô contigo e vou te ajudar no que você precisar.
O rosto dela se iluminou e ela me deu um selinho nos lábios, acho que isso era o que ela precisava, se sentir bem consigo mesma e não ser uma putinha egoísta, e que alguém visse o lado bom dela, não o de garota mimada e materialista.
Naquele exato momento começou a tocar uma música lenta e, se levantando, Noelia me pegou pelas mãos e me levou até a pista de dança, vazia até então. Peguei uma das mãos dela e a fiz girar pra ficar de frente pra mim, agarrei sua cinturinha e a encostei no meu corpo. Ela me sorriu sedutora e se abraçou sem vergonha, deixando eu sentir todo o corpo dela enquanto uma perna dela se enfiava entre as minhas, roçando de leve minha virilha. Acho que nunca dancei assim com ninguém, desse jeito tão íntimo, meu pau não conseguiu ficar quieto dentro da calça e começou a crescer descontroladamente.
Sei que minha prima deve ter percebido, meu pau pressionou a barriga dela e ela, longe de se incomodar, se grudou ainda mais em mim, se esfregando de leve, e até achei ouvir um gemido baixinho dela enquanto os lábios dela começavam a beijar meu pescoço. Mesmo com a pista de dança já cheia de casais, nem percebi, minha mão desceu da cintura dela pro cuzão perfeito e apertou uma das nádegas dela, perfeita, dura, gostosa. Passei o dedo na racha do cu dela por cima do vestido, sentindo a tirinha da calcinha. thong se enfiando entre as bochechas daquela bunda perfeita.
—Ummmm…Luismiiii. Gemeu minha prima.
Os lábios dela deixaram meu pescoço e ela me olhou enlouquecida. Me beijou, sentindo a língua dela lutando pra entrar na minha boca, e eu não recusei, juntamos nossas línguas num beijo quente e molhado, prelúdio do que poderia rolar mais tarde. Mentiria se dissesse que não tinha perdido a noção do tempo, não fazia ideia de que horas eram nem quanto tempo estávamos dançando, tava excitado, muito excitado, e precisava foder essa menina que tava me deixando a mil.
—Preciso ir no banheiro, ela falou sussurrando no meu ouvido. Quando eu voltar, a gente vai embora, tá? Pagando de madura.

Quando saímos daquele lugar, a Noelia se agarrou em mim e eu passei o braço sobre os ombros dela, puxando ela pra perto e beijando a cabecinha dela. A gente tava indo pro carro e de repente minha prima me puxou e me enfiou numa espécie de estacionamento. Ela foi decidida na direção de duas vans estacionadas em bateria, a gente se meteu entre elas e naquele momento a loucura se soltou entre nós. Nos beijamos como animais e nossas mãos procuraram as partes mais sensíveis do nosso corpo. Levantei a saia do vestido dela e agarrei aquela bunda incrível, maltratei, amassei, abri e meus dedos começaram a brincar com os buraquinhos dela, que já estavam encharcados naquela hora.
—Desde que te vi pelado no chuveiro, te desejo, priminho, dizia minha prima excitada. Não teve uma noite que meus dedos não brincaram com minha bucetinha imaginando você me fodendo.

Ela se ajoelhou na minha frente e com habilidade desabotoou minha calça, puxando pra baixo junto com a cueca. Meu pau pulou na direção do rosto dela e bateu descarado na bochecha dela.
—Como eu imaginava… que tranca que você tem, priminho.
Beijou a ponta e lambeu a glande pra em seguida enfiar mais da metade do meu pau na boca dela. Embora estivesse escuro, vi os olhos dela cravados nos meus pra em seguida tirar meu pau da boquinha dela, cuspir nele e começar um boquete brutal. A mãe dela, minha tia, fazia uns boquetes de escândalo, mas a filhota superava ela. de um jeito brutal.
—Deus, Noelia…porra…nunca chuparam assim pra mim, se continuar vou gozar rapidinho.
Ela olhou nos meus olhos e aumentou a intensidade do boquete. Parecia que a vida dela dependia daquilo quando enfiava meu pau até a garganta e esticava a língua pra lamber meu saco, pra depois tirar ela cheia de baba, respirar fundo e meter de novo até o rosto dela colar na minha barriga. A boca dela, a língua e a paixão fizeram meu orgasmo explodir na boca dela, mesmo eu tendo avisado, ela continuou na dela até sentir eu jorrar.
—Noelia, não aguento…Noelia…Noeliaaaa…vou gozaaaaar.
Minha prima engoliu minha porra sem desperdiçar uma gota, e quando tirei meu pau da boca dela, ela chupou, lambeu e mimou até deixar limpinho e brilhando.
Ela se levantou e me ajudou a subir as calças, me beijou deixando eu sentir meu próprio gosto, mas isso me excitou de novo. Pegou minha mão e levou entre as pernas dela, sentindo a calcinha encharcada. Passei meu dedo ao longo da rachinha dela e ela gemeu baixinho se abraçando em mim.
—Adoraria que você comesse minha buceta agora, falou com voz excitada e sussurrando, mas eu grito muito quando gozo e aqui ia chamar atenção…vamos pro seu carro.
Ela me pegou pela mão e quase me arrastou correndo até onde eu tinha estacionado o carro. Entramos e, assim que começamos a andar, ela tirou a calcinha fio dental, abriu as pernas e começou a se masturbar.
—Você sabe pra onde a gente vai, porque preciso do seu pau dentro de mim agora.
Minha mão foi pra buceta dela, estava encharcada de fluidos e meus dedos chapinhavam fazendo minha prima gemer. Eram duas da manhã, não dava pra ir pra um hotel, meu orçamento era limitado e seria pra passar a noite toda até o dia seguinte, e isso também não dava. Fui pro "point" que eu usava normalmente, um lugar tranquilo, aconchegante e escondido.
Quando chegamos, puxamos os bancos da frente pro painel e reclinamos os encostos pra frente pra liberar espaço no Banco traseiro, a gente se despir na pressa e finalmente pude ver o corpo incrível da minha prima sem roupa. Sei que não dá pra comparar, mas era igualzinha a mãe dela, só que com uns vinte e poucos anos a menos.
—Vem, priminho, me mostra o que sabe fazer com esse pauzão — ela disse, abrindo as pernas e me mostrando a bucetinha dela.
Abri ainda mais as pernas dela e afundei a cara naquela preciosidade. Assim que provei o gosto, fiquei viciado nela; o sabor era delicioso, e minha língua e meus lábios não demoraram a tomar conta, com os gemidos da minha prima que logo viraram gritos. Senti os quadris dela se mexendo sem vergonha, buscando o prazer, enquanto as mãos dela apertavam minha cabeça contra a boceta dela pra que eu nem pensasse em me afastar.
—Assim, amor, assiiiiim, porra, como você come bem minha boceta… vou gozar… tô gozandooooo… tô gozandooo.
Noelia explodiu na minha boca, e eu bebi toda a gozada dela. Quando tirei a boca daquela preciosidade, ela tava vermelha, brilhante, e abrindo e fechando nos últimos espasmos do orgasmo dela. Meu pau nessa altura tava duro que nem pedra e precisava foder aquela bucetinha lisinha e sem pelo. Fiquei entre as pernas dela, e minhas mãos agarraram os peitos perfeitos dela; amassei e meus dedos maltrataram os bicos, meu pau roçava na bucetinha dela, e ela me beijou com gula.
—Vem, meu amor, senta — disse minha prima com carinho.
Ela se levantou e se afastou pra eu sentar no meio. Ela montou em mim, e meu pau encontrou o caminho sozinho, entrando fundo até minhas bolas ficarem espremidas pela bunda perfeita dela.
—Ai, meu Deeeeus, que delíciaaaa — gemeu minha prima —, que pauzão que você tem, Luismi.
Minha prima começou a quicar no meu pau, enquanto minhas mãos seguravam a bunda perfeita dela e minha boca devorava os peitos dela desesperadamente. Era tipo um sonho realizado, todas as punhetas que bati pensando nela, quando ela se mostrava insinuante de biquíni, e agora meu pau tava abrindo a boceta dela, buscando nossos orgasmos. Meu dedo indicador acariciou o cuzinho dela, e ouvi os gemidos dela subirem de tom, tava Ensopada na porra dela, não precisei de esforço pra meter dentro, deu um gritinho bem gostoso e agarrou minha cara, me beijando com paixão.
—Isso, minha vida, enfia o dedo na minha buceta, não para…continua…continua.
Meti um segundo dedo e ela gritou de prazer enquanto não parava de me montar, fazia com raiva, com umas sentadas que faziam minha cabeça bater no colo do útero dela, os olhos dela me encaravam, e de vez em quando me beijava com gosto, as bochechas dela estavam vermelhas, da boca dela saíam gritinhos sem controle até que senti o corpinho dela tremer.
—Meu amor, vou gozar, vou gozaaaaar, continua…assim…assim…meu deus siiiim.
Ela me beijou gritando o orgasmo dela na minha boca enquanto se abraçava forte em mim. Eu adorava a paixão que ela colocava no que tava fazendo, se entregava totalmente e o corpo inteiro dela era um receptor de sensações. O orgasmo dela foi longo e deixou ela bem relaxada, ficamos um tempão nos beijando, nos amando com meu pau ainda enfiado dentro dela. Sentia os músculos da buceta dela pulsando, acariciando meu pau, era uma sensação incrível.
—Porra, Luismi, te juro que tamanho importa sim. Acho que é o maior pau que já enfiei, e te garanto que já foram alguns.
Opa, opa, minha priminha gostava, adorava foder. Sabia, sabia que o jeito dela de ser e de se comportar já mostrava isso, mas agora tinha ouvido da boca dela.
—E pra sua informação, tava doida pra fazer isso com você, por isso me vesti tão provocante quando você me deu a bronca na cozinha. Isso responde sua pergunta, SIM, teria adorado que a gente fodesse.
—Espero que de agora em diante, me provoque mais vezes, adoro esses jogos. Falei excitado.
—Você não gozou, primo, quer que eu chupe de novo?
—Queria foder essa buceta que tá me deixando louco e encher ela de porra.
—Que safado você é…adoro.
Minha prima tirou o pau da buceta dela ensopada na porra dela e molhou minhas bolas também. A cara de safada dela quase me fez gozar na hora. gostoso.
—Sabe? Disse minha prima apontando meu pau pro cuzinho dela e abrindo bem as pernas. Pra muito poucos homens eu deixo comer meu cu, isso só fica reservado pros caras que me fazem perder a cabeça, que me levam pro paraíso dos orgasmos e você é um deles, sempre que me pedir vou foder com você e vou deixar você me encher com suas gozadas.
Ao terminar de falar isso, ela foi se deixando cair devagar. Era minha primeira vez comendo cu e não quis perder nenhum detalhe, ela estava de olhos fechados, a cara dela tinha uma careta de dor e muito prazer. Notei quando minha cabeça venceu a resistência do esfíncter dela, a boca dela se abriu num gesto de puro tesão e senti como aos poucos o cu dela engoliu meu pau inteiro.
—Por…ra amor, é que é uma loucura o pau que você tem, sinto ele no estômago.
Ela subiu um pouco até quase tirar ele e colocou os dedos na minha boca.
—Chupa bem eles meu amor, enche de saliva.
Fiz isso, logo ela tirou e passou bem meu pau com minha saliva, se deixando cair de novo e soltando um gemido gutural. Ela me olhou ferida de prazer e começou a me cavalgar de novo, minha mão foi atrás da bucetinha dela e meus dedos encontraram o clitóris. Deixei ela louca, ela uivava como uma puta enquanto quicava no meu pau, senti meu orgasmo crescendo dentro de mim, já não dava pra parar, tinha segurado muito e só de saber que eu tava comendo aquele cu era a coisa mais safada que já tinha sentido.
—Não… Noelia… não aguento mais… afffff… vou… vou gozar.
—Me dá meu amor, goza e me presenteia com outro orgasmo gemeu Noelia.
Vi as coxas dela tremendo e explodi dentro do intestino dela, enchendo de porra.
—Noeliaaaaa… tô gozandooooo…
—Siiiiiii minha vidaaa… me dáááá enche de leiteeeee
Minha prima teve um orgasmo brutal que não acabava. Literalmente ela tava estrangulando meu pau com o esfíncter dela, mas o prazer era enorme, acho que nunca tinha gozado daquele jeito, meu pau parecia uma mangueira que não parava de encher o cu dela com minha gozada, da buceta dela saíam fluidos que encharcaram minha barriga e minhas bolas. Mancharam o estofado, mas caguei pra isso.
Ficamos abraçados por um bom tempo, nos mimando, nos beijando enquanto recuperávamos o fôlego. A Noelia me olhava com um brilho especial nos olhos, enquanto pedia pra eu abraçá-la pra esquentar ela. Eu tava muito à vontade com ela, e acho que ela comigo também, mas sentia que a gente ia ter que ir. Vi ela olhar pro meu celular e fazer uma careta de chateação.
— Amor, a gente tem que ir, são quase quatro da manhã e você tem três chamadas perdidas de casa, que imagino que sejam da minha mãe.
Ela me deu um beijão que me deixou tremendo e sem ar. Minha pica já tava dura de novo, minha prima pegou nela e bateu uma punheta com carinho. A gente se vestiu em silêncio e eu limpei os vidros embaçados do nosso suor. Quando começamos a voltar pra casa, a Noelia apoiou a cabeça no meu ombro com carinho enquanto beijava minha bochecha.
— Caralho, pensei, faz uma semana que tão aqui e já comi minha tia e minha prima Noelia. E agora, o que vai rolar? Será que também vou comer minha priminha Alba?
A ideia não me desagradou nem um pouco. Minha prima Alba cada dia me parecia mais gostosa e mais apetitosa, e além disso, o jeito dela, carinhosa, doce e meio infantil, me deixava louco.
— Luismi, disse minha prima, não quero paixão nem exclusividade. Quero deixar isso claro: a gente transou e foi fantástico, não me arrependo nada e te garanto que vai ter muitas outras vezes. Então não se apaixona por mim e não estraga tudo… tá?
— Tô ligado, Noelia, não faz parte dos meus planos me apaixonar pela minha prima, mas isso vale pra você também… não se apaixona por mim.
— Kkkkkkk, riu minha prima, querido, sou muito piranha e adoro foder. Uso os homens pro que quero e depois descarto eles.
A Noelia apoiou a cabeça no meu ombro de novo e beijou ele, acariciando meu braço. As palavras dela não combinavam com as atitudes, embora o que ela disse já desse pra perceber no jeito dela: fria, sem coração, manipuladora e egoísta. Bom, enquanto Se eu quiser foder ela, vou deixar, que besteira, quem é que não gosta de um doce?
Antes de chegar em casa, ela me fez parar o carro e a gente se pegou num beijo longo que deixou a gente excitado de novo. Eu sabia o que minha prima tinha me dito, mas o olhar dela, os gestos, pareciam dizer tudo ao contrário.
— Eu adoraria passar a noite com você — disse minha prima —, mas sei que isso é impossível, então queria me despedir de você como você merece e te dar um beijo de boa noite.

Ela acariciou meu pau por cima da roupa enquanto gemia na minha boca. Minha mão deslizou entre as pernas dela e alcancei a bucetinha já toda molhada, afastei a calcinha e enfiei um dedo na boceta dela.
— Para, Luismi, para, não continua… afffff… eu te foderia de novo.

Noelia tirou minha mão de entre as pernas dela e ajeitou a roupa, eu liguei o carro de novo e em pouco tempo a gente chegou em casa. Tudo estava em silêncio, subimos para nossos quartos e quando entrei no meu, tive que me masturbar, minha prima tinha me deixado no fogo. Quando terminei, fui ao banheiro escovar os dentes e lavar meu pau, ainda tinha resto de merda, de quando eu tinha fodido o cu da minha priminha, só de lembrar já fiquei duro que nem um animal, era a primeira vez que eu comia o cu de uma mulher e nunca ia esquecer aquilo na vida.

Não sei bem a que horas dormi, mas alguma coisa me acordou. Algo gostoso que fez meu pau ficar duro, desafiador. Quando abri os olhos e foquei no que tava vendo, quase gozei: uma buceta lisinha, rosadinha e aberta bem na minha cara, um cuzinho perfeito com um anelzinho que pedia pra ser lambido, se abrindo e fechando na minha frente, e acima de tudo aquela sensação de calor quando você tá ganhando um boquete bem dado. Eu sabia que era a Noelia, minha tia tava trabalhando e a Alba, acho que não ia se jogar daquele jeito, além disso, o cuzinho da minha tia eu conhecia e não era aquele.

Enfiei a cara naquele paraíso e fiquei lambendo e chupando desde o clitóris dela até o cuzinho, agarrava as nádegas dela pra abrir e meter minha língua em cada cantinho. Cheirava a Gel de banho, recém-tomada banho e isso me excitou ainda mais.
—Noelia… Noelia… paara, isso é uma loucura e sua irmã pode nos descobrir.
—Não, meu amor, sua mãe saiu cedo, a Alba foi com a minha mãe pro shopping e vai nos ligar pra ir buscá-la… tô sozinha, céu, vamos foder como Deus manda.

Me entreguei a ela, afundei meu rosto entre as pernas dela até ouvir ela gritar o orgasmo. Acho que ela, sabiamente, me manteve no limite porque queria meu pau dentro dela, e foi assim. Quando ela se recuperou do orgasmo, montou no meu pau e apontou pra bucetinha dela, se deixando cair com cara de prazer.

—Deuuuus, meu amor, como eu precisava sentir você de novo, gemeu Noelia. Essa noite não consegui dormir direito pensando em você e no seu pau lindo.

Minha prima subia e descia no meu pau, se dando e me dando prazer. Colocava os peitos ao alcance da minha boca e não hesitei em me apossar deles, lamber e chupar os mamilos até deixá-los duros como diamantes. Minhas mãos foram pro cuzão perfeito dela, amassei e profanei o cuzinho dela com meus dedos enquanto a puxava pra mim, deixando a penetração mais funda.

—Ahhhhhhhh… amor, adoro como você me fode. Vai, me dá forte, arrebenta a rabuda da sua priminha.

Comecei a mexer meus quadris, fodendo ela com força. Adorava ver a cara de prazer da minha prima quando eu enfiava meu pau até o fundo, sentia meu pau abrindo aquela bucetinha sem dificuldade e sentia a lubrificação escorrendo pelas minhas bolas. Percebi quando ela começou a gozar, como os músculos da vagina dela apertavam meu pau, deus, era delicioso sentir aquela bucetinha apertada tentando se agarrar a mim pra não me deixar escapar, e meu orgasmo explodiu, começando a lançar chicotadas de gozo dentro dela.

Noelia caiu sobre mim, exausta, os tremores dela foram cessando aos poucos, enquanto eu a mimava, beijava e acariciava pra ela relaxar. Quando me dei conta, vi que ela tinha dormido em cima de mim com meu pau ainda dentro dela. Tava gostoso assim com ela, puxei o edredom por cima. em cima dela e abracei ela, dormindo daquele jeito.
Não sei se passaram quatro minutos ou quarenta, uns lábios me beijavam delicadamente e a língua dela voava sobre os meus. As mãos dela me acariciavam e, quando abri os olhos, vi o rostinho lindo da minha prima me olhando com um sorriso.
— Nunca tinha passado por isso, dormir em cima do meu amante depois do orgasmo, mas é que contigo eu me sinto tão bem.
Meu pau ainda tava dentro dela, ainda duro como o melhor aço, e os quadris da minha prima se moviam devagar. A pele da buceta dela era puro fogo, e a lubrificação dela e minha gozada continuavam escorrendo pelas minhas bolas. Olhei pra minha prima com carinho, ela tava com o rosto vermelho e um sorrisinho safado, mas um dos meus sonhos com ela era colocá-la de quatro e foder os dois buraquinhos dela. Levantei ela, saindo de dentro, e ela fez cara de desgosto, mas mudou na hora.
— Fica de quatro, meu amor, vou arrebentar essa buceta e esse cu que me deixa louco.
— Meu corpo é teu — disse minha prima, excitada —, fode ele.
A Noelia afundou os rins e colou o peito e o rosto no colchão, isso deixou a bucetinha dela e o cuzinho expostos pra mim. A visão era das mais safadas, e meu pau enfiou de uma vez na buceta da minha prima até bater em algum lugar do útero dela. Ela levantou a cabeça gemendo, me olhou de boca aberta feito um peixe. Peguei a cabeleira dela e puxei com força, e ela gemeu ainda mais alto, arqueando o corpo de um jeito sensual.
— Me fode forte, meu amor... isso... fode a tua rabuda, a tua putinha... ai, meu Deus... amo teu pau, mais forte, maaaais.
Minha prima tava fora de si. Soltei o cabelo dela e me agarrei nas nádegas dela, meus dedos afundavam na carne dela, me segurando pra minhas estocadas serem mais fundas. Era excitante ver como meu pau sumia dentro dela até minhas bolas baterem no clitóris dela. O esfíncter dela abria e fechava, pedindo minha atenção. Salivei meu dedão e enfiei até o fundo, minha prima gemia, gritava, parecia uma fera ferida. Sabia que o orgasmo dela tava chegando, então... que eu alonguei um pouco mais, ou pelo menos foi o que pensei, porque em seguida tirei meu pau da bucetinha dela e enfiei no cu dela sem pedir e sem parar até minhas bolas baterem no períneo dela.
—Filho da puta…que dor gostosa pra caralho…continua…continuaaaaaaaaaa.

Eu já tava no limite da aguentação, pensei que depois da gozada ia segurar muito mais, mas ver meu pau sumindo no cu perfeito da minha prima era obsceno e excitante e fazia meu orgasmo crescer sem parar, ainda mais quando senti a mão da minha prima enfiar entre as pernas dela pra acariciar o clitóris e minhas bolas. Olhei pro teto tentando lembrar de fórmulas matemáticas pra aguentar mais, mas eram tantas sensações chegando pelos meus sentidos que era impossível.

—Meu amor…vou gozar pra caralhooooooo…vou gozar pra caralhooooo, gritou minha prima. Te amo…nunca me deixaaaaa.

Meu pau começou a encher o cu dela de porra fervendo, que minha prima recebeu com outro grito de prazer. A cintura dela se mexia numa velocidade do caralho fazendo meu pau entrar e sair dela, provocando um orgasmo longo e brutal que nos deixou exaustos e suados. Minha prima caiu de bruços fazendo meu pau sair de dentro dela e eu me deitei do lado dela de barriga pra cima. Ela me olhou agradecida e subiu em cima de mim me enchendo de beijos, eu abracei ela e procurei a boca dela, dando um beijo longo, molhado e cheio de desejo.

—Você me ama? Perguntei estranho.

Noelia caiu na risada e me olhou com aqueles olhões cor de mel que me enfeitiçavam.

—Eu te quero, afirmou, claro que te quero. E você a mim?
—Muito, minha vida, mais do que você pode imaginar. Mas…você disse que nada de apaixonar.
—Olha, meu amor, disse minha prima com carinho, eu te quero, mas não te amo, não tô apaixonada por você, isso é algo que você tem que diferenciar…mas…foda-se o que eu disse, o que tiver que acontecer, vai acontecer.

Isso ela disse se abraçando a mim e apoiando a cabecinha entre meu ombro e meu pescoço. Ficamos nos acariciando por minutos intermináveis e, pelo que eu via da minha Do ponto de vista dela, naqueles gestos tinha muito amor. Pensei na minha tia, no meu verdadeiro amor. Ela sim, eu amava de verdade, estava perdidamente apaixonado por ela, mesmo sabendo que era impossível — seria mais fácil eu e a Noelia terminarmos juntos do que eu e minha tia compartilharmos a vida.
Nós dois estávamos muito à vontade nos sentindo, e com certeza ficaríamos assim a manhã toda, mas tinha que botar o pé no chão. Olhei a hora e eram 11h30, minha tia com certeza ligaria a qualquer momento.
— Tenho que tomar banho, Noelia, tô fedendo a tigre e sua mãe vai ligar na hora mais inesperada.
Ouvi minha prima aspirar meu cheiro, se abraçando em mim e esfregando o corpo dela no meu de um jeito lascivo.
— Meu amor, você cheira muito bem, cheira a homem e isso me deixa com o cuzinho ardendo, posso tomar banho com você?
Eu só sorri, me levantei e carreguei ela no colo até o chuveiro.
— Se continuar me tratando assim, vai ser inevitável eu me apaixonar por você — ela disse, rindo.
No banho, bateu o tesão de novo e a gente transou de novo, enchendo a bucetinha dela com o pouco de porra que já saía das minhas bolas, mas que nos deu um orgasmo muito gostoso. Pouco depois, já vestidos, estávamos na cozinha tomando café da manhã trocando olhares carinhosos quando o telefone tocou. Era minha tia, pedindo se a gente podia buscar minha prima Alba, que ela já tinha terminado o que precisava fazer. A voz dela soava seca, fria, cortante, e isso me deixou de mau humor. Do mesmo jeito frio, seco e cortante, respondi e desliguei o telefone sem deixar ela falar mais nada. Era urgente eu conversar com minha tia e esclarecer o que estava rolando. Naquela tarde, iria buscar ela no trabalho e a gente conversaria… ou pelo menos era o que eu esperava.
Até quando fomos buscar a Alba, minha prima comentou que não sabia o que tinha a mãe dela, que estava muito estranha. Sem sair do shopping, convidei minhas primas pra um Burger e a gente almoçava por lá, não tava afim de cozinhar, e quando chegássemos em casa, pelo menos eu podia descansar, tava meio cansado.
Naquela tarde… Deixei minhas primas em casa e fui buscar minha tia no trabalho. Ela saía às nove da noite, e dependendo de como fosse o rolê, eu a levaria pra jantar, mas não tava tão confiante assim. Entrei na loja quando já iam fechar, e uma morena gostosa do caralho, olhos verdes e um corpo de matar, veio falar comigo com uma cara de poucos amigos, achando que eu era um cliente tentando comprar um presente de última hora.

— Boa noite, senhor, em que posso ajudar? — disse a morena, toda solícita.

— Oi, nada não, só vim buscar minha tia Paula, sou sobrinho dela.

— ¡¡Você é o Luismi?!! — exclamou a morena com um sorrisão. — Eu sou a Olga, sua tia fala muito de você. PAAAAULA! — gritou a morena. — OLHA QUEM VEIO TE BUSCAR.

Minha tia apareceu por um corredorzinho onde ficavam os provadores. Quando me viu, ficou super surpresa, mas deu um sorriso meio sem graça e veio me cumprimentar com um beijo na bochecha.

— A que devo essa surpresa? — perguntou minha tia, meio nervosa.

— Então, tava em casa e pensei: por que não vir te buscar e, se você quiser, te convidar pra jantar? Você precisa se distrair, e acho que hoje é a noite perfeita. Topa?

— AI QUE AMOR, MEU DEUS! — disse a Olga, com a mão no peito. — Que fofo, queria que meu namorado tivesse esses gestos.

— Já te falei pra largar esse babaca mulherengo e se apaixonar por alguém que preste e te trate como você merece, você é uma ótima garota — comentou minha tia.

A Olga tinha um metro e sessenta, mas um corpo muito bem cuidado. Tinha umas tetas boas e uma bunda que pedia pra ser comida centenas de vezes, era impossível não reparar numa mulher daquelas.

— É complicado, Paula — disse a Olga, meio triste. — E olha, falando no diabo, ali tá meu namorado me esperando. Você não se importa de fechar a loja sozinha, né? — perguntou pra minha tia.

— Claro que não, querida. Vai lá e se diverte.

A Olga pegou as coisas dela e se despediu da gente com um beijo. Mentiria se dissesse que não gostei dela, aquela mulher me... Encantado, mas tava ali por causa da minha tia, meu amor platônico. Ela foi até um quadro de interruptores e acionou alguns, apagando as luzes da loja. Depois apertou um interruptor e baixou a porta de enrolar, deixando a loja fechada pro público.
—Agradeço você ter vindo me buscar, mas prometi pra Olga que ia receber o pedido que chegou hoje. Desculpa, mas ainda não posso sair.
—Tá bom, Paula, tô aqui e posso te ajudar. Se me falar o que fazer, faço com maior prazer.
Vi como minha tia me olhava e como os olhos dela foram se enchendo d'água, o queixo tremendo sem controle, e os olhos não seguraram a avalanche de lágrimas que veio na sequência, enquanto da boca dela saíam reclamações sem sentido e, entre soluços, ela dizia que eu tinha brincado com ela.
—Não entendo por que você agiu assim comigo — falava com angústia. — Eu te amo e você, em troca, me tratou com frieza, como se eu não existisse. Você conseguiu foder sua tia e agora não faz mais sentido querer ela, né?
Embora estivesse puto com as reclamações e acusações dela, tava me partindo a alma vê-la tão triste. Só abracei ela e enchi a cara dela de beijos. Ela se agarrou a mim e continuou chorando no meu peito até levantar a cabeça e me olhar nos olhos. Nossos lábios foram se aproximando e a gente se fundiu num beijo cheio de amor e carinho, nossas línguas se enroscaram e só paramos quando faltou ar.
—Tá mais calma, meu amor? — perguntei com carinho.
Ela concordou com a cabeça enquanto eu limpava as lágrimas dela e beijava as pálpebras.
—Paula, eu não brinquei com você. E se fui frio é porque, depois do que rolou domingo passado, você ficou fria e distante. Talvez nem tenha percebido, mas você nem olhava na minha cara.
—Fazia isso pra ninguém perceber que eu tava louca por você. A toda hora queria te abraçar e te beijar.
—Pois você fez merda, porque minha mãe percebeu na hora e me perguntou se a gente tinha brigado. Sabia que Tínhamos que conversar, então depois da sua frieza no telefone hoje de manhã, decidi vir te buscar hoje e esclarecer tudo isso.

Nos beijamos de novo, a paixão e o carinho dela me deixaram nas nuvens, mas meu pau tava solto e não entendia que aquele momento era especial. Mesmo que a Noelia tivesse me deixado seco de manhã, meu pau colou no púbis da minha tia, que percebeu e soltou um gemidinho bem sensual.

— Então eu ferrei tudo com minha atitude? — ela disse sussurrando.

— Paula, você, desde que me entendo por gente, sempre foi muito carinhosa e muito próxima de mim. Sempre me dando carinho, beijos, me abraçando. É isso que você acostumou todo mundo ao nosso redor, que vê como algo normal. O estranho, o anormal, foi sua atitude essa semana.

— Bom, vou ter que me acostumar, espero que não percebam que tô apaixonadinha pelo meu sobrinho. Anda, vamos receber o pedido que depois quero te mostrar uma coisa.

Não foi difícil entender o que tinha que fazer. Enquanto minha tia abria caixas e tirava o conteúdo, ela ia me falando o código da peça e o tamanho, e eu colocava no banco de dados. Levamos menos de uma hora e, juntos, dobramos as caixas de papelão e fui levá-las para a reciclagem. Quando voltei, minha tia não estava no escritório onde tínhamos trabalhado, e a chamei.

— Tô no banheiro — ela disse —, já saio.

Sentei na poltrona do escritório e folheei uma revista de lingerie que me deixou de pau duro de novo ao ver as modelos com peças dos sonhos. Tangas, calcinhas, cintas-liga, meias, corpetes, sutiãs, tudo lindo e em corpos que eram um absurdo. Vi a porta se abrir e um anjo aparecer na frente dela. Minha tia apareceu só com um conjunto de lingerie branco que era incrível, o sutiã valorizava os peitões já grandes dela, uma calcinha fio dental de renda cobria minimamente a buceta dela, e o conjunto era finalizado com uma cinta-liga, meias brancas e uns sapatos de salto branco que alongavam as pernas dela e faziam uma bundona linda. O cabelo dela Ele vinha caindo solto pelas costas dela de um jeito sensual, ela girou e veio na minha direção com uma cara safada.
—Isso eu guardei pra você, teria adorado te mostrar num lugar mais confortável, mas já que a gente não tem muita chance de ter privacidade, acho que agora é um bom momento.
Eu tava alucinado de ter uma mulher daquela na minha frente, minha pica já doía dentro da calça e isso era só o começo. Minha tia me pôs de pé e me beijou com tesão enquanto desafivelava minha calça e enfiava a mão dentro da minha cueca, tomando conta da minha pica.
—Ahhhh meu amor, você não faz ideia de como eu tava morrendo de vontade de sentir ela de novo, tocar nessa dureza.
Minhas mãos percorriam o corpo dela e agarravam a bunda dela, puxando ela pra perto de mim. A gente se beijava como desesperados e eu me abaixei pra tirar a calcinha fio dental dela. O cheiro dela me inundava, era o cheiro do tesão, quando eu fiquei com a bucetinha dela nua, passei a língua por inteiro, arrancando um gemido da minha tia.
—Amor, tira a roupa, pediu minha tia, a gente não pode ficar aqui, mas eu preciso que você me coma, preciso sentir você de novo dentro de mim.
A gente transou como animais, minha tia tirava o melhor de mim, e eu virava gelatina nos braços dela. Ela se deitou no carpete daquele escritório e abriu as pernas pra mim, me deixando ver aquela buceta perfeita que ela tinha, brilhante, cheia de líquidos escorrendo de dentro. A gente transou de papai-e-mamãe, e quando eu penetrei minha tia, ela se agarrou em mim com braços e pernas até os dois explodirem num orgasmo longo que deixou a gente com vontade de mais. A gente não parou de se beijar e se acariciar, mas ficar ali já tava começando a ser perigoso e a gente tinha que vazar.
—Odeio te falar isso, meu amor, mas a gente tem que se vestir agora. Já tô começando a ficar com medo de alguém aparecer, supostamente quando eu ativo o alarme, minha chefe recebe um aviso no celular dela e já é muito tarde, eu já devia ter terminado há um tempão.
A gente se vestiu rápido e logo vi minha tia suspirar de alívio quando ativou o alarme do local. Ela tava linda pra caralho, me olhou de um jeito provocante e Aproximou-se de mim sedutoramente com um grande sorriso no rosto.
—E então, cavalheiro, o que você gostaria de fazer agora?
—Ir pra um hotel e não dormir a noite toda. Quero decorar seu corpo de memória. — falei, todo excitado.
Minha tia me olhou com amor enquanto mordia o lábio inferior num gesto de desejo.
—Um dia, Luismi, um dia a gente vai poder fazer isso, eu prometo.
Só sorri pra ela e, sem me importar se alguém via ou não, peguei na mão dela e fomos pro estacionamento pegar meu carro. Naquela noite, convidei ela pra jantar num restaurante bem romântico que eu conhecia e depois levei ela pra tomar um drink. Pouco antes da uma da manhã, ela disse que tava cansada e que a gente fosse pra casa; eu entendia, ela tava desde as dez da manhã sem parar e, sabendo que no dia seguinte era domingo, ia dormir até tarde sem preocupação.

Mas eu me enganei. Entramos no carro e ela, carinhosamente, se apoiou no meu ombro enquanto a mão dela subia pela minha perna perigosamente até pousar na minha rola já dura.
—Paula, se continuar assim, eu paro no primeiro lugar e te como. — falei, ofegante de tesão.
—Bom — disse ela, sedutora —, se eu cooperar, não vai ser um estupro... né?
Não sei se eu tava mais ligado na estrada ou na mão da minha tia passando a mão na minha rola com gosto. Alguma coisa distraiu a atenção dela da minha anatomia e com um claro «¡¡METE AQUI DENTRO!!» Ela fez eu girar e entrar numa rua minimamente iluminada, mandou eu parar o carro no ponto que ela disse e, olhando pra todos os lados, tirou a chave da ignição e se jogou pra me beijar com desespero. Com pressa, baixou minha calça e minha cueca, enquanto me beijava e acariciava meu pau com gula, arregaçou a saia dela até a cintura e vi que ela não tava de calcinha.
— Adoro isso, falei, safado. Cê tá sem calcinha.
— Desde que saímos da loja, eu precisava de você dentro de mim de novo, ela disse, dando risada. Aos 43 anos, transando num carro igual quando era adolescente, adoro.

Minha tia jogou o banco dela o máximo que pôde pra trás e reclinou o encosto. Pediu pra eu sentar no banco dela. Foi um momento muito engraçado por causa do aperto do carro, e minha calça me impedindo de me mexer à vontade. Ela tentava me fazer espaço, mas éramos dois adultos e o carro não dava mais. Fui prático, além disso, tava ansioso pra deixar aquela mulher incrível fazer o que quisesse comigo. Saí do carro, contornei ele e, abrindo a porta do passageiro, fui sentar, mas antes tirei minha calça e minha cueca.

Antes de eu sentar, minha tia agarrou meu pau e me deu umas boas mamadas profundas que quase me fizeram gozar na boca dela, mas sabia que ela queria outra coisa. Mandou eu sentar e, montando em cima de mim, foi enfiando meu pau devagar até a buceta dela engolir ele todo.
— Ahhhhh, meu amor, gemeu minha tia, nunca vou me cansar de sentir seu pau me abrindo por dentro, sentindo onde nunca senti nada antes.

A buceta da minha tia ardia, tinha um calor e uma maciez que fariam qualquer homem na minha situação perder a cabeça. Por sorte, eu tava há 24 horas transando, primeiro com minha prima Noelia e agora com a mãe dela, minhas bolas tavam praticamente secas e a sensibilidade no meu pau tinha quase sumido, dando lugar a uma dorzinha leve por causa da irritação. Meus Minhas mãos agarraram aquela bunda perfeita e comecei a apertar e amassar sem piedade, passando meus dedos pelo cuzinho dela, que agradecia meus carinhos.
—Meu amoooooor, que delíciaaaa… não para de me foder, nunca para de fazer isso.
Meu pau entrava e saía dela num ritmo constante, nossas bocas se procuravam desesperadamente, se beijando. Minha tia levantou a camiseta que vestia e colocou os peitões na minha boca, que os devorou e chupou até os bicos ficarem duros feito diamante. Senti a respiração ofegante dela e o corpo começando a tremer, prestes a gozar, com o orgasmo se formando dentro dela.
—Tô gozandoooo… meu amor, tô gozandoooo, gemeu minha tia no meu ouvido.
Senti as contrações dela, como a buceta se agarrava no meu pau pra não deixar escapar. Senti o gozo dela escorrendo pelas minhas bolas, molhando elas. Aproveitei e lambuzei meus dedos pra enfiar um no cu dela. Senti a resistência, mas também como ela gemeu ainda mais forte e começou a gozar de novo, sem nem ter terminado o orgasmo anterior.
—O que você tá fazendo comigo, seu malvado… meuuu deus, não consigo parar de gozaaaar… mais, meu amor… mais.
Fodi ela com desespero, com força. Minha resistência era foda e eu tava levando o amor da minha vida pro céu dos prazeres, mas tudo tem limite. E mesmo estando mais seco que carne seca, meu orgasmo explodiu dentro dela igual um vulcão.
—Paulaaaa, tô gozandoooo… te amooo.
Quando terminei de gozar, abracei minha tia com força enquanto procurava a boca dela e a gente se beijava com amor. Ainda sentia a buceta dela pulsando no meu pau e a umidade do gozo dela escorrendo já pela minha bunda. Naquele momento, percebi que tinha dito pra minha tia que amava ela, e não sabia que consequências isso ia trazer. Minha tia era bem vulnerável por causa da situação dela, e não sabia como ela ia levar aquilo. A gente parou de se beijar e vi ela se afastando, olhando nos meus olhos com a pouca luz que vinha de fora.
—Você me ama? Sabe o que isso significa? Perguntou num sussurro, me encarando. assustada.
—Sei perfeitamente, Paula —falei com medo—, sei que você é minha tia, mas não consigo evitar te querer, te amar mais que minha vida.
Minha tia apoiou a cabeça no meu ombro e ficou assim, com meu pau dentro dela, por um bom tempo. Minhas mãos acariciavam desde a cabeça dela até a bunda, enquanto meus lábios beijavam sua cabeça e eu tentava transmitir amor e carinho, mas o silêncio dela estava me matando, embora ela não recusasse meus carinhos. Ela se ergueu, me olhou séria e me deu um selinho nos lábios.
—Vamos, querido, vamos nos vestir, está tarde.
Sei que ela quis parecer carinhosa, como se o que eu tinha dito não significasse nada, mas meus sentidos, todo meu corpo, era um receptor das sensações que eu recebia da mulher que amava há anos, e essa reação dela não me agradou.
Nos vestimos em silêncio e me preparei para limpar os vidros embaçados pela nossa paixão desenfreada. Não trocamos uma palavra. Dei partida no carro e, quando chegamos em casa, descemos em silêncio. Quando entramos, só a Noelia estava acordada e logo veio nos cumprimentar. Percebi minha tia sem vontade de conversar e, com carinho, ela se despediu de nós e foi para o quarto dela.

CONTINUA

8 comentários - Minha tia e primas se mudam pra minha casa. Parte 4

Muy buena la historia la sigo desde el capitulo 1
Gracias por seguir mi historia, recomiendola para seguri subiendo mas
Muy buena historia, en espera de la continuación 👌
Anhelo saber lo que le hará a su otra prima.Excelente relato,morboso y muy hot.Van 10 !!!!